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Quarta-feira, Abril 8, 2026
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Homem mata parceira por ela ter omitido que era seropositiva

Homem mata parceira por ela ter omitido ser seropositiva
O namoro era recente, e Cecilia teria omitido a doença e quando contou a Larry disse que “não era tão mau assim”.
Larry Dunn Jr, 36, confessou que matou sua namorada, após ela contar que era seropositiva. Segundo uma reportagem do jornal Daily Mail, ele afirmou aos policiais que matou a mulher por ela te-lo contaminado. Cecília Bolden, 28, foi encontrada morta pelos seus dois filhos, que retornavam da escola.

O namoro era recente, e Cecilia teria omitido a doença e quando contou a Larry disse que “não era tão mau assim”. O homem foi até a cozinha, pegou uma faca e matou a mulher, com duas facadas no pescoço.

Os filhos de Cecilia agora estão com pai, que em entrevista ao jornal disse que espera que Larry apodreça na cadeia. Segundo ele a vitima era uma boa mãe e está preocupado com as crianças, já que elas viram a mãe morta. 

Polícia aperta o cerco contra imigrantes ilegais

Polícia aperta o cerco contra imigrantes ilegais

Quatro bengalis foram, semana passada, interditos de entrar em Moçambique, através do Aeroporto Internacional de Maputo, por falta de clareza na indicação dos endereços onde iam residir. No mesmo aeroporto foi detido um camaronês por ostentar passaporte com visto falso.

A Polícia da República de Moçambique (PRM) na capital do país afirma estar a intensificar a vigilância nos aeroportos como forma de impedir as entradas ilegais de estrangeiros.

Na semana em alusão, segundo a PRM, a cidade de Maputo conheceu um abrandamento significativo de casos criminais mercê da patrulha e do empenho visando garantir a segurança de pessoas e bens e “fazer com que os cidadãos continuem a confiar no nosso trabalho, sobretudo no desmantelamento das quadrilhas que aterrorizam os bairros residenciais de Maputo”.

O porta-voz do Comando da PRM em Maputo, Orlando Modumane, diz que a corporação continua atenta às manobras dilatórias dos meliantes tentam usar várias artimanhas para tirar sono às famílias.

No concernente às detenções, recolheram aos calabouços 66 indivíduos acusados prática de diversos crimes, dos quais 50 incidiram contra a propriedade e 16 contra pessoas.

“Caso Dulce” vai a sentença

“Caso Dulce” vai a sentença
O Juíz Dimas Marrôa, da 10.ª Secção do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, profere amanhã, terça-feira, a sentença a recair sobre os réus Abelardo Mavie e Daniel Ubisse, acusados de assassinar a jovem Dulce Namutiopia, a 20 de Janeiro último.

O Ministério Público entende que ambos são culpados, enquanto a defesa do réu Abelardo pede contenção evocando, para o efeito, o facto de o seu constituinte ter confessado e colaborado para o esclarecimento do crime. Já o advogado do réu Daniel apelou ao bom senso do tribunal, justificando que não foi encontrada matéria suficiente para incriminar o seu cliente.

Administrador de Changara deixa Governo cheio de dívidas

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Ângelo Binamo Sabite já não é administrador do distrito de Changara, na província de Tete. Deixou o cargo quinta-feira (06-08-12), mas para trás da sua administração ficam dívidas enormes contraídas pelo Governo, durante a sua administração.

As dívidas do Governo de Changara ascendem a três  milhões  e meio de meticais. Trata-se de dívidas referentes à reabilitação das estradas. Uma que liga de Chicomphende a Temangau, num troço de cerca de 21 quilómetros e outra que liga Mazoe a Chioco.

Os pagamentos, segundo várias fontes, não foram efectuados e as dívidas remontam ao início do ano de 2010.

Fontes bem posicionadas no Governo Distrital de Changara, quando contactadas pela nossa Reportagem avançaram-nos, na condição de anonimato, que “as dívidas que o administrador  Ângelo Sabite tem rondam cerca de três  milhões  e quinhentos  mil meticais (3.500.000,00Mt). A verdade é que já não há dinheiro. Agora é só esperar, milagrosamente, que a nova administradora  aceite assumir estas dívidas e pagá-las”, disse uma fonte do Governo de Changara.

