Um jovem de 25 anos foi detido na cidade de Maputo, após ter sido acusado de violar uma menina de apenas 11 anos, no bairro da Mafalala.
O incidente, que gerou grande comoção na comunidade, ocorreu quando a vítima se dirigiu à residência do indiciado para entregar produtos que lhe haviam sido pedidos por um vizinho.
Segundo relatos da menor, ela foi forçada a manter relações sexuais com o jovem, circunstância que se agravou pela sua vulnerabilidade e pela confiança que depositou nas pessoas ao seu redor. Após o ocorrido, a vítima procurou ajuda e o caso foi posteriormente reportado às autoridades.
A investigação policial foi rápida, tendo sido confirmada a veracidade das alegações através de um laudo médico que atestou os sinais de violação. O indiciado, ao ser confrontado com as provas, confessou a prática do crime, embora tenha negado que tenha obrigado a menor.
Neste momento, o jovem encontra-se detido e está a ser submetido a um processo criminal, enquanto as autoridades continuam a investigar as circunstâncias que rodeiam este caso perturbador.
A polícia apela à comunidade para colaborar na prevenção de crimes contra menores e para que qualquer situação de abuso seja imediatamente reportada.
A cidade da Beira foi palco de um luto profundo com a descoberta do corpo de Uísa Domingos Alberto, uma menina de apenas 6 anos, encontrada sem vida num poço no bairro Ndunda-2, na Unidade Comunal “C”.
A informação foi confirmada por Fernando Meque, porta-voz do Serviço Nacional de Salvação Pública (SENSAP) em Sofala.
Segundo relatos, Uísa desapareceu da residência dos pais na tarde de domingo, levando a família a alertar as autoridades policiais, uma vez que a criança sofria de epilepsia. As buscas realizadas pelas forças de segurança no bairro intensificaram-se rapidamente, culminando na triste descoberta do corpo da menor.
Fernando Meque expressou o seu pesar pelo ocorrido e fez um apelo aos pais e encarregados de educação, reforçando a importância da vigilância sobre as crianças, especialmente os menores, de forma a prevenir que tragédias semelhantes voltem a ocorrer.
Uma impressionante manifestação, que reuniu cerca de 35 mil pessoas, ocorreu na terça-feira junto ao Parlamento da Nova Zelândia. O protesto deu seguimento a uma marcha de nove dias que atravessou o país, levantando a voz contra uma proposta que ameaça o estatuto da população indígena maori.
A proposta em questão, apresentada pelo deputado David Seymour, membro do partido no poder e de origem maori, visa rever a interpretação do tratado entre os maoris e a Coroa britânica, assinado em 1840. Para muitos dos manifestantes, esta iniciativa representa uma ameaça aos direitos e à dignidade da população indígena.
Durante o evento, os manifestantes não apenas expressaram suas preocupações, mas também celebraram o ressurgimento da língua maori e da identidade indígena, elementos que a colonização britânica quase extinguira. “Estamos a lutar pelos direitos pelos quais os nossos ‘tupuna’, os nossos antepassados, lutaram”, afirmou Shanell Bob, uma das participantes, enquanto aguardava o início da marcha. “Estamos a lutar pelos nossos ‘tamariki’, pelos nossos ‘mokopuna’, para poderem ter o que nós não conseguimos”, acrescentou, usando as palavras maori para filhos e netos.
Este protesto, considerado um dos maiores da história da Nova Zelândia em apoio aos direitos maori, seguiu-se a uma marcha pacífica que culminou na capital. O evento não só mobilizou a comunidade maori, mas também atraiu uma crescente solidariedade por parte de não-maori, reflectindo um apoio cada vez mais forte às causas indígenas.
Nas paragens de autocarro durante o percurso matinal, era visível a presença de pessoas de diversas idades e etnias, empunhando bandeiras da soberania maori. Algumas escolas locais optaram por não registar os alunos como faltosos, demonstrando o apoio à causa. A presidente da câmara de Wellington, Tory Whanau, também se juntou ao protesto, sublinhando a importância do movimento.
O Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, fez um apelo à calma e à contenção em relação à situação política em Moçambique, após uma série de manifestações que contestaram a integridade do processo eleitoral no país. As manifestações surgiram na sequência das eleições realizadas no dia 9 de Outubro.
Guterres proferiu estas declarações à margem da Cimeira do G20, que terá lugar no Rio de Janeiro, Brasil, a partir de segunda-feira. Em entrevista a jornalistas, o líder da ONU sublinhou a importância de respeitar a diversidade de opiniões e posições, exortando a que a expressão destas se realize de forma pacífica.
