A polícia do Sudão do Sul deteve uma vaca e o dono depois de o animal ter matado um menino de 12 anos, dias após um carneiro ter sido condenado a três anos num acampamento militar pelo mesmo crime.
O bovino, no caso, estava perto de uma fazenda, no início do mês, quando atacou a criança, matando-a instantaneamente, referiu a polícia, citada pelo Independent. O animal estava a puxar um arado no estado de Lakes, no centro do país da África Oriental.
“O bovino está agora detido numa esquadra da polícia no condado de Rumbek Central”, disse o porta-voz da polícia Elijah Mabor aos meios de comunicação locais, acrescentando que “o menino foi levado para o hospital para autópsia e levado para casa para o enterro”.
O ataque ocorre menos de um mês depois de um carneiro, no mesmo estado, matar uma mulher de 45 anos. Adhieu Chaping foi repetidamente atingida nas costelas pelo carneiro, disse Mabor, que mais tarde sucumbiu aos ferimentos.
Após o incidente, o carneiro foi capturado e ficou sob custódia policial.
“O dono é inocente, o carneiro é que cometeu o crime, então merece ser preso”, disse o porta-voz na altura. “O nosso papel como polícia é fornecer segurança e separar as lutas”, referiu ainda.
De acordo com a lei estatal, qualquer animal doméstico que mate uma pessoa é automaticamente dado como compensação à família da vítima, o que significa que a família de Chaping receberá o carneiro assim que este completar a sentença de três anos. Um tribunal local também multou o dono do carneiro, Duony Manyang Dhal, em cinco vacas, que devem ser entregues à família da vítima.
Em partes do Sudão do Sul, devastadas pela guerra e pelo conflito armado desde 2013, o gado é a moeda preferida, usada para comprar casas e pagar dotes e indemnizações por irregularidades, incluindo homicídio. Segundo um analista, consultado pelo jornal britânico, o número anual de mortos por ataques de gado no Sudão do Sul pode chegar às centenas.
O ex-atacante Samuel Eto’o foi condenado a 22 meses de prisão por ter fraudado 3,8 milhões de euros do Tesouro Público espanhol entre 2006 e 2009, na época em que defendia o Barcelona, o camaronês aceitou a pena e reconheceu a fraude junto de seu ex-representante, José María Mesalles, que foi condenado a um ano de cárcere.
A autoridade tributária espanhola pedia quatro anos e seis meses de prisão para o antigo jogador do Barcelona e para o seu agente, mas a condenação ficou reduzida a 22 meses para Eto’o, por quatro crimes fiscais, e um ano para José María Mesalles, pela participação no processo.
As penas, cuja execução ficará suspensa uma vez que nenhum tem antecedentes criminais, foram atenuadas porque ambos reconheceram os delitos e repararam parcialmente os crimes, através da devolução de uma parte do valor.
Eto’o admitiu que foram cometidas fraudes fiscais, mas rejeitou responsabilidades, remetendo para José María Mesalles, que sempre qualificou de segundo pai.
“Reconheço os factos e vou pagar, mas, para que conste, era um menino naquela altura e sempre fiz o que o meu pai me pediu”, disse o ex-jogador, de 41 anos.
O atual presidente da Federação Camaronesa de Futebol foi também condenado ao pagamento de quatro multas, uma por cada crime, no valor de 1.810.310 euros. Já Mesalles terá de pagar outras quatro multas, que ascendem a 905.155 euros.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende contratar para sua equipa uma (1) Coordenador Provincial de Monitoria e Avaliação (M/F). Saiba mais.
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A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende contratar para sua equipa uma (1) Oficial Provincial de Monitoria e Avaliação para DREAMS (M/F). Saiba mais.
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A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Bancos (M/F). Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda. pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Custos (M/F). Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda. pretende contratar para o seu quadro de pessoal uma (1) Técnica de Atendimento ao Cliente. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda. pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Mecânico de Motores. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda. pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Mecânico de Caixa de Velocidades. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda. pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Imobiliário. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda. pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Agente de Recrutamento de Mão de Obra. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Mecânico Geral. Saiba mais.
A Imovisa S.A, Empresa de Gestão de Imóveis, Limpeza e Manutenção de Instalações, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Medidor Orçamentista. Saiba mais.
