Um homem afogou-se enquanto tentava copiar a icónica pose de voo do filme Tiranic com a namorada, em Izmit, na Turquia.
Furkan Ciftci e a namorada Mine Dinar, ambos de 23 anos, caíram no mar depois de tentarem criar a pose de Leonardo DiCaprio e Kate Winslet do filme Titanic.
O casal, que estava a consumir álcool numa viagem num barco de pesca, ultrapassou uma corrente de segurança na ponta da embarcação “para a foto perfeita”, de acordo com o Daily Star.
Quando estavam prestes a copiar a pose do filme “Titanic”, filme de 1997, acabaram por cair.
O incidente levou os pescadores locais a ajudar o casal e um deles resgatou Mine quando esta agarrou a ponta de uma cana de pesca.
Os serviços de emergência foram chamados ao local para procurar o jovem de 23 anos que se afogou.
O Instituto Nacional de Segurança Social na Zambézia, canalizou aos órgãos de administração da justiça, trezentos e onze empresas por terem falhado a amortização da divida, no âmbito do decreto que estipula o perdão de multas e juros demora.
Segundo a RM, a divida corresponde à mais de sessenta e seis milhões de meticais sendo 68 processos encaminhados a procuradoria e duzentos e quarenta e três ao juiz de execução fiscal para cobrança coerciva.
A informação foi partilhada esta terça-feira por Paulo Madjakunene, Delegado do Instituto Nacional de Segurança Social na abertura da nona sessão do conselho de representação de estado na Zambézia.
O Delegado do Instituto Nacional de segurança social fez saber ainda que no âmbito do decreto cujo vigência terminou a 11 deste mês, foram perdoados mais de 16 milhões de meticais que correspondentes a multas e juros demora.
Na ocasião a Secretaria de Estado Judite Mussakula desafiou a delegação do instituto nacional de segurança social a intensificar a sensibilização aos trabalhadores sobre a importância da previdência social.
O número de uniões prematuras entre crianças deslocadas pelo terrorismo na província moçambicana de Cabo Delgado duplicou nos últimos seis meses nos centros de acomodação e bairros de reassentamento em todos os distritos, indicam novos dados divulgados nesta terça-feira, 17, pela organização humanitária Save The Children.
A organização avança que entre Janeiro a Março de 2022, 108 crianças foram empurradas para uniões prematuras, devido a uma combinação de fatores, incluindo o sofrimento contínuo vivido nos centros de trânsito e os desafios de recomeçar a vida do zero em áreas distantes, contra 65 casos registados no último trimestre de 2021, de Outubro a Dezembro.
No primeiro trimestre de 2022, prossegue a Save the Children, o número de crianças recém-casadas aumentou de forma constante, de seis em Janeiro, para 32 em Fevereiro e 70 em Março nos distritos de Pemba, Metuge, Chiure e Montepuez.
O preocupante aumento de uniões prematuras é o resultado também de muitos pais estarem a enfrentar a “escolha devastadora” de não poder alimentar a sua família ou abrigar todos os seus filhos e, em vez disso, ter que deixá-los se casar para aliviar a carga de cuidar.
Antes do conflito eclodir, a província de Cabo Delgado tinha já a segunda maior taxa de uniões prematuras e a maior taxa de gravidez na adolescência em Moçambique.
Os dados da Save the Children indicam que 65% das adolescentes de 15 a 19 anos já são mães ou estão grávidas na província.
Segundo a organização, os dados divulgados foram colectados pelo programa de Protecção da Criança da Save the Children, que apoia crianças que enfrentam sérios riscos de problemas de saúde e bem-estar, incluindo casamento prematuro, negligência e problemas de saúde mental.
Em declarações à VOA em Pemba, Inger Ashing, directora da Save the Children International que esteve a visitar Cabo Delgado esta semana, descreveu como preocupante o drama das uniões prematuras das crianças no meio do sofrimento.
“Cabo Delgado já era o pior lugar em Moçambique para ser criança antes do início deste conflito, agora, com deslocações em massa e abusos horríveis, as coisas estão muito piores. As meninas são particularmente vulneráveis e estão sendo casadas a uma taxa incrivelmente alta”, disse em declarações por telefone.
Em entrevista a VOA, Júlia Wachave, activista em Cabo Delgado, considera as uniões prematuras uma “realidade dura” em Cabo Delgado, insistindo que a pobreza e o conflito continuam a empurrar muitas crianças a essas uniões, e parte delas acabam morrendo durante a gravidez ou o parto.
