Ao vencer a Universidade Pedagógica de Manica por 1-0, o Textáfrica de Chimoio é o líder isolado do campeonato provincial de futebol de Manica.
Noutra partida o Matchedje de Chimoio consentiu uma derrota diante da Água Vumba por 1 -3 e o Dezasseis Craques de Chimoio, considerada uma das equipas mas fracas da prova, venceu de forma surpreendente a Pipeline de Maforga por 2-1.
Já o Desportivo de Manica venceu o Sussundenga FC por 1-0 e o Desportivo de Chibata, na sua deslocação a Gondola, venceu o Atlético Clube local por 2-0.
Face a estes resultados, e após seis jornadas, o Textáfrica é o líder com 16 pontos, contra 13 da Universidade Pedagógica. O Desportivo de Chibata vai na terceira posição com 10 pontos. Na cauda continua o Matchedje de Chimoio com apenas 1 ponto.
Dois dirigentes da Frelimo foram mortos e outras 20 pessoas ficaram feridos em três ataques armados atribuídos a homens armados da Renamo em Manica, centro de Moçambique.
Leonardo Colher, chefe das relações públicas do comando da Polícia de Manica, disse que um secretário da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, governamental), em Muchenhedzi, no posto administrativo de Dacata (distrito de Mossurize), foi morto a tiro na sua residência por quatro homens armados.
Um segundo dirigente do partido no poder em Nhampassa foi retirado de um autocarro, que circulava fora da escolta militar obrigatória de viaturas na estrada Nacional 7 (N7), no distrito de Barué, e foi morto a tiro “à frente dos passageiros” por três homens armados, que depois mandaram seguir o veículo.
“Os dois homicídios qualificados ocorreram a 22 de Junho, e pelo ‘modus operandi’, temos fortes suspeitas de que se trata de homens armados da Renamo [Resistência Nacional Moçambicana]“, referiu Leonardo Colher, assegurando que todos os serviços de informações policiais foram acionados para capturar os suspeitos e que já foram instaurados os respetivos processos-crime.
Num outro desenvolvimento, a mesma fonte disse que outras 20 pessoas contraíram ferimentos, oito das quais com gravidade esta semana, durante uma emboscada a uma viatura na coluna escoltadas pelo exército ao longo da N7.
“Quando a coluna fazia o sentido Barué-Vanduzi, os homens armados da Renamo efectuaram vários disparos, tendo dois projéteis atingido a condutor de uma viatura de transporte de passageiros no braço e na perna, o que fez com que a viatura se despistasse e capotasse“, explicou Leonardo Colher.
O chefe de relações públicas da polícia afirmou que, desde a introdução das escoltas, não houve mais situações de incêndios de viaturas ao longo da N7, um dos motivos para a introdução das protecções militares no troço entre Vanduzi (Manica) e Changara (Tete) no início do mês.
Entre 01 e 07 de junho, pelo menos 12 camiões de transportes de carga, incluindo camiões-tanque, a maioria proveniente do Malawi, foram incendiados ao longo da N7 em ataques atribuídos pelas autoridades a homens armados da Renamo no distrito de Barué, o que levou o Governo de Lilongwe a ponderar a recomendação de os seus cidadãos usarem estradas moçambicanas.
Antes da estrada N7, a circulação já era feita com escolta militar em dois troços da N1, na província de Sofala, devido a ataques atribuídos aos homens armados da Renamo.
Moçambique tem conhecido um agravamento dos confrontos entre as forças de defesa e segurança e o braço armado da Renamo, além de acusações mútuas de raptos e assassínios de militantes dos dois lados.
O principal partido de oposição recusa-se a aceitar os resultados das eleições gerais de 2014, ameaçando governar em seis províncias onde reivindica vitória no escrutínio.
O Governo moçambicano e a Renamo retomaram em finais de maio as negociações em torno da crise política e militar em Moçambique, após o principal partido de oposição ter abandonado em finais de 2015 o diálogo com o executivo, alegando falta de progressos no processo negocial.
A Rede de Comunicadores Amigos da Criança, está reunida desde esta quinta-feira, na província de Tete, centro de Moçambique, durante dois dias (30 de Junho à 01 de Julho), com jornalistas e produtores de programa infantil de vários órgãos de comunicação social destas duas províncias, com vista o combate aos casamentos prematuros nas zonas urbanas e rurais.
