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Sexta-feira, Julho 24, 2026
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Centro de Saúde 1º de Maio “deixa de lado” medidas de prevenção da COVID-19

As medidas de prevenção e combate à COVID-19 estão em xeque no Centro de Saúde 1º de Maio, na cidade de Maputo. À entrada, pacientes e trabalhadores não medem temperatura do corpo, não lavam nem desinfectam as mãos e já no interior não cumprem o distanciamento físico, de pelo menos um metro e meio.

A cidade de Maputo regista 12.355 infecções pelo novo Coronavírus, num total de 23.726 em todo o país. Aliás, ainda na metrópole há 166 óbitos, dos 205 ocorridos em todo território nacional, excepto no Niassa, sem morte pela doença.

Os dados acima mostram a tendência crescente de casos da COVID-19. Contudo, no Centro de Saúde 1º de Maio o que “O País” constatou sugere que os pacientes e trabalhadores da mesma unidade sanitária estão alheios ao perigo que o vírus representa.

Outra situação que dá nas vistas naquele hospital é o mau uso das máscaras, apesar de todos os utentes estarem munidos deste meio de prevenção.

Belchior da Conceição, um dos pacientes que na quarta-feira se dirigiu ao Centro de Saúde 1º de Maio, contou que a entrada estava desguarnecida, sem ninguém para medir a temperatura do corpo, tal como recomendam as autoridades sanitárias.

“Cheguei e não vi alguém a medir temperatura, acho que esse devia ser o primeiro passo ao chegar aqui”, reclamou.

Para além da falta de medição da temperatura do corpo, apenas um balde de água existia à entrada do hospital para dezenas de utentes, que por dia procuram serviços, lavarem as mãos. Entretanto, poucos higienizam as mãos.

Miquelina José, outra paciente, justificou que não lavou as mãos à entrada da unidade sanitária supostamente porque não viu o balde, que na sua opinião está mal localizado.

Já Fátima Macuácua contou que se encontrava no Centro de Saúde 1º de Maio desde às seis horas da manhã e até às 10 horas tinha lavado as mãos apenas uma vez. Segundo explicou que a distância entre o local onde devia ser atendida e o balde é maior e sugeriu que o hospital devia ter mais baldes de água no recinto.

O relato de Fátima foi corroborado por outros utentes e pelo “O País”, que durante a ronda pela unidade sanitária constatou que já no interior existia apenas um balde, além do que se encontrava à entrada.

Sem baldes de água, nos corredores e nas salas de espera, o cenário era pior: pessoas aglomeradas à espera da sua vez de atendimento. A demarcação no pavimento e nos bancos, para o cumprimento do distanciamento físico, era literalmente ignorada.

Belita Langa, outra utente, considerou que com as situações acima expostas é “impossível proteger-se da COVID-19”.

“O hospital está cheio, todos queremos ser atendidos mas não há espaço para aguardarmos” sem o risco de contrair o vírus.

Problemas desta natureza repetem-se no Centro de Saúde do Porto, em Maputo, bem como no Banco de Socorros do Hospital Central de Maputo.

Moçambique perde mais seis pessoas por Coronavírus e regista 543 infecções

Mais seis pacientes morreram nas províncias de Nampula, Gaza, Maputo e capital do país por causa da COVID-19, revelou o Ministério da Saúde, ontem.

Das seis mortes, três aconteceram na cidade de Maputo, uma em Nampula, outra em Gaza e outra ainda na província de Maputo.

De acordo com o Ministério da Saúde, os pacientes, de nacionalidade moçambicana, tinham 35, 62, 70, 71 e 86 anos de idade (homens), e uma mulher de 73 anos. Eles estavam internados e as mortes foram declaradas nos dias 8, 12 e 13 de Janeiro em curso.

Este é o maior número de vítimas mortais provocadas pela COVID-19, anunciadas num dia no país, desde a ocorrência do primeiro óbito a 20 de Maio de 2020. O anterior máximo em 24h00 foi comunicado sábado passado.

Nas primeiras duas semanas deste mês, 45 pessoas perderam a vida vítimas da COVID-19, número nunca antes registado, em 10 meses de prevenção e combate à pandemia em Moçambique.

Cumulativamente, o país conta com 211 óbitos devido à COVID-19, dos quais 169 na cidade de Maputo.

Dos 1.700 indivíduos submetidos a testes nas últimas 24 horas, 543 foram positivos para o novo Coronavírus. Entre eles, 529 são moçambicanos, um de nacionalidade turca e 13 são origem ainda por apurar.

Das infecções reportadas esta quinta-feira, 178 aconteceram na cidade de Maputo 161 na província de Maputo.

Em Moçambique, um total de 1.061 pacientes já hospitalizados, dos quais 150 ainda permanecem sob cuidados nos centros de internamento da COVID-19 e noutras unidades hospitalares. Grande parte (80%) está na cidade de Maputo.

Setenta indivíduos recuperaram nas províncias de Tete (29), Nampula (28) e Zambézia (13).

O cumulativo de pacientes já sem o vírus subiu para 18.352, o que representa 75.6% do total de infectados.

O país soma 5.702 casos activos da COVID-19, segundo a actualização de dados desta quinta-feira.

O Ministério da Saúde diz que desde a eclosão da doença no país, 3.802.405 pessoas foram rastreadas nos diferentes pontos de entrada. Destas, 75.693 cumpriram quarentena domiciliar, das quais 10.435 ainda estão nessa situação e 2.892 são contactos de casos positivos em seguimento.

Doente torturado no Hospital Psiquiátrico do Infulene em Maputo

Um paciente que sofre de distúrbios mentais foi espancado por um enfermeiro e servente do Hospital Psiquiátrico do Infulene, na cidade de Maputo, onde se encontrava internado. Motivo? Supostamente por recusar tomar medicamentos. Os pais da vítima exigem responsabilização dos acusados, neste momento suspensos do trabalho até ao desfecho da investigação em curso.

Olho inchado e roxo, arranhões nas orelhas e um pouco por todo o corpo são marcas resultantes dos maus-tratos a que o doente, de nome Jossias Matlombe, foi submetido por quem devia restaurar a sua saúde mental.

O facto ocorreu na noite do dia 11 de Janeiro, a primeira e única que a vítima passou naquela unidade sanitária. A sua irmã, Lénia Matlombe, foi quem descobriu, no dia seguinte durante a visita, as sevícias que o parente sofreu.

Aliás, a interlocutora do “O País” narrou que houve tentativa de impedir a visita. “Quando chamaram o meu irmão, foi um choque para mim ao vê-lo. Ele estava com a cara inchada, um dos olhos inchado e preto. Vendo aquele cenário, chorei”, contou Lénia Matlombe.

Chocada, inerte e sem perceber o que aconteceu a ponto de levar à violência física contra um ser humano, Lénia Matlombe perguntou ao irmão quem era o autor e por que motivo. O jovem respondeu que teria sido espancado por um dois funcionários do mesmo hospital onde estava internado.

Daí em diante, o que se viu foi o contrário do que a família esperava ao internar o jovem. Este “começou a ter crises associadas às dores que estava a sentir, porque foi muito agredido”.

Lénia disse ainda que telefonou para a mãe a reportar o que acabava de presenciar. Ao ouvir a notícia, a senhora não se fez de rogada, saiu de casa à velocidade supersónica e ao chegar no Hospital Psiquiátrico do Infulene pôs o assunto em pratos limpos.

A presença da mãe no hospital fez com que a chefe de enfermagem telefonasse para o colega acusado para compreender o que se passou no dia em que estava escalado para atender o doente. A resposta foi a mesma: o paciente recusou de tomar comprimidos.

