O recém-nomeado chefe do Dicastério para a Doutrina da Fé do Vaticano (DDF) da Igreja Católica, o cardeal argentino Víctor Manuel Fernández, encontra-se sob pressão por parte das conferências episcopais devido a um livro que escreveu em sua juventude.
Intitulada “A Paixão Mística: Espiritualidade e Sensualidade” (1998), a obra contém descrições gráficas de orgasmos.
O livro apresenta uma exploração das experiências místicas sensuais, tanto masculinas quanto femininas, com Deus. Nos capítulos finais, o sacerdote analisa o orgasmo em ambos os géneros, fornecendo descrições gráficas e comentários sobre a dominação sexual, pornografia, o papel do prazer no plano divino e o desejo sexual.
O cardeal tem sido reservado ao abordar o assunto. Em comentários ao portal católico Crux, ele apenas mencionou que escreveu a obra quando era jovem e lamentou a sua publicação, tendo pedido que fosse interrompida pouco tempo após o lançamento. Fernández também explicou que a ideia de abordar o tema surgiu após entrevistar jovens casais interessados em aprimorar os seus relacionamentos.
Até agora, o Vaticano ainda não se pronunciou sobre o assunto.
A carne de cão tem sido parte integrante da culinária sul-coreana há muitos anos, no entanto, o seu consumo diminuiu significativamente nos últimos tempos.
O recentemente aprovado projeto de lei torna ilegal o abate, a criação, o comércio e a venda de carne de cão para consumo humano a partir de 2027.
A aprovação da lei que proíbe a criação, venda e abate de cães para consumo na Coreia do Sul está a suscitar preocupações quanto ao futuro dos restaurantes e a gerar críticas por parte dos consumidores.
O Parlamento sul-coreano aprovou, nesta terça-feira, uma lei que proíbe a criação, venda e abate de cães para consumo, que entrará em vigor no prazo de três anos.
As violações desta lei serão puníveis com até três anos de prisão e uma multa de 30 milhões de won (cerca de 20.800 euros).
Num beco escondido no mercado de Chilseong, na cidade de Daegu, no sul, o restaurante de Choi Tae-yeon serve pratos tradicionais sul-coreanos, incluindo carne de cão cozida no vapor ou em caldo.
O Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) começou a julgar o caso apresentado pela África do Sul contra Israel, que acusa de genocídio na Faixa de Gaza.
Na primeira audiência do principal órgão judicial da ONU, a África do Sul apresentou sua argumentação, defendendo que o TIJ decrete medidas de emergência, incluindo ordenar que Israel cesse imediatamente as operações militares e todos os “atos genocidas” descritos no pedido.
A África do Sul alega que, dado o “dano contínuo, extremo e irreparável sofrido pelos palestinos em Gaza”, se impõe essa medida complementar.
A acusação sul-africana se baseia na reação israelita aos atos perpetrados pelo movimento islamita Hamas em 7 de outubro de 2023, na sequência de um ataque maciço daquele movimento extremista que incluiu o lançamento de foguetes e a infiltração simultânea de milhares de milicianos que massacraram cerca de 1.200 pessoas e raptaram outras 250 em colonatos judaicos nos arredores da Faixa de Gaza.
Desde então, o exército israelita lançou uma forte ofensiva aérea, terrestre e marítima no enclave palestino, onde, para além dos mortos e feridos, cerca de dois milhões de pessoas, a maioria da sua população, sofrem uma crise humanitária sem precedentes.
A contestação e defesa de Israel está marcada para sexta-feira.
Na apresentação do caso, Pretória enfatiza em 84 páginas a obrigação de todos os Estados Partes da Convenção de 1948, de tomar “todas as medidas razoáveis ao seu alcance para prevenir o genocídio”.
Como tal, instou o Tribunal a reconhecer que Israel violou esta obrigação.
Na sequência da queixa sul-africana, Israel condenou e rejeitou a alegação de genocídio, que classificou de “repugnante”, tendo dois dias depois o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, acusado as autoridades sul-africanas de “espalharem mentiras”.
Os Estados Unidos opuseram-se à iniciativa sul-africana, qualificando-a de “contraproducente e completamente desprovida de base factual”, mas a causa é apoiada por outros países.
O executivo sul-africano tem sido historicamente um forte apoiante da causa palestiniana e o Congresso Nacional Africano (ANC, na sigla em inglês) tem frequentemente associado a causa à sua própria luta contra o regime segregacionista do ‘apartheid’ (1948-1994) na África do Sul.
