Uma jovem norte-americana, de 25 anos, quase ficou cega depois de se fantasiar de palhaço para festejar o Dia das Bruxas com os amigos.
Emmajane Duffy aplicou a maquilhagem e começou a ter comichão nos olhos. Durante a festa de Halloween do ano passado, a mulher acabou por transpirar e os olhos começaram a ficar cada vez mais irritados.
A dor ficou intensa e, segundo a mesma, parecia “uma lâmina de barbear” a cortar os olhos. A jovem tentou limpar os olhos, mas o problema só piorava. Chamou um táxi e, enquanto esperava pelo veículo, uma das vistas de Emmajane fechou completamente. Quando chegou a casa limpou toda a maquilhagem e aplicou um creme na zona afectada.
Na manhã seguinte, não conseguia abrir os olhos e ficou temporariamente cega. Emmajane Duffy dirigiu-se ao hospital com o namorado e a médica que a examinou garantiu que tinha tido uma reacção alérgica à maquilhagem e que “tinha sorte por não estar cega”, visto que, a sua córnea tinha arranhões.
Apesar de ter recuperado a visão, a norte-americana vai ter de usar óculos para o resto da vida por ter ficado com muita sensibilidade à luz. “Num primeiro momento, achei que tinha caído nos meus olhos um bocadinho de sombra e que por isso estava com comichão. Mas não demorou muito até perceber que o meu problema era mais sério. A dor que senti por causa da reacção alérgica é algo que nunca mais quero voltar a sentir. Foi horrível“, disse a jovem ao Daily Mail.
“Quero contar a minha história para que as pessoas tenham cuidado ao usar produtos baratos durante o Halloween”, adiantou Emmajane.
Cinco pessoas morreram em consequência de um acidente de viação ocorrido, ontem, na zona de Chibuto 2 em Manica, envolvendo um autocarro da transportadora Nagy Investimentos e um camião.
O acidente ocorreu, ontem, na Estrada Nacional Número um, quando o autocarro da Nagy Investimentos que partiu de Maputo às 4 horas com destino à Tete chegado rebentou o pneu frontal, tendo se desgovernado e embatido no atrelado de um camião que seguia o sentido contrário.
Presume-se que o excesso de velocidade por parte do autocarro esteja na origem do sinistro.
O governador de Manica visitou os feridos do acidente ainda ontem e apelou para maior responsabilidade aos proprietários das transportadoras no recrutamento dos condutores.
A ministra dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), Letícia Klemens, admite que há indícios de corrupção no ministério que dirige. Letícia Klemens diz que os funcionários ao serviço da Administração Pública devem prosseguir o interesse público e nunca os seus intentos pessoais.
A titular da pasta dos Recursos Minerais e Energia falava, hoje, na abertura do III Conselho Coordenador do seu ministério. A ministra considera preocupantes os indícios de corrupção no sector. “Preocupa-nos sobremaneira os indícios de desvio e incumprimento do dever de boa administração em algumas áreas do nosso sector. Tais indícios são revelados principalmente através de actos de corrupção que representam o abuso e uso do poder público para a realização de ganhos pessoais ou para a satisfação de interesses privados”, disse a titular da pasta dos Recursos Minerais e Energia.
A área dos licenciamentos para actividade mineira é apontada como a mais propensa para actos de corrupção. Foi apelado aos funcionários do ministério a denunciarem qualquer tentativa de corrupção. Klemens prometeu agir com vigor e aplicar sanções administrativas ou penais aos infractores. Além da denúncia dos corruptores, o ministério vai simplificar os processos para combater as tentativas de suborno ou extorsão.
“Com vista a tornar as nossas instituições mais efectivas, devemos também considerar outras acções com potencial de contribuir para a redução ou eliminação da corrupção como, a simplificação dos procedimentos do licenciamento”, afirmou Letícia Klemens.
