Num incidente ocorrido no distrito de Massangena, em Gaza, um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM) alvejou mortalmente um recluso que tentava escapar.
O recluso em questão tinha sido encarregado de preparar as refeições para os seus colegas de prisão e aproveitou uma oportunidade para fugir, despistando a polícia.
Segundo Júlio Nhamussua, porta-voz do comando provincial da PRM em Gaza, o fugitivo tentou agredir o agente da polícia com uma catana durante a tentativa de captura.
Após o incidente, o agente responsável pelo disparo fatal foi detido e um processo de investigação está em curso para apurar as circunstâncias precisas do ocorrido.
Um avião de pequeno porte caiu e provocou a morte de pelo menos cinco pessoas em Nashville, Tennessee, nos Estados Unidos.
A aeronave caiu perto de uma rodovia movimentada. Nas redes sociais, vídeos e fotos mostram os destroços ainda em chamas. Vários carros estavam na área no momento do acidente, mas nenhum foi atingido pelo avião.
Até o momento desta reportagem, as autoridades norte-americanas não tinham divulgado a identidade das vítimas.
“Estamos tristes pela perda das vidas a bordo, mas estamos orgulhosos do trabalho que todos estão a fazer para estabilizar esta situação e garantir que não haja mais vítimas”, disse Kendra Loney, oficial de informação pública do Corpo de Bombeiros local ao portal News Channel 5 Nashville.
Um problema mecânico foi reportado pelo piloto ao aeroporto de Nashville, que solicitou um pouso de emergência. Apesar da tentativa, o avião caiu a aproximadamente 5 km do aeroporto.
Imagens captadas pelas câmeras do governo do Tennessee, divulgadas pelo site SafetyVid.org, mostram o momento exato da explosão do avião.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) emitiu um alerta para a ocorrência de calor intenso nas regiões de Maputo e Gaza, incluindo a capital do país.
Segundo o INAM, para o dia seguinte, está previsto um clima extremamente quente e úmido, com temperaturas máximas esperadas entre 37 e 41 graus Celsius.
Além disso, há previsão de ventos com rajadas fortes, acompanhados de trovoadas e aguaceiros locais no final do dia.
Estudantes da Universidade São Tomás de Moçambique (USTM), localizada em Maputo, interromperam as aulas em protesto contra o aumento das propinas, taxas de exame de recorrência e a demora no atendimento administrativo.
O protesto tinha como objetivo principal obter esclarecimentos da direção da instituição de ensino sobre a imposição de multas sem justificação adequada, que incluíam um acréscimo de 50% no valor das propinas em todos os cursos para o mês de fevereiro.
“O ano letivo começou em 12 de fevereiro, mas a universidade exige o pagamento das propinas até dia 10, com uma multa de 50%. Além disso, houve um aumento no valor das taxas de exames de recorrência, de 700 para 1500 meticais, sem uma explicação coerente”, explicou uma estudante que preferiu não se identificar.
Ela também mencionou que, após efetuarem o pagamento das propinas e taxas, enfrentavam longos atrasos na emissão dos recibos e destacou casos de suborno para acelerar os processos em dias de grande afluência.
“Os recibos originais ficam retidos nas finanças por um longo período, resultando em inconsistências no sistema que geram dívidas adicionais. Isso leva muitos estudantes a acumular multas, pois é difícil justificar o pagamento”, acrescentou.
Após negociações entre os estudantes e a administração da universidade, foi acordado o adiamento do aumento das taxas e a isenção de multas para as mensalidades de fevereiro e março.
A TotalEnergies retomará o projeto de exploração de gás natural liquefeito em Cabo Delgado assim que os acordos de financiamento forem restaurados. O CEO da multinacional, Patrick Pouyanné, sugere que isso pode ocorrer em breve.
Durante a apresentação dos resultados anuais de 2023, realizada em fevereiro deste ano, a TotalEnergies detalhou os progressos e desafios enfrentados no projeto de GNL no país. O aspecto financeiro é o que impede o reinício da multinacional em Afungi, pois algumas instituições financeiras retiraram-se do projeto devido à intensificação dos ataques terroristas em Cabo Delgado.
