A Guardia Civil deteve seis indivíduos, incluindo a mãe de duas crianças, em conexão com um caso perturbador de prostituição e abuso sexual de menores.
A mulher, que também se dedicava à prostituição na sua própria casa, é acusada de permitir que as suas crianças fossem vítimas de abusos por diferentes pessoas, em várias circunstâncias.
As detenções ocorreram no âmbito de uma investigação que revelou que os crimes tiveram lugar em 2021 e 2022, quando as crianças tinham apenas 12 e 9 anos. Durante esse período, as crianças estavam sob a guarda da mãe, que, segundo a Guardia Civil, “trabalhava como prostituta em sua residência e autorizou as agressões sexuais aos seus filhos”. Além dos dois menores, a mãe também tinha sob sua responsabilidade uma criança de apenas 3 anos.
A situação alarmante levou a Junta de Andaluzia a retirar a guarda da mãe, devido ao “estado de total abandono” em que as crianças se encontravam. Após receberem apoio psicológico de especialistas em centros de acolhimento, as crianças conseguiram relatar vários episódios de maus-tratos e abusos sexuais de que afirmaram ter sido vítimas.
As investigações foram conduzidas pela Guardia Civil e revelaram que as crianças não conheciam todos os seus agressores, o que complicou a identificação completa dos responsáveis. As autoridades não descartam a possibilidade de futuras detenções à medida que a investigação avança.
O caso está a ser tratado pelo 1.º Tribunal de Primeira Instância e Instrução n.º 1 de Ayamonte, onde a gravidade das acusações e a proteção das vítimas são prioritárias.
Uma mulher de 37 anos foi detida em Móstoles, uma localidade situada ao sul de Madrid, após ser acusada de vender a sua filha recém-nascida por 2 mil euros, o equivalente a cerca de 12,9 mil reais, a um casal na cidade de Córdoba.
De acordo com informações prestadas pela polícia espanhola, a mulher inicialmente fez um acordo com os compradores para a entrega da criança. No entanto, após a transacção, arrependeu-se e solicitou a devolução do bebé.
Segundo os relatos, para efectuar a devolução, o casal exigiu não só o reembolso dos 2.000 euros, mas também uma compensação adicional de 1.000 euros, correspondendo a despesas incorridas pela mãe antes do parto.
A situação culminou na detenção da mulher quando esta se dirigiu à polícia para registar uma queixa, alegando que a sua filha havia sido “sequestrada” por uma família de Córdoba.
Durante a investigação, as autoridades descobriram que se tratava de uma negociação ilegal de adopção, levando à prisão da mulher, do casal comprador e de dois familiares envolvidos no caso.
Angola enfrenta uma grave crise de saúde pública, com a notificação de 623 casos de cólera e 11 mortes nos últimos dois dias.
A província de Benguela continua a ser a mais afectada pela epidemia, que já totaliza um número alarmante de infecções desde o início do ano.
Segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, foram registados 340 casos e seis mortes em Benguela nas últimas 48 horas, o que representa mais de metade do total de casos notificados em outras partes do país.
A cólera já se espalhou por 17 das 21 províncias angolanas, colocando Angola entre os países com as mais elevadas taxas de letalidade da doença a nível mundial, estimadas em 3,5%.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece uma taxa de referência de 1% para a cólera, o que significa que espera-se uma morte para cada 100 diagnósticos. A elevada taxa de mortalidade em Angola indica não apenas a gravidade da epidemia, mas também desafios relacionados ao acesso e à gestão dos cuidados de saúde.
Em resposta à situação crítica, a Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, está a realizar uma visita à província de Benguela, que apresenta os índices mais altos de casos e óbitos.
No sábado passado, foi realizada uma reunião na mesma província, envolvendo autoridades angolanas e organizações internacionais, como a Organização Mundial de Saúde e o UNICEF. Durante a reunião, foram discutidas acções urgentes para o reforço do combate e prevenção da cólera, com foco no abastecimento de água potável e na melhoria da assistência pré-hospitalar e hospitalar.