O julgamento do caso de genocídio em Gaza pelo Tribunal Internacional de Justiça é um evento de grande importância, com o potencial de ter um impacto significativo na situação na região.
A decisão do TIJ sobre se Israel cometeu ou não genocídio contra os palestinos terá implicações jurídicas, políticas e humanitárias.
Se o TIJ decidir a favor da África do Sul, isso poderia levar a sanções internacionais contra Israel e poderia fortalecer a causa palestiniana.
Por outro lado, se o TIJ decidir a favor de Israel, isso poderia minar a credibilidade do tribunal e poderia fortalecer a posição de Israel na disputa com os palestinos.
O setor de saúde da província do Niassa está a reforçar as ações de prevenção e combate à cólera com a formação de 64 técnicos de saúde em matérias de manuseamento de casos da doença.
Os técnicos vão reforçar as ações de prevenção e combate à cólera nos distritos de Lichinga, Chimbunila e Majune, que registaram até esta quarta-feira, 220 casos com um óbito.
O médico-chefe provincial do Niassa, Narciso Rondinho, disse que paralelamente decorre a distribuição de diversas quantidades de fármacos de combate à cólera, purificadores de água e sabão.
Rondinho exorta a população a envolver-se nas ações de prevenção da doença através da intensificação das medidas de higiene individual e coletiva.
As medidas de prevenção recomendadas pelo setor de saúde incluem:
Lavar as mãos com água e sabão ou desinfetá-las com álcool gel com frequência;
Ferver a água para consumo;
Cobrirem os alimentos com tampas;
Evitar o contato com pessoas doentes;
Procurar atendimento médico se apresentarem sintomas de cólera, como diarreia, vômitos, febre e dor abdominal.
A cólera é uma doença diarreica aguda causada pela bactéria Vibrio cholerae, que pode ser transmitida pela ingestão de água ou alimentos contaminados. Os sintomas da cólera incluem diarreia intensa, vômitos, febre e dor abdominal. A doença pode ser fatal se não for tratada.
A ruptura de uma âncora de cabos pendurais na Ponte Samora Machel, na cidade de Tete, no centro de Moçambique, está a causar dificuldades para milhares de pessoas que precisam atravessar o rio Zambeze.
A âncora rompeu-se há cerca de uma semana devido à passagem de veículos com excesso de peso. Numa primeira fase, a Administração Nacional de Estradas (ANE) interditou apenas a passagem de camiões, mas no sábado viu-se que o caso era mais delicado e teve de se impedir todo o tipo de veículos, enquanto se fazia uma reparação provisória.
Assim, todos os que saíam dos bairros Matundo e Chingodzi, assim como os oriundos de distritos como Chiúta, Chifunde, Marávia, Zumbo, e da República da Zâmbia e vice-versa, ficaram privados da atravessar com as suas viaturas, pois só era permitida a passagem de peões.
A ANE estima que a reparação provisória da âncora demore cerca de uma semana. No entanto, a reparação definitiva deverá demorar vários meses.
A ruptura da âncora na Ponte Samora Machel é um incidente grave que está a causar transtornos a milhares de pessoas.
A ANE está a trabalhar para reparar a âncora o mais rapidamente possível, mas a reparação definitiva deverá demorar vários meses.
Durante esse tempo, as pessoas que precisam atravessar o rio Zambeze terão de encontrar alternativas, como usar balsas ou barcos.
A ANE deve tomar medidas para evitar que este tipo de incidente volte a acontecer.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) deteve em Maputo três indivíduos suspeitos de envolvimento numa fraude eletrónica numa instituição bancária, onde desviaram mais de seis milhões de meticais.
Os suspeitos teriam aproveitado uma falha no sistema bancário e dirigiram-se a uma casa de apostas, onde realizaram apostas. Dado que o sistema não estava a funcionar corretamente, conseguiram desviar cerca de seis milhões de meticais.
De acordo com Hilário Lole, porta-voz do SERNIC na cidade de Maputo, os indivíduos solicitaram aos gestores da casa de apostas que parte do pagamento fosse efetuado em numerário.
Segundo Lole, o crime pode ter sido cometido em conluio com colaboradores da instituição bancária.
O presidente do Equador, Daniel Noboa, anunciou na quarta-feira que o país começará a deportar prisioneiros estrangeiros, em especial colombianos, para reduzir a população carcerária e os gastos. A medida ocorre em meio a uma onda de violência e guerra civil no país.
