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Domingo, Abril 5, 2026
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Sul-africano amarrado e espancado na Beira

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Um cidadão sul-africano foi encontrado por uma patrulha da Polícia da República de Mocambique (PRM), Terça-feira passada (5), algures na Ponta Gêa, na cidade Beira, amarrado e com sinais de ter sofrido agressão física, resultando em graves ferimentos.

Trata-se de Senehllua Ncubo, de 28 anos de idade, que, de imediato, foi socorrido para Hospital Central da Beira, encontrando-se internado, concretamente na cirurgia II, a receber cuidados médicos.

O oficial da imprensa no comando provincial da PRM na província central de Sofala, Mateus Mazibe, disse que a corporação está a acompanhar a recuperação clínica do cidadão. Este, depois, vai esclarecer o que teria acontecido, para a polícia efectuar diligências para a captura dos autores deste acto.

Contudo, Mazibe referiu que o sul-africano está em franca recuperação: “logo que o cidadão tiver alta hospitalar, será questionado para esclarecer à polícia o que teria acontecido com ele, e assim permitir a neutralização dos indivíduos para responderem pelo acto que cometeram”.

Funcionários da do Plano e Finanças desviam desvio de 348.366 meticais

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Dois funcionários da Direcção do Plano e Finanças e um comerciante de Lichinga, no Niassa, encontram-se detidos em conexão com o desvio de 348.366 meticais, com recurso à falsificação de documentos para acesso fraudulento a uma conta da instituição pública em referencia no banco Barclays.

Segundo o jornal Diário de Mocambique, que cita Sizi Panguene, porta-voz do comando da polícia da República de Moçambique no Niassa, o qual disse que os detidos respondem pelos nomes de Isabel Aiuba e Rachide Issufo, ambos funcionários do Plano e Finanças, afectos na área das pensões, e Salimo Omade, comerciante, o qual teria falsificado documentos para o cometimento do crime.

Sizi Psnguene não avançou mais detalhes sobre o assunto. Faduco Dembele, director Provincial do Plano e Finanças do Niassa, confirmou a detenção dos seus colegas, mas também sem fornecer pormenores. “vieram aqui dois polícias com um mandado de busca e captura”, referiu a fonte.

Dembele acrescentou que estava escrito no documento que os funcionários “são acusados de terem falsificado documentos, mais detalhes não temos”.

Universidade Internacional do Sudão Expulsa Seis Estudantes Moçambicanos

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Enquanto o Governo continua a “sacudir o capote”, a situação dos estudantes moçambicanos no Sudão está cada vez mais a complicar-se. Ontem, seis dos 45 cidadãos moçambicanos naquele país informaram-nos, por diferentes meios de comunicação, que haviam sido expulsos na sequência das cartas que fizeram ao Governo e aos órgãos de informação.

Os seis escorraçados da universidade – dizem estar a residir defronte do recinto daquela instituição (desde domingo passado), ao relento – contaram-nos, em contacto telefónico, que a sua expulsão resulta do facto de terem negado assinar uma carta que escreveram à força para desmentir a anterior enviada a Moçambique.

“Viemos por este meio dizer (…) que a situação dos estudantes moçambicanos no Sudão está a agravar-se, visto que estamos a ser obrigados a escrever uma carta para o governo moçambicano, contrariando tudo aquilo que narrámos na carta passada, e estamos a ser obrigados a assinar um papel que não sabemos para onde querem levar as nossas assinaturas”, revelaram os bolseiros numa outra comunicação, acrescentando que “devido ao medo, a maior parte dos estudantes escreveu a carta contradizendo tudo que contámos na carta passada (…). Nós recusamo-nos a escrever e a assinar. Nós não aceitamos. Fomos obrigados a sair da universidade”.

Curiosamente, referem, as matérias escritas nas cartas e nos jornais “foram traduzidas de Português para Árabe e enviadas para o Sudão”.

