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Sábado, Abril 4, 2026
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Dois menores morrem em incêndio nos arredores de Maputo

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Os dois petizes, de seis e nove anos de idade, perderam a vida em consequência de um incêndio na sua residência, causado por uma vela acesa que caiu sobre objectos inflamáveis e se propagou por toda casa de construção precária localizada no bairro do Bagamoyo, na periferia da cidade de Maputo.

A informação foi tornada pública pela Polícia da República de Moçambique (PRM), na capital do país no habitual rescaldo das ocorrências da semana finda.


Outras ocorrências

No mesmo período a PRM registou 153 casos de natureza criminal em todo o território nacional contra 193 do igual período do ano passado, das quais cento e vinte casos foram esclarecidos correspondendo a uma execução na ordem dos setenta e oito por cento, onde cento e onze foram contra propriedades, trinta e cinco contra pessoas e sete contra ordem e tranquilidade pública.

No concernente aos violadores de fronteiras foram detidos mil e quarenta e oito estrangeiros, dos quais vinte e quatro por violação clandestina, 141 por delito comum e foram repatriados da vizinha África do sul para Moçambique.

Com efeito, um cidadão moçambicano, de nome Sabino, foi alvejado mortalmente numa fronteira ilegal de distrito de Namaacha, por militares sul-africanos, na tentativa de atravessar para Moçambique, na companhia de mais três colegas seus que puseram-se em fuga.

Foram ainda repatriados para as suas terras de origem dois Paquistaneses, treze Bengalis, catorze Etíopes, cinco Congoleses e dois Libaneses, por trazerem consigo passaporte com vistos falsos.

Cossa mostrou-se preocupado com o aumento de casos de violações sexuais em todo o país, a título de exemplo, foram registados quatro violações sexuais na cidade de Maputo, foram detidos dois indivíduos que violaram a cidadã de nome Regina Cuna e ainda um idoso de nome João, de sessenta anos de idade, que violou uma menor de dez anos de idade no bairro vinte cinco de Junho, outro caso envolveu um guarda-nocturno no bairro de Inhagoia, que violou uma menor e o caso mais macabro foi o que ocorreu na cidade de Mocuba, província da Zambézia, onde foi detido um individuo de nome José, munido de arma branca (Catana), que ameaçou e violou um menor de seis anos.

A fonte justifica que este aumento sem precedente pode estar ligado à inactividade da vida sexual e bem como às questões ligadas a mitos que defendem que as relações sexuais com menores rejuvenescem a sua vida sexual.

Governo aprova Regulamento sobre jogos sociais e cria nova Zona Económica Especial

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Esta Terça-feira, o Conselho de Ministros, reunido na sua XVIII Sessão Ordinária, dentre várias, apreciou o decreto que aprova o Regulamento da Lei de Jogos Sociais e de Diversão. O presente decreto tem por objectivo separar os gestores e tratamentos dos jogos de carácter social e de diversão.

Assim sendo, os de carácter social serão tutelados pelo Ministério das finanças e os de recreação pelos municípios, vilas, distritos e governos locais.

Segundo o porta-voz desta sessão e igualmente ministro das Pescas, Victor Borges, foi ainda aprovado o decreto que cria a Zona económica especial da Manga-Mungassa, no município da Beira, província de Sofala, com uma área de 217 hectares.

A sua criação visa construir um centro logístico nacional, como forma de maximizar as potencialidades do corredor da Beira, construção de unidades hospitaleiras, vilas residências de apoio aos serviços, bem como de uma área industrial, para que se transforme numa zona industrial, abrindo deste modo, portas para receber investidores nacionais e estrangeiros, com o propósito de permitir a implementação de indústrias transformadoras no local.

Victor Borges, afirmou ainda que foi apreciada também a matéria sobre a evolução do ensino bilingue no país, sistema de ensino que produziu um aproveitamento pedagógico positivo desde a sua introdução, o que abre espaço para que o mesmo seja continuado de forma gradual, visto que á necessidade neste momento passa por buscar-se consenso nas comunidades beneficiárias e no aprimoramento de questões logísticas.

O governo moçambicano discutiu a situação da produção do cimento nacional, a qual ainda esta aquém das necessidades do mercado nacional e internacional.

Com efeito, decorre a instalação de novas unidades de produção do cimento, cujos investimentos são privados e envolvem muitos investidores.

Segundo o porta-voz desta sessão, com instalação dessas empresas, o país espera passar das cerca de mais de dois milhões de toneladas produzidas anualmente, para cerca de sete milhões ano num período indeterminado.

Militares sul-africanos matam na Namaacha

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Um cidadão moçambicano identificado apenas por Sabino foi, semana passada, alvejado mortalmente por militares sul-africanos quando tentava regressar a Moçambique, aparentemente por um local sem posto fronteiriço oficial.

