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Quarta-feira, Junho 24, 2026
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Onda de criminalidade só será superada com colaboração das autoridades e da sociedade

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O Procurador-Geral da República diz que a onda de criminalidade preocupa e só será ultrapassada com colaboração das autoridades e da Sociedade.
A ocorrência de crimes de várias especificidades no país está a preocupar a procuradoria-geral da República.
O tráfico de pessoas, homicídios e ofensas corporais para a extracção de órgãos humanos, são segundo Augusto Paulino, Procurador-Geral da República crimes graves que violam os direitos humanos e que são praticados por quadrilhas organizadas.
Os linchamentos que na sua maioria ocorrem na zona norte e Centro do país, também constituem preocupação para a Procuradoria-Geral da República.
Por outro lado os casos de violência doméstica também preocupam.
São Crimes que de acordo com Paulino só podem ser combatidos com a colaboração das autoridades e a sociedade
Trata-se de preocupações apresentadas pelo Procurador-Geral da República no Parlamento na sequência do seu informe anual sobre o estado da Justiça no País.

Augusto Paulino quer lei para barrar sequestros e crimes informático

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O Procurador-geral da República, Augusto Paulino, disse hoje, na apresentação do seu informe anual sobre o estado da Justiça, que o país necessita de uma lei que barre a onda de sequestros. De acordo com o procurador-geral, o nosso Código Penal e a Lei de Tráfico de Pessoas prevêem o crime de raptos com elementos diferentes dos sequestros que ocorrem nos últimos tempos.
O Procurador-Geral da República, Augusto Paulino, apresentou esta quarta-feira no Parlamento o informe anual sobre o estado da administração da Justiça no país.
Paulino mostrou-se preocupado com os casos de raptos que tem assolado a capital do país nos últimos tempos e que segundo ele possuem características de crime organizado.
De acordo com dados apresentados no Parlamento, nos meses de Dezembro de 2011, Janeiro e Fevereiro de 2012 catorze cidadãos foram sequestrados na Cidade e Província de Maputo, e que neste momento prosseguem investigações para esclarecer estes casos.
Para fazer face a este fenómeno, o Procurador-Geral da República entende que devem ser aprovados instrumentos legais, pois o Código Penal e a Lei de Tráfico de pessoas prevêem penalizações que não se enquadram com os sequestros que actualmente são praticados.
Augusto Paulino, assegurou ainda que o país tem-se deparado também com crimes praticados com ajuda de correio electrónico, telemóveis, ATM e cartões bancários
Os dados do Procurador-Geral da República referem ainda que em 2011 registaram-se 477 casos de criminalidade violenta com recurso a arma de fogo contra os 676 processos ocorridos em 2010.

Buracos na EN 06

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Circular pela estrada nacional número 6 no troço que liga o posto administrativo de Inchope, na província de Manica, e a cidade da Beira, virou um autêntico calvário para os automobilistas.
Actualmente, para se percorrer este troço de cerca de 130 Km, entre a cidade da Beira e Inchope, são necessárias no mínimo três horas e meia de tempo contra as anteriores duas quando a estrada estava em condições.
Após ouvir muitas lamentações dos que por aqui circulam, o Director Nacional da Administração de Estradas veio esta semana dizer à imprensa que já estão disponíveis cerca de 135 milhões de meticais, a ser canalizados para a empresa portuguesa CMA, entidade responsável pela reparação da via, cujos trabalhos deverão iniciar-se a 20 de Maio.
O director nacional da ANE, disse também que esta acção afigura-se como uma medida de emergência, pois o que esta via necessita é de uma reabilitação de raiz, cujo custos estão avaliados em 380 milhões de dólares, montante que o Governo procura.
A concretizar-se o projecto de reabilitação de raiz da EN6, esta via, que liga a cidade da Beira ao Zimbabwe, passando por Manica, poderá ver as suas faixas de rodagem alargadas e a construção de uma outra ponte paralela a existente no rio Púnguè.

Vigilantes roubam e vendem matéria-prima da Mozal

Mozal
Seis indivíduos estão desde terça-feira última detidos na esquadra de Beluluane, província de Maputo, indiciados de roubo, venda e compra de matéria-prima para a produção de alumínio da empresa Mozal.
Roubo, venda e compra de barras de matéria-prima para a produção de alumínio na empresa Mozal, custou a detenção, terça-feira última, na esquadra de Beluluane, província de Maputo, destes seis indivíduos.
Três dos seis são vigilantes da empresa de segurança Rangers.
Já sob custódia policial, cada um falou do seu envolvimento no crime.
A Polícia da República de Moçambique, na província de Maputo, através do seu porta-voz, João Machava, diz tratar-se de um grupo que há muito vem praticando este tipo de crime.
Na maioria das vezes esta matéria-prima é usada para o fabrico caseiro de potes, panelas, chaleiras, entre outros bens que são posteriormente vendidos em países vizinhos como Suazilândia e África do Sul.

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