Arrancaram-nos todos os documentos de identificação
Os mesmos estudantes contaram ao “O País” que, na sequência dessas denúncias, foram acusados de terem ofendido a religião islâmica. “Acusaram-nos de termos ofendido a religião islâmica. Assim, alegam que, na carta que enviamos, ofendemos imensamente as pessoas que nos enviaram para cá e ofendemos a religião islâmica.”

Morre Ahamad Jassat, sócio da Expresso Câmbios

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Morreu esta segunda-feira, numa clínica de Johanesburgo, na África do Sul, o sócio da Expresso Câmbios, Ahmad Jassat, baleado na noite da última quarta-feira na cidade Maputo.

Segundo uma fonte familiar, Ahmad Jassat perdeu a vida na manhã desta segunda-feira em Johanesburgo, por não ter resistido aos ferimentos causados por uma bala que lhe atingiu a cabeça.

No dia do baleamento, Ahmad Jassat deu entrada no Hospital Privado de Maputo e, dias depois, foi transferido para Joanneburgo, onde veio a perder a vida.

Refira-se que Ahamad Jassat vivia em Joannesburgo há cerca de três anos.

Rovuma: Mais uma descoberta de gás

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Com uma perfuração iniciada no dia 5 de Abril último, a companhia diz ter descoberto a acumulação de gás a 16,5 quilómetros a noroeste do Furo Golfinho, que também permitiu a descoberta de gás natural em Maio último, fazendo presumir que estes dois furos possam ter descoberto o mesmo depósito daquele hidrocarboneto.

Em Comunicado de Imprensa, o Instituto Nacional de Petróleos (INP) refere que o furo Atum descobriu o gás natural em areias de idade Oligoceno, com a espessura de 92 metros.

No Furo Atum foi descoberta uma acumulação de gás natural que está inteiramente confinada à área 1, estimando-se que as reservas deste novo depósito de gás natural estejam entre 10 e 30 triliões de pés cúbicos de gás natural de reservas recuperáveis (18-55 Tcf gás in place). O Furo Atum foi aberto até à profundidade de 3860 metros num local com lâmina de água de 1000 metros.

Refira-se que após a finalização das operações neste furo, seguirá a abertura de mais 4 furos de avaliação e operações de testagem nos depósitos descobertos pelos furos Atum e Golfinho.

Com a descoberta do Furo Atum, estima-se que o volume total de reservas in place na área 1 seja estimado em 85 Tcd in place e mais de 60 Tcf reservas recuperáveis de gás natural.

A bacia sedimentar do Rovuma é neste momento a mais próspera em termos de pesquisa de hidrocarbonetos em Moçambique. Nos últimos tempos, a Anadarko e a Eni têm anunciado sucessivamente a descoberta de quantidades significativas de gás natural naquela zona…

Arrancaram estudos ambientais para a exploração de fosfatos em Nampula

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Decorrem estudos de impacto ambiental para a projecção de uma mina de fosfatos e respectiva unidade de processamento, na província de Nampula.

Os estudos estão a ser realizados pela empresa canadiana SRK Consulting, informou o site Mining Weekly.

Citando Chris Dalgliesh, parceiro da SRK, a publicação adianta que a procura mundial por adubos parece “insaciável” e que uma empresa mineira internacional identificou depósitos de fosfatos numa região a 75 quilómetros para o interior da cidade portuária de Nacala, onde a futura unidade de processamento será construída.

“A SRK Consulting foi contratada para realizar os estudos de impacto ambiental da mina da fábrica, bem como os relativos à construção de uma linha-férrea e de uma represa para armazenamento de água”, disse Dalgliesh, para acrescentar que, a fim de respeitar a legislação de Moçambique, a SRK está a trabalhar em parceria com uma empresa local.

Areias de Chibuto com novo dono

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A Delta Zambeze Consortium é o vencedor do concurso restrito lançado em Novembro para a exploração das areias pesadas de Chibuto, na província de Gaza.

