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Sexta-feira, Maio 15, 2026
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População de Vanduzi indignada pela subida de preços de produtos em Manica

População de Vanduzi, mostra-se preocupada pela subida de preços de produtos da primeira necessidades causados pelo fracasso na produção agrícola conflito político militar e inflação do metical face a moedas estrangeiras.

A preocupação foi apresentada aquando da visita da Secretaria Provincial da Frelimo em Manica na manha desta quarta a aquele distrito.

Onde constatou que os populares encontram-se igualmente indignados pela mudança da terminal do local habitual para outro que se situa a um quilómetro de distância da vila sede.

Ana Chapo deixou na ocasião a mensagem de apelo para a população produzir mais de forma a ultrapassar a situação da fome decorrente de subida de preços que se vive naquele ponto da província.

A Secretaria Provincial da Frelimo em Manica, Ana Chapo visitou Vanduzi, na quarta-feira (27), com objectivo de fazer acompanhamento das actividades do governo daquele distrito.

Aníbal Martinho

Frelimo diz que Renamo negoceia ao mesmo tempo que mata e destrói

A bancada parlamentar da Frelimo, partido maioritário em Moçambique, acusou a Renamo, maior partido de oposição, e o seu líder, Afonso Dhlakama, de negociarem a paz ao mesmo tempo que semeiam a morte e a destruição no país.

Nós, Frelimo, condenamos a Renamo e o seu líder que, simultaneamente, está em negociação, nos termos por ela mesmo sugeridos, está sentada connosco no parlamento, nas assembleias provinciais, e continua a atacar, a matar, a mutilar, a saquear e a destruir“, declarou a líder parlamentar da bancada maioritária.

Segundo Margarida Talapa, que discursava no encerramento da III sessão ordinária da Assembleia da República, as acções atribuídas à Renamo são “um sinal inequívoco de que o seu compromisso é destruir e atrasar o desenvolvimento do povo moçambicano“.

O discurso da chefe da bancada da Frelimo acontece um dia depois de as negociações de paz entre Governo e Renamo terem sido suspensas até ao regresso dos mediadores internacionais, a 08 de agosto, num momento em que persiste um ambiente de confrontação entre as partes no centro do país.

A Renamo, teimosa e injustificadamente, assalta unidades hospitalares, saqueia viaturas, ataca comboios, destrói nas estradas e nas aldeias e aterroriza populações“, afirmou Margarida Talapa, lamentando que muitos moçambicanos estejam a abandonar as suas zonas de origem, a deixar as escolas ou não tenham acesso a centros de saúde.

Para a chefe da bancada da maioria, a chegada da equipa de mediação internacional, em meados de julho, representa a reunião de condições para o “reencontro da família moçambicana”, esperando que, “com a maior celeridade se abra caminho para a paz efetiva e duradoura”.

Margarida Talapa fez uma referência à difícil conjuntura económica e financeira que Moçambique atravessa e a paz, referiu, é uma das soluções.

“Além da paz, é condição fundamental a construção da confiança com os parceiros de cooperação para o desenvolvimento económico e social do país”, assinalou Margarida Talapa, numa alusão à suspensão dos apoios do Fundo Monetário Internacional e dos doadores do orçamento do Estado, na sequência do caso das dívidas não declaradas pelo Governo.

A deputada disse que o Executivo já prestou informações ao parlamento o assunto e “reafirmou o seu compromisso de reforçar a transparência” e também de equilibrar o pagamentos dos seus encargos e a angariação de recursos para dinamizar a economia.

“Estamos satisfeitos porque estão criadas as condições objetivas, no respeito pelos preceitos legais, para esclarecer todas as dúvidas sobre a dívida pública, em particular a relativa à emissão das garantias soberanas”, comentou.

A dívida pública moçambicana disparou para 86% do Produto Interno Bruto, após a revelação em abril de empréstimos de 1,4 mil milhões de dólares (1,2 mil milhões de euros) garantidos pelo Governo entre 2013 e 2014, à revelia do parlamento e dos doadores.

O caso tornou-se conhecido quando Moçambique vive uma crise económica, marcada pela descida das exportações, queda do metical, subida da inflação e redução do investimento, e também relatos de confrontos entre as Forças de Defesa e Segurança e a Renamo no certo do país, além de denúncias mútuas de raptos e assassínios de dirigentes políticos.

As autoridades moçambicanas acusam a Renamo de emboscadas e ataques contra alvos civis na região centro e o maior partido de oposição, por sua vez, denunciou recentemente bombardeamentos na serra da Gorongosa, onde se presume encontrar-se o seu líder, Afonso Dhlakama.

A Renamo recusa-se a aceitar os resultados das eleições gerais de 2014, ganhas oficialmente pela Frelimo, e ameaça governar em seis províncias onde reivindica vitória no escrutínio.

Notícias ao Minuto

Enquanto donos dormem em sofá, ladrão invade casa e assiste TV

Foto: WLS

Jordan Buranskas e o namorado, Jack Mackercher, ficaram assustados depois que um assaltante invadiu sua casa durante a noite e parou para assistir televisão enquanto os dois dormiam. O caso aconteceu na segunda-feira (25), nos Estados Unidos.