De acordo com Noboa, atualmente há cerca de 1.500 colombianos presos no Equador. Esses, somados com detentos do Peru e da Venezuela, representam 90% da população carcerária do país.
A declaração do presidente ocorre um dia depois dele assinar um decreto declarando um “conflito armado interno” no país. A medida veio como resposta a uma onda de criminalidade que sucedeu a fuga de José Adolfo Macías Salazar, conhecido como “Fito”, líder de uma das principais organizações de narcotraficantes do Equador, os Choneros, da prisão, no último domingo.
Após o decreto de guerra, tanques militares foram registrados em patrulhamento nas ruas de Quito, capital do Equador. Na segunda-feira, Noboa havia declarado estado de exceção para permitir que o exército interviesse no sistema prisional, além de um toque de recolher das 23h às 5h.
A deportação de prisioneiros estrangeiros é uma medida polêmica, mas que pode ajudar a reduzir a população carcerária do Equador, que é uma das maiores da América Latina. No entanto, é importante que o país garanta os direitos humanos dos deportados, que devem ser tratados com dignidade e respeito.
A decisão do presidente Noboa de deportar prisioneiros estrangeiros é uma resposta à crise de segurança que o Equador enfrenta. A fuga de “Fito” e a subsequente onda de violência levaram o país a declarar um estado de guerra.
A deportação de prisioneiros estrangeiros pode ajudar a reduzir a população carcerária do Equador e os gastos do governo. No entanto, é importante que o país garanta os direitos humanos dos deportados.
Dois mísseis russos atingiram um hotel na cidade de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, na noite de quarta-feira, ferindo 13 pessoas, incluindo dois jornalistas estrangeiros.
Entre os feridos estão um cidadão turco e um cidadão georgiano, ambos jornalistas da imprensa turca. Dez pessoas estão hospitalizadas, e três estão em estado grave.
O ataque também danificou vários outros edifícios, incluindo dois prédios residenciais, bem como automóveis.
O governador da região de Kharkiv, Oleg Synegoubov, disse que os mísseis russos S-300 atingiram o hotel por volta das 22h30.
Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, está localizada a cerca de 30 quilômetros da fronteira com a Rússia. A cidade é regularmente alvo de bombardeamentos russos.
O Ministério da Defesa russo afirmou durante a noite ter destruído quatro drones ucranianos sobre as regiões de Tula, Kaluga e Rostov.
As autoridades regionais de Voronezh, no oeste da Rússia, também indicaram que um drone ucraniano atingiu “o telhado de um edifício não residencial”, sem causar feridos.
A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste do país e “desnazificar” a Ucrânia.
A ofensiva militar mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial.
O ataque a um hotel em Kharkiv é mais um exemplo da violência indiscriminada da Rússia contra a população civil ucraniana.
Os mísseis russos atingiram um edifício onde se encontravam 30 civis, incluindo dois jornalistas estrangeiros. O fato de dois jornalistas terem sido feridos é particularmente grave, pois demonstra que a Rússia não está poupando ninguém, nem mesmo os profissionais da imprensa.
O ataque também mostra que a Rússia está intensificando seus bombardeamentos contra Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia. A cidade está sendo repetidamente atingida por mísseis e artilharia, causando grandes danos e mortes.
A ofensiva militar russa na Ucrânia está causando uma crise humanitária de proporções catastróficas. Milhões de pessoas foram deslocadas de suas casas, e milhares foram mortas.
A comunidade internacional precisa agir com urgência para acabar com a guerra e proteger a população civil ucraniana.
O Ministério da Saúde (MISAU) emitiu um alerta sobre o aumento de casos de Infecções Respiratórias Agudas (IRA), também conhecidas como síndromes gripais, em Moçambique.
As IRA são causadas principalmente por vírus respiratórios, como o da Influenza, o sincicial respiratório e o SARS COV-2.
O MISAU refere que o aumento de casos ocorre geralmente nos meses de janeiro a abril, com pico em março, e de junho a setembro, com pico em agosto.
Para prevenir a propagação das IRA, o MISAU recomenda o reforço das seguintes medidas:
Etiqueta da tosse: cobrir a boca e o nariz com o cotovelo ou um lenço descartável ao tossir ou espirrar.
Higiene individual e coletiva: lavar as mãos com água e sabão ou desinfetá-las com álcool gel com frequência.
Uso de máscaras para os indivíduos com sintomas respiratórios agudos.
O MISAU também recomenda que as pessoas que apresentem sintomas de IRA, como febre, tosse, dificuldade em respirar, dor de garganta, dores musculares e dores de cabeça, procurem atendimento médico.
