Um tiroteio em uma escola de ensino médio no sul das Filipinas, deixou duas pessoas mortas, incluindo o atirador.
Segundo o prefeito da cidade de Zamboanga, Khymer Adan Olaso, em declarações à rádio DZMM, o atirador entrou na instituição de ensino armado e disparou contra alunos e professores, resultando na morte de um estudante. Após o ataque, o atirador cometeu suicídio.
Imagens do incidente, que circulam nas redes sociais, teriam sido transmitidas ao vivo pelo Facebook, gerando preocupação na sociedade filipina.
O presidente Ferdinand “Bongbong” Marcos Jr. afirmou ter ordenado uma investigação sobre o ocorrido. “Lamentamos profundamente com as famílias e toda a comunidade [escolar] por uma tragédia que nunca deveria ter acontecido”, declarou.
Este ataque surge menos de dois meses após um incidente similar em outra escola, quando dois estudantes mataram três colegas e deixaram 20 feridos em um ataque em Tacloban. A repetição de tais eventos levanta questionamentos sobre a segurança nas escolas e a necessidade de medidas para prevenir a violência armada no país.
O Supremo Tribunal da Rússia confirmou a exclusão do partido Yabloko, uma formação política de oposição e anti-guerra, das eleições legislativas programadas para Setembro deste ano.
O Yabloko havia sido suspenso da corrida eleitoral na semana anterior, e a sua tentativa de recorrer da decisão foi negada pela Justiça russa. A exclusão do partido ocorreu após a apresentação de uma petição pelo partido nacionalista Rodina, que apoia o governo de Vladimir Putin, acusando o Yabloko de financiamento ilegal de campanha.
De acordo com representantes do Rodina, o partido opositor violou normas relacionadas à “propriedade intelectual, direitos autorais, leis contra o extremismo e regulamentos de financiamento”. A decisão do tribunal marca mais um capítulo na repressão da oposição política na Rússia, gerando preocupações a respeito da liberdade de expressão e do pluralismo político no país.
O Conselho Municipal de Maputo (CMM) publicou um comunicado oficial visando esclarecer a situação do Complexo Kaya Kwanga, após a propagação de rumores nas redes sociais sobre a sua propriedade.
No documento emitido, o CMM reafirma que o espaço continua sob a titularidade do património municipal, rebatendo quaisquer afirmações de alteração na sua propriedade.
Para garantir a transparência junto dos cidadãos, o CMM elencou informações essenciais sobre a gestão do complexo. O Kaya Kwanga é exclusivamente propriedade do Conselho Municipal de Maputo, integrado de forma directa no património municipal. A exploração comercial do espaço foi delegada à empresa MIRAMAR, Lda. através de um contrato que começou em 1 de Janeiro de 1998, com uma vigência de 25 anos, sendo que na altura o responsável era o já falecido Humberto Sartori.
Recentemente, em 2023, foi decidida a renovação do contrato de exploração por um período adicional de cinco anos. O município destaca que a concessão da exploração a uma entidade privada não afecta a titularidade do imóvel, que permanece sob a propriedade do Município de Maputo. O CMM finaliza o comunicado a reafirmar o seu compromisso com a legalidade, a transparência e a preservação do património municipal.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) expressou a sua preocupação face ao aumento de esquemas fraudulentos que têm proliferado em várias regiões do país.
Indivíduos mal-intencionados têm utilizado plataformas digitais para enganar cidadãos, fazendo-se passar por vendedores e distribuidores de serviços através de perfis falsos.
Segundo as autoridades policiais, estes criminosos atraem as vítimas com promessas de comercialização de viaturas, electrodomésticos e diversos serviços, levando muitos a cair nestas armadilhas. A PRM alerta que, para se protegerem, os cidadãos devem recorrer exclusivamente a empresas devidamente certificadas e que possuam estabelecimentos físicos ou referências seguras.
Além disso, a corporação recomenda que se tenha atenção especial a propostas que envolvam pedidos de transferências financeiras rápidas, preços excessivamente baixos ou facilidades pouco comuns.
Os cidadãos são aconselhados a evitar o uso de intermediários, a proteger o seu património pessoal e a denunciar situações suspeitas junto da esquadra policial mais próxima ou através dos contactos de emergência das Salas de Operações dos Comandos Provinciais, disponíveis 24 horas por dia.
