Assange pede a Obama para deixar de perseguir a WikiLeaks



Uma das últimas execuções foi a de Sachiko Eto, uma mulher curandeira de 65 anos, natural de Fukushima, enforcada por alegadamente ter assassinado seis «pacientes» durante um ritual exorcista entre 1994 e 1995.
No mesmo dia que a curandeira morreu, também foi enforcado Yukinori Matsuda, de 39 anos. O homem foi executado por roubar e apunhalar até à morte um casal em outubro de 2003.
O ministro da Justiça, Makoto Taki, sublinhou a «atrocidade dos crimes» e disse que estão 31 pessoas no corredor da morte, no Japão.

Mais de metade (55%) daquele universo de bovinos abatidos vem de diferentes regiões das províncias de Gaza e Inhambane, transportados por pequenos operadores informais, ainda segundo a mesma fonte, salientando que “muitas vezes os animais são abatidos fora dos matadouros, o que propicia o consumo de carne não inspeccionada”.
As províncias da Zambézia e Nampula figuram também na lista das regiões moçambicanas onde ocorrem elevados índices de consumo de carne bovina não inspeccionada, de acordo ainda com o MINAG, acrescentando que o crescimento do sector pecuário no país tem estado a impulsionar a dinâmica do comércio informal interprovincial de bovinos.
Aquela situação propicia o alastramento de doenças como febre aftosa, gripe aviária, peste de pequenos ruminantes, peste suína africana, newcastle e ainda febre do Vale do Rift, no entender igualmente do Ministério da Agricultura contido no seu programa estratégico para o período 2012/2017.
Fraqueza
Entretanto, aquele departamento estatal reconhece que uma das principais lacunas dos Serviços Nacionais de Veterinária é a “falta de pessoal técnico qualificado, equipamento e meios de trabalho para levar a cabo o seu mandato”.
A mesma instituição acrescenta que, nos últimos 10 anos, os laboratórios provinciais de Veterinária “perderem a sua capacidade de diagnóstico, enquanto aumentam os efectivos pecuários no país”.
Refira-se que devido ao programa de repovoamento pecuário em curso desde o fim do conflito armado, envolvendo o Governo da Frelimo e a antiga guerrilha da Renamo, em 1992, o gado bovino cresceu de 239 mil cabeças, em 1994, para mais de 1,2 milhão de cabeças até 2010, segundo ainda o MINAG, realçando, entretanto, que, apesar daquele crescimento, parte significativa da carne, leite e ovos consumida no país ainda é importada.

Segundo a Polícia, eles fazem parte de um grupo de traficantes de drogas que opera no distrito de Angoche há mais de cinco anos. Usam pequenas embarcações que transportam mercadorias a partir de navios que ancoram no alto mar para vários pontos da província de Nampula.
A droga foi descoberta no interior da residência de Ali Abdala graças a denúncias de populares.
A Polícia indica que não é a segunda vez que Ali Abdala é encontrado na posse de haxixe. A primeira foi no ano passado quando um grupo de seis cidadãos, naturais de Angoche, foi interpelado a transportar droga do alto mar para o continente em pequenas embarcações.
O porta-voz Comando Provincial da PRM em Nampula, Inácio João Dina, contou que no dia 23 de Setembro prestes a findar, Momade Alfredo foi surpreendido com sete quilogramas de haxixe, por volta das 18horas, num saco de farinha de milho. Depois da sua detenção indicou os outros dois elementos.
Os 180 quilogramas de haxixe, de acordo com Dina, estavam enterrados no quintal da casa de Ali Abdala no bairro de Inguri, no distrito de Angoche. Já foi aberto um processo-crime contra o grupo enquanto a Polícia continua a investigar o caso no sentido de neutralizar os outros membros que provavelmente estejam envolvidos no tráfico de drogas em Nampula.
A reportagem do @Verdade falou com dois elementos do grupo. Ali Abdala confirmou que a droga foi encontrada na sua residência, mas não lhe pertence. Teria sido deixada há seis meses por um cidadão desconhecido que lhe prometera dinheiro caso conservasse aquele estupefaciente.
Abdala não sabe qual é o paradeiro do suposto dono da droga. “O que sei é que ele perdeu a vida num acidente de viação quando saía do distrito de Angoche”. Anlawi Abudo disse que a droga era para ser vendida com o objectivo de conseguir dinheiro para comprar uma vaga nas Areias Pesadas de Moma.

