A Procuradoria federal da Alemanha apresentou na segunda-feira (23) acusações de alta traição contra cinco pessoas suspeitas de planejar o sequestro do ministro da Saúde, Karl Lauterbach, e a derrubada do governo alemão.
De acordo com os promotores, o grupo formado há cerca de um ano pretendia desencadear “condições de guerra civil na Alemanha por meio da violência” a fim de derrubar o governo e a democracia parlamentar.
Todos os cinco indiciados estão presos desde o ano passado, quando as autoridades revelaram pela primeira vez os detalhes da suposta conspiração.
Em nota, a Procuradoria federal, com sede na cidade de Karlsruhe, informou que o grupo estava disposto a usar violência e até cometer assassinatos para alcançar seus objetivos.
Nesta segunda-feira, o ministro da Saúde agradeceu aos investigadores e ao Departamento Federal de Investigações (BKA, na sigla em alemão) por sustar a trama. “Os oficiais do BKA arriscam suas vidas por nós. Isso é uma grande conquista”, escreveu Lauterbach no Twitter.
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O parlamento angolano retoma na sexta-feira (27), a eleição da composição definitiva da mesa da Assembleia Nacional, em concordância com a proposta apresentada há quatro meses pela UNITA, que “exigia” o cargo de segundo vice-presidente do órgão.
A iniciativa da Assembleia Nacional, proposta pela presidente, Carolina Cerqueira, foi apreciada e aprovada na segunda-feira na conferência dos presidentes dos grupos parlamentares, como deu a conhecer a responsável no final da reunião.
“Na próxima sexta-feira de manhã, vamos ter uma reunião plenária extraordinária para propor a composição da mesa da Assembleia Nacional, retomando a proposta que a UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola, maior partido na oposição) tinha feito em setembro aquando da constituição dos órgãos da Assembleia Nacional”, afirmou Carolina Cerqueira.
Para a presidente do parlamento, a proposta da eleição definitiva da mesa do órgão “responde à necessidade” de fortalecer “o papel institucional da Assembleia Nacional com pluralidade e espírito democrático”.
“E, sobretudo, com a oportunidade de podermos todos contribuir, os partidos que têm assento nesta magna casa, de uma forma construtiva, apaziguadora, que possa efetivamente contribuir para o reforço da democracia e para o papel institucional que a Assembleia tem vindo a desempenhar”, salientou.
Em 16 de Setembro de 2022, dia da tomada de posse dos deputados, a UNITA abandonou em bloco a sala do plenário enquanto decorria a reunião constitutiva da quinta legislatura, por “quebra de compromisso político” do MPLA (no poder), que “impôs” um segundo vice-presidente ao parlamento.
A UNITA, que elegeu 90 deputados nas eleições gerais de 24 de Agosto contra os 124 do MPLA, defende que deve ser um deputado do seu partido a exercer o cargo de segundo vice-presidente do parlamento.
“Foi por quebra de compromisso político. Nós tratamos desde manhã – aliás a sessão estava muito demorada, porque decorria um longo processo de concertação entre o grupo parlamentar do MPLA e da UNITA – e depois de longas horas de concertação quebraram o compromisso”, explicou à Lusa, na ocasião, o deputado da UNITA, Liberty Chiyaka.
Sem os deputados da UNITA no plenário, os deputados do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), Américo Kuononoca e Raul Lima foram indicados e eleitos primeiro e segundo vice-presidentes do parlamento angolano, respetivamente, com 123 votos favoráveis do MPLA e duas abstenções da Frente Nacional para a Libertação de Angola (FNLA).
Os deputados do MPLA, Manuel Lopes Dembo e Rosa Branca Albino foram eleitos para os cargos de primeiro e o segundo-secretário de mesa da Assembleia Nacional apenas com votos favoráveis do partido governamental.
A UNITA, dias depois, anunciou a impugnação, junto do Tribunal Constitucional (TC), da resolução que aprovou a eleição do segundo vice-presidente da Assembleia Nacional, indicado e imposto pelo MPLA, considerando que o processo foi “inconstitucional e sem legitimidade”.
