Nove civis foram mortos num ataque atribuído ao grupo armado das Forças Democráticas Aliadas (ADF), na noite de segunda para terça-feira, na região de Beni, leste da República Democrática do Congo (RDCongo), disseram hoje fontes civis e militares.
Nove civis foram mortos num ataque atribuído ao grupo armado das Forças Democráticas Aliadas (ADF), na noite de segunda para terça-feira, na região de Beni, leste da República Democrática do Congo (RDCongo), disseram hoje fontes civis e militares.
Os autores do ataque “invadiram ontem [segunda-feira] Oicha [leste da RDCongo] ao final da noite, roubaram e levaram animais do quintal”, referiu Donat Kibwana, administrador da região de Beni, à agência noticiosa France-Presse (AFP), acrescentando que lamenta a morte dos nove civis no ataque.
“O ADF contornou a nossa posição para realizar o trabalho sujo do lado oeste de Oicha, lamentamos a morte de nove civis”, afirmou o porta-voz militar Mak Hazukay confirmando o número de mortos.
Prospère Kasereka, um professor de Oicha, relatou à AFP que o grupo armado ugandês ADF entrou no seu bairro por volta das 19:30.
“Fugi antes que chegassem à minha casa e hoje de manhã vi nove corpos dos nossos habitantes”, acrescentou a testemunha.
Desde o final de 2014, a região de Beni tem sido palco de massacres atribuídos à ADF, que provocaram centenas de mortos entre a população local.
Este grupo armado é responsável pela morte de 15 capacetes azuis da Tanzânia, em dezembro do ano passado, na mesma região.
Na quinta-feira, 17 civis foram mortos em dois massacres atribuídos aos rebeldes das Forças Democráticas Aliadas do Uganda, na região de Beni, após a escolha de um candidato à presidência.
A suspeita de fraude obrigou ao adiamento do exame de Física da 12ª classe em todas escolas da cidade de Maputo. Inconformados com a decisão, alguns alunos da Escola Secundária Josina Machel foram ao Ministério da Educação exigir explicações.
Falharam na primeira época mas como o sistema de educação permite, sobrava-lhes uma outra oportunidade de concluir a 12ª classe, fazendo o exame de segunda época, mas voltaram a falhar.
Diferentemente da primeira, na segunda falha não se deveu a reprovação nos exames, muito pelo contrário. Os alunos da 12ª que pretendiam fazer exame de física nesta segunda-feira foram impedidos de o fazer em todas escolas da cidade de Maputo devido a suspeita de fraude.
“O nosso exame de Física foi anulado sem nenhuma explicação” começou por dizer um estudante que não quis se identificar, tendo depois acrescentado que, “foram praticamente escorraçados da sala de exame”.
Mas há mais aspectos que inquietavam este estudante. “Já estávamos com as folhas de respostas, já tínhamos os rascunhos, mas do nada o director apareceu e ordenou que não abríssemos os exames” concluiu.
E porque os alunos ficaram com a sensação de que este foi um assunto isolado, alguns deles questionavam “porque é que apenas foi interrompido o exame que se realizava na Escola Secundaria da Manhanga?”
Uma pergunta que mereceu a atenção do Ministério da Educação e Desenvolvimento humano (MINED), através do Inspetor-geral da instituição, Abel Assige, que garantiu que o cancelamento do exame ocorreu em todas as escolas do ensino geral na cidade de Maputo.
O Inspetor-geral de educação e Desenvolvimento Humano foi mais fundo ao explicar que a decisão de cancelamento surgiu da “suspeita de que alguns alunos já teriam acedido ao exame” antes da sua realização, ou seja, de forma fraudulenta.
Apurou-se que, a principal causa do adiamento se deveu ao facto de uma aluna da Escola Secundária Josina Machel ter sido encontrada durante a habitual vistoria, com as respostas do exame em questão (de Física).
Questionamos sobre a prova física encontrada no âmbito das verificações o inspector foi perentório “não encontramos uma folha de exame como tal, apenas temos indícios, provas físicas não” disse.
Sobre este facto, o director daquela escola não quis se pronunciar alegando que existem instancias hierarquicamente acima de si, que por via disso, detém maior autoridade para explicar o assunto.
