O Conselho de Ministros aprovou, na terça-feira (21), o Regulamento do Selo Limpo. Este instrumento viabiliza a retoma com segurança das actividades do sector do turismo, visando garantir uma reposta à pandemia do novo coronavírus.
A informação foi avançada pelo porta-voz da trigésima oitava sessão do Conselho de Ministros, Filimão Suázi.
“ O regulamento visa viabilizar a retoma com segurança do exercício das actividades do sector do turismo com vista a garantir uma resposta à pandemia do novo coronavírus no referente a reconquista da confiança dos turistas e consumidores de produtos e serviços turísticos nacionais e internacionais”, frisou.
Ainda sessão da terça-feira, o Conselho de Ministros aproou o decreto que ajusta as atribuições, gestão, regime orçamental, tutela, organização e funcionamento do Fundo de Energia.
O antigo presidente do Burundi, Pierre Buyoya, foi condenado na terça-feira (20), a prisão perpétua, juntamente com outras 18 pessoas, pelo envolvimento no assassinato de Melchior Ndadaye, eleito democraticamente para a presidência em 1993, cuja morte desencadeou uma guerra civil.
Pierre Buyoya, que tem desempenhado funções de alto representante da União Africana para o Mali e o Sahel desde 2013, não esteve presente no julgamento, considerando que o processo teve motivações políticas.
Entre os condenados, estão outros antigos altos funcionários burundeses, incluindo o antigo vice-presidente, Alphonse Marie Kadege, que desempenhou o cargo entre 2003 e 2004.
Porta-voz de empresa ferroviária britânica apela aos adultos para que “liderem pelo exemplo” e que se “mantenha fora das linhas”.
Um casal de noivos decidiu fazer uma sessão fotográfica na linha de comboio, em Inglaterra, um comportamento altamente desaconselhado e que mereceu reprimenda por parte da empresa ferroviária.
“Fotografias de casamento ou selfies na via-férrea são absoluta estupidez”, indicou Allan Spence, porta-voz da Network Rail, citado pelo The Sun. A imagem acima foi captada pelas câmaras de videovigilância da passagem de nível e partilhada pela empresa.
“Nós avisamos as famílias várias vezes, nesta altura do ano, uma vez que os miúdos estão em casa nas férias escolares, mas desta vez apelamos aos adultos em particular. Por favor, garantam que sabem o básico da segurança ferroviária e que passam essa informação aos vossos entes queridos”, acrescentou.
O responsável apela, assim, aos adultos para que “liderem pelo exemplo” e que se “mantenha fora das linhas”.
Allan Spence revelou que, entre junho e setembro deste ano, foram registadas pelo menos 5 mil ocorrências do género, em que as pessoas se colocam em perigo desnecessário por motivos fúteis.
As Nações Unidas vão lançar nesta quarta-feira uma (21) “ação global” nas redes sociais para pedir aos cidadãos de todos os países que pensem duas vezes antes de partilhar desinformação através da Internet.
#Pledgetopause [promete fazer uma pausa, em português] é o lema da campanha, cujo arranque está marcado por António Guterres no vídeo que começa com um silêncio de cinco segundos.
“Durante a pandemia de covid-19 a informação errónea pode ser mortal. Faça uma promessa de fazer uma pausa e de ajudar a impedir a expansão da desinformação“, afirma o secretário-geral da ONU, que irá espalhar esta mensagem através das suas páginas das redes sociais Twitter e Instagram, com a expectativa que seja replicado por “líderes políticos, influentes e cidadãos preocupados”.
A ONU assegura, em comunicado, que a campanha se baseia “numa investigação que indica que uma pausa breve diminui significativamente a inclinação para compartilhar material impactante ou emotivo e, deste modo, reduz a expansão da desinformação“.
A campanha faz parte de uma iniciativa do organismo internacional que começou em maio passado com o nome “verificado”, cujo objetivo era difundir de maneira acessível informação sobre saúde, assim como histórias sobre solidariedade internacional acerca da covid-19.
Além disso, pretende “aumentar a alfabetização mediática para permitir os utilizadores das redes sociais detetardesinformação e evitar a sua transmissão”.
#Pledgetopause, que se pode visitar na página da internet (www.takecarebeforeyoushare.org), pretende chegar antes do próximo ano a uma audiência de um milhão de pessoas.