O Ministro da Saúde de Moçambique, Ussene Isse, manifestou a sua preocupação com a greve que afeta o sector, descrevendo-a como um “desastre”.
Durante uma intervenção em Gaza, Isse apelou ao diálogo entre os profissionais de saúde e o Governo, enfatizando a necessidade de não interromper os serviços básicos que atendem à população.
“Uma greve na saúde é um desastre. […] O meu pedido aos colegas é que vamos discutir o assunto, mas não podemos deixar de atender os nossos pacientes”, declarou o ministro. Ele salientou a importância de um trabalho conjunto e organizado para garantir a salvaguarda de vidas, destacando que “não podemos fazer greve morrendo pessoas”.
A greve, iniciada a 17 de outubro e com duração prevista de 30 dias, poderá ser prolongada caso não sejam alcançados “acordos concretos” com o Executivo.
A Associação dos Profissionais de Saúde Unidos e Solidários de Moçambique (APSUSM), que representa cerca de 65.000 trabalhadores do sector, exige melhorias significativas nas condições de trabalho, incluindo o fornecimento de medicamentos aos hospitais e a compra de camas hospitalares.
Além disso, os profissionais reivindicam soluções para a “falta de alimentação”, o equipamento de ambulâncias com materiais de emergência, bem como a disponibilização de equipamentos de proteção individual reutilizáveis, dado que muitos têm sido forçados a comprar esses itens com seus recursos pessoais. O pagamento de horas extraordinárias e um melhor enquadramento na Tabela Salarial Única (TSU) também figuram na lista de exigências.
Na sequência das críticas do ministro, o porta-voz do Governo, Salim Valá, reiterou a importância do diálogo e pediu confiança por parte dos trabalhadores em greve. “A estabilização da situação dos profissionais de saúde é uma preocupação do Governo”, afirmou Valá, durante uma conferência de imprensa em Maputo.
A juíza federal Hannah Dugan, de 65 anos, foi detida pelo FBI, sob a acusação de obstruir a aplicação da lei de imigração nos Estados Unidos.
A sua detenção ocorreu durante uma operação destinada à captura de um imigrante indocumentado, identificado como Eduardo Flores Ruiz, originário do México.
Segundo o director do FBI, Kash Patel, a magistrada é suspeita de ter “intencionalmente desviado” os agentes federais que estavam em busca de Ruiz, o que teria facilitado a sua fuga temporária. Apesar das alegações de obstrução, o imigrante acabou por ser localizado e preso pelos agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE) após uma perseguição a pé.
Patel enfatizou a gravidade da situação, afirmando que “felizmente, nossos agentes conseguiram capturar o criminoso a pé, e ele encontra-se detido desde então. Contudo, a obstrução da juíza representou um risco acrescido para o público”.
A detenção de Dugan foi confirmada por um porta-voz do tribunal federal de Milwaukee, que acrescentou que a juíza foi encaminhada para uma delegacia e se encontra à disposição das autoridades judiciais. Até ao momento, a defesa da magistrada não emitiu qualquer declaração pública sobre o caso.
O túmulo do Papa Francisco, que faleceu na última segunda-feira aos 88 anos, já está aberto para visitação pública na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma.
A abertura ocorreu no domingo, a partir das 7h00 (hora local), um dia após as cerimónias fúnebres que atraíram um estimado público de 400 mil pessoas, incluindo dezenas de chefes de Estado.
Desde muito antes da abertura, centenas de fiéis formaram longas filas para prestar homenagem ao Sumo Pontífice. O túmulo estará acessível até às 18h30 (17h30 em Lisboa), permitindo que os devotos se aproximem do local de descanso final do Papa Francisco.
Neste mesmo dia, está prevista a visita de vários cardeais ao túmulo, que se encontra numa das naves laterais da basílica, entre a Capela Paulina e a Capela Sforza, junto ao altar de São Francisco. A Capela Paulina abriga o famoso ícone bizantino do século VI, “Salus Populi Romani”, que retracta a Virgem Maria com o Menino Jesus.
