A multinacional do sector agrícola OLAM fez circular na semana passada um comunicado dando a conhecer a sua decisão de encerrar as suas unidades fabris de processamento da amêndoa da castanha de caju alegando falta de qualidade e quantidade da castanha bruta, o seu preço alto junto dos pequenos produtores bem como a conjuntura internacional marcada por preços baixos do produto processado.
O ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, diz que o Governo não recebeu qualquer comunicação oficial da empresa e que foi colhido de surpresa na imprensa.
No entanto, recorda que esse tem sido o histórico da empresa que há anos atrás ficou com unidades industriais de processamento do algodão mas depois abandonou-as do mesmo jeito que está a fazer com a castanha de caju.
Para o governante, tal como aconteceu com a indústria do algodão, a do caju também não irá colapsar só porque a Olam decidiu sair do mercado. Antes pelo contrário o dirigente aponta que dados da comercialização da castanha em curso indica um crescimento do volume de negócios no sector, tendo até ao momento sido comercializadas 130 mil toneladas de castanha bruta pelos camponeses do sector familiar, o que indica que poderá ter sido superada a fasquia de 150 mil toneladas de castanha de caju produzida na campanha agrícola em curso em todo o país.
Por isso, o ministro diz com toda a convicção de que não há neste momento qualquer risco de o sector colapsar, até porque o rendimento das famílias produtoras subiu em relação ao ano passado.
A Selecção Moçambicana de Sub-20 de futebol perdeu por 2-0 frente à Mauritânia na segunda jornada da fase de grupos do Campeonato Africano das Nações Sub-20 que decorre na Mauritânia.
O CAN Sub-20 de futebol conta com a presença de uma selecção lusófona, Moçambique, que se estreia na prova.
Estreantes na prova, os Mambinhas integram o Grupo A com Mauritânia, país anfitrião, Camarões e Uganda.
No segundo jogo da prova, Moçambique defrontou a Mauritânia. Um jogo que ficou resolvido na primeira parte. O primeiro golo foi apontado por Oumar Mbareck, enquanto o segundo tento foi marcado por Silly Sanghare.
Os Mambinhas perderam por 2-0 frente à Mauritânia. Uma derrota que ditou a eliminação da Selecção Moçambicana.
De notar que o melhor jogador do encontro foi Demba Yatera da Mauritânia.
Moçambique perdeu na primeira jornada frente ao Uganda
A Selecção Moçambicana de Sub-20 perdeu por 2-0 frente ao Uganda na primeira jornada da fase de grupos do Campeonato Africano das Nações Sub-20 que decorre na Mauritânia.
Os golos foram apontados por Kakooza Derrick, de grande penalidade, e por Steven Serwadda.
A Selecção Moçambicana ocupa o último lugar no Grupo A ainda sem ter pontuado, sendo que os camaroneses estão na liderança com seis pontos. O Uganda e a Mauritânia ocupam o segundo lugar com 3 pontos, quando falta apenas uma jornada para terminar a fase de grupos.
Os Camarões venceram por 1-0 o Uganda na segunda jornada.
Na terceira jornada, a 20 de Fevereiro, Moçambique defronta os Camarões. A Selecção Moçambicana já está fora do CAN Sub-20.
O Campeonato Africano de futebol sub-20 decorre até 6 de Março em território mauritano.
Os rios Inhanombe, em Homoine, Mutamba, em Jangamo, e Inhassune, em Panda, podem transbordar e causar inundações em pelo menos 13 distritos da província de Inhambane, por conta da chuva moderada a forte, segundo a Administração Regional de Águas do Sul (ARA-Sul) e o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM).
O INAM diz que devido à depressão tropical esta quinta-feira a chuva pode ser acima de 100 milímetros em 24h, nos distritos de Massinga, Mabote, Govuro, Inhassoro e Vilankulo, em Inhambane. Os ventos poderão atingir 80 quilómetros/hora e rajadas até 100 quilómetros/horas.
Por conta da mesma depressão tropical, a instituição prevê ainda chuvas acima de 50 milímetros em 24h, acompanhadas de trovoadas, nos distritos de Zavala, Inharrime, Jangamo, Panda, Homoine, Morrumbene e cidades de Inhambane e Maxixe.
