A junta militar que tomou o poder no Mali com um golpe de Estado propôs a criação de um órgão dirigido por um militar, para conduzir um processo de transição política de três anos, anunciaram domingo 23, negociadores.
“Ajunta afirmou que deseja conduzir uma transição de três anos para rever os fundamentos do Estado maliano. Essa transição será dirigida por um órgão presidido por um militar, que será simultaneamente chefe de Estado”, disse, citada pela agência France Presse, uma fonte da equipa de mediadores da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) que se encontra na capital do Mali, Bamako.
A mesma fonte indicou que a junta militar concordou que o Presidente deposto, IbrahimBoubacarKeïta, detido pelos militares desde o golpe de Estado de terça-feira, possa regressar à sua residência e que possa viajar para receber cuidados de saúde.
A France Presse adianta que uma fonte da junta militar confirmou as informações dadas pela fonte da CEDEAO.
O golpe de Estado começou com a detenção pelos militares de IbrahimBoubacarKeïta e do seu primeiro-ministro, BoubouCissé, bem como a detenção de altos funcionários civis e militares, que foram levados para o campo militar de Kati, nos subúrbios da capital maliana.
Este golpe de Estado é o quarto na história do Mali, que se tornou independente da França em 1960. Os militares tomaram o poder em 1968, 1991 e 2012, tendo o último golpe de estado aberto as portas do país a grupos ‘jihadistas‘.
Portugal tem no Mali 74 militares integrados em missões da ONU e da UE.
Antigo primeiro-ministro (1994-2000), IbrahimBoubacarKeita, 75 anos, foi eleito chefe de Estado em 2013, e renovou o mandato de cinco anos em 2018.
Os estudantes de Macau vão regressar às aulas em setembro, com a maioria das escolas a reabrirem no primeiro dia do mês, informaram hoje as autoridades.
“Amaioria das escolas terá início no início de setembro do ano letivo de 2020/2021, sendo que mais de 60% delas terão início a 01 de setembro, 15% a 02 de Setembro, e as restantes a 03 de Setembro ou após esta data”, indicou em comunicado a Direção dos Serviços de Educação e Juventude (DSEJ).
O distanciamento social, o uso obrigatório de máscara, assim como a medição de temperatura deverão continuar a ser obrigatórios de forma a prevenir a propagação da covid-19, num território que nunca registou qualquer caso de transmissão comunitária.
Macau foi dos primeiros territórios a ser atingido pela pandemia. Até ao momento foram identificados 46 casos, mas atualmente não há nenhum ativo.
Os alunos do território tiveram um conturbado ano letivo com as aulas suspensas desde o fim de janeiro, devido à covid-19, com o regresso a verificar-se de forma faseada a partir de maio.
Agora, e de forma a garantir um regresso às aulas seguro, a DSEJ apelou às escolas para fazerem um bom trabalho na prevenção e controlo da epidemia durante as férias de verão, aconselhou alunos e professores a “aumentar a sua sensibilização para a gestão da auto saúde e higiene, evitar viajar para áreasinfetadas e para o estrangeiro, e manter-se a par dos últimos desenvolvimentos da epidemia e das restrições à imigração para assegurar um início sem problemas no novo ano escolar”.
Ao mesmo tempo, lê-se numa nota divulgada pelas autoridades em meados de agosto, “as escolas são obrigadas a limpar e desinfetar minuciosamente os seus ‘campus’ de acordo com as diretrizes“, no prazo de uma semana antes do início do novo ano letivo.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Iniciativa de Fortalecimento da Governação. Saiba mais.
O Centro de Colaboração em Saúde (CCS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Informação em Saúde & Monitoria & Avaliação. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente um (1) Key Account/ Bussiness Unit Manager. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Produtor de Rádio Novela. Saiba mais.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Ligação para Saúde. Saiba mais.
Uma Residencial sediada na Matola, no Bairro de Tsalala na Província de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro pessoal duas (2) Recepcionistas. Saiba mais.
Uma Residencial sediada na Matola, no Bairro de Tsalala na Província de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro pessoal quatro (4) Auxiliares de Limpeza. Saiba mais.
