A Polícia da República de Moçambique (PRM) anunciou a detenção de dez supostos professores que leccionavam com documentação falsa no distrito de Mocuba, província da Zambézia.
O porta-voz do Comando Provincial da Polícia, Miguel Caetano, confirmou o facto, esta segunda-feira, numa conferência de Imprensa.
Caetano afirmou que os falsos professores foram neutralizados pelo sector da Educação na província, numa operação conjunta com a Polícia da República de Moçambique.
Ele acrescentou ainda que a detenção dos referidos professores, que exerciam a profissão com documentação falsa, foi em cumprimento de um mandado judicial.
“De facto estavam em situação irregular, sob o ponto de vista de documentação falsa. O tribunal emitiu o mandado de captura. Quando de facto todos os elementos estavam reunidos para o efeito a Polícia simplesmente efectuou o trabalho de captura desses indivíduos que agora estão na penitenciária provincial”, disse o porta-voz da Polícia na Zambézia.
Venezuelanos detidos na esteira dos protestos contra o presidente Nicolás Maduro e processados em tribunais militares foram alvo de tortura e forçados a comer massa com fezes, denunciou a ONG Foro Penal.
Desde o início da nova onda de manifestações da oposição contra o governo chavista, em 1º de Abril, mais de duas mil pessoas foram presas por sua participação nas marchas, além de transeuntes que não estavam vinculados às mobilizações e supostos saqueadores, segundo cálculos da organização. O número de mortos ligados aos protestos já chega a 39.
De acordo com o jornal “El Nacional”, o coordenador do Foro Penal no estado de Carabobo, Luis Betancourt, confirmou ter recebido denúncias de tortura e de maus tratos de pessoas detidas supostamente por terem participado de saques durante os protestos.
“A maioria dos detidos é espancada durante a prisão e a transferência para o local de detenção temporária, antes de ser levada perante o juiz“, explicou Betancourt. De um grupo de 40 presos por supostos saques, 15 se queixaram de terem sido forçados a comer massa com fezes.
Ativistas de direitos humanos vêm denunciando detenções arbitrárias no governo Maduro, actuação policial e militar contrária aos direitos internacionais, tortura e o uso de tribunais militares para processar dezenas de civis. Segundo o “El Nacional”, os casos de tortura se intensificaram nos últimos dias.
Apesar da forte repressão, a oposição continua desafiando Maduro nas ruas. Na segunda-feira, milhares de opositores bloquearam avenidas e estradas, o que provocou confrontos com as forças de segurança que deixaram dois mortos e ao menos 12 feridos, elevando o número de óbitos para 39. Ao menos 79 pessoas foram detidas, incluindo 20 em Carabobo e seis em Nova Esparta, segundo o Foro Penal.
O jovem José Alviarez, de 18 anos, foi morto com um tiro no tórax durante uma manifestação no estado de Táchira. Segundo a imprensa, após a morte do jovem, manifestantes atearam fogo à delegacia de polícia local.
Sob o nome de “grande plantão contra a ditadura”, os protestos provocaram confrontos em Caracas e nos estados de Carabobo, Nova Esparta, Zulia, Aragua, Mérida e Táchira. Durante a jornada, os opositores bloquearam a importante estrada Francisco Fajardo, no leste de Caracas, enquanto no oeste as forças de segurança utilizaram bombas de gás lacrimogêneo contra manifestantes.
“Não há liberdade, nos reprimem, não há comida e quando há é extremamente cara, seguirei nas ruas até que ocorra uma mudança“, disse o docente Miguel Martínez.
Em França, a Comissão Nacional da Informática e das Liberdades (CNIL), acusou a rede social Facebook de explorar os dados privados dos utilizadores com fins comerciais.
A CNIL impôs assim uma multa ao gigante das redes sociais com sede no estado norte-americano da Califórnia, cuja quantia foi recebida pela opinião pública com alguma surpresa. É que o Facebook terá de pagar uma multa de cerca de 150 mil euros, um valor que muitos dizem ser simbólico para o Facebook, mas que é, na realidade, o valor legal mais elevado para estes casos.
Segundo a CNIL, cerca de 33 milhões de utilizadores terão sido afectados por este tipo de práticas em França.