Por sua parte, a vice-secretária-geral para a Comissão Global da ONU, Melissa Fleming, destacou que o combate à desinformação é fundamental na luta contra a pandemia da covid-19.
“A covid-19 não é só uma crise de saúde, mas também uma emergência de comunicação. Quando a desinformação se espalha, as pessoas perdem a confiança e muitas vezes tomam decisões que dificultam as respostas públicas e até mesmo põe em perigo a sua vida”, disse Fleming.
Um soldado chinês, detido pelas tropas da Índia, após se ter perdido numa área na fronteira disputada entre os dois países nos Himalaias, foi libertado na terça-feira (20), informou o exército chinês.
Afronteira, de alta altitude, entre os dois países asiáticos, não está claramente demarcada.
“Segundo o acordo alcançado entre a China e a Índia, um soldado chinês, que veio em auxílio de pastores que procuravam um iaque perdido, foi entregue pelo lado indiano, aos guardas de fronteira chineses, de madrugada”, disse o exército chinês, num breve comunicado.
A Índia identificou o soldado chinês que se “perdeu” como o cabo Wang Ya Long.
Preso desde domingo, recebeu tratamento médico por causa das condições climáticas extremas na região, onde as temperaturas caem regularmente abaixo dos 30 graus negativos.
Índia e China enviaram dezenas de milhares de soldados para esta área da fronteira desde que ocorreram confrontos sangrentos, em junho passado, a uma altitude de mais de quatro mil metros acima do nível do mar.
O confronto resultou em 20 soldados indianos mortos e um número desconhecido de vítimas do lado chinês. Foi o primeiro confronto mortal em 45 anos nesta região.
No mês passado, China e Índia culparam-se mutuamente por tiroteios na fronteira, um incidente inédito desde 1975.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades pretende recrutar um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Logística. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente um (1) Técnico de Logística. Saiba mais.
A Futuro Mcb, S.A, instituição financeira, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Recursos Humanos baseado em província de Nampula. Saiba mais.
A RHDC Consultoria & Serviços Lda – RHDC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (8) Oficiais Distritais de Mobilização Comunitária. Saiba mais.
O Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnica Superior de Administração de Justiça (Jurista). Saiba mais.
O Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnica Superior N1 (Contabilista). Saiba mais.
O Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Profissionais (Administração Pública e Ciências de Documentação). Saiba mais.
A Ajuda Popular da Noruega (APN) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, Consultor Externo para a elaboração do plano estratégico 2020-2024 em Moçambique. Saiba mais.
HÁ 34 anos, por estas alturas, o país estava paralisado, desnorteado e inconsolável pela triste notícia da queda do avião presidencial, o Tupolev 134, que vitimou o Presidente Samora Machel.
Estávamos ainda no crepúsculo da independência nacional, uma liberdade que tinha em Samora um guia que prometia trazer ao povo moçambicano a verdadeira autodeterminação e autonomia económica negada pelo colonialismo.
Era o tombo estrondoso de um embondeiro da luta secular dos nossos antepassados e que teve nele o continuador da empreitada iniciada por Eduardo Mondlane, que uniu os moçambicanos em torno da causa da independência.
O Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, João Machatine, afirmou que o Governo não vai ceder a pressões para cumprir prazos e preços nas obras de reabilitação de sanitários e provisão de água em curso nas escolas secundárias de todo o país.
O titular da pasta de Obras Públicas fez tais afirmações na vila-sede do distrito de Liúpo, em Nampula, a propósito das intervenções em curso em infra-estruturas escolares, que consistem na construção e reabilitação de sanitários, bem como no fornecimento de água, com vista a permitir o retorno às aulas em óptimas condições de higiene e segurança, para a prevenção da Covid-19.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, determinou através de Decreto Presidencial a Criação da Secretaria de Estado do Ensino Técnico-Profissional, junto do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional.
De acordo com um comunicado da Presidência da República, o Secretário de Estado do Ensino Técnico-Profissional subordina-se ao Ministro que superintende a área de Ensino Técnico-Profissional.
O documento indica que a organização e funcionamento da Secretaria de Estado de Ensino Técnico-Profissional é definida em diploma específico.