A vítima fazia parte dum grupo de quatro pessoas que pretendiam entrar no território moçambicano a partir da fronteira da Namaacha, segundo Pedro Cossa, porta-voz do Comando Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), realçando, entretanto, que a Polícia da província de Maputo e a sua congénere de Mpumalanga, na África do Sul, “já estão a fazer diligências para o esclarecimento completo do caso”.

No entanto, aquele quadro da PRM admitiu a possibilidade de a acção sulafricana ter sido originada por alegada “violação da fronteira pelo grupo de moçambicanos”, salientando, contudo, que o caso deverá ser esclarecido pela comissão conjunta criada para o efeito.

Naufrágio e violação

Falando, esta Terça-feira, no seu habitual encontro com a imprensa, Cossa acrescentou que duas pessoas morreram no dia 22 de Maio de 2012 na sequência dum naufrágio ocorrido na ilha de Santa Carolina, província de Inhambane.

No naufrágio, duas outras pessoas escaparam por terem conseguido nadar até ao continente, de acordo com o porta-voz da PRM, apontando o mau estado do tempo como o motivo daquela ocorrência.

Refira-se que de 19 a 25 de Maio de 2012 a Polícia deteve 1213 indivíduos por cometimento de vários crimes, com destaque para a neutralização de três agentes de segurança da empresa G4S afectos à estação ferroviária de Moamba, província de Maputo.

Os vigilantes, identificados por Hélder, de 28 anos de idade, Sansão (30) e Rodrigues (36), foram indiciados de sabotagem e tentativa de descaminho de cerca de 30 carris de linha férrea da empresa pública Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), segundo ainda Pedro Cossa.

Naquele período, um sexagenário foi igualmente detido pela PRM indiciado de violação de uma menor de 10 anos, no bairro 25 de Junho, arredores da cidade de Maputo, acrescentou o porta-voz do Comando Geral da PRM.

População de Inhambane garante ao PR que reembolsa o crédito concedido

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Armando Guebuza falava num comício popular na localidade de Dongane, distrito de Inharrime província de Inhambane.

O Presidente da República, Armando Guebuza, considera que os recursos que Moçambique possui são abundantes e, segundo ele, para além de serem explorados para garantir o crescimento económico também servem para ajudar países que enfrentam dificuldades, uma alusão à avalanche de estrangeiros que tem escolhido Moçambique como local de investimento em diversos sectores.

As populações da localidade de Dongane e do Posto Administrativo de Urene, Distrito de Panda, garantiram que estão a cumprir com o reembolso dos sete milhões.

De acordo com o s beneficiários, este fundo permite a criação de uma rede de negócios. Apesar disso, a população queixa-se de deficiente cobertura do ensino e das unidades sanitárias.

Uma posição sustentada pelo chefe de estado, pelo facto de considerar que o ensino é uma fonte importante do combate à pobreza.

Grande parte da população destes distritos é jovem daí a preocupação em relação ao acesso ao ensino.

Governo e Kenmare assinam acordo para formação de mão-de-obra

No período de 2012 a 2016 serão concedidas 41 bolsas de estudo a trabalhadores nacionais para a continuação de estudos de pós-graduação e certificação profissional.
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O Governo, através do Ministério do Trabalho (MITRAB), e a empresa Kenmare Moma Processing (Mauritius), Limited, assinam, hoje, no Gabinete do Governador da Província de Nampula, na cidade com o mesmo nome, um Memorando de Entendimento visando a formação profissional de trabalhadores desta firma multinacional que opera naquela região do país, no âmbito do projecto das areias pesadas do distrito de Moma.

O acordo, segundo o comunicado do Ministério do Trabalho, concentrar-se-á na curta, média e longa formação de trabalhadores moçambicanos no activo, bem como para os recém-formados (de nível médio e superior) e para aqueles cidadãos moçambicanos que pretendem continuar os estudos no país e no exterior, sobretudo os que forem recrutados para trabalharem no projecto.

O entendimento prevê a disponibilização dos espaços do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFP) para a administração de cursos da empresa, para garantir a qualificação dos cursos ministrados a nível da província de Nampula, acompanhar todo o processo de formação dos bolseiros, incluindo os interesses respeitantes à segurança social dos mesmos, para além de acompanhamento dos bolseiros após a sua formação.

Dhlakama admite que a existência da Renamo dependa das regiões centro e norte

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Afonso Dhlakama, a propósito, falou ao Canalmoz e disse que para além de dados quadros do partido tomarão parte da reunião os presidentes das Ligas da Juventude e da Mulher.

`Vai ser uma reunião estratégica para definir os momentos próximos que o país vai viver´, começou por dizer Dhlakama. `Estou convencido que a mudança neste país está para breve, porque em pouco tempo esta é a terceira reunião que Nampula acolhe´.

Perguntámos ao presidente da Renamo se o facto de estar a reunir os quadros constantemente e a anunciar situações que nunca acontecem não estará a pôr em causa a imagem do próprio partido que dirige, afirmou: `tudo precisa de uma preparação e agora vamos virar as atenções para salvar as sete províncias que garantem a sobrevivência da Renamo´.