Segundo um comunicado do Ministério dos Recursos Minerais recebido ontem na nossa Redacção, a 5 de Abril de 2012 foram entregues à instituição dois concorrentes, nomeadamente a Delta Zambeze Consortium e a SPI Chibuto Sands Consortium.

A Comissão de Avaliação, constituída por representantes de diversas instituições, fez a análise das propostas e determinou como licitante vencedor o Consórcio Delta Zambeze. O adjudicatário irá negociar com o Governo os termos e condições de implementação do projecto para que até um prazo máximo de 180 dias seja assinado um acordo de princípios.

Morosidade na produção de reformas mancha ambiente de negócios no país

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Aires Ali reconheceu haver problemas e sublinhou que “nem sempre é possível conciliar a necessidade, a rapidez e a ansiedade de vermos os nossos problemas resolvidos à medida das reformas pretendidas

O ambiente de negócios não é dos melhores em Moçambique, devido à morosidade por parte do Governo na materialização de reformas atinentes à facilitação do ambiente de negócios no país, disse, passada sexta-feira, em Maputo, o presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Rogério Manuel, durante o encontro entre o Governo e o sector privado.

Além do presidente da CTA, o encontro contou com a participação do primeiro-ministro, Aires Ali; ministro da Indústria e Comércio, Armando Inroga; governador do Banco de Moçambique, Ernesto Gove; empresários, e outras individualidades.

O encontro visava criar plataformas para melhorar o ambiente de negócios, através da disponibilização de serviços, infra-estruturas, um ambiente macroeconómico saudável, bem como a operacionalização de reformas tendentes à melhoria do ambiente de negócios.

Na ocasião, o presidente da CTA, Rogério Manuel, em representação do empresariado privado, disse que “a morosidade nos processos das reformas acarreta custos altos às empresas e torna a economia do país menos competitiva. Se estivermos recordados, o relatório do Banco Mundial sobre o Doing Business 2012, que tem sido referência para os investidores atentos, coloca-nos um desafio de acelerarmos o processo das reformas”. Manuel disse ainda que só com reformas políticas é que  as empresas locais e o cidadão comum podem ganhar com os grandes projectos.

Ameaça de recolha de cinquenta autocarros alocados à FEMATRO

OS cinquenta autocarros concedidos pelo Estado à Federação Moçambicana dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO), a título de crédito, podem ser recolhidos pela falta de pagamento das prestações referentes ao financiamento da sua aquisição.
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A posição foi apresentada pelo Fundo de Desenvolvimento dos Transportes e Comunicações (FTC), entidade envolvida na aquisição e concessão dos autocarros, que alega a falta de pagamento de um valor de mais de 9 milhões de meticais, com tendência ao agravamento, que foram envolvidos na compra dos veículos.

Fonte do FTC garante que a FEMATRO já foi notificada para cumprir a sua parte no contrato, de modo a que se possa ter o retorno do investimento efectuado em 2010, como forma de minimizar a crise de transporte que abalava as cidades de Maputo e Matola.

A ameaça de retirada dos autocarros surge em virtude de a falta de pagamento das prestações estar a impedir o cumprimento do projecto de aquisição faseada de um total de 400 autocarros para o sector privado.

O memorando de entendimento para a compra destes autocarros foi financiado entre as partes, sendo que o primeiro lote de 50 autocarros foi adquirido em 2010. Na ocasião, a FEMATRO comprometeu-se a reembolsar 50 por cento dos juros e 90 por cento do capital, ficando o remanescente sob responsabilidade do FTC.

