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Quarta-feira, Julho 22, 2026
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Situação em Cabo Delgado volta a ser debatida no Parlamento Europeu

Os eurodeputados que integram a Comissão dos Negócios Estrangeiros do Parlamento Europeu (PE) debatem nesta quinta-feira, 3, a situação na província moçambicana de Cabo Delgado, no momento em que aumentam os apelos para uma intervenção do Governo e de parceiros internacionais na região ante o elevado número de deslocados e mortes registado desde o início da insurgência em outubro de 2017.

O anúncio foi feito pelo deputado português, do PSD, Paulo Rangel, na sua página no Facebook, ao escrever “Moçambique volta ao Parlamento Europeu”.

“A crise humanitária e de segurança que o país continua a viver, agravando-se de dia para dia, voltará a ser debatida na Comissão dos Assuntos Externos já no próximo dia 3 de dezembro”, acrescentou Rangel, dizendo que “queria deixar aqui esta notícia, especialmente aos nossos amigos moçambicanos que sentem este drama de uma forma muito particular”.

O eurodeputado reiterou o que tem dito desde que, segundo ele, iniciou “esta missão de alertar a Europa e o mundo para o drama de Cabo Delgado: todos os esforços são poucos para travar o desastre e continuarei a fazer tudo o que estiver ao meu alcance para quebrar o silêncio e a apatia global”.

O debate foi agendado duas semanas depois de um pedido feito pelo Partido Popular Europeu (PPE), por iniciativa do deputado português do CDS-PP, Nuno Melo..

Por agora, desconhece-se o formato do encontro.

Moçambique enfrenta um insurgência desde outubro de 2017 que já deixou mais de dois mil mortos e cerca de 500 mil deslocados.

O grupo de insurgentes, localmente chamado de “al-shabab”, tem defendido posições islâmicas radicais e o Estado Islâmico também têm reivindicado alguns dos ataques.

Polícia usa a força contra motoristas que exigiam melhores condições em Nampula

“Nós é que carregamos o medicamento, o armamento; nós é que alimentamos o país, por isso, é triste não termos o valor e o humanismo que merecemos”, disse Francisco Nhambir, que participou na frustrada marcha em Nampula.

A Polícia de Moçambique usou a força para travar uma manifestação pacífica de camionistas de Nampula, que exigiam melhores condições laborais.

“Em Nampula estão 19 (camionistas) detidos”, disse, à imprensa, António Ferro, presidente da Associação Moçambicana dos Motoristas (AMMO), que organizou a reivindicação em várias partes do país.

Alguns camionistas foram algemados na manifestação previamente comunicada ao Comando da Polícia daquela cidade, que é a principal do norte de Moçambique.

Os camionistas exigem a melhoria de salários, reconhecimento profissional, contratos laborais e canalização das suas contribuições ao sistema de segurança social.

“Nós é que carregamos o medicamento, o armamento; nós é que alimentamos o país, por isso, é triste não termos o valor e o humanismo que merecemos”, disse Francisco Nhambir, que participou na frustrada marcha em Nampula.

Como exemplo da injustiça, Nhambir disse que em caso de acidente, o camionista é expulso da empresa sem qualquer direito.

Promessas não cumpridas

Salimo Cuinica disse que não é justo os camionistas serem multados por avarias mecânicas, que deveriam ser da responsabilidade das empresas.

A AMMO disse que organizou a manifestação após notar que as entidades patronais não cumpriram, em 15 dias, a promessa de resolver as queixas dos camionistas, tal como haviam prometido num encontro com o Governo, em novembro.

Os camionistas prometem continuar a reivindicar os seus direitos até as promessas serem cumpridas.

O presidente da Associação dos Transportadores Terrestres de Nampula, Luís Vasconcelos, disse que a greve terá implicações na economia.

Covid-19: ONU reúne uma centena de líderes para discutir resposta à pandemia

Mais de 50 chefes de Estado e 39 chefes de governo deverão participar numa sessão extraordinária da Assembleia-Geral das Nações Unidas, que decorre hoje e sexta-feira, para discutir a resposta à pandemia do novo coronavírus.

O presidente francês, Emmanuel Macron, a chanceler alemã, Angela Merkel, assim como os primeiros-ministros do Japão, Yoshihide Suga, e da Índia, Narendra Modi, entre outros, são esperados na reunião, onde muitos dos participantes intervirão através de mensagens vídeo.

A União Europeia, representada pelo presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, deverá insistir no seu apoio a uma resposta multilateral com a ONU no centro, em que as futuras vacinas sejam consideradas bens públicos e na promoção de um maior papel da Organização Mundial da Saúde (OMS) nas crises sanitárias.

