As inundações causadas pelas fortes chuvas no Município da Matola resultaram no encerramento de quatro centros de saúde na região.
Os residentes expressam preocupação, visto que o fecho dessas unidades sanitárias torna os serviços de saúde mais inacessíveis.
Os centros de saúde encerrados representam um desafio significativo para a população, especialmente durante o período chuvoso. Um exemplo é o Centro de Saúde da Matola Santos, inaugurado em dezembro de 2021, cuja construção custou 50 milhões de meticais. Desde a sua inauguração, este centro de saúde funciona apenas durante nove meses por ano, encerrando-se quando as chuvas causam inundações. Em 2024, a situação não foi diferente.
Os moradores expressam a sua frustração com a situação, visto que agora têm de recorrer a unidades de saúde distantes. Com o encerramento dos centros de saúde, aproximadamente 65 mil pessoas que dependem dessas instalações enfrentam dificuldades para obter cuidados médicos.
A Direção dos Serviços Distritais de Saúde na Matola reconhece os problemas enfrentados, mas destaca que o encerramento é uma medida de precaução devido às inundações que afetam as estradas de acesso às unidades sanitárias.
Apesar das explicações das autoridades de saúde, os residentes contestam a eficácia das medidas adotadas para lidar com as inundações recorrentes. A falta de acessibilidade aos cuidados de saúde devido ao encerramento das unidades sanitárias afeta significativamente a comunidade, especialmente em casos de emergência ou para mulheres grávidas.
A alternativa para os residentes afetados é procurar cuidados de saúde em outros centros de saúde da região, o que muitas vezes implica viagens longas e dispendiosas. Para resolver esta situação, a Direção dos Serviços Distritais de Saúde na Matola sugere melhorias no sistema de gestão das águas pluviais como uma solução a longo prazo.
Além dos centros de saúde na Matola, três unidades sanitárias na Cidade de Maputo também foram encerradas devido às inundações, incluindo o Centro de Saúde 1 de Maio, o Centro de Saúde de Hulene e o Centro de Saúde dos Bairros dos Pescadores.
As vítimas das inundações na província de Maputo, sul de Moçambique, estão a pedir às autoridades competentes que atribuam espaços seguros para habitação.
Estas famílias ficaram desalojadas devido às fortes chuvas que atingiram a capital moçambicana e a província de Maputo nos últimos dias e agora encontram-se alojadas em centros transitórios.
De acordo com dados preliminares divulgados pelo Conselho Municipal da Cidade da Matola (CMCM), mais de 400 famílias foram desalojadas pelas inundações nesta autarquia, o que equivale a cerca de duas mil pessoas, num total de mais de quatro mil afetados.
Durante uma visita do governador da província de Maputo, Manuel Tule, a alguns desses centros transitórios nos municípios da Matola e Marracuene, as vítimas destacaram a insustentabilidade de permanecerem nesses locais devido às frequentes inundações.
Uma representante dos afetados, citada pela Rádio Moçambique, expressou a necessidade urgente de encontrar um lugar seguro para habitar, evitando assim os constantes transtornos causados pelas inundações: “O que queremos é que nos deem um lugar seguro porque estamos a sofrer com as cheias todos os anos. Essa é a minha inquietação e o meu grande objetivo é sair do lugar onde estou porque o local onde estou a dormir foi-me emprestado pelas casas vizinhas.”
Em resposta, o governador da província de Maputo assegurou que o governo está a trabalhar para identificar áreas seguras para o reassentamento das vítimas das inundações.
“Nós não podemos anualmente regressar aos mesmos locais e tratar de questões semelhantes com as mesmas pessoas. Estamos a dialogar com as comunidades, estamos a disponibilizar terrenos, estamos a oferecer espaços em zonas seguras para as pessoas construírem as suas casas”, afirmou o governante.
Essas ações ocorrem no contexto dos esforços em curso para o reassentamento das vítimas das inundações, provocadas pelas recentes chuvas que atingiram a região desde a madrugada de domingo (24), resultando numa precipitação de 150 milímetros em 24 horas, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia.