A empresa diz que não está de acordo com a sentença nem com a multa, mas que respeita a decisão.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, está a preparar cortes massivos em programas federais de financiamento de grupos internacionais que realizam abortos ou fornecem informação sobre interrupções voluntárias de gravidez.
Dirigentes da Casa Branca revelaram que o plano vai aplicar-se a organizações que têm recebido assistência financeira dos EUA para intervenção em saúde. Versões anteriores do projecto de redução desta ajuda visaram especificamente grupos internacionais de promoção do planeamento familiar.
O impacto destes cortes pode atingir cerca de 8,8 mil milhões de dólares, muito mais do que os 600 mil considerados nas versões anteriores do plano.
Os grupos visados por estes cortes trabalham em assuntos como HIV/AIDS, malária, saúde materna e infantil, questões reprodutivas e saúde em geral.
Um homem invadiu um supermercado em Oregon, nos EUA, com uma cabeça humana decepada. Ao chegar ao local, Joshua Lee Webb, de 36 anos, atacou um funcionário do espaço à facada, antes de ser imobilizado por outros trabalhadores do supermercado.
Ao mesmo tempo, as autoridades locais davam conta de que tinha sido encontrado um corpo onde Webb vivia. O homem tinha morto a própria mãe, Tina Marie Webb, de 59 anos, decapitando-a em seguida e levando a cabeça consigo.
De acordo com testemunhas, o criminoso estava “em estado catatónico” e “pediu água” após o ataque. A polícia investiga agora as motivações do homicida, que cometeu os crimes no dia em que se assinala o Dia da Mãe nos EUA.
Joshua Lee Webb está detido, acusado de homicídio e tentativa de homicídio. O funcionário esfaqueado foi levado para um hospital em Portland e está fora de perigo.
Um dos casos mais mediáticos de revogação do contrato de trabalho de cidadão estrangeiro em Moçambique aconteceu em Outubro de 2013, quando a então ministra do Trabalho, Helena Taipo, deu dois dias ao português Diamantino Miranda, à época treinador do Costa do Sol, para abandonar o país. Miranda foi expulso duas semanas depois de ter chamado os moçambicanos de ladrões.
Cerca de quatro anos depois, o Conselho Constitucional (CC) julgou inconstitucional a norma jurídica que dá poder ao ministro responsável pelo sector de trabalho de revogar o acto administrativo que permitiu a contratação do trabalhador estrangeiro. Ou seja, o ministro do Trabalho já não pode anular contratos de trabalho de cidadãos estrangeiros em Moçambique.
Na verdade, o pedido de declaração de inconstitucionalidade foi feito pelo provedor da Justiça, em 2016, e visava o nº 5 do artigo 22 do decreto nº 55/2008, de 30 de Dezembro, que aprovou o Regulamento dos Mecanismos e Procedimentos para Contratação de Cidadãos de Nacionalidade Estrangeira: “Em caso de violação dos princípios plasmados na Constituição da República e demais leis e normas vigentes no país, o exercício do direito do trabalho por parte do estrangeiro em causa pode ser interdito por despacho do Ministro que superintende a área do Trabalho”. Para o provedor da Justiça, esta norma limitava o exercício de direitos fundamentais por parte do trabalhador estrangeiro, além de violar a Lei do Trabalho e a Constituição da República.
O CC notificou o Governo sobre o pedido do provedor da Justiça, tendo este respondido que não se justificava a declaração de inconstitucionalidade daquela norma. “A alegada inconstitucionalidade decorre, como foi dito, da interpretação que se atribui à expressão ‘interditar’, sendo por isso que o Governo está a desenvolver actividades com vista a reformular a norma e torná-la mais clara e operacional”.
Foi assim que o Conselho de Ministros aprovou, a 31 de Agosto de 2016, o novo Regulamento dos Mecanismos e Procedimentos para Contratação de Cidadãos de Nacionalidade Estrangeira.
Apesar de revogar o decreto que forçou o provedor de Justiça a requerer a declaração de inconstitucionalidade, o novo regulamento em vigor desde Dezembro de 2016 voltou a atribuir poderes ao ministro responsável pelo trabalho de revogar a contratação de trabalhador estrangeiro.
