O bispo da Igreja Anglicana, Dom Carlos Matsinhe, foi eleito novo presidente da Comissão Nacional da Eleições (CNE), com 11 votos a favor dos 17 membros do órgão.
Apolinário João, outro candidato ao cargo obteve seis votos.
O clérigo chega ao órgão de administração de gestão dos processos eleitorais através da sociedade civil, no caso, Conselho Cristão de Moçambique.
Dom Carlos Matsinhe prometeu trabalhar, em coordenação com os demais membros, no sentido de cumprir cabalmente a missão conferida pela lei.
O bispo da Igreja Anglicana, Dom Carlos Matsinhe, substitui no cargo o Sheik Abdul Carimo, que dirige a Comissão Eleitoral desde Maio de 2013, cujo mandato termina a 22 de Maio próximo.
Iniciam dentro de dias os trabalhos de dragagem do canal de acesso ao porto de Quelimane, na província da Zambézia.
A operação culminará com a remoção de mais de trezentos mil metros cúbicos de sedimentos.
A intervenção, de grande vulto, permitirá o restabelecimento da cota estimada em seis metros, melhorando as condições de navegabilidade no complexo portuário.
O presidente do Conselho de Administração da Empresa Moçambicana de Dragagem (EMODRAGA), Domingos Bié, lembra que há mais de vinte anos que o Porto de Quelimane deixou de receber navios de grande calado devido ao progressivo assoreamento.
Pretende-se que, à semelhança do Porto da Beira, o de Quelimane responda aos novos desafios, em consonância com os padrões internacionais.
World Vision-Moçambique (WV-Moç), no âmbito de implementação dos projectos de recuperação pós Ciclone Idai, torna público que pretende recrutar um (1) Motorista para o Projecto UNICEF Education. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Caixa. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente dois (2) Motoristas. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civíl (CESC) está a recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Gestor/a de Projecto para Maputo. Saiba mais.
Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar um (1) Assistente Administrativo e Financeiro para Sofala. Saiba mais.
Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI) baseadas na provincia de Sofala. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente uma (1) Recepcionista. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente um (1) Técnico de Contabilidade. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Cooperação Alemã para o Desenvolvimento- (GIZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) (1) Assessor/a Para a Promoção do Emprego Juvenil nas Zonas Rurais para Nampula. Saiba mais.
A Cooperação Alemã para o Desenvolvimento- (GIZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um(a) (1) Assessor/a Para a Promoção do Emprego Juvenil nas Zonas Rurais para Beira. Saiba mais.
A organização humanitária Médicos Sem Fronteiras pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Recursos Humanos para Maputo. Saiba mais.
A N´weti, uma Organização Nacional não Governamental moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Enfermeiras Supervisoras na Província da Gaza. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) ,o âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Ponto Focal SMI/PTV da Unidade Sanitária para Inhambane. Saiba mais.
A DSD Capital, Lda. pretende recrutar para o seu quadro 30 Agentes de Crédito, em regime de prestação de serviços, a fim de atender a demanda do mercado pelos serviços. Saiba mais.
A DSD Capital, Lda pretende recrutar para o seu quadro 20 Agentes Comerciais, em regime de prestação de serviços, a fim de atender a demanda do mercado pelos serviços, entre outras o agente de crédito. Saiba mais.
A Reencontro – Associação Moçambicana para o Apoio e desenvolvimento da Criança órfã, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Motorista, baseado em Maputo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director do Projecto. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director Financeiro. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente três (3) Contabilistas. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Gestor de Projectos. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Engenheiro Mecânico. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A Lugela Digital pretende recrutar para o seu cliente um (1) Director Financeiro e de Administração. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
O MMO Emprego pretende recrutar para o seu cliente (1) Secretária Executiva. O nosso cliente é uma multinacional presente em 25 países com mais de 1000 funcionários em todo o mundo. Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma Empresa de Consultoria em Recursos Humanos está a rectutar para uma Instituiçâo privada de Ensino, Professores. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a Associativismo/Advocacia. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico Agro-pecuário. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a Agro-negócio. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a de Género. Saiba mais.
A Bolt Fix, empresa no comercio a retalho de ferragens, sediada na Machava-Sede, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Balconista. Saiba mais.
A Associação Special Children Inclusion Organization (ASCIO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Agentes de Sensibilização e Mapeamento. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) ,o âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Assessor Técnico Sénior de Pediatria. Saiba mais.