Esta segunda-feira, a presidente do parlamento angolano, assegurou que o órgão vai retomar a proposta da UNITA para os lugares na mesa da Assembleia Nacional, nomeadamente o segundo e quarto vice-presidentes do órgão legislativo angolano.
“Sexta-feira vamos votar na plenária e pensamos que vai ser um contributo fundamental da Assembleia Nacional para o reforço da pluralidade, da democracia e do Estado democrático e de direito”, insistiu Carolina Cerqueira.
O presidente do grupo parlamentar do MPLA, Virgílio de Fontes Pereira, reagindo à proposta da composição definitiva da mesa da Assembleia Nacional enalteceu a iniciativa da presidente do órgão e considerou que o “país político fez hoje[segunda-feira] história”.
“Tivemos o ensejo de escutar a proposta da presidente da Assembleia Nacional no sentido de que pudéssemos retomar a discussão e tomar uma decisão sobre a composição definitiva da mesa da Assembleia Nacional”, disse.
Segundo afirmou, o grupo parlamentar do MPLA deu a sua concordância por entender “que já é tempo” de resolver em definitivo um problema “que vai criando constrangimentos, sobretudo no plano da perceção política”,
Com esta solução, acrescentou Virgílio de Fontes Pereira, saudando a “pronta concordância” dos outros grupos parlamentares, vai-se “definitivamente estabilizar o funcionamento da mesa da Assembleia Nacional e deixa de ser um irritante para o parlamento”.
Por seu lado, o presidente do grupo parlamentar da UNITA, Liberty Chiyaka saudou a coragem política da presidente do parlamento, em anuir à proposta do seu partido, considerando que esta foi uma decisão política bastante relevante.
“Queremos saudar primeiro a coragem política da presidente, sob sua iniciativa, e também o apoio político dado pelo grupo parlamentar MPLA. A partir desta segunda-feira os angolanos podem ter confiança na Assembleia Nacional, estamos à altura dos desafios, não vamos olhar para o passado”, defendeu.
Sobre a impugnação da eleição do segundo vice-presidente da Assembleia Nacional junto do TC, Chiyaka disse que, com esta decisão, “se encerra o conflito” no parlamento e que o seu partido vai retirar o processo junto da instância judicial.
Um polícia e sete manifestantes ficaram feridos em Bagdade, durante uma manifestação organizada defronte da embaixada da Suécia, na capital iraquiana para protestar contra a queima de um exemplar do Alcorão por um elemento da extrema-direita em Estocolmo.
Fonte do Ministério do Interior iraquiano, citada pela agência noticiosa France-Presse (AFP), adiantou que entre 400 a 500 manifestantes protestaram diante da missão diplomática da Suécia em Bagdade e tentaram entrar no edifício da embaixada, tendo sido impedidos pela polícia, o que desencadeou os confrontos.
Segundo a fonte, os manifestantes, ao serem impedidos pela polícia, começaram a atirar pedras, o que levou as forças da ordem a recorrerem ao uso de bastões para dispersar as pessoas, tendo os confrontos provocado oito feridos.
Após a intervenção da polícia, os manifestantes começaram então a dispersar, referiu um repórter fotográfico da AFP.
A manifestação ocorreu a pedido de grupos pró-Irão muito ativos no Iraque, um país maioritariamente muçulmano.
Entre outras, os manifestantes gritaram palavras de ordem como “não à Suécia, sim ao Alcorão”.
Na vizinha Síria, em al-Bab, uma cidade do norte sob o controlo das forças turcas, algumas centenas de pessoas também se manifestaram pelos mesmos motivos, informou o correspondente da AFP.
Os manifestantes queimaram a bandeira sueca e entoaram palavras de ordem contra o país nórdico.
Os protestos acontecem dois dias depois de o extremista de direita sueco-dinamarquês Rasmus Paludan ter queimado uma cópia do Alcorão em Estocolmo, ato destinado a denunciar as negociações suecas com a Turquia sobre a adesão da Suécia à Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO).