Segundo Célia Claudina, directora executiva nacional da organização, realiza-se eventos do género devido o registo de maiores casos desta natureza nos últimos dias, daí que surge a ideia de incutir os comunicadores de conhecimentos ligados a matéria, para reportarem assuntos que já são do seu conhecimento.
Aliás, os mesmos poderão servir de mensageiros deste mal, tendo em conta que existem pais que deixam seus educandos se casarem antes dos 18 anos devido a falta de informação, por isso, a realização deste evento juntando jornalistas de Rádios, Televisão, Jornais, e outros.
Eventos do género vem sendo levados a cabo desde o ano 2014. Em que cada ano é eleito, um tema como consequências de casamentos prematuros para rapariga, legiferação de protecção da criança particularmente olhando para casamentos prematuros que vem decorrendo a escala nacional, mais nos três anos foram também realizados nas províncias da Zambézia e Tete, juntando jornalistas destas províncias.
Entretanto, para os jornalistas participantes do evento, está capacitação dá maior impulso ao abordar-se matérias ligadas aos casamentos prematuros, tendo em conta nas zonas que se encontra inseridos.
Casamento antes dos 18 anos devido ao desenvolvimento do corpo, casar-se antes dos anos recomendados devido bens materiais, casamentos entre famílias ricas, foram abordados com maior repetição como consequências atuais nas zonas rurais.
Ainda destacou-se como consequências negativas traição, separação compulsiva, abate psicológica, abandono ao sistema de ensino devido a vingança e ciúmes dos maridos, estrago do futuro para os dois em volvidos nos casos de casamentos prematuros foram abordados pelos jornalistas participantes do evento.
A capacitação em causa termina esta sexta-feira, por volta das 16 horas e sábado os participantes regressam nas suas zonas de origem ou seja distritos das províncias de Manica e Tete.
O troço da avenida Julius Nyerere entre a Praça do Destacamento Feminino e a Praça dos Combatentes, vulgo Xikhelene, num percurso estimado em cerca de quatro quilómetros, foi reaberto ao tráfego rodoviário, feito que na óptica dos residentes da urbe vai flexibilizar a circulação.
A transitabilidade rodoviária na Julius Nyerere reabre 16 anos depois que a rodovia foi devastada pelas cheias que, em 2000, dilaceraram grandemente a região sul do país e afectaram parte substancial do tecido socioeconómico.
Após a prolongada interrupção, por volta de 10 anos, as obras de reconstrução da rodovia de muita importância na ligação da zona cimento aos subúrbios da urbe viriam a iniciar em 2012, a cargo do empreiteiro Britalar.
Contudo, as obras sofreram uma paralisação em 2014, devido a incapacidade mais do que comprovada do responsável pela sua execução.
Na altura, muito antes da entrega da obra ao Conselho Municipal de Maputo, o piso da via, avaliada em cerca de 14 milhões de dólares americanos, já apresentava sinais de destruição precoce, situação que levou a edilidade a cancelar o contracto e procurar, subsequentemente, outra entidade para finalizar a obra.
Em Junho do ano transacto, após um novo concurso público para o efeito, as obras, ora avaliadas em pouco mais seis milhões de dólares americanos, para a conclusão, viriam a ser executadas pelo empreiteiro Gabirel Couto que, um ano mais tarde, efectua a entrega e alarga as vias de acesso para entrada e saída da cidade.
O presidente do Conselho Municipal de Maputo, David Simango, disse que a reabilitação da via, cuja viagem inaugural coube a ele e os membros da edilidade, num autocarro, é parte das promessas feitas no sentido de bem servir aos munícipes da urbe nos bairros da Polana Caniço A e B assim como Sommershield.
Hoje vim pagar a dívida. Esta obra custou muito dinheiro. Por isso, devemos todos cuidar dela, disse Simango, apelando aos munícipes a não transformar a faixa de rodagem em local para a prática do comércio, a semelhança do que acontecia quando decorriam as obras.
Na ocasião, a fonte revelou o arranque, muito em breve, das obras de reabilitação do mercado mukoreano, perto da Praça dos Combatentes, para onde deverão ser conduzidos aqueles que ali se dedicam ao comércio informal.
O munícipe, segundo o edil, deve ser parte dos esforços visando manter um bom ambiente urbano e, muito brevemente, será reintroduzido o transporte público tanto para a zona do Museu e da Praça dos Trabalhadores na baixa.
Simango disse, por outro lado, que a edilidade está em negociações com o empreiteiro Britalar que se predispõe a ressarcir parte do valor recebido para a execução da obra. Porque não honrou com os compromissos assumidos, pretende devolver.
