O Programa Mundial de Alimantação, adiou por dois meses a rutura no fornecimento de ajuda alimentar em Cabo Delgado, mas continua iminente devido à falta de fundos.
Fonte do da organização citada pela DW disse que “Se novos fundos não forem recebidos urgentemente, o PAM corre o risco de ter de interromper a assistência que salva vidas em agosto de 2022”, anunciou a agência das Nações Unidas.
Em abril, o PAM foi obrigado a emagrecer os cabazes entregues aos deslocados do terrorismo que afeta Cabo Delgado, no norte de Moçambique, e alertou para uma possível rutura em junho.
De acordo com a Lusa, a interrupção foi evitada, mas o racionamento dos cabazes continua.
“Devido à redução de fundos, o PAM foi obrigado a cortar pela metade a cesta alimentar entregue, o que significa que [os beneficiários] recebem comida para suprir menos de 40% das suas necessidades calóricas”, explicou.
“O PAM precisa urgentemente de 86 milhões de dólares (80,4 milhões de euros) para prestar assistência alimentar a 940 mil pessoas no norte nos próximos seis meses”, ou seja, até ao fim do ano, detalhou.
A população (cerca de metade são crianças e jovens) foge e deixa tudo o que tem, procurando refúgio em zonas seguras de Cabo Delgado, Nampula e Niassa.
A Argélia suspendeu esta quarta-feira o Tratado de Amizade que tem com Espanha desde 2002, que “enquadrava o desenvolvimento das relações entre os dois países”, por causa da posição “injustificável” de Madrid em relação ao Saara Ocidental, que o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, assumiu em março passado e reafirmou hoje no parlamento.
Sánchez enviou em março uma carta ao Rei marroquino, Mohamed VI, na qual afirmava que a proposta apresentada por Rabat em 2007, para que o Saara Ocidental seja uma região autónoma controlada por Marrocos, é “a base mais séria, credível e realista para a resolução deste litígio”.
O Saara Ocidental é uma antiga colónia espanhola ocupada por Marrocos há 47 anos, no contexto de um processo de descolonização. Espanha defendeu durante muito tempo que o controlo de Marrocos sobre o Saara Ocidental era uma ocupação e que a realização de um referendo patrocinado pela ONU deveria ser a forma de decidir a descolonização do território.
Depois da carta que enviou ao Rei de Marrocos, Sánchez visitou Rabat e os dois países fizeram uma declaração conjunta, em abril, que normalizou o tráfego fronteiriço e as relações bilaterais.
A estada em Espanha em abril de 2021 do líder do movimento independentista sarauí Frente Polisário, para ser tratado na sequência de uma infeção causada pela covid-19, gerou uma tensão diplomática entre Madrid e Rabat e desencadeou a entrada, em meados de maio, de mais de 10.000 migrantes em Ceuta, graças a uma flexibilização dos controlos do lado marroquino. A Argélia é o principal apoiante da Frente Polisário.
Moçambique foi eleito por unanimidade, esta quinta-feira, membro não permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, para ser eleito, eram necessários apenas 129 votos, que representam dois terços dos eleitores, mas o nosso país consegiu, ao todo, 192 votos dos 192 possíveis, uma vez que a Venezuela, que é o 193º país-membro das Nações Unidas, foi impedida de votar por falta de pagamento de quotas.
Esta é a primeira vez que o país lusófono ocupa o assento.
Com Moçambique foram, também, eleitos Equador, Japão, Malta e Suiça.
Os novos membros não permanentes do Conselho de Segurança da ONU ocupam as posições a partir de 01 de janeiro de 2023 e o mandato terminará a 31 de dezembro de 2024.
O presidente moçambicano, Filipe Nyusi, disse já que o país vai tentar contribuir para a construção da paz no mundo, defendendo o diálogo e o multilateralismo.