Do continente americano, muito atingido pela pandemia, esperam-se os presidentes da Costa Rica, Honduras, Cuba, Peru, Chile, Bolívia, Equador, República Dominicana, Colômbia e Uruguai.

A reunião visa, segundo a ONU, unificar a resposta à pandemia, melhorando a cooperação entre todos os envolvidos, incluindo os países, organizações e também as farmacêuticas.

“A sessão extraordinária oferece um momento histórico para nos unirmos para derrotar a covid-19”, defendeu num comunicado o presidente da Assembleia-Geral, Volkan Bozkir.

A pandemia de covid-19, transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019 na China, provocou já pelo menos 1.482.240 mortos resultantes de mais de 63,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço da agência France Presse.

Em Portugal, já morreram 4.645 pessoas dos 303.846 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Adriano Nuvunga: “A descentralização está adiada em Mocambique”

A descentralização em Moçambique é um fator de desenvolvimento e coesão da unidade nacional, apesar de alguns aspetos que impedem a sua aplicação efetiva, diz o académico Adriano Nuvunga.

A descentralização em Moçambique é um fator de desenvolvimento e coesão da unidade nacional, apesar de alguns aspetos que impedem a sua aplicação efetiva, diz o académico Adriano Nuvunga.

O partido Renamo fez muita pressão para implementação da descentralização governativa do país, e Ossufo Momade, presidente do partido, diz que a instabilidade pós-eleitoral mina este processo e por via disso a unidade nacional.

“As eleições em vez de ser um momento alegre e festivo, transformaram-se num flagelo nacional. Sempre que se aproxima um processo eleitoral segue-se uma instabilidade nacional, porque o partido no poder simplesmente manipula os órgãos de gestão eleitoral, o Conselho Constitucional, a Policia da Republica de Moçambique, a administração pública para de forma descarada agirem ilicitamente a seu favor”, diz Momade.

O editor Salomão Moiana, que segue os processos políticos em Moçambique, afirma que a descentralização só será efetiva e um fator de coesão social e nacional caso se implemente na prática o previsto na Constituição da República.

Moiana diz que “a essência da Constituição é a pessoa humana (…) essa premissa para mim é muito importante, porque nos permite caminhar no mesmo diapasão”, daí que tudo o que possamos fazer ou a dizer tem de ter “em conta a importância do Homem moçambicano na construção da sua própria pátria, na construção do seu próprio país”.

Mas para a ministra da Justiça, Helena Kida, “as reformas da nossa Constituição, devem resultar das transformações da nossa sociedade democrática, das opões naturais da sociedade vivendo em paz e harmonia, sem medo sem pressão de qualquer espécie”.

Acidentes rodoviários matam 15 pessoas e deixam 18 feridos em uma semana

Em uma semana, 15 pessoas perderam a vida e outras 18 contraíram ferimentos graves e ligeiros, em consequência de 12 acidentes de viação registados em diferentes estradas do território nacional.

A Polícia da República de Moçambique (PRM) aponta para o excesso de velocidade e má travessia de peões como um dos principais factores na origem dos sinistros, que causaram igualmente danos materiais.

Como forma de combater os acidentes de viação no país, a corporação diz que estão a decorrer acções, com destaque para a fiscalização de viaturas, aplicação de multas, apreensão de veículos e detenção por condução ilegal.

Entre os dias 21 e 27 de Novembro passado, os agentes da lei e ordem aplicaram 4.819 multas, apreenderam 284 viaturas, 225 livretes e 424 cartas de condução por diversas irregularidades.

Num comunicado enviado ao “O País”, a PRM revela que 62 pessoas foram detidas no período em alusão, por alegada condução ilegal e corrupção activa.

Em coordenação com o Serviço de Investigação Criminal (SERNIC), a PRM diz que deteve 696 pessoas por violação de fronteiras, imigração clandestina e por prática de delitos comuns.

Foram recuperadas 50 armas de fogo, entre elas três AK-47 e uma caçadeira.

Camponeses moçambicanos formados em técnicas para agricultura de conservação

Pelo menos 20 mil agricultores de províncias no centro e sul de Moçambique estão a adotar técnicas de conservação nos campos agrícolas para fortalecer a produção, indica a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
“Estas ações [de formação em técnicas agrárias de conservação] visam ajudar na consciencialização dos atores envolvidos para que o país possa atingir as metas estabelecidas ao nível da União Africana, que propõe que, até 2025, pelo menos 25 milhões de hectares em África estejam sob práticas agrícolas inteligentes ao clima”, disse o oficial de programa da FAO, José Matsinhe, citado num comunicado.
O responsável falava durante uma Conferência sobre Agricultura de Conservação na Zambézia, centro do país, encontro organizado hoje em parceria com a Associação Nacional de Negócios Cooperativos.

