Li Qianyang, um homem de origem asiática, foi alvo de um violento ataque racista, no sábado (07), em Brooklyn, nos Estados Unidos. Ao que tudo indica, o motivo da agressão deveu-se ao surto do novo coronavírus, considerando que o vírus respiratório surgiu, inicialmente, na China.
De acordo com fontes policiais citadas pelo New York Post, a vítima, que se encontrava a utilizar uma máscara na altura do ataque, foi esfaqueada 13 vezes.
Li, de 48 anos, está neste momento a lutar pela vida, em estado crítico no Lutheran Medical Center, após ter sido operado de urgência no sábado.
As autoridades locais referem que o caso episódio de violência ocorreu às 19h11 (23h em Lisboa), no centro da cidade. A vítima estava a andar na rua quando um indivíduo, com luvas laranjas, esfaqueou Li, primeiro, nas costas e depois na cabeça, braços e peito antes de fugir.
À referida publicação, a polícia apontou ainda que vários “asiáticos têm sido assediados e agredidos devido ao novo coronavírus”.
Desde que o surto do Covid-19 se tem espalhado pelo mundo, têm sido reportados vários casos, em vários pontos do mundo, de agressões contra pessoas de origem asiática.
Um menino, de quatro anos, sobreviveu, no sábado (07), a uma queda de um segundo andar, em Sinop, a cerca de 500 quilómetros de Cuiabá, no Brasil.
Segundo a G1, a criança caiu da janela para cima de um carro que estava a passar na rua em frente ao prédio. Apesar de ainda ter caído para o chão, o menor sobreviveu. Contudo, o menino sofreu vários ferimentos.
De acordo com a referida publicação, o incidente ocorreu após a ‘babysitter’ que estava a cuidar da criança ter deixado a mesma sozinha em casa. A mãe do menor não terá aparecido à hora combinada e a ‘babysitter’ decidiu abandonar o menor porque “tinha um compromisso”.
A queda do menino foi testemunhada por vizinhos que se encontravam no local e que foram os primeiros a socorrer a criança.
O menor encontra-se agora no Hospital Regional de Sinop. O Conselho Tutelar foi acionado e ficou responsável pela vítima.
À Polícia Militar, a mãe da criança garantiu que tinha tentado comunicar, sem sucesso, com a ‘babysitter’ para a avisar que estava uns minutos atrasada. Ainda assim, a progenitora e a dona do apartamento acabaram por ser detidas e levadas para a esquadra de Sinop.
A Coreia do Norte disparou hoje (09) três projécteis não identificados, disseram as forças armadas da Coreia do Sul, dois dias após o regime norte-coreano ter ameaçado tomar medidas “sérias” contra a condenação internacional aos seus exercícios militares.
As forças armadas sul-coreanas afirmaram em comunicado que detectaram os três lançamentos feitos a partir da Coreia do Norte, numa cidade costeira no leste da província de Hamgyong, e referiram que estão a monitorizar a possibilidade de se verificarem lançamentos adicionais.
Nos últimos 10 dias, a Coreia do Norte informou que o líder Kim Jong-un supervisionou duas rondas de exercícios de artilharia, os primeiros testes de armas desde final de novembro.
A Coreia do Sul e alguns países europeus protestaram contra os exercícios da Coreia do Norte, que acreditam terem envolvido o lançamento de mísseis balísticos, numa violação às resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
A Coreia do Norte atacou as críticas da comunidde internacional, alegando ter o direito de realizar exercícios militares face à presença próxima das forças norte-americanas e sul-coreanas.
O Terminal Internacional dos Transportes da Baixa, na cidade de Maputo, regista uma significativa redução do número de passageiros para África do Sul, devido ao surgimento do primeiro caso de coronavírus COVID-19 naquele país.
Elias Siquela, coordenador do terminal, indicou que na manhã de hoje saiu apenas uma viatura com destino à África do Sul, contra três que partiam, diariamente, até a semana passada.
“O movimento está fraco desde a noite de ontem, nos próximos dias tememos que a situação venha a agravar-se, pois os poucos utentes que chegaram ao terminal, hoje, mostravam-se preocupados com a possibilidade de contrair a doença”.
Siquela acredita que alguns viajantes que se aproximaram ao Terminal Internacional não estão informados ainda sobre o caso registado naquele país.
Ana Samanguane, uma viajante que tinha como destino a terra do rand, afirmou que soube da informação do primeiro caso do Covid-19 registado naquele país, contudo, não podia adiar a viagem por questões de trabalho.
A fonte acrescentou que vai tomar algumas medidas de segurança, como o uso de máscara, a lavagem frequente das mãos, o uso correcto das medidas de segurança ao tossir, entre outras recomendações das autoridades de Saúde para evitar a contaminação.
O anúncio do surgimento do primeiro caso foi confirmado na quinta-feira pelas autoridades sul-africanas. O mesmo foi registado na província de KwaZulu-Natal, depois de testes feitos a um homem de 38 anos de idade que teria viajado com a sua esposa para Itália e regressou a 1 de Março.
Residentes dos bairros da Zona Verde e Ndlavela, Município da Matola, colocaram lombas ao longo das ruas pavimentadas que ligam ao bairro Khongolote, a norte, sem obedecer a qualquer critério de engenharia e segurança para os utilizadores, acabando por ser um caso de anarquia na abordagem de um assunto que preocupa a toda a sociedade, nomeadamente os acidentes de viação.
