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Quinta-feira, Outubro 15, 2026
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Vale do Save entra na rota da produção

Etão já em curso as obras e construção das infra-estruturas inseridas no projecto de irrigação do vale do rio Save, norte da província de Inhambane, para a exploração das potencialidades agro-ecológicas da região.
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O projecto que compreende a construção de dois sistemas de irrigação, sendo um na região de Paunde, no distrito de Mabote, com a capacidade para irrigar mil hectares e outro em Chimunda, no distrito de Govuro, com a mesma capacidade, visa aumentar os índices da produção agrícola, com destaque para as culturas de arroz, milho, feijão-nhemba, batata-reno e hortícolas.

As obras da construção dos sistemas hidráulicos serão lançadas ainda este ano, depois da conclusão do reassentamento da população que neste momento vive no raio antigido pelo projecto no distrito de Govuro.

Esta informação foi prestada sábado, pelo governador da província, Agostinho Abarcar Trinta, ao Presidente da República, Armando Guebuza, no inicio da presidência aberta e inclusiva a  Inhambane.

Segundo o governador, para a instalação dos dois sistemas, já está em curso a construção de infra-estruturas necessárias para o reassentamento das pessoas que serão transferidas do perímetro do regadio de Chimunda para outras zonas do distrito de Govuro.

No total são 15 casas na fase conclusiva, sendo quatro de tipo III, uma do tipo 1. Trata-se da primeira fase do reassentamento da população deslocada de Chimunda para Djenga, arredores da vila da Nova Mambone.

Entretanto, na implementação do seu Plano Económico Social (PES), a província alcançou 102,1 por cento, uma cifra que corresponde a um crescimento económico na ordem 9.7 por cento, superando deste modo, o previsto no plano estratégico da província, que indicava cerca de oito por cento de realização. Com efeito registou um aumento na produção global de 5.520,93 para 5.637,08 toneladas de produtos diversos.

Dados divulgados na segunda sessão extraordinária do Governo Provincial indicam que tendo em conta a última safra agrária 2010/2011, que produziu 1.929.340 toneladas de produtos diversos, a segurança alimentar na província está garantida até às próximas colheitas, pois as necessidades reais da população de Inhambane, por ano, situam-se em 727.730 toneladas de produtos.

Não obstante a estes avanços, segundo o Presidente da República, durante o comício popular na localidade de Urene, a província de Inhambane ainda tem constrangimentos que devem ser removidos para melhorar as condições de vida da população.

Todavia, Armando Guebuza mostrou-se satisfeito quer durante o comício de Urene quer no encontro com o Governo Provincial, por aquilo que considerou “chegada dos primeiros sinais de desenvolvimento na província de Inhambane”.

Guebuza disse que quanto mais trabalho colectivo for feito, e de maneira organizada, sobretudo com a participação da população, maior compreensão haverá do nível das realizações concluídas e o seu respectivo impacto assim como das dificuldades que persistem.

Ontem o Chefe do Estado trabalhou no distrito de Inharrime, tendo orientado um comício popular na localidade de Dongane, onde igualmente além de dirigir um encontro com o comité de círculo da Frelimo, visitou a florestal comunitária local.

Hoje, o Presidente da República escala o distrito de Massinga.

I´mbane: Empreteiro abandona os trabalhadores com três meses de salários atrasados

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Um empreiteiro abandonou os trabalhadores envolvidos nas obras de construção das futuras instalações da delegação da Universidade Mussa Bin Bique em Inhambane, com três meses de salários atrasados.

O suposto burlador chama-se Manuel Inácio, a quem, em 2011 foram-lhe confiadas as obras de construção do Campus Universitário da Musa Bin Bique, tendo na altura contratado trabalhadores, entre mestres e pedreiros.

São dezasseis homens que durante três meses estiveram ao serviço deste empreiteiro que pagou apenas salário de um mês.

Contam os trabalhadores que, depois de saldar o salário referente ao mês de Janeiro, Manuel Inácio abandonou-os sem dar qualquer satisfação.

