Um jovem de 38 anos de idade de nome L. Luar desferiu golpes à facada a um outro por, supostamente, ser amante da sua namorada. O crime deu-se na quinta-feira à noite no bairro do Alto Maé, na cidade de Maputo.
O acusado do crime foi detido pela Polícia, algures na capital.
Ao que soube o “Notícias”, a vítima, de nacionalidade nigeriana, está entre a vida e a morte no Hospital Central de Maputo.
A vítima foi surpreendida pelo agressor nas imediações do Jardim 28 de Maio, mais conhecido como “quartel dos Madjermanus”, onde estava descontraída e longe de imaginar que estava ser caçado com uma faca em punho.
Falando à imprensa sobre o crime, o agressor, que passa mais tempo na África do Sul, não demonstrou arrependimento pelo acto que cometeu.
O indiciado deu a entender que se tratava de um ajuste de contas contra a vítima, cujo nome não foi avançado, que já o teria agredido na África do Sul, onde ele reside.
Paulo Nazaré, porta-voz da Polícia na cidade de Maputo, disse que o suposto amante sofreu lesões graves na cabeça e na barriga, pelo que o seu quadro clínico é delicado.
O ex-vice-presidente da Argentina, Amado Boudou, foi detido na sexta-feira (03) no próprio apartamento pelas acusações de enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro, informou uma funcionária da Justiça Federal.
Canais de televisão locais mostraram imagens de Boudou, que foi vice de Cristina Kirchner entre 2011 e 2015, algemado ao sair de seu apartamento de Buenos Aires. Ele será levado para o juiz Ariel Lijo para ser questionado, disse uma fonte que trabalha no Judiciário, que pediu anonimato.
O ex-funcionário enfrenta um julgamento por suposta aquisição irregular da única gráfica de papel-moeda habilitada no país, um dos casos de suposta corrupção mais em evidência durante o mandato da ex-presidente.
Além de vice, Boudou serviu como ministro da Fazenda da Argentina entre 2007 e 2015, ainda sob o governo Kirchner. Ele também já responde processo sobre aquisição irregular de uma companhia que imprimia a moeda local, o peso argentino.
Quatro obreiros da igreja Ministério Jesus Liberta, localizada no bairro Muave, posto administrativo de Inhamízua, na Beira, estão desde segunda-feira detidos, indiciados na prática do crime de cárcere privado, acto associado a supostos poderes de curar uma jovem de 24 anos, que padece de doença tida como diabólica.
Com os referidos servos de Deus, encontra-se nas celas da 9ª Esquadra da PRM, sita junto ao Aeroporto da Beira, o marido da vítima, Fernando Pedro Alface, de 40 anos de idade, que é um dos fiéis da congregação.
Os obreiros, que durante pelo menos 20 dias mantiveram F. Domingos em situação de privação de liberdade, respondem pelos nomes de Buramuge Pinto Furruma, de 21 anos de idade, Alves Samuel (20), Timóteo João Fandique (30) e Fernando Paulo (19). Fernando Pedro Alface alegou, em contacto com a imprensa, que, há meses, a companheira começou a ser atacada por uma “doença diabólica”, facto que levou o casal a consultar um médico tradicional “curandeiro”, o qual disse tratar-se de sintomas reveladores de dom para a mulher ser curandeira.
Contudo, alguns dias depois, quando estava no serviço, onde trabalha como jardineiro, apareceu na sua residência uma crente da igreja Ministério Jesus Liberta, que tentou convencer F. Domingos, afirmando que ela poderia ser curada no templo.
“Ela contou-me que chegou uma senhora a dizer que na igreja que frequenta ela podia melhorar. A minha mulher disse-me que não queria o tratamento do curandeiro, porque é jovem. Por isso preferia frequentar a igreja”, disse Alface que, mesmo dentro dos calabouços, está acompanhado de uma bíblia.
Ele afirmou que tudo o que queria era ver a sua parceira a gozar de boa saúde e para isso começou a participar nas orações junto com a mulher.
Ele disse que nos momentos em que o pastor, que responde pelo nome de Manuel Bonga, rezava a sua mulher começava a ficar agitada e depois ficava bem.
“Ela ficava como que tivesse espírito mau. O pastor nos dizia que devemos ficar fortes e ter fé em Deus. Aliás, fomos conhecendo pessoas dentro da igreja que tiveram os mesmos problemas, mas depois melhoraram”, garantiu.
Mas, aparentemente, as orações não afugentaram o “demónio”. Preocupado, o homem quis saber qual seria o passo seguinte, ao que obteve a resposta: “É só ter fé. Ela vai permanecer aqui e nós vamos orar por ela de manhã, a tarde e a noite. Você pode ir para casa. Foi daí que ela ficou internada na igreja até eu chegar a este ponto. Mas eu sempre estava lá”, contou Alface.
