A informação foi avançada por Inácio Dina, porta-voz do Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), para quem, tratando-se de um crime transnacional, era imperioso que se envolvesse a INTERPOL.
Inicialmente, sublinhou, a PRM entrou em contacto com a sua congénere sul-africana para apoiar nas investigações. Porque ambos países são membros da INTERPOL, viu-se a necessidade de envolver esta unidade internacional.
“A prioridade é localizarmos a vítima com vida e levar os autores do crime à responderem em juízo. Até aqui os trabalhos investigativos estão a decorrer com normalidade. Queremos enaltecer e agradecer a pronta colaboração da família que está a ajudar muito no nosso trabalho”, referiu Dina.
Moshin Nautulus foi raptado no início deste mês em Nelspruit, pouco tempo depois de deixar a esposa e um bebé numa clínica privada. A empresa privada ACS Security chegou a publicar, através das redes sociais, fotografias do rapto, da esposa e do bebé e o contacto para quem souber do seu paradeiro.
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