As inundações provocadas pelas chuvas torrenciais das monções fizeram pelo menos 184 mortos na Índia e obrigaram ao deslocamento de cerca de um milhão de pessoas, segundo um novo balanço divulgado pelas autoridades locais.
Um balanço anterior das autoridades indianas dava conta de um total de 144 vítimas mortais.
O Estado de Kerala, região turística situada no sul da Índia, é pelo segundo ano consecutivo a zona do país mais atingida pelas intempéries, situação que obrigou, na semana passada, ao encerramento do aeroporto internacional de Kochi durante três dias.
“Pelo menos 76 pessoas morreram, 58 estão dadas como desaparecidas e 32 ficaram feridas”, indicou, em declarações à agência noticiosa francesa France Presse (AFP), um porta-voz da polícia de Kerala, Pramod Kumar.
Só neste Estado do sul da Índia, as inundações obrigaram que cerca de 288 mil pessoas fossem retiradas das respectivas casas e encaminhadas para acampamentos temporários.
No Estado vizinho de Karnataka, também afectado por grandes inundações, os números provisórios avançados pelas autoridades locais apontam para 42 mortos.
“Retirámos mais de 580 mil pessoas”, afirmou, também à AFP, um funcionário do governo local.
Muitas auto-estradas e estradas nestas regiões estão danificadas ou estão cortadas por causa das inundações.
As operações de resgate e de socorro estão a envolver, entre outros operacionais, equipas de emergência médica e militares da Marinha e da Força Aérea indianas.
Os ‘media’ indianos estão a noticiar também que pelo menos 66 pessoas morreram nos Estados de Maharashtra e Gujarat (oeste), dando conta igualmente da existência de dezenas de milhares de deslocados nestas regiões.
A monção, fenómeno que ocorre de Junho a Setembro, é crucial para a rega dos terrenos agrícolas e para o restabelecimento das reservas de água desta região. Mas, todos os anos também significa a ocorrência de centenas de mortos.
Em 2018, no Estado de Kerala, 450 pessoas morreram naquelas que foram consideradas as piores inundações em quase um século.
Um tribunal de Oslo determinou, a prisão preventiva por quatro semanas do suspeito acusado da tentativa de ataque terrorista a uma mesquita nos arredores da capital norueguesa e do homicídio de uma meia-irmã.
A prisão preventiva do suspeito, que inclui duas semanas em isolamento, tinha sido pedida pelo Ministério Público numa audiência na qual o homem, identificado como Philip Manshaus, de 21 anos, optou por não prestar declarações.
Manshaus foi detido no sábado depois de ter entrado no centro islâmico Al-Noor, em Baerum, nos subúrbios de Oslo, e ter disparado, antes de ser controlado por uma das três pessoas presentes no local e entregue à polícia.
Um homem, de 65 anos, que procurou imobilizar o suspeito ficou ferido ligeiramente na luta.
Poucas horas depois, os investigadores encontraram na casa do suspeito o cadáver de uma jovem de 17 anos, mais tarde identificada como sua meia-irmã.
Um responsável da polícia de Oslo Rune Skjold declarou no domingo numa conferência de imprensa que o suspeito tinha “posições xenófobas, queria espalhar o terror”.
A advogada do suspeito, Unni Fries, recusou-se a comentar à imprensa norueguesa a possibilidade de o seu cliente se ter inspirado no ataque contra duas mesquitas na Nova Zelândia, em Março, que causou 51 mortos, ou no de El Paso, nos Estados Unidos, a 03 de Agosto, no qual foram mortas pelo menos 22 pessoas.
O deputado Eduardo Bolsonaro, filho do Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, enviou na segunda-feira a empresários o projecto que pretende levar a Washington caso seja nomeado embaixador dos EUA, procurando agora o apoio do Senado.
Numa reunião com empresários em São Paulo, Eduardo Bolsonaro enumerou algumas das suas mais-valias para o cargo e apelou aos executivos da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), a maior entidade de classe da indústria do país, a conversar com os senadores, de forma a convencê-los dos benefícios que a sua nomeação traria para a economia brasileira.
O deputado parlamentar de 35 anos foi proposto pelo seu pai para o cargo de embaixador em Washington e já recebeu o apoio oficial norte-americano. Porém, para assumir o cargo, o terceiro filho do chefe de Estado brasileiro necessita ainda de ser oficialmente nomeado e contar com o apoio do Senado.