O técnico de saúde não parou por aí, alegou que Jossias não só resistiu, como também tentou cravar os dentes nele. Para se defender, afastou-se do doente mas este caiu chocando com a cama, segundo as palavras da irmã da vítima.

O argumento parece muito bem elaborado, mas não convence para quem teve o primeiro contacto com a vítima e ao compartimento onde ela estava internada com outros pacientes.

Aliás, Jossias lembrou-se de alguns episódios que detalhou para a irmã. Segundo Lénia, pelo menos no cómodo onde o irmão se encontrava não existe nenhuma cama. “É um espaço aberto onde são colocados todos os doentes, entre os graves e moderados”.

“Naquele sítio, só tem colchões e por mais que ele [o irmão] tivesse caído e batido na cama, não estaria” ferido com gravidade. “Aquilo foram bofetadas, espancaram-lhe” descreveu a mulher e lembrou-se do que o irmão contou: “ele diz que dois enfermeiros bateram nele. Um deles cobriu-lhe a cabeça com um saco, deitou-lhe água e perdeu os sentidos. Quando acordou, já não tinha roupa, o que significa que depois da agressão aplicaram injecção e o deixaram estatelado”, reconstituiu Lénia.

Naquela noite, ninguém sabia do que tinha acontecido, nem os familiares do paciente e muito menos a direcção do Hospital Psiquiátrico do Infulene. Mas com a luz do dia, o caso veio à tona. A unidade sanitária pediu desculpas pela ocorrência que considera incidente de trabalho.

“Nós não aceitamos desculpas. Estas vão curar as feridas que deixaram no nosso irmão? Nós levámos a ele ao hospital para ser curado e não para ser violentado. Então, a postura desses enfermeiros deixa-nos muito tristes”, lamentou Bernadete Matlombe, também irmã do doente espancado pelos técnicos de saúde.

Depois do episódio, os familiares cuidam de Jossias em casa por receio de voltar a interná-lo no Hospital Psiquiátrico do Infulene e o episódio repetir-se.

“Nós não temos estômago para deixar alguém num hospital e ser tratado daquela maneira. Não é o que nós esperamos. Foi-nos dada uma receita e continuaremos a medicar o nosso irmão em casa”, revelou Bernadete.

Ainda que o jovem de 20 anos de idade não volte mais ao Hospital Psiquiátrico do Infulene por temer mais torturas, os pais de Jossias querem responsabilizar a unidade hospitalar ou os técnicos envolvidos.

“Eu quero abrir um processo-crime porque estou muito chocada. Se eu levar o meu filho para o hospital é para ser tratado. Ainda que ele tenha feito alguma coisa má, tem direito de ser defendido pelos trabalhadores de saúde”, avançou Leia Zacarias, mãe do doente espancado.

E disse mais: “É inconcebível que sejam eles a torturar um doente, espancar, amarrá-lo com um lençol e deitá-lo água no corpo até desmaiar. Onde estamos? Eu exijo justiça”, acrescentou a mãe, num tom de desabafo.

A direcção do Hospital Psiquiátrico do Infulene confirma a agressão ao paciente e garante que já suspendeu os dois técnicos envolvidos no caso. “A comissão de inquérito e a Inspecção dos Serviços de Saúde da cidade de Maputo já estão a trabalhar no assunto. Temos muitos recursos para averiguar e, muito rapidamente, havemos de chegar a uma conclusão e acredito que os órgãos de comunicação social vão acompanhar e saber”, explicou Serena Chachuaio, directora do Hospital Psiquiátrico do Infulene

A ser provado o envolvimento dos dois funcionários na tortura do paciente com problemas mentais, os técnicos podem ser condenados a penas que variam entre oito a 12 anos de prisão.

“Obviamente que os indivíduos são accionados porque são responsáveis criminalmente pelas ofensas corporais infligidas no doente e serão agravadas, eventualmente, por serem pessoas que têm cuidados especiais, do dever de cuidar dela e não de criar ofensas corporais no indivíduo em causa”, esclareceu o jurista Rodrigo Rocha.

Ainda de acordo com Rocha, à luz da legislação moçambicana há, igualmente, um espaço para a responsabilização do Hospital Psiquiátrico do Infulene.

“E é possível, em termos de responsabilização peculiar, ou seja, cível, atacar essa mesma unidade hospitalar. O mecanismo está previsto no código civil e existe esta previsão de que quem beneficia da actuação, o risco que existe de aquela criança lá estar passa para a entidade hospitalar”, citou o jurista.

Como a unidade hospitalar não aceita revelar o nome dos supostos agressores, Rocha disse que os pais do paciente agredido podem mover um processo-crime contra os técnicos, identificando-os como desconhecidos e o Hospital Psiquiátrico do Infulene poderá ser acusado de ser cúmplice dos maus-tratos.

A Ordem dos Enfermeiros de Moçambique ainda não tem conhecimento da ocorrência que alegadamente envolve o enfermeiro do Infulene. Por isso, não se pronunciou sobre o caso.

Vagas de emprego do dia 14 de Janeiro de 2021

Foram publicadas hoje, dia 14 de Janeiro no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Lista de oportunidades de emprego para hoje

1. Vaga para Caixa

O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Caixa. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.

2. Vaga para Motoristas

O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente dois (2) Motoristas. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.

3. Vaga para Gestor De Projecto

O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civíl (CESC) está a recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Gestor/a de Projecto para Maputo. Saiba mais.

4. Vaga para Assistente Administrativo e Financeiro

Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar  um (1) Assistente Administrativo e Financeiro para Sofala. Saiba mais.

5. Vaga para Enfermeiras De Saúde Materno Infantil (ESMI)

Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI) baseadas na provincia de Sofala. Saiba mais.

6. Vaga para Motorista

A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar um (1) Motorista para Sofala. Saiba mais.

7. Vaga para Chefe De Manutenção

A African Parks Network pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Manutenção para Inhambane. Saiba mais.

8. Vaga para Mecânico De Barcos

A African Parks Network pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Mecânico de Barcos para Vilanculos. Saiba mais.

9. Vaga para Operadores De CCTV

A G4S pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dez (10) Operadores de CCTV (M/F) para Maputo. Saiba mais.

 

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Recepcionista

O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente uma (1) Recepcionista. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.

2. Vaga para Técnico De Contabilidade

O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Técnico de Contabilidade. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.

3. Vaga para Assistente De Contabilidade

EKITALCI Consultoria e Investimentos pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Contabilidade baseado em Maputo. Saiba mais.

4. Vaga para Assessor De Laboratório

O Centro de Colaboração em Saúde (CCS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor de Laboratório na Cidade de Maputo. Saiba mais.

5. Vaga para Assessor Para a Promoção do Emprego Juvenil nas Zonas Rurais – Nampula

A  Cooperação Alemã para o Desenvolvimento- (GIZ)  pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) (1) Assessor/a Para a Promoção do Emprego Juvenil nas Zonas Rurais para Nampula. Saiba mais.

6. Vaga para Assessor Para a Promoção do Emprego Juvenil nas Zonas Rurais – Beira

A  Cooperação Alemã para o Desenvolvimento- (GIZ)  pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) (1) Assessor/a Para a Promoção do Emprego Juvenil nas Zonas Rurais para Beira. Saiba mais.

7. Vaga para Assistente De Recursos Humanos

A organização humanitária Médicos Sem Fronteiras pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Recursos Humanos para Maputo. Saiba mais.

8. Vaga para Enfermeiras Supervisoras

A N´weti, uma Organização Nacional não Governamental moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Enfermeiras Supervisoras na Província da Gaza. Saiba mais.