Por sua vez, a ARA-Sul avisa que devido ao escoamento de maior volume de água e saturação de solos, os rios Inhanombe, Mutamba e Inhassune podem transbordar e inundar campos agrícolas.
Para a bacia hidrográfica do Save, prevê-se o incremento do volume de escoamento que poderá resultar em inundações localizadas das zonas baixas e ribeirinhas.
No distrito de Homoíne, as estradas que ligam os povoados de Mubalo a Macavane, Gulane e Chinjinguire a Lilhanga podem continuar com circulação condicionada devido à submersão das pontes metálicas atravessadas pelo rio Inhanombe.
Um grupo de homens armados atacaram na terça-feira (16) à noite um colégio interno, no estado do Níger, centro-oeste da Nigéria e raptaram “centenas de alunos” e vários professores, disse ontem um responsável local e outro das forças de segurança.
Este rapto ocorreu dois meses após um outro ataque de grupos criminosos a uma escola, no estado vizinho de Katsina, na sequência do qual foram raptados 344 alunos. Os alunos foram libertados uma semana após o ataque, depois de negociações entre as autoridades e os rebeldes.
Na última terça-feira à noite, os “bandidos entraram num colégio do governo de Kagara e raptaram centenas de estudantes e os seus professores”, afirmou um responsável local, que pediu o anonimato.
Muitos homens armados, vestidos com uniformes militares, levaram os alunos para a floresta, de acordo com a mesma fonte.
“Um dos funcionários e alguns dos estudantes conseguiram escapar. O pessoal confirmou que um estudante foi morto a tiro” durante o ataque, acrescentou.
A escola secundária tem cerca de 1.000 alunos, mas o número exacto de adolescentes raptados ainda não é conhecido.
“Está em curso uma contagem para se determinar o número exacto de estudantes raptados. Esperamos que todos aqueles que fugiram da escola [na sequência do ataque] voltem para a contagem”, disse uma fonte de segurança.
Os militares, com apoio aéreo, procuram agora os raptores e os reféns, com vista a uma possível operação de salvamento, disse a fonte.
O noroeste e centro da Nigéria é, há quase uma década, flagelado pela violência de grupos criminosos conhecidos localmente como “bandidos”, que estão a intensificar raptos, para resgate, e roubo de gado.
Estes bandos criminosos são motivados pela ganância, mas alguns deles desenvolveram fortes ligações com grupos terroristas no nordeste.
Nestes incluem-se os grupos que raptaram 344 estudantes de um internato na cidade de Kankara, Estado de Katsina, em Dezembro último.
Estes grupos armados agiram em nome do grupo terrorista Boko Haram, que reivindicou a responsabilidade pelo rapto num vídeo, mas o seu baluarte encontra-se a centenas de quilómetros de distância, no nordeste da Nigéria.
O rapto causou uma agitação global e trouxe de volta memórias de outra acção semelhante do Boko Haram, que raptou mais de 200 raparigas em Chibok, no nordeste, em 2014.
Os alunos de Kankara foram libertados após uma semana de cativeiro, na sequência de negociações entre os gangs e os governos de Katsina e Zamfara. E em 09 de Fevereiro, o raptor, um líder de grupo armado, Awwalun Daudawa, rendeu-se às autoridades em troca de um acordo de amnistia.
Dois estaleiros da transportadora Nagi Investimentos foram encerrados em Nampula em cumprimento de uma ordem de penhora do tribunal. Em causa está uma indemnização de 7 milhões de meticais que não foi paga, referente a um processo de um acidente de viação que deixou duas pessoas mutiladas.
Neusa Massapa tem 38 anos de idade. A professora de profissão ainda luta para superar o trauma causado por um acidente de viação ocorrido a 19 de Março de 2019, envolvendo um autocarro da transportadora interprovincial Nagi Investimentos.
“Nós vínhamos reclamando que a velocidade era excessiva; ele nunca respeitou e a resposta era sempre ‘quem não quer viajar que desça’ e com os conflitos que temos é difícil descermos a meio do caminho de Cabo Delgado. Então, tínhamos que suportar com a velocidade que levava, mas quando chegou em Namapa, naquela curva, para quem sai da vila, ele não conseguiu contornar e acabou tombando”, lembra-se Neusa Massapa, vítima do acidente e parte do processo judicial.