A Primeira-Ministra de Moçambique, Benvinda Levi, enfatizou a importância de reforçar a colaboração entre os mercados seguradores do continente africano, durante a abertura da 48.ª Conferência Anual da Organização das Seguradoras da África Oriental e Austral (OESAI), realizada em Maputo. A conferência reúne representantes do sector segurador de diversos países.
Benvinda Levi sublinhou que não é possível alcançar um desenvolvimento sustentável sem uma resistência robusta, sendo esta impossibilidade ligada à ausência de uma gestão eficaz dos riscos. Durante o seu discurso, identificou como principais desafios actuais as alterações climáticas, fenómenos meteorológicos extremos, riscos cibernéticos, transformação tecnológica, défice de infra-estruturas e incertezas económicas globais.
A Primeira-Ministra alertou que Moçambique está vulnerável a ciclones, cheias e secas, mas também destacou as oportunidades de investimento em sectores como energia, recursos naturais, agricultura, transportes e infra-estruturas. “A concretização sustentável destes investimentos exige mecanismos adequados de gestão e transparência de riscos, e, por consequência, um mercado segurador sólido, profissional, inovador e capaz de responder a uma economia em transformação,” frisou.
Levi fez referência à evolução do mercado segurador nacional, que actualmente conta com 23 seguradoras, uma microseguradora, uma resseguradora, oito entidades gestoras de fundos de pensões, 201 correctoras e 37 agentes. Em 2025, a produção global do sector alcançou cerca de 24,6 mil milhões de meticais, com uma taxa de penetração aproximada de 1,6 por cento. No primeiro semestre de 2026, a produção ultrapassou 12,2 mil milhões de meticais.
Apesar dos avanços, a Primeira-Ministra assinalou a baixa cobertura da população adulta, estimada em apenas 17 por cento. “Alargar o acesso aos seguros é uma questão de inclusão financeira, protecção social e resiliência económica,” explicou.
Benvinda Levi também apelou ao uso de inteligência artificial, ciência de dados e transformação digital como formas de aprimorar a avaliação e a gestão de riscos, desenvolver produtos adequados e reduzir custos. “Nenhum país poderá enfrentar estes desafios isoladamente,” advertiu, instando a um reforço da colaboração entre seguradoras, resseguradoras, reguladores e outros intervenientes do sector.
A Primeira-Ministra concluiu que uma maior integração dos mercados seguradores poderá potenciar a capacidade africana de reter, gerir e financiar riscos, contribuindo para a mobilização de poupança, apoio a investimentos e aceleração do desenvolvimento socioeconómico.
A 48.ª Conferência Anual da OESAI decorre em Maputo até 20 de Agosto.
O Governo moçambicano anunciou a necessidade de transformação no Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), visando não apenas a previsão de fenómenos meteorológicos, mas também a interpretação do seu impacto nas comunidades locais.
A proposta foi apresentada pelo ministro das Comunicações e Transformação Digital, Américo Muchanga, durante a abertura do VI Conselho Consultivo do INAM, com o tema “Por um INAM preparado para a transformação digital, com serviço eficiente e centrado no utilizador”.
O ministro sublinhou a importância de que a informação meteorológica sirva para gerar decisões e acções que minimizem os efeitos de fenómenos naturais extremos. “Não é suficiente informar que vai chover; é essencial comunicar o que essa chuva poderá implicar para estradas, colheitas ou comunidades”, afirmou.
A iniciativa visa uma abordagem centrada no impacto, que pretende ultrapassar o modelo tradicional de divulgação de dados meteorológicos. Com esta nova perspectiva, o INAM poderá produzir informações que capacitem as famílias, agricultores e organizações a tomarem medidas preventivas face a eventos como ciclones e cheias.
Muchanga enfatizou que o verdadeiro valor da tecnologia reside na sua capacidade de transformar dados em acções que salvaguardem vidas. Prosseguindo com o desafio, o Governo busca garantir que a informação gerada pelo INAM chegue a quem dela necessita, em tempo útil e numa linguagem acessível.
Para acelerar a transição, estão previstas melhorias na rede de observação meteorológica nacional, incluindo a instalação de estações automáticas e radares, além do uso de inteligência artificial para previsões mais precisas e análises rápidas.
A mudança também abrangerá o sistema nacional de alerta, intensificando a colaboração entre o INAM, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) e outras instituições associadas à prevenção de emergências. Dada a vulnerabilidade do país a fenómenos hidrometeorológicos, a iniciativa transcende a simples melhoria da previsão do tempo, focando na protecção de vidas e na mitigação de danos económicos.