Os corpos de duas vítimas mortais do colapso da ponte de Baltimore foram recuperados do rio Patapsco, nos Estados Unidos, na quarta-feira.
As vítimas, de 26 e 35 anos, estavam dentro de uma pick-up vermelha, anunciou a Polícia de Maryland em conferência de imprensa. Os identificados são o mexicano Alejandro Fernández Fuentes, de 35 anos, e o guatemalteco Dorlián Castillo Cabrera, de 26 anos.
O chefe da polícia estadual, Roland Butler, explicou que os familiares das duas vítimas já foram informados sobre a trágica descoberta. Inicialmente, oito pessoas foram dadas como desaparecidas, mas duas foram resgatadas com vida. Uma delas não sofreu ferimentos, enquanto a outra permanece em estado grave no hospital.
As identidades de duas das vítimas mortais já haviam sido divulgadas anteriormente. Miguel Luna, um mexicano de 49 anos e pai de seis filhos, foi a primeira vítima a ser identificada. Maynard Sandoval, de 37 anos, pai de dois filhos, foi a segunda. Todas as vítimas eram migrantes de famílias humildes e de baixos rendimentos, incluindo dois mexicanos, dois guatemaltecos, um hondurenho e um salvadorenho.
O embate entre o navio e a ponte ocorreu na terça-feira, às 01h30, provocando o desmoronamento da infraestrutura. Autoridades norte-americanas reconheceram que a reconstrução da ponte não será rápida, fácil ou barata, e a prioridade é reabrir o tráfego fluvial.
O Departamento dos Transportes dos EUA listou quatro prioridades: reabrir o porto, lidar com as perturbações da cadeia de abastecimento, reconstruir a ponte e lidar com as implicações para os transportes terrestres. O bloqueio do porto de Baltimore, o nono maior dos EUA, deverá ter graves consequências económicas para a região.
Um choque entre um comboio, que seguia de Machipanda para a Beira, e uma carrinha escolar ocorreu na manhã de quinta-feira em Gondola, resultando em três feridos graves.
De acordo com testemunhas no local, os ocupantes da carrinha escolar eram o diretor da escola comunitária local, sua esposa e um aluno de 9 anos.
Jonasse Elias, maquinista da locomotiva envolvida no acidente, relatou que o sinistro aconteceu na passagem de nível sem guarda, na via de acesso ao hospital distrital de Gondola.
“Uma viatura estava a aproximar-se. O condutor não conseguiu controlar o veículo. Primeiro, hesitou, parecia que ia atravessar, depois hesitou novamente. Quando tentou acelerar, nós, de comboio, já estávamos muito próximos e houve a colisão”, explicou.
O médico-chefe distrital de Gondola informou que, devido à gravidade dos ferimentos, os feridos foram transferidos para o Hospital Provincial de Chimoio.
“Tivemos um paciente adulto com traumatismo craniano grave e dois pacientes, um deles criança, com traumatismo torácico fechado e lesão pulmonar”, detalhou Arnaldo Miguel.
Este é o segundo acidente ferroviário registrado em Manica em menos de um mês. O primeiro ocorreu na cidade de Chimoio, quando um indivíduo foi atropelado enquanto atravessava a linha férrea.
O presidente da Renamo, Ossufo Momade, expressou duras críticas ao Governo e às autarquias locais por não tomarem medidas para resolver o problema recorrente das inundações nas principais cidades do país.
Durante uma visita às vítimas das inundações nas cidades de Maputo e Matola, Momade lamentou a falta de ação das autoridades governamentais. Ele destacou a necessidade de intervenção imediata para minimizar o sofrimento da população afetada.
“É o nosso povo que está a sofrer. Trouxemos produtos sabendo que não serão suficientes, mas irão ajudar a aliviar a situação que a nossa população está a enfrentar. Temos vivido estas situações todos os anos, e o governo central, bem como as autoridades locais, nunca resolvem esses problemas”, declarou Momade.
