Um trágico naufrágio ocorreu nas proximidades de Bodrum, no sudoeste da Turquia, levando à morte de pelo menos 14 migrantes que tentavam atravessar o mar Egeu rumo à Grécia.
As autoridades locais confirmaram que o número de vítimas aumentou, após o resgate de duas pessoas que sobreviveram ao acidente.
Inicialmente, a imprensa turca noticiou a recuperação de sete corpos e a sobrevivência de dois indivíduos. Contudo, as últimas actualizações indicam que os corpos de 14 migrantes irregulares foram recuperados pelas autoridades da província de Bodrum.
O naufrágio ocorreu perto da popular estância balnear de Bodrum, que se encontra a menos de cinco quilómetros de várias ilhas gregas, incluindo Kos, uma das principais portas de entrada da União Europeia através do mar Egeu. Este mar, parte do Mediterrâneo, é frequentemente palco de travessias perigosas, com naufrágios a tornarem-se comuns nesta rota.
Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), quase 1.400 migrantes desapareceram ou perderam a vida no Mediterrâneo em 2025. A Grécia continua a ser uma das principais portas de entrada para a União Europeia, especialmente para migrantes e refugiados que chegam por via marítima, frequentemente oriundos da Turquia. Embora muitos utilizem a Grécia como ponto de passagem para outros destinos, como a Alemanha, as ilhas gregas têm reportado um aumento no número de chegadas, enfrentando desafios significativos em termos de acolhimento.
Um grave acidente ocorrido na aldeia de Chinnatekuru, perto de Kurnool, sul da Índia, resultou na morte de pelo menos 25 pessoas, após um autocarro de passageiros ser consumido pelas chamas.
O sinistro iniciou, quando uma moto, que colidiu a alta velocidade com o autocarro, ficou presa na parte traseira do veículo, provocando faíscas que incendiaram o tanque de combustível.
Segundo o relato do chefe da polícia local, a colisão arrastou a moto por uma certa distância, contribuindo para a rápida propagação do fogo. O motorista do autocarro tentou extinguir as chamas utilizando um extintor, mas não conseguiu controlar a situação, que evoluiu rapidamente. A bordo do autocarro estavam 44 passageiros, muitos dos quais seguiam a viagem a dormir, o que dificultou a sua evacuação. Alguns conseguiram quebrar as janelas para escapar.
As autoridades locais, citadas pela Associated Press, informaram que há registo de feridos além das vítimas mortais. Uma equipa de peritos forenses está a investigar as causas do acidente.
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o chefe do governo local expressaram as suas condolências às famílias das vítimas. Este incidente marca o segundo acidente do mesmo tipo ocorrido no país este mês, após um incêndio semelhante em Rajasthan que resultou na morte de pelo menos 20 pessoas.
Uma operação da Polícia Municipal no Mercado Limpopo resultou em confrontos entre agentes e vendedores informais, deixando uma vendedora de 40 anos gravemente ferida.
Em resposta à abordagem policial, mais de 1200 vendedores bloquearam a principal via do mercado, obstruindo a circulação de pessoas e veículos durante quase quatro horas.
O incidente que desencadeou a revolta ocorreu quando a vendedora, que preferiu não se identificar, foi arrastada por uma viatura da polícia durante uma ação destinada a retirar os vendedores informais da área comercial. Em lágrimas, a mulher relatou a brutalidade dos agentes: “Eles me puxaram no carro. Arrastaram-me daqui até onde tem lomba. O carro não parou.”
Os vendedores, que afirmaram não ter conseguido vender nada, usaram barricadas e fogo para bloquear a via principal, levando à paralisia do comércio local. A situação provocou uma onda de protestos em frente ao Comando da Polícia Municipal, onde os vendedores exigiram respostas sobre o tratamento que a vendedora recebeu.
Em resposta aos acontecimentos, Nelson Pedro, Comandante da Polícia Municipal de Xai-Xai, confirmou o ferimento da vendedora, mas alegou que houve resistência por parte dos vendedores. “O número não podemos especificar. Temos informações de que são acima de 1500 vendedores informais que se amotinavam. Nós não podíamos permanecer com a viatura,” afirmou.
Pedro justificou a acção policial, dizendo que os agentes estavam desprotegidos e que era necessário garantir uma saída de emergência. “Foi neste processo de retirada da viatura que uma das senhoras, nós nem percebemos, pendurou-se na viatura. Com o arranque da viatura, ela acabou caindo e feriu-se,” explicou.
