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Quarta-feira, Julho 22, 2026
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LAM reduz frota e ajusta operações com apenas três aeronaves

A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) anunciou, a partir de terça-feira, a redução da sua frota de aeronaves, passando a operar exclusivamente com três aviões, após a retirada dos modelos CRJ 900. 

Esta medida surge no contexto de uma reestruturação forçada, que visa adaptar a oferta de voos à nova realidade da companhia.

O comunicado oficial da LAM não especificou os horários e os itinerários dos voos afectados, mas adiantou que as ligações internas poderão também ser impactadas por esta decisão. A empresa já havia suspendido recentemente os voos internacionais, uma ação que se deve à acumulação de prejuízos significativos nas suas rotas.

“A Empresa Linhas Aéreas de Moçambique comunica aos seus passageiros e ao público em geral que está a operar com uma frota reduzida, em virtude da retirada das aeronaves CRJ 900. Neste momento, a LAM integrou nas suas operações uma aeronave Embraer 145, passando a contar com três aviões que vão assegurar as ligações aéreas nos próximos 15 dias”, lê-se no documento divulgado.

A companhia de bandeira assegura que está a contactar todos os passageiros afectados pelas alterações nos horários dos voos e que as equipas técnicas estão a ser reforçadas para garantir a qualidade do atendimento ao cliente durante este período de transição.

Vale recordar que, no dia 13 de Abril, a LAM já havia cancelado voos na rota entre Maputo e Quelimane devido à avaria de uma aeronave, uma situação que se tem repetido nas últimas semanas e que contribui para o agravamento da situação da companhia.

Em resposta aos desafios operacionais, a LAM lançou recentemente um concurso público para a aquisição de três das oito aeronaves que pretende adquirir nos próximos tempos, com o objectivo de normalizar as suas operações e fortalecer a sua frota.

Putin propõe cessar-fogo na Ucrânia em troca de reconhecimento da anexação da Crimeia

O presidente russo, Vladimir Putin, apresentou uma proposta para cessar a invasão da Ucrânia durante uma reunião com Steve Witkoff, enviado especial dos Estados Unidos, no início deste mês. 

A informação foi avançada pelo jornal Financial Times, que destaca que a proposta pode representar um passo significativo no caminho para um acordo de paz.

Segundo fontes próximas às negociações, Putin sugeriu que Moscovo estaria disposto a abdicar das suas reivindicações sobre quatro regiões ucranianas parcialmente ocupadas que ainda se encontram sob controlo de Kiev. Em contrapartida, os Estados Unidos teriam proposto o reconhecimento formal da anexação da Crimeia pela Rússia, ocorrida em 2014, um tema altamente controverso no cenário internacional.

Este desenvolvimento surge num momento em que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Ucrânia está aberta a negociar com a Rússia, desde que um cessar-fogo seja estabelecido. “Estamos prontos para registar que, após um cessar-fogo, estamos dispostos a sentar-nos em qualquer formato, para que não hajam becos sem saída”, declarou Zelensky.

Contudo, ele alertou que um acordo não poderá ser alcançado rapidamente, dada a complexidade das questões territoriais, garantias de segurança e a adesão da Ucrânia à NATO.

Zelensky também expressou interesse em encontrar Donald Trump, ex-presidente dos EUA, durante o funeral do Papa Francisco no Vaticano, na esperança de discutir os recentes avanços nas negociações de paz.

Na segunda-feira, Putin afirmou estar aberto a discutir a suspensão de ataques contra civis, comentando: “Tudo merece ser estudado cuidadosamente. Talvez de forma bilateral, com diálogo. Não excluímos isso. Iremos analisar a questão e tomar as decisões apropriadas”.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, reiterou a disposição de Putin para considerar uma proposta de Zelensky que visa prolongar a trégua de Páscoa por mais 30 dias, suspendendo assim os ataques às infraestruturas civis por ambas as partes.

No entanto, Peskov destacou que, para já, não existem planos concretos para negociações com Kiev, sendo necessário definir claramente quais infraestruturas são consideradas alvos militares.

Vitano Singano permanece detido há mais de cinco meses sem pronúncia judicial

Vitano Singano, presidente do partido Revolução Democrática (RD), encontra-se detido na Cadeia Civil de Maputo há mais de cinco meses, sob a acusação de conspiração contra a segurança do Estado. 

A informação foi confirmada pelo secretário-geral da formação política, Nunes Paulo, que expressou a preocupação do partido em relação à situação do seu líder.

Em declarações ao jornal “Notícias”, Nunes Paulo revelou que os esforços do partido para obter informações sobre as acusações e o andamento do processo têm sido infrutíferos. “Tudo o que sabemos é que dizem que a situação do nosso presidente é muito grave. Sentimos que há uma intenção das autoridades de tornar este expediente ainda mais demorado. Há muito tempo que aguardamos um pronunciamento formal da acusação para compreender todos os contornos do processo e saber quando se realizará o julgamento”, destacou.