“Há muita vulnerabilidade, as crianças são entregues para uniões prematuras em troca de um pedaço de sabão, de alimentação ou de um bem, até de parcelas de terra, para as famílias não irem viver em centros de acomodação ou zonas distantes, sem serviços básicos”, conta Julia Wachave.
O Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, o Almirante Joaquim Mangrasse, ordenou que cursos instrução básica fossem interrompidos imediatamente por suspeitas de corrupção e fraude.
O grupo de mancebos, composto por mais de 500 jovens que já estava em formação desde Abril último, na Escola Prática do Exército de Manhiça, vulgo Munguine, na província de Maputo, foi mandado de volta para casa para aguardar por um novo concurso.
Segundo a Carta que cita fontes militares, o processo de recrutamento, na base do qual foram selecionados, foi fraudulento, conforme provaram as investigações internas e que chegaram ao gabinete do Chefe do EMGFA, Joaquim Mangrasse.
De acordo com as fontes, os cursos interrompidos por suspeitas de corrupção nas FADM não se cingiram simplesmente à Escola da Manhiça, mas também a outros centros de instrução básica militar, uma vez que o processo também foi fraudulento.
Dados na posse da Carta, obtidos de fontes militares, indicam que foram abertos novos concursos e cuja selecção está a ser criteriosa, esperando-se que a formação recomece nos próximos dias.
Os Estados Unidos vão voltar a enviar tropas para a Somália e a autorizar acções anti-terroristas, depois do Presidente Joe Biden ter assinado, esta terça-feira, uma ordem a autorizar o destacamento de centenas de soldados das Operações Especiais para aquele país, revelou a CNN.
Este passo de Biden anula a decisão do ex-Presidente Donald Trump que retirou quase 700 militares que se encontravam na Somália. Em Dezembro de 2020, o Departamento de Defesa Americano anunciou que as tropas dos Estados Unidos que estão na Somália seriam retiradas para países vizinhos e sublinhou que seriam permitidas operações fronteiriças.
O Departamento de Estado Americano indicava, que “os EUA vão manter a capacidade e conduzir operações anti-terrorismo na Somália, e recolher indicadores relativamente a ameaças à pátria”.
A decisão do Presidente Biden surge depois da Somália ter um novo Presidente, Hassan Cheikh Mohamoud, saído da eleição realizada domingo e saudada pela generalidade da comunidade internacional.
O Mali anunciou, na noite desta terça-feira, que as Forças de Segurança frustraram uma tentativa de contra-golpe “apoiada por um Governo ocidental”, que não identificou, segundo a France Press.
“Eram soldados apoiados por um Estado ocidental”, disse o porta-voz do Governo, coronel Abdoulaye Maiga, na televisão estatal, sem citar o nome do país em questão.
O Governo condena “com o máximo rigor este ataque ultrajante”, disse Maiga, acrescentando que “a tentativa visava “impedir os esforços substanciais do país para regressar a uma ordem constitucional, que garanta a paz e a estabilidade”.
Entretanto, a segurança foi reforçada nos postos de controlos, nas estradas que saem da capital, Bamako, e nas fronteiras do país,” o esforço para capturar os envolvidos “.
Há dois dias , o Mali anunciou o abandono do grupo da Força de Segurança Regional , conhecido como G-5. No mês passado suspendeu permanentemente os meios de comunicação franceses Radio France International e France24, acusando-os de publicar relatórios falsos sobre abusos cometidos por soldados malianos.
O Governo do Mali também acusou o Exército francês de violar o espaço aéreo do país e denunciou o que disse ser “o uso não autorizado de drones de vigilância”. Essas alegações surgiram depois que a França divulgou vídeos que pareciam mostrar mercenários russos enterrando corpos perto de uma base do Exército que havia sido entregue pelos franceses às forças malianas.
A França é um dos países que condenou veementemente a queda do Presidente democraticamente eleito do Mali, Ibrahim Boubacar Keita, em Agosto de 2020, cujo golpe de Estado foi liderado pelo coronel Assimi Goita, actual líder da Junta Militar que governa o país.
Em declarações a Lusa, em Lisboa, a escritora Paulina Chiziane, a primeira escritora africana a vencer o Prémio Camões, diz que “África sempre viveu em pandemia, desde os tempos da penetração colonial”.
