Destaque Administrador de Vanduzi diz que os ataques da Renamo retardam o desenvolvimento...

Administrador de Vanduzi diz que os ataques da Renamo retardam o desenvolvimento do país

Ataques armados protagonizados pelos homens da Renamo no povoado de Honde, está a retardar o desenvolvimento socioeconómico do país, em particular da província de Manica, assim entende administrador do distrito de Vanduzi, Sabado Malenza.

Casas, machambas, escolas abandonadas desde o inicio da tensão político militar, o que criou pânico e não deu lugar ao ambiente de sossego para aqueles populares que residiam na ária tida como critica dos ataques, visto que, os mesmos amanheciam vendo o pouco que tinham vandalizado pelos homens da Renamo.

O confronto, faz-se sentir muito a partir do povoado de Chuala e  Honde, distrito de Bàrué, a norte daquela províncias de Manica, onde alguns alunos, ficaram sem assistir as aulas, porque a situação não permitia o funcionamento dos estabelecimentos de ensino.

“A Renamo é constituída por moçambicanos, deixemos de matar outros moçambicanos, as pessoas. O problema não é a arma, mais é como eles usam a arma, par matar outros moçambicanos, pensam só em matar pessoas, pessoas indefesas”.

Por outro lado, camiões de grandes toneladas, que exportam madeiras, entre outros produtos para o país vizinho Malawi, são incendiados sem quaisquer motivos, acto de terrorismo que cria medo aos nacionais e os estrangeiros que querem apreciar o mercados moçambicanos, rumo ao desenvolvimento do pai.

Recomendado para si:  Inhambane em alerta para tempestade tropical Gezani

“Não sei se isso tem a ver com a população, queimar camiões, matar pessoas, em uma grande lástima, portanto ver nós termos este tipos de irmãos que só pensa em destruir. Eles ficam satisfeitos quando ouve que estrangeiros dizem que não vou a Moçambique porque tem guerra. Ficam orgulhosos quando vem a coluna a partir daqui, e ficam satisfeito quando vem a economia esta parada. Disse administrador do distrito de Vanduzi, Sabado Malenza”.

Fim da situação que se vive actualmente faz com que a população deste quadrante do país lance o grito de socorro a quem de direito a travar este problema que ultimamente tira sono as famílias moçambicana.

Aníbal Martinho

Destaques da semana