Em tempos passados o líder da Renamo e o deputado Manuel Pereira, de Sofala, chegaram a anunciar a intenção da Renano promover a separação do centro e norte do sul de Moçambique, em protesto contra as fraudes eleitorais. Perguntámos-lhe, por isso, se a reunião de emergência em que só participarão quadros das duas regiões consideradas bastiões da Renamo poderia suscitar a efectivação de pronunciamentos passados. Dhlakama descartou a possibilidade, mas foi dizendo que “não podemos esquecer que estas duas regiões são mais da metade de Moçambique e, por natureza, são maiores do que a região sul´…

PRM impõe ordem: Retiradas da circulação 300 viaturas

Mais de 300 viaturas foram apreendidas na cidade da Beira no âmbito da operação `Auto-stop´ que envolve vários sectores ligados à segurança rodoviária e é liderada pela Polícia de Trânsito.
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Trata-se de uma acção que decorre desde a primeira quinzena deste mês de Maio e visa, essencialmente, contribuir para a redução da sinistralidade nas estradas da província de Sofala.

O facto foi confirmado pelo chefe da secção de Imprensa do Departamento das Relações Públicas junto do Comando Provincial da PRM em Sofala, Mateus Mazibe, que disse ainda ser objectivo da operação verificar o estado técnico das viaturas, evitar o mau estacionamento e eliminar carros com vidros fumados.

`Tudo isso visa garantir que haja redução da sinistralidade nas nossas rodovias. Para isso, para além de controlo de veículos, a operação também abrange velocípedes a motor e sem motor. Fazemos ainda a educação rodoviária para os peões de modo a evitar acidentes por má travessia´, disse Mazibe, citado pelo jornal Notícias.

Mazibe revelou ainda que mais de mil viaturas foram fiscalizadas até então, das quais um pouco mais de 300 foram apreendidas por diferentes irregularidades. Acrescentou que foram recolhidas 30 cartas de condução e 228 livretes e ainda passadas 334 multas por transgressão às regras elementares de trânsito.

Entretanto, a operação `Auto-stop´ está a ter reflexos nos transportes semi-colectivos de passageiros, pois alguns chapas foram recolhidos por diferentes irregularidades e outros os proprietários preferem parquear as suas viaturas fugindo o aperto ao certo levado a cabo pelas autoridades. Sendo assim, a crise de chapas agravou-se na cidade da Beira devido à operação `Auto-stop´, além do velho problema de encurtamento de rotas que já colocava os passageiros em situação complicada, sobretudo na hora da ponta…

Exigência de 12 como média mínima reduz ingressos no Instituto de Chibata

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O resultado da medida provocou uma descida, de quase metade, do efectivo de admissão anual em 2011, fixando-se em 245 formandos, contra os 400 necessários.

O Instituto de Formação de Professores de Chibata, no distrito de Gondola, em Manica, celebrou cinco anos da sua fundação, no passado sábado, estando, neste momento, com efectivo estudantil cada vez mais reduzido, comparativamente aos primeiros três anos do seu funcionamento. Trata-se de uma instituição de formação de professores primários, cuja infra-estrutura contou com a cooperação do governo do Japão, na sua construção, concebida para albergar 400 formandos em regime de internato.

A direcção do Instituto decidiu, no princípio, que o número de rapazes assim como de raparigas tivesse que observar um critério de equidade – 200 deveriam ser do sexo masculino e outros 200 do sexo feminino.

O critério só funcionou para os primeiros três anos, tendo sido alterado com a introdução de novos requisitos segundo os quais o candidato a frequentar aquele Instituto deve ter uma média final mínima de 12 valores, no seu certificado da 10ª classe.

O resultado da medida provocou uma descida, de quase metade, do efectivo de admissão anual em 2011, fixando-se em 245 formandos, contra os 400 necessários.

Estudantes Moçambicanos no Sudão Respondem ao Pronunciamento do Governo (Leia a Carta)

Estudantes Reclamam de Condições Precária
Os Estudantes Moçambicanos da Universidade Internacional de África no Sudão, enviaram uma carta ao nosso jornal, em resposta às declarações do governo (Leia: Governo distancia-se de bolseiros moçambicanos no Sudão e 45 Estudantes moçambicanos no Sudão denunciam “precárias condições” de vida). Passamos à seguir a apresentar o conteúdo da carta.