Um escrivão da procuradoria distrital e um agente da polícia em serviço no distrito de Govuro, em Inhambane, estão a contas com a polícia, indiciados de tráfico e consumo de estupefacientes, avança a Rádio Moçambique.
O escrivão, de 36 anos de idade, foi surpreendido a vender soruma ao seu colega, agente da Polícia da República de Moçambique. Na ocasião, os supostos vendedor e consumidor de soruma tentaram subornar o agente em serviço com um valor de mil meticais.
O porta-voz do comando provincial da polícia da república de Moçambique em Inhambane, Valdemar Armindo, disse que este tipo de comportamento não dignifica os agentes da administração da justiça.

A manifestação de repúdio iniciou por volta das 09h00 com a entoação de cânticos em pedido de socorro. Podia ouvir-se, no meio de tanta algazarra, expressões como “queremos justiça”, “acudam-nos”, “estamos a morrer de fome e de doenças”.
Minutos depois de terem iniciado com as gritarias, os reclusos começaram a bater nas paredes das celas, grades das janelas e beliches com tudo que fosse possível, procurando assim chamar a atenção aos gestores da cadeia. Os mais ousados arremessaram, pelas grades, os restos da sua alimentação, vários tipos de utensílios e material de higiene que usavam nas celas, atingindo os guardas prisionais e transeuntes.
Dada a magnitude que a manifestação estava a tomar, a direcção da cadeia acabou por pedir socorro à Força de Intervenção Rápida (FIR) que, prontamente, se fez ao local. Minutos depois, silêncio total na cadeia e todos reclusos “sumiram” das janelas.
Finalmente, foram convocados para uma reunião de emergência com a direcção da cadeia, sob fortes medidas de segurança garantidas pela FIR, uma reunião que iniciou por volta das 10h00 e só viria a terminar depois das 15h00.

Entretanto, mesmo com o presente plano de compra o défice de carteiras nas escolas moçambicanas, principalmente nas do Ensino Primário, continuará agudo e sem perspectiva de solução à vista.
As cerca de 13 mil unidades para acomodar os alunos durante as aulas deverão ser entregues em dois lotes, subdivididos em oito sub-lotes, de acordo com uma nota do MINED publicada recentemente.
Aos concorrentes a autoridade contratante informa que a selecção do fornecedor terá em conta, para além do preço, a evidência documental que prove a experiência e capacidade técnica para a execução do trabalho, posse de certificação standard internacional na área de mobiliário escolar e viabilidade financeira e de liquidez adequados para a execução do contrato.
Em Agosto último o MINED anunciou que precisa de pelo menos 150 milhões de dólares norte-americanos para adquirir um milhão de carteiras e resolver em definitivo o problema da falta de mobiliário escolar para os alunos.
Eugénio Maposse, director nacional adjunto de Planificação e Cooperação para a Área das Construções e Equipamento Escolares no MINED, caracterizou o cenário como de emergência para a instituição. Acrescentou que a ideia é resolver o problema nos próximos dois anos.
Com a concretização deste projecto, cujos fundos ainda não foram alocados, milhares de alunos deixariam de estudar nas actuais difíceis condições, em que ainda se sentam no chão.
Mesmo assim, segundo apontou, estão a ser alocados recursos financeiros a nível central para que se realizem concursos internacionais de aquisição de carteiras. Paralelamente, está a ser canalizado dinheiro às províncias para que estas seleccionem empreitadas localmente para fornecer carteiras.
A fonte apontou que existe uma percepção de que o país possui muita madeira, mas sublinhou que o sector nacional de transformação de madeira é fraco ou quase inexistente.
“O papel do MINED não é fazer carteiras, mas sim comprar. Se o país tivesse condições ou uma indústria com capacidade para transformar a madeira em bruto acreditamos que resolveríamos sem grandes sobressaltos a problemática da falta de carteiras. Como isso não acontece continuamos a trabalhar para encontrar as melhores soluções”, rematou.