Por isso, a análise do CC concentrou-se no novo decreto, concretamente no nº 7 do artigo 27, que elenca os casos em que o ministro do Trabalho pode revogar o acto administrativo que permitiu a contratação do trabalhador estrangeiro, nomeadamente:
a) Maus tratos cometidos por trabalhador estrangeiro, consubstanciados nomeadamente em agressão física grave contra o trabalhador nacional ou estrangeiro no local de trabalho;
b) Injúria grave contra o trabalhador nacional ou estrangeiro em razão da raça, cor da pele ou outra atitude discriminatória grave que atente contra a honra, dignidade, bom nome e imagem, no local de trabalho;
c) Violação grave dos direitos especiais da mulher trabalhadora;
d) Condenação do cidadão estrangeiro à pena de prisão maior.
Os juízes conselheiros do CC não têm dúvidas de que esta norma viola os princípios constitucionais de segurança jurídica, do contraditório, da protecção efectiva e do direito ao trabalho. “(…) ao não se permitir que o cidadão estrangeiro ofereça a sua defesa no devido processo legal, não só é violado o princípio do contraditório, como também se coarcta o direito de impugnação dos actos administrativos lesivos dos seus interesses, uma verdadeira afronta ao princípio constitucional de protecção efectiva, previsto no nº 3 do artigo 253 da Constituição da República”, lê-se no acórdão do CC de 9 de Maio.
Novo decreto contraria lei do trabalho
Além de inconstitucional, o nº 7 do artigo 27 do regulamento contraria o nº 1 do artigo 124 da Lei do Trabalho, que prevê como formas de cessação do contrato do trabalho a caducidade, acordo revogatório, denúncia por qualquer das partes e rescisão por qualquer das partes contraentes por justa causa. Por isso, o Conselho Constitucional afirma que o Conselho de Ministros extravasou as suas competências regulamentares ao estabelecer uma nova forma de cessação do contrato de trabalho diferente das previstas na Lei do Trabalho. “Porquanto, é sabido que em termos de regras de hierarquia normativa, o regulamento obedece à lei, ou seja, enquanto a lei fixa os princípios de certo regime jurídico, o regulamento estabelece detalhes de tais princípios, mas sem inovar, salvo nos casos expressamente previstos na tal lei”, fundamentam os juízes do CC.
Dois indivíduos estão detidos na Polícia da República de Moçambique (PRM) no Chimoio, província de Manica, acusados de roubo de grandes quantidades de material eléctrico numa empresa onde trabalhavam.
O material, entre ele cabos eléctricos, disjuntores e armaduras, foi retirado do armazém de uma firma destinada à criação e venda frangos. Para o efeito, os supostos ladrões obtiveram uma cópia da chave do fiel do armazém e planearam um dia para concretizar o roubo.
O material, avaliado em 1.300.000 meticais, foi recuperado pela PRM no mercado Feira.
“Por voltas das 19h00 entrámos no armazém e levámos o material. Depois fechámos e fomos embora. A ideia era termos dinheiro”, disse um dos indiciados, assumindo o crime.
No mesmo diapasão, o seu comparsa contou: “roubamos e eu não sei porquê, mas são tentações que aparecem no momento. Não sei explicar por que razão”, alegou para depois contradizer-se, ao afirmar que “roubámos por causa da crise de dinheiro”.
Elsídia Filipe, porta-voz do Comando Provincial da PRM em Manica, indicou que, segundo a queixa que recebeu dos proprietários do material, o grupo é composto por quatro elementos, dois dos quais a monte mas está-se no seu encalço.
Um membro de um gangue irá cumprir pena por homicídio depois de ter assassinado a jovem namorada transsexual, no estado do Mississipi, por ter medo de represálias de outros gangues.
Joshua Vallum, de 29 anos, admitiu ter morto a sua ex-companheira em 2015, Mercedes Williamson, de 17, e poderá ser condenado a prisão perpétua, sem direito a liberdade condicional, quando for presente a juíz. O homem, membro dos Latin Kings, que se crê ser o maior gangue hispânico dos Estados Unidos, namorou, em segredo, com Williamson durante o verão de 2014, segundo avança o Daily Record.