Além de se esforçar para integrar os dados meteorológicos nas decisões de sectores como a agricultura e as pescas, o Governo pretende ainda facilitar que esses dados sejam utilizados por gestores de infra-estruturas, permitindo uma antecipação de riscos associados a condições climáticas adversas.
O director-geral do INAM destacou a necessidade de reforçar a capacidade técnica e científica da instituição para corresponder às novas exigências.
As medidas estratégicas delineadas para o INAM incluem a modernização tecnológica, a formação de recursos humanos, uma abordagem baseada no impacto, o fortalecimento dos sistemas de aviso prévio, a integração da informação meteorológica nos sectores económicos e a busca pela sustentabilidade.
O VI Conselho Consultivo decorrerá entre os dias 17 e 19 de Agosto e servirá também para avaliar o desempenho do INAM, bem como discutir formas de acelerar a transformação digital e inovar os sistemas de informação meteorológica. A meta é construir serviços meteorológicos mais rápidos, fiáveis e ajustados às necessidades da população moçambicana.
Nesta noite, o panorama dos incêndios em Portugal apresenta sete focos de incêndio considerados significativos pela Protecção Civil. Um dos mais alarmantes é o que assola Torre de Moncorvo, localizado no distrito de Bragança.
Luís Araújo, segundo comandante regional do Norte, informou à Agência Lusa que as operações estão a ser priorizadas para garantir a segurança de pessoas e bens, numa altura em que as condições meteorológicas adversas, caracterizadas por um clima quente e seco, dificultam o combate às chamas.
José Menezes, presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, expressou optimismo quanto à contenção do incêndio, prevendo que a situação poderá ser controlada durante a noite. “É natural que estejamos um pouco preocupados. Temos uma frente activa em direcção à freguesia da Lousa. Esperamos que hoje, e possivelmente durante a noite, possamos alcançar uma fase mais calma de rescaldo”, declarou.
Actualmente, cerca de 400 operacionais estão a trabalhar no terreno, assistidos por mais de uma centena de meios terrestres. Simultaneamente, em Ponte de Lima, o incêndio em curso desde domingo também gera preocupação. O comandante dos bombeiros daquela região, Carlos Lima, comentou a complexidade do combate, tendo em conta uma mudança nas direcções do vento que poderá agravar a situação. “A frente de fogo já abriu em duas cabeças de incêndio. Temos meios posicionados para proteger as habitações e combater o fogo na floresta”, referiu.
Além destes incêndios, foram detectados mais três focos no Norte do país, em Santo Tirso, Arouca e Miraflor, que mobilizam, em conjunto, mais de 400 operacionais. Outro incêndio em Valongo já está em fase de resolução, mas não sem antes ter causado sete feridos, incluindo cinco bombeiros. Bruno Oliveira, comandante dos Bombeiros de Valongo, assegurou que todos os feridos estão a receber o tratamento necessário.
Em áreas não relacionadas com incêndios, foram anunciadas as datas para a publicação das revisões das notas da segunda fase do ensino secundário, que ocorrerão a 14 de Setembro. A informação foi divulgada no Diário da República e refere que a afixação das pautas das provas finais do ensino básico ocorrerá cinco dias antes, a 9 de Setembro.
O Governo anunciou um aumento de cerca de mil professores colocados nas escolas públicas, elevando o total para cerca de 20 mil docentes. Contudo, José Feliciano Costa, secretário-geral da Fenprof, alertou que este número inclui muitos que apenas mudaram de escola e não representam novas colocações no sistema.
Na cena internacional, tensões entre os aliados árabes dos Estados Unidos e o Irão persistem. O presidente norte-americano, Donald Trump, manifestou uma posição firme contra Omã, afirmando que medidas drásticas poderão ser tomadas se o país interferir.
Por fim, no desporto, o Benfica obteve uma vitória expressiva sobre o Casa Pia com um resultado de 7-0, celebrando assim a sua primeira vitória no campeonato desta temporada. O treinador das Águias, Marco Silva, valorizou o esforço e apoio dos adeptos, que motivaram a equipa na conquista deste resultado.
O jornalismo permanece atento às atualizações dos incêndios e das demais informações relevantes para o nosso público.
A empresa ExxonMobil acaba de revelar um investimento significativo no valor de 1,1 milhões de dólares destinado à fase inicial do projecto Rovuma LNG, situado na província de Cabo Delgado.
Este investimento sublinha o compromisso da empresa com o desenvolvimento da indústria de gás natural em Moçambique, uma iniciativa que poderá trazer benefícios económicos a longo prazo para o país.
