Do total de 416 sedes de postos administrativos do país, 135 ainda não têm energia elétrica, mas “não há dinheiro” para avançar com o projeto de expansão, disse Joaquim Ou-Chim, administrador da EDM.

Das 135 sedes administrativas que ainda não têm energia no país, 94 vão ser ligadas à “rede elétrica nacional”, mas há outros 41 postos que serão alimentados por centrais solares autónomas por localizarem-se longe da rede de energia do país.

A ligação através da rede nacional vai custar 120 milhões de dólares (102 milhões de euros), enquanto a estratégia das pequenas centrais solares está orçada em 47 milhões de dólares (40 milhões de euros) e é conduzida pelo Fundo Nacional de Energia.

“Parte do valor já está assegurado e vai ser usado numa primeira fase em que se espera abranger 25 sedes de postos administrativos [que serão ligados à rede elétrica nacional], dos quais cinco neste ano e os restantes em 2021. Para os restantes vamos mobilizando fundos, afinal é muito dinheiro”, declarou Joaquim Ou-Chim.