Duas viaturas da açucareira de Xinavane, na província de Maputo, foram vandalizadas com recurso a armas de fogo e objetos contundentes nos últimos dias.
Suspeita-se que os malfeitores pertençam às comunidades envolvidas na disputa de terra de cultivo com a companhia especializada na produção do açúcar.
O administrador do distrito de Magude, Lázaro Mbambamba, avança que o seu executivo já manteve conversações com as comunidades para a resolução do impasse com a Tonga at Hullet.
As três comunidades envolvidas no impasse com a Empresa Açucareira de Xinavave, reivindicam uma área de cerca de quatro mil hectares, que está a ser explorada pela companhia para a produção da cana-de- açúcar.
As mesmas comunidades apontam que a açucareira de Xinavane não tem cumprido com o pagamento das taxas acordadas no âmbito da cedência dos seus espaços para a implantação do canavial.
Maioria das famílias espera reassentamento e indemnização. Moradores denunciam exumação de cadáveres para construção de aeroporto: “Corpos frescos foram cortados para caberem em pequenos caixões.
A violação dos direitos humanos por causa da implementação de megaprojetos é similar em três distritos da província de Gaza: Chongoene, Chibuto e Massingir. Neste último distrito, vinte anos depois do início do projeto de conservação ambiental, milhares de famílias que vivem no interior do Parque Nacional do Limpopo ainda aguardam o reassentamento.
E as poucas já reassentadas reclamam que as casas estão com fissuras, em risco de desabar a qualquer momento.
As oportunidades de emprego para os jovens locais ficaram cada vez mais escassas ao mesmo tempo que sofrem os efeitos do conflito entre o homem e a fauna bravia. Os agricultores não têm onde reivindicar a indemnização pela destruição de culturas em campos agrícolas e ataques ao seu gado por leões e outros animais bravios.
No distrito de Chibuto, onde o Governo concedeu à empresa chinesa Deng Cheng, a exploração das areias pesadas, o cenário é idêntico. Das 1.200 famílias a reassentar, a concessionária construiu mais de 300 casas. O processo está interrompido porque as famílias não concordam com os valores de compensação a serem pagos.
Mas a empresa já iniciou a exportação, pelo menos de titânio, em janeiro.
Os chanceleres do G20 adotaram na terça-feira (29), em Matera, no sul da Itália, uma declaração que visa contribuir para a erradicação da fome, que segue avançando no mundo.
“Hoje aprovamos a declaração de Matera sobre segurança alimentar”, anunciou o ministro das Relações Exteriores italiano Luigi Di Maio, cujo país preside o G20, em coletiva de imprensa após a reunião.
“É um documento concreto, um convite a agir para toda a comunidade internacional”, declarou, lembrando que 850 milhões de pessoas passam fome no mundo.
Em 10 pontos, o texto estabelece uma série de constatações e objetivos sem caráter obrigatório. O documento observa que a meta da ONU de acabar com a fome até 2030 parece impossível de ser alcançada.
Propõe uma série de iniciativas para tentar acabar com esta tendência, como dar mais poder a mulheres e jovens, favorecer programas de proteção social e aumentar os investimentos em alimentação sustentável.
“Nos comprometemos em reforçar nossos esforços coletivos para colocar em prática este chamado a uma mobilização global”, concluem os signatários.
“Devido à pandemia, (a fome) pode afetar mais 100 milhões de pessoas”, alertou Di Maio. “Segurança alimentar significa ajudar as famílias atingidas pela crise econômica causada pela pandemia, tanto em nossos países como nos países em desenvolvimento”, reiterou.
Criança estava há 70 dias ligada a máquina de suporte de vida. Um menino de sete anos de idade que foi atirado ao chão 27 vezes durante uma aula de judo, em Taiwan, morreu.
A criança, cuja identidade não é revelada, sofreu uma hemorragia cerebral grave depois de ter servido de cobaia aos colegas e professores numa aula de artes marciais, em abril.
O menino acabou por entrar em coma, após as sucessivas quedas, e estava desde então ligado a uma máquina de suporte de vida. Após 70 dias, reporta a BBC, os pais decidiram desligar as máquinas.