O túmulo do Papa Francisco foi construído com mármore oriundo da Ligúria, região no noroeste da Itália, que é a terra natal dos avós do Papa. A sepultura ostenta a inscrição “FRANCISCUS”, em latim, acompanhada da reprodução da cruz peitoral do Pontífice.
As exéquias do Papa Francisco, que se iniciaram às 09h00 de Lisboa (10h00 em Roma), culminaram com a cerimónia de despedida, que se estendeu até às 14h00 de Lisboa (15h00 em Roma).
Segundo o Ministro do Interior de Itália, a vasta multidão que prestou tributo ao Papa foi um testemunho do seu impacto e legado.
O número de mortos em consequência da explosão ocorrida num porto no sul do Irão subiu para 25, com mais de 800 feridos, conforme a actualização mais recente divulgada pelas autoridades iranianas.
Mojtaba Ghahremani, chefe judicial da província, confirmou a trágica contagem, afirmando que “o número total de mortos no incidente até agora é de 25”, segundo a agência noticiosa Tasnim.
Dentre as vítimas, 21 corpos foram já entregues aos serviços de medicina legal, e 10 delas já foram identificadas. A explosão, seguida de um incêndio de grandes proporções, ocorreu no sábado no porto de Shahid Rajai, na cidade de Bandar Abbas. As primeiras investigações indicam que a explosão pode estar relacionada com um carregamento de um ingrediente químico utilizado na fabricação de propulsores de mísseis.
Importante frisar que este trágico incidente coincide com a terceira ronda de negociações entre o Irão e os Estados Unidos, que teve lugar em Omã no mesmo dia da explosão, centrando-se no programa nuclear do país, que tem avançado rapidamente.
Embora não haja evidências concretas que sugiram que a explosão tenha sido provocada por um ataque, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, reconheceu que “os serviços de segurança estão em alerta máximo, tendo em conta casos anteriores de tentativas de sabotagem e operações de assassinato destinadas a provocar uma resposta legítima”.
A televisão estatal iraniana informou que o incêndio já está sob controlo e que será totalmente extinto ainda hoje. As operações no porto foram retomadas, e imagens mostraram contentores de um navio comercial a serem descarregados. Contudo, poucos detalhes foram divulgados sobre as causas do incêndio nos arredores de Bandar Abbas, que também provocou a explosão de outros contentores.
A empresa de segurança privada Ambrey revelou que o porto recebeu um carregamento de combustível químico para mísseis em Março, e sugeriu que o incêndio possa ter sido “resultado de um manuseamento incorrecto de um carregamento de combustível sólido destinado a ser utilizado em mísseis balísticos iranianos”.
Após a explosão, imagens aéreas divulgadas pelos meios de comunicação social iranianos mostraram incêndios em vários locais do porto, e as autoridades alertaram para a poluição atmosférica causada por químicos como o amoníaco, o dióxido de enxofre e o dióxido de azoto. Em resposta à situação, escolas e escritórios em Bandar Abbas estarão encerrados hoje.
Mais de cinquenta pessoas foram detidas na Turquia no âmbito de uma investigação de corrupção que envolve o presidente da Câmara de Istambul, Ekrem Imamoglu, um dos principais opositores do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.
O Ministério Público de Istambul anunciou que foram emitidos mandados de captura para 53 indivíduos, dos quais 47 foram já detidos, em acções realizadas em Istambul e Ancara.
Ekrem Imamoglu, que se encontrou na mira das autoridades desde a sua detenção em 19 de Março e subsequente prisão em 25 de Março sob acusações de corrupção, é uma figura central no cenário político turco, especialmente num momento em que se esperava que fosse nomeado pelo seu partido, o CHP, como candidato às próximas eleições presidenciais.
Entre os detidos encontram-se a chefe de gabinete de Imamoglu, Kadriye Kasapoglu, o irmão da sua mulher, Dilek Imamoglu, além do director da autoridade das águas e antigos funcionários da autarquia.
A agência de notícias Bir Gün, alinhada com a oposição, relatou que, durante a manhã, as autoridades realizavam buscas nas residências dos detidos em várias localidades, incluindo Istambul, Ancara e Tekirdag, no noroeste do país.