O Ministério da Administração Estatal e Função Pública (MAEFP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Oficiais em Salvaguardas Ambientais. Saiba mais.
O Ministério da Administração Estatal e Função Pública (MAEFP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Oficiais em Salvaguardas Sociais .Saiba mais.
O Fórum Nacional de Produtores de Algodão (FONPA), organização não-governamental sem fins lucrativos de âmbito nacional pretende recrutar para seu quadro pessoal quatro (4) Técnicos Agrários. Saiba mais.
A Heading Moz pretende recrutar para o seu cliente, uma empresa do ramo petrolífero, um (1) Assistente Administrativo e Controlador de Documentos. Saiba mais.
O Parque Nacional do Limpopo (PNL), pretende recrutar para reforçar o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Sistemas de Monitoria e Avaliação de Reassentamento. Saiba mais.
O Centro Internacional para Saúde Reprodutiva-Moçambique (ICRH-M), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Coordenador Provincial. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2)Docentes N1 – Engenharia Agronómica. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Avaliação e Monitoria. Saiba mais.
A Embaixada da Suécia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa para Energias Renováveis, Meio Ambiente e Mudanças Climáticas. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal sete (7) Serventes de Unidade Sanitária (Chókwè). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo (IFPELAC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Docentes N1. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo (IFPELAC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Docentes N3. Saiba mais.
O futuro de Lionel Messi é o grande ponto de interrogação da nova época do Barcelona. De acordo com a RAC1, o astro argentino já se reuniu com Ronald Koeman e frisou a vontade em deixar Camp Nou, descontente com o projeto desportivo.
Perante esta situação, a ESPN avança que a direção do Barcelona começa a fazer planos para eventual venda de Messi. O jogador de 33 anos tem uma cláusula de rescisão de €700 milhões, mas só mais um ano de contrato, pelo que a venda deverá fazer-se por um valor bastante abaixo.
Segundo a mesma fonte, Inter de Milão e Manchester City surgem como os principais interessados, sendo que as duas equipas estão dispostas a ultrapassar os €200 milhões para garantir o passe do capitão da Argentina.
Edinson Cavani não será jogador do Benfica. A BOLA sabe que as exigências financeiras do avançado uruguaio, incomportáveis para a SAD encarnada, fizeram abortar as negociações.
Cavani exigiu €30 milhões líquidos por três anos de contrato, o que implicaria investimento de €60 milhões brutos para o Benfica, valor incomportável para os ‘cofres’ da SAD.
Durante o processo negocial, o irmão e agente do jogador propôs que parte do pagamento fosse feito ‘por fora’, algo prontamente recusado pelas águias.
A BOLA sabe que o Benfica não irá ceder às exigências financeiras de Cavani e vai partir para outra solução para reforçar as opções de Jorge Jesus no ataque.
De referir que Luís Filipe Vieira nunca marcou presença nas negociações tendentes à contratação do jogador de 33 anos.
Um motociclista agrediu violentamento um condutor após uma ultrapassagem numa avenida na fronteira entre Santos e São Vicente no litoral da cidade brasileira de São Paulo.
O momento foi captado esta quinta-feira por uma testemunha.
Segundo a revista Veja São Paulo, o homem agredido a soco teria acabado de deixar uma amiga no hospital e fez uma ultrapassagem, acção que não terá agradado ao condutor da mota, que aproveitou o facto do semáforo estar fechado para abandonar o veículo de duas rodas e partir depois para a agressão.
“Viemos a discutir até ao semáforo, ele ameaçando, falando que ia me bater. Quando chegou e estava no sinal vermelho, tive que parar, e então ele veio me dar a ‘surra'”, revelou a vítima ao jornal G1.
O motociclista acabou por arrancar com a mota quando o sinal abriu
Do total de 416 sedes de postos administrativos do país, 135 ainda não têm energia elétrica, mas “não há dinheiro” para avançar com o projeto de expansão, disse Joaquim Ou-Chim, administrador da EDM.
Das 135 sedes administrativas que ainda não têm energia no país, 94 vão ser ligadas à “rede elétrica nacional”, mas há outros 41 postos que serão alimentados por centrais solares autónomas por localizarem-se longe da rede de energia do país.