Os vendedores, no entanto, consideraram as declarações do comandante meras justificativas e mantiveram a sua posição de reivindicação por justiça e apoio à vendedora ferida. A situação no Mercado Limpopo continua tensa, à medida que os vendedores clamam por uma solução e responsabilização por parte das autoridades locais.
A bancada do Povo Optimista para o Desenvolvimento de Moçambique (PODEMOS), principal partido da oposição na Assembleia da República, expressou o seu repúdio em relação a discursos incendiários e confrontos desmedidos promovidos por alguns dirigentes de partidos políticos.
Esta posição foi apresentada pelo chefe da bancada do PODEMOS, Sebastião Mussanhane, durante a abertura da 2ª sessão ordinária da Assembleia, realizada na capital do país, Maputo. Mussanhane sublinhou que o seu partido opta pelo caminho mais desafiante do diálogo, enfatizando a importância da responsabilidade e da preservação da vida.
“Recusar a violência e defender o respeito pelas regras coloca a vida acima da vingança e o voto acima da força. Este posicionamento distingue o político legítimo do populista, e o estadista do agitador”, afirmou o líder da bancada, ao traçar comparações entre os líderes partidários.
O chefe da bancada sublinhou também que o líder do PODEMOS, Albino Forquilha, reconhece que dirigir implica não apenas falar para as massas, mas também proteger o sentido humano das causas que mobilizam essas pessoas. Assumir responsabilidades é um gesto de coragem, e um líder deve estar preparado para responder pelos efeitos das suas decisões, mesmo que estas sejam fundamentadas em princípios de justiça e legitimidade.
Mussanhane enfatizou que o líder do PODEMOS não se escusa da história; pelo contrário, enfrenta-a com a consciência tranquila, ciente de que a verdadeira mudança só é possível quando se preservam a paz, a justiça e a dignidade de todos.
No que diz respeito ao Diálogo Nacional Inclusivo, Mussanhane caracterizou este processo como uma demonstração de maturidade política, responsabilidade patriótica e compromisso com o bem comum. Num país marcado por desigualdades e desconfianças históricas, o diálogo é visto como a forma mais elevada de coragem nacional.
O chefe da bancada concluiu que, para o PODEMOS, o Diálogo Nacional Inclusivo não deve ser um evento isolado, mas sim um processo contínuo, plural e genuíno, que visa restaurar a confiança do povo nas instituições do Estado.
A cerimónia contou com a presença da Primeira-Ministra, Benvinda Levi, da presidente do Conselho Constitucional, Lúcia Ribeiro, e de diversos representantes do governo, embaixadores e dirigentes de entidades públicas e privadas.
Moçambique deixou a “lista cinzenta” internacional de branqueamento de capitais, segundo informação confirmada por uma fonte oficial moçambicana à Lusa.
A decisão foi anunciada durante a plenária do Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI), realizada em Paris, e foi aprovada por unanimidade por todas as organizações e países presentes.
Luís Abel Cezerilo, coordenador nacional para a remoção de Moçambique desta lista, afirmou que a saída foi oficializada às 09:30 e destacou a importância deste passo para o país. Apesar da boa notícia, a plenária fez uma recomendação para que Moçambique continue a “trabalhar” na “melhoria do mapeamento de risco”, reforçando a necessidade de permanecer atento às questões relacionadas com a prevenção do branqueamento de capitais.
Este desenvolvimento surge três anos após a inclusão de Moçambique na lista, marcando um avanço significativo na luta contra práticas financeiras ilícitas.
O Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), Joaquim Sive, admitiu que há agentes da corporação em Nampula implicados em esquemas de tráfico de droga e actividades de mineração ilegal.
A declaração surge após a desarticulação de uma rede criminosa em Mogovolas, que operava a partir do comando distrital da PRM, há três meses, resultando na detenção do então comandante distrital, do chefe das operações e de três agentes.
Na cerimónia de apresentação do novo comandante provincial da PRM, Sive expressou a sua preocupação com a participação de membros da polícia em actos ilícitos, afirmando que tais comportamentos comprometem a credibilidade da instituição. “Temos situações que nos preocupam, de colegas envolvidos em actos criminais, alguns com participação directa e outros orientando, criminosos. Também há colegas envolvidos em actividades de mineração ilegal, com investigações em curso e indícios de participação de um ou dois elementos nossos,” afirmou Sive.