O projecto Rovuma LNG é um dos maiores empreendimentos de gás natural em África, e a ExxonMobil, em parceria com outras empresas, busca maximizar o potencial dos vastos recursos de gás encontrados na bacia do Rovuma. A fase 1 do projecto inclui actividades de exploração, desenvolvimento de infraestruturas e mobilização de recursos humanos que irão impulsionar a capacidade de produção de gás.
O secretário de Estado dos Recursos Minerais e Energia, que acompanhou a divulgação desta informação, destacou a importância de tal investimento para a economia moçambicana, referindo que a exploração responsável de recursos naturais é essencial para o crescimento sustentável do país.
Com esta movimentação, espera-se que a ExxonMobil contribua para a geração de empregos e o fortalecimento das comunidades locais, fomentando a criação de um ambiente propício para o desenvolvimento empresarial na região. A empresa pretende fazer uso de tecnologias avançadas para garantir a segurança e a eficiência nas operações.
Este anúncio acontece num momento em que Moçambique procura diversificar a sua economia e aumentar a sua presença no mercado global de energia, tendo o Rovuma LNG o potencial para colocar o país como um dos principais exportadores de gás no continente africano.
A ExxonMobil reafirma assim a sua posição de liderança no sector energético, apostando na sustentabilidade e na inovação no desenvolvimento de recursos naturais em Moçambique.
A família Buss, que liderou a equipa de basquetebol Los Angeles Lakers durante mais de quatro décadas, encontra-se em desacordo quanto à venda da sua participação na franquia norte-americana.
Segundo diversos jornais de Los Angeles, entre os quais se incluem The Athletic, ESPN e USA Today, alguns membros da família pretendem vender 17,8% do capital a um consórcio chefiado por Bob Iger.
Jerry Buss adquiriu os Lakers em 1979 e transformou a equipa numa das marcas mais icónicas do desporto. No entanto, Jeanie Buss, a actual líder da franquia, opõe-se à intenção de venda. O advogado da família, Adam Streisand, enviou uma carta aos cinco irmãos, na qual destacou que qualquer votação visando a venda seria considerada nula, uma vez que a sua aprovação é imprescindível. Esta restrição caracteriza-se pela necessidade de manter pelo menos 15% da participação, garantindo assim que Jeanie Buss possa continuar a exercer o controlo sobre a equipa no conselho de proprietários da NBA.
Em comunicado divulgado pela ESPN, a família Buss indicou que decidiu avançar com a venda das acções restantes do Buss Family Trust (fundo fiduciário familiar) à empresa de Bob Iger, no âmbito da transacção em curso. Bob Iger, ex-presidente da Disney, uniu forças com Joshua Kushner, irmão do genro do ex-Presidente norte-americano Donald Trump, para adquirir a maior parte das acções da franquia ao multimilionário Mark Walter, num negócio estimado em 12,5 mil milhões de dólares.
A família expressou ainda que “ama os Lakers e os seus adeptos, e continuará a apoiar Los Angeles”, mas considera que é o momento de “aproveitar esta oportunidade para virar a página e retirar-se com dignidade”.
No ano anterior, os Buss já haviam vendido o controle dos Lakers a Mark Walter por 10 mil milhões de dólares, mantendo uma participação minoritária. Se a nova transacção avançar, o consórcio liderado por Joshua Kushner e Bob Iger poderá deter cerca de 83% da franquia, com a validação pela NBA agendada para Setembro.
Com esta mudança, a família Buss perderá toda a influência sobre uma equipa que foi moldada pelo visionário Jerry Buss, que nos anos 1980 transformou o conceito de entretenimento desportivo, conferindo aos Lakers uma reputação marcada por títulos, espetáculo e glamour.
A Save the Children Internacional (SCI), Uma Organização Humanitária sem fins lucrativos com Seu enfoque virado ao Bem-Estar da Criança, pretende recrutar dois (2) Motoristas baseados em Matola– MT-VG02/2026. Saiba mais.
O Ministério da Saúde (MISAU) pretende recrutar uma (1) Empresa de Consultoria para Avaliação, Dimensionamento e Optimização da Infraestrutura de Conectividade de Internet e Segurança Digital do Ministério da Saúde. Saiba mais.
A Gold Travel and Tours, Empresa que actua no ramo de Viagens, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Motoqueiro, baseado na cidade de Maputo. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável – Supply Chain (Maputo). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável de Desenvolvimento de Propostas de Programa. Saiba mais.