Uma forte explosão no porto de Shahid Rajai, situado perto da cidade de Bandar Abbas, no sul do Irão, resultou em pelo menos quatro mortos e mais de 500 feridos, de acordo com o balanço atualizado das autoridades iranianas.
Babak Mahmoudi, chefe das operações de ajuda do Crescente Vermelho iraniano, confirmou as fatalidades em declarações à televisão estatal do Irão, conforme relatado pela agência de notícias France-Presse. “Infelizmente, pelo menos quatro mortes foram confirmadas pelos socorristas”, afirmou.
A explosão provocou um incêndio de grandes proporções que, até ao momento, os serviços de emergência ainda estão a tentar controlar, necessitando até do apoio de helicópteros para debelar as chamas. A televisão estatal iraniana apresentou imagens de uma densa nuvem negra sobre o porto e cenas de pânico na área, destacando que a força da explosão foi tão intensa que danificou edifícios e veículos nas imediações, tendo sido ouvida a mais de 10 quilómetros de distância.
O incidente ocorreu na zona alfandegária do porto, e as causas ainda não foram esclarecidas. A alfândega do porto de Shahid Rajai indicou que “é altamente provável que a explosão tenha tido origem num depósito de produtos perigosos e químicos localizado na zona portuária”.
O governador da província de Hormozgan, Mohammad Ashuri, informou que “a origem da explosão ainda é desconhecida”, mas mencionou a possibilidade de envolvimento de alguns contentores, sem fornecer mais detalhes.
O primeiro vice-presidente do Irão, Mohamed Reza Aref, ordenou “uma investigação imediata e completa para determinar a causa exata do acidente e a extensão dos danos”. Em resposta à emergência, as atividades portuárias foram suspensas para permitir que as forças de segurança e de socorro controlem a situação.
O funeral do Papa Francisco teve lugar este sábado, seis dias após a sua morte, numa cerimónia que reuniu milhares de fiéis e um vasto contingente de dignitários internacionais.
O líder da Igreja Católica, que faleceu na segunda-feira passada aos 88 anos, vítima de um AVC, foi homenageado na Praça de São Pedro, no Vaticano, num evento marcado por profundas emoções.
As cerimónias fúnebres tiveram início às 10h00 locais (menos uma hora em Lisboa) e contaram com a presença de aproximadamente 50 chefes de Estado, incluindo uma dezena de monarcas, além de líderes de diversas organizações internacionais. No total, mais de 160 delegações estiveram representadas, evidenciando a importância e o impacto global do Papa Francisco.
Devido ao elevado número de participantes, o evento exigiu a implementação de medidas de segurança extraordinárias na capital italiana, Roma. As autoridades locais prepararam um dispositivo abrangente para garantir a segurança de todos os presentes, reflectindo a magnitude da perda do líder católico.
As homenagens têm sido uma constante desde a sua morte, com fiéis de todo o mundo a prestarem tributo ao Papa Francisco, que se destacou por sua mensagem de paz e compaixão. O Vaticano, em particular, tornou-se um local de luto e celebração da sua vida e legado.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Motorista. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Protecção à Criança em Emergência. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Educação. Saiba mais.
Dois cidadãos de nacionalidade burundesa foram detidos na II Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), na cidade de Xai-Xai, sob a acusação de permanência ilegal no país e tentativa de suborno às autoridades policiais.
A detenção ocorreu durante uma acção de fiscalização migratória realizada pela Direcção Provincial da Emigração de Gaza, em colaboração com a PRM. Os indivíduos foram interceptados no posto de controlo da Pontinha, nos arredores de Xai-Xai, enquanto tentavam obter um transporte para a província de Maputo.
Ao serem interpelados, os detidos não apresentaram documentos de identificação válidos e, em vez disso, tentaram subornar os agentes da lei, com uma quantia de 19 mil meticais, o que resultou na sua detenção imediata.
Durante os interrogatórios, os cidadãos burundeses confessaram que se encontravam em Moçambique há mais de dois anos e residem no distrito da Manhiça, na província de Maputo, onde desenvolvem actividades comerciais.