Já os obreiros ora encarcerados avançaram que é comum serem internadas pessoas que padecem alguma doença na igreja. Eles contam que no caso de F. Domingos era preciso que ficasse permanentemente amarrada com capulana porque, quando tivesse crise, a tendência era de quebrar coisas ao seu alcance.
Alves Samuel narrou que ele e seus companheiros estão detidos porque na segunda-feira última chegou a igreja a família da “doente” com uma notificação em nome do pastor.
Entretanto, foram-se apresentar na 9ª Esquadra, de forma a explicar que o líder, Manuel Bonga, se encontra na vizinha província de Manica.
“Quando fomos à Esquadra para dar a informação da ausência do pastor, um dos membros da família disse ao comandante que nós também estávamos no grupo e daí levaram-nos às celas”, contou Samuel.
Ele acrescentou que o líder da igreja Ministério Jesus Liberta estará na Beira.
Entretanto em entrevista ao “Diário de Moçambique”, os familiares de F. Domingos mostraram-se bastante indignados com a atitude tomada pelo esposo desta, de internar uma pessoa na igreja em detrimento de um hospital.
O pai da vítima, Domingos Araújo Pontevida, disse que não sabia da situação da sua filha, pois tinha-se mudado de residência para o bairro de Muave. O genro dizia que era cedo para levar a família a fim de conhecer a nova casa do casal.
“Sempre que ligávamos, ele (Fernando Pedro Alface) dizia que estava tudo bem. Aliás, o meu genro é colega de meu irmão e também dizia a este que em casa estava tudo bem”, lamentou Pontevida.
Ele acrescentou que a sua filha está internada no Hospital Central da Beira (HCB), onde recebe cuidados médicos.
Já o régulo do Muave, Luís Manuel, mais conhecido por régulo Luís, disse estar chocado com a situação. Ele afirmou que não sabia o que estava acontecendo naquela congregação.
“É uma situação triste. É o primeiro caso que acompanho e estou chocado. A igreja é um local para adorar a Deus e não para internamento de doentes, porque o doente já tem um lugar para ser tratado, que é hospital”, sublinhou o régulo Luís.
Por sua vez, a Polícia, através do por porta-voz do comando provincial em Sofala, Daniel Macuácua, adiantou que os autos dos ora detidos já foram lavrados. Garantiu que o processo seguirá a sua tramitação legal.
“Este caso está enquadrado no tipo de crime de cárcere privado, que é previsto e punível no código penal vigente no país”, concluiu Daniel Macuácua.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, endereçou, condolências ao presidente do maior partido da oposição, Afonso Dhlakama, pela morte da filha, Isabel Dhlakama.
A filha de Dhlakama faleceu na quarta-feira (01), vítima de doença.
“Foi com muita mágoa e profunda consternação que tomamos conhecimento da notícia do falecimento, por motivo de doença, da Senhora Isabel Afonso Dhlakama, filha do Senhor Afonso Dhlakama, presidente do partido Renamo, ocorrido na noite do dia 01 de Novembro de 2017. O falecimento da senhora Isabel Dhlakama deixa um enorme vazio no seio da família e constitui o interromper do sonho de uma jovem que perante as vicissitudes da vida procurava contribuir para o desenvolvimento e bem-estar familiar e geral”, diz o comunicado da Presidência da República, que refere que “neste momento de profunda tristeza, quero, em nome do Governo de Moçambique, de todo o Povo Moçambicano e no meu próprio, transmitir a nossa solidariedade e os mais sentidos pêsames ao Presidente da Renamo e à toda a família Dhlakama”.
WASHINGTON, DC - JULY 27: U.S. President Donald Trump attends an event in the East Room of the White House recognizing the first responders to the June 14 shooting involving Congressman Steve Scalise July 27, 2017 in Washington, DC. Scalise was among four people shot by James Hodgkinson during a congressional baseball team practice. (Photo by Win McNamee/Getty Images)
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou-se “desapontado” com o Departamento de Justiça e não descarta a possibilidade de demitir o procurador-geral Jeff Sessions se este não abrir uma investigação ao Partido Democrata.
“Honestamente, deveriam estar a olhar para os democratas”, disse Trump aos jornalistas na Casa Branca, antes de partir para uma viagem de 12 dias ao continente asiático.
Os comentários surgem após o Presidente norte-americano ter lançado hoje de manhã, através da rede social Twitter, um ataque contra a sua adversária na campanha presidencial de 2016, Hillary Clinton, e o Comité Nacional Democrata.
“A trapaceira Hillary (Clinton) comprou o DNC e depois roubou as (eleições) primárias dos Democratas do louco Bernie (Sanders)!“, escreveu Trump, acrescentando que esta é a “real história sobre o conluio”.
Questionado se despediria Sessions se o Departamento de Justiça não concentrasse os seus poderes de investigação nos Democratas, Trump respondeu que não sabia.