Nas imagens gravadas por uma câmera de segurança é possível ver o ladrão se aproximando do alto da escada. Em seguida, ele para e fica observando a televisão. Na parte de baixo da casa, Jordan e Jack dormiam no sofá.

Os dois só foram descobrir o que havia acontecido após a jovem perceber que uma de suas pulseiras havia sumido. Preocupada que um de seus cachorros pudesse ter engolido o item, o rapaz olhou a gravação nocturna da câmera e flagrou o intruso.

Em entrevista à emissora WLS, Jake disse que, em um primeiro momento, não percebeu que se tratava de um assaltante. “Eu perguntei [para Jordan] ‘por que você estava no topo da escada vestindo uma blusa de frio branca e com capuz antes de irmos dormir?’ E ela respondeu ‘eu não estava no topo da escada’. Então foi quando começamos a surtar um pouco“, comentou.

O casal acredita que o invasor ficou parado por cerca de 15 minutos para assistir à série “Mr. Robot”, que passava na televisão.

Não há informações se o criminoso foi identificado e preso.

Rede Uol

Casal indiano agredido até à morte por causa de dívida de 20 cêntimos

Um comerciante armado com um machado agrediu ontem (28) até à morte um casal no norte da Índia por não terem pago uma dívida de 20 cêntimos, disse a polícia.

O casal de meia-idade, do estado de Uttar Pradesh e que pertencia à casta mais baixa ‘Dalit’, estava a ir para casa quando o comerciante lhes pediu para pagarem a dívida de 15 rupias (15 meticais).

“O dono da loja pediu o dinheiro mas eles suplicaram que os deixasse pagar mais tarde. Ele ficou enfurecido e atacou-os com um machado”, disse à agência AFP, o oficial de investigação do distrito de Mainpuri, Arun Kumar.

O oficial disse que o casal comprou bens da loja na semana passada com a promessa de pagar ao lojista de 60 anos dentro de uma semana.

O comerciante foi preso logo depois do incidente e a arma do crime foi recuperada.

Centenas de pessoas são mortas na Índia todos os anos por causa de provocações repentinas, muitas vezes triviais.

Em 2014, quase 15 por cento dos assassinatos em Nova Deli não tiveram qualquer motivo, segundo a polícia, e foram quase todos cometidos por pessoas que não são criminosas, apenas tiveram um acesso de raiva.

Mais de 33.000 pessoas foram mortas na Índia em 2014, segundo os números mais recentes publicados pelo gabinete nacional de registos criminais.

Correio da Manhã

PRM acciona Interpol para tratar do caso do moçambicano raptado em Nelspruit

A informação foi avançada por Inácio Dina, porta-voz do Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), para quem, tratando-se de um crime transnacional, era imperioso que se envolvesse a INTERPOL.

Inicialmente, sublinhou, a PRM entrou em contacto com a sua congénere sul-africana para apoiar nas investigações. Porque ambos países são membros da INTERPOL, viu-se a necessidade de envolver esta unidade internacional.

““A prioridade é localizarmos a vítima com vida e levar os autores do crime à responderem em juízo. Até aqui os trabalhos investigativos estão a decorrer com normalidade. Queremos enaltecer e agradecer a pronta colaboração da família que está a ajudar muito no nosso trabalho””, referiu Dina.

Moshin Nautulus foi raptado no início deste mês em Nelspruit, pouco tempo depois de deixar a esposa e um bebé numa clínica privada. A empresa privada ACS Security chegou a publicar, através das redes sociais, fotografias do rapto, da esposa e do bebé e o contacto para quem souber do seu paradeiro.

AIM

Marromeu: Pai mata filho de 3 meses para obter riquezas

A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve, na passada quarta-feira (27), no distrito de Marromeu, em Sofala, um cidadão que matou o seu filho de três meses para extracção de órgãos, para que pudesse ser rico.

Trata-se de um indivíduo de trinta e seis anos de idade residente na localidade de Nensa, que segundo o oficial das relações públicas no comando da PRM Sofala, teria assassinado o menor numa mata.

Marito John Peralto explicou que o indicado confessou o crime, tendo referido que fê-lo a mando de um curandeiro que o teria pedido para que matasse a criança para facilitar o tratamento.

RM

Renamo diz que “nunca irá desistir” de governar seis províncias

Ivone Soares afirmou que o seu partido não vai ceder na exigência de governar nas seis províncias moçambicanas onde reivindica vitória eleitoral e acusou o Governo de “manobras de diversão” nas negociações de paz.

Nunca, nunca, nunca a Renamo irá desistir da governação das seis províncias“, disse Ivone Soares, na sessão de encerramento da III sessão ordinária da Assembleia da República.

A líder da bancada do maior partido de oposição espera que, com a participação da equipa de mediação internacional nas negociações de paz, “o assunto da governação nas seis províncias acelere e haja um acordo”, a ser submetido ao parlamento “com muita urgência” e transformado em lei.