Quando questionámos as fontes se o orçamento do Governo cessante cobria ou não as despesas até ao fim do mandato, uma das fontes afirmou que “as contas previamente feitas cobriam as despesas, incluindo as de todos os funcionários e questões protocolares”. Sendo assim, de facto há fortes suspeitas do administrador  estar envolvido em desvio de fundos do Estado.

No entanto, só uma sindicância poderá afastar tais suspeitas, o que ainda está a ser feito por uma equipe da auditoria da Direcção Provincial das Finanças em Tete.

Alguns funcionários, com altas somas de dinheiro por receberem, referente à ajuda de custos, juntaram-se, em coro, aos depoimentos das fontes do Canalmoz,  afirmaram-nos que Ângelo Sabite  não saldou as tais dívidas e vinha-se desdobrando em justificações do tipo: “as dívidas vão ser pagas”.

“O distrito sempre  tem dívidas”

Contactado telefonicamente pela nossa Reportagem, Ângelo Sabite confirmou as dívidas do seu executivo, mas negou que isso esteja relacionado com alegado desvio ou má gestão de fundos do Estado.
“O distrito sempre  tem dívidas. Mas não nesse valor, nem com as pessoas que referem. E neste momento não posso precisar quanto é que se trata”, disse sem especificar o valor da dívida existente.

Jornalista é agredido e preso pela polícia na Beira

Agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) agrediram e prenderam um jornalista em pleno exercício da sua actividade profissional na cidade da Beira. Trata-se do jornalista José Cherindza, correspondente do semanário Savana, na cidade da Beira e, também, colaborador da Rádio Paz.

O caso deu-se na manhã deste Domingo, 09 de Setembro, no bairro da Munhava, quando o jornalista buscava informações a cerca de uma tentativa popular de linchamento contra um suposto larápio. Na circunstância o jornalista encontrava-se a captar imagens usando uma máquina fotográfica.

“Um agente da polícia veio ao meu encontro e, de repente, sem justificar o motivo, pontapeou-me na parte do abdómen. Não tendo resistido a dor cai e na mesma ocasião surgiram outros policiais que me chutaram, arrastaram e atiraram-me para a carroçaria da viatura da corporação, tendo de seguida sido detido na esquadra da Munhava. E isso tudo deu-se depois de eu me identificar” – contou à nossa reportagem o jornalista José Cherindza, profundamente magoado.

Como se não bastasse, prosseguiu o jornalista, os policiais levaram a máquina fotográfica e ordenaram que apagasse todas as fotos que havia tirado.

Cherindza contou que a PRM surgiu naquele local com a missão de evitar o acto de linchamento que os residentes do bairro da Munhava protagonizavam contra um individuo supostamente criminoso, mostrando-se indignado com a agressão a sua pessoa.

Os residentes do bairro acompanharam a viatura policial que transportou José Cherindza tendo se amotinado defronte a esquadra da Munhava exigindo a libertação do jornalista. Os residentes chegaram a ameaçar tomar de assalto a esquadra.

O jornalista José Cherindza é morador no bairro da Munhava, onde é muito popular. Pouco tempo depois o jornalista foi restituído a liberdade, por se ter provado que este não havia praticado nenhum tipo de crime legal.

Perante a humilhação de que foi vitima, o jornalista pretende mover uma acção judicial contra a actuação da Polícia.

A Lei nº 18/91 de 10 de Agosto, que define os princípios que regem a actividade da imprensa e estabelece os direitos e deveres dos seus profissionais, também conhecida por Lei de Imprensa, estabelece no seu Capítulo IV, Artigo 27, Ponto nº 1, Alíneas a) e b) que no exercício da sua função o jornalista goza do livre acesso e permanência em lugares públicos onde se torne necessário o exercício da profissão; e que no exercício da sua função o jornalista não deve ser detido, afastado ou por qualquer forma impedido de desempenhar a respectiva missão no local onde seja necessária a sua presença como profissional de informação, nos limites previstos na lei.

A Alínea d) do mesmo número e artigo confere ao jornalista o direito de recusar, em caso de interpelação ilegal, a entrega ou exibição de material de trabalho utilizado ou de elementos recolhidos.

