O exército britânico tomou o controlo de um petroleiro no Canal da Mancha. A medida foi posta em prática após ter sido relatado que sete passageiros clandestinos a bordo se tinham tornado violentos.
De acordo com as autoridades do Reino Unido, a Guarda Costeira enviou dois helicópteros para o local e foi imposto um cordão de segurança de três milhas em redor do “Nave Andromeda”. Os sete passageiros foram detidos e não houve registo de feridos.
Na rede social Twitter, o ministério britânico da Defesa fez saber que autorizou a entrada do exército no “Nave Andromeda” para salvaguardar a vida dos 22 tripulantes e assegurar que o navio não fosse alvo de sequestro.”
O incidente ocorreu a cerca de cinco milhas náuticas a sudeste de Sandow, na Ilha de Wight, ficando resolvido na noite de domingo.
O “Nave Andromeda” está registado na Libéria, foi noticiado que transportava 42 mil toneladas de petróleo bruto, e de acordo com um porta-voz da proprietária, este foi um incidente de segurança que envolveu passageiros clandestinos, assegurando que o petroleiro não tinha sido sequestrado.
O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, apelou para que todos os atores políticos na Tanzânia assegurem eleições presidenciais inclusivas e pacíficas esta quarta-feira (28), nomeadamente tornando mais fácil às mulheres votar.
Através do seu porta-voz, Stephane Dujarric, Guterres pediu para se “assegurar que as eleições se realizem de forma inclusiva e pacífica”.
“Um processo eleitoral inclusivo e uma participação ampla e efectiva dos partidos políticos e dos seus candidatos, especialmente mulheres, é essencial para salvaguardar os progressos feitos pela República Unida da Tanzânia na consolidação da estabilidade, democracia e desenvolvimento sustentável”, acrescentou Guterres, em comunicado.
O secretário-geral da ONU apelou aos líderes políticos para “participarem neste exercício de forma pacífica e para se absterem de violência”, enquanto apelava às autoridades para proporcionarem um ambiente seguro para todos os tanzanianos irem livremente às urnas na quarta-feira.
Mais de 29 milhões de pessoas, incluindo eleitores da região autónoma de Zanzibar, são chamados a votar na quarta-feira.
O Presidente, John Magufuli, candidato do partido Chama Cha Mapiduzi, que governa o país africano desde a sua independência, em 1961, tenta a reeleição.
Magufuli enfrenta 15 concorrentes de diferentes partidos nestas eleições, embora Tundu Lissu, do partido Chadema, seja o adversário com mais hipóteses.
A oposição tem criticado as autoridades do país por desqualificar os candidatos e dificultar o trabalho dos críticos.
A Justiça brasileira aceitou uma nova acusação contra o ex-Presidente Lula da Silva, pelo alegado crime de branqueamento de capitais através de falsas doações do grupo Odebrecht, informou na segunda-feira (26) o Ministério Público (MP).
A acusação, feita no âmbito da operação anticorrupção Lava Jato, foi aceite pelo juiz federal Luiz Antonio Bonat, da 13ª Vara Federal de Curitiba.
Além de Luiz Inácio Lula da Silva, foram também acusados do mesmo crime o seu ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e os ex-executivos da Odebrecht, Hilberto Mascarenhas da Silva Filho e Alexandrino Ramos de Alencar.
A acusação apresentada pelo MP descreve a prática de branqueamento de capitais através de doações para dissimular a transferência de quatro milhões de reais (600 mil euros, no câmbio atual) durante o período de dezembro de 2013 a março de 2014.
Segundo o MP, os alegados valores ilícitos foram transferidos mediante “quatro operações de doação simulada”, realizadas pelo Grupo Odebrecht a favor do Instituto Lula, cada uma no valor de um milhão de reais (150 mil euros).
Os três jornalistas e um motorista da Rádio Essencial, que foram detidos no sábado, durante uma manifestação, em Luanda, foram libertados esta segunda-feira.
Os três jornalistas e um motorista da Rádio Essencial que foram detidos no sábado, durante uma manifestação, em Luanda, foram libertados esta segunda-feira à tarde, disse à Lusa o presidente do Sindicato de Jornalistas de Angola.