Com 15 golos em 26 partidas Bruno Fernandes é visto por muitos como uma das chaves do grande sucesso do Manchester United na presente época na Premier League.
E para John Arne Riise, ex-defesa do Liverpool, o internacional português é o único jogador da equipa de Solskjaer capaz de “carregar a equipa”.
“O Manchester United depende muito de Bruno Fernandes. Se ele ficar de fora por qualquer motivo esta temporada, eles vão sofrer. É por isso que não acho que o Manchester United consiga chegar ao título, pois eles dependem muito dele”, começou por dizer o ex-internacional norueguês, em declarações reproduzidas pelo Daily Mail.
“O Manchester City e o Liverpool têm muitos jogadores que podem carregar a equipa, enquanto o United tem apenas um”, complementou John Arne Riise.
As praias de nudismo são espaços mundialmente famosos, mas esta praia francesa tem dado que falar porque além de permitir a falta de roupa, permite também encontros sexuais no seu território.
Em Cap d’Agde, destino de naturistas europeus, nada é proibido. Conhecida como “Cidade Nua”, por motivos óbvios, o destino de férias ao sul da França tem ganha fama e cada vez mais adeptos.
Paradisíaca, os visitantes pessoas não só frequentam a praia nus, como também circulam assim pelas lojas e restaurantes.
Um homem suspeito de ser o autor do furto de um automóvel na noite de quinta-feira (14), em Montemor-o-Novo, com uma criança de sete anos no interior, foi detido pela PSP, informou a força policial.
Um automóvel foi roubado ao início da noite de quinta-feira em Montemor-o-Novo, no distrito de Évora, com um menino de sete anos no seu interior, que foi abandonado em Lisboa, a mais de 100 quilómetros do local do furto, disse à Lusa fonte da GNR.
A criança foi encontrada junto a um restaurante, está bem de saúde, foi entregue aos pais e um homem suspeito do roubo foi detido, revelou a PSP.
“É um indivíduo com antecedentes criminais, ligado ao consumo de estupefacientes, habitualmente residente na zona de Lisboa”, adiantou a fonte da PSP à agência Lusa.
A mesma fonte sublinha que o suspeito, que se encontra numa esquadra, aguarda o resultado das diligências em curso para perceber se foi o responsável pelo crime.
“Há uma forte possibilidade de ter sido ele, mas não quer dizer que tenha sido. Há um conjunto de diligências que têm de ser feitas e apuradas”, acrescenta a PSP.
O furto do veículo ocorreu junto a um restaurante, onde a viatura estava estacionada, enquanto “a mãe da criança se deslocou ao estabelecimento para ir buscar uma refeição”, tendo “deixado o automóvel ligado com a chave na ignição”, explicou fonte da GNR.
Segundo fonte da PSP de Lisboa, o rapaz foi deixado junto ao restaurante Lagar do Xisto, na avenida Columbano Bordalo Pinheiro, próximo do Jardim Zoológico, e foi a partir do estabelecimento que as autoridades foram alertadas para a presença do menor.
A mesma fonte refere que a PSP recuperou a viatura, junto à Quinta do Loureiro, na zona de Alcântara, aproximadamente a quatro quilómetros de distância do local onde a criança foi deixada, mas o autor, ou autores do crime, estavam em fuga.
Pelo menos três pessoas morreram e 24 ficaram feridas após um forte sismo na ilha de Celebes, em Jacarta, que fez ruir um hospital, havendo doentes presos nos escombros, anunciaram as autoridades.“O hospital está destruído. Ruiu. Há doentes e pessoal do hospital presos nos escombros e estamos a retirá-los”, disse à agência de notícias France-Presse (AFP) um responsável dos serviços de socorros na cidade de Mamuju, capital da província abalada pelo sismo.
Entre dez a 20 pessoas poderão estar retidas nos escombros, segundo a mesma fonte, que não tinha informações sobre se estariam vivas.
As autoridades confirmaram além disso três mortos e 24 feridos na cidade de 110 mil habitantes, onde vários edifícios sofreram danos graves, incluindo hotéis e a sede do governador, segundo testemunhas.
“Três pessoas morreram e 24 ficaram feridas”, indicou o porta-voz da agência nacional responsável pela gestão de catástrofes, Raditya Jati.