Porta-voz do Comando Provincial da PRM de Sofala afirma que o caso será investigado

Entretanto, ainda ontem a nossa reportagem contactou o Porta-voz do Comando Provincial da PRM de Sofala, Mateus Mazive, tendo confirmado a ocorrência e transmitido foi a sua intervenção que determinou a libertação imediata do jornalista. Mazive afirmou que o caso será investigado para a sua melhor compreensão.

“Só depois desta investigação que será feita é que estaremos em condições nos pronunciar sobre o caso. Por enquanto só posso adiantar que já interagimos com o jornalista via telefone e marcamos um encontro para amanhã (hoje, segunda-feira) para melhor esclarecimento dos factos”.

Soube-se, também, que José Cherindza já denunciou o caso ao Sindicato Nacional de Jornalistas, pela via do seu secretário provincial, Paulo Maduco, com quem não nos foi possível entrar em contacto até a altura do fecho da presente edição.

Advogados marcham em Maputo

Advogados marcham em Maputo

A Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM) realizou, ontem, uma marcha pelas artérias da cidade de Maputo para dar início à Semana dos Advogados. Trata-se de um evento que serviu para a reflexão sobre a preservação do meio ambiente.

A marcha teve o seu início na avenida Vladimir Lenine e terminou na  Escola Secundária Zedequias Manganhela, no bairro 25 de Junho. Esta instituição que se dedica à defesa dos interesses dos advogados está preocupada com o papel da sociedade na preservação do meio ambiente.

Um dos desafios da Ordem dos Advogados de Moçambique é lutar para um Estado democrático e de justiça social.

Durante a semana, serão realizadas várias actividades, com destaque para a entrega de carteiras profissionais, palestras nas escolas e criação da comissão da mulher na advocacia, e o ponto mais alto será a realização do congresso para justiça.

Refira-se que a Ordem dos Advogados de Moçambique foi criada a 14 de Setembro de 1994.

Banco Mundial Apoia Desenvolvimento Projectos De Gás Natural

Banco Mundial Apoia Desenvolvimento Projectos De Gás Natural
A garantia foi dada por Lex Huurdeman, representante da instituição, durante a apresentação e início da discussão pública do Plano Director do Gás Natural.

O Plano Director do Gás Natural é um instrumento que define as linhas-mestras para a execução de projectos que usem aquele recurso em Moçambique e no qual se salienta a necessidade de adicionar valor ao gás natural extraído.

Benjamim Chilenge, director de Planificação e Desenvolvimento no Ministério dos Recursos Minerais, disse que se vai procurar preparar um documento consistente e claro que deverá ficar pronto até ao final do ano, depois de concluídos alguns estudos adicionais que ainda terão de ser efectuados.

Com mais de 18 recomendações, a proposta do Plano Director do Gás Natural defende a realização de grandes projectos capazes de servir de âncora para as pequenas e médias empresas, podendo proporcionar o uso maciço do gás natural contribuindo para a criação de mais postos de trabalho e aumento das exportações.

Aponta também as cidades de Nacala, em Nampula, e Beira, em Sofala, como os dois pólos estratégicos para a viabilização dos projectos do gás natural a nível interno.

Ainda de acordo com a proposta, a exploração do gás natural pode fazer com que até 2025 o Estado moçambicano possa obter receitas no montante de 5 mil milhões de dólares.

Empresa Madal Já Investiu Mais De 3.2 Milhões USD No Combate Ao Amarelecimento Do Coqueiro

Empresa Madal Já Investiu Mais De 3.2 Milhões USD No Combate Ao Amarelecimento Do Coqueiro
O director da empresa processadora de copra Madal, baseada na província da Zambézia, Rogério Henrique, diz que a sua firma já gastou mais de três milhões e duzentos mil dólares para solucionar o problema do amarelecimento letal do coqueiro naquela província, que neste momento já dizimou mais de sete milhões de palmeiras.