O presidente escusou-se, na ocasião, de revelar o valor afirmando que o mais seguro é deixar que as negociações em curso terminem.
O represente do Banco Mundial, Mark Austin, disse que em face dos resultantes estimulantes a instituição renova o compromisso de continuar a trabalhar com as autoridades.
Este troço liga o centro da cidade às zonas periféricas tanto residenciais, comerciais e industriais importantes, bem como oferece uma via de saída mais curta para o nordeste da cidade, disse Austin.
A Organização dos Trabalhadores de Moçambique Central Sindical (OTM-CS) diz que o reajustamento anual dos salários mínimos não pode constituir argumento para a subida de preços no mercado.
Em comunicado de imprensa, recebido hoje pela AIM, a OTM-CS refuta e manifesta a sua indignação pelo facto de a Associação dos Panificadores (AMOPÃO) incluir nas suas alegações para o agravamento do preço do pão no país, o reajustamento do salário mínimo ocorrido a 01 de Abril último.
A OTM-CS lembra que o reajustamento anual dos salários mínimos nos sectores de actividade é uma medida tomada pelos parceiros sociais para repor o poder de compra que vem sendo perdido pelos trabalhadores, em cada ano, devido a inflação e outros factores endógenos e exógenos e não pode em algum momento constituir argumento para a subida de preços no mercado, sublinha o comunicado.
A OTM-CS chama ainda atenção a AMOPÃO que o aumento de preços de produtos alimentares mexe com a sensibilidade da sociedade moçambicana e gera insatisfação generalizada, com as consequências dai decorrentes.
Esta organização sindical apela a AMOPÃO e ao governo para que, em conjunto, revejam a posição a tomar quanto aos preços de produtos alimentares.
Esta Quarta – feira, a AMOPÃO anunciou o aumento do preço do pão de 250 gramas dos actuais 7,5 meticais para 09 meticais e o de 200 gramas, que actualmente custa seis meticais, para sete meticais, com efeito a partir desta Sexta-feira, 01 de Julho.
Os panificadores justificam a tomada desta medida com a subida dos custos globais de produção na ordem de 70 por cento, desde 2015, incluindo o reajustamento do salário mínimo.
O antigo Presidente moçambicano Joaquim Chissano defendeu que o “tão desejado encontro” entre o chefe de Estado de Moçambique e o líder da Renamo, que está “em preparação”, proporcionará “um compromisso que restitua a tranquilidade” ao país.
“Hoje, constatamos que a paz está novamente ameaçada em Moçambique, através da ocorrência de ataques perpetrados por homens armados da Renamo, na zona centro do país. Mais uma vez, o diálogo é chamado na busca de solução e fim desses ataques“, sustentou o antigo Presidente, em Lisboa, durante a entrega do prémio Norte-Sul 2015 do Conselho das Europa, de que foi um dos laureados.
Chissano recordou que está “em preparação” um encontro entre o Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama.
“Acredito que deste tão esperado encontro sairá o compromisso que restitua a tranquilidade aos moçambicanos e lhes devolva o espaço que precisam para continuar a gozar plenamente os seus direitos humanos e intensificar a sua luta contra a pobreza“, sublinhou.
A Procuradoria-Geral da República de Moçambique na província de Manica, anunciou a exumação de 11 corpos descobertos por jornalistas ao abandono no distrito de Macossa, para a realização de autópsias, noticiou a comunicação social moçambicana.
Os corpos, descobertos debaixo de uma ponte por vários jornalistas, foram exumados no dia 23 e estão depositados na morgue do Hospital Central da Beira, na província de Sofala, onde uma equipa médica irá fazer a recolha de dados que permitam a identificação dos corpos e a determinação da causa das mortes.
Em Maio, a Procuradoria-Geral da República de Moçambique anunciou que uma equipa da instituição enviada ao local identificou a existência de 11 corpos e instaurou um processo visando o apuramento das circunstâncias das mortes.
“A procuradoria foi ao local para ver o que estava a acontecer, acompanhada de outras entidades que são chamadas ao caso e com destaque para um técnico de medicina, que fez a vez de um médico legista. Já se instaurou um processo que está a correr seus termos, e os corpos encontrados foram em número de 11“, disse Taíbo Mucobora, porta-voz da Procuradoria-Geral da República.
A Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade da Assembleia da República de Moçambique considerou que a presença de corpos abandonados debaixo de uma ponte na província de Manica configura uma violação dos direitos humanos.