Os danos causados a si e a mais pessoas são para toda a vida. A professora ficou sem o braço direito e até hoje continua a tentar adaptar-se para usar o braço esquerdo.
“Mudou tudo; é braço direito. Eu sou professora. Tenho trabalhos que tenho feito que requerem a mão direita e que hoje não consigo fazer”.
Autoridades podem estar a fugir às suas responsabilidades ao não apresentarem um plano para assistência das famílias vítimas de inundações na Cidade e província de Maputo. O INGD justifica que não pode criar centros de acomodação na província devido à Covid-19, mas a mesma entidade criou centros de acomodação em várias situações na vigência da pandemia.
Dramática…é como se pode caracterizar a situação em que vivem centenas de famílias na província de Maputo devido às inundações. As fortes chuvas que caíram nos últimos dias obrigaram moradores de vários bairros a coabitar com a água.
Aliás, não é só com a água, mas também com micróbios que saem das casas de banho e desfilam nos quintais. Face a esse cenário, o Instituto Nacional de Gestão do Risco de Desastres (INGD) na província disse que não podia construir centros transitórios para albergar as famílias. “Devido aos protocolos sanitários. Não temos como saber quem está contaminado e quem não está. E se colocarmos um grande número de pessoas num único sítio, podemos estar a contribuir para o aumento de casos positivos da COVID-19”, defendeu Amir Abdula, delegado do INGD na província de Maputo.
Entretanto, o mesmo INGD, aquando o transbordo do rio Save, não pensou na pandemia e manteve no centro de acomodação de Mambone, 113 famílias cujas casas estavam inundadas.
Dualidade de critérios para populações em situações semelhantes. E um dos princípios que rege a Lei n.º 10/2020: Lei de Gestão e Redução do Risco de Desastres no seu artigo 4 alínea (g) determina que: “A gestão e redução do risco de desastres beneficia de forma imparcial e justa a todo o cidadão afectado”.
O vice-presidente da região semiautónoma de Zanzibar (Tanzânia), Seif Sharif Hamad, morreu na quarta-feira (17), três semanas após a revelação da sua hospitalização devido à covid-19, anunciaram hoje as autoridades.
As autoridades tanzanianas disseram recentemente que tinham sido “libertadas da covid-19”, mas os protestos estão a crescer no local face a um aumento do número de mortes, oficialmente devido a “pneumonia”.
A infecção pelo novo coronavírus e a hospitalização em Zanzibar de Seif Sharif Hamad, líder da oposição local há mais de 30 anos, foi tornada pública a 31 de Janeiro pelo seu partido, o ACT Wazalendo.
“Hamad morreu na manhã de ontem no Hospital Nacional de Muhimbili em Dar es Salaam, onde estava hospitalizado desde 09 de Fevereiro deste ano”, disse hoje o presidente da região de Zanzibar, Ali Hassan Mwinyi, à televisão oficial.
“A nação perdeu um patriota. Declaro sete dias de luto e a bandeira nacional será colocada a meia haste durante esses dias”, acrescentou ele.
Numa mensagem publicada no Twitter, o Presidente da Tanzânia, John Magufuli, também expressou as suas condolências à família de Seif Sharif Hamad e ao ACT Wazalendo.
A causa da morte de Hamad não foi, contudo, avançada por qualquer um dos líderes.
A Tanzânia divulgou pela última vez os números oficiais sobre infecções por coronavírus em Abril de 2020 e anunciou um mês mais tarde, desafiando os testes, que tinha dado positivo para covid-19 numa papaia, codorniz e cabra.
Em Junho, Magufuli disse que as orações salvaram o seu país e declarou-o “livre de covid-19”.
O governo de Moçambique vai adquirir até Agosto deste ano cem novos autocarros para o transporte de passageiros.
Trata-se de uma aquisição que vai custar cerca de 6 milhões de dólares. Deste lote, 80 autocarros vão funcionar a gás e são todos destinados a área metropolitana de Maputo.