No quadro da formação promovida pela FAO, os agricultores das províncias de Tete, Manica e Sofala, no centro do país, e Gaza, no sul, foram instruídos para adoção de técnicas para a agricultura mecanizada e rotação de culturas, garantindo a menor alteração possível da composição do solo e aumentando a sua produtividade.

Segundo a organização, o objetivo é estender a abrangência destas formações, garantindo que em outros pontos do país os pequenos agricultores também adotem estes modelos de produção.

Como forma de resistir aos altos índices de pobreza e à desnutrição crónica, a maior parte da população moçambicana, que vive em zonas rurais, recorre à agricultura de subsistência como único meio para fugir à fome.

Dados avançados pela FAO indicam que em Moçambique 66% da população no país vive nas zonas rurais e, deste grupo, 90% depende da agricultura para sobreviver.

Macome admite abandonar cargo de seleccionador nacional

O seleccionador nacional de basquetebol sénior masculino, Milagre Mila Macome, admite abandonar o cargo, caso essa seja a vontade da Federação Moçambicana da modalidade após o fracasso nas eliminatórias para o “Afrobasket” 2021.

Três jogos, igual número de derrotas. Os números e as estatísticas são reveladores do autêntico fracasso da selecção nacional de basquetebol sénior masculino na primeira janela de apuramento ao Campeonato Africano, prova na qual perdeu com Angola (87-58), Senegal (53-60)  e a sensação Quénia (79-62).

Inferior técnico e tacticamente, condicionada fisicamente e sem capacidade reacção, Moçambique caiu aos pés do Quénia com números preocupantes que podem comprometer o objectivo de se qualificar ao “Afrobasket”: 17 pontos. Na hora de acerto de contas, quem assume a responsabilidade por mais um desaire do cinco nacional?  Sem rodeios e evasivas, Macome deu o peito as balas.

“Assumo total responsabilidade daquilo que aconteceu, nós preparamos o possível, viemos para esta competição cientes de que teríamos dificuldades acrescidas, por causa do contexto que nós estamos a viver neste momento os nossos principais jogadores estão em sub-rendimento, não estão no máximo sãs suas totais capacidades e vieram participe numa competição destas condicionados, nas assumimos as responsabilidades, nós é que selecionamos os atletas e nós é que não fizemos o devido ‘scouting’, só?”, disparou “Mila”.

Sete dos doze atletas nacionais que disputaram a prova são do Ferroviário de Maputo, clube, por sinal, orientado pelo seleccionador nacional.

Trata-se de Orlando “Nando” Novela, Custódio Muchate, Milton “Mitó” Caifaz, Hugo Martins, Pio “Lingras” Matos, Inélcio “Chirinho” Chire e David “Mano” Canivete.

Algumas das escolhas levantaram questionamentos, sobretudo, em termos de qualidade e valor acrescentado no cinco nacional porquanto atletas de outros clubes se terem destacado na Liga Moçambicana de Basquetebol e Campeonato da Cidade.

“Cada treinador tem o seu critério. Quero acreditar que, qualquer um dos treinadores em Moçambique, se assumisse o cargo teria os seus critérios. Eu, Milagre Macome, tenho os meus critérios e achei que nesta competição estes é que reuniam condições para disputarem está competição. Se calhar se me perguntassem sobre a táctica usada aceitaria, mas sobre os critérios é discutível porque qualquer um de nós tem os seus critérios”, argumentou Milagre

A falta de competições ao nível interno e ritmo competitivo são elencados também como factores que contribuíram para a fraca prestação.

“As outras equipas estão melhor preparadas que nós. Infelizmente, os outros jogadores das outras selecções estão melhor preparados que nós. Eles estão melhor física, mental e tacticamente e  apresentaram-se melhor que nós”, explicou Macome.

O “coach” acresceu: “fica um TPC (Trabalho Para Casa). Não podemos vir para estas competições da forma como  viemos e como nos preparamos. Não podemos vir desta forma para  uma competição tão séria como esta. Por isso, digo mais uma vez que não é culpa de ninguém mas sim de Milagre Macome.  Assumo total responsabilidade pelo fracasso”.

Para se qualificar ao Afrobasket, Moçambique deverá vencer ao Quénia por mais de 18 pontos, e esperar que os vice-campeões do último Afrocan não vençam Angola e Senegal na segunda janela, agendada para Fevereiro de 2021.

Zainadine submetido esta quinta-feira a novo teste da COVID-19

O internacional moçambicano que evolui no Marítimo de Portugal, Zainadine Júnior, será submetido esta quinta-feira a um novo teste da COVID-19, assegurou ao “O País” de fonte da Federação Moçambicana de Futebol (FMF).