Diariamente, aqueles homens faziam-se ao seu posto de trabalho, na esperança de ver a cara do seu patrão, que nunca pisou nas obras e mesmo ao telefone não era fácil contactá-lo.

Desesperado, os trabalhadores decidiram intentar uma acção judicial contra Manuel Inácio, no sentido de verem satisfeitos os seus direitos.

A acção deu entrada na sessão laboral da Procuradoria Provincial em Inhambane e, o Ministério público, depois de observados todos os requisitos encaminhou ao Tribunal Judicial da Inhambane, onde foram ouvidas as parte envolvidas.

Em sede do Tribunal Judicial, o réu Manuel Inácio reconheceu a dívida que tem para com os seus trabalhadores mas descordou sobre os valore mencionados, afirmando que deve apenas cerca de 53 mil meticais, contra os 80 mil que constam no processo remetido ao tribunal pelo Ministério Público.

Confrontados os factos, o tribunal judicial decidiu a favor dos trabalhadores, pois ficou provado que houve violação do contrato de trabalho, cujo objecto é de cumprimento obrigatório.

Na sentença proferida a dezassete de Abril de 2012, a primeira sessão do Tribunal Judicial de Inhambane condenou o réu Manuel Inácio a pagar pouco mais de cinquenta e três mil meticais referentes aos meses de Fevereiro e Março de 2011.

Crianças da Casa Pia cobaias em experiências nos EUA

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Uma reportagem da RTP denuncia que 500 crianças da Casa Pia foram alvo de testes científicos nos Estados Unidos.

As crianças foram cobaias em investigações sobre as consequências do mercúrio no ´chumbo´ dos dentes. Os testes terão decorrido durante oito anos, avançou este domingo a estação pública.

A reportagem será transmitida esta segunda-feira. Esta noite foram exibidos excertos da peça jornalística, na qual especialistas afirmaram que a substância em causa apresenta propriedades «muito tóxicas».

Segundo a RTP, os testes em causa «nunca tinham sido feitos sequer em animais» e foram realizados com o conhecimento das autoridades.

Novos ataques em Hama fazem 33 mortos

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Um novo ataque das tropas sírias na cidade de Hama, no centro do país, provocaram pelo menos 33 mortos, entre eles sete crianças com menos de seis anos, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

A ofensiva das forças do regime de Damasco ocorreu ontem, um dia depois do massacre em Houla, cuja autoria foi atribuída ao exército sírio e provocou a morte de pelo menos 116 pessoas.

A organização dos direitos humanos revela que Hama foi atacada com recurso a armamento pesado. O primeiro balanço avançado apontava para nove civis mortos e mais de 150 feridos.

Cavaco acredita na recuperação da economia europeia

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O Presidente da República Português mostrou-se esta segunda-feira confiança na recuperação da economia europeia, durante uma visita a Singapura.

«Apesar de as condições atuais das economias europeias e mundial permanecerem particularmente desafiantes, existe a convicção de que a economia europeia está a entrar numa trajetória de recuperação», afirmou Cavaco Silva.

O chefe do Estado falava no Fórum Económico Portugal-Singapura, onde deixou um convite aos empresários de Singapura para avaliarem as oportunidades de investimento em Portugal, e aos jovens daquele país para visitarem e estudarem em Portugal.

Cavaco Silva apontou para a assinatura de um memorando de entendimento entre a Universidade Nacional de Singapura e a Universidade Nova de Lisboa, com o intuito de «aprofundar estudos de gestão e administração marítimas».

Terramoto de 6.7 abala Argentina

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Um terramoto de magnitude 6.7 na escala de Richter atingiu esta segunda-feira o norte da Argentina.

Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o sismo ocorreu a 588 quilómetros de profundidade e a 50 quilómetros de Anatuya.

Não houve informações sobre vítimas ou danos materiais.

Dois tibetanos ateiam fogo no próprio corpo em Lhasa

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Dois homens imolaram-se pelo fogo em Lhasa, na capital do Tibete, segundo os media oficiais chineses. A agência Xinhua revela que estas foram as primeiras imolações na capital regional.