“Se não foi a pandemia das guerras e dos terrores, dos horrores, foram as doenças. Nós, africanos, estivemos sempre num círculo de inferno. É por isso que esta pandemia a mim não me assustou”, afirmou a escritora moçambicana, em Lisboa, onde se encontra a divulgar a sua obra.
E acrescentou: “É preciso reconhecer que em África a morte é gratuita. Basta andar na rua. Basta nascer para morrer ou para sofrer. Embora estejamos independentes, ainda há muitos problemas para resolver. Somos este continente pobre, empobrecido”.
Em relação à covid-19, recordou que o continente africano se debate com inúmeros casos de malária, além de cólera ou peste. “E quando não é isso, são as guerras”.
“O meu país, aquilo que eu pude vivenciar, foram a guerra de libertação nacional, com as suas mortes, massacres e tudo, tanto portugueses como moçambicanos, matavam e morriam, não sei porquê, depois tivemos a guerra civil, que foi uma outra pandemia e durou 16 anos, depois foram aquelas guerras de apoio ao Zimbabué, África do Sul, etc”.
“E no meio de tudo isso, se não é cólera no centro do país, é a peste no norte do país, e a malária em todo o país. Agora covid… covid é mais uma”, declarou.
A escritora acredita que estas dificuldades históricas foram um dos aspectos que fez com que “a África estivesse muito tranquila. Não houve tanto pânico e nem houve assim aquele número de mortes que se diz que houve. E há muitas razões também”.
“Para além de ser o hemisfério sul, é preciso reconhecer que nós temos poucos transportes públicos e poucos lugares para estarmos muito juntos, como os estádios de futebol, temos poucos comboios, andamos mais a pé e mais expostos ao sol. Então isso também foi uma vantagem para nós. Temos uma vida mais natural. Aquilo que parecia muito mal, acabou revelando-se como sendo benéfico”, disse.
“Claro que sofremos e estamos ainda a sofrer, mas o africano está habituado a sofrer. Que pena!”.
Em relação aos países ricos, Paulina observa que, “alguns países do ocidente e alguns países da América, sentiam-se senhores do mundo, detentores de uma grande ciência. Mas a covid mostrou as limitações do ser humano e as limitações de toda a ciência e da tecnologia”.
A escritora gostou de ver na sua terra, Moçambique, um certo regresso às origens.
“Eu recordo que as ruas da cidade de Maputo estavam cheias de pessoas vendendo folhas de eucalipto, vendendo uma série de outras folhas que fazem bem para o tratamento da covid”, referiu, acrescentano: “a covid fez-nos parar para mostrar que o ser humano foi feito para viver com a natureza da natureza, porque ele é a natureza”.
Mas a pandemia também mostrou que, tal como em outras ocasiões, “as mulheres são as que mais sofrem”.
“Há meninas que iam à escola e que interromperam porque chegou a pandemia e por causa das necessidades, ou porque o pai morreu com covid, ou a família perdeu a fonte de sustento, acabaram sendo as mais sacrificadas e nunca mais poderão ir à escola”.
As pugilistas moçambicanas Alcinda Panguana, e Rady Gramane, combatem, hoje, nas meias-finais dos pesos médios, no mundial de Boxe feminino que decorre na Turquia.
A primeira a entrar em acção nos 60-66 Kgs é Alcinda Panguana que terá a pela frente a cazaque, Valentina Khalzova.
Valentina Khalzova entrou em cena, nesta prova, nos dezasseis-avos-de-final, fase na qual “despachou” a japonesa Seon Su-jin, por 5-0.
Valentina Khalzova é uma pugilista referenciada, tendo vencido o Campeonato Asiático de 2021 no peso médio feminino (69 kg) e o Campeonato Mundial de Boxe Feminino de 2016 igualmente de peso meio-médio (69 kg)
Panguana chega às meias-finais depois de ter derrotado Cindy Ngamba, da Fair Chance Team, que treina no Reino Unido.
Nos 70-75 Kgs, Rady Gramane vai defrontar, esta quarta-feira, a atleta do Canadá, Tamara Thibeault, que foi bronze em 2019 no mundial da Rússia.