O sismo, com magnitude de 6,2, segundo o Instituto norte-americano de Geofísica, foi registado hoje às 02:18, com epicentro 36 quilómetros a sul de Mamuju, e profundidade de 18 quilómetros, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Derrocadas provocadas pelo terramoto cortaram o acesso a uma das principais estradas da província.
O forte sismo provocou o pânico na ilha, já abalada em setembro de 2018 por um terramoto com magnitude de 7,5, seguido de um tsunami devastador, que provocou então 4.300 mortes e desaparecidos e pelo menos 170 mil deslocados.
O estudo, liderado pelo Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas da Argentina (Conicet) e pelo Instituto Leloir, baseou-se na análise de mais de três mil pessoas infetadas no país austral com manifestações severas, leves e assintomáticas.
Como a sua diretora, Andrea Gamarnik, disse ao jornalista Aitor Pereira, da agência Efe, a maior novidade deste trabalho é a percentagem de pessoas com anticorpos na primeira semana.
“É muito interessante que 35% das pessoas tenham anticorpos na primeira semana, é muito cedo, uma quantidade importante. (…) Que 95% das pessoas infetadas tenham anticorpos é uma boa notícia, que a grande maioria das pessoas que se infetam tenham anticorpos e que a resposta é rápida”, realçou a chefe do Laboratório de Virulogia Molecular do Instituto Leloir e investigadora superior do Conicet.
Estes resultados permitem a sua aplicação a diferentes projetos já em curso, como o do uso do plasma sanguíneo de doentes recuperados, cuja eficácia foi demonstrada recentemente, ao detetar quais são os potenciais dadores com maior quantidade de anticorpos.
“Estamos a trabalhar em muita proximidade com diferentes hospitais que estão a selecionar plasma para terapia (…). O mais importante da nossa contribuição é justamente a de poder selecionar que dadores têm altos e baixos títulos de anticorpos, a maior quantidade de anticorpos, os que são melhores doadores”, sublinhou a virologista especializada em vírus ARN.
Este estudo também é usado para fazer uma vigilância ativas para as pessoas que trabalham em lares e centros de idosos, submetidos semanalmente a um estudo serológico que permite detetar positivos assintomáticos, devido ao desenvolvimento atempado de anticorpos, o que possibilita identificar focos de contágio em locais especialmente vulneráveis à doença.
Depois de várias incertezas, o campeonato nacional de futebol vai desta vez, arrancar hoje, com a edição 2021 do Moçambola. O destaque da jornada inaugural, para além do jogo de abertura entre Associação Desportiva de Vilankulo (ex-ENH) e o Ferroviário de Nacala, vai para os embates entre o Ferroviário de Maputo e a União Desportiva de Songo e entre o Ferroviário da Beira e o Costa do Sol.
Depois de um ano inteiro de incertezas, teve que se passar para o ano seguinte para ver a bola rolar, naquela que é a maior competição futebolística do país, o Moçambola. Foram muitos adiamentos, respectivamente em Outubro, em Novembro e em Dezembro, mas finalmente em Janeiro, a bola volta a rolar no país.
ABERTURA EM VILANKULO
Tal como já havia sido prometido, a cerimónia de abertura terá lugar no Alto Macassa, em Vilankulo. Só não se imaginava que seria em moldes nunca antes projectados, já que de cerimônia mesmo, não haverá quase nada, senão o pontapé de saída e o jogo entre a Associação Desportiva local e o Ferroviário de Nacala.
Ou seja, não haverá a tradicional festa, com espectáculo musical, onde vários artistas animam os presentes e os que assistem pela televisão, até porque nem público teremos nas bancadas, senão mesmo os “convidados de luxo” da Liga Moçambicana de Futebol, nomeadamente os dirigentes das duas colectividades, do município e do futebol moçambicano, nomeadamente a FMF, SED e outros.
O jogo, esse, vai envolver duas equipas que se conhecem bem, já que se cruzaram por 10 ocasiões, com o equilíbrio a ser tónico, uma vez que os “locomotivas” venceram quatro jogos e os “hidrocarbonetos” por três vezes. Registo ainda de três empates. Mas também vai opor dois treinadores jovens e que sabem estar nas suas equipas, nomeadamente Victor Mayamba, pelo lado dos donos da casa, e Antero Cambaco, pelo lado dos visitantes.
