O vulcão La Cumbre, situado na ilha de Fernandina, nas Galápagos, Equador, entrou novamente em erupção na noite de sábado, conforme anunciado pelo Ministério do Ambiente, Águas e Transição Ecológica (Maate) do país no domingo.
Embora a ilha não seja habitada por humanos, a direção do Parque Nacional das Galápagos optou por emitir um alerta devido à presença de diversas espécies, como iguanas, e à lava que está fluindo em direção ao mar.
As autoridades locais estão a acompanhar de perto a situação para monitorizar as alterações no ecossistema. Elas ressaltam que as erupções vulcânicas são parte do ciclo natural das ilhas e têm impacto na ecologia e biodiversidade locais.
Segundo o Maate, a erupção não representa uma ameaça ao turismo, uma vez que nenhuma das áreas acessíveis aos visitantes foi encerrada.
A duração da erupção ainda é desconhecida. No entanto, de acordo com o Instituto Geofísico do Equador, esta é a maior erupção do La Cumbre desde 2017. O vulcão, um dos mais ativos das Galápagos, já entrou em erupção quatro vezes nos últimos oito anos, sendo a última vez em janeiro de 2020.
Onze dias após a tragédia que resultou na morte de dez pessoas num incêndio num edifício, a Comunidade de Valência, em Espanha, enfrenta mais uma calamidade.
Um novo incêndio numa casa na cidade de Villajoyosa, em Alicante, causou três mortes e deixou 15 pessoas feridas.
As vítimas fatais incluem dois adultos e uma criança.
O alarme do incêndio foi dado por volta das 4h da madrugada. As chamas irromperam num edifício de 24 andares.
Cerca de cem pessoas foram evacuadas do edifício como medida de segurança, enquanto outras foram instruídas a permanecer dentro de suas casas durante os esforços de combate ao incêndio. O fogo foi considerado extinto pouco depois das 7h.
Cinco indivíduos foram detidos no distrito de Vilankulo, em Inhambane, sob a acusação de terem assassinado uma pessoa alegadamente por ter roubado 200 Meticais.
De acordo com informações da polícia, na sexta-feira, esses jovens dirigiram-se à casa da vítima para exigir os 200 Meticais que esta teria supostamente subtraído e que seriam destinados à compra de bebidas. Ao chegarem lá, os jovens agrediram a vítima até à morte.
Além disso, no distrito de Mabote, um homem encontra-se detido por ter assassinado a sua esposa por ciúmes.
Estes casos acrescentam-se a um aumento recente de homicídios na província de Inhambane. Um dos casos mais recentes envolve um jovem que matou os seus pais, acusando-os de praticarem feitiçaria.
O governo do Haiti anunciou a imposição do estado de emergência e um recolher obrigatório na cidade de Porto Príncipe, devido ao agravamento da segurança e aos ataques a duas prisões por grupos armados.
O recolher obrigatório estará em vigor das 18h00 às 05h00 de segunda, terça e quarta-feira.
De acordo com informações da Lusa, esta medida não afetará membros das forças de segurança em serviço, bombeiros, condutores de ambulâncias, pessoal médico e jornalistas devidamente identificados.
Após ataques de gangues armadas na noite de sábado, quase 3.600 presos escaparam da prisão civil de Porto Príncipe, conforme relatado pelo Coletivo de Advogados de Defesa dos Direitos Humanos haitiano.
A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Recursos Humanos. Saiba mais.
A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Reparação de Automóveis. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor – Programa. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Chefe de Concepção e Desenvolvimento de Programas. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor – Administração. Saiba mais.
A CEAG – Consultoria Empresarial, Acadêmica e de Gestão, Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Promotores de Vendas e Serviços. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Desenvolvimento de Plataformas Locais. Saiba mais.
A reconstrução das casas após o ciclone Idai na província de Sofala, está significativamente atrasada em relação ao planeado, de acordo com informações obtidas pelo jornal “O País”.
Prevê-se que até setembro deste ano, 15 mil casas em quatro distritos devam ser intervencionadas, mas até agora apenas 300 foram concluídas.
O ciclone Idai atingiu a cidade da Beira em março de 2019, deixando um rasto de destruição que resultou em mais de 600 mortes, afetou 1,5 milhões de pessoas e danificou severamente infraestruturas como casas, escolas, unidades de saúde, redes elétricas e de comunicação.
O Gabinete de Reconstrução pós-Idai revelou durante uma visita de monitorização do Banco Mundial, financiador do projeto, que a fase de preparação do projeto foi prolongada. Houve um longo processo para selecionar os 15 mil agregados afetados e para resolver reclamações legítimas, devido à grande procura que excedeu os recursos disponíveis.
