O Hospital Central de Maputo (HCM) registou um morto e 315 pacientes nas últimas 24 horas, entre os quais 19 vítimas de acidentes de viação, quatro dos quais ficaram internados.
De acordo com o médico-chefe do Banco de Socorros do HCM, Justino Madeira, a festa de transição de ano decorreu num ambiente tranquilo na Cidade de Maputo, com redução do número de admissões em relação ao ano passado.
“Em termos de óbitos, registámos apenas um, que foi no departamento de ginecologia, mas, além disso, não tivemos um outro registo”, disse Madeira.
“Em termos de traumas, num total de 315 pacientes que deram entrada nas últimas 24 horas, tivemos cerca de 60 pacientes afectados com trauma, sendo que 13 foram por queda e, desses 13, tivemos uma criança. Tivemos 19 casos de acidentes de viação, desses quatro ficaram internados, tivemos seis casos de feridas perfuradas por arma branca”, avançou.
O sismo de magnitude 7,6 que atingiu o centro do Japão, deixou pelo menos 30 mortos, segundo balanço atualizado das autoridades locais.
A maioria das vítimas mortais foi registada no porto de Wajima, na península de Noto, no extremo norte da prefeitura de Ishikawa, epicentro do tremor.
As autoridades também registaram 14 feridos graves e “muitos feridos ligeiros”.
O sismo levou as autoridades a activar um alerta de tsunami, que esteve em vigor durante 18 horas, ao longo da costa ocidental das ilhas de Honshu e Hokkaido e do norte da ilha de Kyushu.
Wajima tem cerca de 23 mil habitantes e foi uma das localidades mais afectadas devido à proximidade do epicentro do sismo.
O tremor provocou danos significativos em edifícios e infra-estruturas, incluindo estradas, pontes e linhas eléctricas.
As autoridades estão a trabalhar para avaliar os danos e prestar assistência às vítimas.
O recenseamento militar obrigatório arrancou hoje em Moçambique, abrangendo 221.141 jovens mancebos dos 18 aos 35 anos de idade, dos quais 147.114 homens.
O processo também abrange cidadãos moçambicanos residentes no estrangeiro, que se podem inscrever junto às missões diplomáticas e consulares nos países onde residem.
Para o efeito, foram criados 1.670 postos de recenseamento em todas as províncias, distribuídos em 1.499 locais fixos e 171 móveis.
As províncias de Maputo, Maputo e Nampula são as que concentram o maior número de jovens a serem recenseados, com 25.000, 23.000 e 23.000, respetivamente.
A seguir, seguem-se a Zambézia (21.348), Tete (21.000), Sofala (20.302), Inhambane (20.220), Manica (18.403), Gaza (16.509), Niassa (16.509) e Cabo Delgado (15.789).
O recenseamento militar é obrigatório para todos os cidadãos moçambicanos que cumprem os requisitos de idade. O processo tem como objetivo registar os jovens que poderão ser chamados a prestar o serviço militar obrigatório.
Os jovens que não se recensearem estarão sujeitos a sanções, que podem ir desde a multa até à prisão.
A Fundação Aga Khan pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Prevenção Transmissão Vertical e Envolvimento Comunitário. Saiba mais.
A Save the Children International (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador Nacional – Grupo de Educação. Saiba mais.
A Fundação Aga Khan pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Prevenção Transmissão Vertical e Envolvimento Comunitário. Saiba mais.
A Fundação Wiwanana – Organização para Promoção de Saúde Comunitária pretende recrutar um (1) Assistente de Monitoria do Projecto READY+ na área de SDSR. Saiba mais.
A Fundação Wiwanana – Organização para Promoção de Saúde Comunitária pretende recrutar um (1) Assistente de Monitoria do Projecto OIM na área de SDSR. Saiba mais.
A Fundação Wiwanana – Organização para Promoção de Saúde Comunitária pretende recrutar um (1) Oficial de Coesão Social e Consolidação da Paz. Saiba mais.
A Save the Children International (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador Nacional – Grupo de Educação. Saiba mais.