O treinador, que tem cerca de 60 anos, foi acusado de agressão física que resultou em ferimentos graves. O homem foi libertado no início deste mês após o pagamento de uma fiança.
Um cidadão de nacionalidade moçambicana, de 43 anos de idade, mantém uma relação amorosa com uma menor de 14 anos e vivem maritalmente, no bairro Polana Caniço A, na cidade de Maputo.
O caso foi denunciado, ontem, às autoridades, por uma cidadã aos líderes de Maxaquene C, que encaminharam o caso às autoridades policiais. Feitas as diligências, foi identificado o indivíduo, que confessa e afirma estar a viver maritalmente com a menor há 3 semanas.
Por sua vez, a menor que responde pelo nome de Deise Paulo Neves, confirma o caso e diz que ama o indiciado.
Refira-se que o caso já foi encaminhado ao Centro de Atendimento Integrado às vítimas de Violência (CAIVV) e aguarde-se pelo desfecho do caso.
O alarme no país de 3,5 milhões de habitantes disparou com a morte de oito gestantes por coronavírus entre 29 de abril e 8 de junho, número que equivale à média anual de óbitos nessa população.
Embora ela tenha mantido precauções estritas desde o início da pandemia, as recentes mortes maternas levaram Irene a reforçá-las. “Ainda tento abstrair um pouco, se não é muito angustiante”, acrescenta a professora de 36 anos que está no sexto mês de gravidez.
O Uruguai, que nas últimas semanas esteve entre os países com maior número de mortes por covid-19 no mundo em relação à sua população, não é caso único na região.
A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) disse que mais de 231.500 mulheres grávidas foram infectadas com a covid-19 nas Américas em 2020 e até agora em 2021, e 1.453 morreram de complicações relacionadas ao vírus.
Os números, que indicam uma letalidade de 0,63%, são provenientes de notificações de 29 países e territórios americanos, afirmou o escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) em seu último boletim epidemiológico.
Em comparação com o relatório anterior, de maio, o maior aumento relativo nas infecções acumuladas foi registrado no Suriname e, em termos de óbitos, no Uruguai.
Mais de 700 detidos em Myanmar (antiga Birmânia) vão ser hoje libertados, incluindo vários presos políticos, disse um dos responsáveis da prisão Insein em Rangum.
De acordo com a página na rede social Facebook da representação local da cadeia de televisão britânica BBC, alguns dos detidos tinham sido acusados de “incitar à desordem pública”.
O canal de televisão, Myawaddy, detido pelo exército, noticiou que as autoridades também retiraram na terça-feira as acusações contra 24 celebridades e atletas que tinham rejeitado a junta militar no poder, desde o golpe de 01 de fevereiro.
Dados da Associação de Assistência aos Presos Políticos (AAPP) indicaram que, desde o golpe de fevereiro, as forças de segurança colocaram sob custódia 6.421 pessoas, das quais 5.554 ainda estão detidas, e emitiram mandados de captura para 1.988.
Pelo menos 883 pessoas morreram na repressão do movimento de oposição pelas forças de segurança birmanesas, indicou a AAPP.
Cinco meses depois de o golpe militar que pôs fim à jovem democracia em Myanmar, o exército ainda não controla totalmente o país, com protestos em várias regiões.
Alguns dos manifestantes, cansados dos poucos avanços obtidos com protestos pacíficos, pegaram em armas contra os militares, ao mesmo tempo que confrontos entre as Forças Armadas e os grupos rebeldes eclodiram ou intensificaram-se em todo o país.
O exército birmanês justificou o golpe com uma alegada fraude eleitoral nas eleições de novembro, em que o partido liderado pela Prémio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi obteve uma vitória esmagadora, tal como em 2015, e que foram consideradas legítimas pelos observadores internacionais.
Suu Kyi e outros líderes do Governo deposto continuam detidos e acusados de vários crimes.
O Tribunal Constitucional Sul Africano condenou, o antigo Presidente Jacob Zuma a 15 meses de prisão por desacato ao tribunal, ao não comparecer a audiências de um painel contra a corrupção que analisava acusações contra ele de desvio de fundos.Zuma tem cinco dias para se entregar à justiça, em Joanesburgo ou em Nkandla, caso contrário o tribunal vai pedir à polícia que o detenha.