Na sua declaração após a eleição, a ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, disse que Moçambique será a voz de África no Conselho de Segurança, uma vez que teve a sua candidatura endossada pela União Africana e que vai cumprir o seu mandato seguindo as seguintes prioridades: “o reforço do multilateralismo, do diálogo permanente e da resolução pacífica dos conflitos como o mecanismo privilegiado para o alcance da paz duradoura e sustentável. O combate às ameaças de segurança, incluindo o terrorismo, o extremismo violento, a pirataria marítima, o tráfico de drogas e de seres humanos, o fortalecimento global da resposta aos efeitos das mudanças climáticas são outras prioridades que o país vai perseguir”, mas também consta o impulso do cumprimento da Agenda do Desenvolvimento Sustentável, a advogacia da reforma do Conselho das Nações Unidas alicerçada nos consensos de Ezulwini e a promoção da equidade do género.
A ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação agradeceu ainda a todos os países-membros das Nações Unidas que depositaram a sua confiança na candidatura de Moçambique, bem como os seus pares da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e da União Africana (UA) que preferiram avançar para a eleição com apenas um único candidato.
Gémeos siameses, pessoas que nascem unidas por alguma parte do corpo, estão em tribunal por desacordo na partilha do pénis, comum aos dois.
Alfred Peterson é gémeo siamês de Wilbert. Aos 54 anos, os siameses do Michigan, nos estados Unidos da América, que nasceram ligados à mesma parte inferior do corpo, têm cada um coração, estômago e braços próprios independentes. Partilham, contudo, as pernas e o órgão sexual masculino. A utilização do pénis parece ser o ponto de discórdia grave entre ambos. Alfred decidiu recorrer à Justiça para resolver o problema, visto que se sentia abusado sexualmente pelo próprio irmão.
Gémeo siamês alega ter o direito de se masturbar
“Ele masturba-se regularmente sem pedir o meu consentimento e eu vejo isso como agressão sexual. Não durmo porque tenho medo de que, mais uma vez, ele comece a tocar-me», lamenta o gémeo siamês queixoso. Wilbert, o acusado, defende-se. Alega ter o direito de se masturbar e que tem o cuidado de só o fazer quando percebe que o irmão está a dormir, para ter a certeza de que não o incomoda. Devido à complexidade do caso e à falta de precedentes, o Tribunal ainda não chegou a qualquer veredicto.
Erika Lust, chefe da empresa de entretenimento para adultos Erika Lust Films, em Barcelona, oferece aos funcionários pausas diárias de meia hora para se masturbarem.
A chefe da empresa afirmou que o novo conceito “valoriza os funcionários” e acrescentou ainda que “quando eles se sentem bem, trabalham bem”. Nos escritórios da empresa foi criada uma “estação de masturbação”, um espaço próprio para os funcionários desfrutarem da pausa ‘especial’.
O conceito foi bem recebido pelos trabalhadores da empresa. Um deles afirma que estas pausas ajudam a aliviar o stress, promovendo “menos agressão” e “mais produtividade” no local de trabalho. A responsável espera que a medida sirva de exemplo e que, em breve, mais empresas adiram à iniciativa.
Número de vezes depende do nível de stress
Além disso, Erika lançou também um mini-documentário no YouTube, onde questiona com que frequência as pessoas conseguem ter algum tempo para si.
Muitas das respostas apontam para que a quantidade varia de acordo com o nível de stress. Alguns assumiram que as mudanças recentes nos ambientes de trabalho afetaram os seus hábitos íntimos. “Numa média diária, estamos a falar de quatro vezes por dia. Trabalho a partir de casa, caso seja uma boa desculpa”, disse uma das participantes a rir.
Uma Comissão Independente, criada pelo Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) para investigar as acções israelitas em 2021 na Faixa de Gaza, condenou, ontem, a ocupação ilegal de territórios palestinianos por Israel, impedindo os palestinianos de ter um Estado.
Segundo um relatório, publicado, esta segunda-feira, no site da ONU, o Governo de Israel terá praticado abusos de direitos humanos antes e depois dos acontecimentos de Maio de 2021, no qual morreram cerca de 250 palestinianos, a grande maioria civis em estruturas não-militares, e foram destruídos hospitais, escolas e redacções de média.