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Chegada do bando das picaretas as instalacoes do Tribunal Judicial de Guimaraes seccao Varas de Competencia Mista
guardas prisionais prisional
algemas
Foto de Jose Mota
As autoridades policiais portuguesas e espanholas detiveram, em Málaga, Espanha, seis pessoas suspeitas de envolvimento no rapto de um idoso no Algarve, Portugal.
A vítima, um homem de 82 anos, foi raptada em Almancil, no dia 25 de agosto, e levada para Barcelona. Durante o rapto, o idoso foi agredido e ameaçado com armas de fogo, e teve 100.000 euros roubados das suas contas bancárias.
Após o rapto, a vítima foi amarrada a uma árvore, num local ermo, para que não fosse encontrada. No entanto, o idoso conseguiu libertar-se e pedir ajuda.
Os suspeitos, quatro homens e duas mulheres com idades entre os 21 e os 43 anos, foram detidos no dia 13 de dezembro, em Málaga. As buscas domiciliárias realizadas resultaram na apreensão de uma arma de fogo, réplicas de armas de fogo, material destinado à contrafação de documentos de identificação e documentação falsa.
As seis pessoas foram detidas por suspeitas de rapto, roubo com arma de fogo, associação criminosa e branqueamento de capitais.
A investigação prossegue para identificar outros factos criminosos relacionados com o grupo.
Na quarta-feira (27), o Supremo Tribunal do Michigan nos Estados Unidos autorizou a inclusão de Donald Trump nas cédulas de votação das primárias republicanas do estado. Esta decisão amplia ainda mais a possibilidade de o ex-presidente concorrer ao cargo em 2024.
Após uma decisão de um tribunal de apelações, os juízes concluíram que o ex-presidente poderia participar das primárias do estado, apesar das acusações de tentativas de anular as eleições de 2020 e de incitar a invasão ao Capitólio em 2021.
Esta decisão do Michigan segue-se a outra tomada pelo Supremo Tribunal do Colorado. Na terça-feira (19), os juízes determinaram a remoção de Trump das cédulas de votação das primárias republicanas de 2024, devido ao seu envolvimento nos ataques de 6 de janeiro ao Capitólio.
Na sua plataforma de mídia social, Truth Social, Trump elogiou a decisão do Michigan.
“Devemos impedir que a eleição de 2024 seja fraudulenta e roubada, tal como a de 2020 foi roubada”, escreveu o ex-presidente.
Uma auditoria do Tribunal Administrativo de Moçambique detectou um desvio de mais de 24 milhões de euros em fundos da covid-19 desembolsados pelo Estado em 2021.
O documento, que foi enviado ao Governo, refere que o Instituto Nacional de Acção Social (INAS), instituição pública beneficiária e gestora dos fundos, realizou despesas no valor de 1.709.747.851,72 meticais (24,2 milhões de euros), valor “do qual não houve evidências da contraprestação dos serviços contratados, o que consubstancia desvio de fundos”.
A auditoria refere ainda que foram feitos pagamentos indevidos no valor de mais de 78,6 milhões de meticais (1,1 milhão de euros) e despesas não elegíveis no valor de 25 milhões de meticais (354 mil euros).
Entre outros aspectos, o Tribunal Administrativo chama à atenção para contratos não remetidos à fiscalização prévia de valor superior a 57,3 milhões de meticais (811 mil euros), irregularidades no processo de contratação no montante total de mais de 100,1 milhões de meticais (1,4 milhões de euros) e para a falta de documentos justificativos de realização de despesas no valor total de 11,7 milhões de meticais (165.700 euros).
O documento recorda que, em face dos efeitos da covid-19 na economia, o Governo moçambicano elaborou um “plano de necessidades” orçado em 700 milhões de dólares (633,5 milhões de euros), dos quais 100 milhões de dólares (90,5 milhões de euros) para prevenção e tratamento, 200 milhões de dólares (181 milhões de euros) para apoio ao Orçamento do Estado, 240 milhões de dólares (219 milhões de euros) para transferências às famílias e 160 milhões de dólares (145 milhões de euros) para micro-negócio.