Tammara Thibeault, pugilista que nasceu a 27 de Dezembro de 1996, conquistou uma medalha de bronze no Campeonato Mundial de Boxe Feminino da AIBA de 2019. Representou o Canadá nos Jogos Olímpicos de Verão de 2020 realizados em Tóquio, Japão.
Gramane derrotou, nos quartos-de-final, a ucraniana Karolina Makhno por 3-2 (com os juízes a atribuírem a seguinte pontuação: 29:28 29:28 28:29 27:30 29:28).
A pugilista moçambicana começou a sua campanha no Mundial com uma vitória sobre a tailandesa Pornnipa Chutee, por 5-0, num combate em que foi superior nos três “rounds”. Nos dezasseis-avos-de-final, Rady Gramane venceu a sul-coreana Seong Su-yeon, por 3-2.
O Vice-Presidente do Botswana, Slumber Tsogwane, encoraja ao contingente do seu país que integra a SAMIM a continuar firme e engajado na luta sem tréguas contra o terrorismo na província de Cabo Delgado.
Segundo a RM, o dirigente fez o encorajamento ao dirigir uma parada, numa das posições da tropa do seu país, no âmbito da vista que efectua à província de Cabo Delgado, desde esta segunda-feira.
O Vice-presidente do Botswana, destacou na ocasião a importância da missão, não apenas no que se refere a ajuda a um país irmão a combater o terrorismo, um problema da região, como também na vida profissional de cada militar.
“Cumpra a missão com cometimento e disciplina para que um dia terminem com sucesso. A experiência que estão a acumular aqui, vos tornará soldados altamente preparados, não apenas para missões idênticas, como também para a defesa do nosso país”, disse.
O Vice-presidente do Botswana confortou a tropa, afirmando que o governo e povo do seu país está junto com o contigente destacado para Cabo Delgado.
“Nós continuamos convosco e temos orado por vocês, dia e noite, para um dia voltem à casa, junto das vossas famílias” , acrescentou.
Na posição de Mueda, Slumber Tsogwane ficou informado que depois de sucessivos ataques e movimentação de terroristas em Março e Abril, nos últimos dias, já se vive a paz e tranquilidade no distrito de Mueda onde opera o contingente do Botswana, fruto dum trabalho coordenado com as Forças de Defesas Segurança e a sua congénere da Tanzânia, que também intervém na região.
A União Europeia (UE) pretende aplicar 65 milhões de euros este ano em projectos de desenvolvimento no norte de Moçambique, afectado por uma insurgência armada. Embaixador espera retoma de atividades dentro “de meses”.
“Só para este ano temos no ‘pipeline’ [em vias de aplicação] 65 milhões de euros para acções de desenvolvimento para o norte, para assuntos ligados ao apoio à resiliência, infraestruturas, água e outros programas que já estão a ser formulados”, referiu.
Os projectos em concreto “ainda estão a ser preparados”, em “diálogo permanente com o Governo” e a Agência de Desenvolvimento Integrado do Norte (ADIN), gabinete criado pelo executivo, sublinhou.
O norte abrange a província flagelada de Cabo Delgado e as vizinhas de Niassa e Nampula, sendo que os 65 ME representam 45% do total de apoio para este ano, da UE a Moçambique.
Este envelope financeiro de ajuda fresca faz parte de um pacote mais vasto de apoio ao desenvolvimento a Moçambique para o período 2021-2027.
Estão previstos 428 milhões de euros para os primeiros quatro anos e há três pilares: paz e estabilidade, apoio à emancipação dos jovens e estratégia ‘crescendo verde’, de apoio à transição energética e preservação do ambiente, referiu António Gaspar à Lusa.
No caso da região sob ameaça terrorista, a ajuda financeira ao desenvolvimento será aplicada com base num estudo intitulado Estratégia de Resiliência e Desenvolvimento Integrado do Norte (ERDIN) elaborado pela UE, Banco Africano de Desenvolvimento, Banco Mundial e Nações Unidas com as autoridades moçambicanas.
O levantamento visa relançar “em cinco anos” a “base para o desenvolvimento económico e social” da região, lê-se no documento.
O embaixador da UE acredita dentro “de meses” haverá segurança em Cabo Delgado para que comece o regresso dos grandes investimentos associados ao gás natural, referiu.
Questionado sobre se Moçambique arrisca perder a oportunidade de rentabilizar as reservas de gás da bacia do Rovuma, se levar anos até resolver a insurgência armada na região, António Gaspar diz que prefere falar “em meses em vez de anos”, até que se inicie a “normalização” da vida em Cabo Delgado.