O secretário-geral da RD também relatou que Vitano Singano está vedado de receber visitas na Cadeia Civil de Maputo, tendo sido visto pela última vez por seus pares momentos antes da sua detenção, em Novembro do ano passado. “Desde a sua prisão, nunca mais o vimos nem falámos com ele. Não temos ideia do seu estado de saúde, nem há muitos movimentos sobre o processo. Sempre que tentamos visitá-lo, é-nos informado que o acesso ao nosso presidente continua limitado”, lamentou.

Além disso, Nunes Paulo informou que mesmo o advogado do partido não tem conseguido obter novidades significativas sobre a situação de Singano, embora continuem a envidar esforços para a sua libertação. Ele frisou que, devido à situação prisional do presidente, o desenvolvimento dos processos relacionados com o Compromisso Político para o Diálogo Nacional Inclusivo, do qual a RD é signatária, prosseguem sob a liderança do vice-presidente da organização, sem a mínima orientação de Vitano Singano.

Vitano Singano foi detido a 8 de Novembro do ano passado em resposta a um mandado de captura emitido pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo. O Ministério Público acusa-o de ter planeado um assalto à “Ponta Vermelha”, residência oficial do Presidente da República, no contexto das manifestações pós-eleitorais que marcaram o país.

Além disso, o presidente da RD é indiciado por ter tentado recrutar membros das Forças de Defesa e Segurança, antigos guerrilheiros de uma força política nacional, entre outros indivíduos com experiência militar, para realizar assaltos a unidades policiais e militares, com o intuito de alterar violentamente o Estado de Direito Democrático e provocar desordem política e social, bem como subversão do Estado.

Mesmo condenado por corrupção, Cardeal Becciu reitera desejo de participar do conclave

O cardeal Giovanni Angelo Becciu, condenado por corrupção no ano de 2023, manifestou a intenção de participar do próximo conclave, cerimónia destinada à escolha de um novo papa, apesar de ter sido excluído da lista de cardeais eleitores. 

Becciu, que outrora ocupou a posição de chefe de gabinete do papa, assegura que ainda possui o direito de estar presente na cerimónia.

Em entrevista ao jornal italiano L’Unione Sarda, Becciu afirmou: “O papa reconheceu que minhas prerrogativas de cardeal permanecem intactas, já que não houve uma vontade explícita de me excluir do conclave nem um pedido para minha renúncia explícita por escrito.” A declaração lança luz sobre a complexidade da sua situação, que se agravou após a condenação por desvio de cerca de 200 milhões de dólares da Santa Sé e a utilização indevida de recursos destinados a obras de caridade.

As acusações contra Becciu incluem a utilização de fundos da Secretaria de Estado do Vaticano para investimentos de alto risco, além da compra de um imóvel de luxo em Londres. Ele também é acusado de ter redireccionado verbas para a sua diocese natal e favorecido familiares. Em 2020, sob investigação, o cardeal renunciou aos direitos associados ao cardinalato, decisão aceita pelo papa Francisco na altura.

Em um giro inesperado, em 2022, Becciu foi convidado por Francisco para participar de um consistório sobre reformas no Vaticano, sob a justificativa de que os “direitos do cardinalato não se referem à participação na vida da Igreja”. Contudo, em 2023, Becciu foi condenado a cinco anos e seis meses de prisão, além de ter que pagar uma multa de 8 mil euros e ter ficado inabilitado, de forma vitalícia, para exercer funções públicas no Vaticano. O cardeal continua a negar as acusações que pesam sobre ele.

Em sua entrevista, Becciu também expressou sua dor em relação à mudança de opinião do papa sobre ele, considerando-a um teste à sua fé. “Foi também uma dor imensa ver o papa mudar de repente a sua opinião sobre mim de forma tão radical. Uma dor que aceitei como um teste à minha fé”, desabafou.

Infecção grave leva jovem a amputar quatro membros

A vida de Lily McGarry, uma jovem de 23 anos, mudou radicalmente após ser diagnosticada com septicemia meningocócica, levando à amputação dos seus braços e pernas. 

O diagnóstico precoce e a rápida ação de seus colegas de casa, que são estudantes de medicina, foram determinantes para a sua sobrevivência.

O episódio crítico ocorreu a 14 de Janeiro, quando os amigos de Lily notaram uma erupção cutânea na sua mão, um dos primeiros sinais de alerta de meningite. Preocupados com a saúde da jovem, conduziram-na rapidamente ao hospital, onde foi imediatamente atendida. A sua mãe, emocionada, destacou a importância da intervenção dos amigos, afirmando que, sem a sua vigilância e prontidão, Lily poderia não estar viva hoje.