“Lamentamos o facto de termos encontrado aquela situação de 11 corpos debaixo da ponte. São restos, ossadas, o que configura uma violação dos direitos humanos“, afirmou o presidente da comissão, Edson Macuácua, após uma visita dos deputados ao local, mais de um mês após as primeiras denúncias e depois de as autoridades provinciais terem dado garantias de que os cadáveres tinham sido condignamente enterrados.
Apesar de as autoridades apenas mencionarem os onze corpos debaixo da ponte, existem pelo menos mais nove cadáveres documentados por jornalistas, numa zona próxima, entre os distritos de Macossa e Gorongosa, e sobre os quais não há mais informações.
A 30 de Abril, jornalistas de vários órgãos de comunicação social, incluindo a Lusa, testemunharam e fotografaram 15 corpos espalhados no mato em dois locais entre os distritos da Gorongosa, província de Sofala, e Macossa, Manica.
Estes corpos foram posteriormente observados por vários órgãos de comunicação social moçambicanos e pela cadeia de televisão Al-Jazira, que mostrou restos humanos ainda visíveis três semanas depois de terem sido descobertos.
Mais cinco corpos foram encontrados por um grupo de jornalistas da France Presse (AFP) e Deutsche Welle (DW) em Macossa, aumentando para vinte o número de cadáveres descobertos na região.
Os corpos foram abandonados nas proximidades do local onde camponeses alegaram à Lusa ter observado uma vala comum com mais de cem cadáveres, até ao momento desmentida pelas autoridades.
A região da Gorongosa, onde se presume encontrar-se o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, tem sido marcada por confrontos entre o seu braço armado e as forças governamentais.
A Polícia da República de Moçambique (PRM), na província central de Manica, centro do País, deteve nesta terça-feira (28), na cidade de Chimoio, quatro indivíduos na posse de ossos humanos. A polícia suspeita que sejam ossos de albinos.
Os indiciados foram neutralizados quando tentavam vender ossadas em causa na cidade de Chimoio, província de Manica, que dado o azar acabaram caindo nas mãos da polícia naquela região centro de Moçambique.
Os nacionais, dois dos quatros são residentes na província de Manica e outros dois em Tete que foros exumar estes, oito ossadas, num dos cemitérios da província de Tete, com a facilidade de um líder comunitário local.
Os indiciados encontram-se neste momento a ver o sol aos quadradinhos, nas celas da 1ª Esquadra da PRM em Chimoio, a espera dos trâmites legais do caso.
Entretanto, o Chefe das Relações Públicas da Polícia da República de Moçambique, Leonardo Colher diz que a corporação suspeita que sejam ossadas de individuo albino.
Segundo Colher diligências prosseguem com vista a neutralização de outros enquadrantes da quadrilha que se encontram neste momento foragidos.
De referir que estes dois detidos residentes na cidade de Chimoio, província de Manica, são suspeito ainda pela policia de serem compradores.
Uma aventura sexual entre um casal acabou não funcionando e deu o que falar na pequena cidade de Ashford, no interior da Inglaterra.
Segundo o site Mirror, um rapaz recorreu aos bombeiros para tirarem a algema de seus pulsos. O “brinquedo” estava bem preso e machucando bastante o rapaz.
Envergonhado, o homem foi transferido para um hospital, onde a situação deixou todos perplexos.
Como se não bastasse o momento inusitado, a polícia ainda foi chamada para verificar se o homem era ou não um fugitivo antes de agilizar a sua “soltura”.
Autorizada a quebra da algema, um novo e difícil trabalho foi iniciado. Os bombeiros recorreram a equipamentos de corte hidráulico para poder livrar o homem das algemas. Ao fim da situação, ainda que extremamente desconfortável, o homem se mostrou grato.
A mulher que foi abatida pela polícia depois de ter matado a tiro as suas duas filhas, em Houston (EUA), terá dito ao marido que o seu crime serviria “para castigá-lo”, reportam testemunhas do incidente.
Um amigo da família terá contado à KTRK-TV que o tiroteio de sexta-feira (24), que tirou a vida a Taylor e Madison Sheats, terá sido despoletado após mais uma das frequentes discussões entre os pais das meninas.
A discussão aconteceu no dia do aniversário do pai, Jason Sheats, no fim da qual o homem terá dito à mulher: “Mata-te. Torna as coisas mais fáceis para todos nós e mata-te”.
“Não. Não é sobre isso que tudo isto se resume. Trata-se de te castigar”, terá respondido a mulher, segundo um amigo da família, antes de disparar mortalmente contra as duas filhas.