“Nesse sentido, o Governo formulou o pedido de empréstimo ao Fundo Monetário Internacional, em Abril de 2020, e o pedido de apoio aos parceiros de cooperação, com vista a cobrir as necessidades”, lê-se.
A auditoria conclui que as “deficiências” verificadas no processo de controlo e gestão destes fundos “contribuíram para que as Demonstrações Financeiras tivessem distorções materiais”, nomeadamente a “comunicação deficitária em relação à finalidade dos desembolsos efectuados” pelo Ministério da Economia e Finanças, pela “implementação deficitária, ou, inexistência de mecanismos” de controlo, pela “deficiência na organização de arquivos e registos de processos de prestação de contas”.
Igualmente, a “falta de mecanismos eficazes que garantam que a selecção de fornecedores de bens e provedores de serviços esteja em conformidade com as regras de ‘procurement’ vigentes no país”, mas que garantam também “que os empreiteiros, durante a edificação de infra-estruturas públicas, cumpram as especificações técnicas estabelecidas nos cadernos de encargos”.
O Governo moçambicano ainda não se pronunciou sobre as conclusões da auditoria.
Pine forests at Ban Wat Chan Royal Project Development Center ,Chiang Mai
O Governo de Moçambique vai construir, nos próximos dez anos, cerca de 10 mil pequenas barragens para reter águas pluviais para o consumo humano, produção agrícola e geração de energia eléctrica.
A construção das infra-estruturas está prevista no plano estratégico do Fundo de Investimento e Património de Abastecimento de Água, FIPAG, recentemente aprovado.
O anúncio foi feito esta quarta-feira, na Beira, pelo Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Carlos Mesquita, depois de visitar as obras de construção do Centro Distribuidor de Estoril.
Carlos Mesquita, Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos
O ministro explicou que as pequenas barragens são uma solução para garantir o abastecimento de água em zonas rurais e semiurbanas, onde o acesso à água potável é limitado.
As barragens também vão contribuir para a produção agrícola, pois irão permitir a irrigação de terras agrícolas. Além disso, as barragens poderão ser utilizadas para a produção de energia eléctrica, o que ajudará a diversificar a matriz energética do país.
O ministro Carlos Mesquita disse que o Governo está a trabalhar para mobilizar recursos para a construção das pequenas barragens. O financiamento será feito através de parcerias com o setor privado e com organismos internacionais.
A construção das pequenas barragens é uma medida importante para garantir o acesso à água potável e para o desenvolvimento da agricultura e da produção de energia eléctrica em Moçambique.
O Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique, Bernardino Rafael, pediu desculpas publicamente pelas mortes causadas pelos seus agentes durante o processo eleitoral de outubro.
Rafael fez o pedido durante um comício na vila de Chiúre, em Cabo Delgado, onde um jovem foi morto por uma bala da polícia no dia 12 de outubro.
O comandante-geral da PRM disse que as mortes não foram premeditadas e que a polícia está a investigar as circunstâncias em que ocorreram.
“Pedimos desculpas à família das vítimas e a todos os moçambicanos que se sentiram ofendidos com estas ocorrências”, disse Rafael.
O pedido de desculpas foi recebido com aplausos pela população de Chiúre.
A polícia moçambicana foi acusada de violência excessiva durante o processo eleitoral. As acusações foram feitas por observadores internacionais e por partidos da oposição.
A polícia negou as acusações e disse que agiu de forma profissional.
Danny Masterson, ator norte-americano conhecido por ter participado na série “That’70s Show”, foi transferido esta quarta-feira para uma prisão estadual da Califórnia, para cumprir a pena de 30 anos de prisão, por dois crimes de violação.
O ator, de 47 anos, foi admitido na Prisão Estadual de North Kern, no condado de Kern, e divulgou-se a sua primeira foto na prisão.
Na foto, Masterson aparece vestido com o uniforme de prisão laranja, com cabelos longos e barba.
Masterson foi condenado em setembro a 30 anos de prisão, por dois crimes de violação. O comediante, também conhecido por ser membro da Igreja da Cientologia, foi condenado à pena máxima que enfrentava.
Masterson terá que esperar mais de 25 anos até que seja elegível para liberdade condicional. Os seus advogados de defesa já anunciaram que vão recorrer da condenação.