Os participantes do III Conselho Coordenador foram recordados que são o espelho das instituições e elementos centrais na administração pública, estabelecida para servir os interesses colectivos da sociedade.
O Conselho Coordenador ocorre numa altura em que o país enfrenta uma crise financeira e cortes orçamentais em diferentes sectores. “A conjuntura económica que caracteriza o nosso país tem retardado o cumprimento de algumas acções previstas no Plano Económico e Social (PES). Nos debates que seguirão às apresentações dos temas seleccionados, devemos abordar este constrangimento desafiante e procurar soluções que contribuam para minorar o impacto da insuficiência orçamental, por forma a que o cumprimento do Programa do Governo não seja comprometido”, concluiu a fonte.
A criação de um mercado formal de gemas e metais preciosos, a introdução de uso do gasóleo de 50 ppm, com baixo teor de enxofre, em substituição do de 500 ppm, a actualização mensal dos preços dos combustíveis, a modernização do cadastro mineiro e a aprovação do acordo entre a ENI e Exxon Mobil com vista à participação desta última no consórcio para a pesquisa e produção na área 4 da bacia do Rovuma são algumas das realizações destacadas das actividades programadas para o PES 2017.
O III Conselho Coordenador do MIREME tem como objectivos fazer o balanço das decisões e recomendações do II Conselho Coordenador, do PES de 2017, o balanço de meio-termo do Programa Quinquenal do Governo 2015-2019 e a definir a proposta do Orçamento e do PES 2018. O evento tem a duração de três dias e decorre na cidade da Matola, Maputo.
O Governo do Distrito de Morrumbala, na Zambézia, foi supostamente burlado em mais de um milhão de meticais, por uma empresa sedeada em Maputo, cujo dinheiro destinava-se à compra de duas viaturas.
A referida empresa ganhou o curso para fornecimento de duas viaturas ao Governo do Distrito de Morrumbala em 2015, todavia, até então não recebeu as viaturas e nem o valor na totalidade.
As viaturas destinavam- se à dinamização dos trabalhos da Administração Pública, nos postos Administrativo de Megaza e Chire, no distrito de Morrumbala.
O administrador do Distrito de Morrumbala, Pedro Sapange, que confirmou o facto, disse que tem mantido contactos permanentes com a direcção da empresa, mas que esta limita-se a prometer que irá efectuar a entrega das viaturas, facto que nunca se concretizou.
Este acaso, ocorreu quando Pedro Sapange era Administrador do Distrito de Namacurra. Quando assumiu as mesmas funções em Morrumbala, constatou a provável burla ao governo local, tendo de seguida denunciado ao Ministério Publico para a responsabilização.
A mesma empresa terá lesado ainda na Zambézia, o governo de Chinde, ao receber dinheiro para a compra de dois tractores, uma pá niveladora e um cilindro, meios que nunca chegaram àquele distrito.
Autoridades estimam que cerca de 100 pessoas tenham ficado feridas. Centenas de trabalhadores estariam a trabalhar na central de Unchahar quando ocorreu a explosão. Vários trabalhadores ainda estarão presos na zona da central onde a explosão aconteceu.
Uma explosão numa central eléctrica em Unchahar, Uttar Pradesh, na Índia, esta terça-feira à tarde provocou a morte de pelo menos nove pessoas e as estimativas iniciais apontam para cerca de 100 feridos, de acordo com o The Times Of India. Estes números poderão subir já que vários trabalhadores ficaram presos na zona da central onde ocorreu a explosão.
Uma equipa de 32 membros da National Disaster Response Force já está na central e as operações de resgate já estão a decorrer. Alguns feridos já foram transportados para o hospital local.
O incidente aconteceu por volta das 17 horas locais (12 horas em Portugal Continental) na unidade número seis da central eléctrica, uma nova unidade que estava a ser instalada e onde estavam a trabalhar centenas de trabalhadores.
As informações iniciais apontam para uma explosão numa caldeira.