O homem alega ainda que a mulher era psicologicamente instável e um elemento tóxico na família.
O New York Daily News refere, ainda, que a mulher terá usado uma arma que recebeu de herança de um avô e que na altura lhe terá dito que esta deveria ser usada para proteger a sua família.
Os ativistas angolanos condenados em Março por actos preparatórios para uma rebelião e associação de malfeitores, começaram a deixar o Hospital-Prisão de São Paulo, em Luanda, pelas 16h50, depois da ordem de libertação emitida pelo Tribunal Supremo.
Os ativistas foram recebidos no exterior com gritos de “liberdade” e prontamente abraçados, em clima de festa, por familiares e amigos que os aguardavam, conforme a Lusa presenciou no local. A saída foi acompanhada pelos três advogados de defesa, Miguel Francisco ‘Michel’, David Mendes e Luís Nascimento, autores do ‘habeas corpus’ pedindo a libertação por prisão ilegal, a que o Tribunal Supremo deu agora provimento.
O ‘rapper’ luso-angolano Luaty Beirão foi um dos que deixou a prisão esta tarde, tendo recusado prestar declarações aos jornalistas, além de admitir estar feliz, quando tinha a mulher, Mónica Almeida, à espera.
Naquele estabelecimento prisional estava pelo menos 12 ativistas, enquanto os restantes estão distribuídos pelas cadeias de Viana e de Caquila, arredores de Luanda, e que também sairão durante o dia de hoje, por decisão do Supremo.
O ativista Nito Alves, um dos 17 condenados, vai permanecer na cadeia até Agosto por estar a cumprir uma outra pena, não abrangida pelo ‘habeas corpus’, por ofensas ao tribunal, durante este julgamento.
Aquando da condenação pela 14ª Secção do Tribunal Provincial de Luanda, no Benfica, a penas de prisão entre os dois anos e três meses e os oito anos e meio, duas jovens estavam em liberdade, outros dois estavam na cadeia e os restantes em prisão domiciliária.
À 28 de Março, logo após a leitura da sentença, começaram todos a cumprir pena por decisão do tribunal, apesar dos recursos interpostos pelos advogados de defesa para o Supremo e para o Constitucional, o que logo a 01 de Abril motivou a apresentação do ‘habeas corpus’, agora decidido e comunicado à defesa dos jovens, críticos do regime liderado por José Eduardo dos Santos.
Fonte dos Serviços Penitenciários disse hoje à Lusa que as restrições dos 17 jovens serão sobre a saída do país e terão ainda obrigatoriedade de apresentações mensais ao tribunal da primeira instância, ficando em situação de liberdade provisória sob termo de identidade e residência.
A maior parte dos 17 jovens ativistas foram detidos a 20 de Junho de 2015 numa operação da polícia em Luanda e acabaram condenados a penas de prisão efectiva por actos preparatórios para uma rebelião e associação de malfeitores.
Começaram de imediato a cumprir pena, apesar dos recursos interpostos no mesmo dia pela defesa.
O ‘rapper’ luso-angolano Luaty Beirão foi condenado neste processo a uma pena total de cinco anos e meio de cadeia, enquanto o professor universitário Domingos da Cruz, autor do livro que o grupo utilizava nas suas reuniões semanais para discutir política, viu o tribunal aplicar-lhe uma condenação de oito anos e meio, por também ser o suposto líder “da associação de malfeitores”.
Em Março, na última sessão do julgamento, o Ministério Público deixou cair a acusação de actos preparatórios para um atentado ao Presidente e outros governantes, apresentando uma nova, de associação de malfeitores, sobre a qual os ativistas não chegaram a apresentar defesa, um dos argumentos dos recursos.
Os ativistas garantiram em tribunal que defendiam acções pacíficas e que faziam uso dos direitos constitucionais de reunião e de associação.
O deputado da Assembleia da República, Manuel Chang, será ouvindo amanhã, dia 1 de Julho, pela Procuradoria-Geral da República (PGR), no âmbito da recolha de informação sobre a divida oculta.
De acordo com um documento da PGR na posse da nossa fonte, assinado por Beatriz Buchili, Procuradora Geral da República, no qual requisita Manuel Chang para uma audição com o objectivo de “verificar a existência de infracções de natureza criminal, determinar, em caso afirmativo, os seus agentes a averiguar a sua responsabilidade no processo de constituição, financiamento e funcionamento da EMATUM – Empresa Moçambicana de Atum, SA; MAM – Mozambique Asset Management, SA e Proindicus, SA”, clarifica o documento.