Segundo o Centro Nacional Operativo de Emergência, as fortes chuvas no início da semana resultaram na morte de quatro pessoas em Inhambane. A edilidade de Maputo também confirmou dois óbitos na capital, totalizando seis mortes.
Questionado sobre o acordo para a marcação do congresso da Renamo, Momade preferiu não abordar questões internas do partido naquele momento. Ele demonstrou desconforto com a pergunta e reiterou que aquele não era o momento apropriado para discutir assuntos partidários.
“Eu não gostaria de responder a perguntas fora do âmbito da nossa visita. Quando precisarem de informações sobre qualquer assunto, podem procurar-nos em momentos apropriados. Estamos aqui a falar sobre as calamidades, o sofrimento do nosso povo. Devemos ter empatia. Viemos das nossas casas para vivenciar o sofrimento dos nossos irmãos. Agora estão a perguntar-me coisas que não têm relação com a nossa visita”, concluiu o líder da Renamo.
O Banco Central de Moçambique anunciou uma redução na taxa de juro de Política Monetária, conhecida como Taxa MIMO, de 16,50% para 15,75%.
Essa queda é justificada pela consolidação das perspetivas de inflação, num cenário em que a avaliação dos riscos e incertezas associadas às projeções permanece favorável.
A Taxa MIMO desempenha um papel fundamental na determinação das taxas de juro praticadas pelos bancos comerciais em suas relações com os clientes, podendo influenciar o custo do dinheiro.
O anúncio da redução desta taxa foi feito no final da II Sessão do Comité de Política Monetária (CPMO) do Banco de Moçambique (BdM), que visa reduzir a Taxa MIMO para um dígito nos próximos dois a três anos.
Rogério Zandamela, Governador do BdM e presidente do CPMO, explicou que a decisão foi influenciada pelas perspetivas de inflação que se mantêm num dígito a médio prazo, o que é favorável.
“Em fevereiro, a inflação anual situou-se em 4,0%, após 4,2% em janeiro. A inflação subjacente, que exclui frutas, vegetais e bens com preços administrados, também desacelerou. Para o médio prazo, mantêm-se as perspetivas de inflação num dígito, refletindo, sobretudo, a estabilidade do Metical e o impacto das medidas do CPMO”, detalhou Zandamela.
A mina de ouro Pioneer, localizada na região de Amur, no extremo oriente da Rússia, foi inundada quase por completo, conforme relatado pela agência Reuters.
Treze mineiros estão retidos dentro da mina desde o dia 18 de março, após uma rocha desabar. As operações de resgate estão em andamento, mobilizando centenas de socorristas.
A Pioneer é reconhecida como uma das maiores minas de ouro do país, destacando-se pela sua produção. A situação na mina preocupa as autoridades russas e levanta desafios significativos para o resgate dos mineiros presos, dada a extensão da inundação.
Os profissionais de saúde decidiram adiar a retoma da greve por um período de 30 dias. Esta decisão foi tomada em virtude de alguns consensos alcançados com o Governo.
A retoma da greve dos profissionais de saúde foi suspensa por um mês. Durante uma conferência de imprensa realizada nesta quarta-feira, a Associação dos Profissionais de Saúde Unidos e Solidários de Moçambique anunciou que a suspensão foi acordada com base em algumas promessas feitas pelo Governo.
Anselmo Muchave, porta-voz da APSUSM, explicou: “Desde o início do diálogo com o Governo, a Associação dos Profissionais de Saúde e Solidários de Moçambique (APSUSM) teve conhecimento documental de que, neste momento, o Governo adquiriu 400 ambulâncias para todo o país, um ganho para os moçambicanos, não só para os profissionais de saúde; houve um aumento na importação de medicamentos e artigos médicos, como luvas, seringas, aventais, máscaras, entre outros. O enquadramento do regime geral está palpável e foi igualmente comprovado o início de conversações com parceiros de cooperação para o apoio ao Orçamento do Estado para o enquadramento geral do pessoal do regime”.