Os dois homens atearam fogo ao próprio corpo, mas só um morreu, dada a intervenção da polícia. O outro ficou apenas com ferimentos. Segundo a BBC, a vítima mortal terá sido identificada como Tobgye Tseten, enquanto o sobrevivente foi identificado como Dargye.

Note-se que as imolações têm sido frequentes, como forma de protesto contra a presença chinesa no Tibete.

Ataque de drone americano faz sete mortos no Paquistão

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Um ataque de um drone norte-americano no oeste do Paquistão fez, esta segunda-feira, sete mortos.

A ofensiva do avião não-tripulado ocorreu em Sokhel, na área tribal do Waziristão do Norte, destruindo uma casa e um veículo.

Casal bósnio terá escravizado jovem alemã durante oito anos

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Um casal bósnio foi detido, este mês, por suspeitas de ter escravizado uma jovem alemã durante oito anos em Kalesija, no norte da Bósnia.

A vítima, hoje com 19 anos, não poderia, alegadamente, sair de casa nem encontrar-se com outras pessoas e seria submetida a «tratamentos desumanos» e «atos de tortura», de acordo com declarações de Admir Arnautovic, porta-voz da polícia, à FTV.

O casal – Milenko e Slavojka Marinkovic – foi detido a 17 de maio, tendo a rapariga sido encontrada numa floresta perto da cidade de Kalesija, e pesava apenas 40 quilos.

Alguns familiares terão revelado que o casal conheceu a mãe da jovem, Christine Siegner, segunda mulher de Milenko Marinkovic, quando vivia na Alemanha, durante a guerra da Bósnia (entre 1992 e 1995). Christine Siegner ter-se-á juntado ao casal na Bósnia, em 2005, depois de este ter regressado ao país, e levou a filha consigo

A mãe da jovem, que diz viajar entre a Alemanha, Áustria e Bósnia, foi acusada de ser testemunha silenciosa no caso, mas negou que houvesse qualquer situação irregular envolvendo a filha. Os abusos à jovem, note-se, foram denunciados por vizinhos.

Robert Mugabe afirma-se adepto do Chelsea e do Barcelona

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Robert Mugabe, o homem que governa o Zimbabwe há mais de três décadas, desvendou, em Harare, o seu amor incondicional pelo Chelsea e pelo Barcelona, de acordo como o The Sun.

A revelação feita após um jogo de homenagem ao antigo capitão da seleção, Benjani Mwaruwari, 33 anos — que juntou, por exemplo, nomes como o do seneglês El Hadji Diouf, do nigeriano Nwankwo Kanu e do ganês John Pantsil —, na qual Mugabe terá também partilhado ao avançado do Portsmouth o seu gosto pelo Barcelona.

«Segui-o em alguns jogos, mas eu sou um adepto do Chelsea e do Barcelona e quero sempre que eles marquem. Quando vejo futebol não gosto que ninguém me incomode. Mesmo a minha mulher sabe que tem de ficar sentada porque sabe quando eles marcam no campo eu também marco em casa, pontapeando tudo o que está à minha frente», terá dito o governante acusado de violar os direitos humanos para subir e manter-se no poder.

OIT propõe 90 dias de licença por maternidade

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) pretende promover, em Moçambique, a ratificação da Convenção 183, que estipula uma licença por maternidade de pelo 90 dias, contra 60 dias consecutivos consagrados pela Lei do Trabalho vigente no país.

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Nesse contexto, a representação da OIT, em Moçambique, reuniu-se, esta sexta-feira, em Maputo, com os empregadores para uma reflexão sobre o assunto.

A Convenção 183 da OIT visa fundamentalmente salvaguardar o direito da mulher e do recém-nascido à saúde.

Na ocasião, Adelino Buque, presidente do Pelouro do Trabalho e Acção Social da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), disse, que a licença de maternidade em Moçambique é suportada de forma dupla, ou seja a entidade empregadora paga os 60 dias e a segurança social paga igualmente 60 dias através de uma contribuição pecuniária.