A dívida contraída pela Empresa Moçambicana de Atum (Ematum), no valor de 850 milhões de dólares (cerca de 53.924 milhões de meticais), foi despendida na aquisição de navios de pesca e respectivos equipamentos (350 milhões de dólares, cerca de 22.204 milhões de meticais) e na protecção costeira (500 milhões de dólares, cerca de 31.720 milhões de meticais).
No mesmo lote da divida que não foi comunicada à Assembleia da República, o governo emitiu garantias a favor dos empréstimos contraídos pelas empresas Proindicus no valor de 622 milhões de dólares (cerca de 39.459 milhões de meticais) e Mozambique Asset Management (MAM) no valor de 535 milhões de dólares (cerca de 33.940 milhões de meticais).
A Proindicus foi criada para prestar serviços de segurança às empresas de hidrocarbonetos, embarcações marítimas e tráfego para além de fornecer serviços de busca e salvamento e a MAM para prestar serviços à Proindicus e outras empresas para evitar a saída de divisas para a manutenção e reparação destas embarcações.
Cientistas alegam ter descoberto que a urina das vacas contém ouro. A descoberta foi feita depois de analisarem 500 amostras de urina de uma manada de vacas, numa investigação que durou durante sete anos.
As análises foram realizadas no Laboratório de Testes a Comida em JAU. A conclusão indica que em cada litro de urina existem entre 10 a 30 miligramas de ouro.
Dr. Golakia, um dos responsáveis pelo estudo, afirma, segundo o The Mirror, que o ouro pode ser extraído da urina e solidificado com recurso a processos químicos.
Uma declaração do presidente da Bielorrússia foi levada muito a sério pelos internautas.
“As inovações, as tecnologias de informação, a privatização – tudo isto é claro. Nós já assimilámos isto. Mas a nossa vida é simples: é preciso despir e trabalhar“, disse Aleksandr Lukashenko, na Assembleia Popular da Bielorrússia, num discurso sobre a crise económica que a ex-república soviética atravessa.
Ora o que chefe de Estado pretendia dizer era “é preciso desenvolver e trabalhar”, mas em russo as palavras “despir” e “desenvolver” têm a mesma sonoridade, o que fez com que a declaração tenha servido de piada nas redes sociais.
Além das fotos no Instagram, os bielorrussos também criaram várias versões de músicas com a declaração do presidente.
As panificadoras nacionais propõem o aumento do preço de pão de 250 gramas dos actuais 7.5 meticais para nove meticais, a partir de 1 de Julho. Já o pão de 200 gramas, que actualmente custa 6 meticais, deverá ser comprado a 7 meticais.
Os fazedores de pão justificam o possível agravamento com a subida dos custos globais de produção, na ordem dos 70%. Com este aumento dos custos, o negócio ficou insustentável.
Segundo o Presidente da Associação Moçambicana dos Panificadores, Victor Miguel, o saco de farinha de trigo, que custava 1080 meticais, em Outubro de 2015, este mês passou a custar 1390 meticais, na zona Sul do país. Nas zonas Norte e Centro, a farinha está mais cara.
Outra matéria-prima que viu o seu preço aumentar é o fermento fresco, que ano passado custava 740 meticais por cada 10kg e agora custa 1600 meticais. O fermento seco custava 1600 meticais em Outubro de 2015, no presente mês de Junho custa 2340 meticais. Outra causa deste aumento dos custos de produção do pão é a desvalorização do metical em relação ao dólar norte-americano. Um dólar que custava cerca de 30 meticais em 2014, actualmente custa pouco mais de 65 meticais. As panificadoras informam que caberá ao Governo decidir se aceita estes preços. Caso não aceite, o executivo deverá apresentar alternativas a esta proposta, mas os panificadores avisam que não têm condições de continuar a trabalhar sem aumentar os preços.
Lembre-se que ano passado as panificadoras aumentaram em 1.5 meticais o preço do pão de 250 gramas depois do Governo ter eliminado o subsídio ao preço. Segundo Victor Miguel, até 2015, pelo menos 98 padarias fecharam as portas devido à crise cambial que encarece o custo de produção, já que mais de 90% de trigo consumido no país é importado.
Um famoso casal de apresentadores de televisão dos Estados Unidos, acaba de ser detido, depois da polícia ter encontrado vestígios de droga no sistema da filha de quatro meses.