O referido investimento foi também aplicado para trazer a Moçambique os melhores especialistas que existem no mundo sobre esta matéria para  fazerem a devida pesquisa do fenómeno, dentre eles americanos, mexicanos – tidos como os melhores no mundo que dominam a doença -, bem como do Instituto do Sirade, na França. Infelizmente, todos estes nunca trouxeram resposta plausível no combate à doença.

Segundo Rogério Henriques, que falava num encontro de empresários orientado pelo presidente da Autoridade Tributária, Rosário Fernandes – que tinha em vista discutir a contribuição da Zambézia na colecta fiscal a favor dos cofres do estado – o problema do amarelecimento letal é uma virose com um efeito catastrófico. Neste momento, os palmares da província de Inhambane já começaram a ser atingidos pela doença.

Alfândegas Apreendem Camião De Cigarros Contrabandeados

Alfândegas Apreendem Camião De Cigarros Contrabandeados

Um camião de longo curso foi, esta quarta-feira, retido pelos Serviços Provinciais das Alfândegas de Manica, na fronteira de Machipanda, quando entrava no país vindo do vizinho Zimbabwe, com um contentor de cigarros disfarçados.

São 272 caixas de cigarros que seguiam ao porto da Beira – tendo como destino final o Reino Unido – escondidos em três paletas de madeira, mas a identidade do respectivo proprietário não nos foi revelada pelos Serviços das Alfândegas de Manica. De acordo com fontes daqueles serviços, a mercadoria teria sido declarada como bens de serviços usados por farmeiros zimbabweanos que pretendiam exportar a mercadoria para o Reino Unido, deixando a dúvida sobre que tipo de bens se tratava, o que aumentou a desconfiança dos membros das Alfândegas em serviço naquela fronteira com o Zimbabwe, que ordenaram a abertura do contentor para conferir tais bens não especificados.

Aberto o contentor, forma encontrados cigarros da marca Chelsia no seu interior. As autoridades das Alfândegas de Manica afirmaram que a mercadoria apreendida está avaliada em 1.308.000,00 meticais. Esta apreensão acontece numa altura em que a Autoridade Tributária queixa-se do aumento de casos de produtos contrabandeados.

Grupo De Mukheristas Deve Pagar 1 Milhão De Meticais Para Recuperar Os Seus Produtos

Grupo De Mukheristas Deve Pagar 1 Milhão De Meticais Para Recuperar Os Seus Produtos
Um grupo de mukheristas vai ter que pagar um milhão de meticais para recuperar as suas mercadorias junto das Alfândegas de Moçambique. Entretanto, as proprietárias da mercadoria dizem-se injustiçadas, porque o valor dos produtos em causa é avaliado em cerca de cem mil meticais.

Trata-se de 187 caixas de cerveja contrabandeadas e que foram apreendidas pelas Alfândegas, no passado dia 30 de Agosto, em Malhampsene, província de Maputo. A mercadoria foi transportada num camião registado na África do Sul, e neste momento encontra-se precisamente naquele país, em virtude de o mesmo já ter sido reclamado pelos proprietários.

Entretanto, para reaverem os seus bens, foi exigida pelo tribunal aduaneiro uma multa de 200 mil meticais, mas, quando foram liquidar o valor, o tribunal exigiu que deviam pagar mais um milhão de meticais. “O nosso produto encontrava-se dentro de um camião sul-africano e o mesmo foi apreendido pelas alfândegas. Passados alguns dias, o camião foi solto e nós fomos até às alfândegas para recuperar a cerveja. Na ocasião, disseram que devíamos pagar cem mil meticais para recuperar a mercadoria, e como não tínhamos, pagámos cinquenta e quatro mil meticais.

Ministra Do Trabalho Quer Banir Omega Segurança No País

Helena Taipo
A ministra do trabalho, Maria  Helena Taipo, defende que a empresa de segurança Omega deve deixar de operar no país, na sequência das irregularidades que aquela firma cometeu na província da Zambézia, ao deixar à sua sorte um total de 237 trabalhadores, sem no entanto haver uma comunicação oficial no que tange à rescisão de contratos de trabalho.

É que aqueles trabalhadores estão desde Setembro do ano 2009, ou seja, a mais de 40 meses, sem lhes serem pagos os seus salários. A entidade gestora da empresa encontra-se neste momento baseada na capital do país, Maputo, e nada diz a respeito da dívida que tem com aqueles homens, que na sequência da atitude do patronato estão a viver momentos difíceis junto das suas famílias, devido à falta de salários e ao desemprego ora causado.