9. Vaga para Ponto Focal SMI/PTV Da Unidade Sanitária

A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) ,o âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Ponto Focal SMI/PTV da Unidade Sanitária para Inhambane. Saiba mais.

10. Vaga para Agentes De Crédito

A DSD Capital, Lda. pretende recrutar para o seu quadro 30 Agentes de Crédito, em regime de prestação de serviços, a fim de atender a demanda do mercado pelos serviços. Saiba mais.

11. Vaga para Agentes Comerciais 

A DSD Capital, Lda pretende recrutar para o seu quadro 20 Agentes Comerciais, em regime de prestação de serviços, a fim de atender a demanda do mercado pelos serviços, entre outras o agente de crédito. Saiba mais.

12. Vaga para Oficial De Procurement

A Pathfinder International, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Procurement. Saiba mais.

13. Vaga para Motorista

A Reencontro – Associação Moçambicana para o Apoio e desenvolvimento da Criança órfã,  pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Motorista, baseado em Maputo. Saiba mais.

14. Vaga para Director Do Projecto

A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director do Projecto. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.

15. Vaga para Director Financeiro

A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director Financeiro. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.

16. Vaga para Contabilistas 

A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente três (3) Contabilistas. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.

17. Vaga para Gestor de Projectos

A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Gestor de Projectos. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.

18. Vaga para Engenheiro Mecânico.

A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Engenheiro Mecânico. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.

19.Vaga para Director Financeiro e de Administração

A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director Financeiro e de Administração. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.

20. Vaga para Secretária Executiva

O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente (1) Secretária Executiva. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.

21. Vaga para Assistente De Direcção

A Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende recrutar uma (1) Administrativa/Assistente de Direcção. Saiba mais.

22. Vaga para Técnico Dinamizador Da Rede De Artesãos E Pequenos Negócios

A Khandlelo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Dinamizador da Rede de artesãos e pequenos negócios em Maputo. Saiba mais.

23. Vaga para Técnico De Construção

A Caritas Diocesana de Pemba pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1)Técnico de Construção. Saiba mais.

24. Vaga para Professores

A MECO Empreendimentos é uma Empresa de Consultoria em Recursos Humanos está a rectutar para uma Instituiçâo privada de Ensino, Professores. Saiba mais.

25.Vagas para Conselheiro Técnico Sénior

A Management Sciences for Health (MSH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Conselheiro Técnico Sénior. Saiba mais.

26. Vagas para Técnico De Construção

A Caritas Diocesana de Pemba pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1)Técnico de Construção. Saiba mais.

27. Vagas para Técnico Associativismo

A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a Associativismo/Advocacia. Saiba mais.

28. Vagas para Técnico Agro-Pecuário

A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico Agro-pecuário. Saiba mais.

29. Vagas para Técnico Agro-Negócio

A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a Agro-negócio. Saiba mais.

30. Vagas para Técnico De Género

A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a de Género. Saiba mais.

31. Vaga para Secretaria Executiva

A Matchedje Manutenção pretende uma (1) Secretaria Executiva. Saiba mais.

32. Vaga para Oficial de Ligação

A Women’s Voice and Leadership – ALIADAS pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Ligação. Saiba mais.

33. Vaga para Oficial de Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Officer)

Os Médicos Sem Fronteiras, Procura com disponibilidade imediata um (1) Oficial de Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Officer). Saiba mais.

34. Vaga para Especialista Técnico de Malária

A World Vision-Moçambique (WV-Moç) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal em Maputo um (1) Especialista Técnico de Malária. Saiba mais.

35. Vagas para Entrevistadores (Call-Center)

A empresa Intercampus– Estudos de Mercado, Lda.  pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Entrevistadores. Saiba mais.

36. Vaga para Supervisor de Obras

A World Vision-Moçambique (WV-Moç) torna público que pretende recrutar um (1) Supervisor de Obras. Saiba mais.

37. Vaga para Oficial de Finanças

A Girl Child Rights (GCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Finanças. Saiba mais.

38. Vaga para Gestor de Água, saneamento e Higiene (WASH)

A World Vision-Moçambique (WV-Moç) torna público que pretende recrutar Um (1) Gestor de Água, saneamento e Higiene(WASH). Saiba mais.

39. Vaga para Project Manager/Business Developer

A EDUdigital pretende recrutar para o quadro de pessoal um (1) Project Manager/Business Developer. Saiba mais.

40. Vaga para Técnico de Seguros Sénior

A Dignidade – Correctora de Seguros, SA., pretende recrutar para o eu quadro de pessoal um (1) Técnico de Seguros Sénior. Saiba mais.

41. Vaga para Especialista de Procurement

Uma Empresa do Grupo A, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Procurement. Saiba mais.

42. Vaga para Recepcionista

Uma Empresa do Grupo A, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Recepcionista. Saiba mais.

43. Vaga para Assistente Comercial

Uma Empresa do Grupo A, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Comercial. Saiba mais.

44. Vaga para Especialista de Vendas

Uma Empresa do Grupo A, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista em Vendas. Saiba mais.

45. Vaga para Assistente de Procurement

Uma Empresa do Grupo A, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Procurement. Saiba mais.

46. Vaga para Contabilista

Uma Empresa do Grupo A, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.

47. Vaga para Desenhador Gráfico

Uma Empresa do Grupo A, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Desenhador Gráfico. Saiba mais.

48. Vaga para Fiel de Armazém

Uma Empresa do Grupo A, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Fiel de Armazém. Saiba mais.

49. Vaga para Assistente de Comunicação e Imagem

Uma Empresa do Grupo A, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Comunicação e Imagem. Saiba mais.

50. Vaga para Assistente Administrativo de Vendas

A Motorcare pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo de Vendas. Saiba mais.

51. Vaga para Vendedores Executivos

A Motorcare pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Vendedores Executivos. Saiba mais.

52. Vaga para Vendedor Executivo – Pesados

A Motorcare pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Vendedor Executivo de pesados. Saiba mais.

53. Vaga para Coordenador de Cluster – Gorongosa

A Food for the Hungry Association, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Coordenador de Cluster. Saiba mais.

54. Vaga para Consultor em Agro-Botânica

O Istituto Oikos pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Consultor em Agro-Botânica. Saiba mais.

55. Vaga para Assistente Pessoal

A International Commercial & Engineering – ICE Seguros, SA pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Pessoal. Saiba mais.

56. Vaga para Balconista

A Bolt Fix, empresa no comercio a retalho de ferragens, sediada na Machava-Sede,  pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Balconista. Saiba mais.

57. Vaga para Gestor de Recursos Humanos

A RHDC Consultoria & Serviços Lda – RHDC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.

58. Vaga para Gestor Financeiro

A RHDC Consultoria & Serviços Lda – RHDC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Financeiro. Saiba mais.

59. Vaga para Gestor de TI

A RHDC Consultoria & Serviços Lda – RHDC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de TI. Saiba mais.

60. Vaga para Gestor de Marketing

A RHDC Consultoria & Serviços Lda – RHDC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Marketing. Saiba mais.

61. Vaga para Supervisor de Vendas

A RHDC Consultoria & Serviços Lda – RHDC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Vendas. Saiba mais.

62. Vaga para Assistente Financeiro

A organização Médicos Sem Fronteiras em Moçambique pretende recrutar um (1) Assistente Financeiro. Saiba mais.

63. Vaga para Suporte do Coordenador do Projecto

A organização Médicos Sem Fronteiras em Moçambique pretende recrutar um (1) Suporte do Coordenador. Saiba mais.

64. Vaga para Gestor de Frota

A Viva Táxi, uma empresa de táxi por aplicativo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Frota. Saiba mais.