Vallum decidiu matar a vítima por ter medo que membros de outro gangue descobrissem a relação e quisessem matá-lo por namorar com uma transsexual. Depois de atraír Williamson para casa do pai, no Mississipi, o homicida usou um tazer para imobilizá-la e depois esfaqueou-a repetidamente com um canivete.
Quando a jovem tentou fugir, Joshua desferiu vários golpes na cabeça da vítima com um martelo. Harper Jean Tobin, porta-voz do National Center for Transgender Equality (NCTE), um grupo de advogados de Washington D.C., disse que o homicídio faz parte de uma “epidemia de violência contra pessoas transsexuais”, nos Estados Unidos.
Os preços de combustíveis e outros produtos petrolíferos serão ajustados à partir de hoje, 17 de Maio de 2017. Com o reajuste, a gasolina desce dos actuais 56.06 meticais o litro para 53.57, o gasóleo de 51.89 meticais o litro para 51.79 meticais.
Por sua vez, o petróleo de iluminação também regista uma redução do preço passado dos actuais de 41.61 o litro para 37.88 meticais, enquanto o gás doméstico (GPL) passa dos actuais 61.08/kg para 70.32/kg. Por seu turno, o gás comprimido (GNV) passa de 25.59 para 26.34 meticais.
A alteração do preço dos combustíveis e outros produtos petrolíferos surge da aplicação pelo Governo na integra da legislação sobre a matéria, nomeadamente o artigo 67 do Decreto 45/2012, de 28 de Dezembro que estabelece a necessidade da revisão dos preços de venda ao público numa base mensal, sempre que se verifique uma variação do preço-base superior a três por cento, ou caso haja alteração dos impostos.
Sublinhar que o último ajustamento do preço de combustíveis e outros produtos petrolíferos, foi a 22 de Março de 2017, altura em que o Governo anunciou que passaria a actualizar os preços com base no decreto 45/2012 pondo fim ao subsídio generalizado que até então vinha sendo implementado.
Um cão salvou um bebé com um mês de idade que tinha sido enterrado vivo, em Chongqing, na China. O cão fugiu de casa e foi encontrado pela dona a cavar um buraco em desespero.
Yang Jiali tinha o cão em sua casa há pouco tempo. Naquele dia, o animal fugiu e a dona saiu para procurá-lo, encontrando-o num terreno com vegetação a cavar um buraco freneticamente. Momentos depois, a dona do animal viu um bebé a chorar no buraco, enrolado num pano branco.
O bebé com cerca de um mês, foi levado imediatamente para uma clínica local e está a recuperar. De acordo com An Yue, um dos médicos da clínica, quando o bebé chegou, tinha uma temperatura corporal baixa e o batimento cardíaco lento. “A boca estava cheia de lama“, disse o médico.
O bebé foi depois transferido para um hospital, onde “não corre perigo de vida, mas precisa de recuperar“, afirmou Li Feng, médico da instituição.
A polícia foi alertada e está a tentar contactar a família da criança. De acordo com a imprensa estrangeira, a polícia e os médicos acreditam que o bebé foi enterrado porque a família terá pensado que o bebé tinha morrido.
O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, pediu aos membros do seu partido a esquecerem o luto e dor, causados durante as hostilidades militares, e olharem com optimismo para a nova fase que o país está a atravessar. Dhlakama falava aos seus membros em Cabo Delgado numa teleconferência.
Na ocasião, Dhlakama apelou aos seus membros a seguirem o seu exemplo, tendo recordado que ele próprio escapou a morte durante as hostilidades, mas nem por isso, pensou em vingança. O líder da Renamo disse que o contacto frequente que tem mantido com o Presidente da República, Filipe Nyusi, com vista a estabilização do país, é o exemplo que deve ser seguido.
Estiveram na teleconferência de Afonso Dhlakama membros da Renamo oriundos dos 17 distritos de Cabo Delgado.
Um bebé de sete meses morreu em Beveren, na Bélgica, depois de os pais o alimentarem com uma dieta alternativa sem glúten. Lucas tinha apenas quatro quilos, cerca de metade do estimado na sua idade.
Segundo o jornal britânico Metro, os médicos avisaram os progenitores para o facto de o menino não estar a ser alimentado adequadamente.