O Conselho Norueguês para Refugiados (NRC), uma organização humanitária sem fins lucrativos, está a recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Coordenador de Suporte. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Sénior de Conformidade e Revisão Interna. Saiba mais.
A Belutécnica S.A. empresa especializada em Manutenção Industrial e Engenharia Mecânica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Estagiários Engenheiros de Processos Industriais (M/F). Saiba mais.
A Associação de Educadores dos Consumidores de Água, AMASI, pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Oficial de Recursos Humanos. Saiba mais.
A SDO Moçambique pretende recrutar para um seu cliente, uma empresa do grupo A um (1) Assistente do Gestor de Higiene, Ambiente e Segurança no Trabalho. Saiba mais.
A N’weti, Organização Nacional não Governamental, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Técnicos Provinciais de Nutrição. Saiba mais.
Uma empresa que actua no ramo de Impressão Digital, Bordado e Serigrafia, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Produção. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Segurança. Saiba mais.
Homens armados raptaram 36 pessoas de duas igrejas no noroeste da Nigéria, no domingo, depois de atacarem várias aldeias no Estado de Kaduna, segundo as autoridades locais.
“Trinta e seis pessoas foram raptadas” por atacantes que invadiram a Igreja Batista Maranatha e a Igreja Católica de São Moisés, na aldeia de Rubu, disse à agência AFP o comissário de Segurança do Estado de Kaduna, Samuel Aruwan.
As autoridades também indicaram ontem que pelo menos três pessoas foram mortas no domingo, durante uma série de ataques a duas igrejas e várias cidades no Estado nigeriano de Kaduna, que tem sido abalado pela crescente insegurança nos últimos meses.
Samuel Aruwan disse que “bandidos atacaram fiéis e residentes em Ungwan Fada, Ungwan Turawa, Ungwan Makama e Rubu, em Kajuru”, de acordo com o The Premium Times.
No domingo, os raptores “libertaram dois reféns, incluindo um líder comunitário”, mas 34 pessoas ainda estão “nas mãos dos bandidos”, acrescentou.
Segundo os residentes entrevistados pela agência France-Presse (AFP), os pistoleiros raptaram a maioria dos reféns nas duas igrejas, mas também outras pessoas nas aldeias.
Além disso, o responsável revelou que “bandidos saquearam lojas e levaram mercadorias”, sem especificar que grupo estava por detrás dos incidentes.
A violência surge duas semanas após o massacre de cerca de 40 paroquianos numa igreja no sudoeste, o que chocou o país mais populoso de África numa região normalmente poupada à violência.
Os ataques na Nigéria, anteriormente centrados no nordeste do país, onde Boko Haram e os seus descendentes, o Estado Islâmico na África Ocidental (ISWA), operam, espalharam-se nos últimos meses por outras áreas no norte e noroeste do país, suscitando alarmes sobre a possível expansão destas redes terroristas e criminosas, muitas das quais ganham a vida com o rapto de estudantes.
O Governo esclarece que Tabela Salarial Única, será implementada mediante o preenchimento dos requisitos em função da condição de cada funcionário ou agente do Estado, em cada sector de actividade.
A informação foi avançada, esta terça-feira, pelo porta-voz do Conselho de Ministros, Filimão Suázi. Quando questionado por jornalistas sobre a matéria, no fim da vigésima primeira sessão ordinária do governo.
Filimão Suaze diz que “aquando da última revisão do salário mínimo nacional, referimos desde logo que, em relação aos funcionários e agentes do Estado que não foram abrangidos nessa altura, os seus salários seriam revistos no âmbito da TSU, mas não trazemos números. Os números vão resultar da conjugação dos requisitos de cada funcionário. O preenchimento de uma tabela será feita a nível de cada sector, em função de cada funcionário e agente de Estado – tempo de serviço, nível académico e outros factores que serão levados em conta na altura dos cálculos”.
Ainda na sessão desta terça-feira, o Governo aprovou o Programa de Resiliência e Desenvolvimento Integrado de Norte (PREDIN), a ser implementado pela Agência de Desenvolvimento do Norte (ADIN).
O dispositivo em alusão tem em vista promover a recuperação e retoma de condições básicas de desenvolvimento económico e social sustentável da região norte do país.