“A última questão é o financiamento deste megaprojeto, que, eu diria, foi suspenso em 2021. Então, agora, estamos no processo de reengajamento com todas as instituições financeiras envolvidas em todo o mundo. Quando isso estiver concluído, reiniciaremos o projeto”, disse Patrick Pouyanné, CEO da TotalEnergies.
Segundo o líder da TotalEnergies, uma das prioridades, neste momento, é garantir estabilidade em Afungi. Patrick Pouyanné afirmou que a ideia da retoma foi impulsionada por uma série de fatores, incluindo o compromisso contínuo do Governo moçambicano em restaurar a segurança na área.
“Estamos a monitorizar permanentemente a situação no terreno. Como sabem, o Estado moçambicano está a receber apoio de outro Estado africano, nomeadamente o Ruanda, para manter o controlo da situação. O mais importante para nós é que a população civil regressou à região e a vida voltou ao normal”, avançou.
A multinacional espera retomar alguns trabalhos de engenharia no meio do ano, mas antes Pouyanné quer estar seguro de que a retoma dos trabalhos seja permanente.
“Estamos a acompanhar de perto a situação. Novamente, o que quero evitar a todo o custo é decidir trazer as pessoas de volta ao local e, depois, retirá-las novamente. Essa seria uma situação muito complexa de lidar”, revelou o CEO da TotalEnergies.
Além disso, o CEO mencionou a Fundação Pamoja Tunaweza, criada em abril de 2023 para impulsionar o desenvolvimento socioeconómico da província de Cabo Delgado. Esta fundação inovadora visa partilhar a prosperidade com as comunidades locais antes mesmo do início da produção do projeto.
Por fim, a TotalEnergies afirma que está, junto dos seus parceiros, determinada a avançar com o projeto Mozambique LNG, não apenas trazendo benefícios económicos, mas também contribuindo para o bem-estar das comunidades locais por meio de iniciativas como a Fundação Pamoja Tunaweza.
A TotalEnergies investiu cerca de 40 milhões de dólares no país entre 2022 e 2023.
Incêndios florestais que eclodiram no Texas já consumiram cerca de 527 mil hectares ao longo de uma semana, deixando para trás um rasto de destruição e a perda de pelo menos duas vidas, de acordo com informações das autoridades norte-americanas.
O Serviço Florestal da Universidade Texas A&M relatou hoje que cinco incêndios florestais permanecem ativos no estado.
Um dos incêndios, denominado Smokehouse Creek, classificado como o maior na história do Texas, localizado no condado de Hutchinson, já devastou quase 405.000 hectares de terra.
Condições climáticas adversas, como temperaturas anormalmente altas para o inverno, baixa umidade e ventos fortes, têm alimentado a propagação das chamas. Contudo, o Serviço Meteorológico Nacional (NWS) indicou hoje que uma frente fria está prevista para aliviar as condições.
Apesar da previsão não incluir chuva, os ventos e os níveis de umidade relativa do ar não se apresentarão tão favoráveis para a propagação dos incêndios no início desta semana, informou a estação NWS em Amarillo, situada a 750 quilómetros a noroeste de Austin.
Os incêndios têm sido particularmente devastadores na região de Panhandle, no norte do Texas, onde quase 85% do gado do estado é criado.
Segundo autoridades locais, Joyce Blankenship, uma ex-professora de 83 anos, perdeu a vida no incêndio que consumiu sua casa na cidade de Stinnet, localizada a 55 quilómetros a nordeste de Amarillo.
Outra vítima, identificada como Cindy Owen, foi encontrada sem vida após seu caminhão ser engolido pelas chamas ao sul do Canadá, situado a 160 quilómetros a nordeste de Amarillo. Cindy Owen foi transportada para um hospital em Oklahoma, onde veio a falecer.
No domingo, autoridades do condado de Hutchinson ordenaram a evacuação da cidade de Fritch, situada a 55 quilómetros ao norte de Amarillo, por aproximadamente três horas, enquanto um novo incêndio, conhecido como Roughneck, se aproximava.
Os bombeiros conseguiram conter 25% deste incêndio quando consumiu cerca de 120 hectares de terra, e felizmente não houve relatos de danos a edifícios.
No decorrer do ano de 2023, o Irão conduziu um total de pelo menos 834 execuções, de acordo com dois relatórios divulgados por organizações não-governamentais (ONGs), o que representa um aumento de 43% em comparação com o ano anterior e o valor mais alto desde 2015.