A ligação através da rede nacional vai custar 120 milhões de dólares (102 milhões de euros), enquanto a estratégia das pequenas centrais solares está orçada em 47 milhões de dólares (40 milhões de euros) e é conduzida pelo Fundo Nacional de Energia.
“Parte do valor já está assegurado e vai ser usado numa primeira fase em que se espera abranger 25 sedes de postos administrativos [que serão ligados à rede elétrica nacional], dos quais cinco neste ano e os restantes em 2021. Para os restantes vamos mobilizando fundos, afinal é muito dinheiro”, declarou Joaquim Ou-Chim.
Uma menina de doze anos foi encontrada a jogar póquer com os pais num casino em Sydney, na Austrália, revelou este sábado a autoridade reguladora do país.
Segundo um comunicado divulgado este sábado pelo regulador estatal, o Star Casino – um dos maiores do país – foi multado em 54.465 euros na sequência do caso, que não foi a primeira vez em que menores foram apanhados a jogar e a beber no estabelecimento.
Imagens de videovigilância mostram os pré-adolescentes a entrarem com a mãe, que deixou uma porta exterior aberta para evitar os seguranças. A menina de doze anos é vista, depois, a jogar póquer, juntamente com os dois pais durante 17 minutos.
É impressionante que os pais da jovem tenham facilitado a sua entrada de maneira tão enganosa e permitido que sua filha jogasse”, disse a entidade reguladora.
David Byrne, diretor de investigações da entidade reguladora disse à comunicação social australiana que a entrada de menores no estabelecimento é “um risco óbvio” que o casino “não conseguiu lidar”.
Ademais, Byrne garantiu que existiram inúmeras oportunidades para os funcionários repararem na idade da jovem a jogar nas máquinas”.
O mesmo casino foi alvo de críticas pelas mesmas razões quando uma rapariga de 16 anos entrou no estabelecimento pela área VIP com um homem de meia idade. Durante o tempo em que esteve no sítio reservado para maiores de 21 anos não lhe foi perguntada a idade e chegou a ser-lhe servido álcool no bar do casino.
Todos os incidentes foram reportados ao regulador pelo próprio casino e ocorreram entre março e julho do ano passado. Em 2019, pelo menos 32 menores tiveram acesso a áreas restritas do casino. O regulador indica no comunicado que, em todos estes casos, existiram várias oportunidades para remover os menores do local.
Dois homens encontraram duas pepitas de ouro avaliadas em quase 200 mil euros no estado de Victoria, sul da Austrália. A descoberta de Brent Shannon e Ethan West foi documentada esta quinta-feira no programa de televisão do Discovery Channel “Aussie Gold Hunters”.
A descoberta das duas pepitas foi feito perto da cidade de Tarnagulla, com ambas as pedras a pesarem um total de 3,5 quilos.
A dupla utilizou materiais de escavação e detetores metais para procurar ouro na zona, acabando por fazer “uma das descobertas mais significantes”, segundo Ethan West disse à CNN.
A ajudar a dupla estava o pai de Ethan West, numa descoberta que demorou algumas horas.
O programa “Aussie Gold Hunters” segue equipas de mineiros e caçadores de materiais preciosos em alguns dos locais mais remotos da Austrália,
Foi em terreno virgem, o que significa que o solo está intocado e que ainda não foi explorado”, explicou Brent Shannon em declarações ao programa australiano Sunrise.
Segundo a reportagem do Discovery Channel, Brent Channon e Ethan West podem chegar a lucrar mais 30% do que o valor real das pepitas, em caso de algum colecionador querer as pedras.
O director dos Serviços de Infraestruturas da Província de Gaza, cuja capital é Xai-Xai, Alberto Matusse, afirmou, em declarações à emissora pública Rádio Moçambique, que o encerramento de fronteiras aéreas devido à covid-19 está a impedir a saída de especialistas da China para Moçambique.
“Há diligencias para a criação de condições urgentes para a vinda dos especialistas chineses, porque a sua viagem foi condicionada pela covid-19”, declarou Alberto Matusse.
