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Suspeitas de corrupção no recrutamento de mancebos dita interrupção de cursos de formação nas FADM

O Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, o Almirante Joaquim Mangrasse, ordenou que cursos instrução básica fossem interrompidos imediatamente por suspeitas de corrupção e fraude.

O grupo de mancebos, composto por mais de 500 jovens que já estava em formação desde Abril último, na Escola Prática do Exército de Manhiça, vulgo Munguine, na província de Maputo, foi mandado de volta para casa para aguardar por um novo concurso.

Segundo a Carta que cita fontes militares, o processo de recrutamento, na base do qual foram selecionados, foi fraudulento, conforme provaram as investigações internas e que chegaram ao gabinete do Chefe do EMGFA, Joaquim Mangrasse.

De acordo com as fontes, os cursos interrompidos por suspeitas de corrupção nas FADM não se cingiram simplesmente à Escola da Manhiça, mas também a outros centros de instrução básica militar, uma vez que o processo também foi fraudulento.

Dados na posse da Carta, obtidos de fontes militares, indicam que foram abertos novos concursos e cuja selecção está a ser criteriosa, esperando-se que a formação recomece nos próximos dias.

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