65. Vaga para Electricista de Automóveis

A Viva Táxi, uma empresa de táxi por aplicativo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Electricista de Automóveis. Saiba mais.

66. Vaga para Assistente Administrativo e de Recursos Humanos

O Istituto Oikos pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Assistente Administrativo e de Recursos Humanos. Saiba mais.

67. Vaga para Motorista

A Future Proof Building (FPB) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais.

68. Vagas para Agentes de Sensibilização e Mapeamento

A Associação Special Children Inclusion Organization (ASCIO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Agentes de Sensibilização e Mapeamento. Saiba mais.

69. Vaga para Técnico Informático

A Moz Growing (MG), lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Informático. Saiba mais.

70. Vaga para Técnico de Auditoria Interna

A Kukwira pretende recrutar para o seu cliente um (1) Técnico de Auditoria Interna. Saiba mais.

71. Vaga para Técnico de Recursos Humanos

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Recursos Humanos. Saiba mais.

72. Vaga para Medidor Orçamentista

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Medidor Orçamentista. Saiba mais.

73. Vaga para Técnico de Higiene e Segurança no Trabalho

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Higiene e Segurança. Saiba mais.

74. Vaga para Supervisor de Construção Civil

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Construção Civil. Saiba mais.

75. Vaga para Assistente Administrativo

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.

76. Vaga para Empregado de Limpeza

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Empregado de Limpeza. Saiba mais.

77. Vaga para Supervisor de Higiene e Segurança no Trabalho

A ENHL BONATTI, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Higiene e Segurança no Trabalho. Saiba mais.

78. Vaga para Supervisor de Manutenção

A Rencotek está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Manutenção para Pemba, em Moçambique. Saiba mais.

79. Vaga para Encarregado De Obra

A Moz Bulders e Engineering, lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1), Encarregado de Obra. Saiba mais.

80. Vaga para Técnico De Medicina Geral

A Rencotek está a recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Geral. Saiba mais.

81. Vaga para Motoristas

A Viva Táxi, uma empresa de táxi por aplicativo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Motoristas. Saiba mais.

82. Vaga para Assessor Técnico Sénior de Pediatria

A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) ,o âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Assessor Técnico Sénior de Pediatria. Saiba mais.

83. Vaga para Gestor de Recursos Humanos

A Viva Táxi, uma empresa de táxi por aplicativo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.

84. Vaga para Oficial de Projecto

A Catholic Relief Services (CRS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.

Continua a “cheirar a podre” no grossista do Zimpeto

Os vendedores do Mercado Grossista do Zimpeto, na cidade de Maputo, queixam-se de prejuízos por conta do caos que gerou engarrafamento e impossibilidade de viajar para África do Sul, na semana passada, na fronteira de Ressano Garcia.
Sair daquele país para Moçambique também não era fácil. Resultado: tubérculos, hortícolas e frutos apodreceram durante o transporte. “Cheira a podre” no maior mercado da capital moçambicana.

Os estragos de que os vendedores se queixam juntam-se aos que registaram durante a quadra festiva. Devido ao tempo que os comerciantes permaneceram “retidos” na fronteira de Ressano Garcia com diversas mercadorias: batata, cebola, pimenta, cenoura e tomate apodreceram.

Os vendedores ainda não sabem ao certo quanto é que perderam por conta da situação, mas no Zimpeto, onde “O País” os encontrou, o que se via eram quantidades significativas de produtos estragados e vendedores de braços cruzados por não terem mais o que vender.

Maria Eduarda, vendedeira de tomate é um exemplo. Contou que levou quatro dias na fronteira de Lebombo para sair da África do Sul. O seu carro tinha mais de 500 caixas de tomate. Grande parte apodreceu, mesmo tendo comprado tomate ainda verde.

“Devíamos ter chegado” em Maputo “na quarta-feira”, mas “só conseguimos no domingo. Passamos mal. O tomate foi comprado ainda verde, mas por causa do calor [intenso] e do tempo que levámos na fronteira e da lona que protege o produto muita coisa apodreceu. Outro tomate despejei mesmo na fronteira”, contou a comerciante.

Não só os vendedores de tomate viveram momentos difíceis na fronteira de Ressano Garcia. Dito Carlos, vendedor de cenoura, narrou que, além de ter passado dias sem comer, beber e sem meios para garantir a higiene pessoal, acompanhou com o putrefacção do produto e nada podia fazer.

“O que mais doía era vermos o nosso produto apodrecer sem podermos fazer nada. Foram quatro dias e geralmente nós fazemos as compras um dia e no dia seguinte começamos a vender, mas desta vez tivemos muito prejuízo”, disse a fonte, acrescentando que das 900 caixas de cenoura que trazia, perdeu 100.

Alguns vendedores tentaram limpar a batata que entrou em contacto com a podre, mas que ainda podia ser aproveitada. Substituíram os sacos sujos por limpos.

Além da perda de mercadorias, os vendedores terão de sentir os efeitos do agravamento de medidas para travar a propagação da COVID-19 na África do Sul. Autoridades daquele país encerraram fronteiras até 15 de Fevereiro, incluindo a fronteira de Lebombo, a mais usada pelos comerciantes moçambicanos.

“Para reduzir o congestionamento e o alto risco de transmissão”, o Governo “decidiu que os 20 pontos de entrada terrestres que estão actualmente abertos ficarão fechados até 15 de Fevereiro para entrada e saída” no geral, disse o Chefe do Estado sul-africano, para quem “isso inclui os seis postos de fronteira mais movimentados, que são Beitbridge, Lebombo, Maseru Bridge, Oshoek, Ficksburg e Kopfontein”.

Cyril Ramaphosa explicou ainda que as entradas e saídas daquele país só serão permitidas para questões essenciais já determinadas, tais como emergência médica, transporte de comida e combustível.

“As pessoas ainda poderão entrar ou sair do país para: o transporte de combustível, carga e mercadorias, atenção médica de emergência para uma condição de risco de vida, o retorno de cidadãos sul-africanos, residentes permanentes ou pessoas com outros vistos válidos, diplomatas, a partida de estrangeiros e diariamente passageiros de países vizinhos que frequentam a escola na África do Sul”.

O encerramento de fronteiras pode encarecer os produtos, de acordo com alguns comerciantes. Outros explicam que para melhor organização os vendedores deverão fazer escalas de viagem.

‘Barça’ bate Real Sociedad nos penáltis e está na final da Supertaça de Espanha

O FC Barcelona, sem o lesionado Lionel Messi, qualificou-se hoje para a final da Supertaça espanhola de futebol, ao vencer a Real Sociedad por 3-2, no desempate por grandes penalidades, após 1-1 nos 90 minutos, em Córdoba.

O guarda-redes alemão Ter Stegen foi o protagonista da ‘lotaria’, ao parar os dois primeiros pontapés dos bascos, de Jon Bautista e Oyarzabal, sendo que o brasileiro Willian José falhou o terceiro consecutivo, ao atirar ao poste esquerdo.

Pelo FC Barcelona, o holandês Frankie De Jong falhou o primeiro (poste direito), o francês Ousmane Dembélé e o bósnio Miralem Pjanic marcaram os seguintes, o também gaulês Antoine Griezmann ainda deu vida à Real (atirou por cima), mas o ‘miúdo’ Riqui Puig, muito frio, selou o 3-2 final.

No tempo regulamentar, o FC Barcelona foi o primeiro a marcar, aos 39 minutos, por De Jong, que cabeceou certeiro, na pequena área, depois de um centro da esquerda de Griezmann, lançado pelo dinamarquês Martin Braithwaite.