O Ministro dos Transportes e Comunicações explicou que a aquisição destes autocarros tem por objectivo responder a demanda de transporte, particularmente neste período de pandemia da Covid-19.
Janfar Abdulai fez este anúncio após uma visita a alguns pontos da cidade de Maputo, onde decorre a operação do Sistema de Bilhete Electrónica, em introdução no transporte público de passageiros.
O novo coronavírus fez mais dez óbitos, elevando para 561 o total de pessoas que morreram vítimas da pandemia no país.
Em comunicado recebido, na quarta-feira (17) na nossa redacção, o Ministério da Saúde anuncia também o registo de mais 829 casos positivos da covid-19, elevando o cumulativo de infectados para 52.629.
De acordo com o documento, mais 595 pacientes recuperaram da doença.
O cumulativo de recuperados é de 32.857, o correspondente a 64.4 % do cumulativo de injectados.
Actualmente há no país 19.220 casos do novo coronavírus, dos quais 279 estão sob cuidados médicos nos centros de isolamento.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) alerta para a ocorrência de Depressão Tropical, com ventos máximo de 55 quilómetros por hora e rajadas até 75 quilómetros por hora e com potencial de evoluir para tempestade tropical moderada nas províncias de Inhambane Sofala e Zambézia.
Os efeitos da Depressão Tropical, já se fazem sentir ao longo dos distritos costeiros das províncias referidas.
O INAM prevê ainda a ocorrência de ventos fortes, até 80 quilómetros por hora e rajadas até 110 quilómetros por hora, que poderão agitar o mar e gerar ondas com altura até 10 metros.
Face ao risco associado a ventos fortes e chuva intensa acompanhada de trovoadas severas, o Instituto Nacional de Meteorologia recomenda a tomada de medidas de precaução e segurança.
A Reencontro – Associação Para Apoio da Criança órfã e Vulnerável em Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Paralegais de Saúde, Proteção e Justiça. Saiba mais.
A Reencontro – Associação Para Apoio da Criança órfã e Vulnerável em Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Paralegais de Saúde, Proteção e Justiça. Saiba mais.
A Reencontro – Associação para apoio as Crianças Órfãs e Vulneráveis em Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Supervisores Distritais. Saiba mais.
A Reencontro – Associação para apoio as Crianças Órfãs e Vulneráveis em Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Supervisores Distritais. Saiba mais.
A Venyl Connection Services E.I pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Médio de sistemas elétricos/Engenheiros Eléctrico. Saiba mais.
A Venyl Connection Services E.I pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Médio de Sistemas Elétricos/Engenheiros Eléctrico. Saiba mais.
A Direccão de Pessoal e Formação do Comando-Geral da PRM pretende recrutar para o curso Básico da PRM dois mil e quinhentos (2500) candidatos a decorrer em Macandzene. (Circular Nº 003/DPF-CGPRM.M.5/2021). Saiba mais.
A MC-ARQUITECTOS, LDA., empresa de Consultoria em Arquitectura, Engenharia, Urbanismo e Fiscalização de Obras pretende contratar para o seu quadro técnico um (1) motorista. Saiba mais.
AIPDC Moçambique – Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade é uma organização não-governamental Moçambicana, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Gestão de Casos no Distrito. Saiba mais.
A Associação Megafauna Marinha (AMM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitorização, Avaliação, Responsabilização, Aprendizagem e Relatórios. Saiba mais.
A Paralização das obras de reabilitação e asfaltagem da segunda faixa da Avenida Eduardo Mondlane, na cidade de Nampula, está a acentuar a erosão dos solos no bairro de Namutequeliua.
As obras estão paralisadas desde o ano passado, depois de terem sido feitos os primeiros trabalhos, que consistiram essencialmente na terraplenagem da avenida.
Por causa da interrupção das obras, a zona de Namutequeliua ressente-se da falta de valas de drenagem eficientes. O empreendimento contempla também a construção dessas estruturas.
Moradores do bairro de Namutequeliua, principalmente os que residem na zona baixa da avenida, mostram-se preocupados também pelo facto de os seus quintais estarem a ser alagados pela água das chuvas que, na falta de valas de drenagem, escoa desordenadamente.