A Comissão de inquérito criada para averiguar as causas dos erros constatados no livro de Ciências Sociais da 6ª classe, concluiu que houve negligência, falta de profissionalismo, não foram cumpridas todas as fases para elaboração de um livro e a Porto Editora, responsável pela produção do manual, não acatou as recomendações dos consultores.
De acordo com a ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Carmelita Namashulua, a comissão de inquérito reportou que não foram observadas as cinco fases de avaliação do livro, antes da impressão.
E que os livros da quinta e sexta classes da disciplina de ciências sociais, foram aprovados pelo INDE sem que tenham sido observadas todas as fases de avaliação previstas nas cláusulas contratuais. Existem cinco fases de avaliação do livro e que estas não foram observadas. Há prova que os livros em referência, foi analisada pelo INDE, pelo Departamento de Gestão do Livro Escolar e Materiais Didácticos e pela Direcção Nacional de Ensino Primário, ao invés dos consultores contratados para o efeito.
A Comissão também indica que a prova gráfica analisada pelas entidades acima arroladas, antes da impressão, não reportaram os erros constatados no livro de ciências sociais da sexta classe, o que revela ter havido “negligência e falta de profissionalismo”, disse.
A Porto Editora, responsável pela produção dos livros, também é apontada como culpada. Contratou Firoza Bicá como autora do livro, e Suzete Buque como revisora científica, mas dispensou esta última, ficando apenas com a autora.
A editora também não acatou as recomendações feitas pelos consultores e isso revela, para Comissão de Inquérito, “negligência por parte desta no cumprimento das suas obrigações contratuais”.
Há culpados e, por isso, recomendações e sanções. Entre as propostas da Inspecção-geral da Administração Pública, que dirige a Comissão de Inquérito, estão a reestruturação da CALE que já está em curso desde 30 de Maio; a suspensão do director-geral do INDE, Ismael Nheze, da directora nacional do Ensino Primário, Gina Guibunda, do chefe do Departamento do Livro Escolar e Materiais Didácticos, Fabião Nhabique, e da secretária-executiva da CALE.
“Recomenda, ainda, a instauração de processos disciplinares contra os visados por incumprimento dos seus deveres e negligência na gestão do processo de avaliação do livro escolar sem prejuízo do processo criminal”, sublinhou.
As propostas apontam ainda a responsabilização da Porto Editora pelos erros cometidos.
O Serviço de Investigação Criminal (SERNIC) e a Polícia da República de Moçambique (PRM) desmantelaram, ontem, na Matola, província de Maputo, uma fábrica clandestina de produção de “mandrax”, uma droga sedativa.
O jornal Notícias refere que na operação, foram detidos quatro indivíduos, dois de nacionalidade chinesa e dois moçambicanos.
Segundo Joice Martins, chefe do Departamento de Relações Públicas da PRM, na província de Maputo, a fábrica funcionava há três meses e a droga era fabricada pelos dois cidadão estrangeiros.
“Temos aqui apenas os trabalhadores, estes que são serventes desta fábrica, alguns são de nacionalidade chinesa, esses é que são para nós os principais engenheiros que operacionalizam e operam as máquinas”, referiu.
A fábrica era camuflada como oficina e depósito de farinha de milho, mas tinha outra finalidade.
“É uma empresa dissimulada, funciona aqui uma oficina, fábrica de produção de farinha de milho, aparentemente esses são os serviços que estão a ser realizados, mas actividade principal é a produção de droga”, acrescentou.
Fonte do Notícias afirma ainda que no local existe mais de meia tonelada de droga, mas o serviço de investigação criminal ainda está a fazer o mapeamento e a identificação de todos objectos que se encontram no local, e posteriormente fará o resumo real das quantidades efectivas que foram apreendidas.
Os dois cidadãos de nacionalidade chinesa não quiserem prestar declarações.
Por seu turno, os moçambicanos que transportavam os produtos da empresa dizem que não sabiam que estavam a transportar drogas.
“Eu já tenho três meses a trabalhar nesta casa. Eles nos mandavam para os locais e nós não sabíamos o que eles estavam a fazer. Portanto, saímos para fazer o nosso trabalho. Quando eles terminam ligam-nos transportar a mercadoria”, disse um dos moçambicanos presos.