É uma novela que já dura há um ano, mas os capítulos parecem não ter um fim à vista. É que continua o braço-de-ferro entre os vendedores do mercado Nwankakana, o Conselho Municipal de Maputo e a empresa Maputo Sul, em relação à cedência do espaço pelos vendedores para a construção da rampa de entrada da ponte Maputo-Katembe.
As três partes reuniram-se e, mais uma vez, os vendedores recusaram-se a sair do local. Cânticos, gritos e contestações marcaram o encontro. Mesmo com a mediação do 1.º secretário da Frelimo, Francisco Mabjaia, os vendedores disseram que não vão arredar o pé do espaço, sem que lhes sejam pagas as indemnizações alegadamente prometidas pela Maputo Sul.
“Durante as negociações, o PCA da Maputo Sul, Silva Magaia, assegurou-nos que não tinha espaço para nos atribuir, só tinha dinheiro para nos indemnizar e nós acordamos, porque esse era o nosso desejo. A única solução que temos neste momento é que nos entreguem as indemnizações e nós vos garantimos que em 24 horas libertaremos este local”, disse Zita Cossa, uma das vendedeiras.
Os vendedores avançam que durante o processo de negociação com a Maputo Sul, esta entregou-lhes senhas como garantia que consoante o tipo de construções lhes seriam pagos indemnizações. “À determinado momento, disseram que queriam construir um mercado para nós, porque a Maputo Sul já não tinha dinheiro. E nós dissemos, na altura, que não queríamos o mercado, mas sim dinheiro, porque as nossas barracas construímos sem apoio do Município”, disse Isabel Muthisse outra vendedeira.
Deficiências na comunicação mancham processo
Durante o encontro, foram reveladas uma série de informações alegadamente transmitidas por alguns dirigentes do Conselho Municipal que induziram os vendedores a pensarem que havia “muita mola no barulho”. Segundo os manifestantes, num dos encontros, a vereadora que superintende os Mercados teria prometido aos vendedores que iria dar uma ‘espreitadinha’ nos cofres da Maputo Sul para ver quanto valor lá existia.
Numa outra ocasião, depois da alegada “espreitadela” esta teria dito que os valores lá existentes eram irrisórios. Em reacção, Silva Magaia explicou que a sua empresa não dispõe de cofres. Magaia disse que acordou com o Município de Maputo que a melhor solução para os vendedores era a construção de bancas. “Do encontro com o Município, disseram-nos que com os valores acordados para dar a cada vendedor estaríamos a vos prejudicar. Disseram ainda que não deveríamos construir a ponte e vos deixar na pobreza e pediram-nos que construíssemos bancas para vos acomodar”, explicou para a insatisfação dos vendedores.
Simango pede retirada, vendedores dizem “não”
David Simango, presidente do Conselho Municipal de Maputo, começou a sua intervenção pedindo desculpas pelas falhas na comunicação havidas no processo. Simango assegurou não ter recebido qualquer valor da Maputo Sul referente à indemnização dos vendedores daquele mercado.
O edil recordou que os vendedores enviaram queixas para o Gabinete do Primeiro-Ministro e da Ministra da Administração Estatal e Função Pública. E porque também constituíram um advogado para os defender, Simango e Francisco Mabjaia aconselharam a estes que reivindiquem sem obstruir os trabalhos de construção da rampa. “Vocês submeteram queixas a essas entidades e tem um defensor, esse é vosso direito e não contexto. Esses processos administrativos e judiciais podem decorrer sem prejudicar a obra. Vocês podem continuar a reivindicar, sem prejudicar os trabalhos. Isto é, abandonam este lugar, as obras continuam e os processos também continuam”, pediu o edil, mas os vendedores não acolheram a proposta com agrado.
Acordada nova plataforma de diálogo
Porque os vendedores mostram-se irredutíveis mesmo com os apelos do 1.º secretário da Frelimo, acordou-se a criação de uma comissão de vendedores que irão representar, a partir de hoje (quarta-feira) todos os manifestantes no processo de diálogo a que se junta o partido Frelimo.