O Comandante-Geral enfatizou a importância de mudar esta realidade, que, segundo ele, mancha o esforço colectivo da polícia. Citado pelo Jornal Rigor, Sive instou a nova liderança em Nampula a combater de forma incisiva a corrupção interna e a recuperar a confiança da população em relação à polícia.
Adicionalmente, Sive destacou a necessidade de fortalecer as acções operativas de prevenção e resposta à criminalidade, reafirmando que, apesar dos desafios relacionados com a segurança e a ordem pública, a PRM deve continuar a aprimorar as suas estratégias e a antecipar-se aos fenómenos criminalidade.
Um novo programa de capacitação empresarial está a oferecer oportunidades inovadoras para as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) localizadas no Corredor Logístico de Nacala.
Esta iniciativa visa fortalecer a capacidade competitiva das empresas, promovendo o desenvolvimento sustentável e a integração económica na região.
No decorrer do programa, empresários e gestores terão acesso a formações que abordam temas cruciais, como gestão financeira, marketing estratégico e inovação tecnológica. Através de workshops e consultorias, os participantes poderão adquirir conhecimentos práticos e aplicáveis às suas realidades empresariais, aumentando assim as suas possibilidades de sucesso no mercado.
A implementação deste projecto conta com a colaboração de diversas entidades, que reconhecem a importância das MPMEs para o crescimento económico de Moçambique. As empresas deste sector representam uma parte significativa do tecido económico nacional e são fundamentais para a geração de emprego e a promoção da inclusão social.
Os beneficiários do programa expressaram entusiasmo quanto às potencialidades que esta capacitação traz para o seu desenvolvimento. Muitos já começam a vislumbrar uma melhoria na sua capacidade de operação, bem como novas estratégias para expandir os seus negócios.
O Corredor Logístico de Nacala, uma das principais vias de transporte do país, apresenta-se como um espaço propício para esta iniciativa, uma vez que liga Moçambique a mercados internacionais, facilitando a exportação de produtos e a atracção de investimentos. A capacitação das MPMEs nesta região poderá, portanto, contribuir para uma dinâmica económica mais robusta e diversificada.
O programa está agendado para as próximas semanas, com inscrições já abertas para todos os interessados. A expectativa é de que este esforço conjunto resulte num impacto positivo, não apenas para as empresas, mas também para o desenvolvimento económico de Nacala e arredores.
Um grupo de investidores chineses, que planeava estabelecer uma fábrica de cimento no distrito de Chibabava, foi multado em mais de 14 milhões de meticais por iniciar obras sem a devida autorização ambiental.
A penalização, emitida esta semana, resulta da infracção das normas legais relacionadas com a obtenção de licença ambiental.
O governo já havia afastado o seu apoio ao projecto, tendo em consideração a falta de conformidade com os requisitos estabelecidos, especialmente no que diz respeito à preservação ambiental e a não indemnização de várias famílias camponesas cujas terras foram ocupadas pelos investidores. Após a tomada de conhecimento dos factos, uma investigação foi desencadeada, levando à decisão da Agência Nacional para o Controlo da Qualidade Ambiental (AQUA) de aplicar a multa.
A AQUA revelou que a empresa procedeu à abertura de uma área para a instalação da fábrica de cimento, actividades que incluíram o abate de árvores e a compactação de solos, sem qualquer licença ambiental. A situação levanta preocupações sobre a protecção dos recursos naturais e dos direitos das comunidades locais.
O Tribunal Administrativo (TA), entidade responsável por verificar a legalidade da despesa pública em Moçambique, identificou diversas irregularidades nas contas do Estado para 2024.
Segundo o relatório, o governo, então liderado pelo Presidente Filipe Nyusi, não canalizou uma parte das receitas provenientes do gás para o Fundo Soberano do país.
Estabelecido no ano passado, o Fundo Soberano tem como objectivo gerir as receitas da produção de gás natural liquefeito nas áreas marítimas 1 e 4 da Bacia do Rovuma, situada na província setentrional de Cabo Delgado. A missão do fundo é supervisionar as receitas auferidas nos primeiros 15 anos de exploração, das quais 40% são destinadas ao fundo e 60% ao Orçamento do Estado.