A droga “mandrax” consiste em pílulas de metaqualona – também conhecidas como ‘quaaludes’ -, composto com efeito sedativo e muito usado em comprimidos para dormir.
Um bebé, de apenas um mês, morreu depois de um grupo de macacos o ter arrancado dos braços da mãe, enquanto esta o amamentava.
A mãe do bebê, chamada Luhaiba Said, estava amamentando a criança em sua casa em Mwamgongo, oeste da Tanzânia, quando vários macacos invadiram a sua casa, segundo informações do DailyMail.
Um dos animais agarrou a criança e a mãe gritou por socorro. Alguns aldeões correram para sua casa e tentaram usar a força para resgatar o bebê, informou o comandante regional James Manyama.
“Quando tentaram levá-lo de volta à força, ele se machucou na cabeça e no pescoço”, informou o oficial ao jornal tanzaniano The Citizen. O bebê morreu durante o atendimento médico de emergência.
A polícia da região pediu aos cidadãos que fiquem atentos aos animais perigosos. “Deve-se notar que a aldeia de Mwamgongo faz fronteira com o Parque Nacional de Gombe. Incidentes de animais invadindo aldeias não são incomuns”, afirmou o comandante.
Ainda não se sabe qual era a espécie do macaco que tentou roubar o bebê e levou à sua morte.
Ela é eloquente e não precisa de discursos escritos, mesmo quando se dirige a reuniões de alto nível.
Ela é uma boa negociadora e uma pensadora crítica, um conjunto de habilidades, diz ela, que adquiriu sozinha.
Ela foi listada na segunda publicação das 100 mulheres africanas mais influentes em 2020 pela Avance Media, uma empresa de relações públicas e classificação de Gana conhecida por seu ranking de jovens em toda a África.
Ela tem apenas 25 anos e atualmente atua como vice-ministra de Informação, Comunicação e Tecnologia da Namibia.
Ela é Emma Inamutila Theofelus.
Mas como ela chegou ao topo tão rápido?
Falando no Commonwealth Youth Forum em Kigali, Ruanda, durante uma sessão apelidada de “Fireside Chat”, Theofelus disse que tudo o que ela precisava para estar onde está era se aprimorar além do conhecimento da sala de aula e manter o foco em sua missão.
De volta para casa, ela também é a deputada mais jovem do Parlamento, tendo entrado no Parlamento aos 23 anos.
Theofelus, desde então, fez questão de mostrar que ser jovem não era um obstáculo para seu desempenho.
Ela disse que é importante nunca desistir.
A citação favorita de Theofelus é do autor Frantz Fanon: “Cada geração deve, por relativa obscuridade, descobrir sua missão, cumpri-la ou traí-la”.
Ela escolheu não destruir seus tempos de juventude.
Theofelus evitou festejar muito e se concentrou em trabalhar duro para descobrir sua missão na vida.
“Nós, jovens, precisamos ser os melhores especialistas na sala e fazer isso em muitos lugares o tempo todo, porque eles nos desprezam. Sendo uma jovem ministra, nomeada aos 23 anos, recebo muito isso. Você deve se aprimorar continuamente”, disse ela.
“Percebi isso trabalhando em um espaço de ativismo juvenil muito antes de entrar para o governo. Tive um desempenho excepcional ao tentar descobrir minha missão, ao me envolver ativamente em conversas e me colocar com força porque sei que as decisões que tomamos hoje moldarão nossas realidades amanhã e é desse futuro que queremos nos encarregar.”
Para ela qualquer um que deseje subir nas fileiras é preciso não ceder ou desistir.
“Quando as coisas ficam difíceis para nós, só temos que descansar e depois girar, porque nosso futuro depende disso. Não há espaço para desistirmos, porque se não assumirmos o comando hoje, pode ser tarde demais para fazê-lo”.
“Às vezes temos que pular tantos degraus na escada. Não está desistindo. Está girando. Diante de desafios, não desista. Descanse e recomece. No início da pandemia, quando tudo estava difícil, os sistemas de saúde estavam falhando, os jovens estavam cometendo suicídio mais do que nunca por causa da pressão mental que veio com a perda de renda e oportunidades, não desistimos ”, disse ela aos delegados durante o fórum da juventude.