O valoroso defesa encontra-se em Maputo a cumprir quarentena obrigatória, depois de ter testado positivo para a COVID-19 no passado dia 16 de Novembro.

Por conta da doença, Zainadine Júnior falhou o embate com os Camarões no qual os Mambas saíram derrotados por 0-2, em desafio inserido na 4ª jornada do grupo “F” de qualificação ao CAN-2021.

Zainadine Júnior desfalcou ainda os “insulares” na vitória diante do Penafiel, por 3-2, em jogo a contar para a Taça de Portugal, e derrota com o Benfica (1-2) para a Liga NOS.

Além de Zainadine e Witi, o seleccionador nacional de futebol, Luís Gonçalves, já recuperado, foi infectado pela COVID-19, tendo sido impedido de se sentar no banco de suplentes na partida realizada com os “Leões Indomáveis” no Estádio Nacional do Zimpeto.

Clésio, do Zira do Azerbaijão, Reinildo, do Lille da França, Gildo, do Marítimo B, e Chico, do TS Sporting da África do Sul, e Telinho, Costa do Sol, são os outros elementos da selecção nacional de futebol testaram positivo.

Clésio, de resto, foi titular a 22 de Novembro na partida em que o ZIRA derrotou o Kesle, por 3-1, tendo marcado na própria baliza e, depois, redimiu-se ao assinalar um golo aos 90+5. Já no passado domingo, 29 de Novembro, voltou a ser primeira opção no empate sem abertura de contagem entre o Zira e Neftice.

Já Reinildo Mandava foi titular, no dia 26 de Novembro, no empate a uma bola entre o Lille e o Milan, em jogo da Liga Europa.

Três dias depois, ou seja, a 29 de Novembro, viu no banco o Lille empatar a uma bola com o Saint-Étiene, em desafio inserido na Ligue 1.

Raptado mais um empresário na capital moçambicana

Um empresário de origem indiana foi raptado na tarde de sexta-feira em Maputo, capital moçambicana, disse na quarta-feira (02), à Lusa fonte policial.

O empresário terá sido raptado por três homens armados quando voltava da casa de um familiar, disse Leonel Muchina, porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM).

O empresário comercial de 54 anos estava a caminho de casa e terá sido raptado no bairro do Zimpeto, nos subúrbios da cidade de Maputo.

PRM avançou que decorrem investigações, coordenadas com o Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic), para esclarecer o crime.

Números até agora avançados pelas autoridades moçambicanas indicam a ocorrência de 11 raptos no país (contando com este último de sexta-feira) desde o início do ano cujas vítimas são sempre empresários ou familiares.

Em outubro, um grupo de empresários na cidade da Beira, província de Sofala, centro de Moçambique, paralisou, por três dias as suas atividades em protesto contra a onda de raptos no país.

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), maior agremiação patronal do país, também já exigiu por diversas ocasiões um combate severo a este tipo de crime e até o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, já pediu mais medidas.

O Governo moçambicano prometeu, em novembro, um “combate enérgico” aos raptos, qualificando este tipo de crimes como “horrendos”, tendo avançado que está a apostar no reforço da capacidade da polícia, dotando a corporação de meios mais modernos no combate aos raptos.

Maleiane diz que Governo não irá recorrer à banca para pagar salários em 2021

O Governo diz que não irá recorrer à banca para pagar salários aos funcionários públicos em 2021, embora espere contratar mais de 17 mil pessoas para o Aparelho do Estado. O Executivo diz que poderá recorrer à banca sim, mas para assegurar despesas de investimento.

O ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, diz que “há uma diferença de 15 biliões que podia estar disponíveis para fazer investimento, mas é pouco, porque nós precisamos de 84 biliões para fazer o investimento e temos que ir ao mercado interno ou externo”.

“Em termos práticos, o Estado não vai ao sector bancário, não vai ao banco central para pedir emprestado dinheiro para pagar salários, porque isso já consegue, ou para fazer o pagamento de bens e serviços. Há-de-ir sim para o banco central para défice de tesouraria, ou seja, nos momentos em que as receitas cobradas não chega para pagar aquela despesa do mês”, explicou o Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane.

Entretanto, nos casos em que a tesouraria leva o Governo a ir ao banco central, o valor que é conseguido serve para pagar as despesas do momentos e logo que o Executivo consegue cobrar as receitas atrasadas, paga as suas contas.

Na sua proposta de Orçamento para 2021, o Governo prevê que as Despesas do Estado aumentem de 345.3 mil milhões, de 2020, para cerca de 368.5 mil milhões de Meticais.

No rol dos gastos que o Executivo propõe-se a realizar, o destaque vai para alguns: despesas com pessoal – 134 mil milhões; promoções e mudança de carreira – 1.8 mil milhões; gastos com protecção social – 9.7 mil milhões; aquisição de medicamentos – 10.5 mil milhões; forças de defesa e segurança – 31.7 mil milhões; investimento público – 43.7 mil milhões.