“Em relação a Moçambique, o meu apelo é naturalmente um apelo à calma, um apelo a que a expressão das diversas opiniões e das diversas posições se faça pacificamente e que as autoridades tenham também a contenção necessária para garantir que os problemas de Moçambique sejam resolvidos em paz e no respeito pelo funcionamento das instituições”, afirmou Guterres.
O seu pronunciamento ocorreu dois dias após uma declaração de especialistas independentes da ONU, que recomendaram que os protestos pacíficos continuem sem perseguições. A comunidade internacional observa atentamente a evolução da situação em Moçambique, onde a confiança nas instituições democráticas e no processo eleitoral está em jogo.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador(a) de Controle Interno, Compliance e Salvaguarda. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A”, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Reparação de Pneus. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador Provincial – Projecto LINK. Saiba mais.
A CARE Internacional, uma organização de desenvolvimento e humanitária em Moçambique desde 1986 com escritórios em mais de 70 países e parte duma grande federação internacional procura contratar um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A CARE Internacional, uma organização de desenvolvimento e humanitária em Moçambique desde 1986 com escritórios em mais de 70 países e parte duma grande federação internacional procura contratar um (1) Oficial de Abrigo. Saiba mais.
A CARE Internacional, uma organização de desenvolvimento e humanitária em Moçambique desde 1986 com escritórios em mais de 70 países e parte duma grande federação internacional procura contratar um (1) Oficial de Género e Proteção. Saiba mais.
A CARE Internacional, uma organização de desenvolvimento e humanitária em Moçambique desde 1986 com escritórios em mais de 70 países e parte duma grande federação internacional procura contratar um (1) WASH Officer. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar um (1) Consultor para a Elaboração de um Estudo com Vista a Contribuir para uma melhor adesão ao TARV em Mulheres HIV + entre 18 a 35 anos. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Facilitador/a para o Treinamento das Detentoras de Direitos em Liderança Feminina, Advocacia e Ocupação de Espaços de Tomada de Decisão. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador(a) de Controle Interno, Compliance e Salvaguarda. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director de Gestão de Awards e Conformidade de Doadores. Saiba mais.
A Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) revelou, durante uma recente operação de monitoria e fiscalização, que diversos produtos alimentares vendidos nos principais mercados da província de Maputo estão a ser comercializados fora do prazo de validade e deteriorados.
Além disso, a entidade identificou práticas de especulação de preços que agravam ainda mais a situação da segurança alimentar na região.
João Itai, delegado da INAE em Maputo, alertou para a gravidade da situação, enfatizando que “o perigo de facto é enorme.” Em declarações à Rádio Moçambique, o responsável afirmou que “todos sabemos que alguns agentes económicos fazem isso de má fé; vendem produtos fora do prazo ou mesmo deteriorados e que a inspecção não se faz ao terreno.”
Este cenário preocupante é agravado pela crise económica, que leva muitos cidadãos a adquirirem produtos que podem comprometer a sua saúde. Itai frisou que “as populações, em virtude da crise, acabam por comprar e consumir esses produtos, o que pode ter efeitos negativos à saúde.”
O número de vítimas mortais do naufrágio ocorrido no sábado durante uma procissão marítima na ilha de Luanda aumentou para seis, após a descoberta de dois corpos que estavam presos nas redes da embarcação.
O trágico incidente envolveu um barco de pesca que se juntou à tradicional procissão em honra de Nossa Senhora do Cabo, padroeira dos marinheiros.
De acordo com informações do comissário bombeiro Hermenio Cazucuto, os corpos recuperados são de duas mulheres, elevando o total de fatalidades. As autoridades continuam a busca por possíveis desaparecidos na área do acidente.
O porta-voz dos Serviços de Protecção Civil e Bombeiros, Wilson Baptista, revelou que a embarcação naufragada, localizada na zona do Ponto Final, não fazia parte das embarcações autorizadas para a actividade religiosa e transportava um número excessivo de passageiros.
O acidente ocorreu na contracosta, uma zona reconhecida por suas fortes ondas, tendo a embarcação sido arrastada para a baía, a poucas milhas da costa de Luanda.
O ministro do Interior, Manuel Homem, presente no local, enfatizou a importância de realizar actividades desta índole em coordenação com os órgãos competentes do sistema de segurança nacional, a fim de evitar tragédias futuras.
