
Agentes da Polícia de Trânsito (PT), posicionada nas duas faixas de rodagem, regularmente manda parar o trânsito rodoviário para permitir que os peões atrevessem a estrada com alguma segurança. Esta necessária acção da Polícia nas actuais condições leva à longas filas de viaturas que circulam nos dois sentidos da estrada, através da qual se estabelece a ligação não só entre as cidades de Maputo e da Matola, mas também com os países vizinhos como a África do Sul e Suazilândia.
Segundo a chefe das operações da PT no Comando Provincial de Maputo, Maria do Céu, as equipas continuarão no local a regular o trânsito até que seja reposta a ponte de travessia de peões naquela zona considerada como a mais movimentada de todas as cinco existentes ao longo da N4.
“As nossas equipas vão continuar no terreno para garantir que as pessoas atravessem de um lado para o outro com alguma segurança e evitar atropelamentos”, disse Maria do Céu. Segundo ela, desde o desabamento da ponte ainda não se registou nenhum caso de atropelamento, como muitos receavam.
Entretanto, sabe-se que desde ontem uma equipa multissectorial está a inspeccionar a estrutura remanescente e o tabuleiro da ponte derrubada num incidente provocado por um camião basculante, que transitava com a bagageira levantada.
A concessionária daquela estrada com portagem, a TRAC, explica que o objectivo da inspecção é aferir a viabilidade do aproveitamento daquele material na reposição da importante infra-estrutura.
A fonte não avança dados sobre os prazos estabelecidos para a reposição da ponte, muito menos os eventuais custos da operação, mas refere que os trabalhos preliminares já estão em curso, envolvendo técnicos da TRAC e da Administração Nacional de Estradas (ANE).
A perspectiva, de acordo com a fonte, é assegurar que a ponte seja reposta no mais curto espaço de tempo, considerando que se trata de uma infra-estrutura particularmente importante por permitir que os peões tenham uma ligação segura entre as duas margens da estrada, onde se localizam os populosos bairros do Trevo e Língamo.