Questionado sobre se houve explicações para a detenção ou alguma acusação formal, Teixeira Cândido disse que não foram prestados esclarecimentos. O presidente disse que o sindicato está a preparar um comunicado sobre o assunto, que irá divulgar em breve.
Inicialmente tinham sido detidos seis jornalistas, mas três foram entretanto libertados.
A tentativa de uma manifestação organizada por jovens da sociedade civil, com apoio de dirigentes do maior partido da oposição angolana – União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) -, foi frustrada pelas autoridades, tendo resultado em 103 detenções, ferimentos de polícias, e de manifestantes em números não revelados, além da destruição de meios das forças da ordem.
Os protestos ficaram marcados também pelo arremessar de pedras, colocação de barricadas na estrada com contentores de lixo e pneus a arder pelos manifestantes.
A marcha, convocada por ativistas da sociedade civil, contou com a adesão da UNITA e outras forças da oposição e visava reivindicar melhores condições de vida, mais emprego e a realização das primeiras eleições autárquicas em Angola.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) sublinhou que “não devemos desistir” da luta contra a pandemia da covid-19, reagindo ao aumento de novos casos na Europa e nos Estados Unidos.
“Não podemos desistir. Não devemos desistir”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, numa altura em que a situação epidemiológica se agrava sobretudo no continente europeu e nos Estados Unidos.
O diretor-geral da OMS admitiu que após meses de luta contra a pandemia que já matou mais de 1,1 milhões de pessoas, parece estar a instalar-se algum cansaço, mas pediu que a luta continue, um dia depois de um alto funcionário do governo de Donald Trump ter sugerido que os Estados Unidos estão a desistir de “assumir o controlo” da pandemia.
Lee Kun-hee foi, ao mesmo tempo, um visionário que transformou a sul-coreana Samsung num gigante global e uma personagem controversa que por duas vezes escapou à prisão por subornar presidentes da República.
Acamado há seis anos na sequência de um ataque cardíaco, Lee Kun-hee, presidente da Samsung, morreu este domingo, num hospital de Seoul. Lee Kun-hee foi um dos grandes protagonistas do “milagre económico” do pós-guerra da Coreia, ao tornar ainda maior a Samsung que herdara de seu pai em 1987
Um juiz e uma escrivã foram condenados a três anos de prisão convertidos em trabalho social pelo desvio de 400 mil meticais na província de Inhambane, sul de Moçambique, noticiou na segunda-feira (26) a emissora pública Rádio Moçambique (RM).
O Tribunal Judicial da Província de Inhambane condenou o juiz, entretanto expulso da função, por peculato, desvio de aplicação de fundos e abuso do cargo ou função.
Os arguidos devem devolver o dinheiro que retiraram do Depósito Obrigatório do tribunal, refere a sentença, datada de quarta-feira e citada hoje pela RM.
O juiz já tinha sido expulso da atividade em 2019 pelo Conselho Superior de Magistratura Judicial (CSMJ) na sequência de um processo disciplinar que lhe foi aberto por causa deste caso.
Um terceiro cessar-fogo no enclave de Nagorno-Karabakh parece ter entrado em colapso, nesta segunda-feira, 26, uma nova falha no esforço para terminar semanas de combates no território disputado.
A Arménia e o Azerbaijão acusaram-se mutuamente de violar a trégua mediada pelos Estados Unidos imediatamente após a sua entrada em vigor às 8h00 (4h00 GMT), horário local.
O Ministério das Relações Exteriores do Azerbaijão disse em comunicado que as forças arménias bombardearam vilas nas regiões de Terter e Lachin, uma “violação grosseira” da trégua.
Por sua vez, o ministério da Defesa da Arménia usou linguagem semelhante, dizendo que as forças do Azerbaijão haviam “violado grosseiramente” o cessar-fogo com fogo de artilharia ao longo de várias partes da linha de contacto.
O Departamento de Estado dos EUA e os governos do Azerbaijão e da Armênia anunciaram o mais recente “cessar-fogo humanitário” numa declaração conjunta no domingo, 25.