Sobre os progressos da construção, Matusse adiantou que a edificação dos edifícios do aeroporto está avançada em 60%, a pista em 50%, a vedação do perímetro do aeroporto em 60% e colocação de betão em 24%.
As obras de construção do Aeroporto Internacional de Xai-Xai foram lançadas pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, a 5 de outubro de 2018 e estão orçadas em cerca de 75 milhões de dólares (65 milhões de euros à época do lançamento da obra).
A infraestrutura, cujas obras estavam inicialmente previstas para terminar dentro de dois anos, terá uma pista de aterragem de 1.800 metros, numa área total de cerca de nove mil metros quadrados.
O aeroporto é resultado de um apoio dos Governos da Alemanha e da China.
Moçambique regista 3.115 casos de covid-19 e 20 óbitos. A pandemia já provocou pelo menos 793.847 mortos e infetou mais de 22,7 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.
A Província de Tete recebeu, esta esta sexta-feira 21, o reforço de diversos materiais, médico e de higienização, para a prevenção contra a COVID-19, avaliados em mais de seis milhões de meticais.
Trata-se de dois ventiladores, igual número de monitores de sinais e aspiradores, mil pares de luvas de procedimento, vinte mil unidades de máscaras cirúrgicas, cloro granulado, álcool e gel, baldes com torneiras, sabão, pulverizadores, entre outros.
Os materiais entregues ao Conselho Executivo Provincial, é fruto da responsabilidade social, da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, no âmbito das acções de prevenção, da pandemia da covid-19.
Na ocasião o presidente do Conselho de Administração da HCB Pedro Couto, disse que parte da oferta, destina-se aos profissionais de saúde, e as comunidades vulneráveis, desta parcela do país.
Por seu turno, o governador de Tete, explicou que o donativo recebido, vai minimizar o impacto negativo da covid 19, sobretudo nas comunidades, que vivem nas zonas consideradas de risco.
Domingos Viola, reiterou que o coronavírus, como o novo normal, vai exigir de todos, a estrita observância das medidas anunciadas, pelas autoridades de saúde e não só.
Actualmente, a Província de Tete, conta com cumulativo de cinquenta e cinco casos da covid-19, dos quais, cinquenta e quatro recuperados, nove positivos e dois óbitos.
A informação é avançada pela agência sul-coreana de espionagem. Kim Yo-jong ascendeu nas fileiras do partido no poder depois de acompanhar o irmão na cimeira de 2019 com Trump no Vietname, mas não há sinais de que esteja a ser preparada para assumir a liderança do país.
Kim Yo-jong, a irmã mais nova do líder norte-coreano, Kim Jong-un, tornou-se a “segunda no comando”, assumindo a condução das relações com a Coreia do Sul e os EUA, de acordo com a agência sul-coreana de espionagem.
Desde que acompanhou o irmão na cimeira do ano passado com o Presidente norte-americano, Donald Trump, no Vietname, Kim Yo-jong ascendeu nas fileiras do partido no poder. O deputado Ha Tae-keung, que tem assento na comissão de informações da Assembleia Nacional sul-coreana, confirmou que Kim Jong-un atribuiu um certo grau de autoridade à irmã mais nova.
“A questão fundamental é que Kim Jong-un ainda detém poder absoluto, mas cedeu um pouco mais da sua autoridade em comparação com o passado”, disse o parlamentar, citado pelo jornal “The Guardian”. No entanto, adiantou, não há sinais de que Kim Yo-jong esteja a ser preparada para assumir a liderança norte-coreana ou que o seu irmão se encontre com problemas de saúde, apesar dos rumores sobre este segundo ponto.
Ha Tae-keung revelou ainda que o líder da Coreia do Norte, no poder desde que em 2011 sucedeu ao pai, também delegou alguns poderes na tomada de decisões económicas e militares a outros funcionários.
Kim Yo-jong fez a sua primeira declaração pública em março, equiparando o vizinho do sul a “um cão amedrontado a ladrar” depois de Seul ter protestado contra um exercício militar de Pyongyang. E também elogiou Trump por este ter enviado uma carta ao seu irmão em que afirmava esperar manter boas relações bilaterais e ofereceu ajuda na gestão da pandemia do coronavírus.