Theofelus desafiou os jovens presentes no fórum a explorar a Reunião de Chefes de Governo da Commonwealth (CHOGM) para encontrar um lugar nos processos de tomada de decisão.
“A questão ainda permanece; qual é a nossa missão geracional? O CHOGM tem uma ampla gama de subtemas que vão desde mudanças climáticas, educação, emprego, igualdade de gênero, acesso equitativo e quantitativo à educação. Quero adicionar o meu próprio – jovens encontrando um lugar nos processos de tomada de decisão”, disse ela.
Mais de 350 jovens líderes, empresários e vários parceiros de desenvolvimento presentes na 12ª edição do Commonwealth Youth Forum estão discutindo como os jovens da Commonwealth se encarregam de moldar um futuro comum e compartilhado.
Mais de 60% dos cidadãos da Commonwealth têm menos de 30 anos.
Theofelus acredita que sua geração, como jovens que tentam encontrar “nossa missão” e cumpri-la, assumindo o controle de “nosso futuro”, não deve desistir, mas descansar, girar e tentar novamente.
Além das salas de aula, eu precisava de mais habilidades
Ela refletiu sobre sua própria jornada que começou com a educação e a capacidade de decifrar conceitos e princípios e “aplicá-los em minha vida”.
É verdade, ela reconheceu, algumas lições de vida não são aprendidas na escola.
“Quando eu estava fazendo direito, mal estava na aula porque os conceitos que estava aprendendo não estavam me realizando. Eu podia me reunir e ler sozinha porque, além das salas de aula, eu precisava de mais habilidades”, disse ela.
Theofelus disse que precisava das habilidades de pensamento crítico, como lançar uma ideia em três minutos, como fazer contatos e negociar.
“Algumas dessas habilidades eu não consegui adquirir em sala de aula. Eu tive que encontrar maneiras de adquiri-los. À medida que descobrimos nosso futuro como jovens, precisamos nos aprimorar continuamente”, disse ela.
A SpaceX terá despedido pelo menos cinco trabalhadores responsáveis por redigir uma carta onde o fundador e CEO da empresa, Elon Musk, era criticado. Alegadamente, a carta tinha como objetivo incentivar a empresa a tornar-se mais inclusiva.
O The New York Times (via CNN) diz ter obtido esta informação a partir de três pessoas próximas do assunto, notando que a situação foi confirmada a nível interno pela presidente Gwynne Shotwell.
Num e-mail enviado aos trabalhadores da empresa, Shotwell terá afirmado que os trabalhadores despedidos fizeram os colegas sentirem-se “desconfortáveis, intimidados e/ou chateados porque a carta os pressionou a assinarem algo que não refletia as suas perspetivas”.
Mais de cinco mil e duzentas e trinta pessoas abandonaram as zonas de origem em alguns distritos de Cabo Delgado, nas últimas duas semanas, temendo ataques terroristas.
A RM avança que a informação consta do informe dos Serviços de Representação do Estado neste ponto país, apresentado esta segunda-feira.
Segundo a directora do serviço provincial de Saúde em Cabo Delgado, Anastácia Lidimba, 183 famílias deslocaram-se para a província de Nampula.
A seleção nacional de básquete sénior masculina venceu a equipa B de Angola, por 71-66, triunfo que lhe permitiu terminar o Torneio dos PALOPS em segundo lugar.
Num evento que teve início na passada sexta-feira e no qual Moçambique fez três jogos, o “cinco” nacional ganhou dois jogos e perdeu um, somando cinco pontos, menos um que Angola “A” que fez por vitórias as três partidas disputadas.
O terceiro lugar foi ocupado por Cabo Verde, com quatro pontos, frutos de uma vitória e duas derrotas, enquanto que só com derrotas nas três partidas disputadas, Angola “B” foi o quarto e último classificado, com três pontos.
Recorde-se que, na primeira jornada, Moçambique venceu de forma categórica Cabo Verde, por 91-77, antes de, no sábado, sofrer uma pesada derrota ante a equipa principal de Angola, por 106-52.
Para Angola e Cabo Verde a prova permitiu preparar para a segunda janela de qualificação para o Campeonato do Mundo.