O alerta do MISAU é importante, pois as IRA podem ser graves, especialmente em crianças pequenas, idosos e pessoas com problemas de saúde.
As medidas de prevenção recomendadas são simples e eficazes para reduzir o risco de propagação das IRA.
É importante que as pessoas estejam informadas sobre o risco de IRA e tomem as medidas necessárias para se protegerem.
A violência no Equador continua a causar estragos, mas as forças de segurança do país estão a intensificar a sua resposta.
O comandante das Forças Armadas, almirante Jaime Vela, informou que nas últimas 24 horas foram detidos 329 suspeitos de terrorismo ligados a organizações criminosas.
Além disso, o Exército resgatou 41 pessoas sequestradas e recapturou 25 presos que tinham fugido de diversas prisões do país.
No entanto, ainda há pelo menos 139 guardas prisionais retidos em cinco prisões do país e o seu estado de saúde é atualmente desconhecido.
As forças de segurança também apreenderam diversas armas, munições, artefatos explosivos, barcos, veículos, equipamentos de comunicação e substâncias sujeitas a controle.
O caos no Equador começou após a fuga da prisão do chefe dos Los Choneros, José Adolfo Macías, também conhecido como ‘Fito’.
A fuga levou o governo a declarar o estado de emergência e o presidente a declarar que o Equador vive um “conflito armado interno”.
A comunidade internacional tem mostrado o seu apoio ao presidente e ao povo do Equador, condenando os atos criminosos e oferecendo ajuda.
As operações das forças de segurança no Equador são um passo positivo na luta contra o crime organizado.
Os detidos e recapturados são uma amostra do poder e da influência das organizações criminosas no país.
No entanto, ainda há muito trabalho a fazer para restaurar a ordem no Equador.
A comunidade internacional deve continuar a apoiar o governo equatoriano e o povo do país na sua luta contra o crime organizado.
A Renamo acusou a Procuradoria-Geral da República (PGR) de ser “marionete” da Frelimo, depois de esta ter rejeitado as queixas do partido contra o Conselho Constitucional e o Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM).
Em declarações à imprensa, a mandatária da Renamo, Glória Salvador, disse que a resposta da PGR é “vazia e sem argumentos” e que não faz sentido que diga que o Conselho Constitucional é um órgão irrecorrível, visto que este também não seguiu o que está preconizado na lei.
“O Ministério Público, quando diz que não há motivos, que não há formalidades, nós dizemos que é mentira porque há formalidades, sim; o CC não pode violar a lei e ficar assim e o CC solicitou da CNE editais originais e a CNE levou cópias e ainda assim o CC pulou por cima, e agora a PGR está a carimbar a mesma situação, isso é estranho”, disse, indignada.
Em relação à resposta sobre a queixa contra o Comandante-Geral da PRM, Glória Salvador referiu que o pedido de desculpas era um ensaio, para que a PGR não visse o problema no que ele fez durante as eleições. Para a mandatária da Renamo, a atitude da PGR mostra que quem manda é a Polícia e não os órgãos eleitorais.
“Nós sabemos que quem manda aqui não são as leis, é alguém que é o número um do partido Frelimo, que dá ordens a todos, mas temos fé de que a sociedade toda está a assistir ao que está a acontecer e, um dia, vai reagir”, disse.
A Renamo submeteu queixas contra o Conselho Constitucional, o Comandante-Geral da PRM, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) e a televisão pública. A mandatária do partido diz que já imagina que as respostas serão iguais, pois considera que as instituições vão de mal a pior.
“Não vamos deixar a Frelimo fazer e desfazer e a PGR tem de se colocar no seu lugar, não pode fazer apenas o que a Frelimo quer”, disse.
Glória Salvador também reagiu à prisão domiciliária dos edis de Nampula e Nacala-Porto, eleitos pela Renamo, e disse que esta é a prova de que as leis não funcionam, uma vez que a própria PGR não as respeita.
“Os edis foram eleitos pelo povo e o que vem da eleição deve ser respeitado, mas a Frelimo colocou-os na cadeia; a Renamo fez foi ter com a PGR para ter explicações do que aconteceu e lá foi-nos dito que houve um mal-entendido entre eles e que, em breve, resolveria o assunto, mas já sabemos que não depende da PGR, mas de alguém lá, na Frelimo.”
A Renamo diz que não vai desistir e ainda vai reunir-se para ver que outros caminhos usar para continuar a reivindicar o que chama de “verdade eleitoral”.