O financiamento foi aprazado para 5 anos e volvido cerca de ano e meio da vigência do contrato, segundo FTC, os mutuários não estão a honrar o compromisso assumido…

Acordo Ortografico Ainda não Foi Aprovado

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O Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação emitiu um comunicado para clarificar as imprecisões linguísticas havidas na conferência de imprensa da última sexta-feira, na qual o ministro da tutela deu como ratificado o acordo ortográfico. No comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação refere que o que o governo moçambicano aprovou, na última quarta-feira, foi a proposta de resolução que ratifica o Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa, a ser submetido à Assembleia da República (AR), o parlamento moçambicano, para efeitos de aprovação, não propriamente o acordo ortográfico, porque este só depois de submetido ao mais alto órgão legislativo para efeitos de discussão e análise é que poderá ser aprovado e, subsequentemente, entrar em vigor.
O chefe da diplomacia moçambicana explicou que a demora do país na adesão tem a ver com tentativa de clarificar e ganhar a dimensão total das implicações de natureza financeira e organizativa.

Cortes de Energia Amanhã em Maputo

A Empresa Electricidade de Moçambique vai efectuar amanhã restrições de energia nalguns pontos da cidade de Maputo.
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O acto que terá lugar no período das seis e 13:00 horas vai abranger as zonas compreendidas pelas avenidas Sebastião Marcos Mabote, Lurdes Mutola, Rua do Grande Maputo, Av. de Moçambique nos bairros de Magoanine A, B e CMC.

Num Comunicado de Imprensa, a EDM refere que as restrições visam dar lugar a trabalhos de manutenção da rede de distribuição de média tensão.

Porque poderá haver necessidade de repôr os serviços antes da hora prevista, recomenda-se que todas as instalações devem ser consideradas para efeitos de precaução como estando permanentemente em tensão.

Lumbo prepara acesso universal a redes mosquiteiras

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O posto administrativo de Lumbo, na província de Nampula, norte de Moçambique, espera concluir, a breve trecho, o recenseamento dos seus 38 mil habitantes, para garantir o acesso universal às redes mosquiteiras e reduzir, por conseguinte, a incidência da malária naquele ponto do país.

Lumbo é parte do distrito da Ilha de Moçambique, embora do lado continental da província de Nampula, e regista, anualmente, vários casos de malária, assim como diarreias e pneumonias.
Júlio Madime, médico-chefe distrital, disse que o recenseamento em curso envolve as lideranças a vários níveis e visa apurar o universo de habitantes do posto administrativo com necessidade de redes mosquiteiras.

O recenseamento, segundo a fonte, visa assegurar o acesso universal de redes mosquiteiras, porque o objectivo do Ministério da Saúde (MISAU) é que a rede não esteja só ao dispor da mulher grávida e da criança, mas também que toda a família durma protegida.

“O que estamos a fazer é exactamente isso, identificarmos as famílias para sabermos qual é o número exacto que constitui o agregado, porque só assim estaremos em condições de quantificar, com exactidão, o número de redes mosquiteiras necessárias para universalizar o acesso”, disse Madime.
Segundo a fonte, o trabalho em curso até ao momento é a nível distrital, findo o qual os dados apurados no censo serão enviados para a província, que verá na componente logística as quantidades que o posto administrativo necessita.

Assaltantes de Taxistas em Nampula Neutralizados Pela Polícia

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Dois jovens integrantes de quadrilhas que nos últimos meses têm estado a assaltar e a assassinar taxistas na cidade de Nampula estão a contas com as autoridades policiais naquela parcela do país. Trata-se de Celestino Hilário, de 22 anos de idade, que diz ser empregado de mesa num restaurante naquele ponto do país, e José Pinto, de 17 anos idade, estudante da 10a classe na escola secundária de Tiacane, zona suburbana da cidade de Nampula. Este último, que confessa o crime, que, no entanto, diz ser a primeira vez que pratica, refere que foi convidado por um amigo ao princípio da noite do dia 4 do mês em curso, para assaltarem taxistas, tendo, na ocasião, o amigo assegurado que dispunha de uma técnica infalível e que a missão dele seria apenas ir à estação de táxis e solicitar serviços para ir buscar um parente no bairro de Marere, uma zona de expansão na cidade de Nampula, ainda não muito habitada.
De facto, segundo refere, encontrou um táxi na zona da faina, tendo solicitado o serviço até ao encontro do amigo, que se encontrava posicionado numa rua não iluminada em Marere. no local, depois do taxista abrir a porta, o amigo tentou imobilizá-lo com recurso a um golpe de piripiri nos olhos, só que o taxista conseguiu resistir e imobilizou, com apoio de populares, o jovem, agora a contas com a polícia.