Queremos apelar à Frelimo para não complicar o diálogo na comissão mista (Governo e Renamo), porque a Renamo não irá recuar nesta decisão do povo de Moçambique de resgatar o poder arrancado para encobrir os crimes nas sucessivas negociações“, declarou.

A Renamo recusa-se a aceitar os resultados das eleições gerais de 2014, ganhas oficialmente pela Frelimo, e exige governar em Niassa, Nampula, Zambézia, Tete, Manica e Sofala, províncias do norte e centro do país onde reivindica vitória no escrutínio.

A chefe da bancada da Renamo acusou a Frelimo de “manobras de diversão”, na recepção, em Julho, à equipa de mediação internacional, que suspendeu na quarta-feira a sua participação nas negociações até 08 de Agosto, invocando razões logísticas.

As suas manobras de diversão, ao convidar os mediadores internacionais sem organizar a logística, foram descobertas. A Frelimo deve parar de fingir que pretende a paz, quando a sua prioridade é a guerra“, afirmou.

No seu discurso, a deputada da Renamo voltou a acusar o Governo de tentar eliminar o seu líder, Afonso Dhlakama, “a fim de se apresentar em posição de força” e obrigar à assinatura de “algum documento de capitulação”, e refutou a acusação de que o braço armado da oposição esteja a atacar no centro do país.

Quem se desloca milhares de quilómetros à procura da Renamo é a Frelimo e as suas forças armadas. Se alguém nos ataca e depois foge, temos o direito de persegui-lo e dar-lhe uma boa lição“, rebateu.

Ivone Soares contrariou também o argumento de que os governos provinciais não estavam em jogo nas últimas eleições gerais, com uma alegação histórica: “Também não combinámos com a Frelimo em 1977 que iríamos obrigá-la a aceitar o multipartidarismo“, declarou, numa alusão ao início da guerra civil e que só terminou em 1992 com a assinatura do Acordo Geral de Paz.

“Como a Frelimo teima em governar sem ter ganho”, prosseguiu, a Renamo pretende uma revisão da Constituição para acomodar a pretensão da governação em seis províncias e “dar a Dhlakama o que é de Dhlakama”.

Referindo que Moçambique vive uma “crise sócio-política e económica sem precedentes”, a chefe da bancada da Renamo lamentou que a Assembleia da República se tenha tornado “irrelevante”, dando como exemplo a presença de uma maioria de deputados da Frelimo na comissão de inquérito ao escândalo das dívidas públicas escondidas.

As decisões da Frelimo vão prevalecer nesta comissão como sendo as decisões de toda a comissão, parecendo no fim que os membros da oposição concordam que as dívidas ocultas se tornem soberanas“, comentou a deputada, justificando o boicote do seu partido àquele órgão parlamentar.

Ivone Soares estabeleceu uma relação entre esta comissão de inquérito e aquela que foi criada em maio de investigação à denúncia de valas comuns no centro do país, igualmente dominada pela Frelimo, e que “logo tratou de ilibar o seu próprio partido”.

A Renamo, defendeu, recusa-se a participar numa “fantochada de comissão de inquérito”, ao mesmo tempo que exige uma auditoria internacional forense ao caso das dívidas escondidas.

Notícias ao Minuto

Beira: Homem mata sua mulher à facada e suicida-se

Um indivíduo de 40 anos de idade assassinou a sua parceira com recurso a uma faca da cozinha e em seguida acabou também com a sua própria vida, na madrugada de quarta-feira (27), na cidade da Beira, província de Sofala, por motivos ainda desconhecidos.

O homicídio aconteceu no bairro de Espangara. Segundo testemunhas, o cidadão regressou na terça-feira (26) da vizinha África do Sul, onde trabalha. Consta que o visado chegou de repente e sem o conhecimento da sua esposa, com a qual tinha dois filhos.

Pessoas próximas do casal relataram ainda que a mulher do suposto homicida foi a primeira a regressar daquele país, há dias, e sem os filhos, mas não disse por que razão retornou a Moçambique sem o marido e os descendentes.

Durante a noite, ouviu-se gritos na residência onde os malogrados viviam, contaram os vizinhos, acrescentando que nunca souberam se o casal tinha ou não problemas no relacionamento.

Um dos vizinhos disse que quando se ouviram gritos no interior do domicílio, que o casal acabava de comprar, ele e algumas pessoas aproximaram-se para perceber o que se passavam, porque achava-se que a senhora estivesse a ser assaltada.

O que nós sabíamos é que o marido da senhora esfaqueada encontrava-se na África do Sul. Mas quando pedimos licença foi ele quem nos atendeu. Procurámos entender o que se passava e ele disse que não podíamos nos meter porque a mulher era sua e casou-a quando tinha apenas 15 anos de idade. Segundo ele, no dia seguinte a família da sua mulher viria resolver o assunto, mas não chegou a revelar de que assunto se tratava“, narrou um dos moradores daquela zona.