Perante isto, a ministra do trabalho entende que a empresa Omega Segurança não devia continuar a ganhar postos de trabalho, “porque se nós estamos a incentivar a Omega a ganhar postos de trabalho, significa que estamos a admitir que o patronato da empresa continue a fazer desmandos no país”, disse Helena Taipo.

Vietnamitas Projectam 50 Mil Cajueiros Em Nampula

Vietnamitas Projectam 50 Mil Cajueiros Em Nampula

Os empresários vietnamitas da província de Binh Thuoc, poderão produzir e processar castanha de cajú na província de Nampula onde para a viabilização do empreendimento, foram já identificados dez mil hectares de terra arável nos distritos de Mogovolas e Meconta.

Criança nasceu e vive com apenas uma parte do coração

Criança nasceu e vive com apenas uma parte do coração
Uma menina nasceu com metade só do coração funcionado, fato que só foi descoberto quatro meses após o seu nascimento. Scarlett Dougan nasceu com Síndrome de Hipoplasia do Coração rara Direito (HRHS), onde o lado direito do coração é subdesenvolvido, ou seja, seu corpo foi incapaz de bombear sangue suficiente para seus pulmões.

A recém-nascida chorava muito e não dormia direito, por esse motivo os pais da criança procurou uma pediatra, que não acreditou que ela sobreviveu por quatro meses com o problema, contou a mãe ao jornal Daily Mail.

Após duas cirurgias para melhorar o fluxo de oxigénio, o bebê voltou para casa, os médicos acreditam que ela vai ter uma infância relativamente normal, embora seja provável que Scarlett vai precisar se submeter a um transplante de coração no momento em que ela atinge sua adolescência.

Venda de mercado a uma igreja revolta vendedores em Nampula

Venda de mercado a uma igreja revolta vendedores em Nampula
Os citadinos e os vendedores do “Mercado do Bairro”, no Mutauanha, Posto Administrativo de Muatala, estão revoltados com o Conselho Municipal da Cidade de Nampula, alegadamente porque este, em conluio com o Grupo Dinamizador local, vendeu aquele mercado a uma igreja.

O mercado, ora na origem da desavença, é o mais antigo daquele bairro. Segundo contam os vendedores, trata-se de um espaço que em tempos conheceu maior afluência de clientela, não obstante o número estar a reduzir.

Entretanto, o município fixou 15 de Outubro próximo como prazo limite para os vendedores abandonarem o mercado a fim de ser transformado em igreja. Os visados ficam pé e afirmam que não sairão dali, seja qual for a força policial que lá se dirigir a fim de contrariar a posição.

Em contacto com o @verdade, alguns vendedores explicaram que da década 90 a esta parte aquele espaço comercial foi ficando menor como consequência da sua venda em fragmentos. Hoje, quando se pensava que no pouco chão que sobra seria construído um mercado convencional, eis que a edilidade o vende para fins religiosos.

Antes do aviso de retirada, o Conselho Municipal da Cidade de Nampula mandou um grupo de seus funcionários fazer medições no terreno. Com isto, os vendedores encheram-se de satisfação ao pensarem que algo de bom estava por vir. A decepção não tardou chegar, pois a palavra de ordem foi: “abandonem o mercado até dia 15 de Outubro”.

Os utentes do “Mercado do Bairro” questionam, a quem de direito, como aderir aos recorrentes apelos de combate à pobreza se há que luta para desfazer o ganha-pão de algumas famílias. Narram igualmente que a edilidade tem se desdobrado em transformar públicos em habitações, armazéns e lojas privadas. A título elucidativo mencionaram “a construção desregrada de armazéns na Estrada Nacional Número 8, para quem sai da mesma cidade de Nampula para Nacala”.