O rapper Lil Banks encontra-se no centro de uma controversa acusação de violência doméstica, após ser mencionado nas redes sociais por Lloyd Froy.
O denunciante alega que o artista agrediu fisicamente a tia de Lloyd, com quem vive há aproximadamente cinco meses no bairro Ferroviário.
As alegações surgem num contexto já tumultuado, marcado por passagens anteriores de Lil Banks pela justiça e por confrontos verbais com outros artistas da cena musical. Até ao momento, o rapper não se pronunciou oficialmente sobre as alegações feitas a seu respeito.
De acordo com Lloyd Froy, o rapper teria danificado um dos quartos arrendados na residência, supostamente para montar um estúdio, mesmo residindo no local apenas de favor. Este quarto era uma fonte de rendimento para a tia de Lloyd e estava ocupado por uma inquilina que, na altura do incidente, não se encontrava presente.
Além das acusações de agressão física, Lloyd também denunciou ameaças de morte direccionadas a um primo, que, por receio pela sua segurança, acabou por ser forçado a abandonar a casa.
A Defesa Civil palestiniana anunciou que pelo menos 17 pessoas perderam a vida em recentes bombardeamentos israelitas na Faixa de Gaza.
Mahmoud Bassal, porta-voz da Defesa Civil, um organismo controlado pelo Hamas, confirmou à Agência France Presse que os ataques ocorreram nas últimas horas, com o mais grave a atingir um edifício escolar que acolhia grupos de deslocados no norte da cidade de Gaza.
De acordo com Bassal, o bombardeio à escola resultou na morte de 11 pessoas e ferimentos em 17, incluindo mulheres e crianças. O impacto da explosão causou um incêndio de grandes dimensões, levando à carbonização de vários corpos.
Além deste incidente, a Defesa Civil relatou que quatro outras pessoas faleceram em um ataque a uma zona residencial no leste de Gaza, onde ainda há “várias pessoas desaparecidas sob os escombros”. Outros dois ataques em diferentes localidades resultaram na morte de uma criança em Jabalia, no norte, e de um civil em Khan Yunis, no sul.
Até ao momento, o Exército israelita não comentou os ataques realizados esta manhã. Contudo, na terça-feira, as forças israelitas afirmaram ter destruído cerca de 40 máquinas de engenharia que, segundo os militares, eram utilizadas pelo Hamas para fins terroristas, incluindo a realização do ataque contra território israelita em 7 de Outubro de 2023.
O Exército israelita declarou que o Hamas utiliza esses equipamentos para colocar explosivos, escavar túneis, romper barreiras de segurança e limpar escombros na busca por armas e equipamento militar.
Desde o reinício da ofensiva aérea e terrestre contra o Hamas em Gaza a 18 de Março, o Ministério da Saúde do Hamas reportou que pelo menos 1.890 palestinianos foram mortos, elevando o total para 51.266 desde o início da retaliação militar israelita. Este conflito foi desencadeado pelo ataque do Hamas a Israel em 7 de Outubro de 2023, que resultou na morte de 1.218 pessoas, a maioria civis.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) anunciou o desmantelamento de uma rede de venda e consumo de drogas na cidade de Maputo, resultando na detenção de três cidadãos moçambicanos.
A operação decorreu na segunda-feira e culminou com a apreensão de substâncias proibidas, incluindo canábis sativa, popularmente conhecida como “suruma”, bem como dispositivos electrónicos associados ao tráfico.
Durante uma conferência de imprensa, a porta-voz da PRM na capital moçambicana, Marta Pereira, destacou a importância da colaboração entre a polícia e a sociedade no combate ao tráfico de drogas. “É fundamental que a população desempenhe um papel activo na denúncia de actividades suspeitas, contribuindo assim para a segurança e bem-estar da comunidade”, afirmou Marta Pereira.
A operação reflete o contínuo esforço das autoridades em combater o crescente problema do consumo e tráfico de substâncias ilícitas em Moçambique, reforçando a necessidade de uma mobilização conjunta contra este fenómeno.
A PRM apela à cidadania para que se mantenha alerta e participe na luta contra as drogas, um problema que afecta a saúde pública e a segurança social do país.