Durante o julgamento, três mulheres, também cientologistas, acusaram o ator de as ter violado na sua residência em Hollywood Hills, entre 2001 e 2003.
O júri concordou com duas das acusações mas não alcançou a unanimidade necessária para pronunciar o veredicto sobre a terceira.
Na audiência, a procuradoria estimou que o ator utilizou drogas e violou as suas vítimas.
Este caso, desencadeado em 2017 na sequência das acusações contra o ex-produtor Harvey Weinstein, que provocaram o nascimento do movimento #MeToo, também levantou questões sobre o papel da Igreja da Cientologia.
Duas das vítimas garantiram que a organização, muito bem estabelecida em Los Angeles, as dissuadiu de contactar a polícia.
A defesa de Masterson insistiu que a versão das queixosas evoluiu ao longo dos anos e sugeriu que o preconceito contra a Igreja da Cientologia pode ter motivado o julgamento.
Num julgamento anterior, em novembro de 2022, um júri diferente recusou-se a decidir, incapaz de alcançar a unanimidade.
Danny Masterson ficou conhecido no final dos anos 1990 por seu papel na série “That ’70s Show”, ao lado de Mila Kunis e Ashton Kutcher.
Também apareceu mais recentemente ao lado deste último na série “The Ranch” da Netflix, mas foi retirado em 2017 depois de a polícia de Los Angeles ter confirmado que estava a investigar as acusações de agressão sexual contra ele.
Após a detenção do ator em junho de 2020, o Ministério Público do Condado de Los Angeles anunciou que tinha retirado outras duas acusações de agressão sexual contra ele, por falta de provas e porque os fatos estavam prescritos.
Seis pessoas perderam a vida e outras 10 estão desaparecidas devido a inundações provocadas por chuvas intensas na cidade de Ladysmith, localizada na província sul-africana de KwaZulu-Natal, no último domingo.
De acordo com informações da DW, três das vítimas foram encontradas num pequeno autocarro que transportava nove passageiros.
Uma pessoa foi descoberta sem vida numa habitação destruída pela água, enquanto outras duas pessoas foram encontradas mortas em veículos arrastados pelas cheias.
As fortes chuvas resultaram no transbordamento do rio Bellspruit, causando danos significativos nas infraestruturas da cidade e arrastando diversos veículos.
O Governo de KwaZulu-Natal expressou condolências às famílias das vítimas que perderam a vida nestas inundações.
Uma jovem de 25 anos foi assassinada na cidade da Beira, na província de Sofala, na transição da noite de Natal para o dia de Natal. O crime foi supostamente protagonizado pelo amante da vítima, movido por ciúmes.
A vítima, identificada como Anabela João Pedro, foi vista com vida pela última vez numa barraca no bairro da Munhava, na companhia de amigos. O seu amante, um jovem de 35 anos, que não era o seu marido, ficou irritado com a situação e os dois tiveram uma discussão.
Na manhã seguinte, o corpo de Anabela foi encontrado sem vida e com sinais de agressão. A polícia foi chamada ao local e deteve o amante da vítima, que negou o crime.
No entanto, a irmã da vítima, Joana João Pedro, afirmou que o amante esteve com a irmã na noite do crime. Ela disse que os dois discutiram e que o amante ameaçou a irmã.
O porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Sofala, Dércio Chacate, disse que há indícios suficientes para a detenção do suspeito, agravados por antecedentes de violência doméstica a que a vítima estava sujeita.
A vítima era casada e tinha dois filhos. O seu verdadeiro marido aguardava pela esposa que nunca mais voltou.
O crime chocou a população da Beira e levantou preocupações sobre a violência doméstica. A PRM apelou à população a denunciar quaisquer casos de violência doméstica.
Pelo menos 13 pessoas morreram e 16 ficaram feridas quando um autocarro se incendiou depois de colidir frontalmente com um camião numa autoestrada no centro da Índia.
O acidente ocorreu na noite de quarta-feira na cidade de Guna, no estado de Madhya Pradesh, a cerca de 900 quilómetros a sul de Nova Deli.