ESTUDANTES MOÇAMBICANOS NA UNIVERSIDADE INTERNACIONAL DE ÁFRICA-SUDÃO 

Os estudantes moçambicanos na universidade acima citada vêm por este meio manifestar o descontentamento quanto ao pronunciamento do Governo (Ministério da Educação e Instituto Nacional de Bolsas de Estudo) face à situação em que se encontram. Recordamos que em nenhum momento colocámos o Governo como responsável pelo nosso envio, mas sim certas personalidades a citar:
Yussufo Fábula (827073520), Tayob da Silva Cadango (824516760), Tembo Luís (823880430) e Adamo (843405061), conforme vem na carta anterior publicada pelos meios de comunicação social.
Queremos deixar claro que a carta que enviámos ao INBE não difere da carta que enviámos ao MINED e ao Ministério da justiça, cujo objectivo não era de furar os cofres do Estado, apesar de carecermos de fundos para custear os nossos estudos, pois que é bem sabido que as verbas que o Estado atribui são para uma determinada classe e nós estamos a quilómetros dessa classe. Mas para além disso, a carta abordava problemas sociais em que estamos afogados e que para a solução dos mesmos é imperativa a intervenção do Governo.
Acham que se fossem somente problemas financeiros, seria necessário metermos o problema no Ministério da Justiça? Qual é o ensinamento que devemos colher deste distanciamento do Governo? O que quer dizer com isso? Já não somos considerados moçambicanos? Ou já estamos fora das leis moçambicanas? Quer dizer que se alguém comete(r) injustiça contra nós não será julgado? E quando cometermos qualquer irregularidade não seremos julgados só pelo simples facto de sermos enviados ilegalmente por organizações islâmicas? Esclareçam bem este distanciamento.
Voltamos a recordar que a carta que foi enviada aos meios de comunicação social foi uma denúncia. Nós, como estudantes, fizemos uma denúncia perante o Governo contra os responsáveis pelo recrutamento dos moçambicanos. Porque é que o Governo não está interessado em ouvir-nos?
A carta foi muito objectiva e clara, surpreende-nos agora ao notarmos a falta de percepção de certas personalidades.
Para melhor esclarecimento, referimo-nos aos problemas sociais e é neste ponto onde se centraliza a verdade e o Governo considera isso UM café da manhã. Lembrem-se, quando trouxemos o discurso do senhor Fábula que dizia: “…QUEM É O GOVERNO? NÓS SOMOS O GOVERNO! SE FIZEREM A CARTA AO GOVERNO, A CARTA VEM A NÓS …QUEM DO GOVERNO VAI JULGAR-NOS ? EU SOU ADVOGADO, ESTOU EM CONDIÇÕES DE ME DEFENDER A QUALQUER HORA, E VOCÊS ? QUEM É O VOSSO ADVOGADO ? E COMO SE NÃO BASTASSE SÃO POBRES E MEDROSOS. QUEM DE VOCÊS ESTÁ CAPACITADO PARA FALAR COM O GOVERNO ? VEREMOS QUEM SERÁ OUVIDO PERANTE O GOVERNO…” parecia mentira, mas agora não precisamos de usar óculos para ver. Hoje quem o pode contrariar? De certeza que ninguém. Ele é o Governo e ninguém o vai julgar…
Hoje é o Governo a fingir que não vê perante uma situação visível PARA todos. Ontem foi o Papá Guebuza a dizer: ”Temos que lutar contra o crime organizado” e hoje é um membro do Governo que diz “o Governo distancia-se dos estudantes moçambicanos no Sudão”. Porquê?
Na nossa percepção, o crime organizado é abrangente, tanto é que estamos perante o mesmo. Recrutaram jovens moçambicanos do nível médio (12ª classe) para estudarem fora do país como bolseiros, pagaram bilhetes de avião, deram 300 dólares, depois da chegada condicionaram-lhes o financiamento da bolsa à integração num grupo sem objectivos claros. Não é isto um crime organizado? Recentemente, a ministra da Justiça Benvinda Levi falava sobre a chamada “lei de protecção dos denunciantes” que foi aprovada por unanimidade das três (3) bancadas parlamentares na Assembleia da República. A questão que colocamos é: A ministra da Justiça não recebeu a nossa denúncia? Se recebeu, qual é a protecção que temos?
Porque é que o Governo não quer investigar o assunto? Não acham perigoso 45 estudantes fora do país sem a concepção do Governo? Só pelos discursos dos responsáveis é visível que existem muitas obscuridades.
Quando o Ministério da Educação diz que “os estudantes foram enviados para prosseguir com os estudos de foro religioso”, talvez seja pela nossa falta de vocábulos apropriados, ou pelos nossos erros ortográficos e gramaticais que o fazem chegar a esta conclusão, pois como é sabido estamos num país onde a língua oficial é o Árabe. Cientes da nossa falta de uso correcto da língua portuguesa, as nossas tamanhas e sinceras desculpas. Mas a verdade é que estamos num mundo académico, como referimos na carta anterior, a fazer os seguintes cursos: engenharia, informática, letras, economia, direito, educação, ciências puras e aplicadas, e medicina.
Esperamos que o Governo moçambicano lute contra o crime organizado, contra o espírito de deixa andar, corrupção e mais actos maliciosos que afectam a sociedade moçambicana. Pedimos aos membros do Governo que ajudem o Papá Guebuza nessa luta, porque não basta só o Presidente lutar. Enquanto os membros do Governo, imprensa, sociedade civil e o povo em geral não lutar, dificilmente teremos o Moçambique que tanto almejamos.
Mas saibam que enquanto o Governo se distância de nós, os responsáveis pelo recrutamento de jovens moçambicanos para este país não estão parados, pois meteram uma queixa contra os estudantes que redigiram a carta e, como resultado disso, em menos de cinco (5) dias fomos notificados três (3) vezes e num dos encontros fomos demasiadamente ameaçados. E até então, estamos sem saber o que farão de nós uma vez que não tivemos nenhum resultado nos três encontros, e acima disso o nosso Governo distancia-se de nós.
O que mais nos inquieta é o facto de ter chegado um pedido de identificação civil de cada estudante, contacto, cuja proveniência era indispensável na identificação. Segundo Sualeh Mustafa, um dos filiados dos responsáveis pelo recrutamento dos jovens moçambicanos a este país, o pedido vem do director nacional do INBE, Octávio de Jesus, com quem manteve contactos e da Polícia de Investigação Criminal de Moçambique (PIC) .
A questão que se coloca é: se considerarmos verdade, porque é que a Polícia de Investigação Criminal, ao invés de entrar em coordenação com os queixosos, entra em coordenação com as pessoas sobre as quais pesam as acusações? E se não considerarmos verdade, qual é a liberdade que os tais responsáveis têm de usar a Polícia de Investigação Criminal e o Instituto Nacional de Bolsas de Estudo para o levantamento da nossa identificação? E para que objectivos?
Encerramos o nosso discurso pedindo ao Governo para intervir na resolução do caso, e pedimos ao mesmo para ter uma comunicação directa com os queixosos, uma vez que até então nunca tivemos diálogo com nenhum membro do Governo face ao nosso caso, pelo que aguardamos a vossa justa intervenção.