Um outro caso que teve lugar na noite de domingo, onde três indivíduos mandaram parar um taxista solicitando serviços de transporte até ao bairro de Muala expansão. só que no decurso da viagem terão imobilizado o motorista e colocado um dos integrantes do trio, por sinal o que está a contas com a polícia, a conduzir a viatura. a marcha e a velocidade com que seguia a viatura, em zig-zag, teria chamado atenção de uma brigada da polícia que efectuava patrulha. quando os meliantes viram-se encurralados, segundo refere a polícia, o trio teria abandonado a viatura e posto-se em fuga. da perseguição, foi neutralizado o jovem a contas com a polícia.

Aterragem de emergência provoca cinco mortos

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Cinco pessoas morreram e outras 15 ficaram feridas, este domingo, na aterragem de emergência de um avião que transportava paraquedistas em Kiev, na Ucrânia.

Segundo o ministério para Situações de Emergência ucraniano, o avião, um L-410 de uma escola de pilotos, foi obrigado a aterrar de emergência devido às fortes chuvas e ventos que se faziam sentir na região. A bordo seguiam três tripulantes e 17 paraquedistas, havendo ciinco vítimas mortais a registar.

Entre os feridos, três dos quais em estado grave, há vários cidadãos austríacos que participavam num treino de salto com paraquedas no aeroporto de Borodianka.

Segundo a agência EFE, as autoridades locais já abriram um processo na justiça por incumprimento das regras de segurança em transportes.

Tropas sírias fazem 83 vítimas

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Pelo menos 83 civis morreram, no sábado, na Síria, em ataques das forças governamentais. Estes dados foram adiantados pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), que numa primeira contagem adiantava 36 mortos.

Mais de 14 mil pessoas, na maioria civis, já morreram desde o início do conflito em território sírio na revolta contra o regime do presidente Bashar-Al-Assad, em março de 2011.

Cerca de 18 por cento dos deslocados de Fukushima não vão poder voltar a casa

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Cerca de 18 por cento dos 86 mil deslocados devido à crise nuclear de Fukushima, no Japão, não deve regressar às suas casas, pelo menos nos próximos dez anos, devido à elevada radiação.

Estes dados foram revelados num estudo apresentado às administrações locais da província japonesa em questão, que mediu as radiações na zona envolvente da central.

Pelo menos seis das 11 cidades dos municípios que se encontram dentro da zona de exclusão de 20 quilómetros decretada pelo governo em volta da central continuam a registar valores muito mais elevados de radiação do que o permitido legalmente.

O governo japonês permite desde o final de março, em algumas localidades da zona de exclusão, que os deslocados visitem as suas residências durante o dia, mas não autoriza que estes pernoitem.

Moçambique ratifica acordo ortográfico

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O Governo ratificou na quinta-feira o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, disse ontem o Ministro moçambicano dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Baloi.

A posição do Governo de Moçambique relativa à adopção do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa tem em conta a presidência da CPLP, que assumirá a partir de Julho, durante a cimeira da comunidade lusófona, que se realizará em Maputo.

Falando a jornalistas, o chefe da diplomacia moçambicana justificou a demora de adesão de Moçambique ao acordo ortográfico com a tentativa de o país “clarificar e ganhar a dimensão total das implicações de natureza não só financeira como também organizativa”.

“Nós falamos a língua portuguesa mas com algumas características muitas próprias. Temos um grande peso das línguas nacionais. Como é que isso interage com este acordo ortográfico? E depois, é a questão da sua ampla divulgação. Está aqui imenso trabalho a fazer entre a ratificação e a plena entrada em vigor”, disse Oldemiro Baloi.