Já foram parcelados 500 talhões para serem atribuídos aos deslocados de Cabo Delgado que estão em Nampula. O Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) fala de perto de 30 mil pessoas que saíram das zonas de conflito e estão em vários distritos de Nampula
É no interior do distrito de Meconta, no posto administrativo de Corrane, onde se localiza a área que vai acolher os deslocados de Cabo Delgado que buscam refúgio na província de Nampula.
A área identificada já foi um bloco de produção de algodão no passado. Tratando-se de um local para residências definitivas, foram parcelados até aqui 500 talhões, com uma dimensão de 30 por 20 metros, e montadas tendas, com capacidade para acomodar uma família de cinco membros.
É a primeira vez que uma equipa de reportagem escala a zona. O líder comunitário, Agostinho Hassane, foi o nosso guia. Ele conta que a comunidade do seu regulado está a trabalhar de forma voluntária com as estruturas do governo provincial e do INGC na criação de condições para os “vientes”, como se diz naquelas bandas.
“Veio o administrador e informou-nos que vem os nossos irmãos de Cabo Delgado que fugiram e vêm para aqui mesmo e dissemos ‘bem-vindos’, porque durante a guerra dos 16 anos fomos acolhidos em Nampula por isso não podemos não acolher estes”.
Foram abertos 4 furos de água e está em processo a construção de casas de sanitários, assim como a criação de outras condições. Com o acolhimento definitivo, o posto administrativo de Namialo, ainda no distrito de Meconta, onde funcionam quatro centros de acomodação temporária, ficará aliviado, tal como disse no último sábado a respectiva chefe do posto, Adelina Mocala.
“Vamos nos sentindo aliviados aos poucos, para além de que vamos acompanhar o processo da sua retirada. Então, não vai ser de uma única vez, mas vamos nos sentindo aliviados aos poucos”.
O INGC actualizou os dados ontem e fala de cerca de 30 mil pessoas que chegaram a Nampula, fugindo do terrorismo na vizinha província de Cabo Delgado
Alguns sectores da sociedade civil e partidos políticos dizem-se preocupados com o aparente silêncio do Governo de Moçambique relativamente à situação em Cabo Delgado, o que, para analistas, traduz a gravidade da situação no teatro de operações. Mas o Governo nega que haja silêncio.
O Partido Movimento Democrático de Moçambique (MDM), o Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD), a Justiça Social e outras organizações exigem que o Chefe de Estado dê aos moçambicanos informações detalhadas sobre o que se passa em Cabo Delgado, considerando isso um direito constitucional.
O CDD diz que o que os moçambicanos “gostariam de saber o que é que terá falhado para que o conflito evoluisse e se alastrasse a mais distritos de Cabo Delgado; como justificar. Sr. Presidente da República, a morte de pelo menos 1500 pessoas e o deslocamento de outras 350 mil”?.
Especulações
O chefe da bancada parlamentar do MDM, Lutero Simango, discursndo na abertura da presente sessão da Assembleia da República, afirmou que a falta de informação sobre o conflito em Cabo Delgado “dá lugar a muitas especulações” relativamente ao que está acontecer naquela província.
Para o analista Fernando Mbanze, o aparente silêncio das autoridades traduz a gravidade da situação de segurança em Cabo Delgado, “que, realmente, está a deteriorar-se, de forma acentuada e progressiva a cada dia que passa”.
Mbanze avançou que já passam cerca de 45 dias, “e atá hoje ninguém sabe se Mocímboa da Praia foi recuperada pelas forças de defesa e segurança ou se continua sob a ocupação dos insurgentes”.
Por seu turno, o analista Laurindos Macuácua considera que o Governo, com este silêncio, está a tentar esconder as dificuldades que as suas forças estão a enfrentar no terreno.
“Advinha-se que esta guerra vai ser muito longa, a situação em Cabo Delgado é drástica e penso que perante um cenário deste, o Governo devia dizer o que está realmente a acontecer”, sustenta
Ofensiva contra insurgentes
Algumas correntes de opinião entendem que a ofensiva contra os insurgentes não tem corrido bem, razão pela qual o Governo opta pelo silêncio.
Contudo, para Jorge Matine, médico e director executivo do Observatório Cidadão para a Saúde, a informação disponibilizada pelas autoridades é pouca, diz que a situação em Cabo Delgado já esteve mais grave, mas nos últimos tempos tende a melhorar porque o Governo tem mais forças no terreno e parece haver mais liderança na resposta militar.