A realização do exame de Física da segunda época ainda não tem data marcada, mas tudo indica que será ainda esta semana.
Desde 2014 que se registam com frequência fraudes nos exames do ensino primário e secundário no país.
A ChildFund Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para a Pesquisa sobre os Mecanismos de Protecção a Criança (CBCPM). Saiba mais.
A Save the Chidren Internacional (SCI) está a recrutar um (1) Coordenador(a) de Monitoria, Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizagem (MEAL) Projecto STAR-G. Saiba mais.
A Save the Chidren Internacional (SCI) está a recrutar um (1) Oficial Distrital de Monitoria, Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizagem (MEAL) do Projecto STAR-G. Saiba mais.
A ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Género e o Empoderamento das Mulheres – pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor (a) Nacional. Saiba mais.
O WWF pretende se recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação (M&A) e Sistema de Informação Geográfica (SIG). Saiba mais.
O Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Agro-Pecuária N1 (Agronomia). Saiba mais.
O Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Superiores de Agro-Pecuária N1 (Agronegócio). Saiba mais.
O Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Agro-Pecuária N1 (Economia Agrária). Saiba mais.
O Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Agro-Pecuária N1 (Zootecnia). Saiba mais.
O Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Agro-Pecuária N1 (Comunicação para o Desenvolvimento). Saiba mais.
Uma mulher queixa-se de violência doméstica supostamente protagonizada pelo marido, em Maxixe, província de Inhambane.
Segundo a denunciante, para além de ter sido vítima, o seu marido violou sexualmente duas empregadas menores de idade, de 11 e 16 anos.
Uma das vítimas menores de idade revela que foi obrigada a submeter-se ao acto sexual aliciada através de valores monetários.
O Gabinete de Atendimento à Família instalado no Hospital Rural de Chicuque confirmou a violação sexual das duas menores e que três processos foram instaurados contra o violador.
Entretanto, devido a morosidade na tramitação do caso, a vítima e esposa do suposto agressor, teme que haja impunidade e dificuldades de salvaguardar o futuro das crianças, apesar de já estarem a beneficiar de assistência psicológica.
A presidente da Assembleia da República de Moçambique, Verónica Macamo, foi eleita presidente do Fórum Parlamentar da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para um mandato de dois anos, refere esta sexta-feira o jornal Notícias.
De acordo com o Notícias, Verónica Macamo foi eleita quinta-feira em Maputo por unanimidade e aclamação pelos presidentes dos parlamentos da SADC e vai substituir no cargo o angolano Fernando da Piedade Dias dos Santos, que vinha exercendo o cargo desde 2016.
“Hoje, numa altura em que temos como principal desafio a transformação do Fórum em Parlamento Regional da SADC, é com elevada honra que assumimos o desafio de não recuarmos na caminhada pelo alcance desse desiderato”, declarou Verónica Macamo.
Verónica Macamo adiantou que vai impulsionar o objetivo da transformação do fórum em parlamento da SADC, durante os dois anos de mandato. A dinamização de políticas visando a integração económica e política da região será também um dos objetivos da presidência moçambicana na instância.
O Fórum Parlamentar da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) é uma entidade meramente consultiva, sem nenhum poder decisão, quer no campo legislativo, quer no âmbito fiscalizador.
Familiares do empresário português raptado na província de Sofala, em 2016, vai entregar mais uma petição (terceira) na Assembleia da República de Moçambique, para pedir que as autoridades moçambicanas aceitem a cooperação judicial e judiciária proposta Lisboa.
A mulher de Américo Sebastião, Salomé Sebastião, que estará em Moçambique a partir de quinta-feira (06) e até quarta-feira (12) da próxima semana para realizar uma série de diligências, espera que “esta insistência no Parlamento venha a ter frutos”.
“Da primeira petição, não temos conhecimento da tramitação, enquanto a segunda não foi considerada. Espero que seja diferente com esta terceira petição”, disse à agência de notícias Lusa.
Salomé Sebastião, que também contactará a Provedoria da Justiça de Moçambique para que seja aceite a cooperação de Portugal, afirmou que, “após o encerramento do processo” judicial, em finais de outubro, “a família não desiste”.