Os vendedores dizem não fazer sentido que fiquem sem indemnizações, uma vez que a Maputo Sul compensou todas as famílias por onde passou o projecto.
Mabjaia queixa-se de aproveitamento político
No fim do encontro, Francisco Mabjaia disse não ter dúvidas que há elementos estranhos ao processo que estão a agitar os manifestantes com objectivo de obter dividendos políticos. Na ocasião, exortou a estes a afastarem-se do processo para o bem da população. Mabjaia acrescentou que tudo será feito para encontrar os valores exigidos pelos manifestantes.
Monika Fourie, de 34 anos, foi condenada a cinco anos de prisão por ter atacado a amante do marido, Hanna Stokes, de 24, com a água a ferver de uma chaleira.
O caso remonta a 2015, mas só agora o tribunal inglês de Devon proferiu a sentença. Um dia antes do incidente, o marido havia confessado ter uma amante. Monika saiu de casa e procurou refúgio junto dos amigos. Porém, quando no dia seguinte regressou à sua habitação e encontrou Hanna, Monika atacou-a com água a ferver.
Ao ler a sentença, no mês passado, o colectivo de juízes sublinhou o facto de a jovem ter sofrido queimaduras de segundo grau na cabeça e no peito, tendo, inclusive, de ser operada para que um dos seus tímpanos fosse reconstruído.
A defesa alegou que Monika não teve a intenção de provocar tais ferimentos na rival, mas os juízes não se deixaram convencer. Nem mesmo quando a mulher disse não se lembrar com exactidão do momento do ataque. “Senti uma dor na cabeça muito forte, como se me estivessem a esfaquear, repetidas vezes, na cabeça. Depois o que me lembro é de estar a andar na rua, mas não sei como lá cheguei”, disse em sua defesa.
Durante o julgamento, Hanna admitiu que ter mantido uma relação com um homem casado não foi correto da sua parte. Porém, sublinhou que tal ato não justifica a violência de que foi alvo, refere o Daily Mail.
“Vou ter que viver com isto para o resto da minha vida. Eu sei que não merecia isto, tenho passado por um verdadeiro inferno”, rematou.
Um atropelamento foi verificado em uma ciclovia às 15h05 da tarde de terça-feira, seguido por tiros na região de TriBeCa, próximo ao antigo World Trade Center, deixou oito mortos e 11 feridos.
Entre os mortos estão cinco argentinos e uma belga. Testemunhas afirmam que o motorista do caminhão — um homem de 29 anos, nascido no Uzbequistão — deixou o veículo alugado gritando “Deus é grande!”, em árabe, o que foi confirmado pela polícia local. O atentado é o primeiro com carros a deixar mortos nos EUA e será mais um grande desafio para o governo de Donald Trump, que ontem, sem mesmo que o Estado Islâmico tivesse reivindicado a autoria do atentado, twittou contra o grupo terrorista.
“Não devemos permitir que o Estado Islâmico volte, ou entre, no nosso país depois de derrotá-los no Oriente Médio e em outros lugares. Basta!”, escreveu o presidente na rede social. Horas antes, antes da confirmação do incidente como um ato de terrorismo, Trump já havia se manifestado: “Em Nova York, parece que há outro ataque de uma pessoa muito doente e perturbada. A aplicação da lei está acompanhando de perto. NÃO NOS EUA”.
Até a noite de ontem, a polícia não tinha divulgado as motivações do autor do atentado, segundo a rede ABC, Sayfullo Habibullaevic Saipov, de 29 anos, que chegou aos EUA em 2010, e moraria em Nova Jersey — a carteira de motorista encontrada no local era de Tampa, na Flórida. Após ser alvejado no abdómen, ele foi detido.