Perante tal explicação do agressor, os vizinhos retiraram-se, mas acharam estranho o facto de na quarta-feira (14) a porta da casa ter permanecido muito tempo fechada. Inquietos com a situação, pediram licença e porque ninguém respondia optaram por recorrer à força para deitar a porta abaixo. No interior, o casal não estava mais entre o mundo dos vivos.

A Polícia disse ser prematuro tecer comentários em torno do caso porque não sabe o que realmente levou o cidadão a cometer tal atrocidade.

@Verdade

Maduro diz que Pokémon Go promove “cultura de morte”

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, considerou na terça-feira que o jogo virtual Pokemón Go faz parte da “cultura de morte” criada pelo capitalismo e que levou muitos jovens a integrarem-se em organizações terroristas.

Há que abrir um debate sobre a geração de uma cultura que gera realidades virtuais, como a realidade do recente jogo Pokemón Go. A realidade virtual é matar e matar, a cultura da morte que tem criado o capitalismo“, disse, durante o programa de rádio e televisão “Em Contacto com Maduro”.

Para o Presidente da Venezuela, trata-se de “um tema muito sério” porque leva os jovens a estar muito tempo ligados à tecnologia.

A penetração dos novos mecanismos da cultura da violência na juventude venezuelana e na mundial é um tema muito sério que aponta à individualização do ser humano, ligado só à tecnologia e, na tecnologia, ligado com realidades virtuais, que o leva à cultura das armas e do mau“, disse.

O Chefe de Estado propôs a realização de um debate no âmbito dos países membros da União de Nações da América do Sul (Unasul) “para partilhar experiências na luta pela cultura da vida, pela cultura do fazer, pela cultura do humano, porque a cultura da morte é um fenómeno mundial que está a roubar a infância, porque são os jovens, muitos jovens, os que estão a cometer assassinatos“.

Como resultados desta “cultura da morte”, Nicolás Maduro mencionou os recentes atentados terroristas no Afeganistão, França, Síria e Alemanha.

As realidades virtuais das armas, da cultura da morte que tem criado o capitalismo, isso deve ser motivo de preocupação“, sentenciou.

JN

Manica: Roubo de Gado Bovino preocupa população

Os residentes do posto administrativo de Matsinho, na província central de Manica, manifestam a sua preocupação com a subida de casos de roubo de gado, que está a retardar o projecto de desenvolvimento daquela região.

A inquietação foi apresentada à primeira secretária provincial do partido Frelimo em Manica, Ana Chapo, que hoje trabalhou em Matsinho, onde manteve um encontro com a população local.

Os residentes de Matsinho disseram que dezenas de cabeças de vaca desapareceram nas localidades de Chiremera e na sede do posto administrativo.

Falando em nome dos residentes, a primeira secretária provincial da Frelimo, disse que mais de uma dezena de bovinos desapareceram dos currais dos criadores desde o início do corrente ano. A maioria dos casos ocorre durante a calada da noite ou na altura da pastagem.

Os residentes afirmaram que o crime é cometido por pessoas oriundas de outras regiões da província que, para o efeito, também ameaçam os produtores e saqueiam seus bens.

“O roubo de gado bovino está a ser frequente. Muitas famílias perderam seus animais sem nenhuma explicação clara. Pedimos a quem de direito para nos ajudar a controlar a situação, porque isso retarda o nosso desenvolvimento”, disse Humberto.

Afirmou que muitas famílias apostam na criação de animais, mas os roubos desencorajam a prática desta actividade nas comunidades.

““Todos queremos criar gado bovino, mas torna-se difícil porque outros vêm roubar. Roubam e matam os animais aqui mesmo. Portanto, queremos maior vigilância por parte das autoridades para que possamos prosseguir com os nossos projectos de desenvolvimento socioeconómico””, vincou Humberto.

Intervindo na ocasião, Ana Chapo apelou vigilância de todos para acabar com os actos que atentam contra a ordem e tranquilidade públicas no seio das comunidades.

Disse que o crescimento económico que hoje se verifica é fruto da independência que custou a vida de muitos moçambicanos.

Por isso, disse que não se pode permitir que este bem-comum seja colocado em causa por pessoas que procuram, de várias formas, comprometer o desenvolvimento do país.

“Vocês disseram através mensagem que enfrentam o problema de roubo de gado. O que aconselhamos é que todos devemos ser vigilantes para acabarmos com os ladrões””, afirmou Chapo.

Referiu que a onda de violência armada que se verifica no centro do país também preocupa todos os moçambicanos.

““Todos queremos a paz … Todos dias ouvimos dizer que a Renamo está atacar, a matar e destruir Moçambique. Não podemos deixar que isso aconteça nas nossas comunidades. Vamos denunciar qualquer movimento estranho. Os bandidos estão nos nossos bairros. Vamos colaborar para o combate ao crime””, disse Chapo.

AIM

Assessor do Papa investigado por abuso sexual de crianças

O director financeiro do Vaticano, George Pell, está a ser investigado pela polícia australiana por alegados abusos sexuais a crianças.

A umrevelação foi feita esta quarta-feira por um canal televisivo australiano, acusações que os chefes da Igreja Católica consideram “totalmente falsas”.