Além da Rua do Khongolote, uma das mais afectadas, a situação pode ser testemunhada também na estrada que liga ao bairro de Ndlavela, com passagem pelo estabelecimento penitenciário feminino, e em parte do troço asfaltado que desemboca na Estrada Nacional Número Um (EN1), onde a abundância de lombas acaba por prejudicar escoamento do tráfego e a conservação das viaturas.
Os automobilistas já se queixam e afirmam que as lombas assim concebidas são um desafio à sua paciência, pois danificam as viaturas e concorrem para toda a desordem que se assiste no tráfego.
O “Notícias” esteve recentemente no local e constatou que, nalguns casos, as lombas são demasiado salientes, dificultando a passagem de viaturas com suspensão baixa.
Para evitar possíveis danos, os condutores são obrigados a parar a marcha e procurar a melhor forma de vencer a lomba, acabando por originar congestionamento.
Por outro lado, e de acordo com automobilistas abordados pela nossa reportagem, a criatividade dos moradores que colocaram lombas, não foi acompanhada da devida sinalização, facto que dificulta a sua identificação pelos condutores, que muitas vezes esbarram-se bruscamente nelas, com todas as consequências que se podem esperar.
Por seu turno, os munícipes argumentam que tomaram a decisão porque os automobilistas circulavam a alta velocidade, pondo em perigo a segurança dos moradores dos bairros atravessados, sobretudo crianças.
A título de exemplo, segundo os moradores, no mês de Dezembro houve vários sinistros resultantes do excesso de velocidade. Numa destas situações quatro pessoas morreram atropeladas por um veículo que seguia em excesso de velocidade.
Acrescentaram que, noutras ocasiões, os automobilistas, com destaque para os operadores de transportes semicolectivos de passageiros, embatem contra os muros de vedação ou invadem as residências.
Inspirados por esta realidade, os moradores dizem que não tiveram outra alternativa senão a colocação de lombas, hoje mote de desacordo.
“Estamos vulneráveis…”
Os moradores afirmam que aquando da pavimentação do troço Zona Verde – Cemitério de Khongolote, o Conselho Municipal não reassentou as famílias cujas residências estão junto a rodovia, deixando muitos destes agregados numa situação de vulnerabilidade.
Pindili Mussimpo, residente de Dlavela, disse que a colocação de lombas não é um desafio às autoridades, mas uma forma de prevenir o pior.
“São os nossos filhos que são atropelados pelos carros que se fazem a alta velocidade. Já reportámos várias vezes a situação ao Conselho Municipal, mas a nossa inquietação nunca foi atendida”, disse.
Melú Conjane, outra residente em Ndlavela, disse que no mês de Dezembro houve vários acidentes. Depois destes casos, tal como disse Conjane, não podiam mais espera pelo Município e avançaram na colocação das barreiras, de modo a forçar os automobilistas a abrandar a marcha.
“Há dias, uma família perdeu três membros, vítimas de atropelamento. Na verdade o que está em causa são vidas humanas que pretendemos salvaguardar. As pessoas estão a morrer e, também, assistimos a destruição do património, mas nada está a ser feito para alterar o triste cenário”, disse.
Helena Mavie, moradora do bairro Zona Verde, disse que pelo menos duas pessoas são atropeladas semanalmente nas estradas do bairro, facto que é preocupante.
“Alguns condutores não socorrem as vítimas. Se o Município identificasse um espaço para reassentar as famílias que estão junto à estrada seria uma boa saída”, disse.
Carros danificados
SALVADOR Fernando, automobilista, disse que a atitude dos moradores é inadmissível porque os particulares não devem invadir infra-estruturas públicas e no caso em concreto, colocando lombas que danificam as viaturas.
“Não é papel dos moradores colocar lombas nas vias públicas. É verdade que a maior parte destas lombas foram colocadas no período nocturno, mas apercebendo-se da situação as autoridades deviam intervir”, disse.
Emídio Micas, condutor e utente da via, disse que o seu carro já tem problemas e é obrigado a levar ao mecânico frequentemente.
“Isto é uma anarquia resultante da passividade das autoridades municipais. O Município só existe para fazer a cobrança de impostos e mais nada. Os moradores não podem mexer com infra-estruturas públicas e as autoridades encarar a situação com naturalidade”, disse.
Raul Macuácua, também automobilista, entende que as autoridades municipais devem remover as lombas “clandestinas” e barricadas colocadas nas bermas da estrada porque estão a danificar os carros e propiciam a ocorrência de desastres.
Macuácua acrescentou que a circulação na Rua do Khongolote, por exemplo, está mais difícil porque para além de lombas, ela apresenta-se esburacada em vários troços.
“Não podemos afrontar os munícipes…”
O VEREADOR de Infra-estruturas no Município da Matola, Firmino Guambe, disse ter conhecimento de que os moradores colocaram lombas em diversas vias, sobretudo na Rua do Khongolote e na via que liga a Zona Verde e Estrada Nacional Número Um (EN1).
Disse que o Município não está para afrontar os munícipes, mas para mostrar trabalho, razão porque, segundo reconheceu, não seria boa ideia mobilizar meios para remover as lombas porque a população pode se revoltar.
“Vamos acautelar que as estradas em construção em diversos pontos da Matola tenham lombas. Só assim é que vamos evitar que os munícipes usem meios próprios para colocar obstáculos, sem obedecer nenhuma técnica, facto que até certa medida prejudica os automobilistas”, disse.
A situação, tal como disse, surpreendeu as autoridades municipais que estão a estudar uma forma de a corrigir.
Moçambique é um país que “está prestes a tornar-se num estado falhado, cuja democracia é uma farsa” disse o antigo embaixador dos Estados Unidos em Moçambique, Dennis Jett.