Cabo Delgado “está muito mais seguro, sem dúvida,” disse, desde que as tropas do Ruanda e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) começaram a apoiar as forças moçambicanas em 2021.
A UE segue a situação e mantém contactos, em coordenação com a SAMIM (missão militar da SADC) e os militares do Ruanda, que apontam agora para “ataques mais esporádicos” por parte dos rebeldes que atormentam a região à quatro anos e meio.
“Não quer dizer que a situação esteja completamente controlada. Não podemos baixar a guarda, mas já melhorou bastante e o trabalho que está a ser feito por essas forças, com Moçambique, já está a dar resultados”. Seja como for, “há muito trabalho a longo prazo”, porque “pode haver mistura de insurgentes com a população, as fronteiras [com a Tanzânia] continuam porosas. Mas estou optimista”, realça António Gaspar.
O regresso da petrolífera TotalEnergies, líder do consórcio investidor no gás, não está em dúvida, afirmou o embaixador, “é uma questão de [se saber] quando. Eu pessoalmente não tenho nenhuma dúvida” sobre o retorno dos projectos à península de Afungi, suspensos há um ano após um ataque à vila de Palma.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Atendimento ao Cliente. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Custos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Contas a Receber. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal umaa (1) Directora Administrativa. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assistente Administrativo/a. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Mecânico de Motores. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Limpeza. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Escriturário. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Pontos Focais Clínicos de SMI/PTV. Saiba mais.
A Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Departamento de Marketing, Comunicação e Imagem. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Distrital de Operações. Saiba mais.
A Associação de Jovens da Soalpo (JOS-SOAL) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Elaboração do Plano Estratégico da JOS-SOAL 2022 – 2026. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Provincial de Informação Estratégica. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Representante de Cendas a Moto. Saiba mais.
A Catholic Relief Services pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Campo – Prestação de Contas, Gênero e Proteção (AGP). Saiba mais.
Bandeira norte-coreana
09/03/2017 REUTERS/Edgar Su
A Coreia do Norte registou ontem seis novas mortes e mais de 1,48 milhões de casos cinco dias após ter divulgado o primeiro caso da COVID-19.
A Coreia do Norte detetou mais 269.510 pessoas com “febre”, sendo que actualmente estão em quarentena pelo menos 663.910 doentes com sintomas.
De acordo com o Notícias ao minuto, desde o anúncio do primeiro caso do vírus naquele país, no dia 12 de Maio corrente, 56 pessoas já perderam a vida e mais de 819 mil pessoas recuperaram-se da doença.
Quase 11 mil profissionais de saúde, incluindo professores e estudantes de medicina, foram destacados para realizar um “exame médico intensivo de todos os habitantes” e identificar infectados.
O Notícias ao Minuro refere que as forças armadas enviaram médicos para ajudar no transporte de medicamentos para farmácias na capital, Pyongyang, que passaram a ficar abertas 24 horas por dia.
Mais de 1,3 milhões de pessoas, entre profissionais de saúde e trabalhadores de outras áreas, estão envolvidos na testagem, no tratamento de doentes e em acções de sensibilização da população para questões relacionadas com a higiene.
“Como o país ainda não iniciou a vacinação contra a COVID-19, existe o risco de que o vírus se espalhe rapidamente entre as massas, a menos que seja reduzido com medidas imediatas e apropriadas”, disse Poonam Khetrapal Singh, director regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Sudeste Asiático.
Num comunicado, o especialista garante que a OMS está pronta para fornecer à Coreia do Norte medicamentos essenciais, materiais médicos e apoio técnico para aumentar a testagem.
Seis anos depois de ter fracassado a implementação do Bus Rapid Transit (BRT), que previa faixas exclusivas para autocarros de transportes públicos, a iniciativa vai ser resgatada. De acordo com o jornal O País, a Agência Metropolitana de Transportes de Maputo (AMTM) avançou que as obras poderão começar em 2023, sendo que, em 2024, o projecto poderá entrar em funcionamento.
Trata-se de uma iniciativa que prevê a criação de faixas exclusivas para autocarros articulados de transporte público como forma de garantir maior mobilidade na região metropolitana de Maputo.