Petição na AR em Maio de 2017
No esforço para encontrar o empresário português, Salomé Sebastião apresentou uma petição na Assembleia da República moçambicana em maio de 2017, algum tempo depois de ter solicitado, através de uma carta, ao Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, uma “intervenção direta”.
Em Maio deste ano, a “petição estaria no gabinete da senhora presidente” do parlamento moçambicano, Verónica Macamo, sem que tenha sido dado qualquer “conhecimento da tramitação” da solicitação, que “há mais de um ano e meio deu entrada na Assembleia da República de Moçambique”.
Mais tarde, a mulher do empresário entregou também uma segunda petição, que, disse, não saiu do gabinete da presidente do parlamento com destino à Comissão de Petições nem foi arquivada.
Carta e não petição da família
A presidente da Assembleia da República de Moçambique, Verónica Macamo, disse que recebeu uma carta e não uma petição da família de Américo Sebastião.
“[A família] escreveu uma carta para mim, a pedir para eu intervir, não é petição-tipo, que é usada na Assembleia da República, mas uma carta, talvez tenham confundido com petição”, afirmou Verónica Macamo, em declarações citadas pelo semanário Canal de Moçambique.
Macamo sublinhou que a família de Américo Sebastião pediu a sua intervenção e não da Assembleia da República no caso.
Salomé Sebastião pediu à Provedoria de Justiça de Moçambique que “recomende aos serviços convenientes da Assembleia da República que a petição (a primeira) seja tratada nos termos da lei”.
Segurança de cidadãos portugueses
Em 12 de novembro, o Governo de Portugal transmitiu ao embaixador de Moçambique em Lisboa “forte preocupação para com a perceção de crescente insegurança” de cidadãos portugueses naquele país africano, agravada com o rapto e homicídio do empresário José Paulo Antunes Caetano.
O embaixador de Moçambique em Lisboa “foi igualmente informado de que o Governo português tenciona reforçar as medidas de informação e de sensibilização dos cidadãos nacionais que se desloquem ou residam em Moçambique”.
O corpo de José Paulo Antunes Caetano foi encontrado sem vida perto de Maputo, capital de Moçambique, depois de ter sido pago o resgate exigido logo após o rapto do empresário.
Américo Sebastião foi raptado numa estação de abastecimento de combustíveis e continua desaparecido desde a manhã de 29 de julho de 2016, em Nhamapadza, distrito de Maringué, no centro de Moçambique.
Rapto perpetrado por homens fardados
Segundo a família, os raptores usaram os cartões de débito e crédito para levantarem “4.000 euros”, não conseguindo mais porque as contas foram bloqueadas logo que foi constatado o desaparecimento.
Nunca mais se soube do paradeiro de Américo Sebastião desde o rapto, perpetrado por homens fardados, que algemaram o empresário e o colocaram dentro de uma das duas viaturas descaracterizadas com que deixaram o posto de abastecimento de combustíveis.
Portugal ofereceu por várias vezes a cooperação judiciária e judicial acordada entre os dois países para tentarem localizar Américo Sebastião, mas as autoridades moçambicanas recusaram.
Enquanto o país aguardava pelos resultados das eleições autárquicas, o presidente do Conselho Constitucional (CC) submetia, a 16 de Outubro, a proposta de revisão da Lei nº06/2006, de 2 de Agosto.
Na fundamentação, o presidente daquele órgão de soberania escreve que a proposta visa actualizar a lei orgânica do Conselho Constitucional, por forma a incluir as novas competências atribuídas ao órgão, no âmbito da revisão pontual da Constituição.
Trata-se de poderes para deliberar sobre a demissão do governador da província e do administrador do distrito e ainda sobre a dissolução das assembleias provinciais, distritais e autárquicas.