Apesar destas disposições que asseguram direitos à mulher, disse Buque, muitas vezes a mulher não faz o uso devido deste direito por mero desconhecimento.

`A Convenção 183 refere que, a fim de proteger a situação da mulher no mercado do trabalho, as prestações respeitantes às licenças de maternidade e em casos de doença ou complicações, resultantes do parto ou gravidez, devem ser asseguradas através de um seguro social obrigatório ou de fundos públicos. Em Moçambique a licença de maternidade em Moçambique é suportada de forma dupla´explicou.

Assim, cabe as entidades empregadoras informar sobre estes benefícios que vão permitir ter uma melhor alimentação e cuidados melhorados durante e pós-parto…

Novas obras no HCM

O Sistema eléctrico e de esgotos do Hospital Central de Maputo (HCM) vão ser reabilitados dentro em breve, no quadro de um plano administrativo daquela unidade sanitária.
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A rede eléctrica e de drenagem de águas negras daquele hospital é bastante antiga, com mais de 100 anos. Neste contexto, com o aumento de pacientes e actividades médicas urge redimensionar as infra-estruturas de modo a adequá-las à realidade actual. Tudo porque nos últimos anos foram adquiridas e instaladas novas máquinas hospitalares, algumas das quais de alto consumo da corrente eléctrica.

Zacarias Zindoga, director administrativo do Hospital Central de Maputo, disse a propósito que a reabilitação que será feita com fundos do Estado vai melhorar o funcionamento do equipamento indispensável para o diagnóstico dos doentes que buscam atendimento naquele estabelecimento.

De igual modo, as obras de reparação e ampliação do sistema de esgotos vai eliminar os sucessivos problemas que se verificam na drenagem das águas e, não raras vezes, impedindo o funcionamento de alguns sanitários.No quadro destas obras, o HCM conta com assessoria técnica da empresa Electricidade de Moçambique (EDM) e do Ministério das Obras Públicas e Habitação (MOPH).

Presentemente, aquelas entidades estão a fazer o diagnóstico que irá determinar o tipo de intervenção que a ser feita. Enquanto isso, estão em curso trabalhos preparatórios dos cadernos de encargo que serão publicados tendo em vista seleccionar as empresas que deverão executar as obras.

Ainda com base no dinheiro do orçamento do Estado 2012 será reabilitado o bloco operatório dos Serviços de Urgências e Reanimação (SUR) e três elevadores. `Queremos que o HCM preste os serviços de melhorar qualidade aos doentes. Um hospital como este sem elevadores transtorna muito aos funcionários e pacientes´, disse Zindoga.

Estas obras todas estão orçadas em 30 milhões de meticais e deverão terminar no presente ano.

Enquanto as obras referidas não iniciam, estão em curso trabalhos de melhoramento da área de medicina legal, que contam com apoio da Organização Mundial de Saúde (OMS). A execução iniciou no último trimestre do ano passado estando, neste momento, na fase de entrega. Com esta obra, a medicina legal ganhou maior espaço…

Utentes denunciam esquemas nos Correios

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UTENTES dos serviços prestados pelos Correios de Moçambique acusam funcionários de violações de encomendas numa altura em que a administração daquela empresa é acusada de estar envolvida em esquemas de desvio de verbas. 

Bebé nasce em helicóptero da Força Aérea Portuguesa

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Uma mulher deu à luz a bordo de um helicóptero da Força Aérea Portuguesa, durante uma viagem entre as ilhas de São Jorge e Terceira, nos Açores.

A mulher seguia no helicóptero EH-101 MERLIN com destino ao hospital em Angra do Heroísmo para realizar o parto, que se tornou assim no primeiro a ocorrer este ano a bordo de uma aeronave da Força Aérea Portuguesa.

Tanto a mãe como a criança estão a recuperar no Hospital da Ilha Terceira.