Num documento submetido à Assembleia da República, o TA relatou a detecção de contas desalinhadas, falta de transparência e várias violações legais durante a auditoria às contas de 2024. O relatório revela que a Mozambique Rovuma Venture (MRV), uma joint venture composta pela ExxonMobil, a companhia energética italiana ENI e a CNPC da China, pagou ao Estado cerca de 33,6 milhões de dólares em impostos sobre a produção de hidrocarbonetos. Contudo, apenas 24,6 milhões de dólares foram confirmados como canalizados para o Orçamento do Estado, o que implica que cerca de nove milhões de dólares estão em falta.
“O valor remanescente não pôde ser certificado devido à ausência de guias de cobrança, documentos essenciais para a discriminação das receitas e confirmação da arrecadação junto ao CUT (Conta Única do Tesouro). Este facto confirma que essas receitas não foram dirigidas à Conta Transitória, o que contradiz substancialmente as informações governamentais”, menciona o documento.
Para solucionar as questões assinaladas, o Tribunal fez um apelo ao governo para reorganizar a Conta Geral do Estado, buscando clareza, precisão e simplicidade. Assim, o governo deverá fundamentar os números e reapresentá-los para análise.
O relatório ainda explicita que as receitas provenientes de projetos de petróleo e gás são inicialmente direcionadas a uma conta transitória aberta no Banco Central antes de serem transferidas para o Fundo Soberano e para o Orçamento do Estado. Esta situação implica uma escassez de coordenação institucional, prejudicando o Estado.
Adicionalmente, o TA destacou a fraca coordenação entre as principais instituições responsáveis pela supervisão das atividades de exploração mineral e de hidrocarbonetos, tais como o Instituto Nacional de Minas (INAMI), o Instituto Nacional de Petróleo (INP) e a Autoridade Tributária.
“Isso contribui para que as empresas operem fora do controle do sistema tributário, resultando na perda de receitas fiscais e disparidades nas informações reportadas por estas instituições. O Instituto Nacional de Petróleo, como regulador do setor, tem sido ignorado pelas empresas concessionárias diante das exigências que realiza nas auditorias que efetua”, conclui o documento.
Um agente de segurança da empresa Executive Protections foi fatalmente atingido durante um assalto perpetrado por indivíduos ainda não identificados, que ocorreu no início desta semana.
O crime teve como alvo um carro blindado destinado ao transporte de dinheiro, do qual foram subtraídos três sacos contendo valores monetários não divulgados.
De acordo com informações avançadas pela TV Sucesso, o incidente iniciou na segunda-feira, quando um grupo de agentes da Executive Protections foi destacado para efectuar o levantamento de dinheiro numa agência bancária na cidade de Chimoio. A directiva inicial era que os valores fossem transportados para outra agência no distrito de Machaze. No entanto, uma ordem superior alterou o plano, decidindo que o transporte do dinheiro deveria ser feito no dia seguinte, terça-feira. O carro blindado, já carregado com os sacos de dinheiro, foi estacionado nas instalações da empresa.
Na transição entre segunda e terça-feira, o assassinato do agente e o subsequente roubo ocorreram. A Polícia da República de Moçambique (PRM) confirmou a detenção de cinco indivíduos, que são seguranças da própria agência. “Estes cidadãos encontram-se aqui detidos, indiciados de crime de negligência, porque deveriam ter feito o encaminhamento do valor no mesmo dia,” declarou o porta-voz da PRM em Manica, Mouzinho Manasse.
Manasse acrescentou que a polícia está a investigar possíveis ligações entre os seguranças detidos e os crimes cometidos. A empresa Executive Protections não divulgou informações sobre o valor exacto que estava nos sacos roubados. A situação levanta preocupações sobre a segurança das operações de transporte de valores na região.
As autoridades de saúde moçambicanas confirmaram um total de 89 casos de mpox desde o início do surto, que iniciou na província de Niassa. Segundo os dados oficiais, 70 pacientes já se encontram recuperados, sem registos de óbitos.
Segundo o boletim mais recente da Direcção Nacional de Saúde Pública, que abrange o período de 11 de Julho a 21 de Outubro, a província de Niassa, considerada o epicentro do surto, reportou 79 casos acumulados. As províncias de Maputo, Manica e Tete seguem com quatro, três e dois casos, respectivamente.
O último caso confirmado laboratorialmente ocorreu no distrito de Lago, a 21 de Outubro. Do total de 89 casos positivos, apenas 19 continuam sob vigilância nas províncias de Tete e Niassa, enquanto 70 indivíduos já foram considerados recuperados.