Os bombardeamentos israelitas surgiram em resposta a rockets lançados pelo Hammas, a partir da Faixa de Gaza, que, por sua vez, reagiram a mais despejos ilegais na Cisjordânia para a instalação de novos colonos israelitas. Do lado israelita, morreram 13 pessoas.
A Comissão Independente refere, segundo Reuters, que Israel não tem “qualquer intenção em terminar com a ocupação” e tenciona conseguir o “controlo completo” dos territórios ocupados da Palestina, incluindo em Jerusalém, onde a presença de palestinianos têm sido alvo de constante opressão pelas forças militares israelitas.
O relatório também exige que o Governo israelita respeite os direitos humanos da comunidade árabe, alegando a existência de um sistema que dá “estatuto civil, direitos e protecção legal diferentes”.
A lei israelita, acusada por organizações não-governamentais de promover um regime de apartheid, impede a participação cívica de palestinianos em muitos aspectos da vida social, impede a saída da Faixa de Gaza e proíbe a naturalização de palestinianos casados com israelitas.
Segundo a Reuters, a comissão não tem qualquer poder legislativo, mas o relatório será discutido em Genebra, no Conselho de Direitos Humanos, na próxima semana.
O governo israelita repudiou, sem surpresas, as conclusões do relatório. Segundo o seu Ministério dos Negócios Estrangeiros.
O juiz responsável pelo caso George Floyd adiou, segunda-feira, o julgamento dos dois arguidos que ainda não foram condenados pela morte do homem de 46 anos, em Minneapolis, nos Estados Unidos, em Maio de 2020.
Segundo a Associated Press, o juiz Peter Cahill decidiu remarcar o julgamento para o início de Janeiro do próximo ano devido à “probabilidade de haver um julgamento injusto”.
Segundo o responsável, esta probabilidade existe devido à actuação dos média e à existência de casos semelhantes a este. Esta decisão foi tomada depois de o mesmo juiz, que também condenou Derek Chauvin a 22 anos e meio de prisão neste caso, rejeitar uma moção dos advogados.
A defesa solicitava que o julgamento fosse realizado noutro local que não em Minneapolis devido à notoriedade do caso, que despertou centenas de protestos em todo o mundo pela forma como um afro-americano morreu.
Tou Thao and J. Alexander Kueng estão acusados de ajudar e favorecer um homicídio em 2.º grau, e veem agora a sua sentença ser adiada para Janeiro, quando, inicialmente, estava marcada para começar na próxima semana.
Em resposta a esta alteração, a procuradora-geral do Estado do Minnesota considerou que é “lamentável para as vítimas, testemunhas e comunidade que a oportunidade de encontrar justiça tenha sido adiada”. “O Estado estava pronto para o julgamento da próxima semana e estará pronto no próximo Janeiro”, garantiu Keith Ellison.
O agente económico que havia sido raptado pelos militares foi restituido a liberdade no dia 1 de Junho, depois da pressão feita pelos colegas às autoridades, além de, no mesmo dia, terem fechado todos os estabelecimentos comerciais em protesto contra o rapto.
Segundo a Carta um grupo de comerciantes chegou a marcar encontro com o administrador distrital, Tomás Badae, para exigir a libertação do seu companheiro, além de várias chamadas telefónicas feitas aos comandantes distrital e provincial da PRM.
O agente M-Pesa posto em liberdade depois do protesto dos outros operadores teria sido raptado pelas Forças de Defesa e Segurança, por volta das 17:00 horas do dia 31 de Maio, quando regressava à sua casa. Na ocasião, populares que tentaram impedir o rapto foram dispersos por tiroteios, através de uma pistola.
Durante as 24 horas que o agente M-Pesa foi mantido na cela da cadeia distrital de Macomia, os militares exigiram senhas de acesso à sua conta M-Pesa e apoderaram-se de recargas que vendia.