Segundo o “New York Times”, investigadores encontraram duas notas em árabe perto do veículo, na qual ele jurava lealdade ao EI. A polícia de Nova York não havia fornecido detalhes sobre as vítimas, mas dois argentinos estão entre os mortos. O consulado brasileiro na cidade afirmou não ter informações sobre a presença de brasileiros entre mortos ou feridos na tragédia.
Vinte e quatro horas depois da publicação de anúncios de compra de carros de luxo no valor de 118 milhões de meticais, o governo chamou a imprensa para explicar que 39 das 45 viaturas foram adquiridas em 2015.
Este ano, o governo está a comprar seis viaturas para antigos dirigentes superiores do Estado, no valor de 29 milhões de meticais. A lista incluiu um Mercedes-Benz S400 e um Toyota Land Cruiser 200, cada um avaliado em cerca de 11 milhões de meticais. Outras quatro são Hyundai Accent, cada um ao custo aproximado de dois milhões de meticais.
Questionado se não era possível adiar a compra das seis viaturas para os antigos dirigentes para atender prioridades do Estado, o secretário-permanente do Ministério da Economia e Finanças, Domingo Lambo reagiu afirmando que o Governo não está a fazer a revolução.
O Ministério da Economia e Finanças não revelou os nomes dos antigos dirigentes que irão receber as viaturas em processo de compra, remetendo a imprensa ao Gabinete de Atendimento aos Antigos Dirigentes do Estado.
O ministro da Defesa britânico, Michael Fallon, demitiu-se do cargo que ocupava há três anos na sequência da acusação de assédio sexual, avança a BBC.
Michael Fallon é, assim, o primeiro membro do governo britânico a afastar-se do cargo na sequência do escândalo de assédio sexual que tem assombrado Westminster.
Recorde-se que o ministro demissionário já havia pedido desculpa por, há 15 anos, ter assediado sexualmente a jornalista Julia Hartley-Brewer. Segundo a imprensa britânica, o agora ex-membro do Executivo de Theresa May terá colocado uma mão nos joelhos da jornalista.
Na sua carta de demissão, Michael Fallon admitiu que o comportamento que teve no passado não foi correto e que, depois de “reflectir”, decidiu apresentar a sua demissão.
Lembrando que têm surgido, nos últimos dias, várias acusações de assédio sexual que englobam vários membros do Parlamento britânico, o ministro demissionário frisou que “muitas das acusações são falsas”.
No entanto, admitiu que “no passado” teve comportamentos que ficam “abaixo do padrão” das Forças Armadas que ele teve a “honra de representar”, razão pela qual decidiu colocar o seu lugar à disposição.
Um indivíduo ainda não identificado abusou sexualmente de uma menina de seis anos de idade e causou-lhe graves ferimentos nos órgãos geniais, na cidade de Xai-Xai, província de Gaza. Ela está sob cuidados médicos mais especializados em Maputo, para onde foi transferida devido à gravidade das lesões.
O caso ocorreu na noite do último domingo (29), numa casa abandonada no bairro Patrice Lumumba, na ausência dos avôs que supostamente se encontravam na igreja.
A miúda foi aliciada com pipocas e levada até a referida habitação que dista pelo menos 300 metros da casa da família.
No local do acto eram visíveis sinais de tentativa de resistência e luta pela vida por parte da criança, mas o malfeitor não se comoveu e alcançou os seus intentos perversos. O abusador em causa deixou a sua roupa interior no sítio onde o estupro aconteceu. A miúda foi achada estatelada no chão e quase sem sinais vitais. O pior não aconteceu porque foi encontrada a tempo.
Testemunhas contaram que, no dia anterior, sábado (28), apareceram pessoas desconhecidas a rondar a casa da família da miúda.
Tendo em conta estas declarações, acredita-se que a pessoa que estuprou a vítima esteve a sondar a residência onde vive por algum tempo, à espera do momento certo para agir.
O @Verdade apurou que a miúda apresentava lesões graves, tais como no períneo [espaço compreendido entre o ânus e os órgãos sexuais].