Itália: terremoto deixa 15 mortos

Ao menos quatro pessoas estão desaparecidas após tremor que atingiu o noroeste do país

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Ao menos 15 pessoas morreram e quatro estão desaparecidas após a onda de terremotos que atingiu na manhã desta terça-feira o nordeste da Itália, indicaram fontes oficiais.

“Por enquanto podemos confirmar a morte de 15 pessoas e o desaparecimento de quatro ou cinco”, declarou à AFP um porta-voz da Defesa Civil.

Segundo as autoridades da região da Emilia-Romagna, outras 5.000 pessoas foram retiradas de suas casas após os terremotos desta terça-feira, das quais 4.500 na zona de Módena, perto do epicentro.

Desde o dia 20 de maio, quando um terremoto sacudiu esta região deixando seis mortos e 5.000 evacuados, foram registradas 800 réplicas, quase uma centena entre Modena e Ferrara, zonas consideradas até agora de médio ou baixo risco sísmico.

EUA anunciam morte de número 2 da Al Qaeda

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O porta-voz de Defesa dos Estados Unidos, George Little, anunciou nesta terça-feira (29) a morte de Sakhr al-Taifi, um alto comandante da rede terrorista Al Qaeda, na província afegã de Kunar. Segundo o porta-voz, ele morreu no último domingo, durante operação militar da Otan em cooperação com as Forças de Segurança do Afeganistão.

O saudita Al-Taifi era considerado o número 2 da Al Qaeda. Segundo a rede de televisão americana CNN, ele era responsável por comandar os insurgentes estrangeiros no Afeganistão.

Al-Taifi viajava frequentemente entre Afeganistão e Paquistão, passando as ordens do alto comando da Al Qaeda para os insurgentes. Ele também fornecia armas, equipamentos, e cuidava do transporte de combatentes no Afeganistão.
Com a decisão dos Estados Unidos de retirar as tropas do Afeganistão em 2014, a Otan está operando no país tentando diminuir a força da Al Qaeda. O objetivo é impedir a organização terrorista de voltar a se estabelecer no Afeganistão após a retirada. Os ataques na província de Kunar são estratégicos: documentos encontrados quando os Estados Unidos mataram Osama bin Laden mostram que a Al Qaeda estava migrando para a província, contando com o terreno montanhoso para evitar ataques aéreos de drones americanos.

Alas degladiam-se na Universidade Mussa Bin Bique

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A sede da Universidade Mussa Bin Bique, em Nampula, transformou-se num campo de batalha das duas alas do Centro de Formação Islâmica, que reivindicam a direcção da associação, por sinal patrona da universidade.

Na sexta-feira, uma delegação que se diz direcção legítima do Centro de Formação Islâmica (CFI) evadiu a universidade, rescindiu contrato de arrendamento da residência do reitor e meteu queixa na procuradoria provincial.
Mas recuemos um pouco na polémica. A 19 do mês em curso, Casimiro Givá, que dissera ser o presidente legítimo do CFI, teria reconduzido Francisco Alar ao cargo de reitor da universidade, cargo que havia deixado à disposição na sequência do rumo estranho que a universidade estava a tomar. No entanto, na última sexta-feira, uma delegação do CFI, mandatada por Momad Bay, esteve nas instalações da sede da Universidade Mussa Bim Bique em Nampula, para anular todas as nomeações efectuadas por Givá e fazer cumprir o despacho de demissão do reitor da universidade.