“Parabéns ao primeiro-ministro da Armênia, Nikol Pashinyan, e ao presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, que concordaram em aderir a um cessar-fogo efetivo à meia-noite. Muitas vidas serão salvas,” escreveu no Twitter o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O secretário de Estado Mike Pompeo, disse num tweet, também no domingo, que os EUA facilitaram “uma negociação intensiva” e o ministro das Relações Exteriores da Arménia, Zohrab Mnatsakanyan, e o ministro das Relações Exteriores do Azerbaijão Jeyhun Bayramov “comprometeram-se a implementar e cumprir o cessar-fogo”.
O Centro de Integridade Pública (CIP), ONG moçambicana, denunciou na segunda-feira (26) num relatório alegados abusos sexuais de mulheres deslocadas em Cabo Delgado, norte do país, em troca de ajuda humanitária, considerando haver silêncio do Governo e Nações Unidas sobre o assunto.
“Em todas as casas em que entrámos, dezenas e dezenas, em muitos bairros, esta questão foi sempre confirmada: em todas, as pessoas conheciam esse tipo de casos”, disse à Lusa o investigador Borges Nhamire, um dos coautores de um relatório sobre deslocados do conflito de Cabo Delgado, hoje divulgado.
Os alegados abusos “são perpetrados pelas autoridades locais, que têm o poder de elaborar as listas dos deslocados que devem receber os socorros”, lê-se no documento, segundo o qual, “em troca da inclusão nas listas, as lideranças locais exigem favores sexuais de mulheres e meninas vulneráveis”.
A situação foi detetada sobretudo nos bairros de Pemba, capital da província, e menos frequentemente na província de Nampula e na generalidade dos campos de deslocados, mais organizados.
Segundo Borges Nhamire, as queixas que têm sido feitas pelos deslocados não têm tido consequências na punição dos infratores.
Por outro lado, o CIP refere que organizações governamentais e agências das Nações Unidas têm feito do assunto “um tabu”, em vez de o denunciarem à luz do dia para que todos ficassem cientes de uma “tolerância zero” para o abuso sexual.
Mariano Nhongo, dissidente da guerrilha da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO) e líder da autoproclamada Junta Militar, disse estar disponível para “negociar com o Governo” uma solução para acabar com os ataques armados do seu grupo.
Em declarações por telefone à agência de notícias Lusa, Mariano Nhongo afirmou que “a Junta Militar está disposta a negociar com o Governo, mas só se for uma negociação de verdade”. O líder da Junta Militar alerta que não está disposto a entrar em “negociações falsas”, pois alega que tentativas de negociação anteriores fracassaram devido à falta de honestidade em cumprir por parte do Governo, liderado pela FRELIMO.
No sábado passado, o presidente Filipe Nyusi, anunciou tréguas na perseguição aos membros da Junta por parte das Forças de Defesa e Segurança (FDS). Mas no dia seguinte, no domingo, Nhongo disse que dois membros do seu grupo foram sequestrados no distrito da Gorongosa, em Sofala, centro de Moçambique.
Nhongo revelou duas condições para desmantelar a Junta Militar, que é a principal suspeita da morte de cerca de 30 pessoas em ataques contra autocarros, aldeias e elementos das FDS no centro do país. Uma, é a divulgação prévia de uma petição enviada há um ano ao Governo, a outra, é afastar o presidente da RENAMO, Ossufo Momade como interlocutor ativo na comunicação com o partido. Nhongo afirma que quando essas condições foram aceites e postas em prática “não haverá mais a Junta Militar a disparar”.
O fundador da autoproclamada Junta Militar da RENAMO disse que ainda não recebeu uma comunicação oficial da trégua, mas manifestou-se disponível para criar um corredor de diálogo com o Governo se este tiver uma intenção genuína de pacificação do país.
A Junta Militar é um movimento de ex-guerrilheiros dissidentes do principal partido da oposição de Moçambique que contesta o líder eleito no congresso de 2019, Ossufo Momade, e as condições de desmilitarização, desarmamento e reintegração por ele negociadas com o Governo liderado por Nyusi.