O relatório, apresentado pela Iran Human Rights (IHRNGO) e pela Ensemble contra la peine de mort (ECPM), destaca um aumento significativo no número de execuções no Irão, chamando a atenção para o facto de este ser o segundo ano em duas décadas em que o número de execuções ultrapassa a marca de 800 anualmente. As organizações classificam este número como alarmante.
As execuções no Irão, que frequentemente ocorrem por enforcamento ou estrangulamento, atingiram um total de pelo menos 22 mulheres em 2023, o que representa o valor mais elevado dos últimos 10 anos, conforme reportado pelas ONGs.
O relatório também destaca a alegada utilização da pena de morte como instrumento de repressão política no Irão, especialmente após o movimento de protesto que surgiu em resposta à morte de Mahsa Amini, uma mulher curda iraniana de 22 anos, que faleceu sob custódia policial em setembro de 2022 após ser detida por não usar o véu corretamente. Este incidente desencadeou protestos em larga escala em todo o país.
As ONGs afirmam que as execuções extrajudiciais dentro e fora das prisões não foram incluídas nas estatísticas de execução do relatório, destacando que pelo menos 551 pessoas foram mortas em manifestações ou execuções extrajudiciais em 2023. Entre os executados, pelo menos oito manifestantes estavam entre eles, seis dos quais haviam sido detidos e condenados em conexão com os protestos.
Pelo menos oito pessoas perderam a vida em um bombardeamento no sul da Faixa de Gaza, de acordo com relatos recentes. O exército israelita realizou o ataque à cidade de Khan Yunis, resultando em fatalidades entre os palestinianos.
As autoridades palestinianas estão a denunciar a situação como uma “catástrofe humanitária e sanitária”.
O alvo do bombardeio foi uma residência familiar localizada nas proximidades do Hospital Europeu de Gaza, conforme informações fornecidas por fontes médicas locais à agência de notícias palestiniana WAFA.
O Ministério da Saúde de Gaza, que está sob o controlo do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), relatou que o exército israelita já matou 364 profissionais de saúde e prendeu 269 no local de trabalho.
Os ataques às infraestruturas sanitárias resultaram na destruição de 155 edifícios de saúde e na inoperância de 32 hospitais e 53 centros médicos. Além disso, o Ministério palestiniano registou 126 ataques a ambulâncias.
Em um comunicado, o Ministério alertou que a situação sanitária é absolutamente catastrófica e indescritível, agravando-se devido à falta de assistência médica essencial. A ocupação israelita é acusada de deliberadamente contribuir para a propagação de epidemias e doenças infecciosas.
Por sua vez, o Governo israelita reportou quase um milhão de casos de doenças infecciosas, para as quais não possui capacidade de prestar cuidados adequados. Além disso, estão a ser registadas mortes por desidratação e subnutrição no norte da Faixa de Gaza.
A ofensiva israelita na Faixa de Gaza foi lançada em resposta a um ataque do Hamas em solo israelita em 7 de outubro, que resultou na morte de 1.200 pessoas e no sequestro de 240 reféns.
Desde então, as autoridades palestinianas comunicaram a morte de mais de 30.500 pessoas, com outras 412 mortes ocorrendo na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental pelas forças de segurança e colonos israelitas.
A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Recursos Humanos. Saiba mais.
A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Reparação de Automóveis. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor – Programa. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Chefe de Concepção e Desenvolvimento de Programas. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor – Administração. Saiba mais.
A CEAG – Consultoria Empresarial, Acadêmica e de Gestão, Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Promotores de Vendas e Serviços. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Desenvolvimento de Plataformas Locais. Saiba mais.
O Supremo Tribunal da Rússia recusou um último recurso apresentado por Boris Nadezhdin, um opositor do regime, para concorrer às eleições presidenciais de março.
A Comissão Eleitoral invalidou parte das assinaturas recolhidas por alegadas irregularidades, o que levou Nadezhdin a contestar a decisão na Justiça. No entanto, os tribunais rejeitaram todos os seus argumentos. Hoje, o Supremo Tribunal descartou o pedido de invalidação da decisão da Comissão Eleitoral, que negou a permanência de Nadezhdin como candidato presidencial no processo eleitoral.