Jett acusou países ricos e doadores internacionais como o Programa de Desenvolvimento da ONU e a Conta do Desafio do Milénio de contribuírem para a manutenção do sistema de corrupção e abuso de poder deixando o povo moçambicano apenas com opções de revolta armada, emigração ou “resignação”
Escrevendo na revista americana dedicada a questões internacionais “Foreign Policy”, Jett disse que as riquezas energéticas descobertas em Moçambique não vão garantir a sua segurança ou melhoria da governação e acusou os países ricos de “inadvertidamente acabarem por assegurar que a sua pobreza vai continuar”.
No seu artigo, Dennis Jett, actualmente professor de Assuntos Internacionais na Universidade da Pensilvânia criticou também asperamente organizações internacionais de ajuda por serem “cúmplices” na manutenção da actual situação em Moçambique.
Dennis Jett disse que a principal causa do pessimismo para com o futuro de Moçambique se deve principalmente à corrupção de “um pequeno grupo de políticos” que governa o país desde 1975.
“Como um país em que o Produto Interno Bruto é menos de um por cento daquele dos Estados Unidos, Moçambique é simplesmente demasiado pobre para financiar as necessárias instituições da democracia que poderiam fornecer contrapesos (checks and balances) ao poder da elite governante”, escreveu o professor acrescentando que os governantes moçambicanos têm sido ajudados “pela cumplicidade de alguns países, companhias de energia como a ExxonMobil e organizações de ajuda como o Programa de Desenvolvimento da ONU e Corporação do Desafio do Milénio e pela indiferença de outros”.
O antigo embaixador americano em Maputo disse que Moçambique não estava preparado para se auto governar quando alcançou a independência em 1975 “porque as autoridades portuguesas não tinham investido na educação da população local”.
Os líderes da Frelimo que assumiram o poder realizaram eleições após o fim da guerra civil “mas o governo tem continuamente usado do seu poder para as falsificar”, escreveu Jett que dá depois pormenores da falsificação das últimas eleições , da violência contra opositores e da corrupção exemplifcada com o caso das “dívidas ocultas”.
“Devido ao facto da sociedade civil ser fraca, do parlamento e o sistema judicial estarem debaixo da mão da Frelimo e a imprensa ser em grande parte controlada pelo governo ou totalmente intimidada, os líderes fazem face a pouca pressão para governarem democráticamente e ou honestamente”, opinou Dennis Jett para quem “a única esperança é que a comunidade internacional possa tentar impor algumas (limitações ao poder do governo)”.
Mas o antigo diplomata disse que isso levantaria acusações de neo colonianliismo e para além disso “os países ricos estão mais preocupados com a estabilidade em paises que são parcialmente estados falhados do que com a democracia”.
No seu artigo o antigo embaixador dos Estados Unidos no Maputo criticou o Departamento de Estado por ter apelado às autoridades moçambicanas “a resolverem as preocupações graves de missões de observação das últimas eleições”.
“Por outras palavras o Departamento de Estado estava a sugerir que o governo deveria investigar-se a si próprio por tácticas que usou para assegurar que vence as eleições”, escreveu o Dennis Jet que criticou também um plano do PNUD de 60 milhões de dólares para ajudar “a descentralização do governo e encorajar a participação digital na democracia”, recordando que apenas 21% dos moçambicanos têm acesso à internet e que “uma coisa que a FRELIMO tornou claro ao longo dos anos é que não tenciona abrandar o seu controlo do poder dando a entidades locais que podem não ser leais à Frelimo, qualquer medida de autoridade”.
Dennis Jett criticou também o plano da Conta do Desafio do Milénio e outros doadores de doarem dinheiro “sem imporem quaisquer limitações ao abuso do poder pelo governo moçambicano embora sejam (essas organizações) que fornecem metade do orçamento do governo”.
Dennis Jett afirma que “a insurgência e terrorismo no norte vão permanecer e o povo moçambicano vai ficar a pensar o que é mais destrutivo, se os ciclones que têm atingido o país ou o seu próprio governo”.
Para Dennis Jett a comunidade de doadores “ignora a corrupção e continua a oferecer ajuda humanitária e de desenvolvimento” o que não resolve os problemas do país.
“Tratar a causa básica dos males do país – a má governação – em vez do sintomas do problemas parece ser algo para além da capacidade de atenção dos países ricos e em oposição aos seus interesses comerciais”, escreveu Dennis Jett.
“E por isso o povo de Moçambique fica com as opções da resistência armada, terrorismo Islamita, emigração ou resignação”, acrescentou o antigo embaixador americano em Moçambique
Dennis Jett foi embaixador dos Estados Unidos entre 1993 e 1996 durante a presidência de Bill Clinton
As exportações chinesas caíram nos dois primeiros meses do ano 15,9% , em relação ao período homologo do ano anterior, devido ao surto do Covid-19, foi ontem (08) anunciado.
Segundo dados divulgados hoje pela Administração Geral das Alfândegas as exportações de Pequim cifraram-se em 2,04 biliões de yuans 260,725 milhões mil de euros), nos dois primeiros meses do ano.
Também as importações caíram entre janeiro e fevereiro 2,4%, para 2,08 biliões de yuans (265,837 mil milhões de euros).
Estes resultados fizeram com que a China registasse um deficit comercial de 5,443 mil milhões de euros, quando no mesmo período em análise do ano passado tinha registado um superavit de 37,506 mil milhões de euros.