Krystin Lisaius, de 26 anos, é acusada de ter dado de mamar à sua filha bebé depois de ter estado a consumir cocaína na companhia do parceiro Som Lisaius, de 42 anos.
De acordo com o The Mirror, o casal terá ficado preocupado com a criança depois de a ver a revirar os olhos e a negar o leite materno. No hospital, foi pedido que a criança realizasse análises ao sangue, pedido ao qual o casal não quis aceder, tendo solicitado que a criança fosse transferida para outro hospital. Porém, análises à urina e aos cabelos da bebé viriam a detectar as substâncias.
O casal teria estado numa festa com amigos na noite anterior, tendo a mulher assumido o consumo de estupefacientes. Porém, defende-se dizendo que pensou que 12 horas após o consumo poderia alimentar a filha sem consequências.
O casal enfrenta agora três acusações, nomeadamente a de abuso de crianças, posse de drogas perigosas e de parafernália de drogas.
Krystin e Som são repórteres de TV. Segundo o ABC, Krystin chegou a trabalhar na KGUN-TV, enquanto o seu parceiro era repórter no Tucson News Now.
Os dois apresentaram-se esta segunda-feira, pela primeira vez, em tribunal, alegando inocência.
Um jovem cujo nome não apuramos, de 22 anos de idade, perdeu a vida em consequência de ter sido esfaqueado por um amigo, no último fim-de-semana, no distrito municipal KaMavota, na capital moçambicana, onde um outro indivíduo, de 37 anos de idade, encontra-se detido por conta do mesmo crime, contra o seu primo.
A vítima de 22 anos de idade foi encontrou a morte durante uma briga como um amigo, que segundo as autoridades policiais está foragido. Não se sabe ao certo o que originou a briga que terminou em tragédia.
A família do jovem disse que ele foi esfaqueado pelas costas, uma única vez, tendo o golpe atingido uma zona sensível. O suposto homicida buscou a arma branca na sua e ainda alertou ao pai que pretendia matar alguém que o provocou.
Ainda em Maputo, um outro cidadão, de 37 anos de idade, está detido na 14ª esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), acusado de acabar com a vida do primo à facada. O indiciado fugiu para a província de Gaza, onde permaneceu algum tempo, mas supostamente arrependeu-se e regressou a Maputo para se entregar às autoridades.
Luis Suárez se manifestou em relação à última polémica envolvendo o craque Messi. Luisito disse acreditar que Leo irá voltar atrás em sua decisão de abandonar a Argentina e ainda vestirá a camisa da selecção.
“Estou seguro de que ele irá voltar atrás, digam o que quiser, ele será o melhor da história. Conhecendo Leo garanto que ele disse isso em um momento de tristeza. É um momento difícil. Cada um tem direito a tomar suas próprias decisão e todos devem respeitá-lo“, disse Suárez em entrevista ao jornal uruguaio Tenfield.
O argentino se abalou após perder uma cobrança de pênalti na decisão da Copa América Centenário, no último final de semana, entre Argentina e Chile, fazendo com que seu time perdesse o título. O jogador nunca ganhou um título com a selecção principal argentina.
Na primeira decisão, em 2007, na final da Copa América, Messi caiu frente ao Brasil, perdendo por 3 a 0. Depois, o craque conduziu a Argentina à final da Copa do Mundo de 2014, mas perdeu para a Alemanha com golo de Mario Gotze. Já em 2015, a grande decisão foi contra o Chile, mas acabou derrotado novamente.
Morreram 41 pessoas num triplo atentado suicida na noite de terça-feira no aeroporto internacional Ataturk, em Istambul, o terceiro mais movimentado da Europa.
Uma nota oficial do governo de Istambul, publicado na manhã desta quarta-feira, reviu o número de vítimas causado pelas três explosões suicidas, que aconteceram cerca das 22 horas locais (menos duas horas em Portugal continental).
O município de Istambul conta 239 feridos, dos quais 130 estão ainda hospitalizados, embora se desconheça ainda com que gravidade. A maioria das vítimas são cidadãos turcos, mas entre os mortos estão também cinco cidadãos sauditas e dois iraquianos, para além de um chinês, um jordano, um tunisino, um nacional da Ucrânia, outro do Irão e, encerrando as 13 vítimas estrangeiras, um cidadão do Uzebequistão.
Até ao final da manhã desta quarta-feira, o atentado não fora ainda reivindicado. A agência de notícias turca Dogan citou fontes anónimas da polícia considerando que o autoproclamado Estado Islâmico está por detrás do ataque, mas à Reuters oficiais turcos disseram que ainda era muito cedo para confirmar essa informação. Já ao final da noite, o primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, disse que os “indícios apontam para o Daesh [acrónimo em árabe do Estado Islâmico]”.