A resposta dos bascos aconteceu no início da segunda parte, os 51 minutos, com um golo de grande penalidade de Mikel Oyarzabal, que atirou para a esquerda, enganando o alemão Ter Stegen, depois de uma mão de De Jong.

Até ao final dos 90 minutos, o FC Barcelona teve mais oportunidades para desfazer a igualdade, nomeadamente por De Jong e Dembélé, que finalizaram mal.

O prolongamento foi muito intenso, com várias oportunidades claras de ambas as equipas, de Dembélé, Griezmann, Oyarzabal e do belga Januzaj, que teve nos pés as últimas três ocasiões, incluindo um livre direto que Ter Stegen desviou para o ‘ferro’.

México com 1.235 mortes e 15.873 casos num só dia

O México contabilizou 1.235 mortes provocadas pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, além de 15.873 casos, o segundo valor mais alto desde o início da pandemia, anunciaram as autoridades mexicanas.

Desde o início da pandemia, o México acumulou 136.917 mortes e 1.571.901 casos confirmados.

O México continua a ser o quarto país do mundo com mais mortes por covid-19, depois de Estados Unidos, Brasil e Índia, e o 13.º em número de infeções, de acordo com a contagem da Universidade norte-americana Johns Hopkins.

O país, que nas últimas semanas sofreu um aumento do número de casos e de vítimas fatais de covid-19, iniciou a campanha de vacinação em 24 de dezembro, tendo já vacinado 94.395 trabalhadores do setor da saúde.

O Presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, confirmou na quarta-feira a chegada de um carregamento de 426 mil doses da vacina da Pfizer/BioNTech.

O México foi um dos primeiros países do mundo a iniciar a vacinação, apostando em imunizar a população, de 130 milhões de habitantes, até março de 2022.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.963.557 mortos resultantes de mais de 91,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Professores acusados de desviar 15 milhões de meticais na Beira

Sete funcionários do sector da Educação, entre eles professores, foram detidos na cidade da Beira, em Sofala, indiciado de desvio de cerca de 15 milhões de meticais.
O esquema envolveu 20 trabalhadores das escolas secundárias de Matadouro e Josina Machel. Os indiciados ordenaram pagamentos de salários e bónus, entre Setembro e Dezembro do ano passado através do Sistema de Administração Financeira do Estado (SISTAFE).

Entre os detidos existem funcionários que exercem duas actividades, a de professor e a de administrativo. Os que exerciam esta última função teriam, supostamente, contactado os colegas com possibilidade de acesso ao SISTAFE. Mensalmente eram canalizados valores para as contas salário de cada um deles. Quatro meses depois, os montantes recebidos variavam de 350 a um milhão de meticais, por cada beneficiário.

Um dos professores detidos, da Escola Secundária de Matadouro, confessou o crime. “Eu, para além de docente, era administrativo. Falei com os meus colegas no sentido de poderem beneficiar dos valores e eles aceitaram. Entre Setembro e Dezembro beneficiei de um milhão e oitenta mil meticais”.

A Polícia referiu que os beneficiários subtraíram uma parte dos valores que recebiam e entregavam aos administrativos como agradecimento. Nenhuma das partes se pronunciou sobre o assunto.

“Posso garantir apenas que com os 350 mil meticais que recebi em quatro meses, reabilitei a minha casa e construí um muro de vedação. Não tenho mais nada a dizer”, afirmou uma das professoras detidas, da Escola Secundária Josina Machel.

Os pagamentos indevidos tiveram início no primeiro mês em que foi descentralizado o sistema de pagamento de salários, do nível provincial para os distritos. A mega operação fraudulenta foi descoberta por Zinho Augusto, um técnico do sector quando fazia o balancete dos gastos mensais de cada escola na Beira.

“Quando abri o sistema no início deste mês, para fazer o balancete, fiquei surpreendido com o valor gasto pela Escola Secundária Josina Machel. Tinham gasto, num único mês, mais de dois milhões de meticais. Era muito dinheiro para pagamento de bónus numa escola com cerca de 30 professores”, contou o técnico.

Zinho Augusto prosseguiu explicando que o gasto colossal “despertou atenção, fizemos cruzamento com outras escolas e descobrimos que pelo menos mais uma, a Matadouro, que também estava envolvida no mesmo esquema”, tinha indícios de refastelamento com dinheiro do erário público. “Alertamos as autoridades”.

Neste momento, decorrem diligências para a localização das outras 13 pessoas envolvidas no desvio dos 15 milhões de meticais.

Banco Mundial vai investir mais de 500 milhões de meticais em estradas na Zambézia

A rede viária no distrito de Morrumbala, na Zambézia, não está completamente transitável. Nos cerca de 700 quilómetros, em pelo menos 47 a transitabilidade é impossível, devido à degradação acentuada. Noutros 550 quilómetros circula-se com algumas dificuldades.

Nos troços de Zero-Morrumbala e Morrumbala-Sede ao posto administrativo de Megaza, a transitabilidade é feita com muitas dificuldades, aos solavancos. As vias estão esburacadas. Quando chove a situação fica ainda mais complicada, comprometendo o trânsito de pessoas e bens.

O director dos Serviços Distritais de Planeamento e Infra-estruturas (SDPI) de Morrumbala, Rui Semo, referiu que, anualmente, o distrito gasta pelo menos 20 milhões de meticais para trabalhos de manutenção.

O dirigente reclamou do trabalho sem qualidade e efectuado por alguns empreiteiros que ganham obras públicas. Por isso, chamou atenção para que haja honestidade de modo a garantir que o problema seja ultrapassado.

Obras de qualidade são necessárias, uma vez que o distrito é uma potência em termos de produtos agrícolas na província da Zambézia. As vias degradadas comprometem o escoamento de produtos agrícolas de Morrumbala para diversas partes do país, com destaque para a capital do país.

Rui Semo fez saber que em Morrumbala houve intervenções de emergência depois dos estragos causados pelo ciclone Idai. Mas no terreno é notória a degradação rápida das vias.

Para contrariar o problema, o Banco Mundial vai investir pouco mais de 500 milhões de meticais, devendo intervencionar 134 quilómetros. Tratam-se dos troços Zero-Morrumbala, Morrumbala-Sede até ao posto administrativo de Megaza, região que faz fronteira com o vizinho Malawi.

Ao longo dos referidos troços, já há placas de obras, incluindo financiamentos para cada obra. Serão reabilitados estradas e construídos novos aquedutos.

Cabo Delgado provoca degradação dos direitos humanos em Moçambique – HRW

O conflito em Cabo Delgado provocou uma degradação da situação dos direitos humanos em Moçambique, onde se mantêm os abusos das forças de segurança, as perseguições a jornalistas e a violência contra pessoas albinas, segundo a Human Rights Watch (HRW).

De acordo com o relatório anual da organização sobre a situação dos direitos humanos no mundo, divulgado na terça-feira (13) a partir dos Estados Unidos, Moçambique registou, em 2020, uma degradação dos direitos humanos, sobretudo em resultado do conflito em curso na província de Cabo Delgado, no norte do país.

“A situação humanitária na província de Cabo Delgado agravou-se devido à insegurança e violência”, refere-se no documento, que analisou a situação dos direitos humanos em quase 100 países e territórios.

No relatório assinala-se que o grupo armado islamita Al-Sunna wa Jama’a continuou os seus ataques contra várias aldeias, “matando civis, raptando mulheres e crianças e queimando e destruindo propriedades”.

A HRW aponta, por outro lado, “abusos graves” das forças de segurança, incluindo “detenções arbitrárias, raptos, tortura, uso de força excessiva contra civis desarmados, intimidação, e execuções extrajudiciais”.