Luís Mandlate, diretor do Gabinete de Reconstrução Pós-Idai, explicou os desafios enfrentados: desde a preparação até à contratação de artesãos, houve um processo complexo. O prazo limite para a conclusão das 15 mil casas é final de setembro, mas é pouco provável que seja cumprido devido ao volume de trabalho.
Uma das beneficiárias do projeto, Lurdes Gamulange, recordou com tristeza o momento em que perdeu a sua casa durante o ciclone Idai.
A missão do Banco Mundial, que não se pronunciou sobre a execução dos projetos de reconstrução pós-Idai, visitou as obras dos edifícios estatais no centro da cidade e interagiu com os beneficiários do programa de subvenções equivalentes.
Pelo menos 20 pessoas perderam a vida e outras 14 ficaram feridas devido às inundações repentinas e à intensa queda de neve que assolaram o Afeganistão na semana passada, conforme anunciaram autoridades talibãs.
As vítimas resultaram das “chuvas torrenciais, nevões e inundações súbitas”, sendo que cerca de metade dos incidentes ocorreram nos últimos três dias, relatou o porta-voz do Ministério da Gestão de Catástrofes dos Talibãs, Mullah Janan Sayeq.
Desde 20 de fevereiro, as condições climáticas adversas danificaram 403 habitações, algumas delas ficaram completamente destruídas, enquanto outras sofreram danos parciais, além de terem causado a morte de mais de 5.140 animais domésticos.
As catástrofes naturais estão a aumentar em intensidade e gravidade, colocando o Afeganistão como o quarto país mais vulnerável e o oitavo menos preparado para enfrentar a crise climática, conforme indicou um relatório recente do Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas (OCHA).
Apesar de contribuir com apenas 0,08% das emissões globais de gases com efeito de estufa, o Afeganistão está a suportar o peso das alterações climáticas, segundo o OCHA.
Devido à chuva que está a cair na província de Nampula, várias zonas de produção agrícola foram afetadas por inundações, dificultando o escoamento de culturas como a cebola. Esta situação refletiu-se no Mercado Waresta, onde o preço da cebola disparou.
A escassez do produto já é evidente, deixando os revendedores preocupados com a falta de clientes e com o possível acúmulo de prejuízos. Anteriormente vendida entre 50 e 60 meticais por quilograma, agora a cebola chega a ser comercializada a 120 ou 130 meticais.
Elísio Mateus, um dos vendedores, expressou preocupação com a situação e antecipou que os preços podem aumentar nos próximos dias, uma vez que a oferta atual representa os últimos stocks disponíveis. Ele reconheceu que o aumento dos preços poderá prejudicar os revendedores, pois os consumidores preferem a cebola nacional em comparação com a sul-africana.
Dionísio José, outro vendedor, acredita que os preços podem normalizar dentro de cerca de um mês e meio, quando as chuvas diminuírem e os produtores conseguirem recuperar as perdas.
Apesar da preferência pela cebola nacional devido à sua qualidade, alguns compradores relatam que têm optado pela importada da África do Sul devido à redução de preço. Por exemplo, um saquinho de cebola importada, que antes custava entre 700 e 750 meticais, agora é adquirido por 500 meticais, conforme explicou a compradora Ana Agy.
Uma criança palestiniana foi resgatada com vida após passar nove dias sob os escombros de um edifício na Faixa de Gaza, segundo informações da agência de notícias Al Jazeera.
O menino foi encontrado em condições preocupantes, mostrando sinais de subnutrição e desidratação devido ao longo período sob os destroços.
Após o resgate, devido à falta de combustível, ele foi transportado para uma unidade hospitalar num carrinho puxado por um burro.
O edifício onde a criança e sua família residiam foi destruído por um ataque aéreo israelita, que resultou na morte de pelo menos 30 pessoas, de acordo com a Reuters.
Cerca de 200 famílias na Massinga, na província de Inhambane, estão sem energia elétrica devido à vandalização de um Posto de Transformação (PT) por indivíduos desconhecidos.
Segundo informações da Electricidade de Moçambique (EDM), os vândalos retiraram o cabo que alimenta o PT durante a madrugada do dia anterior.
Atualmente, estão em andamento os esforços para mobilizar recursos e repor o equipamento vandalizado, a fim de restaurar o fornecimento de energia para as famílias afetadas.