Quanto às exigências relacionadas com subsídios e horas extras, os profissionais de saúde confirmaram que o pagamento foi garantido para 60 mil profissionais, faltando apenas cinco mil.
“Sobre o pagamento de horas extras, já existem garantias. Segundo os documentos apresentados pelo Governo, todas as horas extras serão pagas até o final do mês de abril”, afirmou Muchave.
Além disso, os profissionais de saúde denunciaram a escassez de medicamentos nas unidades sanitárias, um problema que, de acordo com os documentos apresentados à associação, poderá ser resolvido em breve.
A Autoridade Tributária (AT) está prestes a retomar o processo de auditoria e fiscalização das empresas privadas, uma ação que tinha sido suspensa no final do ano passado.
Segundo informações obtidas pelo nosso jornal, esta operação, dividida em três fases, deverá decorrer até Dezembro deste ano e terá como objetivo recolher e avaliar evidências relacionadas com questões tributárias, visando a proteção dos interesses fiscais do Estado e do tesouro público.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) realizou uma operação na cidade da Beira, na província de Sofala, onde apreendeu 11 caixas contendo diversos fármacos destinados ao Zimbabwe para serem comercializados no mercado negro.
Entre os medicamentos apreendidos encontravam-se 80 frascos de ciprofloxacina, 24 frascos de Gastro-resistente, 16 frascos de Ibuiprofen, 20 caixinhas de teste de HIV, 13 caixinhas de reagentes de HIV, 220 caixinhas de Triclofen, 140 frascos de cloranfenicol, 41 frascos de Amoxicilina e 12 frascos de Prednisolona.
Seis cidadãos, incluindo profissionais de saúde locais, foram detidos no âmbito deste caso, sendo acusados de serem os fornecedores dos medicamentos ilegais.
O porta-voz do SERNIC em Sofala, Alfeu Sitoe, relatou que as equipas de investigação também desativaram um armazém pertencente a um dos suspeitos, onde foram encontrados mais materiais médicos.
Cerca de três mil e novecentas crianças de várias escolas em Nampula deixarão de estudar sentadas no chão, graças à entrega de 1300 novas carteiras ao setor da educação.
As carteiras foram fabricadas pelo Estabelecimento Penitenciário Regional Norte utilizando madeira apreendida de operadores florestais ilegais, numa colaboração entre o governo e a empresa mineira Kenmare.
Segundo informações obtidas, a Kenmare contribuiu com 35 mil dólares norte-americanos (cerca de 2,2 milhões de meticais) para adquirir a estrutura metálica das carteiras, enquanto o Estabelecimento Penitenciário Regional Norte ficou responsável pela sua produção, contando com a mão-de-obra dos reclusos com formação em carpintaria naquela instituição prisional.
As novas cadeiras escolares foram entregues pelo secretário de Estado na província de Nampula, Jaime Neto, que expressou a esperança de que as novas carteiras proporcionem maior conforto às crianças que atualmente estudam em condições precárias.
O governante assegurou que o processo de distribuição continuará até que se alcance o objetivo do governo de reduzir o número de alunos que estudam ao ar livre ou sentados no chão. Ele também indicou que o Conselho Executivo Provincial será responsável pela distribuição às escolas mais necessitadas.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista em Aquisição. Saiba mais.
A International Federation of Red Cross and Red Crescent Societies (IFRC) pretende recrutar um (1) Analyst, Disaster Risk and Vulnerability. Saiba mais.
A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Palma, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de Protecção. Saiba mais.
Empresa vocacionada na área Catering e Prestação de Serviços., está a recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos de Segurança de Trabalho. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Técnico Sénior DREAMS & PPA. Saiba mais.
Empresa vocacionada na área Catering e Prestação de Serviços, está a recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Gestora de Recursos Humanos. Saiba mais.
Centenas de professores saíram às ruas da capital de São Tomé para protestar contra as propostas do Governo e exigir melhorias nos seus salários.
Vestidos de preto e portando cartazes com palavras de ordem, os manifestantes percorreram cerca de um quilómetro e meio, desde a Praça da Cultura até à Praça Yon Gato, próxima ao gabinete do primeiro-ministro, Patrice Trovoada.