O Presidente de Angola, João Lourenço, expressou seu pesar pelo sucedido através das redes sociais, afirmando que as autoridades “estão e continuarão a trabalhar com o máximo empenho nos esforços de resgate e na mitigação dos danos resultantes deste incidente no mar”.
A baixa adesão dos pais e encarregados de educação no processo de matrículas para os novos ingressos da primeira classe, previsto para o próximo ano lectivo, tem gerado preocupação entre as autoridades do sector da educação na Província de Gaza.
Após mais de quarenta e cinco dias desde o início deste processo, apenas 21% das 47 mil crianças projectadas foram efectivamente inscritas.
O Director Provincial de Educação, Ferrão Bambo, destacou que os distritos de Xai-Xai, Chibuto, Bilene, Chokwe e Chongone apresentam os números mais alarmantes, com taxas de inscrição significativamente abaixo do esperado. Esta situação levanta dúvidas sobre a preparação das escolas e a organização do próximo ano lectivo.
Em apelo aos encarregados de educação, Bambo sublinha a importância de procederem às matrículas dos seus educandos com urgência, de forma a permitir uma adequada planificação e organização do ano lectivo 2025. O prazo oficial para as matrículas dos novos ingressos da primeira classe iniciou a 1 de Outubro e terminará a 31 de Dezembro deste ano.
Pelo menos seis soldados do exército do Chade e 15 mineiros ilegais morreram durante confrontos ocorridos no domingo na província de Tibesti, no norte do país.
As informações foram confirmadas pelas autoridades regionais, que relataram uma emboscada dirigida às Forças Armadas enquanto estas realizavam uma patrulha no âmbito de uma operação destinada a combater a mineração ilegal na região.
O governador de Tibesti, general Mahamat Tochi, detalhou que os combates surgiram no contexto de uma intensificação das acções do governo para proteger os recursos naturais da área. “Lançámos um ultimato a todos os narcotraficantes da zona: não vamos permitir que os nossos recursos sejam explorados ilegalmente”, declarou Tochi, sublinhando a grave situação de insegurança que persiste na província.
Desde a descoberta de grandes depósitos de ouro e minas na Tibesti, há pouco mais de uma década, a região tem sido palco de confrontos frequentes e mortais entre mineiros ilegais e as forças de segurança, bem como entre os próprios residentes.
A província é frequentemente caracterizada como uma zona sem lei, dominada por traficantes de droga e marcada pela escassa presença do Estado, dada a sua vasta extensão e localização no deserto.
Brahim Moctar, um comerciante da cidade vizinha de Wour, expressou a sua preocupação face a estes episódios de violência, que agravam uma já difícil realidade económica e social. “Já somos afectados por condições de vida difíceis e por um ambiente económico precário.
Estes mineiros não só extraem ilegalmente ouro e outros minerais, como também matam e roubam os nossos vizinhos”, lamentou Moctar, apelando a um aumento da resposta do Estado contra a criminalidade na área.
Após dias de bloqueios devido a manifestações, a Fronteira de Ressano Garcia, localizada na província de Maputo, voltou a operar com um fluxo quase normal no último fim-de-semana.
O movimento de entrada e saída de pessoas, veículos e mercadorias foi registado, marcando um regresso às actividades habituais.
Juca Bata, porta-voz do Serviço Nacional de Migração (SENAMI), revelou ao jornal “Notícias” que o movimento migratório observado no sábado foi bastante encorajador, com números próximos da média diária de cinco mil pessoas. Contudo, o número de viajantes registado no domingo não apresentou um aumento significativo, uma vez que muitos estabelecimentos comerciais na África do Sul permanecem encerrados.
Conforme a mesma fonte, as poucas viaturas que cruzaram a fronteira, na sua maioria, camiões que se dirigiam a diversas farmas para carregar produtos frescos como batatas, tomates, cenouras e cebolas, destinados ao abastecimento do Mercado Grossista do Zimpeto, na cidade de Maputo.
O SENAMI antecipa um aumento exponencial no número de viajantes, uma vez que as lojas na África do Sul estarão a funcionar normalmente. “A satisfação é maior porque a situação tende a voltar à normalidade”, destacou Juca Bata.
No geral, a vida na vila de Ressano Garcia já se normalizou. Os estabelecimentos comerciais, especialmente as barracas de venda de comida e os pontos de câmbio, estão a operar sem restrições, contribuindo assim para a normalização das actividades económicas na região.