A autópsia concluiu que o bebé tinha o estômago vazio, mas mesmo com problemas respiratórios nos últimos dias de vida, os pais não procuraram atendimento médico.
Lucas morreu no dia 6 de Junho de 2014 e o julgamento contra os progenitores começou ontem. “Os pais determinaram o diagnóstico do seu filho, dizendo que este era intolerante ao glúten e tinha uma alergia à lactose”, algo que nunca foi confirmado por qualquer médico.
A justiça acusa ainda os pais de terem levado o bebé a um homeopata em vez de o levarem a um hospital, na altura em que o menino estava a morrer.
O pai, Peter, garante que os pais só não levaram o bebé a um médico porque não detectaram nada incomum. “Às vezes ele ganhava peso, outras vezes perdia. Nunca desejámos a morte do nosso filho”, disse a mãe, Sandrina.
A Associação de Laboratórios de Moçambique (ALM) uma Organização Sem Fins Lucrativos pretende admitir um/a Gestor/a de Dados para Assistência Técnica de uma Pesquisa Operacional. Saiba mais.
O STAE – Secretariado Técnico de Administração Eleitoral pretende recrutar para o seu quadro de pessoal doze (12) Chefes de Repartição Distrital. Saiba mais.
O STAE – Secretariado Técnico de Administração Eleitoral pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dezassete (17) Técnicos Profissionais. Saiba mais.
Global Programs for Research and Training pretende recrutar para o seu quadro um (1) Consultor para a Revisão do Sistema de Informação dos Serviços de Aconselhamento e Testagem do HIV. Saiba mais.
A TSCA – Consultoria, Formação e Gestão, empresa de serviços industriais da área de comercialização de peças e acessórios pretende recrutar um (1) Sub-Gerente. Saiba mais.
A TSCA – Consultoria, Formação e Gestão, empresa de serviços industriais da área de comercialização de peças e acessórios pretende recrutar um (1) Gestor de Armazém e Logística. Saiba mais.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Prestador de Serviços Local (Consultoria). Saiba mais.
A Temoc – Técnica e Engenharia de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Promotor de Vendas na parte Eléctrica, Instrumentação e Automação. Saiba mais.
A Temoc – Técnica e Engenharia de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico na parte Eléctrica, Potência e Controlo de Média e Baixa Tensão. Saiba mais.
A Temoc – Técnica e Engenharia de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico na parte Instrumentação e Automação. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Assistente Universitário um (1) Assistente Estagiário em Administração Pública. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Assistente Universitário um (1) Assistente Estagiário em Contabilidade e Auditoria. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Assistente Universitário um (1) Assistente Estagiário em Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Assistente Universitário um (1) Assistente Estagiário em Línguas (Português). Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Assistente Universitário um (1) Assistente Estagiário em Engenharia Agrícola. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Assistente Universitário um (1) Assistente Estagiário em Relações Públicas e Marketing. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Assistente Universitário um (1) Assistente Estagiário em Engenharia de Processamento de Alimento. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Assistente Universitário um (1) Assistente Estagiário em Engenharia Hidráulica Agrícola e Água Rural. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Assistente Universitário um (1) Assistente Estagiário em Educação Técnico Profissional em Ciências Agrárias. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Assistente Universitário um (1) Assistente Estagiário em Engenharia Zootécnica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira Técnico Superior N1 um (1) Jurista. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira Técnico Profissional um (1) Técnico de Construção Civil C. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Agente de Serviço quatro (4) Guardas. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Agente de Serviço cinco (5) Serventes. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Agente de Serviço um (1) Canalizador. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Gaza (ISPG) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal para Carreira de Agente de Serviço um (1) Operador de Retroescavadora. Saiba mais.
Humberto Francisco Gravata, 30 anos de idade, funcionário afecto ao sector da lavandaria do Hospital Central da Beira (HCB), virou meliante de 500 filmes de Raio X (RX) e foi detido por agentes da polícia daquela unidade sanitária.
O funcionário/ladrão, que trabalha há nove anos naquela secção, foi flagrado pelas autoridades policiais quando, com o produto na sua posse, tentava transpor um dos muros de vedação daquele hospital.