As novas alegações contra George Pell, que estão a ser investigadas pela polícia no estado de Vitória, abrangem duas décadas, revelou a ‘Australian Broadcasting Corporation’.

Quando foi o Arcebispo Católico de Sydney em 2002, Pell foi acusado de antigos abusos sexuais, mas foi mais tarde considerado inocente.

O canal ABC disse que obteve oito declarações da polícia de vítimas, testemunhas e familiares que estavam a ajudar a polícia na investigação.

No entanto, o homem de 75 anos negou as alegações numa declaração ao mesmo canal televisivo, afirmando que as acusações de que ele abusou sexualmente de alguém são “completamente falsas e completamente erradas”.

Um porta-voz da polícia disse à agência France Presse que não iria comentar. O chefe da polícia de Vitória, Graham Ashton, disse em Junho que a polícia estava a investigar as queixas contra Pell.

As alegações incluíam acusações de dois homens, agora com cerca de 40 anos, que disseram que foram apalpados pelo padre no verão de 1978 numa piscina em Ballarat, onde Pell cresceu e trabalhou.

Depois de uma década de crescente pressão para investigar acusações de pedofilia, foi criada em 2012 na Austrália uma comissão para tratar apenas de assuntos relacionados com abuso de crianças.

A investigação da polícia no caso de George Pell faz parte de um conjunto de queixas mais amplo dessa comissão, que já falou por quase 5 mil sobreviventes e já ouviu histórias de abuso infantil em locais de culto, orfanatos, grupos comunitários e escolas.

Pell tinha dito anteriormente à comissão que não estava a par dos crimes que tinham ocorrido em Vitória, onde padres pedófilos abusaram de dezenas de crianças nas décadas de 70 e 80.

O padre australiano foi ordenado em Roma, em 1966, antes de voltar para a Austrália, em 1971, e de se tornar um alto funcionário da igreja católica australiana.

Voltou para o Vaticano em 2014 depois de ter sido escolhido pelo Papa Francisco para tornar as finanças da igreja mais transparentes.

Francisco aprovou a criação de um tribunal interno da Igreja para punir os bispos que encobriram abusos sexuais por padres, mas os sobreviventes de pedofilia não acreditam que haja grande mudança.

Outros países onde alegados ou confirmados casos de abusos sexuais se tornaram públicos são a Áustria, a Bélgica, o Canadá, a Alemanha, a Irlanda, o México, a Holanda, a Polónia e os Estados Unidos da América.

JN

CDM: Crise económica reduz vendas de 2M

A crise económica também atinge a empresa Cervejas de Moçambique (CDM). Pela primeira vez, depois de muitos anos, a direcção da cervejeira assumiu, ontem, que as vendas de bebidas caíram.

A norma sempre foi o crescimento face ao ano anterior e este ano, pela primeira vez em muitos anos, as vendas de cerveja estão abaixo do ano anterior”, revelou o Director-Geral da CDM, Pedro Cruz.

É situação para dizer que quase ninguém escapa ao arrefecimento económico. Não são somente as vendas que baixaram, os custos de produção da empresa também aumentaram por causa da depreciação do metical face ao dólar.

A desvalorização que se tem dado até agora no metical tem levado ao aumento significativo dos custos de produção das nossas marcas de cervejas e como tal, o preço tem que acompanhar”, informou Cruz.

Por causa da situação difícil, grande parte das garrafas pequenas de cerveja de 330 mililitros passam a ser de devolução obrigatória e a CDM recomenda que sejam vendidas por 35 meticais, enquanto as não retornáveis por 45, 10 meticais mais caro.

Com o projecto, a CDM vai deixar de importar garrafas, assegurando assim mais divisas para o país, explicou o Director-Geral da cervejeira, Pedro Cruz. Mas também pretende-se reduzir o impacto ambiental provocado pelo lixo das garrafas.

Pelo menos 80% do consumo das garrafas não retornáveis passam a ser. Isso vai nos permitir poupar 268 milhões de meticais por ano em divisas para importações”, disse.

A empresa Cervejas de Moçambique revelou ainda que, mesmo com a seca que afecta o país, não está a registar restrições no fornecimento da mandioca.

Magazine Independente

Mineira australiana descobre rubis em Montepuez

A mineira australiana Mustang Resources anunciou a descoberta dos primeiros dez rubis nos trabalhos iniciais na concessão que possui em Montepuez, no norte de Moçambique.

Apesar da pequena quantidade, a descoberta dos exemplares de 2,16 quilates é considerada pela empresa como um “sinal encorajador” para as próximas fases da exploração em Montepuez, numa zona próxima da concessão da multinacional britânica Gemfields, um dos maiores depósitos de rubis do mundo.

Os rubis foram encontrados nos trabalhos iniciados a 25 de Junho de abertura de valas na exploração da Mustang Resources em Montepuez, província de Cabo Delgado, que se estende por três áreas concessionadas em mais de 15 mil hectares.

Em Junho do ano passado, a Mustang Resources anunciou a descoberta em Moçambique do primeiro depósito de diamantes de qualidade e com valor de mercado do país.