A polícia sueca considerou, então, que a Constituição e as liberdades de manifestação e expressão na Suécia não justificavam a proibição desta manifestação em nome da ordem pública.
A autorização dada a esta manifestação anti-islâmica provocou um incidente diplomático com a Turquia, com muitos outros países muçulmanos a expressarem indignação.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, empossou recentemente novos dirigentes. Ao novo vice-ministro da Saúde, Ilesh Jani, recaiu a missão de garantir o fornecimento de melhores serviços de saúde, continuidade de investigação e procura por soluções para as diversas pandemias.
Nyusi disse, ainda, que a nomeação do novo vice-ministro da Saúde visa reforçar a capacidade de gestão do Ministério da Saúde (MISAU).
O Chefe de Estado também lamentou sobre o aumento de casos de cólera. Dados mais recentres do Ministério da Saúde indicam que o país registou 1998 casos, 18 óbitos e 90 internados devido à doença.
Aos novos secretários de Estado, o Presidente da República apelou para que aproveitem as potencialidades de cada província a que foram afectos.
Outro apelo tem a ver com o conhecimento da legislação em vigor no país. “Os secretários de Estado devem ter domínio da lei sobre descentralização”, acrescentou Nyusi.
Os novos secretários de Estado, segundo o Presidente Nyusi, devem dar continuidade ao trabalho feito pelos seus predecessores, com humildade e ética. Ademais, não se devem esquecer da sua missão.
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A AMODEFA – Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Supervisor Distrital. Saiba mais.
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O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, exonerou, através de Despacho Presidencial, Edson da Graça Francisco Macuácua, do cargo de Secretário de Estado da Província de Manica.
Um comunicado, na posse da Folha de Maputo, indica que em despachos Presidenciais separados, o Chefe do Estado nomeou os seguintes governantes:
Jaime Bessa Augusto Neto ao cargo de Secretário de Estado na Província de Nampula;
Judith Emília Leite Mussacula Faria, Secretário de Estado na Província de Maputo;
Lina Maria da Silva Portugal, Secretário de Estado na Província de Niassa.
Stefan Dick Kassotche Mphiri, Secretário de Estado na Província de Manica;
Cristina de Jesus Xavier Mafumo, Secretário de Estado na Província da Zambézia.
A Procuradoria-Geral da República de Moçambique opõe-se à participação de advogados britânicos na seleção de documentos oficiais para incluir no processo das dívidas ocultas no Reino Unido, apesar de juiz considerar legal.
Falando numa audiência preliminar na sexta-feira, 20 de Janeiro, no Tribunal Comercial de Londres, o advogado que representa Moçambique no processo, Jonathan Adkin, reiterou que o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) é o de a lei não permitir a intervenção de pessoas exteriores na manipulação de documentos confidenciais.
“A procuradora-geral, Beatriz Buchili, vai reflectir sobre a decisão do juiz com cuidado”, afirmou Adkin, mas vincou que a magistrada está “determinada em resistir” a qualquer ordem da justiça britânica nesse sentido por entender que vai contra a legislação moçambicana.
Jonathan Adkin respondia à sentença do juiz Robin Knowles publicada ontem, 20 de Janeiro, na qual declara que “é legal nos termos da lei moçambicana designar advogados individuais” para consultar documentos confidenciais.
“Convido respeitosamente a procuradora-geral de Moçambique, como representante da República perante este Tribunal, a estudar cuidadosamente esta sentença”, disse o juiz, encorajando-a a fazer “uma reflexão mais aprofundada”.
Apesar de ter estado nos últimos dias em Londres para discutir o caso com a equipa jurídica britânica que representa a PGR, Beatriz Buchili não estava presente na sala, ao contrário do procurador-geral adjunto, Ângelo Matusse, que assistiu à audiência.
A participação de advogados britânicos na análise e selecção dos documentos oficiais que serão objecto de partilha com as restantes partes foi pedida pelos bancos Credit Suisse e VTB e pelo grupo naval Privinvest por uma questão de independência.