Desde o início de Julho, foram registados 1.729 casos suspeitos e realizados 1.695 testes laboratoriais em Moçambique. As autoridades sanitárias asseguraram que o país está preparado para enfrentar a situação, com capacidade para realizar 4 mil testes localmente, nas capitais das províncias, através dos laboratórios de Saúde Pública.
A mpox é uma doença viral zoonótica, identificada pela primeira vez em 1970 na República Democrática do Congo. No surto actual na África Austral, desde 1 de Janeiro, foram notificados 77.458 casos da doença em 22 países, com 501 óbitos registados.
O Secretário do Estado do Tesouro e Orçamento, Amilcar Tivane, revelou que o Estado moçambicano arrecadou, entre 2022 e 2024, cerca de 165 milhões de dólares norte-americanos provenientes do imposto de produção petrolífera.
Destes, 33,6 milhões de dólares foram incorporados no Orçamento do Estado (OE) para atender a necessidades de desenvolvimento previamente definidas na legislação orçamental.
Durante uma conferência de imprensa realizada em Maputo, Tivane explicou os detalhes relacionados à criação do Fundo Soberano e à utilização dos impostos gerados pela extracção de gás no país. O responsável destacou que o restante dos 165 milhões de dólares se encontra actualmente numa conta transitória.
O Secretário do Estado recordou que a lei que estabelece o Fundo Soberano foi aprovada pela Assembleia da República em 2024. Antes da regulamentação do fundo, as receitas provenientes do imposto de produção foram utilizadas para financiar o Orçamento do Estado, conforme estipulado pela legislação vigente. Com a implementação da nova lei, os recursos arrecadados posteriormente foram alocados à conta transitória, que, segundo as informações disponibilizadas a 23 de Outubro de 2025, apresenta um saldo de 204,5 milhões de dólares americanos.
As autoridades de Hong Kong informaram sobre a primeira morte relacionada com o vírus chikungunya, após um surto na província vizinha de Guangdong.
O Centro para a Proteção da Saúde (CHP) da região revelou que um homem de 77 anos, que já padecia de uma condição crónica, faleceu na quinta-feira.
O falecido tinha visitado Cantão, capital da província de Guangdong, entre 30 de Setembro e 13 de Outubro. Após o seu regresso a Hong Kong, começou a apresentar febre e dores nas articulações, sintomas que se agravaram, levando ao seu internamento nos cuidados intensivos do Hospital Ruttonjee, onde acabou por falecer devido a complicações provocadas pelo vírus, incluindo falência múltipla de órgãos.
Neste ano, Hong Kong registou um total de 42 casos da doença provocada pelo vírus chikungunya, todos classificados como infecções adquiridas fora do território. O vírus, transmitido por mosquitos, causa febre e dores articulares, apresentando sintomas semelhantes aos da dengue e afectando especialmente crianças, idosos e indivíduos com condições de saúde pré-existentes.
O CHP destacou que, embora a infecção esteja raramente associada a sintomas graves e tenha uma taxa de mortalidade inferior a 0,1%, os indivíduos considerados de alto risco devem procurar assistência médica imediata em caso de sintomas.
Em resposta ao surto, as autoridades de saúde de Hong Kong intensificaram as medidas de prevenção nas áreas afectadas, incluindo a aplicação de pesticidas para eliminar mosquitos em zonas de risco. As escolas implementaram estratégias para controlar águas estagnadas, locais propícios à reprodução de mosquitos, e a vigilância nas fronteiras foi reforçada.
A nível global, entre Janeiro e Setembro, foram reportados cerca de 445.300 casos suspeitos ou confirmados de chikungunya, resultando em 155 mortes em 40 países, conforme dados da Organização Mundial de Saúde. Na China continental, perto de 16.500 casos foram registados até ao final de Setembro, com medidas rigorosas a serem implementadas nas cidades de Foshan e Jiangmen, próximas de Hong Kong e Macau. Em Portugal, o mosquito Aedes Albopictus, responsável pela transmissão de várias doenças, foi encontrado em várias localidades ao longo deste ano.
A comunidade do distrito de Guijá, na província de Gaza, enfrenta sérias dificuldades na conservação de corpos, em virtude da vandalização da morgue do Centro de Saúde local.
O incidente ocorreu em agosto, quando indivíduos ainda não identificados invadiram as instalações e roubaram o compressor essencial para o funcionamento do equipamento de refrigeração.