Pelo menos 43 pessoas morreram e 100 poderão ter sido contagiadas com Ébola no noroeste da República Democrática do Congo (RDC) desde que o novo surto foi declarado a 1 de junho, disse esta sexta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Dos 100 casos, 96 deram positivo no laboratório e quatro são prováveis, com a doença a propagar-se para além de Mbandaka, a capital da província do Equador, com mais de um milhão de habitantes, a 11 das 17 zonas sanitárias provinciais.
“Com 100 casos de Ébola em menos de 100 dias, o surto na província do Equador está a evoluir de forma preocupante”, alertou hoje a diretora da OMS para África, Matshidiso Moeti, em comunicado, no qual alerta que “o vírus está a propagar-se num terreno vasto e acidentado que requer intervenções onerosas e, com a covid-19 a ocupar os recursos e a atenção, é difícil aumentar as operações”.
O novo coronavírus, acentuou, citada pela agência de notícias espanhola Efe, “não é a única emergência que precisa de um apoio sólido”.
A OMS alertou ainda que a resposta atual está subfinanciada, o que dificulta as operações no terreno para mapear e controlar este vírus que provoca febre hemorrágica e tem uma taxa de mortalidade média que ronda os 70%.
A décima primeira epidemia desta doença altamente contagiosa na RDC está a afetar Mbandaka, a capital da província do Equador.
O país sofreu a nona epidemia causada pelo vírus Ébola, entre maio e julho de 2018, quando foram notificados 54 casos, incluindo 33 mortos e 21 sobreviventes.
A 25 de junho, as autoridades congolesas declararam o fim da décima epidemia, que se tinha manifestado em três províncias do nordeste do país (Kivu Norte, Kivu Sul e Ituri) desde 01 de agosto de 2018, com 3.463 casos, 2.280 mortes e 1.171 sobreviventes, de acordo com os últimos números divulgados pela OMS.
Esta epidemia foi a pior da história da RDC e a segunda mais grave do mundo, depois daquela que devastou a África Ocidental de 2014 a 2016, na qual morreram 11.300 pessoas e houve mais de 28.500 casos, embora estes números – de acordo com a OMS – possam ser conservadores.
A doença, descoberta na RDC em 1976 – então chamada Zaire – é transmitida por contacto direto com o sangue e fluidos corporais de pessoas ou animais infetados.
Provoca hemorragias graves e pode atingir uma taxa de mortalidade de 90%.
Os primeiros sintomas são febre alta repentina, fraqueza e dores musculares, na cabeça e garganta, bem como vómitos.
Catalães consideram o argentino “intransferível” e apontam para a cláusula de rescisão, no valor de 700 milhões de euros.
Acontinuidade de Lionel Messi em Camp Nou continua a ser ‘tema quente’ na imprensa desportiva espanhola, no seguimento da humilhante eliminação do Barcelona dos quartos-de-final da Liga dos Campeões, fruto da derrota com o Bayern Munique, por 2-8.
O internacional argentino já terá feito saber ao novo treinador do emblema blaugrana, Ronald Koeman, que vê o futuro próximo longe da Catalunha, mas o jornal Mundo Deportivo garante, este sábado, que o clube não tem qualquer intenção de o deixar sair.
A direção liderada por Josep Maria Bartomeu considera ‘La Pulga’ “instransferível”, face à importância que este assume no plano “desportivo, mediático e comercial”, pelo que este é um dossiê que, para já, se encontra encerrado.
Nesse sentido, por muito que o craque pretenda ‘mudar de ares’, os responsáveis do Barcelona, acrescenta a publicação, irão sempre apontar para a cláusula de rescisão, que se encontra fixada… nos 700 milhões de euros.
Um dos principais colaboradores de Alexei Navalny, internado, em coma, num hospital da Sibéria, disse esta sexta-feira que os médicos enviados por uma organização não-governamental alemã foram autorizados a ver o opositor russo.
“Os médicos alemães que seguiram nesse voo, de Nuremberga, e a quem foi recusado acesso ao paciente, acabaram de conseguir acesso a ele há poucos minutos”, disse Leonid Volkov numa conferência de imprensa em Berlim.