Entretanto, o assunto não para por aqui. O Conselho Constitucional propõe também um acréscimo e actualização de artigos que abordam os direitos e regalias dos juízes conselheiros. Assim, o artigo 18 passa a incluir mais direitos e regalias para os juízes, nomeadamente:
– Residência condigna, devidamente mobilada, afecta pelo Estado ou, na sua falta, subsídio de renda de casa;
– Viatura de afectação pessoal (além da viatura protocolar)
– Seguro de vida e de incapacidade;
– Subsídio de férias correspondente ao seu salário base;
– Subsídio de instalação no início do mandato;
– Subsídio de exclusividade e de risco;
– Subsídio de compensação quando resida em casa própria.
Se antes era apenas médica, a assistência gratuita passa a incluir a medicamentosa, beneficiando, além do juiz conselheiro e seu cônjuge, os filhos menores e outros dependentes a seu cargo.
O mesmo poderá vir a acontecer com o direito a passaporte diplomático que, para além de beneficiar apenas o juiz conselheiro e seu cônjuge, passará a incluir filhos menores e incapazes.
A proposta remete para um diploma próprio a fixação da remuneração mensal, que inclui o salário base, subsídios e abonos adequados à dignidade e exclusividade no exercício da função do juiz conselheiro do Conselho Constitucional.
Ainda sobre a remuneração, o documento propõe que na data em que completar dois anos e meio, sete e 12 anos de serviço efectivo, o juiz conselheiro recebe um aumento salarial especial e correspondente a 20 por cento do vencimento ilíquido. Além deste regime especial de aumento salarial, os juízes do Conselho Constitucional têm direito aos aumentos fixados para a função pública.
E porque a função de juiz conselheiro não é vitalícia, a proposta do Conselho Constitucional tratou de acomodar a situação dos juízes após a cessação de funções e jubilações. Assim, o artigo 22 da proposta de revisão da Lei nº06/2006, de 2 de Agosto, diz que o juiz conselheiro que tenha exercido funções, pelo menos um mandato e cuja cessação não resulte de motivos disciplinares ou criminais, tem salvaguardado os seguintes direitos e regalias:
– Totalidade do vencimento actualizado, incluindo os aumentos especial, desde que tenha descontado para a pensão de aposentação:
– Subsídios actualizados;
– Cartão de identificação próprio e manutenção do tratamento protocolar específico da função;
– Viatura para uso pessoal, de cinco em cinco anos, às custas do Estado
A proposta fixa ainda uma pensão de sobrevivência correspondente a 100 por cento do vencimento base, a que têm direito o cônjuge e os herdeiros sobrevivos.
Na mesma data em que foi submetida à Assembleia da República, a proposta de revisão da lei orgânica do Conselho Constitucional foi remetida para efeitos de apreciação às comissões dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade e à comissão de Administração Pública e Poder Local.
Dezassete civis foram mortos na quinta-feira em dois massacres atribuídos aos rebeldes das Forças Democráticas Aliadas do Uganda, na região de Beni, nordeste da República Democrática do Congo, após eleição de um candidato à presidência.
A informação foi avançada hoje pelo presidente da câmara de Beni, Nyonyi Masumbuko Bwanakana.
“Ontem 12 civis foram esfaqueados pela ADF em Mangolikene, nos arredores de Beni, e na mesma noite cinco outros civis foram mortos pelo mesmo grupo no distrito de Paida, no norte do país”, disse à agência France Presse Nyonyi Masumbuko Bwanakana.
Estes massacres ocorreram em plena campanha eleitoral para as eleições presidenciais, legislativas e provinciais agendadas para 23 de Dezembro na República Democrata do Congo.
As eleições presidenciais vão designar o sucessor de Joseph Kabila, que está no poder desde 2001 e não pode concorrer às eleições, uma vez que já cumpriu dois mandatos como chefe de Estado, tal como prevê a Constituição.
O WWF pretende se recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação (M&A) e Sistema de Informação Geográfica (SIG). Saiba mais.
O Instituto Internacional de Agricultura Tropical (IITA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
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O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Programa. Saiba mais.
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Windi Thomas, de 44 anos, declarou-se culpada pelo assassinato do seu namorado de 54 quilos. A norte-americano asfixiou-o sentando-se no seu peito.