Uma partida que é inaugural e, por conta disso, especial, motivo mais que suficiente para ter um trio de arbitragem especial, composto por mulheres, nomeadamente Ema Novo a comandar e a ser auxiliada por Roda Mondlane e Olinda Augusto.
Um jogo cujas emoções serão acompanhadas em directo, na Stv Notícias, próximo sábado (16) a partir das 15H00.
Jovens moçambicanos entrevistados, em Maputo, mostram-se cépticos quanto à vacinação contra a Covid-19, mesmo considerando ser uma boa ideia.
Na quarta-feira, o presidente Filipe Nyusi disse que o país já apresentou a sua candidatura à plataforma internacional Covax para a obtenção de vacinas para 20 milhões de pessoas.
O Presidente eleito dos Estados Unidos afirmou que “não há tempo a perder, é preciso atuar e atuar agora”, ao anunciar o plano para travar o impacto da pandemia de covid-19 e apoiar a economia.
Num discurso ao país, na quinta-feira, Joe Biden apresentou o “plano de resgate e recuperação em dois passos” do país, o primeiro em número de óbitos causados pela covid-19, mais de 300 mil, e de casos, que ultrapassam já os 23,3 milhões.
O plano, que vai ser apresentado ao Congresso norte-americano, prevê aplicar uma injeção de 1,9 biliões de dólares (quase 1,6 biliões de euros) em medidas de aceleração da vacinação contra a covid-19 e de assistência financeira a indivíduos e empresas.
“Não há tempo a perder, é preciso atuar e atuar agora”, sublinhou o líder democrata que, na quarta-feira, vai tomar posse como o 46.º Presidente dos Estados Unidos.
Biden lamentou que, nesta crise, “milhões de norte-americanos, sem qualquer culpa, tenham perdido a dignidade e o respeito que traz um trabalho e um salário”, numa alusão ao aumento do desemprego causado pela covid-19.
O democrata alertou ainda para a situação de milhões de pessoas desempregadas que enfrentam a possibilidade de serem desalojadas ou terem de recorrer à ajuda de bancos alimentares.
Pelo menos 18 milhões de norte-americanos estão dependentes do subsídio de desemprego e cerca de 400 mil pequenas empresas fecharam portas, acrescentou.
O futuro governante indicou que o primeiro passo do plano é enfrentar a crise sanitária causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2 e prestar “assistência financeira direta aos norte-americanos”.
Sobre o segundo passo, Biden garantiu que será anunciado em fevereiro, durante uma sessão conjunta do Congresso, e vai incluir investimentos em diferentes áreas, como infraestruturas e energias limpas.
“Não é difícil ver que estamos no meio de uma crise económica, que ocorre uma vez em várias gerações, com uma crise de saúde que sucede uma vez em várias gerações”, afirmou Biden, admitindo “existir uma dor real que oprime a economia real”.
Por outro lado, o democrata salientou a urgência em travar a expansão da pandemia, que atingiu fortemente o país, e lamentou que o lançamento da vacina “tenha sido um fracasso até agora”.
“Na sexta-feira vou apresentar o nosso plano de vacinação para corrigir o rumo e cumprir a nossa meta de 100 milhões de vacinas no final dos nossos primeiros 100 dias”, antecipou o futuro inquilino da Casa Branca, afirmando estar disposto a mover “o céu e a terra para que mais pessoas se vacinem”.
O Presidente eleito salientou que o pacote de estímulos vai procurar atribuir uma “ajuda direta às pessoas que mais necessitem” de até dois mil dólares (cerca de 1.600 euros), a partir dos 600 dólares (cerca de 490 euros) aprovados em dezembro pelo Congresso.
Biden prometeu alargar os benefícios do seguro de desemprego e sublinhou que vai abordar “a crescente crise de fome nos Estados Unidos”.
O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, ironizou na quinta-feira (14), com a intenção do seu homólogo francês, Emmanuel Macron, produzir soja na Europa para não depender do país sul-americano e pressionar o Brasil a preservar a Amazónia.
“Pelo amor de Deus, senhor Macron, não compre soja do Brasil, porque assim você não desfloresta a Amazónia. Compre soja da França. A França produz 20% da soja que a cidade de Sorriso produz aqui, no estado de Mato Grosso”, disse Bolsonaro, em tom irónico, na sua transmissão semanal em vídeo na rede social Facebook.