O Conselho Municipal de Maputo anunciou a contratação de profissionais de saúde com o objectivo de atender à crescente demanda por serviços de saúde na capital do país e reduzir os tempos de espera no atendimento aos pacientes.
Alice de Abreu, vereadora da Saúde no Conselho Municipal, sublinhou, durante uma reunião realizada na quinta-feira para coordenar e fortalecer os cuidados de saúde primários, a importância desta iniciativa: “Estamos actualmente a lançar campanhas de recrutamento de pessoal para aumentar a força de trabalho nas nossas unidades de saúde e garantir a melhoria da qualidade do atendimento prestado.”
A vereadora revelou que a escassez de recursos humanos constitui um dos principais desafios enfrentados pelas instituições de saúde, especialmente aquelas com maior pressão de demanda. Contudo, não foi divulgada a quantidade de profissionais a ser contratada.
“Estamos cientes de que o número de profissionais comparado à procura em determinados estabelecimentos de saúde está muito aquém da capacidade actual. Por isso, o Município pretende reforçar as unidades de saúde com médicos, enfermeiros, técnicos de saúde, funcionários de laboratório e farmácia, assim como pessoal de apoio, visando melhorar a prestação de serviços e as condições operacionais”, afirmou.
Acerca das queixas dos pacientes relacionadas com o mau atendimento e os atrasos na prestação de serviços, Abreu enfatizou que “as reclamações são investigadas por equipas de supervisão que visitam as instalações de saúde para verificar os factos e as circunstâncias dos incidentes, com o intuito de responsabilizar os envolvidos.”
Outro desafio destacado por Abreu diz respeito às infraestruturas, uma vez que certas unidades de saúde tornaram-se insuficientes para acomodar o número de pacientes que procuram os seus serviços.
Face a essa situação, o Município está a considerar a construção de novas unidades de saúde e a expansão das existentes. Actualmente, Maputo conta com 35 hospitais, dos quais 30 são centros de saúde. O Conselho Municipal é responsável pela gestão dos cuidados de saúde primários.
Abreu também salientou a necessidade de fortalecer os cuidados de saúde primários, argumentando que a resposta às necessidades da população deve começar a nível comunitário.
A reunião teve ainda como objetivo avaliar o desempenho do setor durante o primeiro semestre do ano, identificar as principais constrangimentos e definir medidas para melhorar a prestação de serviços no segundo semestre. O encontro decorreu sob o lema: “Fortalecer os cuidados de saúde primários para melhorar a qualidade de vida nas comunidades”, no âmbito da implementação do Plano Municipal de Desenvolvimento 2024-2028.
Pelo menos 68 pessoas perderam a vida e 213 sofreram ferimentos em consequência do sismo de magnitude 7,7 que abalou a ilha de Flores, no sábado. As autoridades indonésias continuam a realizar operações de socorro.
O novo balanço, divulgado pela Agência de Gestão de Catástrofes local, assinala um aumento significativo no número de vítimas, comparativamente ao anterior relatório, que contabilizava 53 mortos e 137 feridos. A maioria das fatalidades ocorreu nos distritos de Manggarai, onde 26 pessoas faleceram, e em Manggarai Oriental, onde 24 vidas foram ceifadas. Outros distritos afectados incluem Nagekeo, com oito mortos; Sikka, com quatro; e Ende, Manggarai Ocidental e Ngada, com duas mortes cada um.
Além das vítimas, o sismo forçou a evacuação de mais de cinco mil residentes deslocados para abrigos temporários. Desde o tremor inicial, foram registadas aproximadamente mil réplicas, levando o governo provincial a declarar um estado de emergência por um período de 14 dias. Esta medida visa facilitar a coordenação da ajuda com as autoridades centrais.
A Indonésia está situada no Anel de Fogo do Pacífico, uma região reconhecida pela sua intensa actividade sísmica e vulcânica. Neste local, ocorrem cerca de sete mil sismos anualmente, a maioria com intensidade moderada.
epa13174790 (FILE) - A view of a double-sided panel depicting the 'Madonna and Child with Christ in Pieta' attributed to Renaissance master Antonello da Messina at the Regional Interdisciplinary Museum of Messina (MuMe) in Messina, Sicily, Italy, 15 July 2022 (issued 16 August 2026 ). On the evening of 15 August 2026, thieves bypassed alarm systems and security barriers to steal the double-sided panel directly from its armored display case, along with three panels from the artist's famed 1473 'San Gregorio Polyptych'. EPA/ELISABETTA BARACCHI
Quatro valiosas obras do célebre pintor renascentista Antonello da Messina foram furtadas durante a festa da Assunção, na cidade natal do artista.