“A diminuição das importações e exportações com o estrangeiro foi afectada principalmente por factores como a epidemia do novo coronavírus e a extensão das férias do Ano Novo Chinês”, que as autoridades decretaram como uma medida para evitar a propagação da doença, apontou a administração Geral das Alfândegas da China.
A China registou hoje mais 28 mortes devido do Covid-19, elevando o número total de mortes para 3.070, informou a Comissão Nacional de Saúde do país.
O número de novas infecções, nas últimas 24 horas, foi de 99, acrescentou a fonte, com um aumento do número de novos casos pelo terceiro dia consecutivo fora da província de Hubei.
Nas últimas 24 horas, número de pessoas infectadas fora de Hubei foi de 25, quando no dia anterior tinham sido 15 os diagnosticados.
Dos 25 infectados fora de Hubei, todos, excepto um, são casos “importados”, de fora, sobretudo oriundos de Itália, Irão e Coreia do Sul que registaram na última semana um rápido aumento no número de casos.
No total, desde que o surto começou, até à meia-noite de sexta-feira (16:00 horas de quarta-feira, em Lisboa), foram confirmados 80.651 casos na China continental, que exclui Macau e Hong Kong, segundo a Comissão Nacional de Saúde do país.
Destes, 22.177 continuam infetados, dos quais 5.489 estão em estado grave.
No momento, 55.404 pacientes responderam com sucesso ao tratamento e receberam alta.
O surto de Covid-19, detectado em Dezembro, na China, e que pode causar infecções respiratórias como pneumonia, provocou mais de 3.600 mortos e infectou mais de 100 mil pessoas em 92 países e territórios.
Das pessoas infectadas, mais de 55 mil recuperaram.
Em Portugal, a Direcção-Geral da Saúde (DGS) confirmou 13 casos de infeção.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o surto de Covid-19 como uma emergência de saúde pública internacional e aumentou o risco para “muito elevado”.
A rede social Facebook vai proibir anúncios de máscaras, de forma temporária, para prevenir aproveitamentos relacionados com as preocupações dos cidadãos sobre o novo coronavírus.
A proibição, em vigor a partir dos próximos dias, abrange anúncios na rede social, bem como no Facebook Marketplace, informou a empresa.
“As nossas equipas estão a monitorizar a situação do Covid-19 de perto e vão fazer as atualizações necessárias nas nossas políticas se virmos pessoas a tentar explorar essa emergência de saúde pública”, disse o diretor de produtos do Facebook, Rob Leathern, num comunicado divulgado na sexta-feira.
O surto de Covid-19, detetado em dezembro na China, já provocou mais de 3.500 mortos entre mais de 101 mil pessoas infetadas em pelo menos 94 países.
Com base no número mundial de infetados, a taxa de letalidade é de 3,4%, sendo que até ao momento a maioria já recuperou.
A Organização Mundial de Saúde declarou o surto de Covid-19 como uma emergência de saúde pública internacional e aumentou o risco para “muito elevado”.
De acordo com os últimos dados oficiais da Direcção-Geral da Saúde, Portugal tem 21 casos confirmados de Covid-19, a doença provocada pelo coronavírus.
O embate entre as selecções nacionais dos Camarões e Moçambique, a 26 de Março, realiza-se no Estádio Reunification, localizado em Douala.
Com capacidade para 30.000 lugares, este recinto desportivo sedia partidas do Union Douala, do Les Astres FC e de outros clubes da cidade.
O Estádio Estádio Reunification foi construído pelo governo camaronês para hospedar o CAN-1972. Em 2018, foi lançado um projecto de renovação com uma empresa de construção canadense Magil Construction Corporation.
A empresa procedeu a cobertura parcial, bem como uma extensão para mais de 39.000 assentos, com vista a hospedar o CAN-2021.
Entretanto, o vice-presidente da Federação Moçambicana de Futebol para as selecções nacionais, Paíto Mucuana, encontra-se em Douala, onde fez uma visita ao palco do encontro inserido na quarta jornada do grupo F de apuramento ao CAN-2021.
Sabe-se que o seleccionador nacional de futebol, Luís Gonçalves, irá divulgar a convocatória para este no próximo dia 16 de Março, portanto, cinco dias antes dos Mambas se baterem com os “Leões Indomáveis”.
Os jogadores que actuam no estrangeiro, apurou “O País”, seguem directamente para Doula, enquanto que os jogam internamente partem da capital com o respectivo “staff”. Em Doula, o seleccionador nacional projecta três sessões de treino antes do confronto do dia 26 de Março. Gonçalves quer ainda que o grupo regresse ao país logo no final da partida, até para uma melhor gestão física dos atletas.
Os Mambas, treinados lideram o grupo com 4 pontos fruto de uma vitória sobre o Ruanda (2-0) e empate com Cabo Verde (2-2).
Apuram-se para o CAN os dois primeiros classificados, sendo os Camarões estão automaticamente qualificados por serem anfitriões.
O ideólogo das independências da Guiné-Bissau e Cabo Verde, Amílcar Cabral, foi considerado o segundo maior líder mundial de todos os tempos, numa lista elaborada por historiadores para a BBC.
A lista é da “BBC World Histories Magazine” e foi feita por historiadores, que nomearam aquele que consideraram o maior líder, alguém que exerceu poder e teve um impacto positivo na humanidade.
um trabalho que começou no início do ano, a revista contou com a colaboração dos mais destacados historiadores e a votação de leitores, que escolheram como o maior líder de sempre MaharajaRanjitSingh, líder do império sikh do início do século XIX.