A criança foi levada ao Hospital Provincial de Xai-Xai, por voltas das 21 horas daquele domingo. Porém, devido à gravidade das lesões, ela foi transferida na segunda-feira (30) para o Hospital Central de Maputo (HCM).
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial de Monitoria e Avaliação e Prestação de Contas e Aprendizagem MEAL do Projecto de Emergência SIDA – COSACA III. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Projecto de Emergência SIDA – COSACA III. Saiba mais.
A Africaixa – Empresa que actua no mercado financeiro pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos de Cobrança e Recuperação. Saiba mais.
A Young Gemynds Primary School & Kindergarten pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Professores para leccionarem da 1ª à 12ª Classe. Saiba mais.
A Intercampus – Estudos de Mercado Lda pretende recrutar um (1) Estagiário para a área Estatística com a componente de elaboração de relatórios. Saiba mais.
Uma empresa de direito moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Jornalistas de Rádio. Saiba mais.
Uma empresa de direito Moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Tesoureiro. Saiba mais.
Uma empresa de direito Moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais.
Uma empresa de direito Moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Comercial e Marketing. Saiba mais.
Uma empresa de direito Moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Locutores. Saiba mais.
O Governo de Moçambique, representado pelo Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER) pretende contratar um (1) Assistente Financeiro. Saiba mais.
O Conselho Municipal da Cidade da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quarenta e cinco (45) Auxiliares/ Assistentes da Polícia Municipal (Errata). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos de Medicina Geral. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Preventiva e Saneamento do Meio. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Técnicos de Farmácia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Enfermeiras de SMI/ Básica. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Enfermeiros Gerais. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Laboratório. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Psiquiatria e Saúde Mental. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Estatística Sanitária. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Agentes Técnicos/ Motoristas. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte (20) Agentes de Serviço. Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital de Actividades Colaborativas TB/HIV e DOTS-C. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma Consultoria estratégica de Recursos Humanos que está a recrutar para seu cliente um (1) Analista Sénior de Compras (Procurement). Saiba mais.
Doze jornalistas guineenses ficaram feridos e o seu equipamento de trabalho foi destruído por polícias em Conakry quando defendiam um colega que está detido, segundo um órgão de comunicação social local.
Os jornalistas estavam a defender o director do grupo privado de rádio e de televisão Gangan, Abdoubacar Camara, que está sob custódia policial desde segunda-feira, disse à agência noticiosa France-Presse (AFP) o presidente da União de rádios e televisões livres na Guiné (Urtelgui), Sanou Kerfala Cissé.
Camara foi detido para interrogatório, juntamente com três jornalistas do seu grupo, depois de terem surgido rumores, entre domingo à noite e segunda-feira, de que o Presidente da Guiné-Conakry, Alpha Condé, teria morrido, segundo a polícia local.
Na origem dos rumores estará a transmissão de uma música funerária na rádio do grupo Gangan no domingo, depois da morte de um jornalista do grupo. Os rumores foram dissipados depois do chefe de Estado ter aparecido na televisão na noite de segunda-feira. Os três jornalistas foram libertados na segunda-feira depois de serem ouvidos, mas o director do grupo Gangan continua detido “por necessidade de investigação”, indicou hoje à AFP um responsável da polícia.
A Guiné-Conacri ocupa o 101.º lugar entre 180 países no ‘ranking’ da liberdade de imprensa para a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF).
Uma mulher paquistanesa foi presa por ter envenenado o marido e, acidentalmente, mais 12 familiares do próprio.
Asiya Bibi colocou veneno no leite do companheiro com o objectivo de provocar a sua morte. Mas o homem, em vez de beber o líquido, usou-o para fazer uma bebida à base de leite e iogurte, chamada ‘lassi’, e serviu-a a toda a família.