Com toneladas de cereais retidas nos portos ucranianos, o Ocidente e Volodymyr Zelenskyy não hesitam em apontar o dedo à Rússia. Por videoconferência, o presidente ucraniano dirigiu-se, esta segunda-feira, aos membros da União Africana a quem disse estarem a se reféns da estratégia de Moscovo.
“Complexas negociações a vários níveis” para desbloquear a exportação de trigo e milho mantêm-se, até agora sem quaisquer resultados, “porque ainda não foi encontrada nenhuma ferramenta real que nos dê garantias contra futuros ataques russos”, reconheceu já Zelenskyy.
Sem caminhos de ferro adaptados à exportação, Ucrânia e União Europeia tentam encontrar alternativas de transporte por terra.
Uma das opções pode vir da Hungria, que ofereceu o território para uma possível rota para a exportação dos cereais ucranianos.
Peter Szijjarto, ministro húngaro dos Negócios Estrangeiros, revelou que Budapeste propôs “que a exportação de cereais da Ucrânia, destinados quer ao Norte de África, quer ao Médio Oriente, passe pela Hungria”, oferecendo “de forma gratuita capacidade de expedição e capacidade logística”.
Ucranianos regressam a Kramatorsk
Entretanto, no Donbass, a vida prossegue. Em Kramatorsk vai-se tomando como possível as rédeas do dia-a-dia.
Apesar do trauma do bombardeamento de há dois meses e de as bombas caírem a apenas 50 km de distância, na cidade de Severodonetsk, vários habitantes começam a regressar.
Diversas testemunhas na Etiópia disseram, esta segunda-feira, que mais de 200 amhara, grupo étnico local, foram mortos, sábado, num ataque na região etíope de Oromia e acusaram um grupo rebelde, que negou qualquer envolvimento.
Em caso de confirmação, trata-se de um dos mais mortíferos ataques nos tempos mais recentes, e quando se agravam as tensões étnicas no segundo país mais populoso de África.
“Contei 230 corpos. Receio que seja o mais mortífero ataque contra civis a que assistimos até agora”, disse à Associated Press (AP) Abdul-Seid Tahir, um habitante da região de Gimbi, após ter escapado do massacre no sábado.
“Estamos a enterrá-los em valas comuns e ainda estamos a recolher corpos. Chegaram agora unidades do Exército federal, mas receamos que os ataques prossigam quando partirem”, afirmou ainda.
Outra testemunha, que apenas se identificou como Shambel, disse que a comunidade Amhara da região está agora a tentar recolocar-se noutro local “antes que aconteçam novas matanças”. Disse ainda que os Amhara estão instalados nessa área há 30 anos na sequência de um programa de reinstalação e que agora estão a ser “mortos como galinhas”.
As duas testemunhas acusaram o Exército de Libertação Oromo (OLA) pelos ataques. Através de uma declaração, o Governo regional de Oromia também acusou o OLÁ, ao indicar que os rebeldes atacaram “após serem incapazes de resistir às operações das forças de segurança federais”.
Um porta-voz do OLA, Odaa Tarbii, negou as alegações. “O ataque a que se referem foi cometido pelo regime militar e milícias locais quando se retiravam do seu campo em Gimbi na sequência da nossa recente ofensiva”, disse numa mensagem enviada à AP.
A Etiópia tem registado um aumento das tensões étnicas em diversas regiões, na maioria motivadas por injustiças históricas ou conflitos políticos. O povo Am-hara, o segundo maior grupo étnico entre os mais de 110 milhões de habitantes da Etiópia, tem sido alvo de frequentes ataques em regiões como Oromia. A Comissão etíope de direitos humanos, designada pelo Governo central, apelou ao Executivo de Abiy Ahmed para encontrar uma “solução duradoura” para evitar a morte de civis e protegê-los dos ataques.
Centenas de pessoas manifestaram-se, no domingo, em Tunes, capital tunisina, contra o projecto da nova Constituição, que deve ser submetido a referendo em Julho, e a demissão de 57 juízes pelo Presidente, Kais Saied, noticiou a Lusa.
“O povo quer a independência da Justiça” e “Constituição, liberdade e dignidade”, entoaram os manifestantes que saíram às ruas em resposta ao apelo da “Frente de Salvação Nacional”, uma coligação de uma dezena de organizações opositoras ao Governo da Tunísia, incluindo o partido de inspiração islamita Ennahdha, principal opositor de Kais Saied.