O Conselho Municipal da Cidade de Nampula foi contactado para dar explicações sobre o caso, mas que o porta-voz quer o vereador não estiveram disponíveis

Estudo diz que a falta de política agrícola clara aumenta pobreza

Estudo diz que a ausência de política agrícola clara aumenta pobreza

Moçambique precisa de uma política agrícola clara, sem ser vulnerável a interesses de momento, porque alguns projetos surgiram sem uma análise das suas implicações, aumentando a pobreza, defende-se na obra “Desafios para Moçambique-2012”, publicada esta semana.

Esta conclusão vem expressa num artigo intitulado “Investimento Direto Estrangeiro e o combate à pobreza em Moçambique: Uma leitura a partir do investimento chinês na agricultura”, da autoria de Sérgio Chichava pesquisador sénior do Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE) de Moçambique.

Italianos querem que franceses devolvam a Mona Lisa

Italianos querem que franceses devolvam a Mona Lisa
Um grupo de activistas italianos colectaram mais de 150 mil assinaturas pedindo que o museu do Louvre, em Paris, devolva o quadro do pintor Leonardo da Vinci à sua cidade natal de Florença. Segundo uma reportagem do jornal Daily Mail, a solicitação foi entregue ao secretario de cultura da França.

Considerada uma das obras de artes mais famosa do mundo, Mona Lisa é um retrato do século XVI,  por da Vinci durante a Renascença italiana. Os italianos querem que o quadro seja devolvido e permaneça no museu Uffizi, em Florença, onde a obra foi exibida no início do século XX, de acordo com a Comissão Nacional de Património Histórico, Cultural e Ambiental, que organizou a petição.

O presidente do Comitê Silvano Vincenti disse que fez um pedido formal ao ministro da Cultura francês, Aurelie Filippetti, para a pintura a seja devolvida. Vincenti disse que o retorno da pintura seria de “elevado valor histórico, simbólico e moral”.

Mas o museu do Louvre negou receber a comissão dos italianos. A obra é hoje propriedade do governo francês. 

Chinês pede divorcio por considerar esposa feia

Chinês pede divorcio por considerar esposa feia
Jian Feng, um homem chinês, recentemente pediu o divórcio de sua mulher por ela ser feia. E ele ganhou o caso. Segundo uma reportagem do jornal Ásia News, Feng e sua esposa viveram juntos e felizes até que eles tiveram uma filha, que não parecia em nada com os dois.

O homem então começou a desconfiar da esposa, o marido exigiu que ela revelasse quem era o verdadeiro pai da criança. A esposa então foi forçada a admitir que ela tinha feito uma cirurgia plástica na Coréia do Sul, que mudou totalmente sua aparência.

Feng conseguiu o divórcio e uma indenização de 120 mil dólares depois que ele provou que ele foi enganado pela esposa.

Homem mata filha de 2 dias por ela ter cabeça grande

Homem mata filha de 2 dias por ela ter cabeça grande
Em Multan, no Paquistão, uma menina de dois dias de idade, foi morta pelo próprio pai, que enterrou a criança viva. O pai lançou cerca de sete quilos de lama para asfixiar a criança.

De acordo com o jornal Ásia News, o pai teria matado a própria filha por não gostar da cara da criança. Ele odiava a filha por ela ter uma cabeça grande demais. No entanto, de acordo com os médicos, a menina estava perfeitamente saudável.

O pai teve a coragem de justificar seu crime horrível, dizendo: “Foi minha vontade, porque ela era a minha filha, e cada pessoa tem o direito de fazer qualquer coisa com os seus filhos.”.

Entulhos na estrada condicionam o trânsito e provocam cheiro nauseabundo

Entulhos na estrada condicionam o trânsito e provocam cheiro nauseabundo

As poeiras provocadas pelos entulhos de pedras, areias, plásticos, papéis e outros tipos de lixo espalhados ao longo da Avenida da Organização das Nações Unidas (ONU), no bairro da Malanga, arredores de Maputo, condicionam a circulação de viaturas nos dias de ventania.

Nos dias chuvosos, como ontem, o cenário é degradante. Os entulhos molhados pela chuva provocaram um cheiro nauseabundo que incomodou uma parte dos residentes da Malanga e trabalhadores de empresas ao longo da Av. ONU, na baixa da cidade.