O Sindicato Nacional dos Empregados Bancários (SNEB) está a recrutar profissionais para seu quadro de pessoal e para o efeito pretende recrutar uma (1) Secretária Executiva. Saiba mais.
A Global Alliance for Improved Nutrition (GAIN) pretende recrutar um (1) Consultancy to Support Micro, Small and Medium Enterprises (MSMES) under the CD FSS Project. Saiba mais.
A Solidarités International pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Actividade de Segurança Alimentar e Meios de Subsistência. Saiba mais.
A Electricidade de Moçambique (EDM) prevê efectuar 22 mil novas ligações domésticas no Niassa, com a expansão em curso da rede de energia eléctrica para dez postos administrativos.
Os trabalhos de electrificação dos postos administrativos de Muaquia, em Mauje, e Meluluca, no distrito do Lago, estão numa fase avançada.
Brevemente, serão lançados os projectos de electrificação de outros oito postos administrativos, que terão o seu término ainda este ano.
Os postos administrativos de Matondovela e Gomba, no distrito de Mecula, serão electrificados com recurso a energias renováveis.
Actualmente, 31 dos 41 postos administrativos do Niassa estão electrificados com a rede nacional, beneficiando cerca de um milhão de pessoas.
O Equador foi palco de um ato terrorista na noite de terça-feira (09), que resultou na morte de três pessoas.
O incidente ocorreu na Ilha Trinitaria, no sul de Guayaquil, quando um carro foi incendiado por indivíduos suspeitos. Os bombeiros chegaram rapidamente ao local e apagaram as chamas, mas encontraram três cadáveres carbonizados dentro do veículo.
A polícia classificou o evento como um ato terrorista e está investigando as possíveis motivações e os responsáveis. Também não há dados definitivos sobre a identidade das vítimas.
Antes do carro com os corpos ser encontrado, a polícia teve que intervir no ataque a um caixa de banco, na porta de um mercado, também em Ilha Trinitaria. Segundo as autoridades, suspeitos jogaram uma bomba no lugar.
O líder da oposição sul-coreano, Lee Jae-myung, deixou o hospital, oito dias depois de ter sido esfaqueado no pescoço durante um evento público.
Lee, que perdeu as eleições presidenciais de 2022 para o atual Presidente, Yoon Suk-yeol, foi atacado por um homem de 67 anos, que lhe causou danos à veia jugular interna.
O líder do Partido Democrático (PD) foi submetido a uma cirurgia e depois transferido para os cuidados intensivos.
Após deixar o hospital, Lee agradeceu à polícia, aos médicos e aos serviços de emergência que o trataram.
O político também apelou ao fim da “guerra política” na Coreia do Sul.
“Espero que este incidente sirva como um marco para acabar com a política de ódio e confronto e restaurar uma política decente”, disse Lee.
Lee prometeu também dedicar o resto da vida a servir o povo da Coreia do Sul.
O ataque a Lee causou indignação na Coreia do Sul, onde a política é geralmente vista como um jogo sujo, mas não violento.
O agressor foi detido e o motivo do crime está a ser investigado.
A polícia sul-coreana deteve na segunda-feira um homem de 70 anos por supostamente ajudar e facilitar o ataque.
O Presidente Filipe Nyusi, atualmente em visita à Índia, reuniu-se em Gujatat para uma cimeira bilateral com o Primeiro-Ministro do país asiático, Nerendra Modi.
Durante o encontro, os líderes discutiram assuntos de interesse mútuo, especialmente nas áreas política e económica, reafirmando o compromisso recíproco de fortalecer os laços de amizade e cooperação. O objetivo é promover o progresso e o bem-estar dos povos e países envolvidos.
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Manuel Gonçalves, parte da comitiva presidencial, informou aos jornalistas após o encontro que ambos os dirigentes avaliaram positivamente as relações entre os dois países. Isso é notável pelas frequentes trocas de delegações realizadas nos últimos anos.
Gonçalves salientou os resultados concretos dessa cooperação, destacando os investimentos indianos em setores como comércio, mineração e hidrocarbonetos em Moçambique. Esses investimentos refletem a melhoria do ambiente de negócios e a colaboração entre as duas nações.
Durante a tarde, Nyusi participou na cerimónia inaugural da Feira Global de Gujatat, com a presença de vários chefes de Estado, incluindo o Presidente de Timor-Leste, Ramos Horta, e o príncipe da Arábia Saudita. Moçambique tem um pavilhão nesse evento, onde destaca os seus produtos e potencialidades nas áreas da agricultura, mineração, pesca e fruticultura, visando atrair investimento dos países participantes.