Alexei Navalny está internado numa unidade de cuidados intensivos, em coma e ligado a um ventilador, depois de se ter sentido mal durante um voo, na quinta-feira, o que a sua equipa suspeita ter sido causado por envenenamento.
A organização não-governamental (ONG) alemã “Cinema for Peace” fretou um avião-ambulância, onde seguiu uma equipa de médicos especializados no tratamento de doentes em coma, que aterrou hoje de manhã em Omsk, na Sibéria, para transportar o opositor para o hospital universitário Charité, em Berlim.
Contudo, a transferência do opositor russo para a Alemanha tem sido recusada pelos médicos russos, que consideram o seu estado “instável”.
“Estamos um bocadinho otimistas, finalmente, depois de 32 horas desta história interminável”, disse Volkov, admitindo contudo que se está “longe de ver esta situação resolvida”, dado que os colaboradores e família do opositor continuam a não ter “informações independentes” sobre o seu estado e aguardam resposta positiva ao pedido para o transferir para Berlim.
O Kremlin assegurou hoje que se trata de uma decisão “puramente médica” e que os médicos russos estão a fazer “todos os possíveis para determinar a causa do problema e para o tratar”.
Apesar disso, a mulher do opositor pediu hoje ao Presidente russo, Vladimir Putin, que autorize a transferência do marido para a Alemanha.
“Penso que Alexei Navalny precisa de ajuda médica qualificada na Alemanha”, escreveu Iulia Navalnaia numa carta a Putin divulgada na rede social Twitter, acrescentando estarem reunidas “todas as possibilidades para o transporte imediato de Alexei, sob vigilância de médicos de alto nível”.
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da Organização Mundial de Saúde, comparou a situação que se vive neste momento com a da gripe espanhola de 1918, que durou dois anos. “A tecnologia e o conhecimento podem ajudar-nos a parar este vírus”.
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da Organização Mundial de Saúde, afirmou esta sexta-feira que espera que a pandemia acabe em menos de dois anos.
O responsável comparou a situação que se vive neste momento com a da gripe espanhola de 1918, que durou precisamente esse período (dois anos).
“Como há mais tecnologia hoje em dia, e as pessoas estão mais ligadas, a possibilidade de o vírus se espalhar, e ainda mais rápido, é maior.” Ainda assim, acrescentou o responsável, “tanta tecnologia e conhecimento também podem ajudar a parar o vírus”.
Segundo números da Universidade Johns Hopkins, mais de 22 milhões de pessoas testaram positivo para o vírus da covid-19 em todo o mundo, e quase 800 mil morreram.
O Governo da Líbia, apoiado pelas Nações Unidas, anunciou nesta sexta-feira 21, um cessar-fogo em todo o país e pediu a desmilitarização da contestada cidade estratégica de Sirte, que é controlada por forças rivais.
O governo de Tripoli também pediu o fim do bloqueio ao petróleo imposto por forças rivais desde o início do ano, bem como eleições parlamentares e presidenciais.
A Líbia mergulhou no caos após a queda e morte do ditador Muammar Kadhafi em 2011, e a luta pelo poder é disputada atualmente entre o Governo de Acordo Nacional, de Fayez al-Sarraj, sediado em Tripoli e apoiado pela ONU, e o governo rival do Leste, que apoia o marechal Khalifa Haftar.
Sarraj conta com a ajuda da Turquia e Hifter com o apoio da Rússia e do Egipto.
As forças do comandante militar Khalifa Hifter lançaram uma ofensiva em abril de 2019, para tentar capturar a capital, mas a campanha fracassou em junho, quando as milícias aliadas de Tripoli, com apoio turco, ganharam a vantagem, expulsando as suas forças dos arredores da cidade e de outras cidades do Oeste.
Pelo menos seis pessoas foram assassinadas numa zona rural no departamento de Cauca, na Colômbia, no segundo massacre registado em poucos dias, informaram as autoridades na sexta-feira 21.
“Está confirmado. São seis pessoas que foram assassinadas hoje [sexta-feira] por desconhecidos em Uribe“, pequena povoação do município de El Tambo, disse o presidente da autarquia, Carlos Vela, à agência de notícias espanhola Efe.