“Ela teve muita sorte por ter colegas de casa tão atentos. Eles mantiveram-se informados e foram rápidos a agir. O que começou como um pequeno sinal tornou-se numa emergência médica”, declarou a mãe, sublinhando a importância da educação e do cuidado entre os estudantes.

A septicemia meningocócica é uma infecção grave do sangue provocada pela bactéria Neisseria meningitidis, que pode levar a complicações severas, incluindo meningite. Devido à gravidade da condição, Lily entrou em choque séptico e foi colocada em coma, sendo posteriormente submetida a amputações.

Actualmente, a jovem permanece internada nos cuidados intensivos, mas a sua família relata que ela tem demonstrado uma atitude positiva apesar da tragédia. O apoio emocional e a força da família têm sido fundamentais nesta fase difícil.

Diante da necessidade de tratar as consequências da infecção e adquirir próteses que possam auxiliar na sua recuperação, a família de Lily está a organizar uma angariação de fundos. Esta iniciativa visa garantir os cuidados necessários para que a jovem possa reconstruir a sua vida após uma experiência tão desafiadora.

Sismo de 6.2 em Istambul provoca mais de 150 feridos

Um sismo de magnitude 6,2 abalou a cidade de Istambul, deixando mais de 150 pessoas feridas na pressa para escapar de edifícios em pânico. 

De acordo com o gabinete do governador da cidade, 151 cidadãos sofreram lesões ao saltarem de alturas elevadas, mas felizmente, todos estão a receber tratamento nos hospitais e não correm risco de vida.

O tremor de terra, que ocorreu às 12h49 a uma profundidade de dez quilómetros, foi também sentido na capital turca, Ancara, localizada a 440 quilómetros de distância. Além do sismo principal, foram registados outros dois tremores em rápida sucessão – um de magnitude 4.4 às 12h51 e outro de 5.4 às 13h02.

O ministro do Interior turco, Ali Yerlikaya, informou que mais de 50 réplicas seguiram-se ao sismo inicial, aumentando a inquietação da população. O abalo ocorreu durante um feriado público, quando muitas crianças estavam nas ruas a celebrar, o que contribuiu para o pânico generalizado entre os habitantes de Istambul, que vivem sob a constante ameaça de um grande terramoto.

Inhambane: Vandalismo deixa mais de 10 mil pessoas sem acesso à água potável

Um acto de vandalismo perpetrado por indivíduos desconhecidos resultou na destruição de reservatórios escavados nos distritos de Funhalouro e Vilankulo, privando mais de dez mil residentes de água potável.

De acordo com Dias Constantino, representante da Administração Regional de Águas do Sul (ARA-Sul), a intervenção maliciosa comprometeu a capacidade de retenção de água dos reservatórios, uma vez que as lonas que os cobriam foram cortadas. Esta situação agrava a escassez de um recurso essencial, deixando a população em situação precária.

As autoridades locais estão a investigar o incidente e apelam à população para colaborar, fornecendo informações que possam levar à identificação e captura dos responsáveis. A comunidade afectada enfrenta agora sérias dificuldades, uma vez que a água é um recurso vital para a saúde e o bem-estar.

Presidente Xi Jinping critica guerras comerciais e alerta para impacto global na economia

O presidente da China, Xi Jinping, expressou preocupações significativas sobre os efeitos das guerras comerciais na economia global, afirmando que estas minam os “interesses legítimos” de todos os países envolvidos. 

As declarações foram feitas durante um encontro com o presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, e foram divulgadas pela agência noticiosa oficial Xinhua.

Xi sublinhou que as guerras tarifárias não apenas prejudicam o sistema de comércio multilateral, mas também têm repercussões profundas na ordem económica mundial. “As guerras tarifárias e comerciais minam os direitos e interesses legítimos de todos os países”, afirmou o líder chinês, enfatizando a necessidade urgente de salvaguardar o sistema internacional e defender a equidade e a justiça internacionais, tendo as Nações Unidas como um “pilar fundamental”.

Estas declarações surgem num contexto em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou optimismo em relação a um potencial acordo comercial com a China, indicando que as negociações poderiam estar a avançar. No entanto, analistas chineses apontaram que os comentários de Trump não refletem um “progresso substancial” nas conversações. Chen Zhiwu, especialista da Universidade de Hong Kong, observou que a crescente ansiedade nos Estados Unidos contrasta com a postura calma da China, que não demonstra sinais de impaciência.

Enquanto isso, a administração Trump espera fechar acordos comerciais com a maioria dos países a quem foram impostas tarifas, focando-se especialmente na disputa com a China. Na semana passada, Trump mencionou que estava em contacto com representantes chineses para alcançar um entendimento, mas Xi Jinping mantém tarifas de 125% sobre produtos norte-americanos e outras medidas restritivas, como a proibição da entrega de aviões Boeing.