MaharajaRanjitSingh foi considerado um modernizador e unificador, com um reinado que marcou uma era muito positiva para o Punjab e o noroeste da Índia. Teve mais de 38% dos votos.
E logo a seguir, com 25% dos votos, aparece Amílcar Cabral, descrito como o “combatente pela independência africana”, que reuniu mais de um milhão de guineenses para se libertarem da ocupação portuguesa, uma ação que levou outros países africanos colonizados a lutarem pela independência.
Depois de Amílcar Cabral, surge na lista o britânico Winston Churchill, com 07% dos votos, e em quarto lugar o Presidente americano Abraham Lincoln, seguindo-se na quinta posição a monarca britânica Elisabeth I.
A lista incluía o faraó AmenhotepIII, o rei inglês William III, o imperador da China Wu Zetian, a combatente francesa Joana d´Arc, o imperador do Mali Mansa Musa, a imperatriz russa Catarina, a Grande, ou o Papa Inocêncio III, entre uma vintena de nomes.
Amílcar Cabral foi escolhido pelo historiador britânico Hakim Adi, especialista em assuntos africanos, segundo o qual a luta de Amílcar Cabral pela independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde também transformou Portugal.
Professor de História de África e de Diáspora Africana na Universidade britânica de Chichester, Hakim Adi lembra, ao justificar a escolha de Amílcar Cabral, que grande parte dos países africanos alcançou a independência no início dos anos 1960, o que não aconteceu com as então colónias portuguesas.
E diz depois que “o grande Amílcar Cabral” além da luta pela independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde também teve um papel de liderança na libertação de outras colónias portuguesas. E essas lutas armadas acabaram por resultar numa revolução em Portugal “e no início de uma nova era democrática” no país.
“Muitos africanos continuam a ser inspirados pela grande liderança de Cabral. A sua vida e trabalho mostram que, quaisquer que sejam os obstáculos, as pessoas são capazes de ser os seus próprios libertadores”, diz o historiador.
Entre os historiadores convidados que escolheram os “seus” líderes contam-se o professor de História e cientista político especializado em história da China da Universidade de Oxford, RanaMitter, a professora e historiadora da Universidade de Toronto, Margaret MacMillan, ou o historiador e diretor do Smithsonian’s National Museum of African Art em Washington, Gus Casely–Hayford.
Nascido na Guiné-Bissau em 12 de setembro de 1924, filho de cabo-verdianos, Amílcar Cabral fundou o Partido Africano da Independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde (PAIGC), lançando as bases do movimento que levaria à independência das duas antigas colónias portuguesas.
O fundador do PAIGC foi assassinado em 20 de janeiro de 1973, em Conacri, em circunstâncias ainda hoje não totalmente claras, antes de ver os dois países tornarem-se independentes.
Em entrevista a A BOLA, Luís Figo deixa em aberto a possibilidade de regressar ao Sporting. Dependerá, refere, «do momento da vida e dos convites que possam surgir.» Porém, esclarece desde já que só o faria para assumir os destinos do clube.
Sempre que há mudança de liderança no Sporting fala-se em si. É uma hipótese colocada completamente de lado?
– O Sporting não está e nunca estará fora da minha vida. Nunca pus nada de lado na minha vida relativamente ao Sporting. Porém, depois de ter acabado a minha carreira de jogador, nunca surgiu essa possibilidade. Fala-se muito nisso, há muitas notícias, mas quase nada é certo. Nunca coloquei de lado a possibilidade de voltar. Depende sempre do momento da vida que estás a atravessar e dos convites que possam surgir.
A única possibilidade, no Sporting, é chegar à presidência do clube ou está disponível para colaborar de outra forma?
Não me passa pela cabeça ter outro cargo no Sporting que não seja o de presidente.
Para já, está na UEFA. Daqui a uns anos que se vê a fazer?
Vou sempre estar ligado à gestão. É a área de que mais gosto. Para já, estou feliz no cargo que desempenho na UEFA. Sou assessor do presidente em termos desportivos e estou no comité do futebol. E estou a aprender. Estou neste Mundo desde que me retirei, por isso é o que gosto de fazer. Mas tudo dependerá sempre das oportunidades que surgirem. Nunca se sabe o dia de amanhã…
O Real Madrid não colocará entraves à saída de Luka Modric no final da temporada caso esta seja a vontade do croata. O Bola de Ouro de 2018 tem vindo a perder preponderância na equipa de Zidane, que por várias vezes o deixou no banco dos merengues, incluindo no El Clásico do passado domingo. Para o Real Madrid a bola está do lado de Modric, segundo a imprensa espanhola.
O contrato termina no verão de 2021, mas a decisão será feita no final desta temporada. Caso o croata queira cumprir o resto do seu contrato e ficar até ao final da próxima época pode fazê-lo, mas se o médio de 34 anos quiser procurar outro destino já este verão Florentino Pérez não vai impedir.
Recorde-se que Luka Modric já esteve perto de sair em 2018 para o Inter de Milão, mas acabou por renovar por mais um ano. Actualmente, também não faltam opções ao croata: o Inter ainda vê com bons olhos a sua chegada, mas o futuro de Modric pode estar em Miami, onde David Beckham terá já dado a conhecer o seu interesse em trazer para a MLS o médio formado no Dínamo de Zagreb.
Caso se confirme a saída de Modric este verão, o substituto pode estar já nos quadros do Real Madrid. Martin Odegaard está por empréstimo na Real Sociedad, mas apesar do norueguês estar cedido durante duas temporadas, os blancos podem recuperá-lo este verão.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) uma Organização da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Planificação, Monitoria, Avaliação e Aprendizagem. Saiba mais.