“Muitas pessoas estão desapontadas com o Departamento de Justiça, incluindo eu“, sublinhou o Presidente norte-americano.
Hoje, mais cedo, Trump disse que o povo norte-americano “merecia” ver uma investigação federal sobre Hillary Clinton e o DNC sobre um acordo conjunto de angariação de fundos assinado em Agosto de 2015.
A acusação de Trump baseia-se na publicação do órgão de comunicação norte-americano Politico, sobre um trecho do livro da ex-presidente do DNC, Donna Brazile.
A ex-presidente do DNC alegou que encontrou “provas” de que as eleições primárias dos Democratas de 2016 foram manipuladas a favor de Clinton. Brazile declarou acreditar que nenhuma lei foi violada, mas que o acordo de financiamento “não lhe pareceu ético”.
No final de quinta-feira, Trump divulgou no Twitter, sem evidências, que acreditava que os democratas haviam agido “ilegalmente”.
Nos ‘tweets’, Trump destacou as críticas ao DNC da senadora de Massachusetts, Elizabeth Warren, a quem chamou de “Pocahontas”.
O Presidente norte-americano também instou as autoridades federais a lançar uma investigação.
“Vamos lá FBI (Escritório Federal de Investigação) e Departamento de Justiça”, escreveu Trump na rede social.
O acordo de angariação de fundos, assinado em Agosto de 2015 durante o processo das eleições primárias, de acordo com Brazile, foi pouco habitual e deu à campanha de Clinton alguma influência sobre as decisões do DNC.
Meses depois, o principal rival de Hillary Clinton nas eleições primárias dos Democratas em 2016, o senador independente Bernie Sanders, assinou o seu próprio acordo com o Partido Democrata.
Trump e sua campanha presidencial são objectos de uma vasta investigação por parte do ex-director do FBI e actual advogado especial Robert Mueller, sob a supervisão do Departamento de Justiça.
A Casa Branca já tentou tirar o foco desta investigação, que se centra no alegado conluio entre a campanha de Trump e o Governo russo, e passá-lo para Hillary Clinton e a sua campanha presidencial.
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O primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, garantiu em Maputo, estar em curso a revisão da legislação sobre os direitos e regalias dos dirigentes do Estado, para adequá-la à realidade do país, caracterizada por uma conjuntura económica e financeira desafiante.
Carlos Agostinho do Rosário reagia, no segundo e último dia da sessão de informações do Governo ao Parlamento, sobre a preocupação manifestada pelas bancadas da Assembleia da República em relação ao anúncio de aquisição de 45 viaturas ao custo de cerca de 120 milhões de meticais.
“Compreendemos a inquietação da sociedade em torno da aquisição de viaturas para o Estado”, declarou o primeiro-ministro, segundo o qual, de facto, o Governo adquiriu, em 2015, viaturas para o apetrechamento dos órgãos e instituições do Estado, mas o respectivo processo de regularização só ocorreu recentemente, em cumprimento da recomendação do Tribunal Administrativo.
“A regularização do processo ocorre num momento em que o Governo está a implementar medidas de consolidação orçamental”, afirmou, para depois acrescentar que “é neste contexto que está em revisão a legislação referente aos direitos e regalias dos dirigentes superiores do Estado, de modo a adequá-la à realidade do país, caracterizada por uma conjuntura económica e financeira desafiante”.
O primeiro-ministro explicou que o principal objectivo das medidas de consolidação orçamental é poupar recursos para o financiamento de acções prioritárias do Governo, com enfoque para saúde, educação, infra-estruturas e transporte.
O Governo, através do secretário permanente do Ministério da Economia e Finanças, Domingos Lambo, veio a público, esta quarta-feira, afirmar que este ano apenas se adquiriu seis viaturas para alguns dirigentes. As restantes 39 viaturas, segundo Lambo, foram compradas em 2015, antes da suspensão do apoio directo ao Orçamento do Estado pelos doadores internacionais.
Entretanto, a aquisição ocorreu sem observar algumas normas, tendo por isso o Tribunal Administrativo exigido que se regularizasse a situação.
Executivo renova promessas de apoio à agricultura
No encerramento da sessão de informações do Governo ao Parlamento, o primeiro-ministro renovou a intenção do Governo de apoiar a agricultura, para acabar com a fome no país. De acordo com Carlos Agostinho do Rosário, o Governo compromete-se, ainda, a combater a corrupção, sobretudo na Função Pública. “Os resultados alcançados na campanha agrícola 2016/2017 incentivam-nos a continuar empenhados no aumento dos níveis de produção, com vista a tirarmos o nosso país do mapa da fome”, disse o primeiro-ministro.