“Não fale besteira [asneiras], senhor Macron, você não conhece nem o seu país e fica dando pitaco [palpites] aqui do Brasil”, acrescentou o chefe de Estado brasileiro
Bolsonaro referia-se às declarações feitas esta semana por Macron, um forte crítico das políticas ambientais do atual Governo brasileiro, e que sujeitou o acordo comercial entre o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) e a União Europeia ao compromisso do Brasil em preservar a Amazónia.
Num vídeo gravado ao lado de produtores rurais do seu país, Macron propôs a criação de uma “soja europeia” para pressionar o Brasil a honrar os seus compromissos ambientais e reduzir a desflorestação e as queimadas na Amazónia e no Pantanal.
“Quando importamos a soja produzida a partir da floresta destruída no Brasil, nós não estamos a ser coerentes. […] Precisamos da soja brasileira para viver? Vamos começar a produzir soja europeia ou equivalente”, disse Macron, na terça-feira, num vídeo partilhado na rede social Twitter.
“Continuar a depender da soja brasileira seria apoiar a desflorestação da Amazónia. Somos consistentes com as nossas ambições ecológicas, estamos a lutar para produzir soja na Europa”, escreveu ainda Macron na mesma rede social.
Para Bolsonaro, o Governo francês “não tem que falar em reflorestação ou em dar dinheiro”. “Quanta floresta a França tem?”, questionou o Presidente do Brasil.
“Não precisa de nos dar dinheiro, não. Nós vamos dar mudas de árvore para você replantar aí, reflorestar aí. Quer reflorestar o seu país? Nós estamos à disposição para colaborar nesse sentido”, acrescentou Bolsonaro, que acusou Macron de mentir e pregar contra o Brasil.
Na sua transmissão em direto no Facebook, Bolsonaro voltou a referir-se à decisão anunciada pela multinacional automóvel norte-americana Ford de encerrar as suas três fábricas no país sul-americano, como parte da reestruturação das suas operações na América Latina, após quase um século de atividade.
“A Ford, respeitosamente, mesmo com subsídios, foi incapaz e deixou-se levar pela concorrência. Então, os asiáticos, carros chineses, coreanos, vieram ao Brasil e sufocaram a Ford”, avaliou Bolsonaro.
“Lamentamos profundamente o que aconteceu, mas, num país democrático, onde a liberdade de mercado é respeitada, quem dá lucro permanece, quem não dá lucro fecha”, concluiu.
Na terça-feira, Bolsonaro lamentou a perda de 5.000 empregos no país após o anúncio da Ford de suspender a fabricação de automóveis e disse que a empresa norte-americana escondeu parte da verdade, porque o que a companhia queria era “mais subsídios”.
Com a fronteira de Ressano Garcia encerrada para entrar na África do Sul, vários moçambicanos recorrem à via clandestina de Macuácua, na vila de Namaacha, província de Maputo.
Não é novidade para ninguém, mas nem por isso tornou-se legal. Macuácua é um corredor de moçambicanos que querem atravessar para a vizinha África do Sul ilegalmente. Com as fronteiras encerradas, agora até os que têm passaportes recorrem àquela via.
Na quarta-feira (13), “O País” esteve no Terminal Rodoviário da Junta, onde um dos transportadores contou que há travessia todos os dias. “Para ver qual deles é ou não viajante, só tens de ver as pastas que trazem nas costas. Eles viajam por via dos arames de vedação que separam Moçambique da África do Sul”.
Mas antes de chegar ao arame, tudo começa no Terminal Rodoviário da Junta. O percurso é feito com os envolvidos tendo clareza sobre a função de cada um deles. Os transportadores da Junta devem levar os passageiros até perto da fronteira de Namaacha. “Eu quando levo os passageiros deixo-lhes na fronteira para serem levados pelos carros caixas abertas”.
E de lá em diante, ficam entregues aos agentes da Polícia de Fronteira, como nos contam os transportadores. Além de preparar 200 rands, para pagar aos supostos agentes, os passageiros não precisam de saber de nada.
Prova disso foi um jovem que encontrámos já aconchegado no transporte semi-colectivo e a comer um pão com pastel de feijão (badjia). Ele afirmou categoricamente não saber o que vai acontecer lá mais adiante, mas que ia “ver lá à frente”.
Diferente dele, estava o seu companheiro de viagem que, embora não tendo detalhes, sabia bem que a via que teria de usar era “a ilegalidade”. Ele diz que tudo que quer é sair do país e voltar ao seu posto de trabalho no país vizinho, porque está “cansado da fome aqui em Moçambique”.