Além de ter sido o primeiro parto ocorrido a bordo de aeronaves militares no arquipélago dos Açores, o parto tornou-se ainda 28.º a acontecer nessas condições e o quinto em helicópteros EH-101 MERLIN.

Jornalista libertado pelas FARC na quarta-feira

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O jornalista francês Romeo Langlois, cativo pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia há quase um mês, será libertado esta semana.

A agência EFE cita uma nota da organização colocada na Internet e assinada pela guerrilha nas «montanhas da Colômbia» nas páginas da Frente 15 do Bloco Sul da organização: «A libertação do jornalista francês Romeo Langlois acontecerá na próxima quarta-feira, dia 30 de maio.»

No texto as FARC indicam que as coordenadas respetivas ao local onde Langlois será libertado serão entregues a uma missão humanitária da Cruz Vermelha.

Michelle Obama: se tivesse um dom gostaria de ser Beyoncé

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A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, confessou em entrevista à revista People que, se tivesse um “dom”, ela gostaria de ser a cantora Beyoncé.

“Se eu tivesse algum dom, seria Beyoncé. Seria uma grande cantora”, disse a esposa do presidente Barack Obama na entrevista, da qual foram divulgados alguns trechos antes da sua publicação, prevista para o dia 4 de junho. “O poder da música, ser capaz de tocar um instrumento (…) Parece que os músicos são os que mais se divertem”, acrescentou Michelle.

A primeira-dama é uma fã declarada da cantora americana Beyoncé, que acaba de retornar aos palcos após dar à luz ao seu primeiro filho, uma menina chamada Ivy Blue Carter, no último mês de janeiro. Segundo a emissora ABC, Michelle e as suas duas filhas, Malia e Sasha, terão estado neste sábado em Atlantic City, em Nova Jersey, para assistir a um show de Beyoncé.

Inspecção ao ensino superior vai arrancar a qualquer momento

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A inspecção às instituições do ensino superior em Moçambique vai arrancar a qualquer momento, anunciou o porta-voz do Ministério da Educação, Manuel do Rêgo, num encontro havido com jornalistas quinta-feira, em Maputo.

Professores sem o grau de licenciatura davam aulas no ISCTAC e Universidade Mussa Bin Bique

MINED encerra delegação de duas universidades

Para o efeito, foram criadas equipas de trabalho que, de acordo com a fonte, vão inspeccionar as instituições de ensino superior em todo o país, devendo começar com a Universidade Mussa Bin Bique (UMBB), sedeada em Nampula, e o Instituto Superior Alberto Chipande (ISTAC), baseada na cidade da Beira.

Estas duas instituições, nos últimos anos têm vindo a debater-se com vários problemas, e recentemente receberam uma ordem do Ministro da Educação para encerrar algumas delegações por funcionarem ilegalmente e sem as condições exigidas.

De salientar que estas inspecções vão ocorrer pela primeira vez no país, uma vez que até à data não existia um regulamento para a materialização desta actividade.

O regulamento da fiscalização do ensino superior foi aprovado em Junho do ano passado pelo Conselho de Ministros.

“As inspecções ao ensino superior vãi iniciar a qualquer momento. Desde a aprovação do regulamento em Junho do ano passado, estivemos a formar inspectores e já há equipas constituidas para fazer o trabalho”, referiu.

“A UMBB e o ISTAC serão as primeiras instituições de ensino superior a ser inspeccionadas pelas equipas de trabalho que a qualquer momento vão iniciar com as actividades”, acrescentou.

De acordo com o regulamento, as instituições de ensino superior, públicas e privadas passam a ser inspeccionadas ordinária e extraordinariamente.

A fiscalização, de carácter ordinário, é aquela em que a instituição alvo é comunicada com 10 dias de antecedência, e de carácter extraordinário, em que tal procedimento não é requerido.

O objectivo das inspecções é, fundamentalmente, controlar a organização e funcionamento das instituições de modo a aferir até que ponto elas cumprem com as normas existentes no país e garantir que a formação ministrada está de acordo com os objectivos pretendidos.