“Foi declarado que o Sr. Jacob Gedleyihlekisa Zuma é culpado do crime de desacato ao tribunal”, disse a juíza do Tribunal Constitucional, Sisi Khampepe.
A decisão já considerada histórica estabelece um precedente e uma referência no país e também no continente, ao enviar um antigo Presidente à prisão.
Na sentença, a juiza escreveu que “este tipo de recalcitrância e desafio é ilegal e será punido” e lembrou que a sentença foi por maioria de votos e não é suspensa.
“Não tenho outra opção a não ser mandar Zuma para a prisão, na esperança de que isso envie uma mensagem inequívoca … o Estado de Direito e a administração da justiça prevalecem”, reiterou a juiza Sisi Khampepe.
Ela lembrou que Jacob Zuma, como ex-Chefe de Estado, estava ciente da lei, mas colocou-se “em flagrante violação” de uma ordem judicial.
Jacob Zuma, de 79 anos de idade, é acusado de permitir a pilhagem de cofres do Estado durante a sua permanência de quase nove anos no poder, antes como vice-presidente e depois como Presidente, cujo mandato terminou em Fevereiro de 2018 quando o Congresso Nacional Africano (ANC) obrigou-o a renunciar.
O painel contra a corrupção presidido pelo juiz Raymond Zindo, encarregue de investigar as acusações, embateu-se sempre com a recusa de Zuma em comparecer às audiências, o que fez pela primeira vez apenas em Julho de 2019, antes de encenar uma greve e acusar o juiz Zondo de parcialidade.
O antigo Presidente enfrenta separadamente 16 acusações de fraude, suborno e extorsão relacionadas a uma compra em 1999 de caças, barcos de patrulha e equipamento militar de cinco empresas europeias de armamentos por 30 bilhões de rands, o equivalente, na altura, a quase cinco bilhões de dólares.
A maior parte do suborno investigado pela comissão envolve três irmãos de uma rica família de empresários indianos, os Guptas, que ganhou contratos lucrativos com o Governo.
Ativistas aplaudem a iniciativa da UNITA de apresentar um projeto de lei sobre a liberdade de manifestação. E deixam várias sugestões de alteração – por exemplo, incluir o direito dos manifestantes “à resistência”.
Os jovens que há dez anos protestam contra a governação do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) pedem aos deputados “patriotismo” na hora de debater o projeto de lei sobre a Liberdade de Reunião e de Manifestação.
O projeto foi apresentado na segunda-feira (28.06) pela União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA). Um dos artigos em vigor que os ativistas gostariam de ver eliminados é a proibição de manifestações em lugares públicos situados a menos de 100 metros das sedes dos órgãos de soberania.
“Devemos nos manifestar à porta dos órgãos de soberania, porque é lá que [os governantes] estão e devem ouvir de viva voz os nossos problemas”, afirma Kambolo Tiaka-Tiaka, coordenador da Plataforma Cazenga em Ação.
Outro pedido dos ativistas é que se inclua na lei um artigo sobre o “direito de resistência”, para que “quando um polícia bate num manifestante, o manifestante possa reagir e depois o tribunal, fruto das câmaras que existem em Luanda, resolva esse problema”, diz Tiaka-Tiaka.
“Se o cidadão agiu em função da agressão do polícia, o polícia deve ser responsabilizado. Se for o cidadão a agredir o polícia sem justificação, esse cidadão deve pagar.”
A ideia não é nova, acrescenta o ativista Fernando Sakuayela, do Projeto Agir. “Há o direito à resistência em França, que permite aos cidadãos ripostarem quando sentem um uso excessivo da força por parte da polícia.”
O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, demitiu vários altos funcionários devido a um “grave incidente” no combate contra a pandemia de covid-19, anunciou a agência oficial KCNA nesta quarta-feira (noite de terça 29 em Brasília).
Os funcionários em questão “causaram um grave incidente que representa uma enorme crise para a segurança da nação e de seu povo”, declarou Kim durante uma reunião do Politburô, citado pela KCNA, que não forneceu mais detalhes sobre o caso.