Na sua argumentação, o Credit Suisse alegou que seria “prejudicial à justiça elementar, e privaria de qualquer integridade o exercício de divulgação” se a selecção dos documentos oficiais disponibilizados por Moçambique for apenas feita pelos funcionários públicos “cujas chefias estão implicadas em irregularidades”.
“Esta é uma preocupação que este Tribunal deve ter seriamente em conta”, reconheceu o juiz.
A divulgação de provas documentais é uma etapa obrigatória dos procedimentos britânicos, quando as diferentes partes disponibilizam entre si documentos relevantes para o processo para que cada uma possa preparar os respectivos argumentos.
Os prazos para a sua conclusão têm sido sujeitos a sucessivos adiamentos, os quais arriscam afectar o início em 3 de Outubro do julgamento de um processo que se arrasta na justiça britânica há quase quatro anos.
A PGR iniciou em 2019, em nome da República de Moçambique, no Tribunal Comercial, que faz parte do Tribunal Superior [High Court] de Londres, uma acção judicial contra o Credit Suisse e o grupo Prinvinvest para tentar cancelar parte dos mais de 2,7 milhões de dólares de dívida contraída junto de bancos internacionais, entre 2013 e 2014.
Algumas pessoas que ocupavam apartamentos na Vila Olímpica, em Maputo, foram forçados a abandonar o condomínio por não honrar os compromissos assumidos com o Fundo de Fomento e Habitação (FFH), instituição pública que gere o complexo habitacional.
De acordo com a Carta de Moçambique, a informação foi avançada há dias pelo PCA do FFH, Armindo Munguambe, em entrevista ao jornal “Notícias”.
Em meados de Setembro passado, o FFH publicou uma lista de 423 promitentes-compradores que não estavam a pagar devidamente os valores acordados em diversos projectos de habitação espalhados pelo país, com destaque para a Vila Olímpica. O rol incluía nomes de figuras ligadas ao partido Frelimo. Com a publicação da lista, estava claro que o FFH estava em rota de colisão com diversos mutuários.
Quase quatro meses depois, o FFH revela que há clientes que foram despejados por não honrarem os compromissos, tanto na Vila Olímpica como noutros complexos habitacionais em todo o país. Tal aconteceu mesmo num ano (2022) em que a instituição reestruturou o crédito à habitação para evitar que os beneficiários afectados pela crise pandémica da Covid-19 ficassem sem casas.
Ao referido periódico, o PCA do FFH não precisou o número de clientes que perderam as casas, mas apontou que 25 por cento dos promitentes-compradores na Vila Olímpica apresentavam problemas para honrar compromissos.
“Na Vila Olímpica, por exemplo, cerca de 75 por cento dos usuários estão em situação regular e outros 25 com problemas. Naturalmente que cada caso deve ser avaliado individualmente para a tomada de decisão”, disse Munguambe, citado pelo matutino. Entretanto, para não levar os mutuários ao tribunal, o PCA do FFH insta-os a sanarem as suas dívidas, para permitir novos investimentos e garantir que mais pessoas sejam beneficiadas.
A propósito de novos investimentos, Munguambe disse que estão a ser desenhados projectos de urbanização para algumas cidades, em função da disponibilidade da terra, tal como aconteceu no distrito da Katembe, na cidade de Maputo, na cidade de Vilankulo, província de Inhambane e Mocuba, na Zambézia.
“Prevemos desenvolver outros projectos em Quelimane, Tete e Dondo. Queremos melhorar a problemática de habitação, principalmente para jovens. Nestes locais estamos a criar condições para os cidadãos encontrarem espaços prontos para serem habitados”, disse o PCA do FFH, citado pelo já aludido jornal.
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A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) está à procura de candidato qualificado, competente e dinâmico para preencher a vaga de Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A ALCANCE Mercados e Pessoas Lda, está a recrutar para o seu cliente, uma prestigiada empresa que actua no ramo de prestações de serviços de Logística e Procurement dois (2) promotores de vendas. Saiba mais.