“Graças à nossa contínua ligação com as comunidades, fomos imediatamente informados da ocorrência e uma equipa de membros da PRM no distrito deslocou ao local e capturou aos indiciados no crime de caça furtiva” – disse Bazo.
Entretanto em Abril último, à margem da visita presidencial e inclusiva à localidade de Chitete, operadores da Safaris de Moçambique em Chinthopo, denunciaram à nossa Reportagem haver caçadores furtivos de nacionalidade zimbabweana, zambiana, chinesa e moçambicana, que estão a usar o produto conhecido por Synad para o envenenamento da água do rio Mphanhame para matar animais selvagens como elefantes e leões para a recolha de troféus.
Segundo a nossa fonte, durante o ano passado, foram encontrados mortos e abandonados nas margens daquele rio 150 carcaças de elefantes sem os respectivos marfins e, numa consulta à população, soube-se da existência de homens armados, supostamente da guarda fronteira do Zimbabwe, e elementos da nacionalidade zambiana e chinesa nas margens daquele curso de água à procura de pontas de marfim, de rinocerontes, dentes, unhas e pele de leão.
“A situação está a ganhar contornos alarmantes e deveras preocupante, pois, para além de matar os animais põe em perigo a saúde pública das comunidades. Aliás, acreditamos que as mortes de pessoas que ocorrem no seio das comunidades sejam resultantes do consumo de água contaminada”, disseram as nossas fontes.
“Nós como operadores de eco-turismo e estamos a trabalhar junto das comunidades rurais, enviamos às autoridades do governo distrital um relatório mais detalhado sobre esta situação para não sermos considerados coniventes com este caso”- explicaram as nossas fontes.
Por seu turno, o governo distrital de Mágoè aponta a inexistência de fiscais de Florestas e Fauna Bravia no programa Tchuma Tchatu, situação resultante de alguns problemas técnicos e logísticos, como estando na origem da proliferação de caçadores furtivos que no interior das matas procuram animais, com destaque de elefantes, leões e leopardos.
A localidade de Chitete fica ao extremo do distrito de Mágoè, no limite entre o nosso país e o Zimbabwe, com uma área de 320 mil hectares e habitada por cerca de 7.744 pessoas. A zona é cercada por um corredor de fauna bravia, com maior destaque para elefantes, propiciando, deste modo, constantes conflitos entre os animais bravios e o Homem.
Entretanto, Jaime Bazo, porta-voz do Comando Provincial da PRM, em Tete, disse que nos últimos seis meses, a sua corporação está a redobrar esforços no sentido de combater a criminalidade na zona da faixa fronteiriça com os países vizinhos nomeadamente, Malawi, Zâmbia e Zimbabwe.
Recentemente, a PRM recuperou na zona de Mulanguene, no distrito nortenho de Angónia, junto à fronteira com o Malawi, algumas cabeças de gabo bovino que haviam sido roubados nos currais de alguns criadores moçambicanos. As mesmas já se encontravam no território malawiano.
Como resultado de maior aproximação e colaboração entre as autoridades policiais dos países vizinhos, nomeadamente de Moçambique, Malawi, Zâmbia e Zimbabwe, muitos casos criminais cometidos por cidadãos de ambos lados, têm sido esclarecidos e alguns bens roubados são recuperados e posteriormente entregues aos legítimos proprietários.

Agentes da Polícia de Trânsito (PT), posicionada nas duas faixas de rodagem, regularmente manda parar o trânsito rodoviário para permitir que os peões atrevessem a estrada com alguma segurança. Esta necessária acção da Polícia nas actuais condições leva à longas filas de viaturas que circulam nos dois sentidos da estrada, através da qual se estabelece a ligação não só entre as cidades de Maputo e da Matola, mas também com os países vizinhos como a África do Sul e Suazilândia.
Segundo a chefe das operações da PT no Comando Provincial de Maputo, Maria do Céu, as equipas continuarão no local a regular o trânsito até que seja reposta a ponte de travessia de peões naquela zona considerada como a mais movimentada de todas as cinco existentes ao longo da N4.
“As nossas equipas vão continuar no terreno para garantir que as pessoas atravessem de um lado para o outro com alguma segurança e evitar atropelamentos”, disse Maria do Céu. Segundo ela, desde o desabamento da ponte ainda não se registou nenhum caso de atropelamento, como muitos receavam.
Entretanto, sabe-se que desde ontem uma equipa multissectorial está a inspeccionar a estrutura remanescente e o tabuleiro da ponte derrubada num incidente provocado por um camião basculante, que transitava com a bagageira levantada.
A concessionária daquela estrada com portagem, a TRAC, explica que o objectivo da inspecção é aferir a viabilidade do aproveitamento daquele material na reposição da importante infra-estrutura.
A fonte não avança dados sobre os prazos estabelecidos para a reposição da ponte, muito menos os eventuais custos da operação, mas refere que os trabalhos preliminares já estão em curso, envolvendo técnicos da TRAC e da Administração Nacional de Estradas (ANE).
A perspectiva, de acordo com a fonte, é assegurar que a ponte seja reposta no mais curto espaço de tempo, considerando que se trata de uma infra-estrutura particularmente importante por permitir que os peões tenham uma ligação segura entre as duas margens da estrada, onde se localizam os populosos bairros do Trevo e Língamo.