Nadezhdin argumentou perante o tribunal que a Comissão Eleitoral não tem competência para decidir quem é um “bom candidato” e propôs até mesmo adiar as eleições para investigar mais a fundo o seu caso. No entanto, essa proposta não foi aceite.
As eleições presidenciais na Rússia estão marcadas entre 15 e 17 de março, num contexto em que o atual Presidente, Vladimir Putin, procura a reeleição. A campanha eleitoral foi marcada pela morte na prisão do líder da oposição Alexei Navalni.
Nadezhdin concorreu à presidência como candidato pelo partido Iniciativa Cívica. Embora inicialmente tenha recolhido mais de 100 mil assinaturas, as autoridades anularam cerca de 15% delas, alegando irregularidades, incluindo assinaturas de pessoas já falecidas, uma acusação que Nadezhdin negou.
Um trágico ataque aéreo israelita em Rafah, no sul da Faixa de Gaza, resultou na perda devastadora de uma mulher e sua família.
Abu Anza, de 29 anos, enfrentou uma terrível realidade quando perdeu seus dois filhos gémeos e o marido na explosão que destruiu sua casa.
A história de Abu Anza é marcada por uma década de luta para conceber. O casal havia tentado engravidar durante 10 anos, recorrendo a três fertilizações in vitro. Finalmente, no início do ano passado, Abu engravidou e deu à luz os bebés em 13 de outubro. No entanto, menos de uma semana após o nascimento, o Hamas atacou Israel, mergulhando a região em conflito.
Na fatídica noite, Abu Anza acordou por volta das 22h00 para amamentar seu filho, Naeim. Após alimentar o bebé, ela voltou a dormir ao lado do menino e de sua filha, Wissam. Enquanto isso, o marido descansava próximo à família. Cerca de meia hora depois, uma explosão violenta abalou a casa, fazendo-a desabar. Abu gritou desesperadamente pelos filhos e pelo marido, mas todos estavam mortos. O pai das crianças agarrou os gémeos e deixou Abu para trás.
Em meio à tragédia, Abu Anza expressou sua dor e desespero: “Não temos direitos. Perdi as pessoas que me eram mais queridas. Não quero mais viver aqui. Quero sair deste país. Estou exausta desta guerra.
Prevê-se a instalação de unidades caninas nos aeroportos de Pemba, localizado na província de Cabo Delgado, e Nacala-Porto, na província de Nampula, com o objetivo de combater o contrabando de produtos provenientes da vida selvagem.
Estas duas unidades caninas deverão estar operacionais no segundo semestre deste ano.
A escolha destes dois aeroportos resulta de um estudo sobre a frequência e a possibilidade de circulação de produtos da fauna selvagem, não apenas nas províncias de Cabo Delgado e Nampula, mas também nas províncias vizinhas de Niassa, onde se localiza a Reserva Especial do Niassa, e na Zambézia, onde se encontra o Parque Nacional do Gilé.
O estudo criminológico, conduzido pela Administração Nacional das Áreas de Conservação e outras entidades, concluiu que os dois aeroportos podem estar a ser utilizados como pontos de trânsito ilegal de produtos provenientes da vida selvagem.
Esta informação foi divulgada hoje, em Maputo, pelo Coordenador da Direção-Geral da Administração Nacional das Áreas de Conservação, durante a assinatura de um acordo com a empresa Aeroportos de Moçambique para implementar esta iniciativa.
Jorge Fernando indicou que atualmente está em curso a construção das infraestruturas necessárias, bem como o treino dos cães farejadores e dos seus tratadores.
Além disso, está prevista a realização de um estudo para avaliar a viabilidade da instalação de uma unidade canina no Aeroporto Internacional da Beira, localizado na província de Sofala.
Agbéyomé Kodjo, antigo Primeiro-Ministro e ex-Presidente do parlamento do Togo, faleceu no exílio aos 69 anos, como informado pelo portal de notícias local Ici Lomé.
Kodjo estava exilado desde as eleições presidenciais de 2020, nas quais Faure Gnassingbé conquistou um novo mandato.
A morte de Kodjo no domingo foi confirmada por fontes próximas do político, conforme citado pelo portal local Ici Lomé. Até o momento, as autoridades togolesas não fizeram qualquer declaração sobre o falecimento do líder da oposição, que era um aliado próximo do arcebispo emérito de Lomé, Philippe Kpodzro, falecido em janeiro, aos 93 anos, na Suécia.