O titular da pasta dos Negócios Estrangeiros de Moçambique lembrou que o país tem agora “um período da chamada derrogação”, que recusou dizer qual, “ou seja, o tempo que Moçambique necessita para ajustar todos os instrumentos necessários para que o acordo seja efectivo”.

No último ano, o Ministro moçambicano da Educação, Zeferino Martins, estimou que a implementação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa em Moçambique terá um “custo mínimo” de 80 milhões de euros.

Simango promete maior terminal rodoviário da cidade ainda em 2012

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Uma desorganização autêntica é o que se assiste nos terminais de transporte de passageiros nos bairros do Benfica e Zimpeto, na cidade de Maputo.

Cada transporte semi-colectivo faz o embarque e desembarque de passageiros onde pode, o que acaba por resultar no congestionamento do tráfego na Estrada Nacional Número 1.

Por outro lado, os transportes partilham o mesmo espaço com vendedores informais que também tem nesses locais o seu ganha-pão. No terminal do Zimpeto, do lado dos transportes que fazem a ligação entre Marracuene e Maputo ainda houve uma tentativa de organização do local, mas foi uma gota de água no oceano.

Entretanto, o Conselho Municipal da Cidade de Maputo diz que o problema tem dias contados. Numa área de dois hectares, próximo do Mercado Grossista do Zimpeto, está projectada a construção de um terminal com capacidade para 120 viaturas, que deverá estar pronto ainda este ano.

O terminal será maior que o da Praça dos Combatentes que, recorde-se, tem capacidade para 45 viaturas. A gestão será municipal porque a experiência, segundo o vereador de transportes no Conselho Municipal, assim o aconselha.

A fonte explica que a intervenção de pessoas estranhas ao município às vezes propícia desvios de receitas.

A obra deverá ser executada em seis meses, ou seja, até finais deste ano ou princípios do próximo poderá estar pronta.

Polícia sem pistas dos autores do baleamento do proprietário da Expresso Câmbios

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O proprietário da Expresso Câmbios, Ahmed Jassat, foi baleado ao início da noite de ontem em plena Avenida 24 de Julho, na capital do país, quando se dirigia à sua viatura, momentos depois de abandonar um edifício onde tem interesses comerciais.

Segundo algumas testemunhas no local, os atiradores, em número de três, faziam-se transportar numa viatura de marca Toyotta Corolla e dispararam cerca de sete tiros contra o empresário que se encontrava na altura na companhia de algumas pessoas que saíram ilesas.

Ahmed Jassat, foi posteriormente transportado ainda com vida para o Hospital Privado, junto à Escola Portuguesa de Maputo.

Entretanto, a polícia diz estar no terreno em busca de pistas que possam levar à neutralização dos autores do atentado, sem no entanto descartar a possibilidade de ajuste de contas.

Segundo o porta-voz da PRM, Arnaldo Chefo, a vítima foi atingida por uma bala, das cerca de 8 disparadas, encontra-se em estado crítico.

Recorde-se que este é o segundo caso de baleamento na via pública em menos de dois meses. O primeiro resultou no homicídio de um dos sócio-gerente do Ayoob Comercial.

Aprova resolução que determina adesão de Moçambique ao código de conduta de Djibout, relativo a repressão da pirataria

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Na sua décima nona sessão ordinária o conselho de ministros aprovou a resolução que determina a adesão da república de Moçambique ao código de conduta de Djibuti, o código é relativo a acção da pirataria e assaltos a mão armada contra navios no ocidente dos oceanos e no Golfo do Eden.

Segundo o vice ministro dos recursos minerais, Moçambique poderá no futuro próximo sofrer situações desta natureza e frisou que é importante que o país adira a esta acção para possíveis precauções.

Foi também aprovado nesta sessão, o novo plano estratégico da cultura 2012-2022, que tem como objectivo a promoção da cultura como factor de desenvolvimento, económico, social e humano.

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