A China reiterou a sua posição de que não deseja uma guerra comercial, mas não hesitará em confrontá-la se necessário. Além disso, Pequim instou Washington a cancelar todas as tarifas impostas e a estabelecer um diálogo baseado no respeito mútuo, advertindo que o protecionismo é um caminho sem saída e que não aceitará acordos internacionais que comprometem os seus interesses.

Transportadores paralisam circulação em Maputo em protesto por detenções e tarifas de portagem

A manhã de hoje foi marcada por tumultos na Portagem de Maputo, onde transportadores semi-colectivos decidiram desembarcar os seus passageiros como forma de protesto contra a detenção de dois colegas. 

A situação ocorreu quando os transportadores tentavam abrir as cancelas do posto de cobrança para atravessar sem pagar a taxa de portagem, gerando um clima de tensão e descontentamento.

Vários munícipes provenientes de diversas zonas da província de Maputo, que se dirigiam à cidade, viram-se obrigados a prosseguir o seu trajecto a pé, o que causou constrangimentos significativos, especialmente para aqueles com compromissos urgentes, como consultas médicas e obrigações laborais.

Manual João, um automobilista presente na manifestação, expressou a indignação dos transportadores, afirmando que não pretendem retomar as suas actividades enquanto os colegas detidos não forem libertos. “O motorista e o cobrador foram detidos enquanto tentavam abrir a cancela para passar. Não podemos continuar a pagar valores exorbitantes por estradas em péssimas condições. Ontem, três transportadores foram multados; onde é que se vai buscar esse dinheiro?”, questionou.

Isabel Joaquim, de 47 anos, encontrava-se a caminho do Hospital Central de Maputo para uma sessão de hemodiálise agendada. Em desespero, lamentou o transtorno causado e expressou preocupação com o seu estado de saúde. “Este problema precisa de ser resolvido com urgência. A minha saúde pode agravar-se por causa da chuva e da longa caminhada. Estou em risco de perder o tratamento e não tenho condições para chamar um táxi”, desabafou.

Vagas de emprego do dia 24 de Abril de 2025

Foram publicadas hoje, dia 24 de Abril no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vaga para Contract and Procurement Manager

A Vivo Energy pretende recrutar um (1) Contract and Procurement Manager. Saiba mais.

2. Vaga para Executive Associate

A United Nations Development Programme (UNDP) pretende recrutar um (1) Executive Associate. Saiba mais.

3. Vaga para Motorista

Uma empresa anónima está a recrutar um (1) Motorista. Saiba mais.

4. Vaga para Babá

Uma empresa anónima está a recrutar uma (1) Babá. Saiba mais.

5. Vaga para Motorista

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Motorista. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Care and Treatment Lead

A Jhpiego pretende recrutar um (1) Care and Treatment Lead. Saiba mais.

2. Vaga para CBU Cluster Supervisor Lichinga

A Vodafone pretende recrutar um (1) CBU Cluster Supervisor Lichinga. Saiba mais.

3. Vaga para Trade Marketing Representative

A BAT pretende recrutar um (1) Trade Marketing Representative. Saiba mais.

4. Vaga para Alfaiate

Uma empresa anónima pretende recrutar um (1) Alfaiate. Saiba mais.

5. Vaga para Oficial de Protecção à Criança em Emergência

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Protecção à Criança em Emergência. Saiba mais.

6. Vaga para Logistic Coordinator

A Saipem pretende recrutar um (1) Logistic Coordinator. Saiba mais.

7. Vaga para Well Integrity Supervisor (SPM)

A Sasol pretende recrutar um (1) Well Integrity Supervisor (SPM). Saiba mais.

8. Vagas para Inspectores e Técnicos de Laboratório de Operações de OGC – Óleos, Gases e Químicos

A SGS Moçambique pretende recrutar dois (2) Inspectores e Técnicos de Laboratório de Operações de OGC – Óleos, Gases e Químicos. Saiba mais.

9. Vaga para Oficial de Finanças

A EKWEI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Finanças. Saiba mais.

10. Vaga para Senior Quality Operations Specialist

A CB&I pretende recrutar um (1) Senior Quality Operations Specialist. Saiba mais.

11. Vaga para Territory Supervisor

A Vodafone pretende recrutar um (1) Territory Supervisor. Saiba mais.

12. Vaga para Junior Consultant (Partnerships Officer)

A World Food Programme (WFP) pretende recrutar um (1) Junior Consultant (Partnerships Officer). Saiba mais.

13. Vaga para Oficial de Operações

Uma empresa anónima situada na Matola, está a recrutar um (1) Oficial de Operações. Saiba mais.

14. Vaga para Gestor de Clientes Particulares

O First National Bank (FNB) pretende recrutar um (1) Gestor de Clientes Particulares. Saiba mais.