Vela acrescentou que dois dias antes duas pessoas foram assassinadas em Uribe, “com o que já são oito mortos”.
A procuradoria também informou que cinco pessoas foram mortas por desconhecidos numa zona rural da província de Arauca, que faz fronteira com a Venezuela.
Nas últimas semanas, a Colômbia registou vários massacres nos departamentos de Nariño e Vale do Cauca.
O mais recente ocorreu na terça-feira, quando três indígenas da comunidade Awá foram assassinados na reserva Pialapi-Pueblo Viejo, situada numa zona rural remota, a cerca de nove horas da sede municipal de Ricaurte, no departamento de Nariño.
Três dias antes, oito jovens entre os 19 e os 25 anos foram massacrados por assaltantes desconhecidos na aldeia de Santa Catalina, perto da sede municipal de Samaniego, também em Nariño, onde horas antes uma mulher de 26 anos tinha sido morta, também por desconhecidos.
Em 11 de agosto, cinco adolescentes foram mortos em Cali, principal cidade do sudoeste do país, todos com idades entre os 14 e os 15 anos, num campo de cana-de-açúcar.
O massacre dos cinco jovens, que foram baleados e encontrados com sinais de tortura, gerou o repúdio dos colombianos, que exigem justiça.
Em Nariño operam diversos grupos armados ilegais, incluindo guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional (ELN), dissidentes das FARC e numerosos gangues dedicados ao tráfico de drogas.
Em 17 de agosto, as Nações Unidas reportaram 33 massacres este ano na Colômbia e condenaram “energicamente” a espiral de violência em curso no país.
Em comunicado, a ONU apontou que as matanças ocorreram em territórios onde operam grupos armados e domina a economia subterrânea, a pobreza e “uma presença limitada do Estado”.
A ONU classifica como “massacre” o homicídio de pelo menos três pessoas no mesmo momento pelo mesmo autor ou grupo de autores.
Depois de, em 2016, o Facebook ter sido utilizado para manipular eleitores norte-americanos a votarem em Donald Trump, como foi revelado em 2018 com o escândalo Cambridge Analytica, a rede social tem um plano para evitar ser novamente uma arma.
A notícia é avançada pelo The New York Times, que afirma que a empresa liderada e fundada por Mark Zuckerberg está a preparar-se para um cenário em que o atual presidente dos EUA usa o Facebook para dizer, erradamente, que ganhou mais um mandato.
De acordo com o mesmo jornal, Zuckerberg e alguns dos seus executivos mais chegados estão a ter reuniões diárias caso a rede social seja o campo de batalha para um pós-eleições conturbado. Em cima da mesa estará também um “botão de emergência [Kill Switch, em inglês” que desligará automaticamente todos os anúncios políticos no dia a seguir às eleições.
Esta questão tem-se tornado um problema desde que Zuckerberg assumiu que a rede social não pode moderar todos os conteúdos políticos porque isso pode impedir a liberdade de expressão. À semelhança do Twitter, o Facebook removeu conteúdos falsos publicados nas contas de Donald Trump. Porém, nunca o fez de forma tão flagrante como o Twitter, tendo permitindo, pelo princípio da liberdade de expressão, que conteúdos com desinformação continuassem na rede social.
A preocupação do Facebook é também transversal ao YouTube e ao Twitter. No caso de os resultados eleitorais de novembro criarem dúvidas ou forem contestados por Trump, o que se prevê que vá acontecer, estas plataformas digitais vão ser a frente do diálogo que poderá ser feito para criar confusão junto dos eleitores.
Isto tudo, porque, em 2016, quando a Cambridge Analytica utilizou indevidamente 87 milhões de perfis de Facebook para influenciar as eleições, o preço não foi pequeno (cinco mil milhões de dólares, cerca de 4,5 mil milhões de euros). Além disso, em abril deste ano, o Senado dos EUA deu como provado que a Rússia interferiu nas eleições para dar a vitória a Donald Trump. Como? Através de publicações em massa no YouTube, Twitter e Facebook para desinformar os eleitores.