“Já estamos cansados desta situação. O Conselho Municipal fez apenas terraplenagem desta avenida e deixou assim, agravando os problemas de erosão. Enquanto as obras não forem concluídas, continuaremos a viver desta maneira porque não há drenagem das águas”, disse a moradora Ana Morgado.
A Comissão de investigação à grande corrupção na África do Sul durante o mandato de Jacob Zuma vai instituir procedimentos judiciais, incluindo um pedido de prisão, contra o antigo Chefe de Estado por desrespeitar a Justiça, anunciou ontem o responsável.
“A lei é clara e a comissão considera a conduta do senhor Zuma como sendo muito grave. Nesta situação a comissão vai pedir ao Tribunal Constitucional, que decidiu que ele deveria comparecer, a ordenar a prisão do Senhor Zuma ou que imponha uma multa”, afirmou Raymond Zondo, numa comunicação ao país de cerca de 30 minutos.
O juiz e actual vice-presidente da Justiça da África do Sul, que lidera a comissão de inquérito que investiga a grande corrupção no mandato do ex-Presidente Zuma, disse que “todos os sul-africanos são iguais perante a Lei”, salientando que “não há regras para uns e regras para outros”.
Na sua comunicação ao país, Raymond Zondo considerou que se o ex-Chefe de Estado (2009-2018) for autorizado a “desrespeitar” a intimação da comissão de inquérito e a decisão do Tribunal Constitucional para depor perante a comissão sobre a corrupção no seu mandato, Zuma criará um “precedente perigoso” para o país.
“Isto é muito grave, porque se for permitido que aconteça haverá caos nos tribunais (…) e muito pouco restará da nossa democracia”, salientou o juiz Raymond Zondo.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) defende a adopção de medidas urgentes e efectivas, pelo menos a curto prazo, com vista a minimizar a profundidade dos impactos negativos no sector empresarial e na economia nacional, como resultado do aumento das taxas de juro.
Por um lado, propõe-se a renovação da medida referente a retirada da obrigatoriedade de constituição de provisões adicionais para os clientes afectados pelo novo coronavírus.
O sector privado acredita que, esta medida pode ajudar a minimizar o impacto do encarecimento do custo de capital, facilitando a reestruturação dos créditos que pode, até certo ponto, aliviar o peso de obrigações das empresas numa altura em que subsistem as incertezas em relação a evolução da economia nos próximos tempos face a esta nova corrente de propagação da Covid-19.
Igualmente, propõe-se a renovação e reforço do pacote de medidas fiscais e aduaneiras, como o adiamento dos pagamentos por contado exercício de 2021, compensação dos créditos do Imposto sobre o Valor Acrescentado com outros impostos e autorização de saída antecipada de mercadorias.
Estas medidas, ao serem implementadas de forma efectiva e abrangente (com ênfase para micro, média e pequenas empresas), podem contribuir de forma significativa para o alívio do peso de obrigações das unidades, garantido a sua sobrevivência e a manutenção dos postos de trabalho.
A Assembleia Nacional (câmara baixa do Parlamento) da França aprovou na terça-feira (16) a primeira leitura do projeto de lei contra o “separatismo islâmico”, apresentado pelo governo como uma das metas para o período de cinco anos.
O texto, que reafirma “o respeito pelos valores da República” recebeu 347 votos a favor, 151 contra e 65 abstenções, e continuará o trâmite parlamentar no Senado a partir de 30 de março.
O governo francês apresentou o projeto ao Conselho de Ministros em 9 de dezembro, no dia do 115º aniversário da lei de 1905 que estabeleceu a liberdade religiosa e a separação entre Igreja e Estado no país.
Entre outras questões, o projeto de lei impõe neutralidade religiosa aos trabalhadores dos serviços públicos, protege-os de pressões radicais e condiciona a concessão de subsídios públicos à condição de as associações que os reivindicam respeitarem valores republicanos como o secularismo e a igualdade de gênero.
A iniciativa busca impedir que as regras religiosas prevaleçam sobre a legislação nacional e também defende a penalização da emissão de certificados de virgindade e o reforço dos controles contra casamentos forçados, que embora já proibidos afetam atualmente cerca de 200 mil mulheres, de acordo com números de ONGs.