Segundo a polícia indiana, o autocarro transportava cerca de 50 passageiros quando colidiu com o camião. O impacto causou um incêndio no autocarro, que ficou totalmente destruído.
Doze passageiros do autocarro morreram no incêndio e o condutor do camião não resistiu ao impacto. Os 16 feridos, com queimaduras ou fraturas, foram transferidos para um hospital.
A polícia ainda está a investigar as causas do acidente.
Este é o mais recente de uma série de acidentes rodoviários mortais na Índia. O país tem um dos piores registos de segurança rodoviária do mundo.
De acordo com dados da polícia, mais de 110 mil pessoas morrem todos os anos em acidentes rodoviários na Índia.
Um tribunal de Hong Kong condenou na quinta-feira a seis anos de prisão um jovem de 19 anos, que se declarou culpado de uma conspiração frustrada para atacar com bombas edifícios judiciais.
Ho Yu-wang, na altura com 17 anos, foi o mentor de uma conspiração que pretendia fabricar explosivos e atingir edifícios de tribunais em 2021, de acordo com o Ministério Público (MP) da região administrativa especial chinesa.
A conspiração, que na altura envolvia sobretudo estudantes do ensino secundário, foi frustrada devido a uma investigação policial, não tendo sido fabricadas bombas nem havido vítimas, tinha já admitido o MP.
O tribunal considerou que Ho Yu-wang era o principal responsável pela conspiração e que a sua intenção era causar danos significativos. O jovem foi condenado por duas acusações de conspiração para cometer atos terroristas e uma acusação de posse de material explosivo.
A sentença foi recebida com satisfação pelo governo de Hong Kong, que a considerou uma “mensagem clara” de que a região não tolerará a violência.
O ataque planeado por Ho Yu-wang teria sido um dos mais graves atos de terrorismo em Hong Kong desde a transferência da soberania da cidade para a China, em 1997.
Um homem de 53 anos foi preso nos Estados Unidos por esconder o corpo da mãe morta há mais de dois anos em uma lata de lixo. O crime ocorreu em San Antonio, no estado do Texas.
Rogelio Bernal confessou à polícia que a mãe dele, identificada como María Bernal, morreu em 31 de outubro de 2021, após cair no chuveiro. Ele afirmou que não chamou a emergência por causa de outros crimes que tinha em aberto.
Bernal então escondeu o corpo da mãe em um armário no apartamento onde morava, usando soda cáustica e produtos de limpeza para tentar disfarçar as características do cadáver. Em outubro de 2022, no entanto, o locador do apartamento o despejou devido ao aumento de moscas na unidade.
Com isso, Bernal alugou um depósito, para o qual transferiu alguns itens, além dos restos mortais da mãe. O corpo foi encontrado por funcionários do depósito, que acionaram a polícia.
Bernal foi preso e está detido na cadeia do Condado de Bexar, em San Antonio, sob fiança de US$ 75 mil. Ele enfrenta acusações de alteração, destruição e ocultação de cadáver.
O caso chocou a comunidade local e levantou questões sobre a saúde mental de Bernal. O advogado dele, Mark Stevens, disse que o homem está “profundamente arrependido” de suas ações e que está recebendo tratamento psicológico.
A polícia ainda investiga o caso e tenta determinar se Bernal cometeu outros crimes.
Na província de Inhambane, vinte profissionais da saúde que atuavam em diferentes áreas enfrentam processos disciplinares por suposto envolvimento em atividades ilícitas.
Até setembro deste ano, três destes processos resultaram em expulsões, após comprovado envolvimento em esquemas fraudulentos.
Os funcionários em questão estavam envolvidos em casos de roubo ou desvio de medicamentos e material médico-cirúrgico, além da venda de sangue no Hospital Rural de Chicuque, situado no distrito de Maxixe.
O médico-chefe provincial, João Muchanga, partilhou que, após notificação, os processos foram encaminhados às autoridades competentes para as devidas medidas, que podem incluir a responsabilização, conforme as infrações cometidas por cada um.