O Bus Rapid Transit (BRT) remonta a 2014, ano em que os moçambicanos ouviram, pela primeira vez, falar no projecto, tendo sido, também nesse ano, apresentado o Estudo de Viabilidade e as rotas futuras.
De acordo com a apresentação conhecida na altura, a primeira rota partiria da Praça dos Trabalhadores, na baixa da capital, usando a Avenida Guerra Popular, passando pela Avenida Acordos de Lusaka até à Praça dos Heróis, depois pela Avenida das FPLM até à Praça dos Combatentes, tomando a Julius Nyerere até à Praça de Magoanine.
Esta linha teria uma ramificação, que iria da baixa de Maputo e tomaria a Eduardo Mondlane até à zona do Museu. Nessas rotas, seriam alocados 78 autocarros articulados, veículos maiores dos que circulam normalmente em Maputo, com 160 lugares cada.
A segunda linha partiria também da baixa, seguindo pela Avenida de Moçambique até Zimpeto. Para esta linha, estavam previstos 120 autocarros, igualmente com 160 lugares cada.
Agora, a AMT garante haver fundos para executar este megaprojecto de mobilidade urbana através de uma doação do Banco Mundial no valor de 250 milhões de dólares.
Questionado para quando os munícipes das duas cidades irão usufruir deste projecto, Armando Bembele, administrador técnico da Agência Metropolitana de Transportes, prevê que as obras se iniciem em 2023, com a população a, “provavelmente, desfrutar do BRT em 2024”.
A Petróleos de Moçambique (Petromoc) deve cerca de seis mil milhões de Meticais à Autoridade Tributária (AT) de Moçambique e a outros credores. Além da dívida, o conselho de administração da empresa diz que a mesma está a enfrentar dificuldades para funcionar.
De acordo com o O País, a direcção da Petróleos de Moçambique (Petromoc) assume que as contas da empresa estão no vermelho. Face à situação, o conselho de administração da firma pretende reduzir a dívida com os credores de modo a torná-la sustentável.
“Temos uma dívida com a Autoridade Tributária avaliada em torno dos quatro mil milhões de Meticais. E aos credores, devemos mais dois mil milhões de Meticais”, revelou Hélder Chabisse, presidente do Conselho de Administração (PCA) da Petromoc.
E os problemas não param por aí. A Petromoc afirma que o recente reajuste dos preços dos combustíveis só veio piorar a situação financeira da empresa.
Questionando sobre a reactivação de uma refinaria da Petromoc, fechada em 1984, o gestor fala da necessidade de aumento da procura. “Neste momento, o país consome 1.4 milhões de metros cúbicos e não é um volume suficiente para rentabilizar uma refinaria. Teremos que olhar para países vizinhos, por forma a rentabilizar a refinaria. Era necessário fazer a relação do custo e benefício”, acrescentou o PCA da Petromoc.
“Desde Agosto do ano passado até os dias de hoje, a empresa tem tido dificuldades de tesouraria, porque estamos novamente numa situação de défice regulatório e, desde lá até aqui, o preço do combustível foi ajustado, mas não foi ao nível do preço do mercado internacional”, sustentou Mário Sitoe, administrador financeiro da Petromoc.
Mesmo com essas dificuldades e esses desafios, os indicadores da Petromoc apontam para melhorias. Vendas de bens e prestação de serviços renderam à instituição mais de 19 mil milhões de Meticais, contra os 16 mil milhões de 2020.
“Os resultados positivos de 2020 e 2021 mostram que os resultados líquidos estão a melhorar e essa é a nossa perspectiva, tendo em conta o nosso plano de negócio e o nosso orçamento para este ano e os subsequentes. A Petromoc estará em condições de pagar os dividendos”, assegurou Chabisse.
As informações foram avançadas, esta segunda-feira, durante a visita da Comissão do Plano e Orçamento da Assembleia da República à Pretromoc.
O Juiz Efigênio Baptista anunciou, esta terça-feira, não ter localizado os dois primos da Ré Ângela Leão, alistados para serem ouvidos na discussão em torno da titularidade de dois imóveis que o Ministério Publico acredita pertencerem ao réu Gregório Leão.
Trata-se de Olga Buque e Nelson Buque, citados como parte do negócio de venda dos dois apartamentos que constam da lista dos arrestos dos bens, cuja titular é recusada pelo réu Gregório Leão.