O partido opositor Os Republicanos (direita) considera o projeto de lei insuficiente. Na visão da deputada Annie Genevard, a iniciativa não está à altura dos desafios e não provocará uma mudança no dia a dia do povo francês.
Os socialistas também criticaram o projeto de lei com o argumento de que aposta em uma abordagem repressiva, enquanto o grupo esquerdista França Insubmissa denuncia que a medida estigmatiza os muçulmanos.
A apresentação do projeto de lei na França coincidiu com um momento de fortes tensões sociais, como a decapitação em 16 de outubro do professor Samuel Paty após ter usado caricaturas do profeta Maomé durante uma aula, que difundiram pelo país o debate sobre a liberdade de expressão e o direito à blasfêmia.
A Chuva que cai, desde quinta-feira (11), na cidade e província de Maputo, inundou áreas residenciais e criou dificuldades de mobilidade de pessoas e bens, sendo que em Boane estão isoladas perto de 27 mil pessoas devido ao transbordo do Umbelúzi.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), a cidade e província de Maputo registaram, de sábado até quinta-feira (15), precipitação acumulada na ordem de 150 milímetros.
“O tempo poderá melhorar a partir da tarde de terça-feira (16), devido ao movimento do sistema de baixas pressões da região Sul para o Centro do país, causando chuvas em Manica e Sofala”, disse o meteorologista Arsénio Mindo.
Mindo informou que os termómetros na cidade de Maputo poderão atingir de terça-feira, temperaturas máximas que variam de 24 a 25 graus Celsius. Na província de Maputo, o rio Umbelúzi, interrompeu a circulação de pessoas e viaturas nos “drifts” de Boane e Mazambanine.
O presidente do Conselho Municipal de Boane, Jacinto Loureiro, deu conta que para entrarem ou sair das suas residências, no bairro 25 de Junho, os automobilistas tem que fazê-lo através de Mafuiane, no distrito de Namaacha, sendo que os pedestres arriscam pela ponte dos Caminhos de Ferro de Moçambique.
As chuvas também devastaram centenas de hectares de culturas em campo. O município de Boane está a retirar troncos e capim da proximidade da ponte do Umbelúzi, para evitar a danificação da infra-estrututura.
Um gato doméstico está a ser apelidado de ‘herói’ após ter salvo duas crianças da família que o adotou do ataque de uma cobra venenosa em Queensland, na Austrália.
Segundo os Serviços de Emergência Animal locais, os menores estavam a brincar no quintal com o felino, ‘Arthur’, quando este detetou uma cobra-castanha oriental. Esta espécie é altamente agressiva, rápida, conhecida pelo comportamento brusco e imprevisível e tem o segundo veneno mais potente de todas as serpentes venenosas do mundo.
Imediatamente, o gato ‘Arthur’ saltou sobre o animal e lutou com o réptil até o matar. Colapsou algum tempo após o ataque e a família levou-o ao veterinário, que viria a confirmar que o animal tinha sido mordido pela cobra e estava a morrer devido à rápida ação do veneno altamente tóxico.
‘Arthur’ acabou por morrer no veterinário, perante uma família em lágrimas. “Ganhou uma asas de anjo. A família dele vai sempre lembrar-se e estar para sempre grata pelo facto de ele ter salvo a vida a duas crianças. O Arthur era muito corajoso e traquina. Já tinha estado connosco devido a acidentes anteriores e era um gato muito amado por todos”, escreveram os profissionais veterinários que acompanharam o gato, no Facebook.
Com um total de 18 feriados, a Colômbia é o país com mais feriados no mundo. Mas isto não é tudo: o país tem ainda um sistema de transferência de datas para a comemoração dos dias festivos.
Isto significa que quase todos os feriados são celebrados à segunda ou à sexta-feira.
São muito poucas as datas que não podem ver os dias alterados, como o Ano Novo, o Natal, o Dia do Trabalho e o Dia da Independência.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, recomendou um aumento da força de paz da ONU (Minusca) na República Centro-Africana (RCA) de cerca de 3.700 homens, num relatório apresentado ao Conselho de Segurança.