Um incêndio descontrolado na floresta de Eshtaol, localizado a cerca de 25 quilómetros da cidade israelita de Jerusalém, levou à evacuação das aldeias de Eshtaol, Beit Meir e Mesilat Zion, conforme reportado pelo jornal “The Times of Israel”.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, visitou o centro de gestão de emergências instalado pelas autoridades policiais e organizações de socorro, incluindo os bombeiros e o Magen David Adom (Estrela de David Vermelha).
Durante a visita, Netanyahu alertou que a chegada da noite representa um risco significativo, uma vez que as brasas podem reacender e os ventos poderão propagar ainda mais o incêndio. “Não sabemos como é que este incêndio vai evoluir. Esperamos que consiga ser controlado, mas, caso contrário, precisamos proteger esta linha de Mevaraset, Jerusalém, e toda a linha, para que o fogo não chegue lá”, afirmou o primeiro-ministro.
Até ao momento, foram reportados nove feridos, sendo sete deles bombeiros e dois civis. Para combater as chamas, mais de 110 bombeiros estão em ação, apoiados por helicópteros da polícia que sobrevoam a área para monitorizar a situação.
O chefe da polícia israelita, Danny Levy, informou que as equipas estão preparadas para enfrentar os desafios da noite e que as avaliações da situação estão a ser feitas de forma contínua em colaboração com todas as agências de emergência e salvamento.
O Irão anunciou, esta terça-feira, a apreensão de dois navios estrangeiros suspeitos de contrabandearem combustível nas águas do Golfo Pérsico.
De acordo com relatos de meios de comunicação iranianos, os Guardas Revolucionários, o exército ideológico do país, intervieram nas embarcações, que transportavam 1,5 milhões de litros de gasóleo de origem iraniana.
As embarcações, identificadas como Sea Ranger e Salama, navegavam sob bandeira tanzaniana e eram tripuladas por 25 membros estrangeiros, embora não tenham sido divulgadas informações sobre as nacionalidades dos tripulantes ou o destino final das embarcações.
Após a apreensão, os navios foram transferidos para o porto de Boushehr, localizado no sudoeste do Irão, onde serão submetidos a procedimentos legais, segundo informou a agência de notícias Fars.
As forças armadas iranianas fazem frequentemente anúncios sobre a detenção de embarcações que praticam o transporte ilegal de combustível na região do Golfo.
O Irão, conhecido por ter um dos preços de combustível mais baixos do mundo, atrai o contrabando, tornando a exportação ilícita de combustíveis para outros países uma actividade altamente lucrativa.
O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro foi notificado do processo judicial que enfrenta no Supremo Tribunal Federal (STF), onde é acusado de tentativa de golpe de Estado.
A notificação ocorreu na unidade de cuidados intensivos (UCI) do hospital onde está internado, recuperando-se de uma cirurgia intestinal realizada há dez dias.
Segundo informações divulgadas pelo próprio Bolsonaro, um oficial de justiça deslocou-se até à UCI para formalizar a notificação judicial. O ex-presidente, que se encontra sob observação médica, revelou que a comunicação ocorreu enquanto ele ainda recebia tratamento.
Esta ação judicial contra Bolsonaro surge no contexto das investigações relacionadas aos eventos de 8 de Janeiro de 2023, que culminaram em ataques às instituições democráticas do Brasil, incluindo o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. A acusação de golpe de Estado é parte de um processo mais amplo que pretende responsabilizar os envolvidos na tentativa de desestabilizar o governo e a ordem constitucional.
Apesar da gravidade das acusações, Bolsonaro continua a contestar a legitimidade do processo e mantém uma postura desafiadora, conforme evidenciado em declarações anteriores.
A situação levanta questões significativas sobre o estado da democracia no Brasil e o futuro político do ex-presidente, uma figura polarizadora que continua a ter uma base de apoio considerável entre os seus seguidores.
A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) anunciou, a partir de terça-feira, a redução da sua frota de aeronaves, passando a operar exclusivamente com três aviões, após a retirada dos modelos CRJ 900.