A Aliança da Sociedade Civil contra Usurpação de Terras em Moçambique (ASCUT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Júnior de Coordenação e Advocacia. Saiba mais.
A Empresa Petróleos de Moçambique, S.A. – Petromoc, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Para Apoio Operacional. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Programa de Educação em Emergências. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Corte e Costura. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Canalização. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Agente de Segurança. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Pedreiro. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Carpintaria/Mercenária. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Serralharia. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Electricidade Auto. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Electricidade Montadora. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Refrigeração. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo-IFPELAC Torna público que está aberto o concurso para admissão de um (1) Formador de Secretariado. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Sheq. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Logística/Operações. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Aterro. Saiba mais.
A World Vision-Moçambique (WV-Moç) torna público que pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Coordenador(a) Distrital de Monitoria, Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizagem (MEAL). Saiba mais.
A Tj Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente Oficial de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Associação dos Fornecedores de Água de Moçambique (AFORAMO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo.Saiba mais.
A Associação Megafauna Marinha (AMM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Campo, Meios Alternativos de Subsistência. Saiba mais.
A Imovisa S.A, Empresa de Gestão de Imóveis, Limpeza e Manutenção de Instalações, está a recrutar dez (10) Técnicos de Manutenção Polivalente. Saiba mais.
A organização Protestante para a Diakonie e o Desenvolvimento – Pão para o Mundo (adiante EWDE-PPM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Consultores. Saiba mais.
A Associação Nacional de Extensão Rural (ANER) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Oficial do Pilar de Recursos Naturais e Extensão Rural (RNER). Saiba mais.
Cerca de dois mil habitantes do bairro Ivagalane, na província da Zambézia, centro do país, tem a circulação condicionada na sequência do desabamento de uma ponte metálica, disse ontem (06) o governo local.
“Será necessário instalar uma ponte nova. Nestes moldes, estas pessoas não podem viver”, disse o governador da província da Zambézia, Pio Matos, após uma visita ao local.
A ponte, que está sobre o rio Chipaca, no centro de Moçambique, tem perto de 100 metros e desabou na semana passada devido à pressão da corrente, na sequência das chuvas registadas no centro e norte do país nos últimos meses.
Parte da ponte está submersa e, para atravessar, os residentes agarram-se ao que sobrou da estrutura metálica.
O presidente do Conselho Autárquico de Quelimane, Manuel de Araújo, disse que entrou em contacto com o Governo do Japão para pedir apoios.
“A embaixada do Japão disse que já tinha disponibilizado um apoio ao Governo e cabe a este canalizar o fundo para a construção da ponte. Nós já fizemos chegar ao Governo de Moçambique a nossa preocupação”, declarou Manuel de Araújo.
As dificuldades para a travessia naquele ponto obrigaram perto de 500 crianças a paralisarem as aulas, segundo informação oficial.
O presidente da Rede dos Defensores dos Direitos Humanos da África Austral, Arnold Tsonga, defendeu ontem (06) em Maputo que os processos eleitorais no continente se tornaram numa mera formalidade e não um direito dos cidadãos de escolherem os seus governantes.
“Em África, o que acontece nos processos eleitorais é o cumprimento de um ritual cronológico, em que apenas se cumpre um calendário eleitoral sem o conteúdo do sufrágio universal”, disse Arnold Tsonga, falando na palestra “Novo autoritarismo, espaço cívico e defesa dos direitos humanos”, na Universidade Politécnica, em Maputo.
Segundo Tsonga, o sufrágio universal na maioria dos países africanos carateriza-se pela negação, muitas vezes violenta, do direito da população à livre escolha dos seus governantes.
“Geralmente, quem nos governa não é quem escolhemos, é quem tem as forças de segurança e os recursos do Estado para se perpetuar no poder”, referiu Tsonga.
Como resultado da viciação dos processos eleitorais, prosseguiu, vários Estados africanos são dirigidos por “elites predadoras e antidemocráticas”, que delapidam os recursos dos países.
“Nuns casos, são elites predadoras e antidemocráticas indiferentes ao desenvolvimento dos seus países, como é o caso do Zimbabué, noutros casos são elites antidemocráticas, mas que promovem o desenvolvimento dos seus países, como é o caso do Ruanda”, disse.
Citando diversos estudos, Arnold Tsonga assinalou que há uma aliança entre os grupos que controlam o poder político em África e os investidores estrangeiros, que resulta numa sangria dos recursos naturais do continente.
O presidente da Rede dos Defensores dos Direitos Humanos da África Austral referiu que para manterem os seus privilégios, as cliques que estão no poder intensificam o controlo das forças de defesa e segurança, do judiciário e do setor empresarial.
Nesse contexto, prosseguiu, as eleições são usadas como um expediente para legitimar oligarquias.
“Enquanto não tivermos uma cultura de alternância política por meios democráticos, a vida dos defensores dos direitos humanos e as liberdades duramente conquistadas estarão sempre em perigo”, defendeu.
À medida que a epidemia do novo coronavírus alastra pela Europa, o Presidente francês, Emmanuel Macron, pediu que se restrinjam as visitas a idosos.
É a mais recente indicação de uma série de medidas extremas que incluem o encerramento de escolas e a quarentena de comunidades inteiras.
Numa visita a um lar de idosos, Macron alertou que o pior ainda está para vir.