“Recomendo um aumento de 2.750 militares e 940 polícias”, afirma o chefe da ONU no documento, a que a agência de notícias francesa, AFP, teve acesso.
Isto elevaria o total autorizado para esta missão para 14.400 militares e 3.020 polícias, acrescentou.
Porém, António Guterres sublinhou que este reforço deve ser “faseado e baseado numa revisão regular da evolução do contexto político e de segurança”.
A Minusca é uma das maiores operações de paz liderada pela ONU no mundo, com um orçamento anual que se aproxima dos mil milhões de dólares (825 milhões de euros).
Em dezembro, tendo em vista as eleições presidenciais no final do mês naquele país, o Conselho de Segurança autorizou um destacamento temporário de dois meses de cerca de 350 militares de manutenção da paz (na sua maioria ruandeses) e dois helicópteros da missão da ONU no Sudão do Sul. Na semana passada, o Conselho autorizou uma nova prorrogação de dois meses daquele reforço, até 10 de abril.
Ao abrigo de acordos bilaterais com o Governo da RCA, foram também enviadas para a República Centro-Africana, no final de 2020, tropas russas e ruandesas.
Estes destacamentos “ajudaram a resolver a difícil situação de segurança”, admite António Guterres no seu relatório, numa rara demonstração de apreço pelos membros do grupo de segurança privado russo Wagner, frequentemente criticado pelas suas intervenções.
“A República Centro-Africana encontra-se num momento crítico, que irá determinar se a paz e a estabilidade serão restauradas e reforçadas”, afirma o secretário-geral da ONU no documento, justificando a necessidade de um reforço permanente da Minusca.
A próxima reunião do Conselho de Segurança sobre a República Centro-Africana, que deverá discutir o assunto, está agendada para 24 de fevereiro.
Os objetivos de um reforço militar da força de paz “seriam controlar e inverter a instabilidade atual, promovendo, ao mesmo tempo, o respeito pelo acordo político” sobre a paz, explicou Guterres.
“A curto e médio prazo, os reforços incluiriam um batalhão para assegurar a rota principal de abastecimento” a Bangui, capital do país, que chegou a estar cortado pelos rebeldes no início deste ano, unidades de reação rápida e especialistas em imagem, disse.
“A mais longo prazo, incluiriam meios aéreos para observação ar-terra e UAVs [veículo aéreo não-tripulado] para melhorar as operações e a capacidade de reconhecimento e inteligência”, especificou.
Os reforços policiais iriam “ajudar a Minusca a manter a ordem e a fazer cumprir a lei”, considerou.
Em meados de dezembro, seis dos 14 grupos armados que ocuparam dois terços da RCA desde o início da guerra civil, em 2013, lançaram uma ofensiva contra o regime do Presidente Faustin Archange Touadéra, que foi reeleito no final de dezembro.
Portugal tem atualmente na RCA 243 militares, dos quais 188 integram a Minusca e 55 participam na missão de treino da União Europeia (EUTM), liderada pelo brigadeiro-general Neves de Abreu, até setembro de 2021.
A RCA caiu no caos e na violência em 2013, após o derrube do então presidente, François Bozizé, por grupos armados juntos na Séléka, o que suscitou a oposição de outras milícias, agrupadas na anti-Balaka.
Desde então, o território centro-africano tem sido palco de confrontos comunitários entre estes grupos, que obrigaram quase um quarto dos 4,7 milhões de habitantes da RCA a abandonarem as suas casas.
As autoridades de saúde desinfectaram escolas em toda a capital do Senegal, Dakar, como parte de um esforço para conter a disseminação do coronavírus.
Membros do Serviço Nacional de Higiene higienizaram mais de 20 escolas em Parcelles Assainies, um município da cidade de Dakar, onde o número de casos aumentou durante a segunda vaga.
Nas próximas semanas, as autoridades planeiam ampliar as acções contra o vírus.
Eles vão começar a desinfectar prédios públicos, feiras livres, igrejas, mesquitas e outros espaços.
Dakar e as regiões vizinhas foram colocadas sob toque de recolher nocturno e as autoridades declararam estado de emergência.
O Senegal registou 31.275 casos de coronavírus e 754 mortes desde o início da pandemia.
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