O homicídio aconteceu em Março deste ano, avança o jornal Daily Mail. Durante uma discussão do casal, Thomas terá inicialmente atacado o seu namorado com uma faca, espetando-a numa mão. Depois, arremessou a perna de uma mesa contra ele. Por fim, asfixiou-o.
Thomas garantiu às autoridades que, durante o assassinato, estava sob o efeito de álcool e queria comprar crack. Devido à confissão e a um acordo com as autoridades, Windi Thomas conseguiu descer a prisão efetiva de 20 a 40 anos para 18 a 36 anos.
A irmã da vítima diz que “ela deveria ter recebido mais 40 anos de pena”. “Ela merecia prisão perpétua”, afirmou. A irmã da vítima diz ainda que Windi e o namorado estavam juntos há dois anos. “Eu sabia que alguma coisa iria acontecer. Eles até ficaram em minha casa e eu pedi a Windi Thomas: ‘por favor, não mates o meu irmão'”, disse.
Um indivíduo está a contas com a Polícia no distrito de Manica por ter causado ferimentos graves à sua filha com recurso a uma lâmina. O indiciado confessa o crime e diz que a vítima comeu amendoim sem sua autorização.
Ferimentos de causar arrepios, desde a boca, os braços e as mãos. É assim como ficou a menor de 12 anos após ter sido violentada pelo seu próprio pai que para tal usou uma lâmina. Este, a contas com a Polícia, diz que foi o castigo que encontrou após a filha ter consumido perto de cinco quilos de amendoim.
“Cortei a minha filha por causa de roubar cinco quilos de amendoim”, disse o indiciado.
A menor, refuta a alegação do pai e diz que o amendoim foi sim comido, mas por outros dois irmãos.
“meus irmãos comeram amendoim, ele acusou a mim. Daí cortou-me com lâmina”, afirmou a vítima.
O caso chegou à Polícia através de ACODEMA, uma organização que advoga os direitos da criança que condena a atitude do pai.
Contra o indiciado, já foi lavrado o respectivo processo-crime.
Nove pessoas morreram e outras duas encontram-se internadas, em estado grave, devido a suposta intoxicação alimentar, ocorrida no domingo, no distrito de Chiúta, província de Tete.
As vítimas fazem parte de duas famílias do posto administrativo de Kazula, que naquele domingo ingeriram chima (massa de farinha de milho) com caril de feijão.
Desconhece-se o estado sanitário da farinha de milho e do feijão consumidos pelas vítimas, mas o Hospital Provincial de Tete (HPT) colheu amostras para efectuar exames com vista a apurar a causa da intoxicação.
Lídia Cunha, directora do Hospital Provincial de Tete, disse que das nove mortes, três aconteceram em Chiúta, a 100 quilómetros da capital provincial, e seis no HPT.
Um juiz australiano absolveu esta quinta-feira o ex-arcebispo de Adelaide Philip Wilson, aceitando o recurso à sentença de um ano de prisão domiciliária, decretada por supostamente encobrir um caso de pedofilia.
Philip Wilson, de 68 anos, tinha sido condenado por um tribunal de Newcastle a pelo menos seis meses de prisão domiciliária, depois de ser considerado culpado de encobrir o abuso sexual repetido de duas crianças, nos anos de 1970, pelo padre James Fletcher, com quem colaborava na diocese de Maitland-Newcastle.
Agora, o juiz Roy Ellis, do tribunal distrital de Newcastle, no estado de Nova Gales do Sul, revogou a sentença decretada pelo tribunal de primeira instância, por considerar que a acusação não podia provar, além de qualquer dúvida razoável, a responsabilidade do prelado.
Uma pessoa morreu e outras oito ficaram feridas em consequência de um acidente de viação, registado na terça-feira, na cidade da Maxixe.
As vítimas fazem parte da mesma família, que viajavam de Inhambane para Maputo, a fim de participar da cerimônia de encerramento do 38ª do curso básico da Policia da República de Moçambique (PRM), em Matalana.
Chegados na Maxixe depararam-se com uma pessoa deitada no meio da estrada. Na tentativa de esquivar, o motorista descontrolou-se.