Até agora, o regime norte-coreano tem garantido que a pandemia da covid-19 não atingiu seu território. Muitos especialistas duvidam dessa afirmação.
Kim Jong-un, que comanda com punho de ferro um país que tem um sistema de saúde precário, decidiu fechar as fronteiras em janeiro de 2020 para evitar a propagação do novo coronavírus surgido na China, um país vizinho.
A Coreia do Norte está sob sanções internacionais por causa de seu programa nuclear, o que a torna mais isolada do que nunca. O comércio com a China foi drasticamente reduzido e trabalhadores de ajuda humanitária deixaram o país.
A Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) em Viqueque, na ponta leste do país, deteve dois jovens, de 18 e 21 anos, identificados como responsáveis por queimar a bandeira portuguesa em protesto pela derrota da seleção frente à Bélgica.
Os jovens foram detidos depois de um vídeo, em que vê a bandeira a ser queimada, se ter tornado viral nas redes sociais, levando a uma investigação em todo o país para encontrar os presumíveis autores.
“A PNTL conseguiu confirmar que isto ocorreu em Viqueque e foram detidos dois jovens de 18 e 21 anos. Vão agora ser apresentados ao juiz para determinar eventuais medidas de coação”, disse à Lusa o comandante distrital da PNTL em Díli, Henrique da Costa.
No vídeo, que começou a circular pouco depois da derrota de Portugal contra a Bélgica, vê-se a bandeira portuguesa a ser queimada e ouvem-se vários jovens a dirigir insultos à seleção portuguesa e ao capitão, Cristiano Ronaldo, que conta um grande número de apoiantes entre população timorense.
Desde o começo do Euro2020, Timor-Leste viveu com grande intensidade todos os jogos da seleção portuguesa, apesar de vários decorrerem durante a madrugada no país, chegando a haver caravanas e celebrações nas ruas timorenses.
O Ministério da saúde, informou na terça-feira, a existência de mais três óbitos e 406 indivíduos que testaram positivo para o novo Coronavírus, nas últimas 24 horas.
Segundo o Comunicado do MISAU, os óbitos anunciados ocorreram nos dias 25, 27 e 28 do mês em curso, sendo duas mulheres e um homem, cujas idades variam de 30 a 70 anos. Deste modo, subiu para 38 o número de mortes devido à COVID-19 no mês de Junho, um aumento em 72.7% em relação a igual período do mês de Maio, segundo informações do Ministério da Saúde.
Com estas mortes, o total sobe para 872.
Relativamente aos infectados, o MISAU disse que “dos novos casos reportados, 378 são de nacionalidade moçambicana, dois estrangeiros e 26 são de nacionalidade ainda por identificar;216 do sexo masculino e 190 do sexo masculino”. Todos os novos casos resultam de transmissão local.
A cidade de Maputo registou o maior número de casos com 196, seguida pela província de Tete com 129. Com estes dados, o país soma um total de 75.828 casos positivos registados, dos quais 75.459 são de transmissão local e 369 importados.
O MISAU anunciou que mais 50 pessoas estão internadas e noutras 29 tiveram alta hospitalar, o que eleva para 3.778 o número total de internados, dos quais 176 ainda permanecem em assistência nas unidades sanitárias.
Sobre os recuperados, as autoridades dizem que o país registou mais 36 casos, todos de nacionalidade moçambicana, passando a totalizar 71.186 o número de indivíduos livres da doença.
O reino africano do eSwatini enviou o exército para as grandes cidades para reprimir protestos de jovens pró-democracia, anunciaram na terça-feira testemunhas e ativistas deste país na África Austral.
Os protestos são raros no eSwatini, um pequeno Estado na fronteira entre Moçambique e África do Sul que até há poucos anos tinha o nome de Suazilândia. Os partidos políticos estão proibidos, mas nas últimas semanas irromperam protestos violentos em partes do território contra aquela que é a última monarquia absoluta de África.
Durante a terça-feira (29.06), o Governo do eSwatini anunciou a imposição de um recolher obrigatório e o encerramento das escolas.
Testemunhas nas duas principais cidades, Manzini e Mbabane, dizem ter visto soldados a patrulhar as ruas, onde manifestantes queimaram pneus e danificaram carros.