Um prédio residencial em São Petersburgo, na Rússia, foi evacuado no início da manhã deste sábado, após ser atingido por um drone. O incidente ocorreu por volta das 7 horas locais, 4 horas da madrugada em Lisboa, de acordo com informações da Reuters.
A evacuação foi realizada pela guarda nacional da Federação russa após um drone colidir com o edifício de cinco andares.
Segundo autoridades locais, aproximadamente 100 pessoas foram retiradas do prédio e não foram registados feridos durante o incidente. Inicialmente, o governador da cidade, Alexander Beglov, relatou danos em dois edifícios, embora não tenha mencionado imediatamente a causa do incidente.
Residentes que testemunharam o ocorrido descreveram o momento em que o drone atingiu o edifício. Uma residente identificada como Elena relatou ter ouvido um assobio, seguido de um estalo, antes de ver fumo e uma janela sendo lançada para fora do apartamento.
Segundo os meios de comunicação russos, o incidente foi provocado por um drone ucraniano abatido, que alegadamente se dirigia para um depósito de combustível nas proximidades. No entanto, o ministério da Defesa da Ucrânia afirmou não ter informações sobre a situação em questão.
Aviões militares norte-americanos do tipo C-130 realizaram um lançamento aéreo de cerca de 38.000 refeições sobre a Faixa de Gaza. Essa operação representa a primeira leva de ajuda humanitária de emergência autorizada pelo Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.
A ação foi uma resposta aos trágicos eventos ocorridos dois dias atrás, quando mais de 110 palestinianos foram mortos pelo exército israelita enquanto tentavam abordar camiões com ajuda humanitária.
Três aviões da Central das Forças Aéreas lançaram 66 pacotes contendo as refeições, conforme relatado por oficiais que preferiram manter o anonimato até o anúncio oficial. A expectativa é que esse lançamento seja o primeiro de muitos, conforme anunciado na sexta-feira por Biden. Além disso, a coordenação dessa ajuda será feita em conjunto com a Jordânia, que também realizou lançamentos aéreos para fornecer alimentos a Gaza.
O ataque de quinta-feira resultou na morte de pelo menos 115 palestinianos, enquanto lutavam por assistência. O Ministério da Saúde em Gaza, governada pelo Hamas, relatou centenas de feridos. Israel alega que muitas das vítimas foram afetadas por uma multidão caótica em busca de ajuda alimentar, enquanto as tropas israelitas disparavam tiros de advertência para conter a aproximação ameaçadora.
O porta-voz de segurança nacional da Casa Branca, John Kirby, afirmou que os lançamentos aéreos estão na fase de planeamento para garantir a entrega segura de assistência humanitária às pessoas no local. O avião de carga C-130 é frequentemente utilizado para operações de ajuda em locais remotos, devido à sua capacidade de pousar em ambientes austeros e transportar até 19 toneladas de carga. As tripulações são especializadas em montar a carga em paletes que podem ser largados com segurança na parte traseira da aeronave, utilizando paraquedas. Essa aeronave tem sido usada em lançamentos aéreos humanitários em várias regiões, incluindo Afeganistão, Iraque e Haiti.
A situação em Gaza é crítica, e as Nações Unidas alertam que um quarto dos 2,3 milhões de habitantes enfrenta fome. Os lançamentos aéreos, embora não sejam o método mais eficiente de distribuição de ajuda, representam uma medida de último recurso diante da urgência humanitária.
Nove reclusos que estavam sendo transferidos da Cadeia Central da Beira para um centro aberto no distrito de Nhamatanda, em Sofala, conseguiram fugir depois de arrombarem a porta do veículo prisional em que estavam sendo transportados.
O incidente ocorreu no final da tarde da última quinta-feira. Quinze reclusos que cumpriam penas de até três anos na penitenciária provincial de Sofala, mais conhecida como Cadeia Central da Beira, foram transferidos para o centro aberto de Tica, localizado no distrito de Nhamatanda, em Sofala.
Os reclusos estavam a bordo de um veículo prisional. Por volta das 19 horas, a poucos quilómetros do destino, numa área conhecida como Ndeja, onde a estrada é de terra batida e tem circulação condicionada devido a buracos, alguns dos reclusos aparentemente arrombaram a porta do veículo prisional.
Segundo relatos, nove dos 15 reclusos conseguiram fugir antes que o veículo fosse detido pelo motorista. Os outros seis reclusos permaneceram no interior do veículo.
Os 15 reclusos estavam acompanhados apenas por um guarda prisional e pelo motorista, e a viagem deveria percorrer mais de 80 quilómetros, desde a penitenciária provincial até ao centro aberto de Tica.