“Este carro é de um familiar, tinha alguém a dormir na estrada e nós vínhamos a alta velocidade, não conseguimos mobilizar o carro e o resultado foi este”, contou Elias Jamine, familiar das vítimas.
O motorista e a pessoa que estava deitado na estrada encontram-se hospitalizados.
“O cidadão que esta ao meu lado estava estatelado na estrada, na linha contínua e eu só lhe vi de repente. Quando tentei esquivar pisei-lhe pês”, disse o motorista da viatura.
Já o suposto causador do acidente admite que estava a dormir na estrada porque encontrava-se sobre efeito do álcool.
Um alto responsável rebelde iemenita ameaçou hoje impedir que aviões da ONU usem o aeroporto de Sanaa, a capital, caso as negociações na Suécia não façam retomar o tráfego aéreo civil.
Se não houver uma decisão nas negociações na Suécia (que devem ser hoje retomadas) sobre a abertura do aeroporto da capital para o povo iemenita, chamarei o Conselho Político e o governo (do movimento rebelde Huthis) para o fechar [o aeroporto] a todos os aviões “, escreveu Mohammed Ali Al-Houthi, na sua conta do Twitter.
As conversações de paz entre as partes em conflito no Iémen são retomadas hoje na Suécia, após o fracasso das negociações que a ONU tentou realizar em Genebra, em setembro.
Na altura, só o Governo iemenita marcou presença, uma vez que os rebeldes recusaram viajar por falta de garantias de que poderiam regressar ao Iémen.
As últimas conversações de paz em que as partes beligerantes se encontraram foram no Koweit, no verão de 2016, e, no final, a delegação Huthi ficou retida durante três meses em Omã porque a coligação árabe sob comando saudita que controla o espaço aéreo iemenita impediu que regressassem a Sanaa.
A guerra no Iémen começou em finais de 2014, quando os Huthis, apoiados pelo Irão, tomaram o controlo da capital, Sanaa, e o conflito generalizou-se em março de 2015, com a intervenção da coligação árabe liderada pela Arábia Saudita.
Este conflito desencadeou a “mais grave crise humanitária atualmente existente em todo o mundo”, segundo a ONU.
O primeiro-secretário da Frelimo na cidade de Maputo, Francisco Mabjaia, já não é “todo-poderoso”. Foi deposto, na madrugada de quarta-feira (05), do cargo que sempre desejou e arquitectou várias artimanhas para consegui-lo.
Aliás, todo o secretariado caiu “por má direcção e prepotência do seu líder”, bem como “por intrigas no seio dos camaradas”, apurou o @Verdade.
Para além de Francisco Mabjaia, foram também destituídos Maria Sales e Isilda Zandamela e Alexandre Muianga. Francisco Mabjaia chegou ao Secretariado do Comité da Cidade substituindo Hermenegildo Infante, eleito deputado da Assembleia da República (AR) em 2014.
Quando completou o mandato, ele concorreu à sua própria sucessão e fez uma série de artimanhas para se manter no cargo. “instrumentalizou, subornou os apoiantes dos seus potenciais adversários e orientou as organizações sociais da Frelimo a centralizarem as tenções e o apoio à sua candidatura.”
Reeleito, em Junho de 2017, Francisco Mabjaia – conhecido pelo cognome de “todo-o-terreno” no seio do seu partido, por conta da procura de notoriedade a todo custo entre os camaradas – sempre foi contestado e nunca reconhecido como um verdadeiro líder. Contudo, o homem que surpreendeu a tudo e todos tentando oferecer um tractor ao Chefe do Estado, no XI Congresso da Frelimo, recorreu a subornos para fragilizar os que se posicionavam contra as suas aspirações e desígnios supostamente contra a linha do partido, disseram as nossas fontes.
Na ocasião, Margarida Talapa, membro da Comissão Política, apelou aos camaradas a reforçar a unidade e a coesão interna do partido, bem como a Mabjaia, particularmente, a continuar humilde que sempre foi. Porém, durante o reinado de Mabjaia, nem uma nem outra coisa houve. “Ele era um déspota”, disseram fontes do @Verdade.