Nos últimos anos verifica-se no país um crecimento do número de instituições de ensino superior e de estudantes neste nível de ensino, entretanto, nem sempre este crescimento quantitativo tem sido acompanhado da devida qualidade.

A situação é reconhecida pelo governo, para quem a inspecção permitirá uma melhor articulação entre os conteúdos leccionados e os objectivos do Estado, nomeadamente em questões como a duração dos cursos, dos currículos e das infra-estruturas alocadas, entre outras matérias.

Por outro lado, tem-se registado muitas irregularidades do lado das instituições do ensino superior, que mais visam o lucro que contribuir para uma maior e melhor formação dos cidadaos.

Segundo Rêgo, estas situações mostram que há necessidade de aperfeiçoar os mecanismos de diálogo entre as partes, maior conhecumento dos requisitos para o funcionamento de uma instituição deste nível de ensino e melhorar a monitoria e inspecção das mesmas.

Observadores da ONU não conseguem deter guerra civil na Síria

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Plano tecido por Kofi Annan para cessar conflitos na Síria ainda não conseguiu acabar com a violência no país. Observadores da ONU não podem fazer nada e não há alternativa realista ao plano de Annan.

Tropas do governo sírio e combatentes da oposição continuam torturando, assassinando e abusando da violência no país. A cada dia são registrados tiroteios, bombardeios e atentados.
Um ataque com tanques de guerra a prédios residenciais em Hula, a noroeste de Horms, centro dos protestos, morreram mais de 90 pessoas entre sexta-feira (25/05) e sábado (26/05), entre elas 32 crianças. Segundo informações fornecidas por ativistas, tropas do regime Assad atacaram a localidade de Taldo com canhões e morteiros.
A trégua, prevista pelo plano de Annan e teoricamente em vigor desde abril último, definitivamente só existe no papel. Cada vez mais combatentes da oposição estão se armando. Em uma declaração, o Exército Sírio Livre exigiu da ONU que acabe imediatamente com o conflito. Caso contrário, também não iria mais respeitar a trégua.
Uma comissão de inquérito da Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas já temia, antes dos recentes acontecimentos, uma “militarização crescente” do conflito. Tendo em vista os terríveis massacres desde o início dos protestos no país, o major-general Robert Mood, coordenador da missão dos observadores da ONU na Síria, fala de uma “tragédia brutal”.
Em meados de maio, Mood havia se pronunciado com otimismo sobre a missão, prevendo um “apaziguamento imediato da situação” após a chegada dos observadores. Hoje, 260 já estão no país. A Alemanha também pretende participar da missão, com o envio de até 10 militares.
A tropa desarmada da ONU tem por função fiscalizar a implementação do Plano de Seis Pontos desenvolvido por Kofi Annan e pela Liga Árabe para a Síria. O plano prevê a retomada do diálogo político, o acesso ao país a ajuda humanitária, a libertação de presos políticos, a liberdade de ir e vir para jornalistas, bem como a liberdade de reunião e manifestação para a população em geral. Até agora, o regime não respeitou ainda de fato estas exigências, diz Corina Hauswedell, do Centro Internacional de Conversão, sediado em Bonn.
O presidente sírio, Bashar al Assad, queria, pelo que tudo indica, apenas ganhar tempo. Seu “sim” ao plano de Annan diminuiu, pelo menos a princípio, a pressão internacional sobre Damasco. Para pôr realmente um fim no conflito, Assad teria, contudo, que renunciar ou pelo menos entregar parte do poder à oposição.
“Mas isso certamente não está nos planos do regime”, analisa Hauswedell. Em vez disso, as tropas do governo continuam atacando com intensa brutalidade oposicionistas e manifestantes, como pôde ser observado no massacre em Hula.
Rolf Mützenich, porta-voz para questões de política externa da bancada do Partido Social Democrata (SPD), na Alemanha, também duvida da disposição de Assad em selar acordos. Por isso, diz ele, a pressão sobre o governo deveria aumentar: “Eu desejaria que o Conselho de Segurança da ONU optasse por uma resolução, a fim de exercer maior pressão sobre o regime”, diz Mützenich. No entanto, o Conselho encontra-se dividido, pois a China e a Rússia, países com poder de veto, defenderam o regime de Assad nos últimos meses, impedindo desta forma uma postura mais rígida contra a Síria.
Diante das complexas relações de poder dentro do Conselho de Segurança da ONU, alguns oposicionistas sírios pleiteiam um ataque militar ao país sem a aprovação do grêmio. Mützenich, por sua vez, rejeita esta possibilidade: “Ações unilaterais, levadas a cabo sem a legitimação do Direito internacional, não vão de forma alguma solucionar a situação”, diz o político. E o governo alemão defende uma postura semelhante. De qualquer forma, há, no momento, pouca disposição internacional no que diz respeito a uma intervenção militar na Síria.
A pesquisadora Hauswedell também rejeita o fornecimento de armas para a oposição. “Acreditamos que esta seja uma política kamikaze, também no sentido de uma regulamentação pacífica”. Já agora países da região do Golfo Pérsico, como a Arábia Saudita, o Catar e os Emirados Árabes Unidos apoiam a oposição financeiramente. Teoricamente, o dinheiro é destinado ao pagamento do soldo dos rebeldes. No entanto, não se pode afirmar com segurança que esses recursos não estejam sendo de forma alguma destinados à compra de armas.
Corinna Hauswedell acha que ainda está muito cedo para abdicar do plano de Annan. “Não há, no momento, nenhum outro caminho viável”, diz ela. Mützenich também acredita que é preciso manter os pés no chão. “Este é, no momento, o único plano no qual a comunidade internacional pelo menos tenta ir adiante. Infelizmente precisamos nos contentar com aquilo que está sendo viável no cenário internacional”, completa Mützenich.
Segundo ele, é preciso esperar para ver como a situação se desenvolverá depois que a missão estiver completa, com seus 300 observadores no país.
Mas uma coisa está clara para o major-general Robert Mood, diretor da missão de observadores da ONU na Síria: “Se os lados envolvidos no conflito não quiserem dar de fato uma chance para o diálogo, nós observadores não teremos como acabar com a violência a longo prazo, não importa quantos sejamos”, conclui.