O incidente levantou suspeitas sobre possível envolvimento de guardas prisionais na fuga, uma vez que, de acordo com as informações disponíveis, a transferência de reclusos não deve ocorrer durante a noite e sempre requer uma equipa especializada, o que não aconteceu naquela quinta-feira.
No último sábado, milhares de pessoas saíram às ruas em várias cidades dos Estados Unidos da América para expressar solidariedade à Palestina e exigir mudanças na política externa do país.
O motivo desse movimento foi a trágica morte de 115 habitantes de Gaza durante um ataque israelita.
O maior protesto ocorreu na cidade de Nova Iorque, onde, mesmo sob chuva, milhares de manifestantes se reuniram no Washington Square Park e, em seguida, marcharam pela Sexta Avenida e outras ruas da cidade.
O Movimento da Juventude Palestina publicou uma mensagem forte em sua conta nas redes sociais: “Levantem o cerco a Gaza agora!”. Acompanhando essa declaração, compartilharam uma foto icônica da praça de Nova Iorque, repleta de manifestantes e guarda-chuvas.
Além de Nova Iorque, outros protestos também aconteceram na capital dos EUA, Washington D.C., onde manifestantes pró-Palestina se reuniram em frente à Embaixada de Israel. Gritando “Palestina Livre”, eles ergueram uma gigantesca bandeira palestiniana. Em Chicago, os manifestantes tocaram tambores improvisados com baldes e paus, demonstrando sua indignação.
Esses protestos, predominantemente liderados por jovens, têm como objetivo pressionar o Presidente Joe Biden a reconsiderar sua política externa, especialmente em um ano eleitoral.
Desde o início da ofensiva militar israelita na Faixa de Gaza, mais de 30.200 pessoas perderam a vida. Na última quinta-feira, 115 pessoas foram mortas durante uma distribuição de alimentos na cidade.
Em resposta à crise humanitária, o Governo dos Estados Unidos anunciou o envio de 53 milhões de dólares (cerca de 48 milhões de euros) em ajuda humanitária para a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, através da sua Agência para o Desenvolvimento Internacional.
Grupos armados atacaram a Penitenciária Nacional de Porto Príncipe, a maior prisão do Haiti, na noite de sábado, resultando na fuga de um número ainda desconhecido de reclusos.
A embaixada francesa no país confirmou o incidente, relatando que os criminosos invadiram a prisão e permitiram a fuga de alguns detidos.
O ataque aconteceu após várias horas de confrontos intensos com a polícia nas imediações da prisão.
O Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, está a aproveitar ao máximo a sua visita à República Argelina Democrática e Popular, com o objetivo principal de atrair mais projetos de desenvolvimento para Moçambique.
Num encontro realizado hoje, o Presidente Nyusi reuniu-se com representantes de oito das principais empresas argelinas dos setores da agricultura, energia, turismo e infraestruturas, bem como com os Presidentes dos Conselhos de Administração (PCA) da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (SONATRACH) e de Eletricidade e Gás (SONELGAZ) do país anfitrião.
Durante a reunião, foram discutidos diversos aspectos da cooperação, com destaque para os setores de energia, agricultura, comércio e outras possibilidades de investimento e intercâmbio.
O diretor de Promoção de Oportunidades de Exportação e Negócios do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Argélia, Fassih Rabah, presente no encontro, expressou otimismo em relação às oportunidades de cooperação entre os dois países.
Ele destacou o potencial de cooperação nos setores de energia, incluindo energias renováveis, bem como na agricultura e no comércio. Além disso, anunciou que uma missão empresarial será enviada a Moçambique em breve para explorar as oportunidades de cooperação económica e empresarial.
Rabah também mencionou a organização de uma feira internacional em junho próximo e expressou o desejo de contar com a participação de empresas moçambicanas no evento, enquanto também incentivava a presença de empresas argelinas em Moçambique.
Outra proposta discutida foi a criação de um Conselho Empresarial ou de Negócios, que reuniria as maiores empresas nacionais e internacionais com o objetivo de promover a cooperação empresarial através de projetos concretos.
Além das atividades empresariais, o Presidente Nyusi também se encontrou com a comunidade moçambicana residente na Argélia, onde informou sobre os resultados alcançados na visita e sobre a situação socioeconómica e política do país, incluindo os esforços no combate ao terrorismo em Cabo Delgado. Ele encorajou a comunidade a representar dignamente Moçambique e incentivou os estudantes a se dedicarem aos estudos, destacando a importância dos valores do patriotismo, com a Argélia servindo de exemplo nesse sentido.