Na base dos protestos está o “diálogo nacional” lançado pelo Presidente há duas semanas para redigir uma nova Constituição, antes das eleições legislativas marcadas para Dezembro. O diálogo foi boicotado pela oposição, incluindo a poderosa organização sindical UGTT, que alega que sectores-chave da sociedade civil e os partidos políticos estão excluídos.
Um esboço da nova Constituição deve ser entregue esta semana ao Presidente Saied, antes de ser submetido, dentro de um mês, à população, através de referendo.
“Este referendo é apenas uma fraude”, disse à AFP Ali Larayedh, líder do partido conservador islâmico En-nahdha, que era a principal força no Parlamento dissolvido pelo Presidente Saied em 25 de Julho de 2021.
Na semana passada, o veterano antigo líder do Ennahdha, Rached Ghannouchi, condenou o Governo “autoritário” do Presidente Kais Saied e acusou-o de má conduta em relação aos 57 juízes que ele recentemente demitiu, por alegado envolvimento em casos de corrupção, protecção de “terroristas” e assédio sexual.
“Precisamos mobilizar-nos em apoio ao Conselho Supremo do Poder Judiciário e à liberdade de imprensa, assim como em apoio aos valores trazidos pela revolução, que estão ameaçados com o golpe desse regime autoritário e individual que quer substituir a Constituição escolhida pelo povo tunisino. O Presidente comportou-se de forma horrível com os juízes, que não são funcionários, mas uma autoridade”, disse Rached Ghannouchi, chefe do partido islâmico Ennahdha da Tunísia, citado pela Efe.
Em Julho passado, críticos acusaram Saied de tomar uma decisão “ditatorial” ao demitir o Governo e assumir o poder Executivo. Ele foi acusado de organizar um golpe depois de abandonar a Constituição de 2014, para governar por decreto. Saied conferiu a si mesmo poderes abrangentes no ano passado, medidas que alegou serem necessárias para “salvar o país do perigo iminente” e combater a corrupção generalizada.
Sob pressão dos aliados da Tunísia, que estão preocupados com o retrocesso democrático no país, Saied estabeleceu um roteiro que prevê a organização de um referendo a 25 de Julho sobre reformas políticas para alterar a Constituição, seguindo-se uma eleição parlamentar em 17 de Dezembro.
Entretanto, os magistrados iniciaram, ontem, uma greve de uma semana em protesto à demissão de 57 dos seus colegas. “A greve começou em todos os tribunais do país e, de acordo com as nossas informações está a ter uma forte adesão”, disse à AFP Mourad Massoudi, presidente da Associação de Jovens Magistrados da Tunísia.
Antes do anúncio da greve, os sindicatos condenaram fortemente a “interferência contínua do Presidente no poder Judiciário”.
Entre os magistrados demitidos está um ex-porta-voz da unidade antiterrorismo, um ex-director-geral de alfândega e ex-presidente do Conselho Supremo do Judiciário (CSM). As demissões também incluem magistrados suspeitos de obstruir a investigação sobre os assassinatos, em 2013, de dois líderes de esquerda, Chokri Belaid e Mohamed Brahmi, acusados de serem jihadistas.
Futura Carta Magna sem referência ao Islão
O homem indicado pelo Presidente Kais Saied de reescrever a Constituição da Tunísia disse, ontem, que apresentaria um rascunho da Carta Magna sem qualquer referência ao Islão.
Sadeq Belaid, o especialista jurídico nomeado no mês passado para chefiar um comité para elaborar uma nova Constituição, disse à AFP que “80 por cento dos tunisinos são contra o extremismo e contra o uso da religião para fins políticos”.
“É exactamente isso que queremos fazer: apagar o artigo 1º na sua forma actual”, sublinhou.
Belaid, de 83 anos, que foi professor de Saied e agora dirige a “Comissão Consultiva Nacional para uma Nova República”, disse que apresentaria o novo projecto de Constituição até 15 de Julho.
Duas equipas de inquérito foram criadas para avaliar os contornos do baleamento mortal de cinco reclusos da cadeia distrital de Milange, na província da Zambézia, centro de Moçambique.