Segundo residentes e trabalhadores daquela zona, os dias mais críticos, de ventania, foram o último sábado e o passado dia 12 de Agosto (um domingo) quando as poeiras levantadas chegaram a condicionar o trânsito, gerando fraca visibilidade da via.

A chuva e os problemas de sempre

Ontem a vala de drenagem que atravessa a zona não transbordou, mas  a água da chuva intermitente que caiu desde a madrugada da terça-feira até ao princípio da noite desta quarta-feira causou pequenos charcos na Av. da ONU e alagou  alguns quintais e residências naquele bairro.

Algumas famílias, com construções precárias, viram-se na contingência de confeccionar refeições de forma ajeitada, devido aos pequenos charcos que não permitiam que fogões de quatro pés fossem fixados no chão. A mesma situação aconteceu com famílias de “renda baixa” que geralmente usam lenha para cozinhar. Não era possível fazer lume no chão.

Este é apenas um exemplo de um velho problema que os residentes dos bairros como Chamanculo, Mafalala, Xipamanine, Inhagoia, Malanga, Maxaquene, entre outros, enfrentam nos dias de chuva.
Ao longo da Estrada Nacional Número Um, em algumas zonas o trânsito esteve um pouco congestionado à tarde, altura em que a chuva caía com alguma intensidade. A estrada estava molhada e os automobilistas abrandaram a marcha.
A zona do cruzamento de Matendene, no Zimpeto, esteva alagada. A mesma situação aconteceu nas zonas 25 de Junho, Terminal Interprovincial da Junta, ROMOS (Chamanculo).

Já na zona baixa da cidade de Maputo, a Av. 25 de Setembro chegou a ser intransitável como é habitual.

Avenida das Estâncias

A Av. das Estâncias, que liga as avenidas 25 de Setembro a Organização das Nações Unidas, estava alagada. Do lado esquerdo para quem está a sair da cidade são empresas, do lado direito os Caminhos de Ferro de Moçambique.

A estrada estava alagada em algumas zonas. Nas bermas, estavam montinhos de lixo que humedecidos pelas chuvas provocavam cheiro nauseabundo. Um proprietário de uma futura empresa de reparação e lavagem de viaturas disse que todas as empresas naquela avenida pagam mensalmente 150 meticais de taxa de lixo, mas os resíduos sólidos nem sempre são recolhidos.

“Pagamos caro a  taxa de lixo e recolhem quando querem. Isto às vezes  fica repleto de lixo e nos dias de ventania espalha-se por todo o lado. Hoje choveu e o drama se instalou”, disse.

Homem ‘traído’ mata rival com arco e flecha em Buzi

Homem 'traído' mata rival com arco e flecha em Buzi
No distrito do Búzi, em Sofala, um homem traído pela esposa na sua própria casa, recorreu sábado passado a uma azagaia, com a qual atingiu mortalmente o seu rival com três setas, informou ontem as autoridades policiais estacionadas na cidade da Beira.

Segundo o Diário de Moçambique, trata-se de Filipe Levene, de 29 anos de idade, que neste momento se encontra detido nas celas do comando provincial da PRM de Búzi, indiciado na prática de crime de homicídio voluntário.

Mateus Mazibe, oficial de imprensa no comando provincial da PRM de Sofala, revelou ontem ao Diário de Moçambique que crime ocorreu por volta das 19 horas do dia 1 de Setembro corrente, quando Filipe Levene surpreendeu a sua esposa em pleno acto sexual com um amante, Mafiasse Joaquim, de 30 anos, num dos compartimentos de sua residência, algures no distrito do Búzi.

Mazibe indicou que o marido traído recorreu a um arco e flecha, atirando contra o rival, atingindo-o no pescoço, nas costas e na coluna. O referido rival encontrou a morte no local.

A fonte indicou que após o cometimento do crime, Filipe Levene tentou empreender uma fuga, mas foi imediatamente dominado pela população circunvizinha, que posteriormente o entregou para as autoridades policiais de Búzi.

“Apelamos a população no sentido de não fazer justiça pelas próprias mãos, pois actos deste género constituem crime e são punidos nos termos da lei moçambicana. Os problemas passionais podem ser resolvidos amigavelmente para evitar derramamento de sangue como aconteceu no Búzi” – apelou Mateus Mazibe.

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