O Marselha Beach Team da França, clube treinado pelo moçambicano Abineiro Ussaca e que conta com o avançado, também moçambicano, Nelson, apurou-se, terça-feira, para os “oitavos” em segundo lugar do Grupo “A”, com cinco pontos (atrás do Levante da Espanha com sete), ao vencer o Vamos Manage da Bélgica, por 6-1, em jogo da terceira e última jornada.
Com esta qualificação o Marselha defronta hoje, no Estádio do Viveiro Jordan Santos, na praia de Nazaré, em Leiria, o Grande Motte PBS do mesmo país nos oitavos-de-final, o Grande Motte qualificou-se na qualidade de líder do Grupo “F”, tendo vencido todos jogos na fase regular.
Refira-se que o avançado moçambicano Nelson tem estado em evidência, sendo que em dois jogos, conseguiu marcar cinco golos, tornando-se num dos melhores marcadores da competição e melhor marcador da equipa.
Sete anos depois do escândalo que pôs fim às suas carreiras, os ex-presidentes da UEFA, Michel Platini, e da FIFA, Joseph Blatter, começaram a ser julgados esta quarta-feira na Suíça por suspeitas de fraude, gestão danosa, abuso de confiança e falsificação de documentos.
Blatter defendeu-se à entrada do Tribunal Penal de Bellinzona:
“Servi a FIFA e o futebol internacional durante 45 anos e é essa a minha vida. É a minha vida profissional e, agora, tenho de defender-me. Mas vou fazê-lo bem, com o meu advogado e, especialmente, porque tenho a consciência tranquila.”
Os dois ex-dirigentes são acusados de terem organizado o pagamento ilícito de dois milhões de francos suíços – cerca de 1,8 milhões de euros – “em detrimento da FIFA” e “a favor de Platini”, que terá recebido a quantia em 2011, alegadamente por serviços prestados como conselheiro de Blatter entre 1998 e 2002.
O interrogatório de Blatter foi adiado para esta quinta-feira, devido ao seu estado de saúde, considerado frágil.
As audiências vão prolongar-se até ao dia 22 de junho e a sentença é esperada para 8 de julho. A procuradoria pede para ambos pesadas multas e até cinco anos de prisão.
O Governo pretende aumentar a taxa de contribuição da indústria transformadora no Produto Interno Bruto (PIB), considerando a abundância de recursos pesqueiros, florestais, minerais e petrolíferos, tidos como detentores de grande potencial para gerar fábricas. Actualmente, a indústria transformadora tem contribuído anualmente, em média, em, aproximadamente, 9% no Produto Interno Bruto.
Esta pretensão foi apresentada recentemente, em Maputo, pelo ministro da Indústria e Comércio, Silvino Moreno, na abertura de um seminário para socialização do Programa Nacional Industrializar Moçambique (PRONAI).
“A industrialização continua a ser uma das prioridades do Executivo para a transformação estrutural da economia, traduzida pelo crescimento do PIB e pela elevação da competitividade através da diversidade produtiva”, disse Silvino Moreno, citado pelo Notícias, sem ter adiantado dados concretos.
O governante lembrou que o Programa Quinquenal do Governo (PQG-2020-2024) preconiza que para a promoção de um ambiente macroeconómico equilibrado será priorizada, entre outras acções, a criação de condições para o alargamento e fortalecimento da promoção do desenvolvimento da indústria transformadora, com particular enfoque para as micro, pequenas e médias empresas (MPEM).
Recordou que a Política e Estratégia Industrial (PEI) 2016-2025 tem como objectivo tornar a indústria o principal veículo para a prosperidade e bem-estar do País, através da geração de postos de trabalho. “A transformação estrutural significa também apoiar o desenvolvimento de indústrias que aumentam o impacto das fontes existentes e reforçam a posição competitiva do País”, disse
Um total de 1671 crianças viu os seus direitos serem violados nos primeiros cinco meses deste ano, no país, segundo denúncias feitas à Associação Linha Fala Criança (116), instituição de emergência de protecção a este grupo.
Durante o período em análise, a Linha atendeu 1287 infracções, de um universo de 63.074 telefonemas recebidos nas centrais de chamadas na cidade e províncias de Maputo, Manica e Cabo Delgado.