“Dependo do apoio do Senado Federal. Tenho o apoio dos senhores e, caso vocês tenham algum contacto com os senadores, digam-lhes que essa abertura que tenho junto da Casa Branca vai acelerar e muito os acordos comerciais e, em outros sectores que lhes interessam”, disse Eduardo Bolsonaro, o deputado mais votado nas eleições legislativas de Outubro passado.
Segundo o deputado, um dos seus objectivos como embaixador será apresentar nos Estados Unidos as “bandeiras económicas” promovidas pelo novo Governo.
“São essas as bandeiras que eu quero levar aos EUA. E dizer-lhes que ocorreu uma mudança no Brasil, que não foi só na questão da corrupção, mas também no pensamento económico”, acrescentou Eduardo Bolsonaro.
O deputado, que é também presidente da Comissão de Relações Exteriores na Câmara baixa, citou o acordo de livre comércio assinado em Junho passado entre a União Europeia e o Mercosul como forma de “derrubar barreiras”, e lembrou que os Estados Unidos já expressaram a sua intenção de assinar o seu próprio acordo com o Brasil.
O filho do Presidente brasileiro reuniu-se na segunda-feira com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, e com o restante conselho de administração e, posteriormente, jantou com empresários que possuem interesses nos Estados Unidos.
Enquanto Eduardo Bolsonaro procura por apoios, o Ministério Público Federal (MPF) do Brasil informou na segunda-feira que entrou com uma acção civil pública contra a indicação do deputado para a embaixada do país em Washington.
O MPF citou a falta de experiência do filho do Presidente para o cargo e pediu que o Governo tenha em conta determinados critérios ao fazer uma nomeação, incluindo reconhecido mérito em actividades diplomáticas e, pelo menos, três anos de experiência nessa área.
A iniciativa foi motivada após terem chegado dezenas de pedidos ao MPF, questionando a intenção do Governo brasileiro em indicar o deputado (membro da câmara baixa parlamentar) Eduardo Bolsonaro ao cargo de embaixador do Brasil na capital dos Estados Unidos.
Além do pedido de providência cautelar para garantir o cumprimento dos requisitos de experiência e de preparação prévia do indicado a cargo de embaixador do Brasil, os procuradores solicitaram à Justiça que seja imposta multa diária ao Governo brasileiro, caso estes critérios não sejam atendidos.
Para assumir o cargo de embaixador, Eduardo Bolsonaro, de 35 anos, terá de renunciar ao mandato de deputado e terá ainda de passar por uma audição (sabatina) no Senado brasileiro (câmara alta parlamentar), responsável por aprovar a indicação dos embaixadores brasileiros, e que poderá impedir a nomeação.
As bases e posições da Renamo, principal partido da oposição moçambicana, devem ser desmanteladas até dia 21 deste mês, impõe a proposta de Lei do Acordo de Paz e Reconciliação Nacional, a que a Lusa teve acesso.
A proposta do Presidente da República, Filipe Nyusi, que incorpora o Acordo de Paz e Reconciliação Nacional, foi depositada na Assembleia da República, que vai debater o documento em sessão extraordinária em data a agendar na terça-feira pela Comissão Permanente do órgão legislativo moçambicano.
O documento, intitulado Lei da Paz, estipula, no número cinco do preâmbulo, que “o desmantelamento das bases e posições relacionadas com as hostilidades militares deve ser feito em conformidade com o previsto no Memorando de Entendimento sobre Assuntos Militares e concluído até 21 de Agosto do presente ano”.
A protecção do líder da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) será feita por um contingente da Polícia da República de Moçambique (PRM), responsável pela protecção de altas individualidades.
Esse contingente será seleccionado entre elementos do braço armado da Renamo.
“O aquartelamento e o respectivo asseguramento logístico [da guarda do líder da Renamo] é da responsabilidade da Polícia da República de Moçambique”, lê-se no documento.
As Forças de Defesa e Segurança (FDS) moçambicanas estão obrigadas a notificar à Comissão de Assuntos Militares, num prazo de cinco dias, qualquer aproximação a um raio de cinco quilómetros a uma base da Renamo, antes do seu desmantelamento.
De acordo com o documento, deve igualmente ser facilitada a passagem dos homens armados da Renamo para os centros de acomodação, para o Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR).