No documento, a organização assinala a falta de atenção dos atores regionais e internacionais ao conflito naquela província moçambicana, onde se desenvolve o maior investimento multinacional de exploração de gás, e que está a provocar uma crise humanitária com mais de duas mil mortes e 560 mil pessoas deslocadas.

“Embora a violência tivesse vindo a aumentar há mais de um ano em Cabo Delgado, a União Africana apenas notou pela primeira vez, em fevereiro, o nível sem precedentes de violência contra os civis”, refere a HRW.

Sublinhou, nomeadamente, os apoios prometidos e não especificados ou concretizados da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), bem como a preocupação da União Europeia com o “apoio crescente de organizações extremistas regionais e internacionais” aos grupos armados em Cabo Delgado.

No centro de Moçambique, a organização de defesa dos direitos humanos denuncia o que considera uma “campanha” de alegados dissidentes do maior partido da oposição, a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), que se está a desenvolver no centro do país.

“Continuam os ataques contra veículos privados e públicos que circulam em Manica e Sofala, perto de Gorongosa, no centro de Moçambique, por homens armados que se acredita fazerem parte de um grupo dissidente de guerrilheiros da Renamo que rejeitaram o Acordo de Paz”, adianta-se no relatório, citando relatos dos media locais que apontam para pelo menos 24 pessoas mortas desde agosto de 2019.

A HRW destaca ainda os ataques contra jornalistas no país, considerando que, no ano passado, “continuaram a ser perseguidos, intimidados e detidos arbitrariamente por forças de segurança do Estado”, sem que tenha havido uma “investigação séria” das autoridades a esses abusos contra a liberdade de imprensa.

O relatório regista detenções arbitrárias, desaparecimentos forçados e ataques a pelo menos seis jornalistas em 2020.

O relatório denuncia ainda que se mantém a “discriminação e a violência contra pessoas com albinismo”, uma comunidade estimada entre 20.000 e 30.000 pessoas.

“Em Moçambique e nos países vizinhos como o Maláui, pessoas com albinismo têm sido caçadas pelos seus órgãos, que são utilizados para bruxaria”, segundo a HRW, que denuncia também o facto de ser ainda prática no país manter as pessoas com doenças mentais algemadas.

Fome é a segunda preocupação dos deslocados

Os mais de 2100 deslocados internos que estão no centro de reassentamento de Corane, em Nampula, correm sérios riscos de fome. Por um lado, a falta de chuva está a prejudicar a produção agrícola, e por outro lado, o PMA pode cortar a ajuda alimentar mensal a partir de Abril. Em toda província há 60 mil necessitados.

Passam dois meses após ter iniciado o processo de reassentamento dos deslocados internos que saem das zonas de conflito, em Cabo Delgado, e buscam segurança na vizinha província de Nampula.

A mudança é notória: muitos estão a construir as casas transitórias, para saírem das tendas que deverão beneficiar outros necessitados. A reinserção social está a acontecer, mas não faltam queixas, principalmente ligadas à assistência alimentar.

Lucinda Afonso faz parte de um agregado de quatro pessoas. São deslocados. “Por exemplo, recebemos no mês passado e até agora não tivemos mais comida. Estamos a passar fome”, diz.

Para além de um terreno habitacional, cada agregado familiar deverá receber uma parcela para fazer machamba. Os primeiros beneficiários lançaram as sementes por duas vezes, só que o sol intenso que se faz sentir nos últimos dias em Nampula, assim como a falta de chuva, está a afectar o desenvolvimento das culturas.

Alex Khaunda, 22 anos de idade, de enxada nos ombros conta que por estas alturas já devia estar a tirar massaroca da machamba. Todavia, as culturas de milho que resistem não têm mais de 30 centímetros de altura. “A produção não está indo bem. Não há chuva”.

Sadique Assamo, outro deslocado agricultor, sublinha que a fome que enfrenta com a sua família podia ser mitigada se a natureza colaborasse. “Se fosse chovesse não teria fome na minha casa porque teria algo para comer, com as crianças”.

O Programa Mundial de Alimentação (PAM) anunciou muito recentemente que não tem orçamento para comprar alimentos para de Abril em diante – uma atitude que pode ser entendida como sendo o soar de alarme para que o mundo possa se compadecer e ajudar no que é necessário, de forma antecipada para evitar uma calamidade pública. No entanto, oficialmente, o Instituto Nacional de Gestão de Redução do Risco de Desastres (INGD).

“Por exemplo, agora estamos a planificar para uma média de 60 mil deslocados. Para se ter uma ideia, isto equivale a mais ou menos 600 toneladas de cereais; 60 mil litros de óleo; 120 toneladas de leguminosas como ervilha ou feijão. Esta é a estimativa da ração alimentar mensal”, Alberto Armando, delegado do INGD em Nampula.

Escolas primárias angolanas sem condições para aulas presenciais

O Sindicato Nacional dos Professores (Sinprof) angolanos disse na terça-feira (13) que a “maior parte” das escolas do país não tem condições de biossegurança para o regresso das aulas presenciais no ensino primário, previsto para 10 de fevereiro.

Segundo o presidente do Sinprof, Guilherme Silva, o regresso das crianças da 1.ª à 5.ª classe, no dia 10 de fevereiro próximo, “vai chocar com a falta de condições de biossegurança na esmagadora maioria das escolas do país”.

“As condições de biossegurança não estão criadas a nível do país nas escolas do ensino primário”, afirmou hoje em declarações à Lusa, salientando que existe “uma ou outra onde há condições, onde os gestores municipais têm uma certa dinâmica”,

“Há ainda escolas de “pau-a-pique”, sem carteiras, para as aulas que retomam e há mesmo responsáveis de algumas escolas, do sul do país, que nos disseram que os alunos terão de estudar debaixo de árvores para assegurar o distanciamento”, frisou.

O líder sindical deu conta que escolas primárias e secundárias do município do Changongo, província do Cunene, sul de Angola, têm condições de biossegurança, “mas resulta de uma parceria entre as autoridades locais e instituições privadas”.

“Mas noutras localidades por onde passámos não existem, como no Cuanza Sul e Benguela, só para citar”, realçou.

Mais de dois milhões de alunos do ensino primário devem regressar às aulas presenciais a partir de 10 de fevereiro.

A ministra da Educação angolana, Luísa Grilo, considerou, na segunda-feira, que o reinício das atividades letivas presenciais no ensino primário, previsto para 10 de fevereiro, é um “sinal de confiança” na escola, fazendo um balanço positivo do primeiro trimestre de aulas presenciais.

Segundo o novo decreto presidencial, que atualiza as medidas de prevenção face à pandemia de covid-19 durante a situação de calamidade pública, em vigor até 09 de fevereiro, os alunos do ensino primário (1.ª, 2.ª, 3.ª, 4.ª e 5.ª classes), cujas aulas estão suspensas desde março de 2020 em resultado da covid-19, regressam em 10 de fevereiro às atividades letivas presenciais.

As aulas da 6.ª à 13.ª classe, que recomeçaram em 05 de outubro, bem como as do ensino superior, mantêm-se, mas ainda não há data para o reinício das atividades do pré-escolar.

Para o presidente do Sinprof, “é prematuro” fazer-se o balanço do primeiro trimestre das aulas do 1.º ciclo do ensino secundário (6.ª à 13.ª classes) porque “ainda decorrem a avaliação dos dados estatísticos”.

“Mas podemos dizer que as aulas presenciais decorreram dentro do condicionalismo da covid-19”, observou.

Luísa Grilo fez um balanço positivo do primeiro trimestre letivo presencial: “Não tivemos casos alarmantes, com exceção do Cuanza Sul onde os alunos internos tiveram de ficar confinados, mas está tudo acautelado para que os dois trimestres que faltam decorram sem sobressaltos”.