Dino Hibrahimo, que diz ser vice – presidente da direcção legítima do Centro de Formação Islâmica, confirma já ter recorrido às autoridades judiciais para responsabilizar Francisco Alar e Casimiro Givá dos possíveis desmandos na Universidade e conta como a polémica começou. “O Doutor (Francisco) Alar pôs-nos a leste de tudo. Tivemos que fazer um documento a cancelar o contrato de casa que nós fizemos e os telefones. Apanhámos a situação de Quelimane – quatro meses sem vencimentos. Fomos a Quelimane e em 18 dias conseguimos pagar três meses de atraso. Quando queríamos partir para Nampula para fazermos uma auditoria à sede, é daí onde parte a confusão. Primeiro, mandámos cancelar as contas todas e não deixámos Alar assinar as contas. Mandámos uma brigada para contabilizar, ele simplesmente proibiu-a. Mandámos uma brigada de contabilidade, ele proibiu-a e fugiu para Maputo.”

Mais, realçou que “Nós estamos descontraídos. Já fomos à procuradoria entregar a queixa e a procuradoria vai saber como resolver o problema.”
Por seu turno, Faruj Badat, que disse ser presidente da mesa da assembleia-geral do CFI, revela o que, na sua opinião, está por detrás da crise no Centro de Formação Islâmica, que se estende à Universidade Mussa Bin Bique e atacou Givá, que  reclama o cargo de dirigente legal do CFI. “Esse senhor (Givá) tem memória curta. Há meses atrás demitiu o senhor Alar do cargo de reitor e hoje admite-o, de novo, mas a direcção legal do CFI somos nós.

Quadro jurídico é favorável mas a prática mostra outra realidade

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Ricardo Mairosse, presidente do Fórum das Associações Moçambicanas de Deficiência, FAMOD, foi um dos participantes que constituíram o primeiro painel e falou das barreiras políticas para a efectivação dos direitos da criança com deficiência. Para Mairosse, o quadro jurídico moçambicano é favorável quanto à questão da preservação dos direitos das crianças. Porém, o grande problema reside na distância entre o que está legislado e a prática do dia a dia. Mairosse citou, a título ilustrativo, a ratificação da Convenção Internacional dos Direitos Humanos e, muito recentemente, a ratificação da Convenção das Crianças Portadoras de Deficiência das Nações Unidades como sendo passos muito importantes. Porém, diz tratar-se de apenas direitos programáticos, pois não têm efectivação pragmática e/ou objectiva. O plasmado na constituição deve ser materializado através de medidas administrativas para que, em caso da violação de um direito, o juiz tenha campo de acção para incriminar o violador.
Maria Tivane, uma das participantes em representação dos pais e encarregados de educação, entende que, quando se fala de crianças com deficiência, o grande problema reside no facto de muitos pais serem ignorantes sobre esta matéria. Explica que, na maior parte dos casos, quando nasce uma criança com certo tipo de deficiência, cria-se pânico no seio da família e pensa-se logo na maldição, no feitiço (…).Tudo isso acontece por falta de conhecimento sobre esta matéria. Por vergonha, outros pais optam por trancar a criança com deficiência dentro de casa e a mãe pode até chegar a perder o lar.

Mas se as famílias estivessem empoderadas de conhecimentos sólidos, muitas situações poderiam ser evitadas e as crianças com deficiência podiam muito bem ser enquadradas na sociedade, normalmente, tal como acontece com algumas.

Por sua vez, o sociólogo Eugénio Braz acredita que o que causa a discriminação deste tipo de pessoas não é a deficiência como tal, mas é, sobretudo, a interpretação que se tem do deficiente. Bras diz que a forma com pessoas com deficiência são encaradas e os significados que lhes são atribuídos é que provocam a discriminação.
Por mais que haja um quadro jurídico favorável, o governo crie todas as condições infra-estruturais para os deficientes, mas se não houver mudança do pensamento preconceituoso enraizado nas mentes das pessoas sobre o deficiente, nada irá mudar para, efectivamente, estas pessoas se sentirem integrantes da mesma sociedade.

Governo ausente

Grande parte dos participantes do Fórum de Reflexão Social das Crianças com deficiência culpou o Governo por estar a fazer muito pouco para a integração das pessoas com deficiência. Enquanto uns entendem que o Ministério da Educação devia aumentar o número de escolas que atendem crianças com necessidades especiais, outros dizem que isolar deficientes num centro exclusivo é uma forma de exclusão social destas pessoas. Assim, estes últimos sugerem que pessoas com deficiência sejam integradas dentro das escolas “normais”, que os professores sejam capacitados na matéria sobre como lidar com estas crianças e que sejam criadas condições infra-estruturais, nomeadamente, rampas, etc.