Guilhermina Samsson, directora do Serviço Distrital da Saúde, Mulher e Acção Social de Guijá, confirmou a situação crítica, que deixa a população sem alternativas adequadas para o tratamento dos corpos. As autoridades locais estão a trabalhar para encontrar soluções que garantam a dignidade funerária na região.
Um camião cisterna destinado ao transporte de combustível líquido despistou-se e incendiou-se nas proximidades de uma ponte no distrito de Vanduzi, na província de Manica.
Relatos indicam a possibilidade de vítimas mortais e feridos, no entanto, a Polícia da República de Moçambique, presente na região, confirmou apenas a ocorrência do acidente, sem fornecer detalhes sobre o estado de quaisquer pessoas envolvidas.
As autoridades locais estão a investigar as causas do despiste e a avaliar os danos provocados pelo incêndio. As informações adicionais serão divulgadas assim que estiverem disponíveis.
Na noite desta quinta-feira, uma agente da Polícia da República de Moçambique (PRM) foi assassinada por indivíduos ainda não identificados na província de Maputo.
A vítima ocupava o cargo de Comandante distrital da Polícia em Marracuene e foi morta no município da Matola.
Carmínia Leite, Porta-voz do Comando Provincial da PRM em Maputo, revelou que, neste momento, as informações sobre os detalhes do crime são limitadas. A PRM já iniciou investigações e abriu linhas operativas para o esclarecimento do caso.
O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil é uma organização moçambicana, sem fins lucrativos pretende recrutar um/a (1) Oficial Administrativo(a) & Financeiro(a). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor – Monitoria e Avaliação (Matola). Saiba mais.
A General Express Service uma empresa de ramo da Contrução Civil, situada na provincia de Maputo, pretende contratar para sua equipa três (3) Assistentes Administrativos. Saiba mais.
A General Express Service uma empresa do ramo de Construção Civil, situada na provincia de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro três (3) Mecânicos. Saiba mais.
A General Express Service, empresa moçambicana que atua no setor de Construção Civil, sediada na Cidade de Maputo, pretende reforçar a sua equipa com a contratação de um (1) Técnico de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Chicken Palace, empresa de referência no setor de catering e eventos, pretende reforçar a sua equipa com a contratação de três (3) Assistentes Comerciais. Saiba mais.
A Chicken Palace, empresa de referência no setor de catering, eventos e logística de serviços, pretende reforçar a sua equipa com a contratação de um (1) Fiel de Armazém. Saiba mais.
A Chicken Palace, empresa de referência no setor de catering, eventos e logística de serviços, pretende reforçar a sua equipa com a contratação de um (1) Supervisor de Segurança. Saiba mais.
A Chicken Palace, empresa de referência no setor de catering, eventos e logística de serviços, pretende reforçar a sua equipa com a contratação de cinco (5) Ajudantes de Armazém. Saiba mais.
A Chicken Palace, empresa de referência no setor de catering, eventos e logística de serviços, pretende reforçar a sua equipa com a contratação de um (1) Supervisor de Cozinha. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Armazém. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Auxiliar de Armazém. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Ajudante de Armazém. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Armazém. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Ajudante de Cozinha. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Ajudante de Limpezas. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista de Inventário. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista de Custos. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Administrativo. Saiba mais.
A Chicken Palace Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Auxiliar Administrativo. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Comercial. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Controle. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Frotas. Saiba mais.
A Chicken Palace, empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Operador de CCTV. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Cozinheiro. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Decorador. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estafeta de Contabilidade. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Nutricionista. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Segurança. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Servente de Limpeza. Saiba mais.
A Chicken Palace empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Servente de Mesa. Saiba mais.
A Chicken Palace, Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Ajudante de Limpezas. Saiba mais.
O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil é uma organização moçambicana, sem fins lucrativos pretende recrutar um/a (1) Assistente Administrativo(a) & Financeiro(a). Saiba mais.
O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil é uma organização moçambicana, sem fins lucrativos pretende recrutar um/a (1) Consultor(a) para Revisão e Documentação de Resultados do ano 2025. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Líder de Protecção Social e Género para o projecto LINK/MEGA LINK (LPSG). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável – Supply Chain (Maputo). Saiba mais.
A empresa AKA SOLUTION, LDA, localizada em Maputo, Cidade da Matola, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Profissional em Marketing (Promotora de Vendas). Saiba mais.