Samuel Mandlaze, outro viajante ilegal, natural de Gaza, também está farto da fome e do desemprego que diz haver em Moçambique, por isso nele mora agora uma certeza: “Não volto, eu não volto! Aconteça o que acontecer!”.E Mandlaze não fez a escolha de ir via ilegal por falta de documentos. “Tenho passaporte e tudo, mas a fronteira está encerrada e só entram sul-africanos”.
Quem também tem todos os documentos, incluindo o teste da Covid-19, é o cidadão moçambicano com quem falámos ao celular depois de chegar a Joaneburgo. Ele conta que o esquema começa mesmo quando o semi-colectivo parte da junta. “Aos sair de Maputo, há um carro que vem por trás. Quando estiver perto de Namaacha, o carro que vem por trás, vem procurar pessoas que vão a Macuácua. Perguntamos quanto devíamos pagar, disseram que eram 100 meticais”.
Os 100 meticais são pagos pelo transporte, mas mais adiante há mais dinheiro por se pagar e isso não garante uma total segurança já em Macuácua. O facto é que o processo é tratado como se fosse legal. “Ao descer, num sítio limpo, perto da Estrada, lá estão os soldados. Ao chegar neles, eles dizem não querer nada senão que paguemos 200 rands. Depois de entregares os 200 rands, mandam-te ir. Perguntámos para onde, disseram para ir e que veríamos os nossos companheiros mais adiante. Estava muito cheio”.
Este moçambicano fez a viagem na última terça-feira, um dia depois de a África do Sul ter encerrado as fronteiras com Moçambique. Ele conta que nem tudo é um mar de rosas. A vigilância sul-africana aumentou e naquele dia, chegou um helicóptero para prender os ilegais. Valeu a intervenção dos residentes de Namaacha. “As pessoas de Namaacha, quando nos veem, avisam-nos caso esteja a Polícia por perto e pedem que entremos nas suas casas para seguirmos a viagem no fim do dia”.
“O País” sabe que quase todos os dias os sul-africanos enviam um helicóptero para fazer vigilância no local. Nessas situações, os residentes de Namaacha fazem das suas casas os centros de alojamento até que a vigilância abandone o local.
A Organização Internacional das Migrações (OIM) lançou uma campanha de angariação de fundos para apoiar a população afetada pela tempestade tropical Chalane, que atingiu Moçambique no final do ano, anunciou a organização.
A OIM tem prestado apoio após desastres naturais em Moçambique e neste novo apelo pede cerca de dois milhões de dólares (1,65 milhões de euros) para facilitar a resposta de emergência para mais de 24.000 pessoas em locais de reassentamento afetados pela tempestade.
Quase 5.000 famílias em 52 locais de reassentamento nas províncias de Manica e Sofala foram afetadas, incluindo milhares que foram anteriormente deslocados em 2019 pelo Ciclone Idai.
“Dentro desses locais de reassentamento, 4.938 tendas e abrigos foram destruídos ou danificados e cinco centros de saúde e duas escolas foram danificados”, descreve a OIM.
“A tempestade tropical Chalane afetou as populações que permanecem extremamente vulneráveis após o ciclone Idai”, referiu a chefe de missão da OIM em Moçambique, Laura Tomm-Bonde.
“A OIM está a trabalhar com o Governo de Moçambique e parceiros humanitários para avaliar os danos e responder rapidamente”, acrescentou.
Tendo em conta que este “é apenas o início da estação chuvosa e de ciclones, esperam-se mais chuvas fortes e ventos. As famílias afetadas precisam urgentemente de apoio, de serviços e assistência para melhorar a qualidade do abrigo”.
O apelo pretende ainda beneficiar mais de 61.000 pessoas vulneráveis que precisam de preparação para a estação das chuvas.
A resposta da OIM à tempestade tropical Chalane incluiu até agora primeiros socorros psicológicos, apoio a brigadas móveis de saúde e a presença contínua de equipas de proteção e ativistas para garantir o apoio a grupos vulneráveis.
A tempestade afetou no total 73.500 pessoas e provocou sete mortos, segundo o último balanço das autoridades.
Entre os meses de outubro e abril, Moçambique é ciclicamente atingido por ventos ciclónicos oriundos do Índico e por cheias com origem nas bacias hidrográficas da África Austral, além de secas que afetam quase sempre alguns pontos do sul do país.