O grupo surgiu em junho de 2019 e ameaçou pegar nas armas caso não fosse ouvido nas reivindicações de destituição da liderança da RENAMO e quanto a uma renegociação do acordo de paz que Momade assinou em agosto do último ano com o Presidente da República de Moçambique.
Um jovem, que respondia pelo nome de R. Arlindo, de 22 anos, morreu trucidado por um comboio de carga, na madrugada de ontem (26), no bairro de Tsalala, município da Matola, província de Maputo.
O acidente teria sido causado pela inobservância das normas de travessia na linha férrea.
A porta-voz da Polícia da República de Moçambique, Carmínia Leite, disse que os restos mortais do jovem foram removidos pelos agentes do Serviço Nacional de Investigação Criminal para a morgue do Hospital Provincial da Matola.
A fonte apelou aos cidadãos a redobrar os cuidados sempre que se aproximam a uma passagem de nível, de modo a evitar acidentes que podem terminar em fatalidade.
As universidades podem preparar melhor os seus estudantes para o mercado do emprego, por exemplo, através da criação de incubadoras profissionais, que serviriam para incutir nos graduandos uma consciência empreendedora.
A sugestão é do reitor da UniZambeze, que defende ser esta uma saída para que,ao concluírem a formação,os discentes saídos das instituições doEnsino Superior estejam aptos para contribuir para a economia nacional.
Numa entrevista inserida na página dois da presente edição, Bettencourt Capece argumenta que o índice de desemprego no país aumenta porque os estudantes não saem das universidades com consciência de serem empreendedores.
As autoridades de saúde de Hong Kong anunciaram que estão a tentar controlar a transmissão de um fungo, Candida auris, transmissível, resistente a medicamentos e que apresenta uma taxa de letalidade entre 30 a 60%.
“Estamos a tentar controlar o fungo dentro dos hospitais e dos lares de idosos, de maneira a que não seja transmitido à comunidade“, afirmou Raymond Lai, diretor do controlo de infeções da Autoridade Hospitalar de Hong Kong, esta sexta-feira à imprensa local.
Já foram detetados 136 casos em 2020 (contra 20 de 2019), maioritariamente em hospitais públicos e em lares de idosos. Lai admite que a pandemia de Covid-19 poderá ter contribuído para o aumento dramático de doentes com o fungo Candida auris, já que os equipamentos de isolamento têm estado apenas disponíveis para tratar doentes com o novo coronavírus.
Alguns hospitais não têm quartos isolados nas enfermarias gerais, o que faz com que tenha que colocar pacientes com Candida auris no canto dessas enfermarias como medida de precaução, o que pode aumentar as chances de infeção cruzada”, disse o diretor do controlo de infeções da Autoridade Hospitalar de Hong Kong.
Ainda assim, Hai diz que os pacientes com Candida auris vão continuar a “partilhar equipamentos” nos centros hospitalares, mas as autoridades de saúde “almejam ter equipamento separado para todos os pacientes e impedir a infeção cruzada entre eles”. Apesar de a situação ser “preocupante”, Lai salientou que o número de casos continua baixo.
A idade dos doentes situa-se entre os 21 e 101 e quase 80% dos casos confirmados têm mais de 60 anos. A doença é usualmente detetada na cavidade oral, no trato digestivo e na pele. Os doentes imunodeprimidos, aqueles que se submeteram a uma cirurgia ou os que estão hospitalizados há muito tempo são mais suscetíveis ao fungo.
Moçambique contabilizou, nas últimas 24 horas, mais dois óbitos por covid-19, elevando as mortes para 88, e 175 novos casos positivos, num total de 12.161, anunciou o Ministério da Saúde.
“Trata-se de pacientes de 36 e 83 anos, ambos de nacionalidade moçambicana, que evoluíram para óbito após o agravamento do seu estado clínico, durante o período de internamento em uma unidade hospitalar na cidade de Maputo”, refere o Ministério da Saúde, numa nota de atualização de dados divulgada à comunicação social.
As autoridades de saúde anunciaram também 175 novos casos, que sobem o total para 12.161, dos quais 11.857 são de transmissão local e 304 são importados.