Uma empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente integrada no Grupo “A”, pretende reforçar a sua equipa em Maputo com a admissão de um(a) Técnico(a) Superior em Contabilidade. Saiba mais.
A Zero Waste Offshore, Lda., empresa especializada em gestão de resíduos e soluções ambientais sustentáveis, está a recrutar um (1) Motorista para a Recolha de Resíduos. Saiba mais.
Um trágico acidente ocorreu na cidade de Chimoio, onde um instrutor da Escola de Condução Planalto perdeu a vida após ser atropelado por um aluno durante uma aula prática na zona da Soalpo.
Segundo informações preliminares, o instrutor foi imediatamente socorrido em estado grave e transportado para o Hospital Provincial de Chimoio, onde, infelizmente, veio a falecer.
As autoridades competentes já iniciaram uma investigação para apurar as circunstâncias que levaram a este acidente, que chocou a comunidade local.
Os Camarões encontram-se em crise após as eleições presidenciais realizadas a 12 de Outubro, com um clima de tensão que se intensifica à medida que a divulgação dos resultados oficiais se aproxima, marcada para esta quinta-feira.
A jornada pós-eleitoral foi marcada por actos de violência nas cidades de Iaundé, Duala e Garua.
De acordo com informações da RFI, a polícia interveio para dispersar manifestações em apoio ao candidato Issa Tchiroma Bakary, que, na noite de domingo, declarou-se vencedor do escrutínio. Contudo, resultados distintos começaram a circular nas redes sociais, supostamente provenientes do relatório da comissão eleitoral enviado ao Conselho Constitucional. Esses resultados provisórios atribuem a vitória ao actual presidente, Paul Biya, que se encontra no poder há 43 anos.
Os confrontos em Garua, bastião de Tchiroma, resultaram na morte de uma professora primária, vítima de uma bala perdida. A informação foi reportada pelo portal “lebledparle.com”.
O Conselho Constitucional dos Camarões rejeitou oito recursos que visavam anular a votação de 12 de Outubro. A nação aguarda agora a proclamação oficial dos resultados da eleição presidencial, num contexto de crescente incerteza e instabilidade.
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), localizada no centro de Moçambique, anunciou a intenção de construir um museu tecnológico, com o objectivo de “preservar e divulgar a história” deste importante empreendimento.
A informação foi tornada pública através de um edital de concurso para a elaboração do conceito do projecto.
Conforme o edital, o futuro Museu Tecnológico será concebido como uma infra-estrutura icónica ao serviço da sociedade, visando preservar a história da HCB e projectar o futuro através da inovação. O museu deverá destacar-se como um símbolo cultural e arquitectónico, integrando soluções físicas, digitais e itinerantes, além de funcionar como plataforma para a promoção do turismo cultural e científico, reforçando a ligação entre tecnologia, comunidade e território.
A HCB, situada na vila do Songo, província de Tete, é reconhecida como uma das maiores obras de engenharia em África e um símbolo do desenvolvimento energético, tecnológico e sustentável de Moçambique e da região. O legado da barragem é descrito como um património arqueológico industrial de elevado valor histórico, científico e cultural, funcionando também como motor de desenvolvimento para a vila do Songo.
O projecto do museu incluirá diversas infraestruturas, como uma oficina de restauro e conservação, espaços para exposições temporárias e permanentes, uma biblioteca, um auditório e um espaço interactivo.
A HCB é responsável por mais de 80% da produção de electricidade em Moçambique, fornecendo também electricidade a países vizinhos. Desde 2007, a empresa já transferiu aproximadamente 1.590 milhões de euros ao Estado moçambicano.
A albufeira de Cahora Bassa, com uma extensão máxima de 270 quilómetros e uma área de 2.700 quilómetros quadrados, é a quarta maior de África e conta com uma profundidade média de 26 metros. Com quase 800 trabalhadores, a HCB é uma das maiores produtoras de electricidade na região austral-africana.
Construída entre 1969 e 1974, durante o período colonial português, a barragem iniciou a sua operação comercial em 1977, com uma capacidade inicial de 960 MW, actualmente ampliada para 2.075 MW. Contudo, a HCB tem enfrentado desafios na produção e comercialização de electricidade devido aos baixos níveis de precipitação, resultando em reduções nos níveis de armazenamento das águas.
A HCB é maioritariamente detida (85%) pela Companhia Eléctrica do Zambeze, com a empresa portuguesa Redes Energéticas Nacionais (REN) possuindo 7,5% da sua participação.
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