A AMODEFA – Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Assistente de Programa. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programas. Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Assistente do Projecto de Protecção aos Deslocados Internos. Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Oficial do Projecto de Protecção aos Deslocados Internos. Saiba mais.
A RH Resolve é uma empresa moçambicana especializada em outsourcing de processos de gestão de RH pretende recrutar um (1) Gestor de Projectos Sénior. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Assistentes Administrativos. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Técnicos de Informática. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Técnicos de Registo Académico. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Coordenadores Pedagógicos. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa um (1) Coordenador Administração/Finanças. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Assistentes Financeiros. Saiba mais.
O Instituto Nacional de Saúde (NIH) norte-americano anunciou ter sido cancelado o estudo da única vacina contra o Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), que já estava na última fase de ensaios clínicos.
A vacina estava a ser desenvolvida por investigadores da farmacêutica Janssen, da multinacional Johnson & Johnson, juntamente com cientistas de serviços públicos dos Estados Unidos.
Num comunicado divulgado na quarta-feira, o NIH (agência de investigação médica) adiantou que os ensaios, realizados em três continentes e com 3.900 voluntários, mostraram que a vacina “era segura, mas não fornecia protecção” contra o contágio do VIH.
A decisão de cancelar o estudo da vacina, conhecida como Mosaico, foi tomada depois de um conselho independente de fiscalização determinar que não cumpria os requisitos, segundo a agência noticiosa espanhola EFE.
Segundo a agência de investigação médica, a vacina baseava-se num “mosaico” de imunogénios, que procuravam induzir uma resposta do sistema imunitário para combater várias variantes do VIH.
Um dos principais imunologistas dos Estados Unidos, Anthony Fauci, considerou a notícia da suspensão do estudo “decepcionante”, mas defendeu que não se deve desistir de encontrar uma vacina contra o vírus que causa a Sida.
Mitchell Warren, director executivo da AVAC, uma organização para a prevenção do VIH, também expressou o seu descontentamento, num comunicado.
“A dura verdade é que a ciência por trás do desenvolvimento de uma vacina contra o VIH é extremamente difícil, mas agora não é hora de recuar nas investigações em curso”, disse.
Dados da ONU indicam que mais de 38 milhões de pessoas em todo o mundo vivem actualmente com o vírus e que apenas em 2021 foram registadas 1,5 milhões de novas infecções.
A África do Sul, que sempre se recusou a condenar a Rússia pela invasão da Ucrânia, anunciou, quinta-feira, a organização em Fevereiro de manobras conjuntas com as marinhas russa e chinesa ao longo de sua costa.
“A África do Sul receberá as marinhas da China e da Federação Russa em um exercício marítimo multilateral entre 17 e 27 de Fevereiro”, confirmaram os militares sul-africanos em comunicado.
“A fim de fortalecer as relações já florescentes entre a África do Sul, a Rússia e a China”, as manobras conjuntas ocorrerão ao largo de Durban, o maior porto da África Austral, e de Richards Bay, cerca de 180 quilómetros ao Norte, disse o comunicado.
“Esta será a segunda vez que tal exercício é realizado na presença das três forças navais, tendo o primeiro ocorrido em Novembro de 2019 na Cidade do Cabo, África do Sul”, recorda o Exército.
Estas manobras envolverão mais de 350 militares sul-africanos “de vários serviços e divisões” juntamente com “os seus homólogos russos e chineses com o objectivo de partilhar competências e conhecimentos operacionais”, refere ainda o comunicado.
A África do Sul, uma das potências do continente, assumiu uma postura neutra desde o início da guerra na Ucrânia em 24 de Fevereiro, recusando-se a aderir aos apelos ocidentais para condenar Moscovo.
Enquanto isso, a oposição Aliança Democrática criticou a decisão, dizendo que isso significa que, ao contrário de sua posição “neutra” na guerra, o partido do Congresso Nacional Africano da África do Sul efectivamente se aliou a Moscovo.
Os exercícios China-Rússia-África do Sul são chamados de Operação Mosi, que significa fumaça.