15. Vaga para Assistente de Serviço ao Cliente

O Absa Group pretende recrutar um (1) Assistente de Serviço ao Cliente. Saiba mais.

16. Vaga para Representante de Saúde e Segurança

A MD Consultores pretende recrutar um (1) Representante de Saúde e Segurança. Saiba mais.

17. Vaga para Oficial de Educação

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Educação. Saiba mais.

18. Vaga para Auto Electrician

A Unitrans pretende recrutar um (1) Auto Electrician. Saiba mais.

19. Vagas para Técnicos de Farmácia

Uma empresa anónima está a recrutar dois (2) Técnicos de Farmácia. Saiba mais.

20. Vagas para Estafetas

Uma empresa anónima pretende recrutar dois (2) Estafetas. Saiba mais.

21. Vaga para Snr Specialist IP Planning & Engineering

A Vodafone pretende recrutar um (1) Snr Specialist IP Planning & Engineering. Saiba mais.

22. Vaga para Security Operation Manager

A Alliance International pretende recrutar um (1) Security Operation Manager. Saiba mais.

23. Vaga para Especialista em Marketing e Comunicação

A Mozlista está a recrutar um (1) Especialista em Marketing e Comunicação. Saiba mais.

24. Vaga para Consultor – Recursos Humanos

A Deloitte pretende recrutar um (1) Consultor – Recursos Humanos. Saiba mais.

25. Vaga para Commercial Manager

A TotalEnergies pretende recrutar um (1) Commercial Manager. Saiba mais.

26. Vaga para Assistente Administrativo de Armazém

A INALCA Moçambique pretende contratar um (1) Assistente Administrativo de Armazém. Saiba mais.

27. Vaga para Marketing and Communications Officer

A Aga Khan Academy Maputo pretende recrutar um (1) Marketing and Communications Officer. Saiba mais.

28. Vaga para Comercial

A Kutiza Consultoria e Serviços está a recrutar uma (1) Comercial. Saiba mais.

29. Vaga para Logístico

Uma empresa anónima está a recrutar um (1) Logístico. Saiba mais.

30. Vaga para Contabilista (Indústria)

Estamos à procura de um (1) Contabilista com experiência na área industrial. Saiba mais.

31. Vaga para Assistente Comercial

A INALCA Moçambique pretende contratar um (1) Assistente Comercial. Saiba mais.

32. Vagas para Vendedores

A PANGARA S. A., pretende contratar Vendedores. Saiba mais.

33. Vaga para Consultor

A Catholic Relief Services (CRS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor. Saiba mais.

Tribunal do Reino Unido autoriza recurso da Privinvest relativo ao caso das “dívidas ocultas”

O Tribunal de Recurso do Reino Unido deu luz verde à Privinvest para recorrer da sentença que a condenava a pagar ao Estado moçambicano mais de 2 bilhões de dólares americanos, no âmbito do escândalo conhecido como “dívidas ocultas”. 

Esta decisão revoga a anterior negativa do tribunal de primeira instância, que havia rejeitado o pedido de recurso da empresa, uma decisão que havia sido celebrada pelas autoridades judiciais moçambicanas.

A informação foi confirmada por uma fonte da Procuradoria Geral da República de Moçambique, que aponta este desenvolvimento como um revés significativo para as autoridades moçambicanas, que há anos lutam para responsabilizar a Privinvest pelo seu envolvimento no escândalo e recuperar os fundos desviados.

O caso das “dívidas ocultas”, que remonta a 2013, envolve empréstimos ilegais contraídos pelo governo de Moçambique, tendo gerado um dos maiores desafios legais e financeiros que o país enfrenta actualmente. O impacto deste caso ainda se faz sentir na economia moçambicana, gerando desconfiança e instabilidade.

Moçambola-2025 inicia a 17 de Maio com embate entre Black Bulls e Ferroviário da Beira

A Liga Moçambicana de Futebol (LMF) anunciou oficialmente que a nova temporada do Moçambola-2025 terá início no dia 17 de Maio.

A confirmação foi feita pelo presidente da LMF, Alberto Simango Jr., durante uma conferência de imprensa após o sorteio dos jogos que marcarão a primeira jornada da competição.

Simango Jr. destacou a importância das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) como parceira essencial para o sucesso do campeonato, dado o seu papel crucial nos serviços de transporte aéreo que suportam os deslocamentos das equipas. “Temos garantias de que a LAM estará preparada para atender às necessidades logísticas do Moçambola-2025, assegurando que as equipas possam competir com as melhores condições possíveis”, afirmou.

O sorteio realizado em Maputo definiu os confrontos da ronda inaugural, com destaque para o embate entre a Associação Black Bulls, actual campeã nacional, e o Ferroviário da Beira. Esta partida promete ser um dos principais atractivos da primeira jornada, onde os Black Bulls, que jogam em casa, enfrentarão os “locomotivas” de Chiveve, que ocuparam a sexta posição na edição anterior do campeonato, somando 27 pontos.