O incidente, que ocorreu na Praça Duomo, onde milhares de fiéis se reuniram para a procissão da Vara, chocou as autoridades locais e a comunidade artística.
Enquanto a procissão decorreu sob rigorosas medidas de segurança, o museu regional, situado a quatro quilómetros do local das festividades, foi alvo de um audacioso roubo. Três a quatro indivíduos, com o rosto coberto por balaclavas, conseguiram entrar no estabelecimento e, em questão de minutos, subtraíram as seis obras, as quais estão avaliadas em dezenas de milhões de euros.
Duas das obras foram posteriormente encontradas na proximidade do museu, o que leva a crer que os assaltantes abandonaram as peças durante a fuga, temendo serem identificados pelos presentes na celebração.
O Ministério Público de Messina lançou uma investigação por roubo agravado de obras de arte, inicialmente contra desconhecidos. O presidente da Região da Sicília, Renato Schifani, classificou o ato como “um crime excepcional” e “uma intolerável afronta ao património cultural universal”. O ministro da Cultura, Alessandro Giuli, manifestou o seu pesar pela situação e garantiu o apoio total do governo às autoridades regionais na gestão dos museus.
Logo após a descoberta do roubo, a polícia estabeleceu postos de controlo nos terminais de ferry que fazem a conexão com a Calábria, embora, até ao momento, não tenham conseguido localizar o grupo criminoso nem determinar se as obras ainda se encontram na Sicília.
Com a colaboração da Unidade de Protecção do Património dos carabinieri, diversas linhas de investigação estão em curso, incluindo a hipótese de que o assalto tenha sido encomendado por um negociante de arte.
Adicionalmente, a polícia procura esclarecer o que motivou a falta de intervenção dos quatro seguranças que se encontravam no museu durante o ataque, mesmo quando os alarmes soaram. As câmaras de videovigilância captaram todas as fases do roubo, e as forças da ordem só foram informadas da situação quando bateram à porta do museu para verificar a origem das obras encontradas.
O governador Schifani anunciou o início de uma inspeção interna para avaliar a responsabilidade do pessoal de segurança, relembrando que “não será tolerada qualquer zona cinzenta” no que toca à segurança das obras de arte.
Este caso surge apenas três dias após a polícia italiana ter recuperado três quadros de renomados artistas – Cézanne, Renoir e Matisse – que haviam sido roubados em março, num valor estimado de nove milhões de euros, de um museu de Parma.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) expressou preocupação face ao crescente número de casos de homicídio na província de Cabo Delgado, muitos dos quais foram acompanhados pelo furto de bens das vítimas.
A porta-voz da PRM em Cabo Delgado, Eugénia Nhamussua, revelou que nas últimas duas semanas foram relatados quatro homicídios nos distritos de Ancuabe, Quissanga, Namuno, bem como na cidade de Pemba. A corporação considera alarmante a ocorrência destes crimes em diversas localidades da província, o que exige um reforço nas medidas de segurança e investigação.
Em declarações à imprensa, Nhamussua garantiu que a PRM está a trabalhar intensamente na investigação destes homicídios, com o intuito de esclarecer as circunstâncias em que ocorreram e identificar os responsáveis. A polícia apela à população que colabore fornecendo informações que possam auxiliar na resolução destes casos.
A situação tem gerado apreensão entre os cidadãos, que clamam por mais segurança e crime.
Um crescente número de cidadãos moçambicanos tem deslocado-se à África do Sul para efectuar o processo de solicitação de vistos para os Estados Unidos da América.
Esta mudança de trajecto surge como resposta a uma crescente demanda por parte de indivíduos à procura de oportunidades de trabalho, estudo e turismo no país norte-americano.
Relatos indicam que os consulados estadunidenses na África do Sul têm-se tornado o destino preferencial para muitos moçambicanos, dado que o acesso e a rapidez no processo de solicitação de vistos são considerados mais favoráveis em comparação com as opções disponíveis dentro de Moçambique. Este fenómeno tem levado a um aumento significativo no número de viagens entre os dois países.
As autoridades consulares americanas na África do Sul têm notado um aumento no fluxo de pedidos de vistos provenientes de várias nacionalidades africanas, com os moçambicanos a destacarem-se neste panorama. As exigências para a obtenção do visto variam conforme o tipo de visto solicitado, mas incluem geralmente documentos que comprovem a finalidade da viagem, meios de subsistência e, em certos casos, vínculos com o país de origem.