O período chuvoso de 2018/2019 foi dos mais severos de que há memória em Moçambique: 714 pessoas morreram, incluindo 648 vítimas de dois ciclones (Idai e Kenneth) que se abateram sobre o país.
As travessias diárias no posto fronteiriço de Ressano Garcia, principal do país, reduziram-se de 3.500 para cerca de 1.900, tendência que se deve ao encerramento da fronteira de Lebombo, no lado sul-africano, anunciou ontem, o Serviço Nacional de Migração.
Comparado ao movimento registado durante a quadra festiva na fronteira de Ressano Garcia, o número representa uma redução de cerca de 1.600 pessoas por dia, disse o porta-voz do Serviço Nacional de Migração (Senami), Celestino Matsinhe, numa conferência de imprensa em Maputo.
“Em Ressano Garcia, por exemplo, neste momento verifica-se a travessia de camionistas, não há viaturas ligeiras como no primeiro dia da implementação dessa medida de encerramento parcial dos postos de travessia da contraparte sul-africana”, referiu Celestino Matsinhe.
As autoridades sul-africanas decidiram encerrar parcialmente as fronteiras com os países vizinhos, de 12 de janeiro a 15 de fevereiro, devido ao recrudescimento da pandemia de covid-19 na África Austral.
Com a medida, apenas é permitida a entrada ou saída de mercadorias, doentes para atendimento médico urgente, o retorno dos cidadãos do país, residentes permanentes ou outros com visto válido, diplomatas e estudantes estrangeiros.
Na quarta-feira, o ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, Janfar Abdulai, considerou “grave” para a economia do país a decisão do Governo sul-africano, alertando para consequências na arrecadação de receitas.
Desde o anúncio do primeiro caso de infeção em Moçambique, em 22 de março, foram registados 23.726 casos de covid-19, 77% dos quais são dados como recuperados, havendo ainda 205 óbitos.
A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.979.596 mortos resultantes de mais de 92,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Um trio feminino constituído por Ema Paulo Novo, contando com Roda Mondlane (1º assistente) e Olinda Augusto (2º Assistente), foi o nomeado pela Comissão Nacional de Árbitros de Futebol (CNAF) para dirigir o jogo de abertura do Moçambola 2021.
Segundo noticia o LanceMZ, a partida que teraa lugar na tarde de sábado no Campo do Municipal de Vilanculo, entre a ENH de Vilankulo e Ferroviário de Nacala, terá Mário Tembe como quarto árbitro.
De acordo com a fonte acima citada, Ema Paulo Novo, foi das poucas árbitras que esteve em actividade no ano passado tendo apitado jogos da Taça COSAFA em femininos, decorrida em Port Elizabeth na África do Sul.
Refira-se que esta semana os árbitros foram submetidos a testes físicos para que sejam aprovados para dirigirem jogos do Moçambola 2021, sendo que na zona sul somente 12 dos 35 árbitros (do centro e auxiliares) foram aprovados.
O julgamento de destituição do Presidente cessante dos EUA, Donald Trump, pode começar no dia da tomada de posse do Presidente eleito, Joe Biden, na próxima quarta-feira, de acordo com um cronograma do Senado.
A Câmara de Representantes aprovou na quarta-feira (13), a destituição de Trump e a líder da maioria democrata, Nancy Pelosi, deve enviar em breve o artigo de ‘impeachment’ para o Senado, para que seja dado início ao julgamento político em que o Presidente é acusado de incitamento à insurreição, após o ataque ao Capitólio por parte dos seus apoiantes, em 06 de janeiro.
Pelosi ainda não disse quando enviará a acusação de ‘impeachment’ para o Senado, mas vários democratas sugeriram que ela retivesse o documento, para dar tempo a Biden tomar posse e começar a aplicar o seu programa político, antes de os senadores se encarregarem do julgamento de Trump.
Neste cenário, os democratas beneficiariam ainda de, na nova legislatura, anularem a maioria republicana e passarem a ter o controlo do Senado, por via dos resultados eleitorais de 03 de novembro, o que facilitaria a tarefa de obter a condenação de Trump.
Biden, contudo, já sugeriu que o Senado pode dividir os seus trabalhos entre o julgamento de Trump e a confirmação dos nomes por si indicados para o Governo, assim como no acompanhamento do combate à pandemia de covid-19.