De acordo com a RM, a declarante Olga Buque, por exemplo, foi citada pelo declarante Adiel Buque, também primo da ré Ângela Leão, como tendo pedido a sua intervenção no negócio de venda de um dos apartamentos, registados em nome da Sociedade Anlaba Investment SA.
No seu anúncio, o Juiz Efigenio Baptista, esclareceu que o Tribunal tem informações que o declarante Nelson Buque é membro das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, e neste momento encontra-se em missão na província de Cabo Delgado.
O Juiz que julga o caso das dívidas ocultas disse ainda que o Tribunal tentou ligar para o número disponível da declarante Olga Buque, mas este encontra-se desligado.
Por conta desta situação, o Juiz Efigênio Baptista decidiu reservar o dia para conceder palavra ao antigo Director-Geral do Serviço de Informação e Segurança do Estado (SISE), Gregório Leão, que requereu mais uma vez a sua pronúncia em relação a discussão da titularidade dos dois imóveis que o Ministério Publico acredita pertencerem a si.
Malawi regista aumento de casos e mortes por covid-19 e cólera, nos últimos cinco dias, o país registou 70 novos casos da covid-19 e duas mortes, igualmente os casos da cólera subiram para 277 com 10 óbitos.
De acordo com a RM, o número de casos de covid-19, representa uma taxa média semanal de positividade de 2,5%, contra a anterior de 1%. A taxa de mortalidade por cólera, está situada em 4,4%.
A ministra malawiana da saúde, Khumbize Kandodo Chiponda, lançou um vigoroso apelo para a observância das medidas básicas de saúde para evitar o alastramento da covid-19 e cólera.
O microbiologista da Universidade de Ciência e Tecnologia do Malawi, Gama Bandawe, explicou que o aumento de casos da covid-19, está associado ao vírus Omicron BA4 e BA5 relatado na África do Sul e em outros países do Hemisfério Norte.
Bandawe alertou para as pessoas a tomarem as vacinas contra a covid-19 e cólera e seguir as medidas preventivas que estão a ser divulgadas pelo ministério da Saúde.
“As variantes estão reinfectando as pessoas e há uma probabilidade de uma infecção grave e efeitos de longo prazo, como hipertensão e outros problemas respiratórios de longo prazo, incluindo complicações cardíacas”, disse.
Malawi continua a administrar a vacina contra a covid-19 e até ao momento, 1.139.589 pessoas foram totalmente vacinadas, enquanto 1.216.742 receberam a primeira dose.
O Comando-geral da Polícia diz que a corporação tem levado a cabo um trabalho que visa evitar o recrutamento de indivíduos sem qualificações para as fileiras da corporação.
A título de exemplo, mais de duzentos instruendos foram impedidos de prosseguir com a instrução no Curso Básico da Polícia que iniciou recentemente em Matalane, na província de Maputo.
“Não estavam em condições no que diz respeito a qualificação académica, indivíduos que tinham problemas na escrita e outras situações que ditaram que perdessem a qualidade de instruendos, situações essas que infelizmente escaparam na primeira inspecção, mas na reinspecção da entrada da escola as situações foram detectadas e as pessoas acabaram por retornar as suas províncias de origem “ disse.
Quatro indivíduos, dos quais um membro das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FDAM) e um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM), encontram-se detidos, na Província de Maputo, acusados de burla e assalto à mão armada.
Segundo o O País, uma das vítimas conta que o assalto aconteceu na passada sexta-feira, no Zimpeto, quando Wilson Maibasse e o seu amigo pediram boleia num minibus, no qual se faziam transportar um membro das FADM, um agente da PRM, afecto à Unidade de Protecção de Altas Individualidades e dois civis.
Durante o percurso, um dos quatro indivíduos que deram boleia aos jovens anunciou um assalto com recurso a uma arma de fogo do tipo pistola, supostamente da PRM. Wilson Maibasse conta que perdeu cerca de 130 mil Meticais e vários pertences, entre os quais telemóveis que usava para efectuar as transacções electrónicas de dinheiro.
“Um tirou arma e aquele que estava ao meu lado levou porrada e saiu do carro. Eu fiquei ali e um que tinha usado chapéu me pegou pelo pescoço e os outros levaram tudo o que estava nos meus bolsos, e foi quando me tiraram do carro”, contou Wilson Maibasse, uma das vítimas do referido assalto.