“Nos próximos dias, vamos certamente passar para uma nova fase. Quando o conjunto das regiões (serão afetadas) e a propagação vírus se espalhar mais amplamente. Vamos precisar de continuar a lutar contra este vírus, protegendo as pessoas mais frágeis,” afirmou o Presidente de França, Emmanuel Macron.
Mas uma onda de casos ligados a um evento religioso internacional em França revela as dificuldades em conter a epidemia.
Em toda a Europa, as autoridades preparam-se para mudar sua abordagem de contenção para adiamento.
“Temos de ter o cuidado para que não apareçam muitos pacientes ao mesmo tempo. Queremos que o número de casos se dilua no tempo, se estenda por um período de tempo mais longo,” explica o presidente do Instituto Robert Koch, Lothar Wieler.
Outras respostas drásticas incluem a requisição de equipamentos médicos essenciais, como máscaras e zaragatoas. Em alguns países os “stocks” estão perto do fim.
A Comissão Europeia está a tomar medidas preventivas.
“Iniciámos um processo de aquisição conjunta. Participam vinte estados membro. O processo está em andamento. Esperamos queas primeiras ofertas cheguem no início da próxima semana. E, a partir daí, avançamos. A Comissão está a trabalhar arduamente para garantir o abastecimento suficiente desses materiais na Europa,” revelou o comissário europeu para a Gestão de Crises, Janez Lenarčič.
Paralelamente, continua a busca por maneiras de melhorar o tratamento. A investigação levou os pesquisadores de volta a uma das aldeias italianas colocadas em quarentena. Os moradores estão a realizar exames novamente para esclarecer como o vírus evolui e se espalha, na esperança de encontrar um remédio eficaz.
Trata-se da primeira violação da trégua depois do acordo assinado na quinta-feira (05) pelo presidente turco, Recep Erdogan, e o homólogo russo, Vladimir Putin, aliado do regime de Damasco.
Pelo menos seis soldados das tropas de Damasco e nove combatentes da oposição morreram em confrontos na sexta-feira (06) na província de Idlib, noroeste da Síria, apesar do cessar-fogo declarado na quinta-feira à noite.
De acordo com o diretor do Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), Rami Abderrahman, os combates registaram-se depois da entrada em vigor do cessar-fogo, às 03h (01h em Lisboa).
Trata-se da primeira violação da trégua depois do acordo assinado na quinta-feira pelo presidente turco, Recep Erdogan, e o homólogo russo, Vladimir Putin, aliado do regime de Damasco.
Os confrontos ocorreram nos montes de Zawya, no sul de Idlib, entre as unidades sírias e o grupo radical Partido Islâmico do Turquistão, em cujas fileiras combatem uigures (minoria étnica chinesa de religião islâmica) presentes no norte da Síria há anos.
Até ao momento, as autoridades sírias não reagiram a esta informação.
Apesar destes confrontos terrestres, desde o início do cessar-fogo não se registou o voo de qualquer avião de guerra no noroeste da Síria, segundo o OSDH.
O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, anunciou na quinta-feira à noite a entrada em vigor, à meia-noite, de um cessar-fogo na província síria de Idlib após conversações em Moscovo com o homólogo russo, Vladimir Putin, mas advertiu que Ancara ripostará a qualquer ataque.
Nas suas declarações, Putin assinalou que o acordo também se destina a terminar com o sofrimento da população civil e contribuir para conter a crise humanitária.
Em simultâneo, o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, indicou que os exércitos russo e turco vão promover a partir de 15 de março patrulhas comuns na autoestrada M4, eixo estratégico sírio que atravessa a região de Idlib.
Os dois chefes da diplomacia, Lavrov e Mevlüt Çavusoglu, precisaram que o cessar-fogo vai ser aplicado ao longo das atuais frentes de batalha e que o documento acordado pelas duas partes inclui, para além das patrulhas comuns, o estabelecimento de um “corredor de segurança” ao longo da autoestrada M4.
A ofensiva das forças de Damasco em Idlib, o último bastião jiadista e rebelde na Síria e onde estão presentes tropas turcas, provocou uma grave crise humanitária, com cerca de um milhão de deslocados que se dirigiram para a fronteira com a Turquia.
O conflito na Síria, iniciado em 2011, já provocou cerca de 380.000 mortos.
Philippe Barbarin tentou renunciar após ter sido condenado em primeira instância em Março de 2019, com pena suspensa, por não ter denunciado um padre pedófilo à polícia.
O papa Francisco aceitou o pedido de renúncia do cardeal e arcebispo de Lyon, Philippe Barbarin, julgado por ocultação de casos de pedofilia na sua diocese, anunciou na sexta-feira (06) o administrador apostólico Michel Dubost.
O cardeal francês, condenado em primeira instância a seis meses de prisão com pena suspensa, foi absolvido por um tribunal de recurso em 30 de Janeiro, mas, no mesmo dia, anunciou que iria “renovar o pedido” de renúncia, para permitir que a Igreja “virasse a página”.
Philippe Barbarin tentou renunciar após ter sido condenado em primeira instância em Março de 2019, com pena suspensa, por não ter denunciado um padre pedófilo à polícia. Contudo, o papa Francisco recusou-se a aceitar a renúncia até que o recurso da decisão fosse apreciado por um tribunal superior ou a condenação transitasse em julgado.
O caso que levou à condenação do cardeal envolve o padre francês Bernard Preynat, que admitiu ter abusado de escuteiros entre as décadas de 1970 e 1990.
Vários responsáveis da Igreja foram acusados de encobrir Bernard Preynat por muitos anos, mas algumas das situações tinham o prazo de procedimento criminal prescrito e apenas Barbarin foi condenado.