Hoje, o Ministério da Educação vai anunciar, em conferência de Imprensa, em Maputo, as linhas de força que ditaram esta mudança sabendo-se, contudo, que uma delas prende-se com a necessidade de contornar os habituais transtornos de última hora causados pela falta de documentação por parte dos pais e encarregados de educação para matricular os seus filhos.
Deste modo, o MINED pretende disponibilizar mais tempo e oportunidade para que os encarregados de educação acautelem toda documentação e inscrevam com relativa tranquilidade os seus educandos, isto no mês de Outubro, mas para frequentarem o ensino no ano seguinte.
Fontes do “Notícias” explicaram que apenas serão inscritas crianças que no próximo ano lectivo completarão 6 anos de idade. O processo, a decorrer em todo o país e em escolas primárias, será a custo zero, ou seja, no acto da matrícula não se pago nada, bastando, para o efeito, os educandos apresentar a respectiva cédula ou boletim de nascimento da criança.
Normalmente e porque se trata de início do ano lectivo, o processo de matrículas tem sofrido muitos entraves. Um deles está relacionado com o facto de as inscrições se efectuarem nos primeiros dias de Janeiro, período em que grande parte dos pais e encarregados de educação se apresentam sem dinheiro para movimentar expediente devido a despesas assumidas durante a quadra festiva.
O atraso na tramitação de documentos fazia com que algumas crianças fossem matriculadas para além do período estipulado para o efeito. Para não variar, os educandos só registam os seus filhos na hora de os matricular, facto que, por outro lado, provoca enchentes nas Conservatórias dos Registos Civil.
As inovações que o MINED pretende introduzir nas matrículas dos primeiros ingressos tem ainda por finalidade descongestionar o processo que se mostra abarrotado com a simultaneidade do acto, visto que as inscrições para a 6ª, 8ª e 11ª classes também ocorrem nas mesmas datas do mês de Janeiro de cada ano.

Tendo a Administração do Parque Imobiliário do Estado (APIE) deixado de ter quaisquer responsabilidades sobre os edifícios como prédios de habitação, o Governo aprovou uma lei que autoriza a criação das comissões de moradores.
Entretanto, segundo Felisberto Assimulungos, do Gabinete de Estruturação e Registo de Condomínios (GERC) em Nampula, o facto de a lei que regula o funcionamento dos condomínios não prever qualquer penalização aos infractores coloca igualmente as comissões de moradores numa incapacidade absoluta ante os desmandos.
Trata-se de uma “imperfeição” da lei que o próprio Governo já constatou, o que levou, segundo Assimulungos, o Ministério das Obras Públicas e Habitação (MOPH) a promover ao nível das províncias encontros de recolha de opiniões com vista à sua revisão.
Pretende-se com todo este processo adequar a lei à realidade específica do país com vista a fazer com que a má gestão de alguns prédios não só deixe de constituir pomo de mau relacionamento entre moradores, como também coloque em causa a vida daquelas infra-estruturas.
Aliás, o facto de a maioria das habitações do país que outrora pertenceram ao Estado estarem alienadas não isenta o Estado da responsabilidade pelo património edificado.
Para o caso específico de Nampula, segundo Assimulungos, o tipo de infra-estruturas que são construídas ilegalmente na maior parte dos espaços comuns dos prédios de habitação existentes nas cidades de Nampula, Nacala-Porto e Ilha de Moçambique, tem sido dependências e barracas para o exercício de diversas actividades comerciais.
Estes desmandos, segundo a fonte, são nalgumas vezes derivados da desarticulação institucional entre o GERC e os Serviços de Urbanização do Conselho Municipal da Cidade de Nampula.
Segundo ele, a Direcção de Urbanização antes de autorizar a realização de qualquer tipo de obra em prédios de habitação devia solicitar o parecer do GERC porque, afinal, nós é que conhecemos o historial de cada fracção habitacional” – queixou-se Assimulungos.

Das contradições nas intervenções, passando pela certeza de quem seria o Presidente do partido e terminando na interdição dos jornalistas à sala de plenária, estes são factos que caracterizaram aquele evento que teve lugar entre os dias 23 e 28 de Setembro.
No X Congresso da Frelimo em Pemba foi confirmado o que já se sabia, desde a última reunião do Comité Central que decorreu no município da Matola: Armando Guebuza vai continuar a liderar o partido dos “camaradas”.
Num processo em que era o único candidato, foi eleito por 98,76 porcento dos 1858 votantes e com 23 votos em branco.
A sua reeleição foi festejada efusivamente como se já não se soubesse que seria o Presidente.
Os camaradas aplaudiram a eleição de Guebuza, afirmando que a mesma reflecte a vontade de todos os membros do partido.