Chamado a apresentar detalhes da proposta do Orçamento do Estado para 2021 no Parlamento, nesta quarta-feira, o ministro da Economia e Finanças referiu que o Governo irá arrecadar 265.5 mil milhões de Meticais em receitas e explicou onde virá a parte em falta.

“O défice orçamental está estimado em 102,9 mil milhões correspondente a 9.1% do PIB a ser coberto da seguinte forma em mil milhões de meticais: 2,5 – saldos transitados de mais-valias, equivalentes a 0,2% do PIB; 34 em de donativos externos, correspondentes a 2,0% do PIB; 25,5 – crédito externo, equivalente a 2,3 do PIB e 41 – crédito interno, correspondente a 3,6% do PIB”, descreveu Adriano Maleiane.

Para 2021, o Governo espera que a economia comece a recuperar da crise causada pela pandemia da COVID-19 e alcance um crescimento de 2.1%.

Entretanto, para 2020, o Executivo espera que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça entre 0,8% e uma contracção de 1.2%, devido aos efeitos da pandemia da COVID-19.

Governo moçambicano aponta meta de 252.000 novos empregos em 2021

O Governo moçambicano anunciou na quarta-feira (02), no parlamento a meta de criar 252.000 novos empregos em 2021, durante a apresentação das propostas do Plano Económico e Social (PES) e do Orçamento do Estado de 2021.

“Para o ano de 2021, o Governo pretende continuar a envidar esforços para a criação de mais postos de trabalho, estimando cerca de 252.000 novos empregos”, disse Adriano Maleiane, ministro da Economia e Finanças de Moçambique.

No primeiro semestre, o executivo cortou a meta de emprego para este ano de uma projeção inicial de 600.000 para 181.340, atribuindo a revisão ao impacto da covid-19.

Entretanto, o Banco Mundial anunciou na terça-feira que Moçambique terá perdido este ano 120.000 empregos.

A maioria dos cerca de 30 milhões de habitantes de Moçambique vive da agricultura de subsistência e atividades informais, sendo que o país não dispõe de estatísticas de emprego.

Maleiane referiu que a estratégia do executivo em relação ao emprego para 2021 inclui a distribuição de 620 ‘kits’ de autoemprego (ferramentas para agricultura e outros ofícios) e o financiamento de 570 projetos de iniciativas juvenis para o autoemprego e criação de rendimentos.

Ainda ao nível dos indicadores sociais, o Governo pretende construir 1.100 salas de aula no ensino primário e 13 no secundário e a contratar 9.330 novos professores para todos os níveis de ensino.

O executivo compromete-se a distribuir cerca de 21,3 milhões de livros escolares e 30 mil carteiras escolares.

No setor da saúde, o Governo quer manter a meta atual de 95% de crianças menores de 12 meses completamente vacinadas.

O PES prevê o alargamento do acesso à rede elétrica nacional para 45% da população, através do alcance de 435 mil novas ligações domiciliárias.

O Governo promete ainda construir 1.366 fontes e 15 sistemas de abastecimento de água nas cidades e vilas.

No âmbito da efetividade dos direitos, deveres e liberdades fundamentais, o executivo prevê que a percentagem de cidadãos com Bilhete de Identidade aumente para cerca de 43% da população, lê-se ainda no PES.

As propostas de PES e OE que o executivo apresenta na quarta e quinta-feira na Assembleia da República (AR) preveem um crescimento do PIB de 2,1% face à previsão de 0,8% para este ano, antevê uma subida de 2,5% do valor das exportações para 3.768 milhões de dólares (3.148 milhões de euros) e uma dilatação da cobertura de importações pelas reservas internacionais líquidas para quase sete meses.

Raios matam quatro pessoas no interior centro de Moçambique

Quatro pessoas morreram atingidas por raios durante uma trovoada, na segunda-feira (30), na província de Tete, no interior centro de Moçambique, anunciou ontem o Instituto de Gestão de Calamidades (INGC).

As mortes aconteceram no distrito de Changara e entre as vítimas estão, de acordo com o INGC, uma idosa e uma criança de 03 anos.As descargas elétricas provocadas pela trovoada provocaram ainda um ferido grave e incendiaram uma residência.

O avanço da época das chuvas provocou também estragos na província de Maputo durante esta madrugada.

Trovoadas, vento e chuva forte derrubaram árvores, postes de energia e danificaram várias infraestruturas públicas nos distritos de Matola, Boane e Marracuene.

Algumas escolas e edifícios públicos perderam a cobertura e noutros locais registaram-se inundações, indicou o INGC.