A polícia disse que a mulher foi forçada a casar com o homem numa união arranjada pelas famílias de ambos, uma prática muito comum no Paquistão.
Segundo a imprensa local, Asiya tentou fugir da casa onde vivia com o marido, em Muzaffargarh, para a casa dos pais, mas não teve sucesso e acabou capturada pelas autoridades.
O chefe da polícia, Owais Ahmad, confirmou que Asiya foi acusada de homicídio e um homem, que se acredita ser amante da mulher, e a sua tia também foram presos.
De acordo com a polícia, 13 pessoas morreram, incluindo crianças, e 14 estão hospitalizadas.
Pelo menos 17 civis e cinco elementos armados foram mortos nos últimos dias na República Centro-Africana após confrontos entre milícias rivais, na cidade de Bria, no leste do país, segundo um balanço provisório divulgado pela ONU.
Os combates entre antigos rebeldes islâmicos ‘Séleka’ e a milícia cristã ‘anti-Balaka’ causou ainda 36 feridos e obrigou cerca de 10.000 civis a fugir de suas casas para escapar à violência, refere um comunicado da MINUSCA, missão da Organização das Nações Unidas (ONU) naquele país.
O número e deslocados nesta zona subiu para 20.000, 15.000 dos quais procuraram refúgio junto à base da MINUSCA, que reposicionou as suas tropas para proteger os civis na região de Haute-Kotto, cuja capital é Bria, refere a agência de notícia espanhola EFE.
“Os conflitos entre grupos armados em Bria e em qualquer outro local na RCA (República Centro Africana) devem parar“, disse Diane Corner, do secretariado-geral da MINUSCA.
Os combates entre milícias ocorridos na sexta-feira perto da pista do aeroporto da cidade de Bria acabaram em saques no bairro onde estão instalados os escritórios e as residências de organizações humanitárias.
Estes novos episódios de violência acontecem poucos dias depois de dezenas de pessoas terem sido mortas em acções das milícias em dois outros pontos sul do país.
O Procurador distrital de Macossa, em Manica, Tinosse Filipe Mejenje, foi condenado na segunda-feira (30), pelo Tribunal Judicial da Cidade de Chimoio pela prática de crimes de violência psicológica e ofensas corporais voluntárias simples contra a sua esposa, Elsídia Filipe, porta-voz do comando provincial da Polícia em Manica.
O juiz da secção cível do Tribunal judicial de Chimoio decidiu aplicar ao procurador-agressor pelos crimes ora referidos, uma pena de sete meses de prisão convertidos em multa e indemnizar a vítima no valor de 120 mil meticais pelos danos corporais e morais causados.
Segundo apurou o ‘O País’, o procurador ora condenado começou a partir para a violência há mais de um ano, após ter ouvido rumores de que a sua esposa estava a manter uma relação amorosa com um outro homem, facto que aquele guardião da legalidade não conseguiu provar em sede do Tribunal.
Há mais de três meses, quando Majenje tomou conhecimento que a sua parceira estava cansada de actos que configuram a violência doméstica e que já havia aberto um processo-crime contra si, decidiu abandonar a casa, deixando a vítima e uma filha menor à sua sorte, daí que próxima semana o tribunal deverá constituir réu o procurador, no processo de pensão de alimentos que já segue seus trâmites legais.
Um homem na Ucrânia trocou oficialmente seu nome para iPhone 7 depois que uma loja de electrónicos ofereceu o novo aparelho da Apple às primeiras cinco pessoas que fizessem esta mudança, segundo a agência de notícias Associated Press.
Antes chamado Olexander Turin, de 20 anos, ele recebeu seu aparelho como prémio nesta sexta-feira (28). Um iPhone 7 na Ucrânia custa a partir de US$ 850 (cerca de 51.846 meticais), enquanto a troca de nome no país custa apenas US$ 2 (cerca de 122 meticais).
iPhone 7 disse à agência que seus amigos e família ficaram chocados com a mudança no início, mas depois apoiaram a ideia. Ele afirmou que pode mudar o nome de volta para Olexander Turin quando tiver filhos.