A descoberta de 16 diamantes aconteceu no projecto que a empresa desenvolve na confluência do rio Save, que divide o sul e o centro de Moçambique, e o rio Runde, junto da fronteira com o Zimbabwe.

Notícias ao Minuto

Jovem é detido após convidar amigos para assaltarem estabelecimento dos pais

Três cidadãos encontram-se detidos na 14ª esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Maputo, por roubo de bebidas alcoólicas  num estabelecimento comercial pertencente aos pais de um dos elementos do grupo.

Um dos jovens, por sinal filho dos proprietários da residência assaltada, relatou que a ideia de chamar os amigos para roubar foi sua e o objectivo era consumir o produto num convívio durante o fim-de-semana.

Um outro indiciado, de 14 anos de idade e o mais novo do grupo, alegou que enveredou por tal caminho devido ao vício pelo álcool e estupefacientes. “Estou preso porque entrei numa barraca e roubei bebidas alcoólicas para consumir“. O terceiro elemento da quadrilha contou que o plano de assalto começou da ideia de se querer passar um fim-de-semana diferente dos outros.

Segundo o jovem, de 19 anos de idade, tanto ele como os amigos são culpados porque ninguém tentou contrariar os restantes membros. Contudo, ele afirma que está arrependido e não calculava que pudesse acabar numa cela.

Enquanto isso, na cidade da Beira, província de Sofala, outro grupo de malfeitores assaltou um cidadão que se dedica ao comércio. A vítima perdeu 20 mil meticais, 4.600 dólares, um computador portátil e um dos dois telefones.

Em conexão com este crime, o Polícia deteve um indivíduo, o qual confessou o seu envolvimento no assalto, e recuperou boa parte dos bens roubados.

@Verdade

Mãe abandona recém-nascido em saco de plástico duas horas após parto

Foto: DR

Uma jovem chinesa meteu o filho num saco de plástico, duas horas depois do nascimento do bebé, e abandonou-o na rua.

O saco cor-de-rosa com o recém-nascido no interior foi encontrado na cidade de Wangjiaoqiao, a sudoeste da China, pelos moradores da zona. A polícia foi chamada ao local e, de imediato, o bebé foi encaminhado para o hospital para receber tratamentos urgentes, mas o óbito foi declarado quatro horas depois.

As imagens de video-vigilância revelaram que a mulher, de 20 anos, saiu do hospital com um saco de plástico cor-de-rosa onde estava o bebé, nascido apenas há duas horas. Depois de ter sido identificada e localizada pela polícia, confessou o crime e foi detida.

Apesar de não dar explicações muito claras, a jovem mãe disse à polícia que tinha uma situação financeira instável e que não tinha certeza em relação à identidade do pai da criança.

JN

Renamo recusa-se a integrar na CIP para averiguar a dívida pública

A Renamo, maior partido da oposição em Moçambique, recusou na quarta-feira (27) integrar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para averiguar os contornos da dívida pública contraída no último mandato do Presidente Armando Guebuza, e cumpriu, deste modo, a promessa feita no dia anterior, a quando da provação da mesma comissão, de se abster por entender que não existe equilíbrio na sua composição, em virtude de a Frelimo supostamente usar e abusar da sua maioria para integrar maior número de membros.

A comissão, presidida por Eneas Comiche, ora presidente da Comissão do Plano e Orçamento na Assembleia da República (AR), tem 17 membros e Edson Macuácua é vice-presidente. A Frelimo indicou também Mateus Katupha,  Jaime Neto, Lucas Chomera, Olinda Langa, Esmeralda Muthemba, Francisco Mucanheia, Luciano de Castro e Alberto Matukutuku.

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM), que constantemente se queixa de exclusão política no Parlamento e fora dele, só pôde indicar um membro, Venâncio Mondlane.

Votar a favor de uma comissão parlamentar de inquérito é dizer, em voz alta e em bom-tom, que nunca mais nenhum tirano nos escravizará e ninguém nunca mais está acima da lei, seja governante, seja governado, seja grande ou pequeno, homem ou mulher”, disse Silvério Ronguane.

Já a Renamo, que considera que “a Frelimo não pode usar a sua maioria falsa para se impor”, só deve indicar seis elementos, e decidiu não integrar a CPI e exige que a mesma inclua a sociedade civil, ou seja, a constituição de uma Comissão Mista.

Todavia, a Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e Legalidade na AR apresentou, por intermédio do seu presidente, Edson Macuácua, um parecer esgrimindo argumentos segundo os quais o número 01 do artigo 68 do regimento do Parlamento só permite que o CPI seja “um órgão interno da Assembleia da República. As comissões parlamentares são constituídas exclusivamente por titulares do órgão legislativo”.

De acordo com a “Perdiz”, o formato adoptado pelo partido no poder visa, por um lado, fazer com que as decisões emanadas daquela referida comissão prevaleçam “como sendo as da comissão”, o que, por outro, deixará parecer, no fim do trabalho, “que os membros da oposição concordam que as dívidas ocultas se tornem públicas, isto é, que a Assembleia da República aprove que aquelas dívidas serão pagas pelo povo e não pelos criminosos que as contraíram”.