Entretanto, as autoridades moçambicanas alertaram na terça-feira para a possibilidade da ocorrência de “inundações urbanas moderadas” nas cidades da Beira e de Dondo, na província de Sofala, devido ao tempo instável previsto até quinta-feira no centro do país.

“As bacias hidrográficas dos rios Búzi e Púngué poderão registar incremento do volume de escoamento” e a Direção de Gestão de Recursos Hídricos moçambicana pediu à população que tome “medidas de precaução”.

Organizações criminosas podem estar de olho nas vacinas, alerta Interpol

A agência refere que os criminosos estão a planear infiltrar-se nas redes de distribuição das vacinas. Poderão também vender falsas vacinas.

A Interpol advertiu na quarta-feira (02), que as organizações criminosas espalhadas pelo globo estão de olho nas vacinas contra a Covid-19, que vão começar a ser distribuídas em vários países brevemente, de acordo com a Reuters.

A Interpol sublinhou que emitiu um aviso para as autoridades dos 194 países que são membros da agência, alertando que as vacinas vão ser alvos das organizações criminosas, tanto fisicamente como online.

Enquanto os governos se preparam para distribuir as vacinas, as organizações criminosas estão a planear infiltrar-se ou sabotar as cadeias de distribuição. As redes criminosas também vão ter como alvos membros do público através de falsos sites e falsas curas, o que pode representar um risco significativo para a sua saúde, e para as suas vidas”, frisou o secretário-geral da Interpol, Juergen Stock.

Vários países já definiram ou vão definir em breve os seus planos de vacinação para a Covid-19. Na Europa, a vacina vai começar a ser distribuída em diversos países até ao início de janeiro.

Na quarta-feira, foi anunciado que o regulador britânico aprovou a vacina da Pfizer e da BioNTech para uso generalizado. As primeiras inoculações no Reino Unido deverão acontecer nos próximos dias.

Após ficar infetada, noiva não desiste de casamento e diz ‘sim’ à janela

“Sempre sonhei casar, mas nunca imaginei que seria desta forma”, assume Lairen. Nunca a expressão “na saúde e na doença” fez todo sentido.

Contudo, neste caso, a sua situação era mesmo grave, dado que a noiva corria o risco de não comparecer à cerimónia. Não que se tratasse de uma ‘noiva em fuga’, mas sim uma versão mais moderna da pandemia, isto é, uma noiva com Covid-19.

Depois de cancelar por três vezes o casamento, o casal estava convicto de que tinha conseguido assegurar todas as condições para que o evento acontecesse nesta data. O que não contavam era que dias antes, Lauren descobrisse que estava infetada pelo novo coronavírus.

Fartos de mudarem a data do matrimónio, decidiram voltar a reformular o evento, mas com a certeza que, acontecesse o que acontecesse, desta vez subiriam ao altar.

Assim, com o noivo à porta de casa, e a noiva à janela do segundo andar da habitação, onde estava a cumprir isolamento, Lauren e Patrick deram finalmente o nó. Ao evento, compareceram apenas dez convidados, devido às circunstâncias.

“Sempre sonhei casar, mas nunca imaginei que seria desta forma”, assume Lairen.

Esta semana, e após dez dias em isolamento, o casal esteve finalmente em contacto após o casamento. Os dois planeiam fazer uma renovação de votos, com uma cerimónia mais composta, na data do 1.º aniversário de casamento.

Regulador britânico aprovou vacina Pfizer após “análises rigorosas”

A agência de medicamentos britânica anunciou que aprovou a vacina Pfizer/BioNTech contra a Covid-19 após “análises rigorosas”, tornando-se a primeira autoridade sanitária ocidental a aprovar uma vacina contra a doença.

“Equipas separadas trabalharam em paralelo para fazer a revisão mais rigorosa desta vacina, sem descurar nenhum aspeto“, assegurou em conferência de imprensa a diretora da Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA, sigla em inglês), June Raine.

A agência que licencia os medicamentos no Reino Unido recomendou que a vacina pudesse ser usada depois de revistos os resultados dos ensaios clínicos que mostraram que a vacina era 95% eficaz em termos globais e que também oferecia uma proteção significativa para os idosos, um dos principais grupos de risco.

Mas a vacina permanece experimental enquanto os testes finais são realizados, segundo a agência de notícias AP.

“A ajuda está a caminho”, afirmou o secretário britânico da Saúde, Matt Hancock, à BBC, acrescentando que a situação começará a melhorar na primavera.

“Agora temos uma vacina. Somos o primeiro país do mundo a ter uma autorização clínica formal, mas temos de esperar e manter a nossa determinação”, sublinhou Matt Hancock.