A primeira ronda incluirá ainda outros jogos interessantes, como o Ferroviário de Maputo contra o Ferroviário de Lichinga, e o Ferroviário de Nampula a defrontar a AD Vilankulo. A competição continua com o Ferroviário de Nacala a medir forças com a UD Songo, o Chingale de Tete a jogar contra o Desportivo de Nacala, o Costa do Sol a receber o Textáfrica, e a Baía de Pemba a enfrentar o Desportivo da Matola.

Rebeldes do Myanmar prestes a ceder controlo de cidade estratégica sob mediação chinesa

Um grupo rebelde étnico birmanês está a preparar-se para entregar a cidade estratégica de Lashio, localizada no estado de Shan, às autoridades militares de Myanmar, de acordo com um acordo mediado por Pequim. 

A informação foi divulgada hoje pelo porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Guo Jiakun, durante uma conferência de imprensa.

A China enviou recentemente uma equipa a Lashio para monitorar a implementação do cessar-fogo entre os militares birmaneses e o Exército da Aliança Democrática Nacional de Myanmar (MNDAA), e para garantir uma transferência tranquila e ordenada da área urbana. Guo enfatizou que a manutenção da paz e da estabilidade no norte de Myanmar é do interesse tanto da China como do povo birmanês, sublinhando ainda o respeito pela soberania nacional e integridade territorial do país.

A cidade de Lashio foi tomada pelos combatentes do MNDAA em Agosto de 2024, um acontecimento que representou um grande revés para a junta militar, que assumiu o poder após um golpe de Estado em Fevereiro de 2021, destituindo o governo democraticamente eleito liderado por Aung San Suu Kyi, laureada com o Prémio Nobel da Paz em 1991.

Embora a equipa enviada pela China tenha sido bem recebida, o MNDAA não fez comentários sobre a transferência da cidade, e a junta militar não respondeu aos pedidos de esclarecimento da agência de notícias France-Press (AFP). O anúncio da entrega de Lashio coincide com o fim de um cessar-fogo temporário declarado pelo exército birmanês a 2 de Abril, após um terramoto de magnitude 7,7 que atingiu o país a 28 de Março, resultando em mais de 3.700 mortos.

Ambas as partes, incluindo a oposição pró-democracia e as guerrilhas étnicas, aderiram à trégua para permitir a chegada de ajuda humanitária. Contudo, as Nações Unidas relataram mais de 120 ataques perpetrados pelo exército após o terramoto, indicando a continuidade da violência na região.

Óleo “Super Vega” banido do mercado por violar normas de segurança alimentar

Recentemente, a Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) emitiu um comunicado a informar a retirada do óleo alimentar da marca “Super Vega” dos mercados moçambicanos. 

Esta decisão surge na sequência da identificação de várias irregularidades associadas à produção e comercialização deste produto.

Segundo a INAE, a ausência do rótulo “made in Mozambique” levanta sérias questões sobre a conformidade do óleo com os standards de produção estabelecidos.

A entidade reguladora enfatizou que o produto não foi submetido ao necessário processo de controlo de qualidade, que deve ser verificado pelo Ministério da Saúde (MISAU). Em virtude destas irregularidades, a INAE decidiu suspender, com efeitos imediatos, a produção e comercialização do referido óleo.

“O óleo alimentar está a ser produzido sem observância do controlo de qualidade prévio pelo MISAU e não dispõe da aprovação do rótulo da autorização para o uso do selo ‘made in Mozambique'”, afirma o comunicado.

Neste contexto, a INAE orientou todas as suas delegações a procederem à apreensão imediata do óleo “Super Vega” e a submeter amostras do produto a análises laboratoriais para avaliação da qualidade, incluindo a verificação dos parâmetros de fortificação.

Juíza dos EUA suspende deportação de 100 venezuelanos para El Salvador

Uma juíza distrital no Colorado decidiu suspender a deportação de cerca de 100 imigrantes venezuelanos detidos no estado, após determinar que o Governo federal não pode proceder à remoção de dois deles sem antes rever os seus casos individualmente. 

A decisão foi proferida pela juíza Charlotte N. Sweeney e representa uma vitória para a American Civil Liberties Union (ACLU), que representa os dois venezuelanos, com idades de 25 e 32 anos, que não foram identificados.

A medida impede o Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) de avançar com planos de deportação para El Salvador, afectando os homens venezuelanos actualmente alojados no centro de detenção privado em Aurora, a leste de Denver. “Pela primeira vez em meses, podemos respirar de alívio”, declarou Laura Lunn, advogada da Rocky Mountain Immigrant Advocacy Network, em reacção à decisão. A advogada destacou que a comunidade venezuelana tem sido alvo de uma atenção desproporcionada por parte do DHS, resultando na perda de muitos vizinhos e amigos devido a práticas consideradas ilegais.