As Forças de Defesa e Segurança e os membros do braço armado da Renamo devem facilitar o regresso livre de pessoas que tenham sido obrigadas a abandonar as suas residências, devido aos confrontos entre as duas partes.
Ao abrigo do acordo, a Renamo deve abster-se de actos violentos ou ataques armados contra a população civil e suas propriedades, bem como a posições das FDS.
O braço armado do principal partido da oposição também não deve adquirir, reforçar ou distribuir armas, munições ou outro tipo de material bélico.
A Renamo deve também “abster-se de criar ou ocupar novas posições em território nacional ou praticar actos ofensivos”.
O pacto impõe igualmente à Renamo a proibição de recrutar, de forma voluntária ou à força, ou mobilizar pessoal de qualquer género ou idade para o seu contingente armado.
O Acordo de Paz e Reconciliação Nacional, que será convertido em lei pela Assembleia da República, é o terceiro entre o Governo da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) e a Renamo.
O primeiro foi assinado em 1992 para pôr termo à guerra civil de 16 anos e o segundo foi rubricado em 2014, após confrontos entre o braço armado da Renamo e as Forças de Defesa e Segurança moçambicanas, na sequência da recusa do principal partido da oposição em reconhecer os resultados das eleições gerais.
De uniforme azul ou vermelho os pacientes destacavam-se nos bancos do Hospital Provincial da Matola. Enquanto uns “inundavam” as triagens outros “entrincheiravam-se” na farmácia.
O denominador comum é que todos vinham da empresa “darling” localizada no parque Industrial de Beluiluane em Boane, onde foram vítimas de uma substância química até aqui não identificada.
Tossiam sem parar, as vozes estavam rocas, havia nervosismo nos pacientes. Substância química volátil não identificada é que esta na origem dos problemas respiratórios e desmaios. É recorrente a ocorrência de desmaios e intoxicações naquela empresa que produz cabelos artificiais.
Uma jovem encostada a um dos pilares da farmácia, esforçava-se em dizer algo mas a voz não saia.
O serviço de urgência do Hospital Provincial da Matola confirmou a entrada dos pacientes vítimas de intoxicação. O Director substituto do Serviço de Urgência disse que “dos pacientes que recebemos, oito foram encaminhados a maternidade por estarem grávidas, doze encontram-se na sala de observações sob cuidados médicos e os restantes tiveram alta. Os que estão em observação encontram-se todos estáveis e não há riscos de perda de vida”.
Na Direcção Provincial de Trabalho Emprego e Segurança Social em Maputo através da inspecção provincial do trabalho já tomou conhecimento do incidente e já destacou equipas para o terreno e salienta que é um caso que precisa de uma investigação multissectorial e profunda.
“Diligências estão sendo realizadas para perceber as razões da frequência destes desmaios nesta empresa. Há indicações segundo a própria empresa, que o facto deve-se a inalação de substâncias que são trazidas pelo ar proveniente duma empresa vizinha. Esta situação precisa de uma investigação técnica e minuciosa. Daí que envolveremos de todas as entidades com competência técnica para o fazer. Solicitaremos o nosso laboratório de saúde ocupacional para também envolver-se nesta investigação que nos preocupa”.
No parque industrial de Beluluane no Distrito de Boane, onde funciona a empresa Darling, não foi permitida a entrada de jornalistas pelos seguranças, que disseram que tinham orientações claras para impedir a presença da imprensa naquele local. Aliás na cancela alguns carros eram sujeitos a revista alegadamente porque os jornalistas podiam entrar disfarçados.
Em Novembro do ano passado, dezenas de trabalhadoras desta empresa, também deram entrada em vários hospitais da Matola, vítimas de intoxicação causada pela mesma substância.
A chefe do Executivo de Hong Kong advertiu que a violência das manifestações pró-democracia vai levar o território para “um abismo” e a “uma situação preocupante e perigosa”.
“A violência (…) vai empurrar Hong Kong para um abismo e mergulhar a sociedade de Hong Kong numa situação preocupante e perigosa”, afirmou Carrie Lam, em conferência de imprensa.
A líder do Governo acrescentou que o território está “seriamente ferido” e que vai levar “muito tempo a recuperar”, pedindo que “todos coloquem as diferenças de lado e se acalmem”.