A Pfizer afirmou que começará imediatamente a enviar fornecimentos limitados para o Reino Unido e está a preparar-se para uma distribuição ainda mais alargada se for dado um sinal semelhante pela ‘Food and Drug Administration’ dos Estados Unidos, uma decisão prevista para a próxima semana.

CEO da Pfizer, Albert Bourla, considerou a decisão do Reino Unido “um momento histórico”

Os testes finais ainda têm de ser concluídos. Ainda não foi determinado se as vacinas da Pfizer-BioNTech protegem contra pessoas que espalham o coronavírus sem apresentar sintomas. Outra questão é quanto tempo dura a proteção.

A vacina foi testada num pequeno número de crianças, nenhuma menor de 12 anos e não há informação sobre os seus efeitos em mulheres grávidas.

pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 1.468.873 mortos em mais de 63,2 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Fábrica de Bebés: Polícia nigeriana liberta 6 mulheres e 4 recém-nascidos

A polícia nigeriana libertou na passada terça-feira 10 pessoas, incluindo quatro recém-nascidos, de uma maternidade ilegal, mais conhecida como uma “fábrica de bebés”, no estado de Ogun, sudoeste da Nigéria, disse na quarta-feira (02), um porta-voz da polícia.

“Na sequência de informações recolhidas, os nossos homens intervieram nessa maternidade ilegal e salvaram 10 pessoas, quatro crianças e seis mulheres. Entre elas, quatro estavam grávidas”, revelou o porta-voz da polícia estadual, Abimbola Oyeyemi, em declarações à AFP.

As mulheres acusaram a proprietária da maternidade de pagar a homens para as engravidar, com a intenção de vender depois os recém-nascidos.

A prática criminosa em causa é bastante comum naquele país com 200 milhões de habitantes. Jovens raparigas são aliciadas com promessas de emprego, acabando presas e grávidas, e obrigadas a dar à luz crianças, que, na maioria dos casos, são vendidas a casais em busca da adoção de crianças.

A proprietária da maternidade, que tinha sido já detida no início do ano, encontra-se em fuga. “Estamos a intensificar os nossos esforços para a prender e levá-la à justiça”, explicou o porta-voz. “Ela tinha sido julgada por tráfico de seres humanos, mas foi libertada sob caução e retomou as suas atividades“, acrescentou.

Dois outros suspeitos, incluindo a filha da proprietária da maternidade ilegal, foram detidos.

ONU reconhece oficialmente propriedades medicinais da canábis

A ONU reconheceu as propriedades medicinais da canábis numa votação realizada ontem, em Viena pela Comissão de Estupefacientes, o órgão executivo sobre política de drogas das Nações Unidas.

Uma maioria simples dos 53 Estados da Comissão de Estupefacientes decidiu retirar a canábis e a sua resina da Lista IV da Convenção sobre Drogas de 1961, o que significa que a utilidade médica desta planta passa a ser oficialmente reconhecida.

O uso recreativo continuará a ser proibido pelo direito internacional, adianta a agência de notícias espanhola Efe.

Quase todos os Estados da União Europeia, à exceção da Hungria, e muitos estados da América representaram maioria simples de 27 votos para aprovar a mudança, uma das mais importantes em matéria de drogas nas últimas décadas, enquanto a maioria dos países da Ásia e de África se opôs, segundo a Efe.

Covid-19: Bruxelas sugere “bolhas domésticas” para Natal e celebrações ‘online’

A Comissão Europeia pediu aos países da União Europeia (UE) para definirem “critérios claros” relativamente ao Natal, devendo estipular um número máximo de pessoas por ajuntamento, incentivar “bolhas domésticas” para passar as festividades e estimular celebrações ‘online’.

Em causa está a estratégia “Ficar a salvo da covid-19 durante o inverno”, divulgada na quarta-feira (02), em Bruxelas, na qual a Comissão Europeia exorta os Estados-membros a definirem “critérios claros para reuniões familiares”, durante as festas de final de ano, como o Natal, estipulando assim “um número máximo de pessoas por reunião familiar”.

Ao mesmo tempo, o executivo comunitário sugere que os países pensem em implementar “bolhas domésticas”, isto é, “encorajar as pessoas a passar os dias das festividades com as mesmas pessoas e a reduzir ainda mais os contactos sociais”.

Outro conselho é que seja introduzido ou mantido “o recolher obrigatório durante a noite”.

E, segundo Bruxelas, deve ser incentivada a “organização de reuniões e eventos sociais ‘online’, tais como celebrações de fim de ano no local de trabalho”, enquanto as cerimónias religiosas devem ser preferencialmente “transmitidas ‘online’, na televisão ou na rádio”.