“Assemelha-se aos métodos [dos jihadistas]”, disse à CNN-Turk Tbdullah Agar, perito em assuntos de segurança e de terrorismo.
O ataque terrorista levou à evacuação do aeroporto e à suspensão dos voos previstos até às 3 horas locais – em 2015, o aeroporto internacional de Istambul tornou-se o terceiro mais movimentado da Europa, apenas atrás de Heathrow e Charles de Gaulle, segundo nota a BBC. Na manhã desta quarta, o aeroporto já reabrira para alguns voos.
Segundo as primeiras informações disponíveis, dois-bombistas bombas fizeram-se explodir junto à entrada do aeroporto, antes de ultrapassar os pórticos de raio-X que estão instalados junto às portas que dão acesso ao interior do terminal. Mais tarde, o governador de Istambul acrescentou que terá havido uma terceira explosão, protagonizada por um terceiro bombista.
Uma testemunha disse ainda à Reuters que um dos atacantes disparou aleatoriamente no edifício do terminal antes de se fazer explodir, algo também confirmado pelo ministro da Justiça turco à CNN Turk.
A televisão turca difundiu imagens impressionantes em que se vê um polícia a atingir um dos atacantes e este, já ferido no chão, a fazer-se explodir.
Fotos e vídeos publicadas nas redes sociais mostram uma enorme bola de fogo à entrada do terminal. “Houve uma enorme explosão, extremamente alta. O tecto veio abaixo. Dentro do aeroporto foi terrível. Ficou irreconhecível. Os estragos são grandes”, contou à Reuters Ali Tekin, que estava na zona das chegadas quando o ataque aconteceu.
Uma mulher chamada Duygu, que estava no controlo de passaportes pouco depois de ter chegado da Alemanha, diz que se atirou para o chão quando ouviu a explosão. Várias testemunhas coincidem no facto de terem ouvido tiros imediatamente antes das explosões.
Gerado o caos no aeroporto, os táxis de serviço no aeroporto ajudaram a transportar feridos para os hospitais.
O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, apelou à comunidade internacional para se concentrar numa “luta comum” contra o terrorismo: “Este ataque, que acontece durante o mês do Ramadão, mostra que o terrorismo ataca sem olhar a fé ou valores”, diz um comunicado emitido pelo chefe de Estado turco.
O atentado foi, naturalmente, condenado por vários líderes mundiais. O Presidente francês, François Hollande, considerou-o um “acto abominável”, termo igualmente usado por um porta-voz da Casa Branca que prometeu total apoio de Washington a Ancara.
Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, também condenou “o ataque terrorista” e pediu cooperação internacional para combater este tipo de ataques.
A cidade de Istambul já foi palco de vários ataques à bomba, este ano, entre os quais dois ataques terroristas em bairros turísticos que as autoridades atribuíram ao Estado Islâmico.
Também a capital do país, Ancara, foi alvo de atentados, o último dos quais matou 11 pessoas e feriu mais de 30 no centro da cidade, na zona que alberga edifícios governamentais e uma universidade – e foi reivindicado por um grupo militante de separatistas curdos.
O gigante de mobiliário Ikea disse hoje que vai recolher o seu popular modelo de cómodas ‘Malm’, depois de seis crianças terem sido esmagadas quando o móvel caiu.
“Hoje, o Ikea dos Estados Unidos da América (EUA) e o Ikea do Canadá vão lançar uma recolha local de cómodas na América do Norte apenas“, disse à agência francesa France Presse a porta-voz do grupo Ikea, Kajsa Johansson.
Os media dos EUA relataram que 29 milhões de cómodas estavam a ser recolhidas. O Ikea vai transmitir uma declaração hoje nos dois países.
Johansson sublinhou que as cómodas “reuniam todos os requisitos obrigatórios de estabilidade em todos os mercados onde foram vendidos” e acrescentou que o móvel “estava seguro à parede” tal como dizem as instruções.
O grupo sueco informou que foram comunicadas seis mortes nos últimos 13 anos envolvendo cómodas do Ikea, todas nos EUA, incluindo desde 2014. Nenhuma das cómodas tinha sido fixada à parede.
Em 2015, o Ikea lançou uma campanha nos EUA e no Canadá para encorajar os donos das cómodas ‘Malm’ a fixarem-nas à parede.
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