Desconhecidos incendiaram a residência do procurador-chefe distrital de Manica, na província de Manica, durante a madrugada de quinta-feira.
O incidente ocorreu por volta das 02h00, quando a casa estava ocupada apenas pelo sobrinho do procurador, que saiu ileso. O incêndio resultou em danos parciais à residência.
De acordo com Abílio Cabral Guilima, o procurador-chefe distrital, os agressores, ainda não identificados, entraram na residência pela parte traseira. Eles utilizaram gasolina, regando a porta de acesso à cozinha e ateando fogo.
Além disso, parte do grupo estava posicionada nas janelas dos quartos e da sala, e atiraram pedras, quebrando os vidros das janelas da sala de estar, antes de fugirem do local.
Guilima, que está em Manica há sete meses, suspeita que o ataque possa ter sido uma tentativa de intimidação dirigida aos magistrados, devido a processos criminais em andamento. Ele destacou a possibilidade de os agressores estarem relacionados com indivíduos envolvidos em casos judiciais conduzidos pela sua equipa.
Por sua vez, o porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Manica, Mateus Mindu, garantiu que estão em curso medidas para identificar e deter os responsáveis pelo ataque, levando-os à justiça.
Uma cidadã moçambicana de 24 anos foi detida por conivência em um crime de imigração ilegal e maus tratos a duas sul-africanas. Essas jovens, com 13 e 25 anos, respectivamente, eram naturais de Mpumalanga, na África do Sul.
Segundo o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), elas teriam sido prometidas a receber formação em curandeirismo na residência da suspeita, localizada em Macuácua, província de Gaza.
No entanto, ao chegarem a Macuácua após atravessarem a fronteira pela zona de Namaacha, as estrangeiras foram submetidas a maus tratos. A falta de documentação adequada foi um fator relevante nesse caso.
Após interação com Hilário Sueia, porta-voz da Comunidade Moçambicana na África do Sul, as vítimas foram identificadas.
Atualmente, está em andamento um processo de repatriamento, realizado em conjunto pelo SERNIC, o Serviço Nacional de Migração (SENAMI) e as autoridades sul-africanas.
Um alto funcionário da administração norte-americana revelou que Israel aceitou, de forma genérica, um acordo de cessar-fogo em Gaza, bem como a libertação de reféns. Agora, cabe ao Hamas concordar com a proposta.
Os israelitas concordaram com o princípio do acordo, que inclui um cessar-fogo de seis semanas em Gaza. Além disso, o Hamas deve libertar os reféns considerados vulneráveis, incluindo doentes, feridos, idosos e mulheres.
A agência Associated Press citou o responsável que afirmou: “Os israelitas basicamente subscreveram os elementos do acordo”. No entanto, a decisão final está nas mãos do Hamas, e os EUA continuam a pressionar para que o entendimento seja alcançado.
O dirigente, que preferiu manter o anonimato perante os jornalistas, não estava autorizado a discutir publicamente os detalhes das negociações de cessar-fogo em curso.
Desde 7 de outubro, quando o movimento extremista islâmico Hamas atacou Israel, Gaza tem sido palco de violentos confrontos. Tropas israelitas invadiram a região na tentativa de resgatar dezenas de reféns ainda mantidos em cativeiro.
A Agência Metropolitana de Transportes de Maputo enfrenta críticas por não conseguir cumprir o compromisso de colocar em circulação os autocarros articulados na área metropolitana do grande Maputo, apesar de várias promessas anteriores.
A previsão inicial era de que os autocarros começassem a operar em fevereiro, mas isso ainda não aconteceu, mesmo com o final deste mês.
Os autocarros articulados permanecem estacionados há mais de dois meses, desde a sua chegada ao país. O presidente da Agência Metropolitana de Transportes de Maputo, António Matos, justifica os sucessivos adiamentos atribuindo a falta de experiência no manuseio desses veículos como um dos principais motivos.
Segundo Matos, apesar de questões técnicas e de formação de motoristas já terem sido superadas, a demora persiste devido a problemas logísticos, como a falta de espaço adequado nos hangares para acomodar os autocarros de 18 metros. Além disso, a assinatura de contratos com a contraparte sul-africana também é aguardada.
O presidente da agência lamenta o impacto dessa demora na vida das pessoas que dependem do transporte público, reconhecendo que a situação está a causar desconforto aos utilizadores.
No entanto, ainda não foram definidos detalhes importantes, como o modelo de gestão dos autocarros e as tarifas a serem praticadas, o que prolonga a incerteza em torno da entrada em funcionamento dos veículos articulados.
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