Trump é o primeiro Presidente a ser destituído pela Câmara de Representantes por duas vezes no mesmo mandato, arriscando agora a possibilidade de ficar impedido de se voltar a candidatar ao cargo, se o Senado aprovar a sua condenação.
John Miller, comissário-adjunto da Polícia de Nova Iorque, defendeu, em conferência de imprensa, que o ataque ao Capitólio a 06 de Janeiro por apoiantes do Presidente cessante, Donald Trump, revelou a falta de instrumentos legais anti-terrorismo para as forças de segurança lidarem com as ameaças de grupos “domésticos”.
“Nós, americanos, temos sido muito reticentes (…) em interferir em atividades protegidas pela Constituição, mas creio que é preciso revermos a questão relativa aos grupos que operam nos Estados Unidos (…) com o fito de derrubar o Governo pela violência”, disse Miller, responsável pelo combate ao terrorismo na metrópole norte-americana.
Segundo o oficial de polícia, “deveria haver um articulado [legislativo] que contemplasse organizações terroristas domésticas”, mas a legislação actualmente existente no país está focada no “terrorismo internacional”, por organizações como a Al-Qaida ou Estado Islâmico.
Desde a invasão do Capitólio (sede do Congresso norte-americano), no passado dia 06 de janeiro, por apoiantes do Presidente cessante, vários elementos da administração ainda em funções decidiram renunciar, como foi o caso das secretárias dos Transportes e da Educação, Elaine Chao e Betsy DeVos, respetivamente.
Hoje, o diretor interino do Serviço de Imigração e Controlo de Fronteiras (ICE, na sigla em inglês), Jonathan Fahey, apresentou a sua demissão após duas semanas no cargo.
A demissão surgiu numa altura em que os Estados Unidos da América (EUA) estão a preparar a tomada de posse do Presidente eleito Joe Biden no próximo dia 20 de janeiro.
O Presidente cessante dos Estado dos Estados Unidos da América, Donald Trump, enviou uma mensagem às tropas norte-americanas, dizendo que “reconstruir” o Exército “foi uma honra”, destacando o investimento da sua administração no Pentágono.
“Foi uma honra reconstruir o nosso Exército e apoiar os nossos corajosos homens e mulheres no uniforme”, afirmou Trump, numa declaração divulgada pela Casa Branca.
Trump, que será substituído pelo democrata Joe Biden, declarado vencedor das eleições de novembro de 2020, destacou o investimento de 2,5 mil milhões de dólares (2,06 mil milhões de euros) que permitiu “novos bonitos equipamentos”.
“Estarei sempre comprometido em travar as infinitas guerras”, assinalou o ainda chefe de Estado, que sublinhou que as tropas militares dos EUA no Afeganistão estão “no número mais baixo em 19 anos”.
Trump destacou que, da mesma forma, as tropas presentes no Iraque na Síria estão “no número mais baixo em muitos anos”.
Em 13 de dezembro, os Estados Unidos anunciaram que tinham começado a reduzir a suas tropas de 4.500 para 2.500, num processo que esperam concluir até 15 de janeiro, argumentando que as suas tropas e as da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) continuarão a conseguir prestar apoio às forças afegãs.
Washington concordou retirar as suas tropas com os talibãs em fevereiro do ano passado, em Doha, até maio do próximo ano, tendo já retirado uma grande parte dos cerca de 12.000 militares que tinha no país.
Em setembro de 2020, 17 anos após a invasão do Iraque, os EUA anunciaram que iriam reduzir o seu contingente militar no país, de 5.200 para 3.000, afirmou então o diretor do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, o tenente-general Kenneth McKenzie.
Em outubro de 2019, Trump deu luz verde à retirada das tropas na Síria, onde os norte-americanos tinham iniciado uma intervenção militar em setembro de 2014, meses após a proclamação de um califado por parte do grupo ‘jihadista‘ Estado Islâmico neste país e no Iraque.
No meio de uma atmosfera tensa que cercou a transferência do poder nos Estados Unidos da América — que atingiu o seu pico com a invasão do Capitólio por parte de apoiantes do atual Presidente, em 06 de janeiro, e que resultou na morte de cinco pessoas –, os principais generais das Forças Armadas norte-americanas reconheceram que em 20 de janeiro Joe Biden tornar-se-á no seu comandante-em-chefe, um cargo inerente ao chefe de Estado.
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