“Pensem por cinco minutos, pensem na nossa cidade, querem realmente que seja empurrada para o abismo?”, questionou Lam, com lágrimas nos olhos.
Os protestos, sem precedentes desde a transferência de soberania do Reino Unido para a China em 1997, levaram na segunda-feira ao cancelamento de todos os voos no aeroporto do território, depois de milhares de manifestantes pró-democracia terem invadido aquele que é um dos aeroportos mais movimentadas do mundo.
Cerca de cinco mil manifestantes, de acordo com a polícia, realizaram na segunda-feira o quarto dia de concentrações pacíficas na zona para chamar a atenção dos viajantes para o que consideram ser a violência desproporcionada da polícia na repressão dos protestos.
Ao longo da noite, os manifestantes saíram do aeroporto, sem intervenção da polícia. Um pequeno grupo continuava esta manhã nas instalações, já limpas de quaisquer bandeiras e cartazes, mas ainda com inscrições desenhadas nas paredes.
O tráfego aéreo foi já retomado no aeroporto de Hong Kong, apesar de os manifestantes terem anunciado que vão regressar ao local e retomar os protestos.
O encerramento do oitavo aeroporto internacional mais frequentado do mundo (74 milhões de passageiros em 2018), numa medida raramente aplicada, foi decidido na segunda-feira e no momento em que o Governo central chinês afirmava ver “sinais de terrorismo” na contestação que agita a região administrativa especial chinesa, desde o início de Junho.
As declarações de Pequim representaram um nova escalada na crise política mais grave em Hong Kong desde a transferência de soberania do Reino Unido para a China, em 1997.
Num comentário publicado esta madrugada, a agência de notícias oficial chinesa Xinhua considerou que o futuro de Hong Kong atravessava “um momento crítico”, enquanto dois meios de comunicação do Partido Comunista Chinês, Diário do Povo e Global Times, difundiram dois vídeos que mostravam veículos de transporte de tropas a dirigirem-se, alegadamente, para a zona económica especial chinesa de Shenzhen, adjacente a Hong Kong.
A contestação social foi desencadeada pela apresentação de uma proposta de alteração à lei da extradição, que permitiria ao Governo e aos tribunais da região administrativa especial a extradição de suspeitos de crimes para jurisdições sem acordos prévios, como é o caso da China continental.
A proposta foi, entretanto, suspensa, mas as manifestações generalizaram-se e reivindicam agora medidas para a implementação do sufrágio universal no território, a demissão da actual chefe do Governo, uma investigação independente à violência policial e a libertação dos detidos ao longo dos protestos.
A transferência de Hong Kong e Macau para a República Popular da China, em 1997 e 1999, respectivamente, decorreu sob o princípio de “um país, dois sistemas”, precisamente o que os opositores às alterações da lei garantem estar agora em causa.
Para as duas regiões administrativas especiais da China foi acordado um período de 50 anos com elevado grau de autonomia, a nível executivo, legislativo e judiciário, sendo o Governo central chinês responsável pelas relações externas e defesa.
A Renamo diz ter iniciado conversações com a junta militar no sentido de ultrapassar as diferenças que existem entre as partes. A perdiz garante que nos próximos dias haverá uma solução definitiva sobre o assunto.
A informação foi partilhada pelo deputado da Renamo Muhamad Yassin durante o programa bancadas parlamentares, da STV Notícias, de sexta-feira.
Yassin diz não ter dúvidas que os esforços que estão a ser feitos pelo partido mostram claramente que há uma solução a vista.
De referir que o grupo militar da Renamo, exige a demissão do seu líder Ossufo Momade e a eleição de um novo presidente da formação política.
O antigo Presidente do Quirguistão Almazbek Atambaiev, acusado de corrupção e detido na semana passada, estava planear um golpe de Estado, disse o chefe de serviços de segurança do país da Ásia Central.
“A intenção era um golpe de Estado, digo isto oficialmente”, disse Orozbek Olubaiev, em conferência de imprensa.
O ex-Presidente do Quirguistão foi detido em 08 de Agosto, após violentos confrontos entre a polícia e apoiantes, e um dia após uma tentativa de detenção de Atambaiev fracassada, que causou um morto e cerca de 80 feridos.
A degradação da situação política interna está a suscitar receios de um conflito de maiores proporções nesta antiga república soviética, com cerca de 6,3 milhões de habitantes e que faz fronteira com a China.