Refira-se que ontem foi o último dos dois dias da sessão parlamentar de informações do Governo. Carlos Agostinho do Rosário falou do estágio actual de negociação das dívidas tidas como ocultas, contraídas com aval do Estado, e do relacionamento com o Fundo Monetário Internacional. “No âmbito do reforço da gestão da dívida pública, transparência e responsabilização, continuaremos a implementar reformas com vista a assegurar a sustentabilidade das finanças públicas. É neste quadro que estamos a implementar o plano de acção, de acordo com o Fundo Monetário Internacional”, disse Do Rosário.
Isabel dos Santos foi nomeada para a presidência da Sonangol pelo pai, então presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, em Junho de 2016.
A Sonangol desmentiu que Isabel dos Santos tenha sido exonerada pelo presidente angolano, João Lourenço, da presidência do Conselho de Administração. A notícia, que tinha sido avançada pela RTP, citando comunicado oficial da presidência angolana, terá sido baseada numa falsa nota de imprensa, indica agora a estação pública portuguesa.
Isabel dos Santos foi nomeada para a presidência da petrolífera Sonangol pelo pai, então presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, em Junho de 2016.
Numa nota oficial do governo de Angola, com data do dia 1 de Novembro, informa-se apenas que o Presidente da República exonerou o conselho de administração da Empresa de Ferro de Angola, a Ferrangol, dois vice-governadores do Banco de Angola, assim como quatro membros do Conselho de Administração, e o conselho de administração da ENDIAMA, a Empresa de Diamantes de Angola.
Em 2015, Nelson Santos veio à Moçambique pela mão do Costa do Sol, tendo substituído Diamantino Miranda quando foi afastado e expulso do país, ainda a meio do campeonato.
O técnico português levou os “canarinhos” ao segundo lugar do campeonato nacional, atrás do Ferroviário de Maputo, numa prova que foi disputada até ao último segundo, senão mesmo até depois do último minuto, uma vez que o jogo envolvendo o Costa do Sol já tinha terminado quando os “locomotivas” da capital se sagraram campeões nacionais.
Com a direcção do Costa do Sol, não houve entendimento para sua continuidade, tendo este regressado à Portugal, para junto da família.
Em 2017, Nelson Santos foi novamente chamado para abraçar um projecto ambicioso e a longo prazo no Costa do Sol, onde contratou 20 jogadores. Na altura, Nelson Santos considerou esta época como a inicial (“época zero”), uma vez que seu contrato era de dois anos com mais um de opção.
O principal objectivo de Nelson Santos no comando dos canarinhos era formar uma equipa que atacasse as conquistas internas, daí que a direcção do clube tenha criado condições para um plantel luxuoso, onde fez contratações em todos os sectores, desde a baliza até ao ataque, com destaque para jogadores como Guirrugo, Kito, Nelson, Isac, Lineker, Mbulu, entre outros.
Depois de uma época desastrosa em 2016, onde chegou a lutar pela manutencão, os planos da equipa técnica passaram por lutar pelo título nacional e conquistar a Taça de Moçambique, uma vez passados 10 anos sem que a equipa conquistasse um título sequer.
Nos princípios de Outubro, a equipa lutava incondicionalmente com a União Desportiva de Songo para a conquista do título e havia chegado à final da Taça de Moçambique. No final do Moçambola ZAP, os “canarinhos” contentaram-se com o segundo lugar. E conquistaram, finalmente, a Taça de Moçambique.
Rescisão amigável
No domingo, a direcção do Costa do Sol realizou uma gala de encerramento da época para galardoar os melhores atletas do clube. Mas na segunda-feira tudo mudou…
Quando o técnico já preparava a próxima época futebolística, com destaque para a sua participação nas afrotaças, concretamente na Taça CAF, eis que que surge a notícia do divórcio entre Nelson Santos e Amosse Chicualacuala. “Até segunda-feira eu era treinador do Costa do Sol, mas depois da reunião que tivemos, optamos por rescindir o contrato, amigavelmente.
Não houve entendimento sob algumas exigências, uma vez que o Nelson queria uma coisa e a direcção do Costa do Sol queria outra”, começou por justificar a sua saída, o técnico português.
Falando ao O País, Nelson Santos disse que o projecto que havia sido entregue a si era de longo prazo e que assumia que deveria trabalhar em prol do Costa do Sol não somente para esta temporada, mas também para as próximas. E lamenta o facto do “casamento” ter terminado muito antes de cumprir com o que havia prometido e se proposto a conquistar, respectivamente a conquista do título nacional.
Ainda assim, Nelson Santos diz sentir-se agradecido ao Costa do Sol por tudo quanto fez, “acima de tudo ao presidente, a toda direcção, a equipa técnica, a todos os jogadores que me fizeram crescer como treinador”, pois isso foi de grande ajuda para “devolver os títulos ao Costa do Sol e conseguir colocar a equipa nos patamares competitivos”.
Nelson Santos diz estar feliz porque as pessoas olham para o Costa do Sol “com outros olhos”, mas como tudo na vida “tudo tem um início e um fim”, tal como neste caso, em que não houve acordo e precipitou a rescisão do contrato.