Um incêndio de grandes proporções eclodiu na segunda-feira no telhado do Hospital Municipal n.º 3, provocando momentos de pânico entre os utentes e funcionários da instituição.
De acordo com informações avançadas pelo site Astra Press, testemunhas oculares relataram cenas dramáticas, com pessoas a saltar das janelas na tentativa de escapar às chamas.
O Ministério das Situações de Emergência da Rússia confirmou que o fogo alastrou-se por uma área aproximada de 300 metros quadrados. Como resultado da situação de emergência, cerca de 350 pessoas foram prontamente evacuadas do edifício, garantindo assim a segurança dos que se encontravam nas instalações hospitalares.
As autoridades locais estão a mobilizar esforços para controlar as chamas e investigar as causas do incêndio. Até ao momento, não foram reportadas vítimas mortais, mas vários feridos ligeiros foram registados, sendo que os serviços de emergência estão a prestar assistência às pessoas afectadas.
Um trágico colapso de um prédio de quatro andares na movimentada zona comercial de Kariakoo resultou na morte de pelo menos quatro pessoas e deixou setenta feridas. O edifício, que abrigava diversas lojas, desmoronou repentinamente, levando a um cenário caótico na área.
Segundo o Comissário Regional de Dar es Salaam, Albert Chalamila, as operações de resgate continuam em andamento, com a esperança de encontrar sobreviventes entre os escombros. Até ao final da noite de ontem, foram resgatadas setenta pessoas, das quais sessenta e três já tiveram alta, enquanto sete permanecem sob cuidados médicos.
Chalamila relatou que as equipas de resgate, compostas por bombeiros e outras forças de segurança, têm estado a utilizar tubos de oxigénio para ajudar aqueles que ficaram presos. “A operação está a correr bem e o governo está a fornecer equipamento e especialistas para garantir que sejam implementadas medidas eficazes para salvar as pessoas presas no interior”, afirmou Muliro Jumanne, Comandante da Polícia da Zona Especial de Dar es Salaam.
Testemunhas relataram que o edifício começou a ruir por volta das 8h30, quando os comerciantes começaram a abrir as suas lojas. “O prédio começou a desmoronar lentamente e, em questão de minutos, desabou completamente. Algumas pessoas fugiram em pânico, enquanto outras ainda estavam dentro”, contou Kabila Juma, um comerciante local. Outra testemunha sugeriu que as recentes obras de renovação e ampliação da área subterrânea podem ter contribuído para a tragédia.
A Rádio Moçambique contactou o Embaixador de Moçambique na Tanzânia, que, embora tenha afirmado que ainda é cedo para determinar se há cidadãos moçambicanos entre as vítimas, garantiu que a embaixada está a acompanhar de perto as operações de resgate. “Um colega da embaixada está presente para monitorar a situação”, declarou Ricardo Mtumbuída.
Cerca de 350 clientes da Electricidade de Moçambique (EDM) encontram-se sem fornecimento de energia eléctrica, devido à queda de um transformador provocada por um acidente de viação ocorrido no bairro Alto Gingone, na cidade de Pemba.
Simultaneamente, a EDM reporta uma anomalia na Subestação Intermédia de Tavene, na província de Gaza, que resultou na interrupção do fornecimento eléctrico a aproximadamente 60.000 clientes nos diversos bairros do município de Xai-Xai. Entre os bairros afectados estão Patrice Lumumba, Chilaulene, Zimilene, Inhamissa, Marien Ngouabi, Praia de Xai-Xai, Fidel Castro e Ndambine 2000.
Em comunicado oficial, a EDM alertou que, como medida de precaução durante o processo de reparação da anomalia, os equipamentos eléctricos das áreas impactadas deverão ser considerados como estando permanentemente em tensão, visando a segurança de todos.
O Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, lançou uma proposta inovadora durante a cerimónia de apresentação do terceiro relatório bienal sobre a redução de risco de desastres em África, ocorrida virtualmente na quinta-feira.
O Chefe de Estado sugeriu a conversão da dívida do Estado dos países que menos poluem o ambiente em financiamento climático, visando a capacidade de gestão e redução de risco de desastres naturais.
Participando do evento no âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2024, a COP29, Nyusi manifestou a sua preocupação com o impacto das mudanças climáticas no continente africano.
O período compreendido entre 2021 e 2022 foi particularmente negativo, revelando a vulnerabilidade dos países africanos face a desastres naturais exacerbados pelas alterações climáticas.