O Quirguistão alberga uma base aérea militar russa e registou duas revoluções em 2005 e 2010.
Os dois primeiros Presidentes do Quirguistão após a independência, em 1991, foram afastados do poder na sequência de tumultos.
Após uma primeira tentativa de assalto que degenerou num intenso tiroteio, cerca de mil elementos das forças de segurança regressaram no dia seguinte à residência do antigo chefe de Estado, indiciado por corrupção e que entrou em conflito com o sucessor e ex-delfim, Sooronbai Jeenbekov.
Almazbek Atambaiev, de 62 anos, Presidente entre 2011 e 2017, foi indiciado pela justiça do país, no final de Junho, por corrupção. A imunidade na qualidade de antigo chefe de Estado foi retirada pelos deputados.
O antigo chefe de Estado é suspeito de “compra ilegal de terras” e de ter libertado um membro de um clã mafioso, acusações que considerou uma manobra política do actual Presidente e rival.
No final do mandato, Almazbek Atambaiev, através de movimentações políticas, conseguiu impor a candidatura de Sooronbai Jeenbekov, mas as relações entre os dois homens degradaram-se rapidamente.
O conflito pessoal poderá implicar graves distúrbios nesta república da Ásia Central, caracterizada por frequentes tensões étnicas.
Em Junho, Atambaiev deslocou-se à Rússia, país aliado do Quirguistão, onde foi recebido por Vladimir Putin, sendo na ocasião sugerido que poderia solicitar asilo político.
No encontro, o Presidente russo manifestou o receio de possíveis tumultos e defendeu a “estabilidade política” num país com crises recorrentes.
“Infelizmente, o conflito atingiu nos últimos dias um patamar de perigo”, advertiu o chefe dos Serviços de Informações Externos da Rússia (SVR, na sigla em língua russa), Serguei Narychkine, citado pela agência noticiosa estatal RIA-Novosti.
O primeiro Presidente da história do Quirguistão Askar Akayer encontra-se exilado em Moscovo, desde que foi derrubado na designada “Revolução da Túlipas” de 2005.
O médio Danilo não marcou presença no derradeiro treino antes da partida, frente ao Krasnodar de acesso ao play off da Liga dos Campeões, e aumentam as dúvidas se irá estar presente.
No treino, que começou cerca de uma hora e meia de atraso, Sérgio Conceição afinou os derradeiros detalhes para a partida da Champions.
A conferência de Imprensa de Sérgio Conceição e de um jogador esta assim com um grande atraso.
A Palace Complexo Lda, no âmbito de seu crescimento, está a recrutar um (1) Operador de Controle de Viaturas Via Satélite, para seu quadro de pessoal. Saiba mais.
A Universidade Púnguè, a Universidade Púnguè pretende recrutar um (1) Docente Universitário – Metodologias de Investigação Cientifica Aplicada em Gestão Ambiental. Saiba mais.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Nacional de Saúde Migratória SRHR-HIV, NOA. Saiba mais.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assistentes de Projecto SRHR-HIV, G4. Saiba mais.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar Docentes de Pós-laboral para o curso de Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais. Saiba mais.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar Docentes de Pós-laboral para o curso de Doutoramento em Tecnologias da Educação. Saiba mais.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar Docentes de Pós-laboral para o curso de Mestrado em Contabilidade e Auditoria. Saiba mais.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar Docentes de Pós-laboral para o curso de Mestrado em Administração e Gestão de Negócios. Saiba mais.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar Docentes de Pós-laboral para o curso de Mestrado em Saúde Pública. Saiba mais.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar Docentes de Pós-laboral para o curso de Mestrado em Direito Administrativo. Saiba mais.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar Docentes de período Laboral/Pós-laboral para o curso de Licenciatura em Administração e Gestão Hospitalar. Saiba mais.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar Docentes de Período Laboral/Pós-laboral para o curso de Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais. Saiba mais.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar Docentes de período Laboral/Pós-laboral para o curso de Licenciatura em Contabilidade e Auditoria. Saiba mais.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar Docentes de período Laboral/Pós-laboral para o curso de Licenciatura em Economia e Gestão. Saiba mais.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar Docentes de período Laboral/Pós-laboral para o curso de Licenciatura em Administração Pública. Saiba mais.