Treinador livre para abraçar outros projectos
O ex-treinador do Costa do Sol diz que não chegou a ter nenhum vínculo com nenhuma equipa, pese embora especulações que apontavam que uma ligação com o Ferroviário de Maputo. “Agora sou um treinador livre, sou profissional, quero continuar em Moçambique. Agora estou à espera que o telefone toque porque preparei-me para ganhar e quero continuar a ganhar e vou esperar por um projecto ambicioso e vencedor para abraçar” afirma esperançoso o técnico português.
Ainda assim, o técnico diz que seria uma honra poder treinar uma equipa grande “como o Ferroviário”, pois tem ambições de conquistar títulos, facto que vai de acordo com as suas próprias ambições, segundo disse. Mas por enquanto, diz-se livre e à espera de contactos de qualquer equipa moçambicana.
Para já, Nelson Santos diz-se feliz e orgulhoso pelas conquistas no Costa do sol, onde se contam dois troféus do torneio de abertura da Cidade de Maputo, duas vezes vice-campeão e vencedor de uma Taça de Moçambique. Estas conquistas levam Nelson Santos a dizer que “no costa do Sol saio com a cabeça erguida pelas conquistas que fiz, pois num ano, em três títulos possíveis, consegui dois e isso é obra”. Ademais, Santos deixa uma equipa com o melhor ataque do Moçambola ZAP e uma estrutura para combater nas competições africanas com determinação e que “pode chegar longe porque tem equipa para isso”.
Importa salientar que tentativas de contactar a direcção canarinha para saber dos motivos da não continuidade com o técnico Nelson Santos redundaram num fracasso.
Na Zambézia, as autoridades de Saúde ordenaram a retirada das farmácias, de um fármaco, por ser considerado impróprio para o consumo humano.
Num comunicado enviado às farmácias e clínicas, que a Rádio Moçambique teve acesso, a Direcção Provincial da Saúde, na Zambézia, refere que exames laboratoriais confirmam que que os comprimidos de fenox-metil penicilina, importados da Índia, são impróprios para o uso.
Entretanto, o delegado provincial da Ordem dos Médicos na Zambézia apela ao sector da saúde a intensificar a campanha de retirada dos referidos comprimidos, das prateleiras farmacêuticas do país, por serem considerados impróprios para o consumo humano.
O presidente da Renamo alertou que o assassinato do autarca de Nampula, Mahamudo Amurane, há um mês, vai acabar em silêncio porque as autoridades moçambicanas “não têm a cultura de dizer a verdade”.
Afonso Dhlakama considerou uma farsa as actuais investigações e sustentou que os mandantes do crime nunca serão conhecidos, acusando o Governo de estar a propiciar estes silêncios, tal como aconteceu com outras figuras assassinadas por motivações politicas.
“Alguma vez o Governo moçambicano ou da Frelimo já disse a verdade quando se trata de violência ou criminalidade?”, questionou Dhlakama, insistindo que as autoridades “só prometem investigar, prometem perseguir para depois informar ao publico”.
“Mesmo agora o edil de Nampula, não espero que o Governo venha dizer que foi tal fulano (que o assassinou). Podem prender um e outro porque tinha ‘boca cumprida’, mas os autores mesmo, os atiradores, nunca serão apresentados”, sublinhou o líder do maior partido da oposição em Moçambique.
Após o assassinato de Mahamudo Amurane, a 4 de Outubro, a Polícia fez duas detenções, de um empresário de construção civil e um vereador municipal, que estavam na companhia do então presidente durante o ataque, tendo depois sido constituídos arguido no caso.
Desde então, não são conhecidos os contornos das investigações sobre a morte do autarca, que estava em vias de rompimento com o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceira força politica, com o qual havia sido eleito edil de Nampula.
Desconhecidos mataram, na madrugada de quarta-feira (02), o secretário do bairro municipal de Nanchemele em Mocímboa da Praia.
Segundo fontes que pediram anonimato, o bárbaro assassinato de Selemane Sumail conhecido por (Quimenha), ocorreu na sua residência, onde 5 homens ainda, munidos de armas brancas arrombaram a porta e desferiram golpes no pescoço. Informações indicam que o funeral do malogrado foi realizado ainda na tarde de ontem.
O assassinato do secretário do bairro Nanchemele foi confirmado pelo presidente do município da vila de Mocímboa da Praia, Fernando Neves, que não avançou mais detalhes sobre o caso.
Um casal morador do estado da Carolina do Norte (EUA) foi preso após autoridades descobrirem que seus sete filhos estavam subnutridos. Um deles era um bebé de 18 meses de vida que estava com vermes dentro de suas fraldas.
Jamie Leight Hiatt, de 25 anos, e Michael Patrick McKnight, 26, foram presos e autuados em seis acusações de abuso de menores. Dessas sete crianças encontradas no local, McKnight é pai de três, e Hiatt é mãe das outras quatro.