Além disso, a Comissão Europeia vinca que os países devem considerar “a possibilidade de não permitir quaisquer reuniões de massas e de definir critérios claros para os eventos excecionais permitidos”, tanto no interior e como exterior, e quais as medidas de controlo específicas.

No caso de “algum relaxamento temporário” e se ocorrer algum tipo de evento, “deve ser acompanhado de requisitos rigorosos para as pessoas se auto isolarem antes e depois […], de preferência pelo menos sete dias”.

Também mantido nesta época, como nas restantes, deve ser o cumprimento das “medidas de distanciamento físico, utilização de máscaras, lavagem das mãos e outras medidas de higiene”, alerta a instituição.

O mesmo se aplica à preferência pelo teletrabalho, devendo os países “incentivar os empregadores a permitir que as pessoas trabalhem a partir de casa ou do local onde pretendem passar as suas festividades de fim de ano alguns dias antes e depois”, de forma a se possam também isolar “antes de regressarem aos locais de trabalho”.

“Quando o trabalho à distância não for possível, os empregadores devem pôr em prática medidas que permitam o regresso ao trabalho em segurança”, acrescenta a Comissão Europeia.

No caso da população mais suscetível, Bruxelas pede que os Estados-membros “adotem medidas para assegurar cuidados adequados a pessoas vulneráveis, particularmente em caso de restrições e proibições” à circulação, numa alusão a “pessoas idosas que vivem sozinhas ou em cuidados residenciais”, a deficientes, doentes mentais ou sem-abrigo.

E deve ainda ser recordado “aos cidadãos que devem ser particularmente cuidadosos no que diz respeito aos contactos com membros mais velhos da família ou com aqueles que pertencem a grupos específicos em risco de covid-19, tais como pessoas com doenças crónicas”, propõe a instituição na estratégia.

No que toca às escolas, Bruxelas sugere que, “a fim de reduzir os riscos de transmissão no período que se segue à época festiva”, os países devem equacionar “o prolongamento das férias escolares ou a introdução de um período de aprendizagem ‘online’”.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.468.873 mortos resultantes de mais de 63,2 milhões de casos de infeção em todo o mundo.

Procurador-Geral dos Estados Unidos confirma inexistência de fraude na eleição presidencial

O procurador-geral dos Estados Unidos, equivalente também a ministro da Justiça, William Barr, afirmou nesta terça-feira, 1, não haver qualquer indício de fraude capaz de mudar o resultado das eleições de novembro, vencidas pelo democrata Joe Biden.

“Até agora, não vimos fraude em uma escala que poderia ter dado um resultado diferente na eleição”, disse Barr em entrevista à agência Associated Press.

Barr é um dos mais próximos aliados do Presidente Trump e depois da eleição, nuam decisão invulgar, ordenou os procuradores a que investigassem casos de fraudes.

A declaração, feita por um governantes mais altos da Administração, é uma derrota para Donald Trump na sua luta para reverter a derrota por considerar que houve fraude.

Na entrevista, Barr enfatizou que as alegações de fraude ficam restritas a circunstâncias muito específicas.

“Não são acusações sistémicas,e essas foram derrubadas”, disse o Procurador Geral.

Os advogados do Presidente refutaram a posição de Barr que, segundo eles, não investigou as denúncias de fraude.

“Vamos continuar a perseguir a verdade pelo sistema judicial e legislativo dos Estados”, afirma a nota afirmada pelos advogados Rudy Giuliani e Jenna Ellis.

Entretanto, mais Estados certificaram os resultados finais que confirmam claramente a vitória de Joe Biden na eleição de 3 de novembro, entre eles Arizona, Geórgia, Nevada, Pensilvânia e Wisconsin.

No próximo dia 14, o Colégio Eleitoral, conjunto de eleitores escolhidos nos diversos Estados de acordo com os resultados obtidos, formalizam a escolha do novo Presidente.

Três detidos pelo assassínio de quatro pessoas da mesma família em Maputo

Três homens foram detidos em Moçambique indiciados pelo assassínio de quatro pessoas da mesma família na província de Maputo, informou na terça-feira (01), à Lusa fonte do Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic).

As detenções resultam de operações efetuadas pelo Sernic, mas há ainda outras diligencias por realizar”, disse a diretora provincial do Sernic em Maputo, Benjamina Chaves.

As quatro vítimas foram assassinadas na noite do dia 21 de novembro nas instalações de uma escola onde viviam nos arredores de Maputo, segundo o Sernic.

Trata-se de pai, mãe e dois filhos, que foram assassinados por por um grupo “com o uso de instrumentos contundentes” numa escola em Tchumene, onde o pai trabalhava.

“Há outras pessoas suspeitas que ainda estamos no seu encalço”, acrescentou Benjamina Chaves, avançando que oportunamente as autoridades vão revelar mais detalhes sobre o caso.

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