O país regista um cumulativo de 408 pessoas internadas, havendo ainda um total de 9.254 (76%) casos dados como recuperados.
A cidade de Maputo continua a registar o maior número de casos ativos, com 2.014, seguida da província de Maputo, com 482, e as restantes nove províncias do país têm menos de 70 casos.
Desde o anúncio do primeiro caso, em 22 de março, Moçambique testou cumulativamente 181.772 casos suspeitos de covid-19.
A Ordem dos Médicos de Moçambique e a Associação Médica de Moçambique queixaram-se na segunda-feira (26), da falta de material de proteção para os profissionais de saúde face à covid-19, exigindo uma nova estratégia do Ministério da Saúde para a classe.
“Num inquérito feito a 139 médicos realizado pela Associação dos Médicos de Moçambique em virtude do surgimento da pandemia no país, constatou-se que mais da metade destes profissionais não tinha recebido material de proteção individual completo e adequado para as suas funções nos últimos sete dias. Esta situação é grave”, refere um comunicado conjunto da Ordem dos Médicos de Moçambique e da Associação Médica de Moçambique.
Para as duas entidades, o recente falecimento, por covid-19, do médico Guilherme Mujovo, um dos assessores do ministro da Saúde, Armindo Tiago, que também esteve infetado, mostra a fragilidade do sistema de saúde no que diz respeito à proteção dos profissionais da área.
“Se o nosso Sistema Nacional de Saúde não conseguiu proteger um profissional de tamanha envergadura, o que vai ser dos jovens profissionais? O que vai ser da população que vive no limiar da pobreza?”, acrescenta.
As duas entidades pedem que se tomem medidas urgentes para melhorar a situação dos médicos, lembrando a importância desta classe nos planos e estratégias para combater a pandemia.
“A sociedade moçambicana e as instituições deviam refletir sobre o serviço nacional de saúde que pretendemos construir”, referem.
Desde março, Moçambique registou um total de 12.161 casos de covid-19, 88 óbitos e 9.254 (76%) pessoas dadas como recuperadas, segundo as últimas atualizações.
Os ataques mataram “56 combatentes”, de acordo com uma nova avaliação fornecida por Rami Abdel Rahmane, director do OSDH, que inicialmente relatou 34 mortos.
O balanço de mortos ainda pode ser maior porque também há cerca de cem feridos e “alguns deles em estado crítico”, alertou.
Os ataques aéreos visavam uma posição ocupada pelo Faylaq al-Cham, uma facção de elementos sírios apoiados por Ancara, de acordo com o OSDH.
Este posto, no noroeste da província de Idlib, foi recentemente transformado num campo de treino e dezenas de combatentes, de acordo com Abdel Rahmane.
Seif al-Raad, porta-voz da Frente de Libertação Nacional – uma coligação de grupos rebeldes pró-turcos, incluindo Faylaq al-Cham – confirmou à agência de notícias AFP um ataque aéreo russo que deixou “pessoas mortas e feridos”, sem fornecer uma avaliação precisa.
Al-Raad também denunciou as “violações”, por parte da aviação russa e das forças do regime, da trégua negociada pela Turquia e pela Rússia, com “posições militares, aldeias e localidades continuamente alvejadas”.
Os ‘jihadistas’ do Hayat Tahrir al-Cham (HTS, ex-braço sírio da Al-Qaeda) controlam quase metade da província de Idlib, mas também partes do território nas regiões vizinhas de Latakia, Hama e Aleppo.
Desencadeado em 2011 pela repressão de protestos pró-democracia, o conflito sírio cresceu em complexidade ao longo dos anos, envolvendo uma infinidade de potências estrangeiras e grupos armados.
A guerra na Síria matou mais de 380.000 vidas e resultou no deslocamento de vários milhões de pessoas.
A Rússia está a ajudar militarmente o governo sírio, enquanto a Turquia apoia certos grupos insurgentes em Idlib, o último grande reduto ‘jihadista’ e rebelde.
As duas potências externas negociaram repetidamente um cessar-fogo precário para o noroeste da Síria e uma trégua frágil permanece em vigor desde Março na área, apesar dos combates esporádicos.
A Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade (AIPDC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade (AIPDC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Auxiliar Administrativo. Saiba mais.
A Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade (AIPDC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores de Campo de Pesquisa. Saiba mais.
A Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade (AIPDC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Pontos Focais das Unidade Sanitárias. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) vendedor de Van. Saiba mais.
O FIPAG – Área Operacional da Maxixe tem em aberto um concurso externo para o provimento de dois (2) vagas de Técnicos Operadores de Bombas. Saiba mais.
A Arquitecturas Sem Fronteiras (ASF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário Profissional – Arquitectura/Engenharia. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades pretende recrutar um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Logística. Saiba mais.
A Futuro Mcb, S.A, instituição financeira, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Recursos Humanos baseado em província de Nampula. Saiba mais.
O Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnica Superior de Administração de Justiça (Jurista). Saiba mais.
O Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnica Superior N1 (Contabilista). Saiba mais.
O Conselho Superior da Magistratura Judicial Administrativa pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Profissionais (Administração Pública e Ciências de Documentação). Saiba mais.
A Ajuda Popular da Noruega (APN) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, Consultor Externo para a elaboração do plano estratégico 2020-2024 em Moçambique. Saiba mais.
Brasileiro está com lesão no bíceps femoral da perna esquerda após exames realizados neste domingo. Coutinho participou dos 90 minutos no confronto contra o Real Madrid.
Após atuar os 90 minutos no clássico contra o Real Madrid, Philippe Coutinho foi diagnosticado com uma lesão no bíceps femoral da perna esquerda neste domingo e será desfalque para o Barcelona na partida contra a Juventus pela segunda rodada da fase de grupos da Liga dos Campeões, segundo informou o próprio clube.
Os culés não especificaram um prazo para o retorno do brasileiro aos gramados e que sua evolução irá ser responsável para estar à disposição do técnico Ronald Koeman. Além do duelo pelo torneio continental, o meio-campista também está fora do confronto contra o Alavés pelo Campeonato
Morreu, na manhã desta segunda-feira, 26, em Maputo, o jornalista João de Sousa, uma referência incontornável da radiodifusão moçambicana.
João de Sousa (The Voice), reformado da Rádio Moçambique, morreu de paragem cardíaca. Deixa esposa e um filho.
Nascido em 1947, em Maputo, ele iniciara a carreira, no início da década de 1960, na Produções Golo, tendo-se revelado como relator desportivo e apresentador de programas recreativos.
Após a independência de Moçambique, em 1975, João de Sousa manteve-se no desporto e explorou, entre outras áreas, política e artes.
Com Leite de Vasconcelos e outros profissionais, apresentou os sucedidos programas “Sabadar” e “Volta a Moçambique”, respetivamente na Rádio Moçambique e TVM.
Na estação pública moçambicana, onde passou grande parte dos seus mais de 50 anos de carreira, João de Sousa ocupou cargos de gestão, incluindo o de administrador de produção.
Ex-colaborador da Voz da América, João de Sousa preparava o lançamento do livro “Os meus tempos de rádio, cronicas e outros escritos”.
Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) classificou o atentado como “pior atrocidade”.
Atacantes invadiram a escola Mother Francisca International Bilingual Academy, na cidade de Kumba, ao sudoeste dos Camarões, na África, e mataram ao menos oito crianças, ferindo mais de uma dúzia com armas e facões por volta do meio-dia deste sábado (24), de acordo com as Nações Unidas.
Os atacantes teriam chegado à escola usando motocicletas e vestidos de civis. Não houve reclamação imediata de responsabilidade pelo ataque, descrito pela ONU como “a pior atrocidade” desde a retomada do ano letivo no início deste mês.
Não ficou claro se o ataque estava relacionado a uma luta contínua entre as forças do governo e grupos armados no oeste que buscam formar um estado separatista.
“Pelo menos oito crianças foram mortas em conseqüência de tiros e ataques com facões. Outros doze ficaram feridos e levados para hospitais locais ”, disse o Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) em um comunicado.
Na última sessão do Conselho de Ministros, o Governo moçambicano aprovou o Regulamento de Exploração e Prática dos Jogos de Fortuna ou Azar, através...