A polícia sul-africana deteve, esta semana, dois cidadãos moçambicanos de 30 e 32 anos, respectivamente, após terem sido encontrados com 53 quilos de droga, do tipo “Crystal meth”, na província de Mpumalanga, África do Sul.
Foram confiscados 58 sacos plásticos contendo 53 kg de ‘crystal meth’, no valor comercial de cerca de 53 milhões de rands”, frisou a polícia sul-africana num comunicado, citado quinta-feira pela Lusa.
“A operação levou à detenção de dois cidadãos moçambicanos, Reginald Francisco de Maura Tomás, de 32 anos, e Reginaldo João Tomás, 30, na terça-feira, na Nkomazi Toll Plaza”, lê-se no documento.
Segundo as autoridades daquele país, a droga encontrava-se escondida em compartimentos diferentes no veículo ligeiro, registado com matrícula de Gauteng, uma província situada a norte da África do Sul.
Moçambique e Argélia centralizam, hoje, a partir das 21h00, no Estádio Nelson Mandela, em Argel, as atenções da terceira e última jornada do Grupo A do CHAN’2023.
Os Mambas, às ordens de Chiquinho Conde, esperam vencer o desafio para terminarem na liderança da prova, enquanto os Guerreiros do Deserto pretendem terminar invictos na fase de grupos.
À entrada da terceira ronda, Moçambique ocupa a segunda posição, com quatro pontos, atrás da líder Argélia, com seis.
Basta um empate para Moçambique carimbar o passaporte para a próxima fase. Na eventualidade de perder o encontro com o país organizador do CHAN e a Etiópia vencer o duelo frente à Líbia, os Mambas e os etíopes ficam igualados a quatro pontos e quem tiver o melhor saldo de golos avança para o segundo turno da prova. No arranque do campeonato, os dois conjuntos empataram sem golos.
Moralizado com o triunfo sobre a Líbia, por 3-2, Moçambique pretende dar sequência ao ciclo de vitórias, frente a um adversário de reconhecido valor.
Caso Moçambique adopte a postura que evidenciou diante da Líbia vai, seguramente, conseguir um resultado satisfatório.
Por outro lado, depois do triunfo diante da Etiópia, o combinado argelino quer manter a onda de bons resultados na competição, pelo que se espera um jogo “electrizante” de prognóstico bastante reservado.
Em dois jogos já disputados, os Mambas tem o melhor ataque do agrupamento, tendo marcado três golos e consentido dois. Já os da África do Norte marcaram dois golos e continuam com a baliza inviolada.
Ainda hoje, para o mesmo grupo e à mesma hora, a Líbia defronta a Etiópia, num jogo de desfecho imprevisível, visto que ambas as selecções procuram a primeira vitória no torneio.
Os líbios são os “lanterna vermelha”, sem qualquer ponto, ao passo que a Etiópia é penúltima, com um.
A Etiópia ainda não marcou qualquer golo e sofreu um. A Líbia tem a pior defesa da série, consentiu quatro golos e apontou dois.
Com quatro candidatas assumidas à conquista do título continental, designadamente Uganda, Senegal, Congo Democrático e Costa do Marfim, a terceira e última jornada do Grupo B vai definir as duas selecções apuradas à próxima fase do torneio. Os marfinenses são os que têm menos possibilidades de passar, já que ocupam a última posição da classificação, com um ponto.
Uganda, Senegal e República Democrática do Congo têm as “portas abertas” para seguir em frente na competição. Aliás, os três combinados estão separados por um ponto. O Uganda é o líder com quatro, seguido do Senegal, com três e do Congo Democrático tem dois pontos.
Os senegaleses são os campeões em título do CAN-2022, disputado nos Camarões, mas se mostram muitos furos abaixo nesta competição. Em dois jogos realizados, a selecção senegalesa venceu um e perdeu outro. Marcou um golo e consentiu outro.
O Congo Democrático faz uma travessia no deserto no que toca a golos marcados, pois em dois jogos efectuados empatou com o Uganda (0-0) e Costa do Marfim (0-0).