Na sentença condenatória em março, o tribunal de Lyon concluiu que Barbarin “para evitar escândalos causados pelos múltiplos abusos sexuais cometidos por um padre (…) preferia correr o risco de impedir a descoberta de muitas vítimas de abuso sexual pelo sistema judicial”.
O processo contra Barbarin resulta de uma discussão ocorrida em 2014 com Alexandre Hezez, que contou ao cardeal sobre a violência sexual que sofreu na década de 1980 por Preynat nos campos de escuteiros. Hezez acrescentou que o padre não deveria mais dirigir uma paróquia.
Barbarin alegou na audiência de recurso que seguiu as instruções do Vaticano após a discussão de 2014 com Hezez, sugerindo que não poderia ter feito mais.
Preynat foi transferido para outra paróquia, mas continuou a trabalhar com crianças até à sua reforma em 2015. O padre terá abusado de pelo menos 85 crianças.
Em julho, a Igreja Católica da França declarou-o culpado de abusar sexualmente de vários escuteiros ao longo de vários anos, refletindo a tendência crescente da Igreja em reconhecer os casos de abuso sexual de crianças por padres e outros dignitários religiosos.
A China é o país mais afectado pelo coronavírus, daí que a Geely tenha anunciado que pretende produzir um veículo que mate o vírus. Há quem a acuse de copiar a Tesla, mas é uma decisão a aplaudir.
É mais que normal, e expectável, que as empresas chinesas se dediquem ao combate do coronavírus, sobretudo porque foi este país asiático e os seus estranhos e ultrapassados hábitos de higiene alimentar que deram origem não só ao coronavírus, como também às mais recentes epidemias. A Geely, um dos construtores locais mais dinâmicos, com investimentos nesta indústria no teatro internacional, pretende tornar-se uma parte da solução.
Ainda não se sabe integralmente como funciona o coronavírus, nem como se propaga ou como se pode combater eficazmente. Isolar o interior de um automóvel dos vírus e bactérias existentes do ar exterior que o rodeiam é algo rebuscado, sendo bem mais simples pensar num veículo ocupado por dois ou mais ocupantes, em que um deles (ou mais) está infectado e é fundamental evitar o contágio. Neste caso, um sistema de ventilação mais eficiente pode ajudar a proteger a saúde (e a vida) dos ocupantes saudáveis.
É precisamente com este objectivo que a Geely decidiu comprometer-se com a concepção e fabricação de um sistema de ar condicionado/filtragem de ar para os seus veículos, capaz de anular os vírus. De salientar que acabar com as bactérias é um desafio substancialmente mais simples, uma vez que as suas maiores dimensões (são no mínimo organismos unicelulares) as torna mais fáceis de capturar pelos filtros HEPA (High Efficiency Particulate Air) mais finos, com características hospitalares. Os vírus são muito mais pequenos do que as bactérias, colocando problemas extra para evitar que se ‘escapem’ através das ‘malhas’ do filtro.
A Geely é propriedade de Li Shufu, o chinês que é também o dono da Volvo, da empresa que produz os táxis londrinos e, entre outros fabricantes, de 10% da Mercedes, o que transforma no maior accionista do grupo alemão. O fabricante chinês diz ter investido 370 milhões de yuan, ou seja, 47 milhões de euros, nNonovo sistema de filtragem do ar. Críticos afirmam que já existe um sistema similar, o Bioweapon Defense Mode, instalado de série nos Model S e Model X – capazes de remover 99,97% das partículas finas como gases poluentes, pólen, bolor, bactérias e vírus –, enquanto o Model 3 recorre a filtros de menores dimensões por manifesta falta de espaço.
As Nações Unidas informaram estar a mobilizar com urgência um total de 120 milhões de dólares americanos para apoiar as vítimas dos ciclones Idai e Kenneth que fustigaram Moçambique há um ano.
Quase um milhão de pessoas precisam de assistência humanitária de emergência, revelou Myrta Kaulard, coordenadora residente das Nações Unidas em Moçambique nesta sexta-feira, 6, em Maputo.
“A comunidade internacional tem que continuar a apoiar porque o ciclo dos desastres naturais em Moçambique é muito breve e o impacto é muito forte. E o país é um país que ainda tem de completar o seu caminho até ao desenvolvimento sustentável”, acrescentou Kaulard, garantindo que a ONU vai continuar a esforçar-se para ajudar o país a conseguir todos esses valores, mas alerta que, para já, é também necessária ajuda humanitária de emergência.
”Esses 120 milhões agora são para zonas onde tivemos ciclones. A parte da insegurança alimentar e a parte da seca e do problema do mundo da agricultura precisa de 40 milhões mais”, alertou aquela responsável.
O ciclone Idai atingiu quatro províncias, provocou 603 mortos e afectou mais de um milhão e 500 mil pessoas.
Para o programa de reconstrução pós-Idai e pós-kenneth, o Governo moçambicano pediu três biliões e 300 milhões de dólares, mas a comunidade internacional só se comprometeu em dar um bilião e 200 milhões de dólares.
O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, reafirmou o compromisso do governo com o empoderamento económico das mulheres, através da implementação do Fundo Pro-Mulher.
Esta iniciativa visa...
Um projecto ambicioso denominado "Raparigas Alcançam a Igualdade" oferecerá, até 2029, formações técnico-profissionais e material de auto-emprego a mais de dois mil adolescentes e...
A Administração Nacional de Estradas (ANE) na província do Niassa enfrenta um importante desafio: a implementação de projectos viáveis que garantam a durabilidade das...