Os policiais da cidade de Lexington encontraram as sete crianças, todas com menos de seis anos, em uma casa que “fedia a urina e fezes” e até excremento de animais.
Três crianças foram enviadas para um hospital infantil para receber tratamento, uma outra de um ano foi encaminhada para uma agência de serviços sociais e as quatro crianças restantes foram enviadas para morar com parentes e ou ficar em um orfanato.
O juiz definiu sentenças de US$ 100 mil para casa um e vai ouvir o casal no dia 20 de Novembro.
A decisão do Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC) foi tomada no dia 22 de Setembro passado, ou seja, 20 dias depois do acidente que matou 12 pessoas em Quissico, província de Inhambane, quando um autocarro da Empresa de Transportes Nhacale despistou-se, capotou e ardeu.
Na nota direccionada à companhia visada, o Instituto Nacional dos Transportes Terrestres fundamenta a decisão, trazendo o histórico dos acidentes envolvendo autocarros daquela companhia, começando pelo último de 2 de Setembro, que provocou “avultados danos humanos” e outro ocorrido em finais de 2016, também com “danos humanos”.
O documento não determina o que a companhia deverá fazer durante a suspensão, verdade é que os 32 autocarros que fazem parte da frota estão parados e mais de 40 funcionários recebem sem trabalhar.
Da parte da companhia, nem uma palavra para o nosso meio de comunicação. Entretanto, a Federação dos Transportadores Rodoviários, através do seu presidente Castigo Nhamane, reagiu, questionando a eficácia dessa decisão, atendendo que “não sabemos se essa é a medida certa. Primeiro, porque estão paralisados os meios que garantem a produção de renda através da qual a empresa custeia os seus compromissos com a banca, com os trabalhadores, etc”.
Lembrar que no relatório da inspecção realizada no dia 12 de Julho de 2017, no Centro de Inspecção da Controlgold, na Cidade de Maputo, ao veículo da marca Zhongtong, matrícula ADD 763 MC – o mesmo do acidente que matou 12 pessoas em Quissico, a que tivemos acesso, foi reportada uma diferença no desempenho do sistema de travões. De acordo com os dados, a roda frontal esquerda tinha um desempenho de 19.85 kilonewton e a direita, 11.02 kilonewton. Ou seja, a diferença era de 44%, o que na mecânica é considerado grave. Mesmo com essas anomalias, o veículo foi aprovado na inspecção. A razão para isso está no seguinte detalhe: a margem de diferença de desempenho no sistema de travões do mesmo eixo está abaixo de 70% do esforço exercido na roda menos travada. Assim sendo, é classificado como sendo Deficiência do Tipo I, à luz do Diploma Ministerial nº 81/2011, de 3 de Março, aprovado pelo Ministério dos Transportes e Comunicações, relativo às Inspecções Periódicas Obrigatórias aos Veículos Automóveis e Reboques.
Os transportadores dizem-se preocupados com os acidentes de viação, mas denunciam actuação diferenciada do Ministério dos Transportes. Recorrem ao caso da transportadora Nagi Investimento que se tem envolvido em muitos acidentes mortais, mas continua a operar.
A companhia aérea europeia Finnair vai começar a pesar seus passageiros antes da hora do embarque.
A intenção não é penalizar os passageiros que estão acima do peso, e sim calcular, através da pesagem de 100 a 150 passageiros, mais precisamente quanto de peso a aeronave está carregando.
O pedido será feito para garantir melhor a segurança dos passageiros e do voo, e a companhia frisou que não vai barrar ninguém por conta do peso.
A Finnair não é a única empresa a realizar esse tipo de procedimento. A Hawaiian Airlines também pesa todos os seus passageiros antes de eles embarcarem, para dividir melhor o peso na aeronave.
Um caso inusitado fez com que uma paciente tivesse graves queimaduras no corpo todo. Segundo os médicos do Tokyo Medical University Hospital, em Tóquio, Japão, uma mulher de 30 anos passava por uma cirurgia que envolvia a aplicação de laser no cérvix, a porção inferior e estreita do útero.
Em determinado momento, a mulher soltou um pum, que entrou em contacto com o laser, o que provocou um explosão no local, queimando as pernas e a região da cintura da paciente. A informação foi confirmada pelo hospital.
“Quando os gases da paciente vazaram no espaço da sala de operação, eles entraram em contacto com laser e houve a explosão, causando fogo no local”, disse o comunicado à imprensa liberado pelo hospital. A mulher continua internada e deve se recuperar para a conclusão do processo cirúrgico.
Quatro óbitos, um ferido grave, danos avultados no barco de pesca é o balanço do incêndio ocorrido no porto de Quelimane.
Quatro dos três corpos carbonizados foram retirados do interior do barco no horário da manhã. O outro ainda era dado como desaparecido.