O anúncio foi feito ontem, 20, pela ministra da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, que promete para a próxima semana, elementos que lhe permitam tomar eventuais medidas em torno do caso.
“Uma das equipas foi criada ontem, 19, e integra equipas do Ministério da Justiça e do Serviço Nacional de Prisões, e esperamos ter o inquérito concluído em uma semana” disse Helena Kida, em declarações à imprensa.
Para já, Kida coloca de lado que tenha havido excesso de zelo por parte do guarda prisional, que afinal, era o único a trabalhar para guarnecer mais de 200 reclusos.
“Não sei qual seria o comportamento ideal de um único guarda prisional perante uma situação de tentativa de evasão de cerca de 280 reclusos. Se tivesse, de facto, conseguido fugir, hoje estaríamos a falar de outra coisa” disse a ministra, lamentando, contudo, as fatalidades.
O activista social Silva Silva, defende a necessidade de se aprofundar as causas da actuação que culminou com as cinco mortes, num caso que mais parece uma execução.
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A Solidarités International (SI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Actividades de Gestão e Coordenação de Acampamento CCCM. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Segurança. Saiba mais.
O Executivo, através do Ministério da Economia e Finanças, diz que ainda não foram estabelecidos os quantitativos monetários a serem pagos no quadro da implementação da Tabela Salarial Única a (TSU).
Esta segunda-feira, uma fonte do Ministério da Economia e Finanças explicou ao jornal “Notícias”, que equipas técnicas da instituição e de outros ministérios estão a trabalhar no sentido de apurar os quantitativos a serem pagos a cada funcionário.
Sublinhou que tudo que circula nas redes sociais não passa de mera especulação e “visa simplesmente atingir fins obscuros”.
Segundo a nossa fonte, até ao fim do presente mês será conhecido o valor a receber por cada funcionári
Mais de um milhão e quatrocentas mil pessoas enfrentam a insegurança alimentar em Moçambique. Factores combinados como o terrorismo e os desastres naturais são apontados como as causas desta situação que leva o governo a preparar a realização de um estudo para avaliar as reais necessidades para assistir as vítimas da fome.
Apesar de Moçambique ter registado na última década uma redução nos níveis de insegurança alimentar de 43% para 38%, desafios persistem, pois, há muitas mulheres grávidas e crianças que passam fome, segundo a secretária executiva do secretariado técnico de segurança alimentar e nutricional Leonor Neves.
“Estamos a preparar um estudo com o apoio do PAM e da UNICEF para avaliar a segurança alimentar pós-colheitas e saber quantas famílias têm alimentos, agora que estamos a terminar a colheita, para sabermos quantas famílias precisamos de dar o apoio”, diz a responsável governamental.
Leonor Neves avança ainda que são dois os factores principais que deixam milhares de agregados familiares em situação de insegurança alimentar. “Temos estado com grandes desafios porque, momentos pós momentos, têm estado a crescer as mudanças climáticas e os seus efeitos, não só como também, a questão do terrorismo”, refere a ministra.
Dados oficiais indicam que um milhão e quatrocentas mil pessoas enfrentam a insegurança alimentar em Moçambique.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, disse ontem, na cerimónia de tomada de posse da vice-ministra da Saúde, Fárida Urci, que o sector da Saúde deve acabar com as cobranças ilícitas, mau atendimento e falta de medicamentos nos hospitais, escreve o Notícias.
“A este propósito recomendamos o sector da Saúde em geral, a melhorar o paradigma do seu funcionamento, pois o povo quer uma logística hospitalar bem gerida, obedecendo altos padrões de eficiência e eficácia”, afirmou.
Nyusi desafiou o sector e os empresários moçambicanos a criarem indústrias farmacêuticas no país para evitar a importação de fármacos.
“Não podemos continuar a importar cápsulas de aspirina, algodão, etc. Eu queria que levassem isso a sério, temos que começar a médio prazo, produzir vacinas aqui em Moçambique, não interessa que seja vacina de Covid-19, porque o princípio é o mesmo, mas arranquemos, porque não podemos continuar. Envolvam o sector privado, os nossos empresários têm de começar a procurar negócio e não esperar que o negócio chegue, e o país pode produzir”, disse.
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