Se porventura ganhar o embate frente ao conjunto senegalês, a RDC vai totalizar cinco pontos e transitar para a segunda fase da competição. Na eventualidade de o Uganda perder para os marfinenses, os congoleses assumem a liderança. Os ugandeses baixam para o segundo lugar e acompanham o Congo na fase seguinte.
Com o segundo empate (0-0) frente à congénere da Mauritânia, em jogo referente à terceira jornada do Grupo D, disputado no Estádio Olímpico de Oran, a Selecção Angolana de futebol complicou, esta sexta-feira, a qualificação à segunda fase do CHAN, com sede na Argélia.
Os Palancas Negras entraram com tudo, porque era um desafio em que só os três pontos interessavam para as aspirações do “onze” angolano. Sabendo da importância de vencer o desafio, o seleccionador Pedro Gonçalves mexeu no esquema táctico, mas não abriu mão do “onze” do primeiro encontro, frente ao Mali. Ao invés do 4-2-3-1, o seleccionador angolano optou pelo esquema táctico de 4-3-3, colocando três jogadores no ataque, com o intuito de resolver o jogo na etapa inicial.
De forma inteligente, a Selecção angolana optou pela circulação da bola na zona do meio-campo para obrigar o adversário subir no terreno e, depois, sair em contra-ataques mortíferos. Aos 15 e 19 minutos, Angola falhou duas situações claras para visar a baliza de Namouri, sendo a mais flagrante desperdiçada por Jaredi. Com o guarda-redes já batido, o médio tricolor cabeceou para cima, quando deveria ser para baixo.
Também a jogar no sistema 4-3-3, a Mauritânia dificultava o jogo ofensivo da equipa nacional, pressionando o jogador com ou sem bola. Com os espaços fechados, a formação angolana vezes sem conta teve de recuar o jogo para atrair à equipa mauritaniana a subir no terreno. Os comandados de Amir Abdou dificultavam as ideias de jogo dos pupilos de Pedro Gonçalves, bem como os propósitos de estarem a vencer ao intervalo.
Apesar do nulo, Angola fez um jogo bem conseguido, mas pecou no capítulo da finalização.
No regresso dos balneários, a Selecção de Angola entrou bastante apática e presa nos movimentos, permitindo que o adversário jogasse a seu “bel-prazer”.
O ataque angolano esteve desalojado. Depú não apareceu no jogo. Além da marcação cerrada, o avançado do Petro de Luanda não “explodiu”. Também os médios alas angolanos não conseguiam ganhar a linha do fundo para assistirem os pontas. Preocupado com o desempenho da equipa, Pedro Gonçalves efectuou duas substituições, com o objectivo de refrescar a defesa e o meio-campo. Entraram Keliano e Julinho para os lugares de Herenilson e de Jaredi. Vendo a vida complicada, o seleccionador nacional de Angola despertou tarde e foi obrigado a fazer três mexidas de rajadas, de modo a alterar o curso da história. Paizo (Tó Carneiro), Lepúa (Lulas) e Kibeixa (Eddie Afonso).
Angola só pode queixar-se de si mesma, porque não conseguiu traduzir em golos as ocasiões criadas.
O jogador do Pumas, Daniel Alves, foi colocado em prisão preventiva, na sequência de uma alegada agressão sexual a uma mulher, numa discoteca em Barcelona, no passado dia 30 de Dezembro, informou, esta sexta-feira, o jornal espanhol La Vanguardia.
De acordo com o Notícias ao Minuto, a decisão de prender o lateral brasileiro preventivamente foi anunciada pelo Tribunal Superior da Catalunha, depois de uma juíza ter aceitado o pedido da procuradoria nesse sentido, no âmbito do processo por alegada agressão sexual.
Recorde-se que a imprensa espanhola noticiou hoje à tarde que o ex-jogador do Barcelona estava a ser investigado e foi levado à esquadra da polícia catalã para prestar declarações sobre o caso.
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A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende contratar para sua equipa cinco (5) Assistentes de Administração e Finanças Distritais. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Digitador de Dados de Farmácia (iDART). Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Digitador de Dados de Laboratório (Disalink). Saiba mais.