Durante a audiência realizada na segunda-feira, os advogados do Governo federal argumentaram que a imposição de uma restrição judicial complicaria a capacidade do Governo em cumprir as leis de imigração, incluindo a detenção e remoção de estrangeiros que se encontram no país ilegalmente e que possam representar uma ameaça à sociedade.

A administração do ex-presidente Donald Trump tem mantido uma política de deportação direccionada a migrantes sul-americanos, especialmente para El Salvador, acusando-os de vínculos com gangues. Trump invocou uma lei de 1789, conhecida como Alien Enemies Act (Lei dos Inimigos Estrangeiros), para justificar as expulsões de migrantes venezuelanos, alegando que estes pertencem ao gangue venezuelano Tren de Aragua, classificado como Organização Terrorista Estrangeira (FTO).

Circulação de supostos terroristas provoca pânico em Ancuabe

A presença de supostos terroristas em quatro comunidades do distrito de Ancuabe, na província moçambicana de Cabo Delgado, está a gerar um clima de pânico entre os residentes, conforme reportado por fontes locais à agência Lusa. 

As comunidades de Nnonia, Megane, Ngura e Nkole, situadas a mais de 50 quilómetros da sede distrital, encontram-se em estado de alerta desde a passada sexta-feira, especialmente nas áreas de produção agrícola, onde a atividade dos alegados terroristas tem sido mais visível.

“Estamos a falar de comunidades que estão a viver os seus piores dias; os terroristas estão a circular à vontade”, afirmou um habitante de Ancuabe, que se localiza a mais de 100 quilómetros de Pemba. Este clima de insegurança é intensificado pelo facto de, segundo as fontes, os supostos homens armados terem montado cancelas clandestinas, onde cobram valores monetários aos utentes que transitam pela estrada nacional EN14.

Além da insegurança, as comunidades de Nnonia, Ngura, Megane e Nkole estão há quase duas semanas sem acesso à rede de telefonia móvel, o que leva os moradores a especularem que a falta de comunicação seja resultado de sabotagens por parte dos grupos terroristas. “Estamos com medo, não há rede lá; ninguém consegue agora falar com os seus familiares porque a antena foi desmontada”, lamentou outra fonte a partir de Ancuabe.

A região de Ancuabe já sofreu com ataques violentos, sendo o último grande ataque atribuído aos alegados terroristas ocorrido em 17 de Novembro de 2024, na aldeia de Nacuale, a pouco mais de 20 quilómetros da vila, onde pelo menos 15 pessoas perderam a vida.

Desde Outubro de 2017, Cabo Delgado, uma província rica em gás natural, enfrenta uma insurgência armada, com acções reivindicadas por grupos associados ao extremismo islâmico, nomeadamente ao Estado Islâmico.

De acordo com um estudo divulgado pelo Centro de Estudos Estratégicos de África (ACSS), uma instituição académica do Departamento de Defesa do Governo dos Estados Unidos, pelo menos 349 pessoas morreram em ataques de grupos extremistas islâmicos no norte de Moçambique em 2024, representando um aumento de 36% em relação ao ano anterior.

UNITA anuncia protestos contra a nomeação do novo presidente da CNE

A UNITA, principal partido da oposição em Angola, anunciou a convocação de manifestações em resposta às “ameaças” do regime em relação aos direitos e liberdades dos cidadãos, numa acção que surge após a posse do novo presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), Manuel Pereira dos Santos, conhecido como “Manico”.

Durante uma conferência de imprensa realizada em Luanda, Liberty Chiaka, presidente da bancada parlamentar da UNITA, informou que as manifestações serão organizadas por Adalberto Costa Júnior, líder do partido, e convidou “todos os patriotas angolanos” a participar, citando preocupações com a preservação das garantias fundamentais dos cidadãos.

A decisão de convocar protestos ocorre após a UNITA ter abandonado uma sessão plenária da Assembleia Nacional na qual Manuel Pereira dos Santos tomou posse, sob a alegação de que a sua nomeação não deveria proceder enquanto um processo que questiona a legalidade do Regulamento do Concurso Curricular está pendente no Tribunal Constitucional.

A UNITA alega que o concurso, que resultou na escolha de “Manico”, estava “viciado” e que a sua idoneidade é questionada por diversos sectores da sociedade.

Chiaka expressou preocupação com o facto de que Manuel Pereira dos Santos já teria enfrentado sindicâncias e inquéritos devido a indícios de improbidade pública durante o seu tempo como membro da Comissão Provincial Eleitoral de Luanda.