Família morta em ataque da NATO

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Uma família de oito pessoas morreu após um ataque aéreo da NATO, na província de Paktia, no Afeganistão.

O porta-voz do governador provincial de Paktia, Rohullah Samon, explicou à agência Reuters que «o ataque matou quatro rapazes, duas meninas e duas mulheres, além de ferir outras duas pessoas».

Samon contou ainda que o ataque aéreo não foi coordenado com forças de segurança afegãs.

Os responsáveis locais já fizeram saber que as vítimas não estavam ligadas a redes terroristas.

O raide foi confirmado pela NATO. O porta-voz daquela organização confirmou que foi levado a cabo um ataque mas revelou que os alvos eram rebeldes.

Governo do Mali rejeita criação de ‘Estado islamita’ no norte

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O governo do Mali “rejeita categoricamente” a criação de um “Estado islamita” no norte do país pela rebelião tuaregue e pelo grupo islamita Ansar Dine, que anunciaram sua fusão, declarou neste domingo à AFP o porta-voz Hamadoun Touré.
“O governo de Mali rejeita categoricamente qualquer ideia de criação de um Estado de Azawad, e menos ainda de um Estado islamita”, afirmou Touré, ministro da Comunicação e porta-voz do executivo.
“Mali é um estado laico, que continuará sendo laico”, disse. A rebelião tuaregue e o movimento Ansar Dine, dois dos grupos que controlam o norte do Mali há quase dois meses, anunciaram no sábado sua fusão em um “memorando de entendimento”.
“O movimento Ansar Dine e o Movimento Nacional pela Libertação de Azawad (MNLA) proclamam sua autodissolução em Azawad (região do norte do Mali). Os dois movimentos criam o Conselho de Transição do Estado Islâmico de Azawad”, indicou o acordo.

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