Segundo a membro do Parlamento Infantil Edna Macamo, a maioria dos casos registados estava relacionada às uniões prematuras na província da Zambézia.
Afirmou que as conselheiras encaminharam as denúncias de uniões prematuras, violência física, sexual e financeira aos gestores de caso, que, por sua vez, pediram a intervenção das estruturas locais, com vista a fazer chegá-las aos órgãos competentes para a sua resolução.
Indicou como principal desafio na gestão da linha 116 o seu uso indevido por alguns utentes, situação que priva pessoas necessitadas de receber apoio imediato.
“Por exemplo, há pessoas que ligam e proferem insultos, dificultando a captação da denúncia e a devida ajuda”, contou.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Executivo de Recursos Humanos. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Representante de Vendas. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Segurança. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Financeiro (M/F). Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Representante de Vendas a Moto. Saiba mais.
A Solidarités International (SI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente do Gestor de Monitorização, Avaliação, Responsabilização e Aprendizagem. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Reparação de Motores. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Reparação de Caixa de Velocidade. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Contas a Receber. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Contas a Pagar. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Técnica de Facturação. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Administrativo. Saiba mais.
A Tetra Tech pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Monitoria e Avaliação/Colaboração Aprendizagem e Adaptação (MEL/CLA). Saiba mais.
A All Around Medical Solutions, Lda empresa de emergências medicas pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Gestor de Créditos e Cobrança. Saiba mais.
O Conselho Norueguês para Refugiados (NRC), está a recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Coordenador de Aconselhamento de Informação e Assistência Jurídica (M/F). Saiba mais.
Já se passaram mais de dez anos desde que um soberano belga visitou a República Democrática do Congo (RDC). O rei Philippe chegou esta terça-feira, 7 de Junho, a Kinshasa, depois de ter expressado numa carta o seu “profundo pesar” pelo sofrimento causado pela era colonial.
Desta vez é certo”, escreve a rádio-televisão belga RTBF. Depois da viagem ter sido adiada três vezes, devido à pandemia e à guerra na Ucrânia, o rei dos belgas está finalmente na República Democrática do Congo (RDC), na companhia da esposa, a rainha Mathilde, e do primeiro-ministro, Alexandre De Croo.
Um acontecimento raro, dadas as relações delicadas que a Bélgica mantém com a RDC – que representa 80 vezes a área da Bélgica. A última viagem desse tipo data de 2010, na época entre Albert II e Joseph Kabila.
Para Philippe, que sucedeu ao pai em 2013, “é agora ou nunca”, já que o rei “se queria absolutamente afastar do período pré-eleitoral” e evitar envolver-se, por exemplo, nas eleições presidenciais marcadas para 2023.
Esta viagem tem uma duração de uma semana até Kinshasa, Lubumbashi, as minas de Katanga, com o médico ginecologista congolês, célebre pela acção humanitária na República Democrática do Congo, onde gere um hospital em Bukavuo Denis Mukwege e ao encontro das vítimas das guerras no leste do país.
O rei Philippe da Bélgica e a esposa Mathilde iniciam esta terça-feira uma visita de seis dias à República Democrática do Congo, 12 anos após a última visita de um soberano belga, Albert II, em 2010. A visita, a primeira do monarca ao país africano desde que chegou ao trono em 2013, deve servir para fortalecer a relação entre as duas nações, depois do monarca ter dito que sentia os “mais profundos arrependimentos” pelas “feridas” da colonização.
O monarca vai visitar locais que recebem refugiados de Kivu do Norte, onde rebeldes armados têm lutado contra o governo, obrigando milhares de civis a fugir da região.
Reagindo ao relatório da embaixada norte-americana em Maputo, a Comunidade Islâmica de Moçambique defende que a atitude das autoridades policiais mina a liberdade religiosa, a medir pelo alarme das denúncias de serem usados critérios como barba e indumentária para prender pessoas.