Falando a propósito ao “Diário de Moçambique”, o porta-voz do HCB, Bonifácio Cebola, acredita na possibilidade de haver conivência entre Gravata e algumas clínicas privadas da urbe, uma vez tratar-se de um material de uso exclusivo de hospitais.
O interlocutor explicou que para aquele conseguir os seus intentos e introduzir-se no interior do armazém de materiais de radiologia, quebrou um dos vidros da janela deste, razão de Gravata ter sofrido muitas escoriações no corpo.
“Há alguns meses, o mesmo funcionário incorreu num processo administrativo por motivos de roubos no HCB. Acreditamos que este pertence a uma quadrilha de assaltantes que com frequência tem perpetrado este tipo de desmandos no hospital. Sofremos roubo de computadores da sala de consultas há cerca de sete meses e não se conseguiu achar o ladrão, mas o modus operandi é semelhante a este último roubo”, explicou Cebola, anotando que na verdade, o indiciado, a ver aos quadradinhos nas celas da 2ª Esquadra da PRM, Ponta-Gêa, subtraiu uma caixa contendo 500 filmes de RX, que se fossem encontrados, prejudicaria cerca de 300 pacientes.
Uma estudante universitária de Udon Thani (Tailândia), ficou com uma cicatriz horrível após remover tatuagem no peito.
Mas decidiu que usaria uma técnica diferente chamada Rejuvi, ao invés da habitual a laser, com o objectivo de tornar o processo mais rápido e menos doloroso.
Mas as coisas não parecem ter corrido bem, a julgar pelas imagens. O tipo de remoção que escolheu envolve um removente químico, desenvolvido pelo Laboratório Rejuvi, na Califórnia. Na sua conta de Instagram Reaw contou o processo pelo qual passou.
Ao fim de três meses, no lugar da tatuagem a jovem tem uma cicatriz enorme e saliente. Decidiu mostrar a sua história para servir de alerta a outras pessoas para os perigos de remover uma tatuagem.
O homem, identificado como Jonathan Mthethwa, tentava atravessar a pé, o Crocodile River (Rio dos Crocodilos), na África do Sul, quando a tragédia aconteceu.
Tudo o que restou do pastor foram as sandálias e roupa interior. Membros da Igreja dos Santos dos Últimos Dias, onde Mthethwa proclama a fé, dizem que o padre entrou dentro de água e logo apareceram três crocodilos que começaram a comê-lo.
“Ele prometeu que demonstraria a sua fé mas, infelizmente, acabou por afogar-se e ser comido por três grandes crocodilos, mesmo à nossa frente. Ainda não percebemos como é que isto pôde acontecer porque ele esteve a rezar a semana inteira“, disse Deacon Nkosi, membro da igreja. Jonathan Mthethwa foi visto a entrar no rio e a percorrer cerca de 30 metros mas, quando tentou vir à tona, os três répteis apareceram inesperadamente e deram início à chacina. “Eles acabaram com Mthethwa em poucos minutos“.
“Tudo o que restou dele, quando os crocodilos acabaram de comer, foram um par de sandálias e a roupa interior, que ficaram a boiar na água“, declarou Deacon Nkosi. A equipa de emergência chegou 30 minutos depois do ataque mas já não havia muito a fazer.
Pelo menos uma dezena clientes do Fundo de Investimentos e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) na unidade “B” Quarteirão “3” na zona de Inhamudima, no bairro de Chipangara, na Beira, estão de costas voltadas com esta empresa, queixando se avisos de corte quando há mais de um ano não lhes é fornecido o precioso líquido.
As reclamações foram apresentadas durante o encontro no pretérito fim-de-semana com o chefe do posto administrativo de Chiveve, Manuel dos Santos Mussanema.
Fernanda Melice Cuamba, uma das cidadãs que receberam mensagens de corte enviadas pelo FIPAG, disse a que, para além da sua casa, a zona a que nos referimos depara-se com sérios problemas no abastecimento de água potável.
Contou que há torneiras que não jorram o precioso líquido há mais de um ano, facto que deixa os consumidores indignados porque têm recebido facturas com os valores de pagamento a cada mês que passa.