Os indiciados negam o seu envolvimento no crime, mas o agente da PRM alega que estava no “minibus” a convite do primo para um passeio que culminaria com uma visita a um familiar no bairro Boquisso. O cidadão admitiu que a pistola é sua, mas não soube explicar por que razão levou uma arma de serviço para o local do assalto.
“Resumindo, eu não vejo a necessidade de eles dizerem que tiramos arma, se nós éramos cinco e eles eram dois. Será que não podíamos conseguir assaltá-los sem arma?”, questionou o agente da PRM para depois negar a prática do crime: “Nós não os assaltamos, não assaltamos ninguém.”
O outro jovem é membro das FADM e está ainda em processo de formação numa das unidades militares do país. Ele é primo do agente da PRM implicado no mesmo caso e não consegue explicar o motivo pelo qual caiu no mundo do crime.
“Vocês, que dizem que roubamos dinheiro, viram-nos com o tal valor? Não roubei nenhum dinheiro. Estou sem palavras, porque não roubei nenhum dinheiro”, também refutou o membro das FADM.
Henrique Mendes, porta-voz do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), na Província de Maputo, esclarece as circunstâncias em que os suspeitos foram detidos. “Uma das vítimas fez uma fotografia da viatura através de um dos telemóveis que estava ainda na posse de uma delas. A foto ilustrava as características laterais da viatura usada para o crime e foi possível identificá-la, no dia seguinte, estacionada algures nas bombas de abastecimento de combustível. O SERNIC posicionou-se no local à espera de um dos proprietários aproximar-se e foi a partir daí que se deu seguimento do caso até à identificação dos indivíduos (referindo-se aos supostos assaltantes).”
Ainda no SERNIC, na Província de Maputo, foram apresentadas duas viaturas, sendo uma camioneta roubada na Matola e outro veículo ligeiro roubado na África do Sul, encontrado numa residência abandonada em Boane, segundo as autoridades.
Uma brigada da Polícia da República de Moçambique (PRM) na Província de Nampula, posicionada no entroncamento entre a EN12 e a EN105 interpelou, na semana passada, uma viatura saindo da região de Jempesse, em Lumbo, próximo ao posto de atracamento de Daraja La Kisiwa Cha Msumbiji, no turístico Distrito da Ilha de Moçambique, transportando 425 quilogramas de cocaína em 14 volumes.
A identificação da viatura contendo drogas só foi possível devido à violação das regras de trânsito por parte do condutor que, durante a perseguição, estacionou a mesma na localidade de Carapira, no Distrito de Monapo, que fica a menos de 100 km da cidade de Nampula e pôs-se em fuga, escreve a Carta.
Segundo fontes policiais, tudo ficaria claro quando uma equipa constituída por agentes da PRM, do Serviço de Informação e Segurança do Estado (SISE) e do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) de Monapo efectuou um trabalho de peritagem, onde foram encontradas quantidades de drogas embaladas em sacos e tigelas de cor branca, sinalizadas com um único número “999”.
Entretanto, quando eram duas horas da madrugada, chegava no comando distrital de Monapo um cidadão de 35 anos de idade que responde pelo nome de Assumane Issa Nhororo, natural do distrito de Mocímboa da Praia, na Província de Cabo Delgado e actualmente residente em Jempesse, no Distrito municipal da Ilha do Moçambique, na Província de Nampula. Segundo a PRM, Nhororo trazia duzentos mil e quinhentos meticais (200.500,00MT) no intuito de subornar os agentes policiais e levar a droga apreendida. Sem sucesso, disse a fonte, acabou sendo detido.
No entanto, com a investigação em curso, acabou se apurando que o proprietário da viatura e de uma outra usada para transportar drogas saindo da zona de Jempesse, era um cidadão que responde pelo nome de Atibo Sumail Assumane, residente na cidade de Nampula, tendo sido na ocasião lavrado um auto com o número 23/2022. Estranhamente, as instituições de justiça local não apresentaram até aqui, publicamente, esta grande apreensão e, de acordo com uma nota operativa, apenas uma pessoa se encontra detida.
Refira-se que a Província de Nampula, a par de Cabo Delgado, Zambézia, Sofala, Inhambane, Maputo Província e cidade tornaram-se, nos últimos anos, locais predilectos de recepção e trânsito de drogas, como cocaína, heroína, metanfetamina, ópio e outras, seja por via terrestre, marítima e aérea.
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