“A situação agrava-se do ponto de vista humanitário”, realça Jorge Matine, explicando que quanto maior for o empenho das Forças de Defesa e Segurança contra os insurgentes “logicamente que também será maior o impacto que esse combate poderá provocar na vida das pessoas”.
Entretanto, o Presidente da República, Filipe Nyusi, nega que haja silêncio da parte do Governo. “Estamos a dizer que as pessoas estão a matar, estão a queimar casas; estamos a dizer que eles não falam, não dizem quem são e o que querem, e há quem entenda que o país tem que dizer”, afirmou o estadista moçambicano.
Fazendo uso da possibilidade de votarem antecipadamente pelo menos 26 milhões de eleitores já o fizeram com enormes filas em frente aos locais de voto e outros enviando votos pelo correio.
A grande afluência parece estar a beneficiar o partido Democrata e o seu candidato Joe Biden. Segundo estudos 53% dos eleitores que já votaram antecipadamente foram eleitores Democratas e 36% Republicanos.
Claro está que à medida que se aproxima o dia oficial das eleições – e nesse mesmo dia – isso irá certamente mudar e o presidente do Comité Nacional do Partido Democrata Tom Perez avisa que não se deve para já tirar conclusões.
“Eu aviso sempre as pessoas para não cantarem vitória”, disse Perez para quem os Democratas “não aceitam que esteja tudo decidido”.
Perez que falava à cadeia de televisão CBS reconheceu que a votação antecipada tem beneficiado o seu partido fazendo notar que para além da maioria dos que já votarem serem Democratas o que é para ele é encorajador é que “350 mil dos que ja votaram não tinham votado nas duas eleições anteriores”.
“Portanto não se trata apenas de votar antecipadament mas sim pessoas que não tinham anteriomente votado e isso mostra o entusiasmo por Joe Biden e Kamala Harris”, acrescentou.
O antigo governador Republicano da Nova Jersey Chris Christie reconheceu que a campanha de Trump está em dificuldades mas disse que tudo depende de como o presidente fizer campanha nas próximas duas semanas.
Para Christie que falava à cadeia de televisão ABC“o presidente tem que se concentrar numa mensagem sobre a economia porque é aí que ele tem credibilidade”.
O analista Republicano disse que Trump tem “maior possibilidade de ganhar” se se concentrar nesse aspecto .
“Portanto penso que nas ultimas duas semanas é isso que ele tem que fazer e vamos a ver se o faz”, disse.
Já Rahm Emanuel antigo chefe de gabinete de Barack Obama e antigo presidente da câmara de Chicago, falando também à cadeia de televisão ABC, disse que Joe Biden tem que concentrar a campanha sobre o que é o futuro imediato porque Trump ainda não apresentou qualquer agenda para um segundo madato
“Penso que depois do último debate (esta quinta-feira) que é o último obstáculo (Biden deve) apresentar um argumento sobre um futuro para este pais”, disse Emanuel para quem o candidato Democrata deve concentrar-se em apresnetar uma visão de “um futuro para funciona para todos e não apenas para alguns”.
Biden, disse o antigo chefe de gabinete de Barack Obama, “não se deve desviar disso”.
Na quinta feira temos o segundo e último debate entre Trump e Biden.
O primeiro foi marcado por constantes interrupções e troca de insultos mais ou menos graves, um debate que foi considerado por todo como tudo menos isso, ou o pior debate de sempre.
Segundo algumas notícias os estrategas republicanos querem que desta vez Donald Trump não interrompa e deixe Biden falar à espera que sejam as suas próprias palavras que levem os eleitores a rejeita-lo.
Karl Rove, antigo estratega eleitoral do partido Republicano e antigo conselheiro do presidente George W Bush disse que com efeito os estrategas eleitorais de Trump “parecem pensar que seria do seu melhor interesse não interromper e dar ao vice presidente Biden mais tempo para tentar explicar coisas como porque éque ele não diz qual a sua opinião sobre a possibilidade de aumentar o número de juízes noTribunal Supremo”, algo que alguns Democratas sugerem como meio de se contrabalançar o número de juízes conservadores nesse tribunal.
.Para Rove o debate não terá um impacto para além de alguns dias deixando de ser notícia no sábado. Para Rove será o que se vai passar depois disse nos restantes dias da campanha que será importante.