O primeiro corpo retirado do interior do barco de pesca da empresa krustamoz é de um cidadão espanhol que morreu carbonizado. Depois foram retirados outros dois corpos de cidadãos moçambicanos que, infelizmente, também não escaparam no incidente. O corpo do cidadão indonésio ainda não tinha sido encontrado.
De acordo com um trabalhador da Krustamoz, o incêndio terá sido causado por um curto-circuito. O mesmo trabalhador contou que a porta de emergência, do lado em que se encontravam os colegas falecidos, estava fechada.
O Presidente sul-africano, Jacob Zuma, negou no parlamento ter recebido subornos ou ter enriquecido ilicitamente, volvidas três semanas da Justiça anunciar que vai investigar 783 casos de corrupção que o envolvem.
“Não recebi pagamentos de nenhuma pessoa ou empresa durante o meu exercício no cargo de Presidente“, assegurou Jacob Zuma no parlamento.
A sessão parlamentar, solicitada pela oposição, centrou-se sobretudo nos escândalos de corrupção que atingem o Presidente, acusado de usar o seu poder para enriquecer de forma ilícita e favorecer empresários seus amigos.
Zuma negou liminarmente o que apelidou de especulações e atribuiu as acusações a manobras da oposição e a sectores da comunicação social que estão contra o seu partido, o Congresso Nacional Africano (CNA).
O debate parlamentar foi acalorado e durou várias horas e no momento em que Zuma defendeu que as suas despesas no cargo estão contempladas na lei, os deputados da Aliança Democrática (principal partido da oposição) retiraram-se do recinto em protesto por não receberem uma resposta concreta às perguntas sobre os gastos do presidente.
Em 13 de Outubro passado, o Supremo Tribunal decidiu manter as 783 imputações de corrupção apresentadas contra Zuma, que haviam sido arquivados irregularmente pela Procuradoria em 2009.
Zuma, que não continuará à frente do seu partido nas próximas eleições, enfrentou com êxito várias moções de censura relacionadas com os escândalos de corrupção que o rodeiam.
O presidente sul-africano, de 75 anos, teve de devolver no ano passado, por ordem do Tribunal Constitucional, meio milhão de euros devido a dinheiros públicos que havia gastado de forma irregular na recuperação da sua residência privada.
Ao contrário do que estava previsto, não houve audições, nesta quarta-feira (01), na Sétima Secção do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo (TJCM), em torno do “Caso FDA”, no qual são julgados 24 co-réus por alegado roubo de cerca de 170 milhões de meticais daquela instituição do Estado.
As sessões foram remarcadas para 21 de Novembro em curso, em resultado do Ministério da Economia e Finanças (MEF) ter pedido mais tempo par confrontar os relatórios de contas sobre os quais vai se debruçar no tribunal com as fontes que os produziram.
Nas sessões anteriores, o tribunal solicitou a audição de peritos indicados pelo MEF para avaliarem se os relatórios financeiros e de contas submetidos à administração da justiça pelo FDA e pelo Tribunal Administrativo (TA) provam ou não “o mérito das despesas que individualmente foram realizadas no FDA” no período em que aconteceu o presumível desfalque.
Neste contexto, esperava-se que na quarta-feira (01) os peritos do MEF se pronunciassem em sede do tribunal a respeito do assunto.
Contra todas as expectativas, a instituição que administra os bens, os rendimentos e os dinheiros do Estado solicitou a prorrogação do prazo para o efeito, alegadamente porque “tem a necessidade de confrontar” o conteúdo dos relatórios em alusão “com as fontes” que os produziram, explicou o juiz Alexandre Samuel, da Sétima Secção do TJCM.
Deste modo, o documento em causa deve dar entrada no tribunal até 10 de Novembro e daí em diante os dias serão reservados aos advogados, para que compulsem, também, a mesma informação com vista a estarem a par da mesma, defendeu Jaime Sunda, advogado de Setina Titosse.
O julgamento será retomado a 21 do mesmo mês, data em que terá lugar a audição de peritos, devendo estender-se até o dia 22, caso haja necessidade.
O causídico a que nos referimos disse ainda que é preciso que os defensores dos réus acedam aos relatórios no sentido de analisar o conteúdo e permitir a colocação de eventuais questões ao longo da audiência.
O roubo do montante em alusão foi protagonizado durante parte do período [entre 2008 e 2016] em que Setina Titosse era Presidente do Conselho de Administração (PCA).
Há dias, Setina Titosse e outros colegas co-arguidos no “Caso FDA” foram expulso do aparelho do Estado.
José Pacheco, ministro da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA), assinou o despacho que determina tal medida e o TA corroborou.
Do FDA, Setina passou a dirigir o Secretariado Técnico de Segurança Alimentar e Nutricional (SETSAN), onde era secretária executiva.