Kodjo serviu como Primeiro-Ministro de agosto de 2000 a junho de 2002, durante o mandato do presidente Gnassingbé Eyadema – pai do atual presidente – e anteriormente ocupou os cargos de ministro da Juventude, Administração Territorial e Segurança. Também foi Presidente da Assembleia Nacional de 1999 a 2000.
Nascido em 1954 na cidade de Tokpli, Kodjo distanciou-se do então presidente durante tensões dentro do partido no poder, a União do Povo Togolês (RPT). Após seu retorno do exílio em 2005, após a morte de Eyadéma Gnassingbé, foi brevemente detido.
Desde então, Kodjo permaneceu na oposição contra Faure Gnassingbé, que assumiu a presidência após a morte de seu pai. Em 2020, concorreu como candidato da coalizão Dynamic Monsignor Kpodzro (DMK), apoiado por um de seus mentores políticos.
Após as eleições, Kodjo afirmou ser o “Presidente eleito” e recusou-se a reconhecer a vitória de Gnassingbé, que obteve um quarto mandato à frente do país. Foi detido pelas forças de segurança togolesas e, após sua libertação, exilou-se, sem retornar ao seu país natal.
A vitória de Gnassingbé continuou a saga familiar à frente do país desde o golpe de Estado de 1967. A aprovação pelo parlamento, em 2019, do retorno ao limite de dois mandatos estabelecido na Constituição, que Eyadema havia abolido em 2002 para permanecer no cargo, permitiu que Gnassigbé se candidatasse novamente e permanecesse no cargo até 2030, caso vença as eleições previstas para 2025.
A Argélia compromete-se a disponibilizar cerca de 30 milhões de dólares para a construção de um pavilhão multiuso em Moçambique, revelou o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, durante uma conferência de imprensa sobre os resultados da sua visita oficial de quatro dias ao país.
Essa decisão foi tomada durante a VII Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo do fórum dos países exportadores de gás natural, na Argélia.
Nyusi destacou que, ao expressar a preocupação de Moçambique com a construção de uma arena multiuso, o presidente argelino prontamente concordou e ofereceu um apoio financeiro de 30 milhões de dólares para o projeto. O pavilhão multiuso será uma instalação desportiva versátil que beneficiará atletas e entusiastas do desporto em Moçambique.
Além disso, Nyusi afirmou que a Argélia expressou interesse em receber estágios para equipas moçambicanas em várias modalidades desportivas. O presidente argelino, Abdelmadjid Tebboune, mostrou-se pessoalmente interessado em acolher as equipas de Moçambique para treinos e estágios em território argelino.
Esta iniciativa representa um passo significativo nas relações entre Moçambique e Argélia, com o compromisso de cooperação na área desportiva e na construção de infraestruturas desportivas essenciais para o desenvolvimento do desporto no país.
A Comissão Europeia aplicou uma multa de 1,84 mil milhões de euros à gigante tecnológica Apple por abusar de sua posição dominante na App Store, a loja de aplicações da empresa, para fornecedores de ‘streaming’ de música.
Essa decisão surgiu após uma queixa feita pela fornecedora sueca de ‘streaming’ de música, Spotify.
Segundo comunicado da Comissão Europeia, foi constatado que a Apple impôs restrições aos criadores de aplicações, impedindo-os de informar os utilizadores dos dispositivos iPhone e iPad sobre serviços de subscrição de música mais baratos disponíveis fora da App Store. Estas restrições eram aplicadas através de disposições contra direcionamento.
A Comissão considerou essa prática ilegal à luz das regras de concorrência da União Europeia, e afirmou que esse comportamento da Apple perdurou por quase uma década, o que pode ter levado muitos utilizadores a pagar preços significativamente mais elevados pelas assinaturas de música em ‘streaming’.
Esta multa é uma das maiores já aplicadas pela Comissão Europeia em casos de concorrência, ficando atrás apenas das multas impostas à Google em 2018 (4,34 mil milhões de euros) e em 2017 (2,4 mil milhões de euros).
A Comissão afirmou que o valor total da multa, superior a 1,8 mil milhões de euros, é proporcional à gravidade da infração cometida pela Apple.