Os custos associados ao tratamento de vistos, bem como as dificuldades enfrentadas por aqueles que tentam obter a documentação necessária, têm gerado debate entre os cidadãos moçambicanos. A deslocação até à África do Sul, que implica gastos com transporte e estadia, levanta preocupações quanto à acessibilidade do processo.
Enquanto os moçambicanos continuam a buscar oportunidades no exterior, as autoridades locais avaliam o impacto desta tendência nas relações bilaterais entre Moçambique e os Estados Unidos, bem como o reflexo que isso poderá ter no desenvolvimento socioeconómico do país.
Os moradores da Manga Mascarenhas, localizada na cidade da Beira, expressaram a sua necessidade urgente pela construção de uma ponte que facilite a circulação de pessoas e bens.
Esta infraestrutura é considerada essencial para garantir o acesso a serviços básicos, como saúde e educação.
A solicitação foi apresentada durante uma recente visita de fiscalização da bancada da Frelimo na Assembleia Municipal da Beira, onde Manuel Severino, chefe da bancada, destacou a situação alarmante dos habitantes que, há mais de 30 anos, dependem de uma passagem improvisada, feita com materiais precários, para atravessar a área.
Severino comprometeu-se a levar a questão à Assembleia Municipal, enfatizando a necessidade de uma intervenção rápida por parte do município. O custo estimado para a construção da ponte é de aproximadamente 500 mil meticais, um investimento que visa melhorar significativamente a qualidade de vida dos residentes locais.
A Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou a libertação de um total de 1.046 presos políticos, desde a intervenção dos Estados Unidos a 3 de Janeiro.
Esta informação foi divulgada no passado sábado, gerando reacções e dúvidas entre organizações da sociedade civil sobre a veracidade dos dados.
Na sua comunicação, Rodríguez afirmou que a Venezuela reafirma o seu compromisso com a reconciliação nacional, destacando o regresso destes venezuelanos às suas casas entre os acordos estabelecidos internamente. Prometeu ainda que as autoridades continuarão a avançar com responsabilidade no processo de libertação.
Esta declaração marca a primeira vez que a Presidente menciona o número de detenções liberadas no âmbito da chamada lei de amnistia, que faz parte do Programa para a Paz e a Coexistência Democrática. Na última sexta-feira, as autoridades venezuelanas já tinham informado sobre a libertação de mais de 130 presos políticos, conforme os termos da lei aprovada em Fevereiro, que possibilita a libertação de indivíduos que tenham cometido delitos desde 1999.
Entretanto, a organização não-governamental Foro Penal revelou que, das 130 libertações anunciadas, apenas conseguiu confirmar 73 até ao momento, levantando questões sobre a transparência do processo.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a intenção de “reduzir substancialmente” a dimensão dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul.
Esta decisão acontece na véspera do início de mais uma edição dos exercícios, que se realizam desde há mais de 70 anos e que este ano estão designados como Ulchi Freedom Shield.
Trump justifica a sua posição afirmando que tais exercícios, que envolverão cerca de 18.000 soldados sul-coreanos e uma significativa parte dos 28.500 soldados norte-americanos estacionados na península, são “dispendiosos” e transmitem um “sinal totalmente inadequado e hostil” para a Coreia do Norte. O líder norte-americano expressou a sua insatisfação com o envolvimento histórico dos EUA em manobras militares na região, destacando a boa relação que mantém com o líder norte-coreano, Kim Jong-Un.
Na sua mensagem nas redes sociais, Trump afirmou: “Tendo em conta que já é demasiado tarde para os cancelar, dei instruções ao Secretário da Defesa, Pete Hegseth, para reduzir substancialmente os exercícios militares conjuntos.” O Presidente salientou ainda que Seul não se juntou a Washington na “desnuclearização” do Irão.
A Casa Presidencial da Coreia do Sul manifestou que está a analisar a publicação de Trump e espera que a relação amistosa entre os líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte permita um diálogo significativo, impulsionando as negociações com vista à paz e estabilidade na Península Coreana.
No entanto, a decisão de Trump suscita reacções diversas. O líder da oposição sul-coreana, Jang Dong-hyeok, considerou-a um “desastre diplomático” provocado pelo Governo do Presidente Lee Jae-myeung. Para Cheong Seong-chang, vice-presidente do Sejong Institute, a possibilidade de Trump suspender completamente os exercícios militares ou reduzir o número de tropas norte-americanas sem consultar a Coreia do Sul é uma preocupação.