A responsável adiantou ainda que o Presidente da República, João Lourenço, disponibilizou uma verba extra para que os governos provinciais assegurem as condições de biossegurança necessárias em todas as escolas.

Índia com 198 mortos e 16.946 casos nas últimas 24 horas

A Índia registou 198 mortos por covid-19 e 16.946 infetados nas últimas 24 horas, informou hoje o Ministério da Saúde indiano.

Desde o início da pandemia, a Índia contabilizou mais de 10,5 milhões de casos do novo coronavírus (10.512.093), mantendo-se como o segundo país com mais infeções, atrás dos Estados Unidos, que no último balanço contavam com mais de 23 milhões.

Com um total de 151.727 mortes, a Índia é o terceiro país do mundo com mais óbitos, a seguir aos Estados Unidos e ao Brasil, de acordo com a contagem da Universidade norte-americana Johns Hopkins.

O país tem atualmente 213.603 casos ativos da doença.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.963.557 mortos resultantes de mais de 91,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 8.236 pessoas dos 507.108 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Número de casos de Covid-19 dispara em Inhambane

O desrespeito às medidas de prevenção à Covid-19 fez disparar o número de casos na província de Inhambane, no sul de Moçambique. Autoridades dizem-se preocupadas e reforçam a sensibilização comunitária.

Aglomeração de pessoas nas praias, não uso das máscaras e défice na lavagem das mãos são apontadas como as principais causas do aumento massivo dos casos de Covid-19 em Inhambane, Moçambique.

Nos primeiros dias de 2021, o setor da saúde da província testou cerca de mil cidadãos, sendo que metade das amostras teve resultado positivo.

Sónia Maesso, do Conselho da Secretaria e Representação do Estado em Inhambane, considera o cenário de desobediência das medidas de prevenção preocupante e apela por mais sensibilização e cuidados redobrados.

“Cerca de duzentos e vinte casos só na primeira semana deste mês é um cenário que realmente preocupa neste momento. O que verificamos é que as pessoas não estão a usar a máscara e são atitudes que não coadunam”, lamenta.

Turismo doméstico leva a agravamento

Tofane Abibo, residente em Inhambane, diz que o aumento dos casos de coronavírus na província foi motivado pelo turismo doméstico registado durante o período das festas.  Visitantes da capital, Maputo, – uma das área do país com maior número de casos – teriam estado na província.

“Em Moçambique o coronavírus está mais centrado na cidade de Maputo e muitos citadinos apareceram aqui por causa das nossas praias que são atraentes, daí ter subido para este número galopante. O governo não diz nada de praias, bares e concentrações, pelo menos seria medida”.

Cada um deve ser responsável

Filas para comprar bilhete para viagem de barco.

Jossias Moiane, sapateiro em Maxixe, disse à DW, que a maioria das pessoas acredita que a Covid-19 já não existe.

“Essa gente confia que o coronavírus já acabou, sendo que não, ainda continua. É por isso que muita gente anda sem máscara. O governo devia ver bem com estas pessoas que andam sem máscaras”.

Elvira Xirinda, porta-voz do Conselho da Secretaria e Representação do Estado em Inhambane, defende que, para se evitar o colapso, a responsabilidade é individual.

“É o trabalho de sensibilização porque cada um é responsável, a Covid-19 não acabou. Tudo aquilo que são as medidas de prevenção temos que continuar porque caso contrário vamos caminhar para um colapso”, sublinha.

Moçambique regista 22.996 casos positivos, dos quais 22.680 são de transmissão local e 316 são importados. A capital do país concentra o maior número de pessoas ainda infetadas, com 2.974, do total de 4.621 casos ativos.

Missão da OMS chega hoje à China para investigar origem do vírus

Uma equipa de dez investigadores e especialistas da Organização Mundial de Saúde (OMS) chega hoje à China para investigar a origem do novo coronavírus, o SARS-CoV-2, detetado pela primeira vez em Wuhan, em fins de 2019.

As autoridades chinesas confirmaram que a equipa de especialistas da OMS chegará à China viajando diretamente para Wuhan, procedente de Singapura.

Além da OMS, a missão integra especialistas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e da Organização Mundial de Saúde Animal, estando envolvidos cientistas dos Estados Unidos, Japão, Rússia, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Austrália, Vietname, Alemanha e Qatar.

Em fevereiro e julho de 2020, duas equipas de especialistas visitaram a China com o mesmo objetivo da atual missão, mas poucos pormenores foram divulgados sobre a origem de um vírus que já provocou quase dois milhões de mortes entre os mais de 91,5 milhões de contaminações em todo o mundo.

A visita da missão à China, em particular a Wuhan, foi confirmada segunda-feira pelas autoridades de Pequim, depois de, na semana passada, ter sido anulada à última hora por falta das autorizações necessárias.

Nos últimos meses, Pequim reagiu mal aos pedidos de uma investigação independente, tendo mesmo aplicado sanções comerciais à Austrália, que insistiu nesse sentido em várias ocasiões.

As autoridades chinesas, apesar de confirmarem a visita da missão, que está prevista durar entre cinco e seis semanas, não adiantaram quaisquer pormenores sobre o programa, devendo os especialistas cumprir uma quarentena, ainda não conformada por Pequim, logo que cheguem a território chinês.

No entanto, os sucessivos atrasos impostos pela China para aceitar uma investigação independente implica que os primeiros vestígios da infeção sejam bastante complicados para encontrar, sobretudo em Wuhan, cidade que reportou a primeira morte associada ao novo coronavírus a 11 de janeiro de 2020.

Em Wuhan, como noutras partes da China, a pandemia esteve amplamente sob controlo na primavera e o número nacional de mortos permaneceu oficialmente em 4.634 desde meados de maio.

A China tem sido criticada internacionalmente pela reação inicial à epidemia, tendo vários médicos de Wuhan que evocaram a existência do vírus sido acusados pela polícia de “propagarem rumores”, enquanto um jornalista independente que cobria então a quarentena na cidade sido condenado em dezembro a quatro anos de prisão.

Mesmo o nome da primeira vítima mortal da covid-19 continua por conhecer, sabendo-se unicamente tratar-se de um homem de 61 anos que frequentava o mercado de Wuhan, considerado como o primeiro grande foco da pandemia e que foi encerrado a 01 de janeiro de 2020 mantendo-se, de resto, vedado até hoje, com as autoridades chinesas a não permitirem a entrada a especialistas independentes.

Hong Kong: Detidos 11 suspeitos de ajudarem ativistas a tentar fugir

A polícia de Hong Kong deteve na quarta-feira (13), 11 pessoas por suspeita de ajudarem 12 ativistas pró-democracia a tentarem fugir da cidade, noticiaram os ‘media’ locais.

Apolícia deteve oito homens e três mulheres com idades compreendidas entre os 18 e os 72 anos por “darem apoio a criminosos”, de acordo com o South China Morning Post, que citou fontes não identificadas.

O conselheiro distrital e advogado Daniel Wong Kwoktung, um dos detidos, publicou na sua página na rede social Facebook que os agentes do Departamento de Segurança Nacional tinham chegado a sua casa, embora ainda não soubesse para que esquadra de polícia seria levado.

Wong, membro do Partido Democrata da cidade, é conhecido por prestar apoio jurídico a centenas de manifestantes detidos durante os protestos antigovernamentais em Hong Kong em 2019.

As 11 pessoas são suspeitas de ajudar os 12 jovens de Hong Kong detidos no mar pelas autoridades chinesas do continente enquanto tentavam navegar para Taiwan em agosto, sendo que alguns deles enfrentavam acusações relacionadas com os protestos antigovernamentais em 2019.