Vandalizada linha de transporte de energia que abastece Maputo

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A linha de transporte de energia eléctrica CL 4, que alimenta a cidade de Maputo e zona de Corrumane, na província de Maputo, está a ser alvo de vandalização. A vandalização caracteriza-se pelo roubo de cantoneiras que sustentam e garantem a segurança das torres.
O última acto de sabotagem foi registado recentemente por uma equipa da Electricidade de Moçambique (EDM) que fazia um trabalho de desmatação em volta da linha, escreve o jornal Notícias na sua edição de hoje.

Desta vez, a retirada das cantoneiras ocorreu em cinco torres, com os números 102 a 106, colocando em perigo a segurança daquelas infra-estruturas que suportam os condutores de energia eléctrica com uma potência de 110 KW.

Eusébio António, da EDM, disse que não se pode precisar quando é que ocorreu a vandalização das torres, mas que a situação só foi descoberta recentemente por equipas que faziam trabalhos rotineiros de limpeza da linha.

A ocorrência deixou as torres em situação de insegurança e em iminente risco de cair em caso de mau tempo, como ocorrência de ventos. A fonte explicou que caso caia uma torre a linha toda pode ir abaixo devido à pressão que se exerce sobra as demais.

Afirmou ser igualmente impossível apontar os autores destes actos, bem como a finalidade para que são roubadas as cantoneiras. “Não é a primeira vez que ocorrem situações do género e temos reforçado as medidas de segurança das torres, mas as pessoas continuam a vandaliza-los”, acrescentou António.

Garantiu ainda que já está em curso uma acção com vista à reposição das cantoneiras e o consequente restabelecimento da segurança das torres, uma acção que será efectuada por técnicos da empresa.

“Não é possível ainda quantificar os prejuízos causados por esta acção, mas pode-se afirmar que é bastante elevado, uma vez que a empresa precisa repor as cantoneiras para evitar danos maiores”.

A linha de transporte de energia CL 4, com mais de 350 torres, parte da subestação do Infulene, no município da Matola, alimentando a cidade de Maputo e a zona de Corrumane num sistema inverso. Este mecanismo permite que, em caso de necessidade, a energia gerada na Barragem de Corrumane seja transportada à capital a partir da mesma linha.

Arranca inspecção no Ensino Superior

As 42 instituições do Ensino Superior, públicas e privadas, existentes no país começam a ser inspeccionadas dentro de dias, sendo a primeira acção do género, com vista a aferir se elas estão a funcionar e leccionar dentro dos padrões de qualidade exigidos e verificar se a formação ministrada está de acordo com os objectivos pretendidos.
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Sem revelar o escalonamento das instituições que vão ser inspeccionadas, Manuel Rego, porta-voz do Ministério da Educação, assegurou que já foram escolhidas as primeiras duas instituições a serem inspeccionadas, num trabalho a ser levado a cabo por inspectores formados especialmente para o efeito, com o intuito de assegurar que as instituições funcionem dentro do estipulado.

Aprovado o ano passado, o regulamento de Inspecção às Instituições do Ensino Superior estabelece normas e procedimentos de realização da actividade, destacando que a actividade incide sobre a organização e funcionamento das instituições, devendo a mesma ser realizada por comissões de inspecção sem carácter permanente, a serem nomeadas pelo Ministro que superintende o Ensino Superior. As comissões de inspecção são compostas por individualidades, na sua maioria docentes universitários, de reconhecida competência técnica nas matérias a inspeccionar.  

Os inspectores deverão recolher informações e elaborar relatórios sobre a situação dos estabelecimentos de ensino e propor medidas adequadas para a melhoria do funcionamento das instituições e para a correcção das anomalias.

“Por uma questão de ética, não podemos revelar qual é o escalonamento definido para este trabalho, mas as instituições já foram informadas. Desde a aprovação do regulamento em Junho do ano passado, estivemos a trabalhar na formação de inspectores e, posteriormente, na criação das equipas de trabalho. Isto já foi assegurado e a qualquer momento os inspectores entram em acção” – garantiu Rego.

De acordo com o regulamento, as instituições do Ensino Superior passam a ser inspeccionadas ordinária e extraordinariamente. A inspecção ordinária é aquela em que a instituição-alvo é comunicada com 10 dias de antecedência; e a de carácter extraordinário é aquela em que tal procedimento não é requerido.

Os estabelecimentos que vêm funcionando abaixo do recomendável obrigam-se a uma rápida reorganização, de modo a proporcionar melhores condições de ensino e aprendizagem aos estudantes. Se isso não acontecer, tornam-se candidatas a sujeitarem-se a penalizações, não se excluindo a possibilidade de serem encerradas.