As eleições são a 3 de Novembro e em jogo estão também o Senado e a Câamara dos Representantes
As sondanges indicam que o partido Republicano corre o risco de perder o controlo do Senado onde goza neste momento de uma maioria de quatro lugares
A Renamo voltou a propor que o seu fundador e líder histórico Afonso Dhlakama seja declarado herói nacional, uma proposta vista com bons olhos pelo MDM, também na oposição, enquanto a Frelimo, no poder, diz que o assunto deve ser tratado em sede da Comissão Nacional de Títulos Honoríficos da Assembleia da República.
A proposta foi feita, outra vez, por Viana Magalhães, chefe da bancada parlamentar da Renamo, na abertura solene segundo sessão ordinária da nona legislatura da Assembleia da República.
“Na verdade, quiçá fruto do reconhecimento da justeza da luta da Renamo, assistimos algumas personalidades a serem condecoradas, algumas das quais outrora ligadas à Renamo, mas o presidente Afonso Dhlakama em vida sempre disse que a maior condecoração que podia receber era a de ter o seu povo com a liberdade de eleger e ser eleito de forma democrática”, afirmou Magalhães, quem lembrou que o facto de o nome de Afonso Dhlakama estar incrustado nos corações dos moçambicanos merece o reconhecimento do Estado pela sua contribuição na construção de um Estado novo em Moçambique.
Este posicionamento foi corroborado pelo partido Movimento Democrático de Moçambique (MDM), que segundo Fernando Bismarque, porta-voz da bancada parlamentar.
Bismarques considerou que “é preciso reconhecer a contribuição de Afonso Dhlakama na conquista da democracia, até porque, independentemente dos meios usados, pelo menos Afonso Dhlakama forçou que saíssemos de um regime mono para multipartidário, então é preciso reconhecer o contributo de Afonso Dhlakama e nada obsta que para o MDM que seja considerado como tal porque se Moçambique está a viver um regime multipartidário na democracia plena, embora com algumas falhas, deve-se à luta e ao engajamento” de Dhlakama.
Por seu lado, para o porta-voz da Frelimo, Caifadine Manasse, é um assunto que deve ser analisado ao nível da Comissão Nacional de Títulos Honoríficos e caso chegue ao Parlamento será devidamente analisada.
“Existe uma lei e uma comissão que trata esses assuntos, como a Renamo diz que vai submeter uma proposta à Assembleia da República para a apreciação, nós vamos apreciar ao nível da Assembleia da República”, prometeu Manasse.
Desconhece-se por agora quando a Renamo pretende apresentar a proposta ao Parlamento.
Centro para a Democracia e Desenvolvimento diz que pelo menos dois membros das Forças de Defesa e Segurança foram mortos.
A organização não-governamental moçambicana Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD) denunciou a morte de pelo menos 20 pessoas na sequência de ataques dos chamados insurgentes nas costas do distrito de Macomia, na província angolana de Cabo Delgado.
De 30 de setembro a 8 de outubro, “um grupo de terroristas ocupou o posto administrativo de Mucojo e a partir deste ponto fez várias incursões nas aldeias de Naunde, Darumba, Manica, Rueia, Goludo, Pangane, Nambo, Messano, Runho, Muituiro e na Ilha Mais”, diz o CDD, acrescentando que o saldo aponta “para pelo menos 20 pessoas assassinadas, dezenas de casas queimadas e vários produtos roubados”.
Pelo menos dois membros das Forças de Defesa e Segurança (FDS) moçambicanas foram mortos em Pangane, um dos pontos de comércio daquela zona costeira, onde os insurgentes roubaram também barcos a motor, motores de embarcações e queimaram muitas casas.
Um dos sobreviventes disse aos investigadores do CDD, que “os ‘al-Shabab’ usaram cinco barcos a motor para transportar os bens roubados e seguiram em direcção a Mocímboa da Praia”.
Esses ataques, segundo o CDD, provocaram uma nova vaga de deslocados que procuram segurança em distritos e províncias vizinhas, nomeadamente em Pemba, onde, o “número pode chegar a 80 mil”.
Os ataques à província de Cabo Delgado tiveram início a 4 de outubro de 2017 e até agora diversas estimativas apontam para cerca de 1.500 mortos e milhares de deslocados.