Os docentes, em greve geral desde 1 de março, expressaram a sua indignação com a situação atual. Vera Lomba, porta-voz dos quatro sindicatos de professores, destacou a importância da manifestação como forma de mostrar o descontentamento da classe docente. Segundo ela, os professores continuam insatisfeitos com as propostas apresentadas pelo Governo.
Durante o protesto, os professores responderam às declarações recentes do primeiro-ministro, que comparou o Estado a uma vaca sem leite. “Se o leite acabou, nós não temos culpa. Nós nunca mamamos daquela vaca, queremos mamar agora”, declarou um dos manifestantes.
Nilza Camblé, outra professora presente no protesto, destacou que os docentes estão dispostos a negociar, mas exigem um salário digno. Ela criticou a postura autoritária do primeiro-ministro e salientou a importância de uma remuneração adequada para a classe.
A greve dos professores paralisou todas as escolas do arquipélago, afetando desde o ensino pré-escolar até ao secundário. Os professores reivindicam um aumento salarial para 10 mil dobras (cerca de 400 euros), ou melhorias substanciais nos subsídios, sendo este o único ponto ainda em desacordo nas negociações com o Governo.
Apesar das advertências do primeiro-ministro sobre a duração da greve, os sindicatos informaram que a próxima rodada de negociações está prevista para quarta-feira.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) antecipa a continuação de chuvas moderadas a fortes, com quantidades que variam entre 30 e 50 milímetros em 24 horas, e localmente intensas, com mais de 50 milímetros em 24 horas, acompanhadas de trovoadas e ventos com rajadas em diversos distritos das províncias de Niassa, Cabo Delgado, Nampula e Zambézia.
Segundo o aviso emitido pelo INAM, esta precipitação irá afetar principalmente os distritos de Lago, Sanga, Muembe, Mavago e Majune (Niassa); Nangade, Muidumbe, Mocímboa da Praia, Palma, Macomia, Quissanga, Metuge, Mecufi, Ancuabe, Chiúre, cidade de Pemba e as Ilhas (Cabo Delgado); Memba, Eráti, Nacala, Monapo, Nacarroa, Mossuril, Mogincual e Ilha de Moçambique (Nampula).
A circulação de veículos pesados de carga na Estrada R698, que conecta os distritos de Montepuez e Mueda, na província de Cabo Delgado, está interditada até 10 de abril.
Essa medida foi tomada para permitir a realização de trabalhos de emergência em secções críticas do troço, especificamente na área compreendida entre o rio Muirite e Mueda.
A Administração Nacional de Estradas (ANE, IP) emitiu um apelo aos utilizadores das estradas para que planeiem as suas deslocações com precaução, especialmente em áreas propensas a alagamentos e nas proximidades de estruturas de drenagem.
Um juiz de Nova Iorque, nos Estados Unidos, emitiu uma ordem de silêncio que impede o ex-presidente Donald Trump de fazer declarações públicas sobre testemunhas, procuradores, funcionários judiciais e jurados do próximo julgamento, relacionado ao caso de suborno envolvendo a atriz pornográfica Stormy Daniels.
O juiz Juan Merchan, responsável pelo julgamento que se iniciará a partir de 15 de abril, tomou essa decisão poucas horas após uma publicação de Trump em sua rede social, Truth Social, na qual criticou o magistrado e sua filha.
A ordem de silêncio, solicitada pelos procuradores, visa conter o que chamaram de “longa história de comentários públicos e inflamatórios” de Trump sobre pessoas envolvidas em seus processos legais.
Embora a ordem não proíba comentários sobre o próprio juiz Merchan ou o procurador distrital de Manhattan, Alvin Bragg, ela impede Trump de atacar figuras-chave no caso, como Michael Cohen, seu ex-advogado, ou a própria Stormy Daniels.
Esta ordem se soma às restrições impostas após a acusação de Trump em abril passado, que o proíbem de utilizar provas do caso para atacar testemunhas.