O Presidente da República, ao visitar o pavilhão moçambicano, enfatizou que a exposição representa os esforços do país para divulgar as suas potencialidades e oportunidades de investimento, realizando o sonho de construir o seu progresso.
Ramos Horta, líder timorense, após visitar o pavilhão de Moçambique, elogiou o país pelo progresso alcançado, resultado do esforço coletivo do povo e do governo.
Para encerrar o primeiro dos quatro dias da visita presidencial à Índia, Nyusi será homenageado com um jantar de gala oferecido pelo Primeiro-Ministro indiano, concluindo assim uma agenda intensa.
O presidente do Equador, Daniel Noboa, decretou, na terça-feira, ‘Conflito Armado Interno’ no país, autorizando, entre várias medidas, a intervenção do Exército e da Polícia Nacional contra organizações criminosas.
A decisão foi tomada na sequência da fuga de José Adolfo Macías Salazar, o cabecilha de um dos principais grupos de crime organizado do país, os Los Choneros.
No decreto, Noboa identifica 23 organizações criminosas como “organizações terroristas e atores não estatais beligerantes”. Entre elas estão os Los Choneros, os Águilas, os Lobos e os Tiguerones.
O presidente ordenou às Forças Armadas que executem operações militares para neutralizar estes grupos.
A decisão de Noboa surge num momento de crise de segurança no Equador, com inúmeros casos de violência desde a fuga de Macías Salazar.
No domingo, homens armados atacaram uma prisão em Guayaquil, onde mataram dois guardas e libertaram vários presos, incluindo alguns membros dos Los Choneros.
No dia seguinte, homens armados interromperam a emissão de um programa ao vivo na televisão equatoriana.
A fuga de Macías Salazar foi uma humilhação para o governo de Noboa, que havia prometido combater o crime organizado.
O presidente agora espera que a declaração de ‘guerra’ contra o crime organizado ajude a restaurar a ordem no país.
A decisão de Noboa é um passo significativo no combate ao crime organizado no Equador.
A intervenção do Exército e da Polícia Nacional pode ajudar a deter a onda de violência que tem assolado o país.
No entanto, a declaração de ‘guerra’ também pode levar a um aumento da violência, já que os grupos criminosos podem responder com ataques mais violentos.
O governo de Noboa terá de agir com cautela para evitar que a situação se agrave ainda mais.
A Seleção Nacional de Futebol, conhecida como “Mambas”, inicia o primeiro treino em Abidjan, Costa do Marfim, onde se realiza a 34ª edição do Campeonato Africano das Nações (CAN-2023), a partir do próximo sábado.
Este torneio conta com a participação de 24 seleções nacionais distribuídas em seis grupos de quatro equipas cada.
Até domingo, dia da estreia na competição, os “Mambas” irão afinar os últimos detalhes, como indicado pelo Seleccionador Nacional, Chiquinho Conde. Ele sublinhou a importância de os jogadores interpretarem fielmente o plano estratégico definido para cada jogo.
As Instituições de Moeda Electrónica (IME) em Moçambique, que funcionam via telemóvel, bateram em 2023 o recorde de transferências, com mais de 400 milhões de operações, segundo dados do Banco de Moçambique.
De acordo com um relatório estatístico do banco central, com dados de janeiro a outubro, as IME somaram neste período 401.178.582 transferências, um aumento de 19% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O valor total movimentado pelas transferências via telemóvel em 2023 foi de 340,2 mil milhões de meticais, o equivalente a cerca de 460 milhões de euros.
O Banco de Moçambique também registou um aumento significativo no número de contas IME em 2023. Até outubro, o país contava com 16,6 milhões de contas IME, mais 40% do que no ano anterior.
Moçambique tem actualmente três Instituições de Moeda Electrónica, das três operadoras de telecomunicações móveis, que prestam serviços financeiros via telemóvel, incluindo transferências de dinheiro entre clientes ou pagamento de serviços.
Foram publicadas hoje, dia 07 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
Clique aqui para baixar a edição em...
Quatro viaturas destinadas ao ensino prático de condução na província de Inhambane foram suspensas pelo Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO), em resultado de...
A exploração de gás natural em Inhassoro, liderada pela multinacional sul-africana SASOL, tem revelado um impacto positivo significativo nas comunidades locais, muito além dos...