Na sua intervenção, Filipe Nyusi, que actua como campeão da União Africana para a gestão de desastres naturais, lamentou a situação desfavorável do continente e apelou à união de esforços entre os países africanos para enfrentar este desafio premente. “Apesar dos esforços que temos vindo a envidar, continuamos a encontrar-nos em desvantagem. É imperativo que trabalhemos juntos para mudar esta realidade”, afirmou.
A ministra da Terra e Ambiente, Ivete Maibasse, também presente na conferência, destacou os avanços significativos de Moçambique na busca de financiamento para o projecto das florestas de miombo.
Durante a sua participação em Baku, capital do Azerbaijão, o país assinou um memorando de entendimento que visa facilitar a obtenção de recursos para projectos de reflorestamento, implementação da Declaração de Maputo e desenvolvimento de mercados de carbono.
Um clima de apreensão tomou conta da região de Meluco, após a avistamento de um grupo de indivíduos suspeitos de actividades terroristas na noite de sexta-feira, por volta das 20h. A presença do grupo foi registada nas imediações da comunidade de Mitepo, localizada a menos de 20 quilómetros da sede distrital.
Os moradores da região reagiram com alarmante preocupação, levando muitos a abandonarem as suas habitações. “Há quem tenha fugido para o mato, enquanto outros, como eu, procuramos refúgio em Meluco sede, mesmo em desespero”, relatou um residente local, evidenciando a gravidade da situação.
A comunidade de Mitepo foi praticamente deserta durante a noite, enquanto a sede de Meluco se manteve em constante agitação devido à iminente ameaça do suposto grupo de rebeldes. “Amanhecemos sem sono, nem a festa do aniversário de Meluco conseguiu distrair-nos do medo que sentimos”, comentou outro morador da vila, relatando a inquietação que pairava sobre a comunidade.
Até ao momento, não foram reportadas vítimas mortais nem ataques concretos à aldeia, mas a incerteza e o receio voltaram a assombrar a população, que já passou por momentos difíceis no passado.
As autoridades locais estão a acompanhar a situação de perto, enquanto os habitantes aguardam por mais informações que possam restabelecer a segurança na área.
A capital indiana voltou a implementar medidas rigorosas para combater a alarmante deterioração da qualidade do ar, que recentemente atingiu os níveis mais críticos deste inverno.
Como resultado, as escolas foram encerradas, à excepção das turmas do 10.º e 12.º anos, que continuarão a ter aulas online. Além disso, a entrada de camiões não essenciais está agora proibida na cidade, permitindo apenas a circulação de veículos que transportem bens essenciais.
Para agravar a situação, as autoridades baniram a circulação de alguns veículos a gasóleo mais antigos, uma ação que visa reduzir ainda mais a poluição atmosférica que há semanas afecta os cerca de 33 milhões de moradores da metrópole. As autoridades têm feito um apelo aos grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos, e pessoas com doenças crónicas ou respiratórias, para evitarem sair de casa sempre que possível.
Os habitantes de Nova Deli acordaram esta manhã cercados por um denso e tóxico nevoeiro, uma situação que contribuiu para que a qualidade do ar fosse classificada como “grave” pela principal agência ambiental da Índia. As medições indicam que os níveis de poluição em várias zonas da cidade superam em mais de 50 vezes os limites de segurança recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
A visibilidade junto ao Aeroporto Internacional Indira Gandhi caiu para apenas 150 metros, levando ao cancelamento de voos e a atrasos nas estações ferroviárias. As previsões indicam que esta má qualidade do ar deverá persistir ao longo da semana, à medida que se aproxima o período de inverno, altura em que a capital frequentemente se vê envolta em espesso nevoeiro devido a emissões industriais, tráfego rodoviário e queimadas agrícolas.
As autoridades estimam que cerca de 38% da poluição registada este ano em Nova Deli resulta da queima de restolhos e incêndios agrícolas em estados vizinhos como Punjab e Haryana. A OMS alerta que a poluição atmosférica está relacionada com diversas doenças, incluindo problemas cardiovasculares, respiratórios e cancro do pulmão.
O Ministério da Saúde de Angola anunciou a confirmação de um caso de Mpox na província de Luanda. A vítima, uma mulher de 28 anos de nacionalidade congolesa, é o primeiro registo da doença no país, o que suscitou preocupações sobre a saúde pública na região.
Segundo o comunicado emitido pelo Ministério, estão a ser implementadas diversas medidas para salvaguardar a saúde da população. Estas incluem a desinfecção de áreas potencialmente contaminadas, bem como a identificação e rastreamento dos contactos da paciente. Adicionalmente, uma investigação epidemiológica aprofundada está a ser realizada para monitorizar a situação e conter a propagação do vírus.