A Reitoria da Universidade Católica de Moçambique (UCM) pretende recrutar Docentes de período Laboral/Pós-laboral para o curso de Licenciatura em Direito. Saiba mais.
A CBE Southern Africa, empresa de Consultoria em Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente, um (1) Oficial de Programa: Especialista em Direitos Humanos. Saiba mais.
O primeiro sarcófago de Chernobyl está em risco de ruir. A estrutura está coberta por uma nova cúpula, que permite que as 200 toneladas de material radioativo não serão libertadas para a atmosfera, mesmo que o sarcófago interior se desmorone.
A construção do primeiro sarcófago foi feita à pressa para conter rapidamente a radiação, depois da tragédia na central nuclear de Chernobyl.
A estrutura foi construída com 400 metros cúbicos de cimento e sete milhões de quilos de aço, mas as juntas de ligação foram mal seladas. Há também aberturas no tecto que permitiram infiltrações de água, o que originou corrosão.
Para que a primeira cobertura não desmorone, será necessário proceder ao desmantelamento de ambas estruturas, pelo que os trabalhos vão custar quase 70 milhões de euros e devem estar concluídos em 2023.
Depois de duas assistências na estreia nesta temporada da Liga Inglesa, que culminou com uma vitória por 4-0 frente ao Chelsea, Paul Pogba deixou o futuro em aberto quanto a uma saída do Manchester United.
“Existiram palavras. O futuro dirá. Continuamos sempre com esse ponto de interrogação. Estou em Manchester, estou a divertir-me com os meus companheiros, quero ganhar jogos”, atirou.
Recorde-se, o internacional francês há muito que é associado ao Real Madrid, sendo dado pela imprensa espanhola como o principal desejo de Zinedine Zidane.
O mais recente lançamento da Samsung, o smartphone Galaxy Note 10, não tem uma ligação de 3,5 mm para usarmos com auscultadores convencionais. A Apple já tinha feito isto em 2017.
Na altura em que a Apple decidiu deixar de incluir uma porta jack de 3,5 mm para ligar auscultadores, as críticas não se fizeram esperar. Vários jornalistas a analistas, viram esta jogada da marca da maçã foi vista como um erro.
Como é óbvio, as empresas rivais também não perderam tempo e gozaram com o facto de o iPhone precisar de um dongle (um adaptador Lightning para jack 3,5 mm) para podermos ligar auscultadores tradicionais.
A Samsung satirizava a decisão da Apple (durante a apresentação do S8 isto também aconteceu) e durante dois anos manteve todos os seus terminais com esta porta jack de 3,5 mm – até ontem.
Em dia de apresentação mundial do novo Galaxy Note 10 (que tem duas versões), ficámos a perceber que, afinal, este smartphone não traz jack de 3,5 mm e vem com um adaptador em tudo igual ao que a Apple inclui nos seus iPhones desde o modelo 7 – apenas muda o facto de ser USB-C.
O Presidente da República inaugurou a Central Solar de Mocuba orçada em 76 milhões de dólares. A infraestrutura é da empresa norueguesa Scate com 52,5% de acções, EDM com 25% e a agência de desenvolvimento da noruega 22.5%. O contrato de compra da energia solar é de 25 anos e foi firmada em Outubro de 2016 entre a central solar de Mocuba e a EDM.
Trata-se de um empreendimento com 126 hectares. Filipe Nyusi inaugurou a Central Solar fotovoltaica, a primeira do género em Moçambique com a capacidade de 40 Mega Watts que serão injectados na rede eléctrica nacional.
Depois da inauguração Filipe Nyusi recebeu explicações sobre o empreendimento. De seguida escalou a central de produção da energia onde quis saber da resistência dos equipamentos em caso de intempérie.
O Presidente da República destacou na ocasião os ganhos em termos de desenvolvimento que a energia solar pode trazer para a província da Zambézia. O chefe do estado reconheceu que a província precisa de infraestruturas para se desenvolver.
O governador da Zambézia Abdul Razak destacou os esforços da expansão da energia na Zambézia.
O vice-presidente da Scate Solar dona do projecto explicou na ocasião que a empresa está empenhada em trazer energia solar nos novos mercados.
A central solar de Mocuba irá produzir energia limpa para fornecer anualmente 175 mil clientes.