Através de comunicado a ATFD condenou o processo, e criticou o procedimento, que, argumenta, «transforma a vítima em acusada».
O objetivo das autoridades é o de «aterrorizá-la para obrigá-la a renunciar aos seus direitos», segundo o documento citado pela agência EFE.
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| Apoiantes de Malema na saída do tribunal |
Por ele esperavam centenas de apoiantes. A estes prometeu continuar a sua luta pela “liberdade económica”, cita a BBC. Enquanto aguardavam pela saída de Malema do tribunal, dançavam e cantavam canções de protesto contra Zuma, que já foi seu aliado político.“Não toquem no nosso líder”, lia-se nalguns cartazes descritos pela estação britânica.
O activista de 31 anos que tem defendido os mineiros sul-africanos sustenta que este processo tem motivações políticas, já que passou de aliado a um dos maiores críticos do Presidente sul-africano, o qual culpa pela morte de 34 mineiros em Marikana.
Segundo os procuradores, Malema terá recebido “indevidamente” 4,2 milhões de rands (cerca de 395 mil euros) na altura em que era líder da juventude do ANC. Este julgamento é um dos maiores no país desde o final do apartheid e a chegada ao poder de Nelson Mandela, em 1994.
Mineiros em greve
Depois da morte de 34 mineiros em Marikana pela polícia em Agosto, Malema, que tem defendido a nacionalização das minas, incitou os mineiros a novos protestos e pediu-lhes que tornassem aquele sector “ingovernável”. Na quinta-feira visitará mais uma mina, para apelar à greve pelos salários, que já se estendeu das minas de platina às de ouro.
Esta quarta-feira, 80% dos mineiros da Amplats em Rustenburg, no Norte, não foram trabalhar, anunciou a filial da Anglo American, que já ameaçou punir com acções disciplinares aqueles que estão a participar nesta “acção de greve ilegal”.


O religioso, que também é o director da escola, defendeu-se dizendo que a “cerimónia”, dirigida para os caloiros na escola é feita há muitos e muitos anos.
Marek Michalak, porta-voz do governo polonês sobre questões da infância, classificou as imagens como “perturbadoras”.

Imagens que chegam de Atenas através das cadeias televisivas mostram alguns engenhos explosivos nas ruas. Manifestantes terão atirado garrafas e petardos, enquanto a polícia terá recorrido a gás lacrimogéneo para dispersar os presentes.

São registados assim os primeiros confrontos nesta greve geral convocada pelas duas maiores centrais sindicais do país, e que constitui a terceira grande paralisação organizada que visa contestar as medidas de austeridade.
Esta greve geral ocorre um dia depois de centenas de milhares de pessoas se terem concentrado nas ruas de Madrid. A manifestação, que se pretendia pacífica, acabou com 64 feridos e 35 detidos, tendo a polícia conseguido evitar a invasão do Congresso dos deputados.

A proposta de recompensa foi feita pelo milionário, depois de o homem de 76 anos ter visto a filha, Gigi, casar com a namorada, em França, depois de um relacionamento de sete anos.
«Não me importo que seja rico ou pobre. O importante é que seja generoso e tenha um bom coração», afirmou o milionário. «Gigi é uma boa menina, com visual e talento. É dedicada aos pais, generosa, e faz trabalhos voluntários.»
Note-se que o casamento homossexual não é reconhecido em Hong Kong.

O conteúdo em causa foi gravado por uma produtora audiovisual em vários locais da Universidade de Alicante, em San Vicente del Raspeig, mas a instituição fala em gravações ilegais, feitas sem o consentimento da universidade.
As imagens estão agora a ser analisadas pelos serviços jurídicos, que decidirão depois se avançam ou não para a justiça contra os responsáveis.

O recém-eleito presidente da república, para um mandato de cinco anos, prestou juramento em Luanda, depois de ter vencido as eleições gerais de 31 de agosto. José Eduardo dos Santos foi empossado pelo presidente do Tribunal Constitucional, Rui Ferreira.
«Eu, José Eduardo dos Santos, ao tomar posse no cargo de Presidente da República, juro por minha honra: desempenhar com toda a dedicação as funções de que sou investido; cumprir e fazer cumpria a Constituição da República de Angola e as leis do país; defender a independência, a soberania, a unidade da nação e a integridade territorial do país; defender a paz e a democracia e promover a estabilidade, o bem-estar e o progresso social de todos os angolanos.»

A decisão surge depois de o filme ter suscitado uma onda de indignação junto dos países de maioria muçulmana, que consideram ofensiva qualquer representação do profeta.
O «site» terá 10 dias para retirar o trailer, sob pena de pagar uma multa de 10 mil reais (cerca de 3.800 euros) por dia de descumprimento.