Três membros de uma mesma família perderam a vida num incêndio na cidade de Vilankulo, localizada na província de Inhambane.
As vítimas, que eram irmãs, foram encontradas carbonizadas após um incêndio que ocorreu por volta das 22 horas. Há suspeitas de que o fogo tenha sido provocado intencionalmente, alegadamente pelo namorado de uma das irmãs.
Até o momento, a equipe do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) ainda não chegou ao local para realizar a perícia e remover os corpos.
Empresários provenientes do Burundi estão a estabelecer uma unidade de processamento agrícola no distrito de Vanduzi, localizado em Manica.
Sob o nome de GPE, a empresa tem como objetivo produzir anualmente cerca de quinhentas e trinta toneladas de cereais, com foco especial no milho, numa área de cento e trinta e quatro hectares.
O porta-voz da empresa, Nduy Emery, anunciou que, além da produção de milho, o projeto também inclui a instalação de uma fábrica de moagem de farinha. Na primeira fase do empreendimento, está prevista a contratação de cinquenta trabalhadores. Além disso, a empresa comprometeu-se a construir salas de aula como parte de suas responsabilidades sociais.
O administrador do distrito de Vanduzi, João Pedro Amade, considera o estabelecimento desta empresa de processamento de alimentos como uma grande mais-valia para o distrito, pois irá impulsionar os índices de desenvolvimento local.
Um incêndio irrompeu no edifício do Ministério da Administração Estatal e Função Pública, localizado na cidade de Maputo.
De acordo com a Rádio Moçambique (RM), as chamas afetaram o quarto andar do edifício, onde está instalada a Direção Nacional de Desenvolvimento, resultando na destruição de diversos documentos e parte dos equipamentos.
Acredita-se que o incêndio tenha sido desencadeado por um curto-circuito por volta das 7 horas da manhã.
O Serviço Nacional de Salvação Pública prometeu fazer uma declaração após avaliar os danos causados pelo incêndio.
Um número significativo de pessoas, excedendo 6.000, encontra-se isolado na região do Vale de Aosta, localizada no Norte da Itália, devido a uma avalanche de neve que bloqueou várias estradas regionais, informou a imprensa local na segunda-feira.
A situação é particularmente crítica no vale de Lys, próximo ao Monte Rosa, onde cerca de 4.500 residentes estão isolados devido a uma avalanche que atingiu a entrada de um túnel em Gaby. A referida localidade permanece inacessível, afetando os municípios vizinhos de Gressoney-La-Trinité e Gressoney-Saint-Jean.
Embora a maioria dos afetados sejam turistas, as autoridades decidiram fechar as escolas em três municípios da região. O perigo de novas avalanches é considerado alto, o que levou à adoção dessa medida preventiva.
A situação também é preocupante em Gressoney-La-Trinité, onde reside uma população de aproximadamente 300 pessoas. Estima-se que cerca de 3.000 turistas estejam presos em altitudes diversas na área, tornando-os vulneráveis aos perigos decorrentes das condições climáticas extremas.
Três pessoas, identificadas como I. Luís, de 25 anos, Francisco, de 31, e A. António, de apenas 16, foram presas pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) em Sofala, por estarem envolvidas na venda e consumo de drogas conhecidas como “soruma”, além de posse ilegal de uniformes das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) e da Polícia.
O porta-voz do SERNIC em Sofala, Alfeu Sitoe, explicou que a detenção ocorreu em flagrante delito, após uma investigação que surgiu de suspeitas de atividades ilegais. Os três indivíduos foram detidos numa residência onde a droga foi encontrada, juntamente com os uniformes militares e policiais, que se acredita terem sido usados em atividades criminosas, manchando assim a reputação dessas duas forças de segurança.
I. Luís afirmou que era apenas um consumidor de drogas e que os uniformes pertenciam a um primo chamado Max, que lhe pediu para guardá-los. Já Z. Francisco, outro implicado no caso, disse que frequentava a casa de I. Luís para comprar drogas, as quais consumia apenas para aliviar o stress após longas horas de trabalho.
Este ano, o Serviço Nacional de Investigação Criminal já deteve um total de 11 pessoas suspeitas de envolvimento na venda e consumo de drogas.
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