O sheik Aminudin Muhamad reitera que não há nenhuma ligação entre a religião e as acções dos terroristas que aterrorizam Cabo Delgado. Aliás, Aminudin entende isso como propaganda para denigrir a imagem de uma religião enraizada há mais de mil anos em Moçambique, percurso no qual “nunca houve caso relacionado ao terrorismo”.
Aminudim vai mais longe, ao afirmar que a seita é vítima dos dois lados, isto é, das autoridades policiais e do terrorismo. “Eles não têm nada a ver com islão, são puramente bandidos, vêm queimar as nossas mesquitas, já mataram 150 imamos (líderes)”, explicou.
O líder islâmico recorda que Cabo Delgado é maioritariamente habitado por muçulmanos e questiona a razão de os crentes serem conotados “só agora” em que há descoberta de recursos.
Entretanto, para a comunidade cristã, que reconhece não haver ligação entre os praticantes da religião islâmica e o terrorismo, o Governo não agiu de má-fé. Segundo explica o secretário-geral, o Executivo demorou a perceber a diferença entre os insurgentes e os verdadeiros religiosos.
“Muçulmanos não podem matar muçulmanos. Usaram a religião islâmica como se fosse mentora da guerra e o Governo demorou a entender. Tendo-se identificado assim, os islâmicos tiveram que sofrer”, disse o secretário-geral.
Portanto, para o Conselho Cristão, as detenções são condenáveis, mas a situação difícil de contornar não abre campo para condenar o Governo, atendendo que há duas alas na religião islâmica. “Há uma ala tão conservadora que não aceita que um muçulmano conviva com outra pessoa de outra religião.”
Entretanto, o secretário-geral do Conselho Cristão aponta que o Governo deve aprimorar o processo de reconhecimento e fiscalização da actividade religiosa no país, face a eventuais ameaças.
O departamento do Estado norte-americano aponta, igualmente, que algumas pessoas foram recolhidas às celas por suposta violação das medidas de prevenção da COVID-19.
Neste ponto, o Conselho Cristão esclarece que estes incidentes não podem ser associados à ameaça à liberdade religiosa, atendendo que, no contexto da pandemia, o Governo chamava os religiosos a cumprirem à risca as medidas sanitárias.
A Renamo, maior partido da oposição em Moçambique, considera que não há espaço para o adiamento das eleições distritais marcadas para 2024, sublinhando que o escrutínio faz parte do processo de paz, aprofundamento da democracia e reconciliação nacional.
O presidente do Conselho Jurisdicional da Renamo, Saimone Macuiane, sublinha que o escrutínio faz parte do processo de paz, aprofundamento da democracia e reconciliação nacional.
“A realização de eleições distritais em 2024 , deriva do cumprimento do comando constitucional, alcançado depois de um longo e sinuoso diálogo político entre a Renamo e o Governo da República de Moçambique, visando o alcance da paz Definitiva e da Reconciliação Nacional, alicerces fundamentais para o bem-estar social de todos os moçambicanos”, referiu.
A posição da Renamo surge em reação ao debate de reflexão lançado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, sobre a viabilidade ou não da realização das eleições distritais daqui a 2 anos.
Saimone Macuiane acrescenta que “não seria bom e nem ético alterar numa altura em que o processo de assuntos militares está a decorrer sem muitos sobressaltos”.
Com a realização das eleições distritais, os administradores ao nível dos distritos vão deixar de ser indicados pelo Presidente da República e passam assim a ser eleitos por meio do voto popular.
Moçambique poderá ser eleito membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas em eleições a decorrerem hoje na sede do organismo pelas 16 horas de Maputo em Nova Iorque nos EUA. Moçambique vai tentar substituir o Quénia na vaga do representante africano.
Para ser eleito Moçambique precisa de dois terços mais um de votos dos países presentes na Assembleia Geral electiva.
O Conselho de Segurança da ONU é composto por 15 membros, cinco permanentes e dez não permanentes.
Moçambique conta com o apoio dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança, nomeadamente a China, Rússia, Reino Unido e a França e EUA.