A contestação do primeiro-secretário avolumou-se aquando da apreciação do “relatório balanço do gabinete de preparação das eleições autárquicas de 2018” em consequência de se ter constatado que o documento apresentava várias incongruências, incluindo uso não justificado e supostamente para fins pessoais de fundos destinados ao escrutínio.
Na sequência, um grupo de camaradas submeteu uma carta aos órgãos superiores da Frelimo exigindo a realização de uma sessão extraordinária. Todavia, o primeiro-secretário, mostrou-se contra. E não parou por aí: iniciou uma série de ameaças aqueles que estavam a favor do referido evento, bem como do seu afastamento da liderança do secretariado.
Na sessão extraordinária que culminou com a sua destituição, Mabjaia foi destratado e humilhado perante os seus correligionários. Recebeu apupos, insultos e foi confrontado com acusações de perseguições e aliciamento de colegas com ideias contrárias às suas. “A Frelimo é de todos os militantes, incluindo os que que não fazem parte do Comité da Cidade de Maputo”, disseram os camaradas ajuntando que “os processos eleitorais devem ser geridos com cuidado e transparência.”
Aliás, Mabjaia viu a sua continuidade no cargo fortemente ameaçada durante a preparação das recentes eleições autárquicas, quando ele foi acusado de ter orquestrado a exclusão de Samora Machel Júnior da lista das candidaturas internas do partido.
“Samito”, como é carinhosamente tratado, candidatou à presidência do município de Maputo, nas eleições autárquicas de 10 de Outubro passado, pela Associação Juvenil para o Desenvolvimento de Moçambique (AJUDEM).
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) chumbou a candidatura daquela agremiação e do seu cabeça-de-lista por insuficiência de suplentes para preencher os lugares vagos em consequência da renúncia de quatro membros.
Mabjaia é acusado de ter sido o mentor de toda a tramoia que culminou com a inviabilização da candidatura de Samora Machel Júnior nas eleições internas da Frelimo para as “autárquicas de 2018”, bem como da AJUDEM.
O Instituto Internacional de Agricultura Tropical (IITA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
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A Polícia deteve no Chimoio cinco indivíduos acusados de falsificação de moeda. Na sua posse, a PRM apreendeu três notas de duzentos meticais cada e o respectivo equipamento usado no processo de contrafacção.
A falsificação do dinheiro, segundo a Polícia decorria numa serigrafia com recurso a um equipamento informático. Mas o esquema foi desbloqueado quando o indivíduo dirigiu-se a um estabelecimento com objectivo de comprar bebidas alcoólicas com uma das notas falsas, tendo o vendedor, denunciado à Polícia. Aliás, não é primeira vez que este indivíduo é detido, julgado e condenado pelo mesmo crime.
E porque Jay-Z, o trabalhador da serigrafia anda fugitivo, o proprietário do estabelecimento também recolheu as celas até que o falsificador da moeda seja encontrado e responsabilizado.
Perante os casos de circulação de moeda falsa na província, a Polícia apela aos cidadãos a estarem atentos e denunciarem em caso de suspeitas do dinheiro que recebem durante as transações.
O Uruguai rejeitou hoje um pedido de asilo do ex-Presidente peruano Alan García, que se refugiou no consulado uruguaio em Lima depois de um juiz ter retido o seu passaporte como parte de uma investigação de corrupção no Peru.
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Peru, Nestor Popolizio, disse que García já deixou o consulado uruguaio em Lima.
Houve relatos hoje sobre um automóvel prateado que teria saído do posto diplomático uruguaio.
Ao negar o pedido de asilo, o Presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, declarou que não há evidências suficientes que apoiem a afirmação de García de que está a ser um alvo de perseguição política.
Alan García fugiu para o consulado uruguaio há pouco mais de duas semanas, após a ordem de um juiz que o proibia de deixar o país por 18 meses, enquanto decorre uma investigação sobre alegações de que o ex-Presidente teria recebido pagamentos ilegais da construtora brasileira Odebrecht.
A construtora Odebrecht foi uma das empresas alvo da investigação Lava Jato, da Polícia Federal (PF) brasileira, tendo a justiça do Brasil já condenado vários dos seus executivos no Brasil, entre eles, Marcelo Odebrecht.
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