As FDS têm combatido os insurgentes, inclusive com ajuda de forças privadas estrangeiras, mas os ataques continuam e há denúncias de aumento da insegurança na província.
O desenho de um gato com 37 metros foi descoberto numa das montanhas do deserto de Nazca e tornou-se no mais recente tesouro arqueológico do Peru.
Vem enriquecer as chamadas Linhas de Nazca, Património Mundial da UNESCO. Um conjunto de centenas de geoglifos que se estendem por 80 quilómetros.
Johny Isla, diretor de planeamento do Ministério peruano da Cultura para a região Nazca-Palpa, reconhece que a descoberta nos dias de hoje de desenhos desta dimensão causa surpresa, mas explica que a investigação “melhorou muito nos últimos anos com o uso de tecnologia moderna”. “Antes, tínhamos fotografias aéreas de satélite ou avião; agora, as fotos podem ser tiradas por drones a baixa altitude e isso ajuda-nos muito,” afirma.
As linhas de Nazca terão sido realizadas entre os anos 400 e 650. Representam figuras animais ou geométricas e chegam a estender-se por 200 metros. Os desenhos são feitos removendo camada vermelha do solo típica da região e expondo a pedra que está por baixo, mais clara.
O grupo radical Estado Islâmico (EI) incitou este domingo os muçulmanos na região do Sahel e na África Ocidental a “queimarem” as empresas dos “cruzados”, uma palavra que usa como referência frequente aos países ocidentais.
porta-voz da organização terrorista, AbuHamza al Qurashi, exortou os muçulmanos na Nigéria, Mali, BurkinaFaso, Congo, Quénia e Chade a juntarem-se ao EI para combaterem a presença ocidental nos respetivos países.
Al Qurashi lançou o apelo numa gravação com meia hora de duração, divulgada este domingo pela ‘produtora’ audiovisual do EI, Al Furqan, que torna frequentemente públicos os vídeos e gravações áudio do grupo jihadista.
“Ergam-se contra as campanhas cruzadas e contra os governos apóstatas e traidores, e juntem-se às fileiras do califado (EI), que representa o vosso verdadeiro apoio contra as nações da apostasia“, apelou.
“Comecem por queimar as empresas dos cruzados, que vieram para pilhar os vossos recursos, humilhar-vos e escravizar-vos”, disse ainda o porta-voz.
O grupo terrorista acusou ainda os ocidentais – sem detalhar – de difundirem a religião cristã entre os muçulmanos, em troca de ajuda humanitária.
Em meados de Junho, um editorial do semanário afeto ao EI, Al Nabae, acusou as organizações humanitárias que operam na região do Sahel de trazerem “impureza” às sociedades muçulmanas locais e de semearem a discórdia entre os combatentes do grupo e a população civil.
A 16 de Setembro, o grupo jihadista reivindicou a responsabilidade pelo homicídio de seis cidadãos franceses e dois nigerinos a 9 de Agosto na região de Kouré, no sudoeste do Níger.
Após a primeira semana de confinamento, a qual coincide com férias intercalares, as escolas primárias e universidades vão reabrir, mas escolas secundárias só vão funcionar parcialmente.
Drakeford disse que “o vírus está a espalhar-se rapidamente por todo o País de Gales” e que, se não forem tomadas medidas imediatamente, “existe um risco muito real de o NHS [serviço de saúde púbico] ficar sobrecarregado”.
Os dados mais recentes, divulgados no domingo, davam conta de 950 novas infeções e três mortes no espaço de 24 horas, tendo morrido até agora 1.711 na região britânica de cerca de 3,2 milhões de habitantes.
O País de Gales junta-se assim à Irlanda do Norte, que entrou em confinamento de duas semanas na sexta-feira, ditando o encerramento de escolas, enquanto os bares e restaurantes só poderão servir para fora.
Na Escócia, bares e restaurantes das áreas de Glasgow e Edimburgo estão fechados até 25 de outubro, mas o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, tem resistido a impor um confinamento em toda a Inglaterra, preferindo uma abordagem de restrições em áreas geográficas, dependendo do número de infeções.
Nos últimos dias, o Governo tem estado em negociações com os autarcas da área metropolitana de Manchester, liderados pelo presidente da Câmara Municipal, Andy Burnham, sobre a entrada para o nível máximo de restrições destinadas a conter o número elevado de infeções com covid-19.