No final de dezembro, dez foram condenados à prisão em Shenzhen por terem atravessado ilegalmente a fronteira, com penas entre sete meses e três anos.

Entre eles, está o estudante universitário Tsz Lun Kok, que detém passaporte português, condenado a sete meses de prisão e ao pagamento de uma multa de 20 mil yuans (cerca de 2.500 euros) pelo tribunal do distrito de Yantian, em Shenzhen, zona económica especial chinesa adjacente à região semi-autónoma.

Os outros dois detidos, menores, foram entregues às autoridades de Hong Kong.

A tentativa de fuga terá sido motivada pela imposição por Pequim da lei de segurança nacional em Hong Kong.

A legislação, imposta por Pequim à região semi-autónoma de Hong Kong, pune atividades subversivas, secessão, terrorismo e conluio com forças estrangeiras com penas que podem ir até à prisão perpétua, e que levou vários ativistas pró-democracia a refugiarem-se no Reino Unido e em Taiwan.

Cuba fecha escolas de Havana e impõe recolher obrigatório na capital

As autoridades cubanas decidiram fechar as escolas da capital na quinta-feira (13), e proibir as deslocações de pessoas e veículos entre as 19:00 e as 05:00 horas, devido à subida do número de infeções com o novo coronavirus.

“A deslocação de veículos e pessoas será interdita a partir de quinta-feira, dia 14, entre as 19.00 e as 05.00″, anunciou na quarta-feira a agência noticiosa cubana ACN, citando o Conselho de Defesa da Província de Havana.

Bares e restaurantes vão ser fechados, sendo apenas autorizadas as vendas para os clientes levarem (‘take-away’) e entrega no domicílio.

“Multas severas com montantes elevados” estão previstas para os casos de desrespeito destas regras e ainda para o uso incorreto de máscara, especificou o jornal estatal Tribuna de La Habana.

Em 2020, as escolas da capital tinham fechado de meados de março até ao fim de outubro, com as outras a reabrirem desde setembro, pelo impacto mais fraco da pandemia.

Este país, com 11,2 milhões de habitantes, conseguiu controlar a expansão da pandemia no seu território, o que lhe permitiu reiniciar a atividade económica e reabrir as fronteiras aos turistas, está agora confrontado, desde há semanas, com números inéditos de infeções.

Na quarta-feira, as autoridades sanitárias anunciaram 550 casos novos nas últimas 24 horas, o que elevou os seus totais para 16.044, incluindo 158 mortes.

Durante uma reunião do Conselho de Defesa da Província da Havana, foi decidido “a interrupção na quinta-feira das aulas e do transporte interprovincial, mesmo que se mantenha o transporte de mercadorias”, indicou o Tribuna de La Habana.

“O transporte urbano vai funcionar até às 19.00 horas de quinta-feira”, adiantou o título, especificando que durante a reunião, “foi sublinhada a importância de deixar o acesso livre aos camiões e outros meios de fornecimento de legumes, frutas, carnes e outros tipos de alimentos, para os mercados e pontos de venda na cidade”.

As aulas vão ser dadas através das televisões, a partir de quarta-feira, dia 20, informou, na rede social Twitter, a ministra da Educação, Ena Elsa Velazquez.

Nas últimas semanas, o governo tinha começado a aplicar medidas para procurar travar o avanço do coronavirus, designadamente ao limitar desde 01 de janeiro os voos provenientes de EUA, México, Panamá, República Dominicana, Baamas e Haiti.

Desde 10 de janeiro, passou a exigir também um teste PCR negativo a todas as pessoas que cheguem ao país.

Detidos responsáveis de mina na China onde estão 22 mineiros retidos

As autoridades chinesas detiveram os responsáveis de uma mina de ouro no Leste da China onde um grupo de 22 mineiros está retido desde domingo (10), após uma explosão.

Segundo a agência de notícias chinesa Xinhua, os responsáveis levaram mais de 24 horas a informar as autoridades sobre o acidente, violando o tempo máximo de notificação, de uma hora.

A explosão aconteceu no domingo, numa mina situada em Qixia, na província de Shandong, causando danos graves na escada que dá acesso ao fundo da mina, bem como nos cabos de comunicação.

As autoridades não indicaram a profundidade a que se encontram os mineiros.

A mina pertence à empresa local Shandong Wucailong Investment.

Mais de 300 trabalhadores estão a tentar remover os obstáculos que impedem o acesso aos mineiros retidos.

A China é o maior produtor mundial de ouro, com 11% do total mundial extraído em 2019, segundo o Conselho Mundial do Ouro.

O país contava com mais de três mil minas de ouro em 2016, de acordo com um estudo dos serviços geológicos chineses.

Os acidentes em minas são frequentes na China, que todos os anos regista dezenas de milhares de mortos em acidentes laborais.

Em dezembro, 23 mineiros morreram numa mina de carvão em Chongqing, no sudoeste do país, após uma fuga de gás.

Em setembro de 2020, 16 mineiros morreram numa mina de carvão igualmente localizada no município de Chongqing, também após uma fuga de gás.

Moçambique: Adiada cimeira extraordinária da África Austral

Uma cimeira extraordinária da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para debater a violência armada em Cabo Delgado e que estava marcada para dia 17, foi adiada sem data, disse hoje fonte oficial à Lusa.

Segundo a mesma fonte, o adiamento deve-se ao número crescente de infeções causadas por covid-19 no país.

A decisão de realizar uma cimeira extraordinária tinha sido anunciada em 14 de dezembro, após uma reunião de consultas de alto nível da SADC realizada em Maputo, um encontro que, além do chefe de Estado moçambicano, contou com a presença dos presidentes Cyril Ramaphosa, da África do Sul, Mokgweetsi Masisi, do Botsuana, e Emmerson Mnangagwa, do Zimbabué, bem como com a vice-Presidente da Tanzânia, Samia Sulihu.

A violência armada em Cabo Delgado, onde se desenvolve o maior investimento multinacional privado de África, para a exploração de gás natural, começou há três anos e está a provocar uma crise humanitária com mais de duas mil mortes e 560 mil deslocados, sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na capital provincial, Pemba.

Algumas das incursões passaram a ser reivindicadas pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico desde 2019.

Covid-19: Moçambique diz que encerramento de fronteiras com África do Sul terá “consequências graves”

O ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, Janfar Abdulai, considerou na quarta-feira (13), “grave” para a economia do país a decisão do Governo sul-africano de encerrar parcialmente as fronteiras com os países vizinhos, devido ao agravamento da pandemia de covid-19.

A medida vai “provocar consequências muito graves na arrecadação de receitas para a economia”, declarou Janfar Abdulai, em declarações à emissora pública Rádio Moçambique.

Abdulai assinalou que o sistema ferro-portuário do sul de Moçambique depende de carga proveniente ou em trânsito para a África do Sul e o encerramento parcial das fronteiras entre os dois países vai implicar a redução de tráfego.

“Esta paralisação, de certa forma, vai afetar aquilo que é o funcionamento normal desse sistema e a consequente redução da carga que alimenta os nossos portos”, sublinhou o governante.

As autoridades sul-africanas decidiram encerrar parcialmente as fronteiras com os países vizinhos, de 12 de janeiro a 15 de fevereiro, devido ao recrudescimento da pandemia de covid-19 na África Austral.

Com a medida, apenas é permitida a entrada ou saída de mercadorias, doentes para atendimento médico urgente, o retorno dos cidadãos do país, residentes permanentes ou outros com visto válido, diplomatas e estudantes estrangeiros.

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