Nos últimos anos, o número de instituições e de estudantes do Ensino Superior cresceu em Moçambique. Todavia, o crescimento quantitativo nem sempre é acompanhado pela melhoria da qualidade. Não raras vezes, a falta de condições com que se debatem os estabelecimentos do Ensino Superior tem contribuído não só para o baixo nível de qualidade do ensino, como também para a ocorrência de greves e de outras formas de protesto, através das quais estudantes, pais e encarregados de educação, até mesmo funcionários, procuram transmitir o seu desagrado face ao mau serviço prestado pela instituição.

Apreendidas 300 viaturas em operação “Auto-Stop”

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Maisde 300 viaturas foram apreendidas na cidade da Beira numa operação “Auto-stop”, que envolve vários sectores ligados à segurança rodoviária e é liderada pela Polícia de Trânsito.

Trabalhadores da RTP põem administração em tribunal

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A comissão de trabalhadores (CT) da RTP anunciou, ontem, que entregou na sexta-feira uma ação judicial contra o conselho de administração da televisão estatal.

Num comunicado, a CT acusa a administração de ilegalidades no âmbito do processo de desmantelamento da empresa e revela que «antes de se decidir a este passo, esgotou todas as vias possíveis para entabular um diálogo construtivo».

Em causa estará um plano de reestruturação da empresa que o CT diz que a administração terá dito que iria apresentar, mas que ainda não foi revelado.

Parlamentares querem que Lula da Silva seja investigado por tráfico de influências

Parlamentares da oposição ao governo da presidente  Dilma Rousseff informaram hoje que vão pedir ao Ministério Público Federal  do Brasil uma investigação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva  por tráfico de influência, informa a imprensa local. 
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Numa reportagem da revista Veja publicada no domingo, Gilmar Mendes,  magistrado do Supremo Tribunal Federal, afirma que o ex-presidente o chamou  para uma conversa com o objetivo de pedir o adiamento do julgamento do “mensalão”,  esquema de corrupção ocorrido durante o seu governo.

Em troca, Lula da Silva teria oferecido uma proteção a Mendes na investigação  do Congresso Nacional sobre o envolvimento de agentes públicos com o empresário  do jogo ilegal Carlinhos Cachoeira. A assessoria de imprensa do ex-presidente  afirmou à imprensa local que não comentaria o caso.

Ao jornal Folha de São Paulo, Gilmar Mendes afirmou que ficou “perplexo  com o comportamento e as insinuações despropositadas” e que não tem nenhuma  relação com Cachoeira. Quatro partidos da oposição ao Partido dos Trabalhadores, de Lula da  Silva e Dilma Rousseff, afirmam que o ex-presidente cometeu crimes de tráfico  de influência, corrupção ativa e coação do processo judicial, todos sujeitos  a punição pelo código penal.

Facebook retira foto que mostrava mulher após mastectomia

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O Facebook retirou uma imagem do perfil de uma mulher britânica na rede social, por considerar que o conteúdo divulgado era ofensivo, violando a política da empresa.

Joanne Jackson, de 40 anos, tinha colocado no Facebook uma fotografia onde mostrava uma cicatriz no peito, depois de ter realizado uma mastectomia – remoção da mama.

A mulher tinha posado numa sessão fotográfica para celebrar este momento importante da sua vida, após vencer a batalha do cancro, e decidiu colocar 11 imagens no Facebook para inspirar outras mulheres na mesma situação, segundo o Huddersfield Daily Examiner.

No entanto, recebeu uma notificação da rede social que explicava que alguns dos conteúdos tinham sido retirados porque continham «nudez, pornografia ou conteúdo sexual» e violavam a política da empresa.

«Eu não sou tímida, mas estas imagens eram mais para outras mulheres a quem foi diagnosticado cancro da mama do que para me mostrar a mim mesma», disse ao jornal. «As imagens não são suaves, são reais e eu estou muito orgulhosa delas.»

A mulher, casada e com dois filhos, rejeitou qualquer conteúdo pornográfico, considerando antes que as imagens deveriam inspirar outras mulheres nas mesmas circunstâncias.

Esta atitude do Facebook está a ser considerado censura, por parte de amigos de Joanne Jackson e várias pessoas que se solidarizaram com esta situação, que optaram por espalhar as fotos pelos seus perfis.

Jornalista brasileiro preso na Síria chega ao Líbano

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Klester Cavalvanti, jornalista brasileiro de 42 anos que esteve detido da na Síria, foi libertado e já está no Líbano.

Segundo o ministério das Relações Exteriores do Brasil, Cavalvanti chegou esta segunda-feira a Beirute.

O profissional da comunicação não se terá apresentado ao Ministério das Informações assim que aterrou no país, falhando assim um dos procedimentos locais, argumento apresentado pelos sírios para a detenção.

Aquele ministério brasileiro negociou a libertação do jornalista com as autoridades de Damasco, finalizando a operação no último domingo, escreve o portal Terra. 23:41 – 28-05-2012

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