A Action Contre La Faim (ACF) Mozambique esta a recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Chefe de Equipa de Segurança Alimentar (Obras Civis). Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) está à procura de candidato qualificado, competente e dinâmico para preencher a vaga de Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A ALCANCE Mercados e Pessoas Lda, está a recrutar para o seu cliente, uma prestigiada empresa que actua no ramo de prestações de serviços de Logística e Procurement dois (2) promotores de vendas. Saiba mais.
A AMODEFA – Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Assistente de Programa. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programas. Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Assistente do Projecto de Protecção aos Deslocados Internos. Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Oficial do Projecto de Protecção aos Deslocados Internos. Saiba mais.
A RH Resolve é uma empresa moçambicana especializada em outsourcing de processos de gestão de RH pretende recrutar um (1) Gestor de Projectos Sénior. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Assistentes Administrativos. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Técnicos de Informática. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Técnicos de Registo Académico. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Coordenadores Pedagógicos. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa um (1) Coordenador Administração/Finanças. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Assistentes Financeiros. Saiba mais.
Mais de dois anos após o seu último encontro, que foi a 8 de Dezembro de 2020, as duas superestrelas de futebol mais populares em todo o mundo, voltam a encontrar-se, frente-a-frente, esta quinta-feira, na Arábia Saudita.
O jogo terá lugar esta quinta-feira, a partir das 19 horas de Maputo, e vai opor dois maiores ‘monstros’ do futebol da actualidade, Cristiano Ronaldo e Messi.
Trata-se da Taça da Época de Riade, capital da Arábia Saudita, e opõe ao Paris Saint-Germain, de Messi e companhia, uma equipa de estrelas da Liga saudita, formada por jogadores dos dois maiores clubes, Al Nassr, onde está, agora, Cristiano Ronaldo, e Al-Hilal. Ronaldo será mesmo o capitão de equipa das estrelas da Liga saudita.
Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, que conquistaram 12 Bolas de Ouro (7 e 5, respectivamente), encontram-se, assim, na tarde desta quinta-feira, a partir das 17 horas locais, 19 horas de Maputo, repete-se, na Taça da Época de Riade, numa organização da Autoridade de Entretenimento Geral da Arábia Saudita ainda como parte das chamadas actividades da época de RIADE 2022. Será a última vez em que os dois estarão frente-a-frente, como adversários?
A última vez em que se defrontaram foi a 8 de Dezembro de 2020, num jogo da fase de grupos da Liga dos Campeões entre Barcelona e Juventus, ganha pela então equipa de Ronaldo por 3-0.
Então, Messi e CR7 foram titulares e coube à estrela portuguesa marcar dois golos, ambos de grande penalidade. Em Turim, mês e meio antes, sensivelmente, o jogo terminara com vitória do Barcelona por 2-0, com Messi a marcar um golo, também de grande penalidade, mas Cristiano Ronaldo não esteve em campo nem no banco.
Agora, em Riade, este emocionante encontro entre as duas maiores figuras planetárias, que terá lugar no estádio King Fahad, em Riade, já originou mais de dois milhões de pedidos de bilhetes de adeptos, de 170 países, para estarem presentes no jogo.
A equipa das estrelas do Al-Hilal e do Al-Nassr será liderada pelo consagrado treinador argentino Marcelo Gallardo, que disse, em Dezembro último, adeus ao River Plate após nove épocas no comando da equipa.
O jogo será arbitrado por árbitros sauditas. O entretenimento e a diversão serão multiplicados com a presença de estrelas do Campeonato do Mundo, como Mbappé, Neymar e Hakimi, e de estrelas da selecção nacional saudita, como Salem Al-Dawsari e Saleh Al-Shehri, que marcaram os golos da vitória saudita sobre a Argentina no jogo entre as duas equipas na última edição do Mundial.
Estarão, certamente, em acção ainda os internacionais portugueses Danilo, Vitinha e Renato Sanches, mas talvez ainda não Nuno Mendes, por acabar de se recuperar de lesão.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...