O ministro da Habitação e Comunidades, Robert Jenrick, disse esta manhã à BBC que “os contornos de um acordo” estão delineados, após reuniões durante o fim de semana descritas como “construtivas”.
Com cerca de 2,8 milhões de habitantes, Manchester é a terceira maior cidade britânica, a seguir a Londres e Birmingham, e tem atualmente uma taxa que ronda os 440 casos por 100,000 habitantes.
As negociações estão a ser lideradas por Eddie Lister, um dos principais assessores de Boris Johnson, que terá oferecido, segundo o jornal Daily Telegraph, 100 milhões de libras (110 milhões de euros) em apoio a empresas forçadas a encerrar e trabalhadores diretamenteafetados.
Burnham quer que o Governo pague 80% dos salários de trabalhadores em layoff, em vez dos 67% atualmente previstos, e ofereça mais financiamento às empresas.
Na sexta-feira, o chefe do executivo disse estar disponível para intervir, dando a entender que as restrições poderão ser impostas sem a aprovação dos líderes locais, muitos dos quais do Partido Trabalhista, a principal força da oposição, mas com o apoio de deputados do Partido Conservador de Boris Johnson.
Um médico local e membro da Ordem dos Médicos, Indy Kapila, disse hoje à BBC que as camas em unidades de cuidados intensivos poderão esgotar-se “muito em breve” e que a situação na região “é muito preocupante”.
O Reino Unido é o país europeu e o quinto a nível mundial, atrás dos EUA, Brasil, Índia e México, com o maior número de mortes de covid-19, tendo contabilizado 43.646 confirmadas por teste e 57.690 quando incluídos os casos suspeitos cujas certidões de óbito fazem referência ao novo coronavírus.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 40 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 2.181 pessoas dos 99.911 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
A doença é transmitida por um novo coronavírusdetetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
O homem, que chegou a afirmar nas redes sociais que não acreditava na existência desta doença, foi infetado após uma viagem à Turquia.
“Como todos já sabem, tenho Covid-19. Quero avisar-vos de uma forma convincente: pensei que a Covid-19 não existia e que tudo era relativo … Até que adoeci “, escreveu Stuzhuk.
O influencer, que havia informado que já se encontrava melhor, estava em casa a recuperar. Mas acabou por não resistir.
O seu estado de saúde piorou e Dmitry foi novamente internado. O homem sofria de problemas cardíacos e terá sido o coração a falhar na luta contra o novo coronavírus mortal. Esta sexta-feira, a mulher partilhou nas redes sociais a notícia da sua morte.
O ministro da saúde da África do Sul, o país mais afetado pela Covid-19 no continente africano, anunciou que testou positivo para o novo coronavírus e que está de quarentena.
O ministro da saúde da África do Sul, o país mais afetado pela Covid-19 no continente africano, anunciou que testou positivo para o novo Coronavírus e que está de quarentena.
Zweli Mkhize, titular da pasta de Saúde da África do Sul e o principal rosto da resposta à pandemia do Governo do Presidente Cyril Ramaphosa, anunciou no domingo à noite que ele e a sua esposa estavam entre os 1.662 casos positivos confirmados nesse dia.
“Decidimos ser testados ontem [sábado] quando comecei a ter sintomas ligeiros. Estava a sentir-me anormalmente cansado e, à medida que o dia avançava, comecei a perder o meu apetite. A minha mulher teve tosse, sentiu-se tonta e exausta. Dado os seus sintomas, os médicos aconselharam que ela fosse internada para observação e reidratação”, escreveu Mkhize, no Twitter.
O ministro ficará em quarentena em casa e manifestou-se optimista quanto à sua recuperação, mas aproveitou a oportunidade para apelar a todos os sul-africanos para não baixarem a guarda.
Como país, demos passos significativos na nossa luta contra esta pandemia. Não nos arrisquemos a andar para trás. Com o que quer que façamos e para onde quer que vamos, tenhamos em mente que o risco de uma segunda vaga ainda existe”.
Tanto o Presidente da África do Sul como as autoridades de saúde do continente enviaram mensagens de encorajamento a Mkhize e à sua mulher.
Centenas de manifestantes organizaram protestos em várias cidades ucranianas contra a demissão do ministro da Defesa, Mykhailo Fedorov, anunciada na quarta-feira.
A saída de Fedorov...