A CPI deverá apresentar o relatório final até Novembro do ano em curso. Para a Frelimo, o figurino escolhido obedece o princípio da representatividade e proporcionalidade parlamentar.

A formação política liderada por Afonso Dhlakama entende ainda que para que esta comissão seja credível, a sua composição não pode albergar uma maioria de deputados da Frelimo, como e? usual. Ela deve ser equilibrada.

Caso não seja observado este equilíbrio proposto, e estando a Frelimo em vantagem, a bancada parlamentar da Renamo abstém-se de nela tomar parte, para não ser conotada como tendo concordado com algum esquema que obrigue o povo a pagar dívidas criadas ilegalmente pelos governos da Frelimo. A História nos julgará por aquilo que fazemos hoje. E a História julgará que a Frelimo é a única responsável pelo sofrimento do povo“, disse na segunda-feira (26) Ivone Soares, chefe da bancada parlamentar da “Perdiz”.

@Verdade

Adriano Maleiane diz que empresas têm activos para pagar dívidas escondidas

O ministro da Economia e Finanças de Moçambique manifestou confiança de que não será preciso executar as garantias do Governo aos empréstimos não declarados a empresas estatais e disse que estas têm activos para pagar as suas dívidas.

Essas empresas têm património. Se não conseguem pagar por razões que possam explicar, temos muitas alternativas e a primeira é pegar nos seus activos e vendê-los“, afirmou Adriano Maleiane no parlamento, que hoje procedeu à aprovação final do Orçamento do Estado rectificativo, com votos a favor da maioria da Frelimo e contra das bancadas da oposição.

Maleiane disse, contudo, estar convencido de que “as empresas vão encontrar as melhores soluções com os seus financiadores para não se chegar a essa situação“.

O ministro da Economia e Finanças reiterou que o orçamento rectificativo não prevê o pagamento das dívidas de 1,4 mil milhões de dólares (cerca de 94,58 mil milhões de meticais) garantidas pelo Governo, entre 2013 e 2014, a favor da Mozambique Asset Management (MAM) e Proindicus, à revelia do parlamento e dos doadores internacionais.

A nova lei orçamental autoriza porém o Governo “a usar os recursos adicionais e/ou extraordinários para acorrer a despesas de investimento, redução da dívida e situações de emergência”.

O documento autoriza igualmente o Governo a emitir garantias e avales, no montante máximo de 26,1 mil milhões de meticais.

Após a revelação das dívidas ocultas, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e os doadores do Orçamento do Estado suspenderam os seus apoios.

Este caso sucede-se ao escândalo da Empresa Moçambicana de Atum (Ematum), outra companhia de capitais estatais financiada, em 2013, com empréstimos garantidos e não declarados pelo Governo para a aquisição de uma frota atuneira e navios-patrulha.

Uma vez descoberta, a dívida da Ematum foi inscrita nas contas do Estado em 2014.

A dívida pública de Moçambique é agora de 11,66 mil milhões de dólares (787,74 mil milhões de meticais), dos quais 9,89 mil milhões de dólares (668,16 mil milhões de meticais) são dívida externa.

Este valor representa mais de 70% do Produto Interno Bruto e traduz uma escalada de endividamento desde 2012, quando se fixava em 42%.

Uma das empresas beneficiadas pelos empréstimos, a MAM, falhou em maio a primeira prestação de 178 milhões de dólares (12.025 milhões de meticais), estando a decorrer conversações com os credores para a renegociação da dívida.

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, condicionou no domingo a recomendação do FMI de uma auditoria externa à dívida pública aos resultados das averiguações da Procuradoria-Geral República e do parlamento.

O parlamento já tratou desta matéria e, neste momento, a Procuradoria-Geral da República também está a trabalhar sobre o assunto. Estes dois órgãos são soberanos neste país“, declarou Nyusi no final de uma visita de trabalho à província da Zambézia.

O FMI defendeu, no final de Junho, uma auditoria internacional e independente às empresas moçambicanas que beneficiaram dos empréstimos avalizados pelo Governo.

Mas Filipe Nyusi afirmou que é preciso esperar pelo resultado das averiguações das instituições moçambicanas antes de ser tomada qualquer outra decisão.

Em Julho, a Procuradoria-Geral da República admitiu a existência de ilícito criminal nas dívidas não declaradas, assegurando que iria solicitar a intervenção de peritos internacionais para a investigação do caso.

O Governo moçambicano declarou em várias ocasiões que espera que as empresas que beneficiaram dos empréstimos, em parte destinados à aquisição de equipamento de defesa, paguem parte das dívidas e que o Estado só irá assumir o que for de interesse público.

O caso das dívidas não declaradas levou ainda à descida do ‘rating’ de Moçambique nas principais agências de notação financeira.

Notícias ao Minuto

ATPM vai aumentar preço de transportes inter-distritais na ordem de 25% em Manica

Associação de transportadores de passageiros de Manica ATPM, decidiu subir preços de transporte nas rotas inter-distritais para fazer face aos custos altos de acessórios para viaturas devido a conjuntura económica que o país verifica nesses últimos dias.