Recorda-se que Moçambique concorre sem adversário, ou seja, é candidato único na região africana. Outros cinco candidatos de outras regiões do mundo também concorrem na mesma situação, é o caso do Japão, Equador, Suíça e Malta.
A seleção nacional de futebol venceu na noite desta quarta feira o Benim, por 1-0, em partida da 2.ª jornada do grupo L de qualificação para o Campeonato Africano das Nações CAN-2023. O único golo da partida foi apontado por Geny Catamo, aos 38 minutos.
Os comandados de Chiquinho Conde redimiram-se do empate com o Ruanda (1-1) na primeira jornada, tendo cumprido com o principal objetivo, que passava unicamente por somar os três pontos.
Com este triunfo os Mambas somam 4 pontos e ocupam a segunda posição do grupo, atrás do Senegal que tem seis. O Ruanda segue da terceira posição com um ponto e o Benin está em último sem nenhuma pontuação.
O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, anunciou hoje a nomeação de 31 chefes de delegação da União Europeia em países terceiros, entre os quais China, Guiné-Bissau, Moçambique, Rússia e Timor-Leste.
Em comunicado, o Serviço Europeu de Ação Externa (SEAE), o corpo diplomático da UE, anuncia que o Alto-Representante para a Política Externa nomeou o letão Artis Bertulis para liderar a delegação do bloco europeu na Guiné-Bissau, o italiano Antonino Maggiore para Moçambique e o alemão Marc Fiedrich para Timor-Leste.
O futuro representante da delegação da UE em Moçambique, Antonino Maggiore, é atualmente o embaixador de Itália para a Zâmbia, Maláui e o Mercado Comum da África Oriental e Austral (COMESA), tendo também já sido o chefe de divisão para a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) no Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Internacional de Itália.
Para Moscovo, foi nomeado o francês Roland Galharague, atual embaixador de França na Malásia e que, no Ministério dos Negócios Estrangeiros francês, já foi diretor responsável pela Rússia e Ucrânia, enquanto o espanhol Jorge Toledo Albiñana, atual embaixador de Espanha no Japão e antigo secretário de Estado dos Assuntos Europeus do Governo espanhol, será o novo embaixador da UE em Pequim.
O Serviço Europeu de Ação Externa aponta que estas nomeações serão formalizadas assim que as autoridades de cada país derem o seu `agrément` (aprovação).
Pelo menos 12 pessoas morreram na segunda-feira num ataque de rebeldes no nordeste da República Democrática do Congo (RDCongo), segundo o Barómetro de Segurança do Kivu, que atribui a autoria à Cooperativa para o Desenvolvimento do Congo (Codeco).
O ataque ocorreu apenas 48 horas após a Codeco se ter comprometido a cessar as hostilidades em todo o território e a participar nas conversações de paz lançadas pelo Governo congolês em Nairobi no passado mês de abril.
Os atacantes invadiram na segunda-feira à noite uma aldeia piscatória nas margens do Lago Albert – que faz fronteira com o vizinho Uganda – em território de Djugu, que faz parte da província de Ituri.
De acordo com fontes próximas do grupo rebelde, citadas pelos meios de comunicação locais, a Codeco nega o envolvimento no ataque.
Após quatro dias de diálogo, foi alcançado um acordo no sábado passado entre o grupo e os representantes da missão das Nações Unidas no país (Monusco) e as autoridades de Ituri.
“Decidiram cessar imediatamente todas as hostilidades em todo o país e declararam o seu compromisso de participar no processo de paz de Nairobi”, disse Jean Baptiste Openji, coordenador da organização “Allez-y les FARDC” (“Vamos lá, FARDC”), que apoia as ações das Forças Armadas da RDCongo, à agência espanhola Efe.
A Codeco é um grupo rebelde pouco conhecido que nasceu em 2018 com o objetivo de lutar contra os abusos do exército congolês, embora tenha matado numerosos civis e multiplicado os seus ataques no último ano em Ituri.
Segundo o gabinete do alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, a Codeco matou mais de 400 pessoas em 2021 e tornou-se a segunda milícia mais mortífera da região.
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