Um homem foi resgatado do interior de uma gruta onde ficou preso durante quatro dias, sem comer e beber, no Cambodja.
Segundo a BBC, Sum Bora, de 28 anos, estava na gruta, no Cambodja, na Ásia, à procura de excrementos de morcego e ficou preso entre duas rochas enquanto tentava recuperar uma tocha.
Para retirar o homem do local foram necessárias 200 pessoas num trabalho que se prolongou por mais de 10 horas. Ao canal de televisão britânico o homem chegou mesmo a afirmar que já tinha perdido a esperança em sair da gruta com vida.
Os excrementos de morcego é uma matéria de lucro no país e são muitas vezes utilizados como fertilizantes.
As autoridades já tomaram medidas e vão proibir a subida à montanha Chakrai para evitar que mais pessoas fiquem presas nas grutas.
Antes da partida frente ao Nimes era visível nas bancadas enormes tarjas entre os adeptos do Paris Saint-Germain a exigirem a saída do avançado brasileiro Neymar.
Os adeptos tinham tarjas com a seguinte mensagem: “Neymar fora do PSG”.
O suspeito do ataque a mesquita na Noruega e do homicídio de sua meia-irmã, no sábado, rejeitou todas as acusações que lhe foram feitas, declarou a sua advogada à agência noticiosa francesa AFP.
O homem, identificado pelos noruegueses como Philip Manshaus, de 21 anos, é nesta fase acusado de tentativa de homicídio por abrir fogo na mesquita Al-Noor e por homicídio após a descoberta do cadáver da sua meia-irmã de 17 anos.
Essas acusações poderiam, segundo a polícia, ser estendidas para “tentativa de actos terroristas”.
“Eu posso confirmar”, disse à AFP a advogada do acusado, Unni Fries, referindo que o seu cliente rejeitou todas as acusações.
O suspeito deve comparecer perante o juiz, hoje às 13h00, para se determinar se ficará em prisão preventiva.
No sábado à tarde, o acusado abriu fogo contra o centro islâmico Al-Noor, em Baerum, um subúrbio residencial de Oslo, antes de ser controlado por uma das três pessoas presentes no local e entregue à polícia.
Um homem, de 65 anos, que se atirou para cima do suspeito ficou levemente ferido na luta.
Poucas horas depois, os investigadores encontraram na casa do suspeito o cadáver de uma jovem mulher, mais tarde identificada como sua meia-irmã.
De acordo com relatos dos media locais, a vítima era de ascendência chinesa e havia sido adoptada pela actual esposa do pai do suspeito.
No domingo, a polícia disse que o atacante da mesquita tem “posicionamentos de extrema-direita”.
“Ele tem posições xenófobas, queria espalhar o terror”, disse Rune Skjold, da polícia de Oslo, numa conferência de imprensa.
O Paris Saint-Germain iniciou hoje a defesa do titulo de campeão francês de futebol com um triunfo por 3-0 na receção ao Nimes, com golos de Edinson Cavani, de grande penalidade, Kylian Mbappé e Ángel Di Maria.
Sem o brasileiro Neymar, a recuperar de lesão, o Paris Saint-Germain ameaçou por Mbappé, aos 16 minutos, e chegou à vantagem pelo uruguaio Edinson Cavani, na conversão de uma grande penalidade aos 24 minutos, a punir mão na bola de Pablo Martinez.
Em apenas dois minutos, aos 35 e 36, o Paris Saint-Germain dispôs de duas situações para elevar a vantagem, pelo reforço Pablo Sarabia (ex-Sevilha) e Julian Draxler, respectivamente, mas o guarda-redes Paul Bernardoni correspondeu com duas excelentes defesas.
Perto do final da primeira parte, o Nimes esteve perto do empate por Renaud Ripart, aos 41 minutos, mas ainda antes do intervalo foi o PSG que desperdiçou por Edinson Cavani, a passe de Mbappé, a possibilidade de fazer o segundo golo.
Na segunda parte, perante um Nimes a acusar o esforço despendido nos primeiros 45 minutos, o PSG aumentou com naturalidade por Mbappé, aos 56 minutos, assistido pelo espanhol Juan Bernat, e pelo argentino Ángel Di Maria, aos 69, cinco minutos após sair do banco.