Segundo o presidente da agremiação Alfredo Canhenze, face a situação as taxas inter-provinciais sofreram um acréscimo no ano passado e desta vez pensaram em incrementar preços para transportes inter-distritais, atendendo e considerando que, o governo não subsidia custos de acessórios.

Alfredo Canhenze, avançou que a sua entidade, antes de tomar a decisão, submeteu a proposta ao governo a este por sua vez despachou o pedido, a favor do aumento dos espaços de transportes inter-distritais.

Entretanto, os utentes lamenta este aumento tendo em conta que foi uma informação de surpresa o que carecia de mais tempo para que os utentes se prepara-se.

Frisado Augusto, Luís Cafi, e Lopes Agostinho, disse os seguintes que passamos a citar: comida está a subir e agora também esta a aumentar o que esta a acontecer? Pedimos quem de direito para nos ajudar a passar estes problemas.

A polícia já deve entrar nesta situação porque mesmo a associação de transportadores que devia nos ajudar já esta nos deixar a nossa sorte onde vamos chegar nossos irmãos ajuda-nos estamos a sofrer fim da citação.

Refira-se que o aumento de transporte inter-distritais esta fixado na ordem de vinte e cinco por cento dos actuais e entraram em vigor a partir de um de Agosto próximo.

Abrahamo Cufa

Desconhecidos vandalizam escritórios da Central de Contabilidade e PLASOC

Foto não oficial

Indivíduos até então desconhecidos vandalizaram a sede das empresas Central de Contabilidade e PLASOC, e retiraram equipamento informático usado para trabalhos destas organizações na cidade de Chimoio.

Trata-se de dois processadores, dois monitores e uma impressora fotocopiadora para além de um mouse por cada uma destas duas empresas, roubados na madrugada de sábado e que as agremiações deram por desaparecimento do equipamento na tarde de domingo.

Segundo o coordenador da PLASOC, Danilo Manuel Mairoce, é a primeira vez que sofrem aquele tipo de acção criminosa nos seus escritórios.

Entretanto, a PLASOC que é Plataforma da Sociedade Civil de Manica, funciona nas instalações pertencentes ao Conselho Cristão de Moçambique em Manica, onde esta instalado escritórios da firma Central de Contabilidade que também sofreu vandalização do mesmo tipo de equipamento informático usado para seus trabalhos do escritório que criou paralisação de trabalho destas duas empresas.

Os responsáveis das duas agremiações em causa, apelam as autoridades a fazerem trabalho árduo com vista a neutralizar os vândalos em colocar-lhes no lugar apropriado.

De realçar que os escritórios da PLASOC tanto da Central de Contabilidade não têm guarda é dai que os vândalos se introduziram no local e fizeram tudo ao seu belo prazer.

Abrahamo Cufa

Administrador de Vanduzi diz que os ataques da Renamo retardam o desenvolvimento do país

Ataques armados protagonizados pelos homens da Renamo no povoado de Honde, está a retardar o desenvolvimento socioeconómico do país, em particular da província de Manica, assim entende administrador do distrito de Vanduzi, Sabado Malenza.

Casas, machambas, escolas abandonadas desde o inicio da tensão político militar, o que criou pânico e não deu lugar ao ambiente de sossego para aqueles populares que residiam na ária tida como critica dos ataques, visto que, os mesmos amanheciam vendo o pouco que tinham vandalizado pelos homens da Renamo.

O confronto, faz-se sentir muito a partir do povoado de Chuala e  Honde, distrito de Bàrué, a norte daquela províncias de Manica, onde alguns alunos, ficaram sem assistir as aulas, porque a situação não permitia o funcionamento dos estabelecimentos de ensino.

“A Renamo é constituída por moçambicanos, deixemos de matar outros moçambicanos, as pessoas. O problema não é a arma, mais é como eles usam a arma, par matar outros moçambicanos, pensam só em matar pessoas, pessoas indefesas”.

Por outro lado, camiões de grandes toneladas, que exportam madeiras, entre outros produtos para o país vizinho Malawi, são incendiados sem quaisquer motivos, acto de terrorismo que cria medo aos nacionais e os estrangeiros que querem apreciar o mercados moçambicanos, rumo ao desenvolvimento do pai.

“Não sei se isso tem a ver com a população, queimar camiões, matar pessoas, em uma grande lástima, portanto ver nós termos este tipos de irmãos que só pensa em destruir. Eles ficam satisfeitos quando ouve que estrangeiros dizem que não vou a Moçambique porque tem guerra. Ficam orgulhosos quando vem a coluna a partir daqui, e ficam satisfeito quando vem a economia esta parada. Disse administrador do distrito de Vanduzi, Sabado Malenza”.

Fim da situação que se vive actualmente faz com que a população deste quadrante do país lance o grito de socorro a quem de direito a travar este problema que ultimamente tira sono as famílias moçambicana.

Aníbal Martinho

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