“Não temos dúvidas de que a tomada de posse do Dr. Manuel Pereira da Silva confere uma falsa legitimidade à sua nomeação, além de emprestar uma imagem de isenção e integridade que não corresponde à realidade”, afirmou o dirigente da UNITA, que reforçou que “Manico” não será aceito como presidente da CNE.

O deputado também criticou a postura do Presidente João Lourenço e do MPLA, partido no poder desde a independência de Angola em 1975, acusando-os de falta de vontade política para implementar processos eleitorais que reflitam a verdadeira vontade do povo angolano. Além disso, Chiaka denunciou o “silêncio cúmplice” de outros partidos da oposição, sublinhando a urgência da situação.

Petromoc cede 20% da sua participação na MIAFS à I2A Investimentos

A Petróleos de Moçambique (Petromoc) anunciou a venda de 20% das suas acções na Maputo International Airport Fuelling Services Limitada (MIAFS) à I2A Investimentos e Participações. 

A transacção foi confirmada pela Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC) através de um comunicado oficial.

Segundo a ARC, a MIAFS é uma entidade comercial dedicada à operação da linha de hidratação e dos depósitos para o fornecimento de combustível de aviação.

A empresa também é responsável pelo projecto e construção dos depósitos de armazenamento de combustível, além de fornecer serviços de reabastecimento de aeronaves no Aeroporto Internacional de Maputo. Até então, a MIAFS era integralmente detida pela Petromoc, o que configurava uma violação da Lei da Concorrência n.º 10/2013, de 11 de Abril.

O comunicado da ARC esclarece que as actividades da MIAFS incluem a gestão de oleodutos e outros equipamentos, bem como o recebimento e expedição de combustível de aviação para os consumidores finais, além da importação e exportação de materiais para utilização interna.

A I2A Investimentos e Participações, por sua vez, é uma sociedade comercial moçambicana detida inteiramente por accionistas nacionais. A empresa está especializada na armazenagem e comercialização de granéis líquidos e sólidos, estando autorizada a distribuir produtos petrolíferos (combustíveis) através da Licença de Distribuição n.º 02/19, emitida pela Direcção Nacional de Hidrocarbonetos e Combustíveis em Fevereiro de 2019.

A Petromoc, uma sociedade anónima constituída conforme as leis da República de Moçambique, dedica-se a várias actividades no sector petrolífero, incluindo o transporte, distribuição, recepção, manuseamento, armazenagem, trânsito, exportação e comercialização de produtos petrolíferos.

Universidade de Harvard processa Administração Trump por cortes no financiamento

A Universidade de Harvard, uma das instituições de ensino superior mais prestigiada do mundo, anunciou que está a processar a Administração Trump devido a cortes significativos no seu financiamento. 

A acção judicial visa defender a independência académica, um princípio que, segundo a universidade, é protegido pela Constituição dos Estados Unidos.

Os cortes nos fundos destinados a Harvard ocorreram em um contexto de pressão crescente por parte do ex-presidente Donald Trump sobre as universidades, instando-as a alterar políticas e abordagens que, segundo ele, favorecem uma agenda política particular.

A universidade argumenta que estas acções constituem uma ameaça à liberdade académica e à missão educativa das instituições de ensino superior.

Em resposta a esta situação, a administração da universidade declarou que a luta pela manutenção do financiamento é crucial não apenas para Harvard, mas para a integridade do sistema de ensino superior nos Estados Unidos. A instituição sustenta que a interferência governamental nas suas operações pode comprometer a qualidade da educação e a pesquisa, áreas nas quais Harvard tem um histórico de excelência.

O processo judicial já está a gerar um intenso debate público sobre a relação entre o governo e as instituições académicas, com defensores da liberdade académica a apoiar a posição de Harvard, enquanto críticos questionam as práticas e políticas das universidades.

Álvaro Massingue ignora decisão da CTA e confirma candidatura à presidência

O empresário Álvaro Massingue, atual presidente da Câmara de Comércio de Moçambique (CCM), reafirmou a sua intenção de manter a candidatura à presidência da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), apesar da sua recente exclusão por parte do Conselho Directivo da confederação.

Em comunicado enviado à imprensa, Massingue classificou a decisão da CTA como “ilegal e antiética”, considerando-a uma “manobra desesperada” destinada a obter vantagens eleitorais. A eleição para a presidência da CTA está marcada para o próximo mês de Maio, e a CCM já anunciou que formalizará a candidatura de Massingue a 23 de Abril.

O comunicado da CCM, divulgado na terça-feira, tece críticas ao Conselho Directivo da CTA, acusando-o de possuir interesses directos na eleição, uma vez que os seus membros são também candidatos ao cargo.

Esta controvérsia surge após a decisão do Conselho, tomada em 21 de Março, de excluir Massingue, alegando irregularidades na regularização de quotas de cerca de 34 associações, o que, segundo a CTA, configuraria uma interferência nas eleições.

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