Até final do encontro, em que o Nimes ia revelando cada vez mais dificuldades em ‘segurar’ o campeão gaulês, foram várias as oportunidades para o PSG, mesmo em gestão do resultado, poder aumentar a vantagem.
O Lille, vice-campeão francês, recebeu e venceu o Nantes, por 2-1, com dois golos do nigeriano Victor Osimhean, aos 19 minutos, após assistência do português José Fonte, e aos 80. O Nantes ainda empatou a 1-1 com um autogolo do turco Mehmet Çelik, aos 51.
O Metz, campeão da II Liga, assinalou o regresso ao escalão principal com um empate a 1-1 em casa do Estrasburgo, que chegou à vantagem por Adrien Thomasson, aos 21 minutos. O Metz empatou pelo senegalês Habibou Diallo (1-1), aos 47 minutos, e saiu de Estrasburgo com um ponto.
O Governo moçambicano e o consórcio da Área 4 da Bacia do Rovuma, assinaram mais um acordo complementar que define os termos que regem as receitas de Gás Natural Liquefeito a ser extraído neste bloco.
Trata-se do segundo acordo do género, que visa complementar o Contrato de Concessão para Pesquisa e Produção desta área, aprovado pelo Conselho de Ministros a 14 de Maio, e que tem como líderes do consórcio a petrolífera norte-americana ExxonMobil, em terra e a italiana Eni, no mar.
“A assinatura do segundo acordo complementar assinala um marco importante e um passo significativo em direcção à Decisão Final de Investimento para o projecto
Rovuma LNG no final deste ano”, refere a nota de imprensa enviada esta sexta-feira, à nossa redacção, citando Mark Hackney, director-geral Midstream da Mozambique Rovuma Venture.
E acrescenta, “Continuaremos a trabalhar com o Governo para maximizar os benefícios a longo prazo que este projecto trará para o povo de Moçambique”.
“Estas aprovações importantes aproximam-nos cada vez mais da materialização do Projecto Rovuma LNG e representam o compromisso do Governo de garantir que o
Projecto irá beneficiar todos os moçambicanos e tornar realidade este “gás”para um Moçambique próspero”, afirmou o Ministro Ernesto Max Tonela, citado pelo referido documento.
O Tribunal Judicial Distrital de Morrumbala, na Zambézia, condenou com multa equivalente a três meses de salário mínimo, quatro dos cinco gestores de órgãos eleitorais, acusados de ilícito eleitoral, no anterior recenseamento, disse a Lusa, fonte da acusação.
A sentença de quarta-feira, proferida pela Juíza Francesca Paulino, no processo 77/19, sobre dupla inscrição, aplicou a pena de multa a João Cassamo, director distrital do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) de Morrumbala, e a Isabel Chaves, chefe de operações do STAE.
A mesma pena foi aplicada a João de Aguiar, primeiro vice-presidente da Comissão Distrital Eleitoral (CDE) de Morrumbala e a Ana Chilomo, vogal da CDE, por se ter provado, que se inscreveram mais de duas vezes no processo de recenseamento.
“O tribunal decidiu por uma caução num caso que pode concorrer para fraude eleitoral, nas próximas eleições” disse a fonte da acusação à agência Lusa, sugerindo que a sentença foi branda.
Os gestores dos órgãos eleitorais eram acusados de crimes de promoção dolosa de inscrição, punível na lei moçambicana, agravados por serem “conhecedores de leis”.
O caso de dupla inscrição dos gestores dos órgãos eleitorais foi denunciado à justiça pela Renamo, após ter sido reportada a segunda emissão de cartões de eleitores aos dirigentes.
Em reacção à sentença, Abdala Ibrahimo, delegado provincial da Renamo na Zambézia, defendeu, ontem, a aplicação de penas, que “desmoralizem” crimes eleitorais e aumentem a confiança nos tribunais de primeira instância, que julgam ilícitos eleitorais.
“As pessoas não vêem com bons olhos as cauções em situações desta natureza”, disse à Lusa, Adbala Ibrahimo, adiantando que “se a justiça fechasse olhos (a favoritismo político) e aplicasse aquilo que prevê ia disciplinar a sociedade”.
O Tribunal Judicial distrital de Pebane, na Zambézia, iniciou ontem o julgamento do segundo caso de dupla inscrição, denunciado pela Renamo, no qual é acusado o director local do STAE, cuja sentença ficou marcada para 17 de Agosto.
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