A Mpox, também conhecida como varíola dos macacos, é uma doença que se manifesta através de sintomas como febre, dor de cabeça, dores musculares e articulares, aumento dos gânglios linfáticos, e erupções cutâneas generalizadas que podem incluir manchas, lesões ou bolhas na pele, além de lesões nas mucosas.
O período de incubação da doença varia entre 5 a 21 dias, o que torna a vigilância e a resposta rápida essenciais para a contenção do surto.
Um grupo de indivíduos não identificados vandalizou uma sucursal da rede de supermercados Lokal, localizada no bairro do Triunfo, na cidade de Maputo. O incidente levanta preocupações sobre a segurança pública e o impacto deste tipo de ato na comunidade local.
A sucursal vandalizada é uma das dez lojas que a rede possui na capital moçambicana, uma empresa que tem sido um ponto de referência na oferta de produtos alimentares e bens essenciais à população. Até ao momento, não foram divulgados detalhes sobre a extensão dos danos causados, nem se há feridos a reportar.
As autoridades locais estão a investigar o caso e apelam à população para colaborar com informações que possam levar à identificação e captura dos responsáveis por este ato de vandalismo. A direcção da rede Lokal ainda não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido, mas espera-se que se pronunciem em breve, para tranquilizar os clientes e a comunidade em geral.
O Presidente de Israel, Isaac Herzog, anunciou que não participará na 29.ª Conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP29), que decorre na capital do Azerbaijão, Baku.
A decisão deve-se à negativa da Turquia em permitir a passagem de Herzog pelo seu espaço aéreo, segundo fontes diplomáticas.
O portal de notícias azeri Calibre revelou que o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Azerbaijão confirmou que a ausência de Herzog se deve a esta restrição, desmentindo as alegações da Presidência israelita que, no passado sábado, justificou a suspensão da visita com motivos de segurança.
Segundo o ‘Times of Israel’, o gabinete presidencial referiu que a decisão foi tomada após uma avaliação da situação na cidade.
A situação em Baku é tensa, especialmente após a realização de uma manifestação de centenas de activistas pró-palestinianos, que se organizaram para protestar contra a ofensiva militar israelita em Gaza e no Líbano. Os manifestantes entoaram gritos de “Somos todos palestinianos”, sublinhando a crescente inquietação global acerca da questão palestiniana.
A COP29, que se estende até ao dia 22 de Dezembro, tem sido marcada pela falta de avanços significativos nas discussões sobre o clima, com a primeira semana centrada em questões de financiamento, mas sem resultados concretos. Além disso, tensões entre a França e o Azerbaijão têm emergido, sem que tenham sido alcançados acordos substanciais em relação às questões climáticas.
Moçambique enfrenta uma grave ameaça de cheias e inundações durante a presente época chuvosa e ciclónica, com cerca de três milhões e quinhentas mil pessoas potencialmente afectadas.
A advertência foi feita na manhã de segunda-feira, durante uma entrevista no programa “Café da Manhã” da Rádio Moçambique, por Isac Filimone, técnico do Departamento de Gestão de Recursos Hídricos da Direcção Nacional dos Recursos Hídricos.
Filimone explicou que as previsões meteorológicas delineiam dois cenários distintos para a época chuvosa. O primeiro, de risco baixo, abrange os meses de Outubro, Novembro e Dezembro, enquanto o segundo, que apresenta riscos médio e alto, se intensifica entre Janeiro e Março. Este último período poderá resultar em um aumento significativo dos níveis de água em várias bacias hidrográficas, colocando em risco não apenas vidas, mas também infra-estruturas essenciais.
Mais de quatro mil escolas e mais de quinhentas unidades sanitárias poderão ser afectadas por estes fenómenos naturais, o que representa um sério desafio para a continuidade dos serviços sociais no país.
Face a esta situação alarmante, a Direcção Nacional dos Recursos Hídricos apela às comunidades para que se mantenham informadas através das entidades competentes e se preparem para uma evacuação rápida, caso as cheias ou inundações se tornem inevitáveis. Além disso, é solicitado às autoridades municipais que implementem melhorias nos sistemas de drenagem, a fim de mitigar os impactos das inundações urbanas.
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O Conselho Disciplinar da Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM) decidiu suspender seis advogados durante dez anos, na sequência de alegações de recepção de...
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