Foram igualmente alvos da vassourada do ministro: Brasilino Salvador, ex-chefe do Departamento Agro-pecuário no FDA, e Joaquim Mazive, agrónomo e técnico de crédito na mesma instituição. Os dois são indiciados de forjar projectos para obtenção de financiamento.
Pacheco expulsou Neide Xerinda, funcionária do Estado há 26 anos e ocupava o cargo de directora executiva do FDA, bem como Celeste Ismael, outrora técnica de monitoria e avaliação, afecta ao Departamento Agro-pecuário na instituição ora lesada.
Algumas correntes de opinião interpretam a expulsão de Setina Titosse, por exemplo, como um sinal de que ela já não dispõe de nenhuma protecção do partido no poder nem do Governo, devendo o tribunal fazer o seu trabalho sem olhar nem assobiar para os lados.
A Mota-Engil pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Administrativo de Equipamentos para Tratamento da Gestão Administrativa. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial de Monitoria e Avaliação e Prestação de Contas e Aprendizagem MEAL do Projecto de Emergência SIDA – COSACA III. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Projecto de Emergência SIDA – COSACA III. Saiba mais.
A Africaixa – Empresa que actua no mercado financeiro pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos de Cobrança e Recuperação. Saiba mais.
A Young Gemynds Primary School & Kindergarten pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Professores para leccionarem da 1ª à 12ª Classe. Saiba mais.
A Intercampus – Estudos de Mercado Lda pretende recrutar um (1) Estagiário para a área Estatística com a componente de elaboração de relatórios. Saiba mais.
Uma empresa de direito moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Jornalistas de Rádio. Saiba mais.
Uma empresa de direito Moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Tesoureiro. Saiba mais.
Uma empresa de direito Moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais.
Uma empresa de direito Moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Comercial e Marketing. Saiba mais.
Uma empresa de direito Moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Locutores. Saiba mais.
O Governo de Moçambique, representado pelo Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER) pretende contratar um (1) Assistente Financeiro. Saiba mais.
O Conselho Municipal da Cidade da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quarenta e cinco (45) Auxiliares/ Assistentes da Polícia Municipal (Errata). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos de Medicina Geral. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Preventiva e Saneamento do Meio. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Técnicos de Farmácia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Enfermeiras de SMI/ Básica. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Enfermeiros Gerais. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Laboratório. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Psiquiatria e Saúde Mental. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Estatística Sanitária. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Agentes Técnicos/ Motoristas. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Manica – Governo do Distrito de Manica pretende recrutar para o seu quadro de pessoal vinte (20) Agentes de Serviço. Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital de Actividades Colaborativas TB/HIV e DOTS-C. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma Consultoria estratégica de Recursos Humanos que está a recrutar para seu cliente um (1) Analista Sénior de Compras (Procurement). Saiba mais.
A Autoridade Tributaria de Moçambique acaba de descobrir um esquema de corrupção na instituição, que permitiu o desvio de mais de cento e oitenta milhões de meticais, até a última terça-feira.
Falando em conferência de imprensa, em Maputo, o director-geral-adjunto de Impostos, Domingos Muconto, explicou que tal prática, que envolve contabilistas, funcionários de empresas e de algumas instituições bancárias, consiste no desvio de cheques destinados ao pagamento de impostos nas diferentes unidades de cobrança da Autoridade Tributária de Moçambique.
“São situações que vêm sendo realizadas desde 2013. Este grupo criminoso procede à abertura de contas bancárias com nomes ou designações similares às das unidades de cobrança da AT. Por exemplo, descobrimos contas abertas em nome de Unidades de Grandes Consumidores, ao invés de Unidades de Grandes Contribuintes e outras tituladas pela Repartição de Finanças 1.º Bairro, que apesar de serem semelhantes às nossas, na realidade não são”, disse.
Muconto acrescentou que os mesmos cheques são posteriormente descontados nessas mesmas contas domiciliadas em alguns bancos locais, lesando as empresas e o Estado.
“Trata-se de um dinheiro que nunca chega aos cofres do Estado, mas uma vez detectada a fraude a AT tem a prerrogativa de notificar o real contribuinte que, lamentavelmente, está em dívida e que terá que pagá-la com penalizações por incumprimento de prazos”, explicou Domingos Muconto.
A fonte anunciou ainda que a última tentativa foi detectada na terça-feira, tendo sido abortadas tentativas de desvio que ascendiam a 181.8 milhões de meticais.
“Este fenómeno abrange, frequentemente, alguns agentes económicos inscritos na Unidade de Grandes Contribuintes (UCG) de Maputo e são valores bastante significativos”, frisou.
Na ocasião, Muconto alertou aos contribuintes a certificarem se as suas contribuições estão, efectivamente, a ser feitas ao Estado.
O Presidente da República, Daniel Chapo, instou a Inspecção-Geral do Estado (IGE) a agir com rigor e imparcialidade, durante a cerimónia de posse da...