A segurança nacional da Coreia do Sul é uma questão premente, e diversas vozes no país sugerem uma diminuição gradual da dependência em relação a Washington, além do reforço das capacidades de dissuasão nuclear de Seul. Contudo, especialistas alertam que a redução da dimensão dos exercícios poderá comprometer a responsabilidade da Coreia do Sul pela sua própria defesa e fragilizar a dissuasão face a potenciais conflitos na Ásia.
Lim Eul-chul, especialista em assuntos da Coreia do Norte, considera que o regime de Pyongyang não verá esta redução como significativa, a menos que os exercícios conjuntos sejam completamente cancelados. “Há poucas razões para considerar isto significativo”, afirmou.
Três pessoas perderam a vida, nove permanecem desaparecidas e duas foram resgatadas com vida na sequência de um naufrágio ocorrido na manhã de ontem, no povoado de Cuassiane, na localidade de Alto-Maganha, distrito de Pebane, na província da Zambézia.
O balanço preliminar foi confirmado ao “Notícias Online” pelo administrador de Pebane, Cássimo Jamal. A embarcação sinistrada transportava 14 ocupantes, entre os quais se encontravam nove mulheres e algumas crianças.
De acordo com Jamal, os passageiros, na sua maioria da mesma família, dirigiam-se à ilha de Chocho, nas proximidades de Cuassiane, para recolher conchas e outros produtos do mar. As autoridades locais acreditam que o acidente possa ter sido desencadeado por condições meteorológicas adversas e pela sobrelotação da pequena embarcação. Apenas um homem estava a bordo, além dos ocupantes, e ele exercia também a função de tripulante, o que terá dificultado a gestão da situação quando as condições do mar se deterioraram.
As operações de busca e salvamento continuam, envolvendo equipas do Instituto Nacional do Mar (INAMAR), da Polícia da República de Moçambique (PRM) e pessoal de saúde. Os dois sobreviventes já receberam assistência médica no centro de saúde local. As autoridades estão empenhadas em localizar os desaparecidos e recuperar os corpos das vítimas.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) de Moçambique anunciou a resolução de 419 casos criminais variados durante a primeira metade deste ano na província central de Manica.
Este número representa um aumento significativo face aos 210 casos resolvidos no mesmo período de 2022.
Em comunicado, o SERNIC especificou que os crimes elucidados incluem homicídios, roubos agravados e agressões sexuais, entre outros delitos.
As informações foram divulgadas durante uma visita do Secretário de Estado para Manica, Lourenço Lindonde, à instituição. Durante esta visita, Lindonde avaliou o relatório da entidade, salientando os progressos logrados até à data. Contudo, reconheceu a existência de desafios, nomeadamente a falta de espaço para albergar determinados serviços, assim como a escassez de recursos financeiros e humanos necessários para o pleno funcionamento do SERNIC.
“Por vezes, estes desafios têm impactado as operações do setor. É necessário reconhecer que alguns destes problemas são generalizados. Acreditamos que serão superados, e o Estado irá gradualmente melhorar a sua capacidade material e financeira para assegurar o contínuo desenvolvimento do país”, afirmou.
Lindonde deixou um apelo ao SERNIC para manter o compromisso com a segurança e a luta contra a criminalidade através de investigações profissionalizadas. “Executem o vosso trabalho com profissionalismo e lealdade. Concentrem-se em investigações profissionalizadas, pois essa é a única forma de cumprirmos a nossa missão de prevenir e combater o crime”, disse.
O Secretário de Estado também instou os agentes do SERNIC a priorizarem a formação profissional, de modo a enriquecer os seus conhecimentos em áreas específicas. “No vosso dia-a-dia, lidam com questões sensíveis que, por vezes, requerem um conhecimento aprofundado. Existem casos criminais que exigem especialização em direito ou áreas afins”, concluiu.
Foram publicadas hoje, dia 31 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
Clique aqui para baixar a edição em...
Uma investigação recente revelou que as substanciais dívidas acumuladas pelo Estado moçambicano têm sido um factor determinante para a decisão de alienar a operadora...
As obras de reabilitação e modernização da Estrada Nacional Número 4 (EN4) em Moçambique continuam a progredir de forma significativa, com o objectivo de...
Uma operação inspectiva levada a cabo pela Autoridade Nacional Reguladora de Medicamento (ANARME), em colaboração com a Inspecção-Geral de Segurança Alimentar e Económica (IGSAE),...