Dois jovens, de 23 e 25 anos, foram detidos na província de Manica por roubar 450 mil meticais a um curandeiro no distrito de Sussundenga.
Os indiciados arrombaram a porta da casa principal do curandeiro na calada da noite e levaram o dinheiro.
Com o dinheiro roubado, os jovens compraram produtos alimentares, electrodomésticos, motorizadas e outros bens.
A vida luxuosa que passaram a ostentar despertou a atenção dos vizinhos, que denunciaram os jovens à polícia.
A polícia recuperou dos suspeitos uma motorizada, um ar-condicionado, electrodomésticos, louça, telemóveis e outros bens.
O porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Manica, Mateus Mindú, apelou à vigilância da população, exortando-a a denunciar quaisquer movimentos estranhos de cidadãos para que as festas de fim de ano decorram num ambiente calmo e tranquilo.
Pelo menos 21 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas em inundações causadas por chuvas torrenciais na cidade de Bukavu, na República Democrática do Congo, no leste do país.
As chuvas, que começaram na terça-feira à noite, causaram inundações em vários bairros da cidade, incluindo o centro e a periferia.
As autoridades locais disseram que a maioria das vítimas foi arrastada pelas águas ou soterrada por deslizamentos de terra.
O presidente da Câmara de Bukavu, Zénon Karumba, disse que a “construção descontrolada” de casas em locais inadequados é a principal causa do desastre.
“Peço a quem ainda mora nesses locais que saia porque a chuva ainda poderá fazer mais estragos”, acrescentou.
As inundações sazonais provocam frequentemente danos em Bukavu, que é a capital da província de Kivu do Sul e tem uma população de mais de um milhão de habitantes.
No dia 11 de dezembro, pelo menos 15 pessoas morreram em Bukavu devido às fortes chuvas que atingiram a cidade.
O Kivu do Sul foi atingido nas últimas semanas por chuvas intensas que causaram danos pessoais e materiais.
No domingo, pelo menos 22 pessoas morreram devido a deslizamentos de terras provocados pelas chuvas torrenciais nas comunas de Bitanga, Bigombe e Mazozo, localizadas naquela província.
O Tribunal Superior de Londres, que julga o caso sobre o pagamento de subornos para a viabilização dos empréstimos ilegais à PROINDICUS, MAM e EMATUM, precisa de pelo menos cinco meses para proferir a sentença.
A produção de provas encerrou-se a 21 de dezembro, com os principais acusados a serem o grupo naval Privinvest, o seu proprietário, Iskandar Safa, e o seu gestor sénior, Jean Boustani.
O juiz Robin Knowles disse que, devido à complexidade do processo, três a cinco meses é tempo razoável para formular o juízo final.
Nas alegações finais deste processo, Moçambique exigiu 3,1 mil milhões de dólares ao grupo naval Privinvest e ao seu proprietário, Iskandar Safa, por danos, compensação e indemnização no âmbito do caso das dívidas ilegais.
Ao ser interrogado, Iskandar Safa negou a sua participação nos subornos, responsabilizando Jean Boustani. Este, por sua vez, admitiu ter efectuado vários pagamentos a diferentes entidades e individualidades, mas que o dinheiro tinha em vista investimentos em Moçambique.
Acusações
O Ministério Público de Moçambique acusa o grupo Privinvest de ter pago subornos a altos funcionários moçambicanos para obter a aprovação de empréstimos ilegais no valor de 2,2 mil milhões de dólares.
Os empréstimos foram concedidos por bancos internacionais, incluindo o Credit Suisse, o UBS e o Standard Bank, e foram utilizados para financiar projectos de construção naval em Moçambique.
Os projectos foram mal geridos e terminaram em fracasso, deixando Moçambique com uma dívida impagável.
Sentença
A sentença do Tribunal Superior de Londres será lida a 2 de agosto de 2024.
A decisão do tribunal terá um impacto significativo no futuro de Moçambique. Se os acusados forem condenados, o país terá a oportunidade de recuperar parte da dívida ilegal.
No entanto, mesmo que os acusados sejam absolvidos, o caso continuará a ser uma mancha na história de Moçambique.
Foram publicadas hoje, dia 07 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
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