Esta medida surge no contexto de uma reestruturação forçada, que visa adaptar a oferta de voos à nova realidade da companhia.
O comunicado oficial da LAM não especificou os horários e os itinerários dos voos afectados, mas adiantou que as ligações internas poderão também ser impactadas por esta decisão. A empresa já havia suspendido recentemente os voos internacionais, uma ação que se deve à acumulação de prejuízos significativos nas suas rotas.
“A Empresa Linhas Aéreas de Moçambique comunica aos seus passageiros e ao público em geral que está a operar com uma frota reduzida, em virtude da retirada das aeronaves CRJ 900. Neste momento, a LAM integrou nas suas operações uma aeronave Embraer 145, passando a contar com três aviões que vão assegurar as ligações aéreas nos próximos 15 dias”, lê-se no documento divulgado.
A companhia de bandeira assegura que está a contactar todos os passageiros afectados pelas alterações nos horários dos voos e que as equipas técnicas estão a ser reforçadas para garantir a qualidade do atendimento ao cliente durante este período de transição.
Vale recordar que, no dia 13 de Abril, a LAM já havia cancelado voos na rota entre Maputo e Quelimane devido à avaria de uma aeronave, uma situação que se tem repetido nas últimas semanas e que contribui para o agravamento da situação da companhia.
Em resposta aos desafios operacionais, a LAM lançou recentemente um concurso público para a aquisição de três das oito aeronaves que pretende adquirir nos próximos tempos, com o objectivo de normalizar as suas operações e fortalecer a sua frota.
O presidente russo, Vladimir Putin, apresentou uma proposta para cessar a invasão da Ucrânia durante uma reunião com Steve Witkoff, enviado especial dos Estados Unidos, no início deste mês.
A informação foi avançada pelo jornal Financial Times, que destaca que a proposta pode representar um passo significativo no caminho para um acordo de paz.
Segundo fontes próximas às negociações, Putin sugeriu que Moscovo estaria disposto a abdicar das suas reivindicações sobre quatro regiões ucranianas parcialmente ocupadas que ainda se encontram sob controlo de Kiev. Em contrapartida, os Estados Unidos teriam proposto o reconhecimento formal da anexação da Crimeia pela Rússia, ocorrida em 2014, um tema altamente controverso no cenário internacional.
Este desenvolvimento surge num momento em que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Ucrânia está aberta a negociar com a Rússia, desde que um cessar-fogo seja estabelecido. “Estamos prontos para registar que, após um cessar-fogo, estamos dispostos a sentar-nos em qualquer formato, para que não hajam becos sem saída”, declarou Zelensky.
Contudo, ele alertou que um acordo não poderá ser alcançado rapidamente, dada a complexidade das questões territoriais, garantias de segurança e a adesão da Ucrânia à NATO.
Zelensky também expressou interesse em encontrar Donald Trump, ex-presidente dos EUA, durante o funeral do Papa Francisco no Vaticano, na esperança de discutir os recentes avanços nas negociações de paz.
Na segunda-feira, Putin afirmou estar aberto a discutir a suspensão de ataques contra civis, comentando: “Tudo merece ser estudado cuidadosamente. Talvez de forma bilateral, com diálogo. Não excluímos isso. Iremos analisar a questão e tomar as decisões apropriadas”.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, reiterou a disposição de Putin para considerar uma proposta de Zelensky que visa prolongar a trégua de Páscoa por mais 30 dias, suspendendo assim os ataques às infraestruturas civis por ambas as partes.
No entanto, Peskov destacou que, para já, não existem planos concretos para negociações com Kiev, sendo necessário definir claramente quais infraestruturas são consideradas alvos militares.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) iniciou uma investigação sobre a morte de um indivíduo abatido em público no passado sábado, numa operação policial ocorrida...
O Ministério da Saúde de Moçambique emitiu uma ordem de suspensão imediata da comercialização e uso de determinados lotes de produtos farmacêuticos, incluindo multivitaminas,...
Dois indivíduos foram detidos esta semana, suspeitos de estarem implicados no assassinato de um agente de segurança no bairro Xipamanine, na cidade de Maputo.
Um...