Armando Sebastião, outro residente, não escondeu a sua insatisfação em relação à situação que o deixa agastado com aquela instituição e afirmou que foi por várias vezes ao serviço de atendimento ao público do FIPAG, para se inteirar da questão que está a tirar o sono de dezenas de clientes daquela empresa de fornecimento do precioso líquido.
Precisou que foi surpreendido com taxas adicionais referentes aos meses em que não recebia as facturas.
Uma mulher de 26 anos processou a empresa farmacêutica americana GlaxoSmithKline após tomar um medicamento contra convulsão que provocou a perda de 90% de sua pele.
A jovem Khaliah Shaw, estudante de saúde pública, começou a tomar o medicamento Lamotrigine após ser diagnosticada com dupla personalidade. Mas a droga anti-convulsiva queimou a sua pele, quase a cegou e fez com que ela entrasse em coma induzido.
Khaliah tomou o medicamento durante 30 dias, o suficiente para começar a desenvolver uma erupção no rosto, e a pele em seus lábios começar a descascar. Porém, na época os médicos disseram que seria gripe. Até que um dia ela acordou com uma dor terrível, o seu rosto desfigurado e a boca coberta de bolhas. Além disso, ela começou a perder a visão. Na ocasião, os médicos sem saber o que estava acontecendo com a jovem, isolaram Shaw apreensivos de ela ter uma doença infecciosa.
O diagnóstico só veio depois de Khaliah piorar. Ela foi levada para o Centro Médico da Geórgia Central e Atlante, onde uma dermatologista diagnosticou a Síndrome de Stevens-Johnson (SJS) – Doença rara e grave da pele e das membranas mucosas. Os sintomas da doença são parecidos com os da gripe.
Durante a primeira noite no hospital a pele de Shaw continuou a cair, deixando-a com enormes feridas abertas. Foi quando os médicos decidiram colocá-la em um coma induzido para aliviar a dor. “Eles me colocaram em um coma induzido por remédios, porque sabiam que ia ser muito doloroso”, relatou.
Cinco semanas depois a jovem acordou do coma e ficou desolada após descobrir que não podia ver e estava respirando através de uma traqueostomia. Além disso, ela tinha perdido todo o cabelo e as unhas tinham caído. Mais tarde, ela ainda foi informada de que também perdeu 80% a 90% de sua pele.
Pouco tempo depois a visão da jovem começou a voltar gradativamente e ela se viu pela primeira vez após a reacção alérgica. “Foi um choque ver que todo o meu cabelo tinha caído. Eu não tinha as unhas”, disse ela.
Shaw só conseguiu ir para casa sete semanas depois do ocorrido, mas, segundo ela, a doença deixou traumas. “Ainda existem coisas que evito até hoje porque me faz lembrar dessa época”, disse.
Apesar dos transtornos e traumas deixados pela doença, o cabelo de Shaw está começando a crescer. E ela espera ansiosa pela volta da visão. “Gostaria de ter minha visão de volta”, disse a estudante, que colocou seus estudos de pós-graduação em espera e está sendo obrigada a usar óculos de sol, mesmo dentro de casa, porque qualquer luz é dolorosa para ela.
Após fazer tratamento, ela descobriu que o remédio provocou tudo isso. Foi quando a jovem decidiu processar a empresa GlaxoSmithKline alegando cerca de 3 milhões de reais em gasto com remédios. Cinco anos antes a empresa já havia perdido cerca de 3 bilhões de reais por não relatar os riscos de um remédio. “Isso não tem que acontecer e só aconteceu porque alguém errou”, disse Shaw, que vive a 30 quilómetros de Atlanta.
Um trabalhador da construção civil de Chengdu, na China, pode ter tido a sorte da sua vida ao sobreviver a um acidente em que acabou com o corpo entalado numa viga de metal.
As imagens chocantes, divulgadas pelo Asiawire e replicadas pela imprensa internacional, mostram o homem com o corpo perfurado por um ferro.
Os paramédicos que o socorreram encurtaram a viga e levaram o homem para o hospital onde lhe foi retirado o ferro.
Porque se o tivessem feito no local do acidente corriam o risco de a vítima começar a sangrar descontroladamente. O homem continua nos cuidados intensivos mas a recuperar.
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