Numa entrevista ao New York Times este mês, Mark Zuckerberg afirmou que pode demorar “dias ou semanas” para se fazer a contagem, e que não haverá um problema com isso. A Casa Branca, em resposta à notícia, afirmou ao jornal que “o presidente Trump continuará a trabalhar para garantir a segurança e integridade das eleições”.
A oposição venezuelana questionou a cooperação bilateral entre os Governos de Teerão e Caracas e advertiu que a Venezuela poderá vir a ser uma base militar do Irão e “um risco para toda a região” latino-americana.
“Oque as Forças Armadas devem entender é que o prolongamento da longa relação entre o Irão e a Venezuela poderá terminar na transformação da nossa pátria numa base militar iraniana”, disse o “comissário” contra o Terrorismo e o Crime Organizado, nomeado pelo líder opositor Juan Guaidó.
Carlos Paparoni falava numa conferência de imprensa através da plataforma Zoom, durante a qual se referiu à denúncia feita quinta-feira pelo Presidente da Colômbia Iván Duque, de que a Venezuela teria chegado a um acordo com o Irão para comprar mísseis de médio e longo alcance, o que Caracas diz ser “uma infâmia” do vizinho governante.
“Sabemos que o Irão constrói sete modelos de mísseis distintos. Quando entendemos a capacidade de construção que tem o Irão sobre este tipo de armamento, e vemos a operação logística que tem existido entre o Irão e a Venezuela, esse tipo de aliança preocupa mais”, disse.
Carlos Paraponi frisou ainda que “a relação entre o regime de Maduro e o Governo iraniano põe em risco a segurança de todo o continente americano, porque facilita uma ponte aérea entre ambas as nações para realizar operações estratégicas, permitindo evadir sanções internacionais e desafiando a segurança da região”.
“O que mais preocupa (a oposição) é que (Nicolás) Maduro financia e apoia todos os grupos terroristas, no âmbito das suas relações bilaterais”, frisou.
Por outro lado, explicou que a oposição suspeita que a recente abertura do hipermercado iraniano Megasi tenha como propósito “cobrir ou desenvolver outro tipo de exercício, a justificação para a chegada de barcos cargueiros”.
“(Nicolás) Maduro não é apenas uma ameaça para os venezuelanos, é um risco para toda a região. Quando vemos as relações que tem com o Irã, o Exército de Libertação Nacional (ELN, da Colômbia) e o Hezbollah, converte-se em uma ameaça para toda a região”, disse.
Segundo a oposição venezuelana, a cooperação entre o Irão e a Venezuela ascende a 40 mil milhões de dólares (aproximadamente 34 mil milhões de euros), mais que o assinado com países da região.
“Nos últimos meses, a Venezuela entregou, apenas para combustível, nove toneladas de ouro. Isso representa uns 500 milhões de dólares (424,5 milhões de euros). Falamos de um sobre-preço de mais de 250%”, explicou.
O Presidente da Colômbia, Iván Duque, denunciou quinta-feira à televisão estatal colombiana que o Irão e a Venezuela estavam a reforçar a sua cooperação militar.
“Há informações de ‘organismos de inteligência’ (serviços de informação) internacionais que mostram que há interesse da ditadura de (Nicolás) Maduro em adquirir mísseis de médio e longo alcance através do Irão. A informação é que ainda não chegaram (os mísseis)”, disse.
Por outro lado, explicou que segundo os serviços de informação colombianos “oficiais da Guarda Nacional (polícia militar) venezuelana estão triangulando armas de países como a Rússia ou a Bielorrússia para estruturas criminosas colombianas, além da fronteira”.
O ministro venezuelano da Defesa, Vladimir PadrinoLópez reagiu à denúncia e acusou, através do Twitter, Iván Duque de tentar a “desviar de novo a atenção para a Venezuela, lançando como isca a estratégia do ‘falso positivo’ (coisa que parece o que não é), aproveitando-se da situação geopolítica”.
Por outro lado, o ministro venezuelano de Relações Exteriores, Jorge Arreaza, acusou, na mesma rede social, Iván Duque de “voltar às infâmias e à ficção antivenezuelana para distrair a opinião pública”.
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