A campanha de Trump ainda não se pronunciou sobre a ordem de silêncio. Por outro lado, o gabinete do procurador foi contactado para comentar o assunto.
Trump, que é o favorito republicano para a Casa Branca nas eleições presidenciais deste ano, tem tentado bloquear o caso em diversas ocasiões. Ele enfrenta uma série de acusações, incluindo o caso de suborno em Nova Iorque, um processo em Washington por tentativa de anulação ilegal dos resultados das eleições de 2020, além de outros casos pendentes em outros estados.
Um sistema de baixa pressão que se formou a nordeste da Ilha de Madagáscar, na bacia do sudoeste do Oceano Índico, progrediu para o estágio de Tempestade Tropical Severa e recebeu o nome de GAMANE.
A tempestade tropical severa GAMANE, ainda localizada a nordeste de Madagáscar, está deslocando-se para sul na bacia e apresenta potencial para se desenvolver em Ciclone Tropical nas próximas horas.
De acordo com um comunicado emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), a interação da tempestade com a zona de convergência intertropical continua a influenciar o estado do tempo, resultando em chuvas moderadas, localmente fortes, nas regiões central e norte do país.
O INAM permanece em vigilância da evolução do sistema e insta a população a acompanhar atentamente as informações meteorológicas e os avisos emitidos pelas autoridades nacionais competentes.
Após um corte verificado devido às intensas chuvas que afetam a região Sul do país, foi restaurada a transitabilidade no troço da estrada da antiga fábrica da Coca-Cola, situada no bairro da Machava.
De acordo com informações da Administração Nacional de Estradas (ANE), foram realizados trabalhos temporários para garantir a segurança na circulação de pessoas e bens ao longo desta via.
Assim, os automobilistas já podem utilizar novamente esta estrada para os seus deslocamentos.
Pelo menos quatro vítimas perderam a vida devido a aluimentos de terra e inundações na ilha de Java, conforme relatado por um funcionário local na quarta-feira.
Equipes de resgate na Indonésia estão em busca de mais seis pessoas que estão desaparecidas após o desastre.
O chefe da agência local de gestão de catástrofes, conhecido apenas como Meidi, informou que quatro corpos foram recuperados até o momento, enquanto o paradeiro de outras seis pessoas ainda é desconhecido.
A tragédia ocorreu na aldeia de Cibenda, situada na província de Java Ocidental, onde as chuvas torrenciais causaram inundações repentinas pouco antes da meia-noite de domingo. O desastre pegou os moradores de surpresa, pois muitos estavam dormindo quando as águas subiram.
Dezanove pessoas foram hospitalizadas no Hospital Central da Beira devido a complicações relacionadas com a conjuntivite hemorrágica, sendo que o tratamento caseiro, baseado em mitos, é apontado como a causa.
Entre os métodos não recomendados estão a utilização de urina para lavar os olhos, água com espuma de sabão e líquido extraído da moringa e maçaniqueira.
Segundo o médico oftalmologista Abel Polazi, essas substâncias irritam ainda mais os olhos, levando à erosão gradual da córnea e provocando feridas, aumentando assim a inflamação. A falta de higiene pessoal e coletiva tem contribuído para o aumento dos casos de conjuntivite na cidade da Beira, sendo que parte dos pacientes pode sofrer sequelas permanentes.
Diante do aumento de casos e complicações, Polazi destaca a importância de procurar assistência médica imediata em caso de qualquer infecção ocular. Para tratamento ambulatorial, é recomendado remover as secreções dos olhos rigorosamente e lavar os olhos e as mãos com água e sabão, sem inserir espuma de sabão nos olhos, mas lavando apenas a parte externa.
Nos últimos sete dias, mais 400 profissionais de saúde contraíram conjuntivite hemorrágica, totalizando 630 casos desde 28 de fevereiro. As estatísticas oficiais indicam que cerca de 3200 pessoas foram infectadas por esta doença na cidade da Beira até a presente segunda-feira.
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