Sua irmã, Tetyana, disse que “foi difícil aceitar e acreditar”, mas “cada pessoa no mundo busca se expressar de certa maneira. Por que não assim?”
Uma juíza federal de Washington proibiu na segunda-feira (30) o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impedir a presença de transgêneros nas Forças Armadas, medida que havia sido anunciada em Julho passado.
Em sua decisão, a magistrada Colleen Kollar-Kotelly ordena o restabelecimento do “status quo”, ou seja, de uma iniciativa do antecessor de Trump, Barack Obama, para permitir a entrada de transgêneros nas Forças Armadas a partir de 2018.
A sentença é resultado de uma acção movida por associações de defesa da comunidade LGBT, mas ainda cabe recurso por parte da Casa Branca. Em Julho passado, Trump havia anunciado no Twitter que não aceitaria transgêneros como militares, alegando que as Forças Armadas não poderiam arcar com os “enormes custos médicos e a perturbação” que essas pessoas representam.
A decisão significa mais uma derrota do governo Trump na Justiça, após as diversas sentenças que fizeram a Casa Branca modificar o projecto do magnata para vetar a entrada nos Estados Unidos de imigrantes de seis países muçulmanos.
Através da Direcção Nacional do Património do Estado, o governo está a comprar 45 viaturas de luxo, cujos preços variam de 1.350.000,00 a pouco mais 11 milhões de meticais por unidade.
Em três ajustes directo, o governo encomendou um Mercedes-Benz, modelo S500, no valor de 11.429.711,14MT, um Mercedes-Benz, modelo S400, ao preço de 10.754.280,00MT, e um Toyota Land Cruiser 200, VX, Station, de oito lugares, com o custo de 10.745.280,00MT.
As outras 42 viaturas estão a ser compradas através de concursos públicos. No primeiro lote, o governo requisitou 20 Mercedes-Benz, modelo C180, e vai pagar 2.290.000,00MT por cada um.
No terceiro lote, são 10 Ford, modelo Ranger 3.2, cabine dupla, ao preço de 1.978.000,00MT cada, mais um de modelo Wildtrak 3.2, cabine dupla, que custa 2.277.000,00MT.
No quarto lote, o governo está a comprar quatro Hyundai, modelo Accent 1.6cc, ao preço de 1.905.995,00MT cada e, finalmente, no último lote são sete Peugeot, modelo 508, com o custo de 1.385.000,00MT por cada viatura. Este é o preço mais baixo.
A compra de 45 viaturas representa um custo de 118.096.251,14MT aos cofres do Estado é feita num ano em que o Governo assumiu a racionalização da despesa pública e priorização de afectação de recursos para sectores económicos e sociais.
Mas a realidade mostra o contrário. Por exemplo, no Orçamento deste ano o governo prevê gastar 132 milhões de meticais com a compra de autocarros de transporte público, praticamente o mesmo valor das viaturas que vão servir apenas 45 dirigentes.
No mesmo orçamento, o governo prevê gastar apenas 50 milhões de meticais em compra de carteiras escolares, um valor que representa menos da metade do custo total das 45 viaturas.
O valor da compra destas viaturas ultrapassa em cerca de 40 milhões o orçamento do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades para este ano.
Ainda no Orçamento deste ano, o Governo reservou 140 milhões de meticais para o Programa Estratégico para a Redução da Pobreza Urbana. Portanto, apenas 20 milhões de diferença em relação ao valor alocada para estas viaturas de luxo.
Entretanto,o Governo recusou-se a reagir sobre o assunto, remetendo a imprensa ao sector que efectuou a adjudicação de viaturas.
O Presidente da República, Daniel Chapo, instou a Inspecção-Geral do Estado (IGE) a agir com rigor e imparcialidade, durante a cerimónia de posse da...