A imprensa revelou na terça-feira (29) novas denúncias de corrupção na negociação e compra de vacinas anticovid, aumentando a pressão sobre o governo de Jair Bolsonaro e sua gestão da pandemia.
O diretor do Departamento de Logística (DLOG) do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, pediu propina de 1 dólar por dose de um representante da empresa Davati Medical Supply, que tentava negociar a venda de 400 milhões de vacinas AstraZeneca ao governo.
O representante da Davati no Brasil, o empresário Luiz Paulo Dominguetti Pereira, garantiu que o acordo, proposto em fevereiro, foi rejeitado por sua empresa.
Logo após a publicação dessas denúncias, o Ministério da Saúde informou em nota que o diretor de Logística supostamente implicado na tentativa de suborno será destituído de seu cargo nesta quarta-feira.
Outro funcionário do Ministério da Saúde disse na semana passada que detectou em março possíveis irregularidades no contrato para adquirir a vacina indiana Covaxin, do laboratório Bharat Biotech, a preços altíssimos, e que a preocupação foi repassada diretamente a Bolsonaro pessoalmente.
Pelo menos sete pessoas morreram e 11 continuam desaparecidas no naufrágio de um ‘ferry’, perto da ilha indonésia de Bali, disseram hoje os serviços de salvamento e busca indonésios.
As equipas de socorro recuperaram sete corpos e 39 pessoas foram resgatadas, muitas delas inconscientes, depois de terem andado à deriva em águas agitadas durante horas, indicaram.
O ‘KMP Yunice’ afundou-se cerca de meia hora depois de sair do porto de Ketapang, em Java Oriental, na terça-feira, disse o chefe da agência de busca e salvamento de Bali, Gede Darmada.
O ‘ferry’, com 41 passageiros, 13 tripulantes e três empregados de mesa da cantina, dirigia-se ao porto Gilimanuk de Bali, um percurso de 50 quilómetros.
Dois rebocadores e dois barcos insufláveis estão a procurar as pessoas desaparecidas desde terça-feira à noite, entre ondas de quatro metros de altura, disse.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador do Projecto. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista Sénior. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de HIV Pediátrico. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Administração Financeiro. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Produtor de Cartazes Digitais. Saiba mais.
O Lycée Français International Gustave Eiffel (APE -LFIGE), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Protecção. Saiba mais.
O Centro de Desenvolvimento do Sistema de Informação Financeira (CEDSIF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Administradores Executivos. Saiba mais.
O presidente da República Checa disse concordar com as políticas do governo de Orbán referentes à comunidade LGBTI+.
O presidente Milos Zeman está a ser duramente criticado na República Checa, após ter dito, numa entrevista televisiva, que considerava as pessoas transexuais “nojentas”.
“Eu consigo entender os gays, as lésbicas e por aí fora (…). Mas quem eu não consigo compreender são os transexuais… Todas as cirurgias são um risco e estas pessoas transexuais são nojentas”, afirmo, durante a entrevista.
Confrontado com a controversa lei húngara que impede o ensino de matérias sobre identidade de género e orientação sexual nas escolas, Milos Zeman disse também concordar com Viktor Orbán, porque é necessário proteger os pais e as crianças de serem manipulados através da educação sexual.
“Se uma pessoas se submeter a uma operação de mudança de sexo está basicamente a autoflagelar-se”, referiu ainda o presidente.
Entretanto, o porta-voz da associação LGBTI ‘Orgulho Praga’ acusou o Milos Zeman de ofender e trazer mais problemas para as pessoas transexuais no país. “Parece que estamos a caminhar para trás e isto [as declarações do presidente] não ajuda nada”, acrescentou ainda o responsável.
O Presidente argentino, Alberto Fernández, anulou a viagem que deveria iniciar hoje a França devido ao agravamento da situação sanitária no seu país, devido à covid-19.
Fernández ia participar em Paris numa conferência sobre igualdade de género, organizada pelo seu homólogo francês, Emmanuel Macron, mas decidiu cancelar a viagem “para acompanhar o esforço do povo argentino”, quando 40 mil argentinos estão limitados de voltar ao país, segundo uma carta dirigida ao anfitrião.
“Considerando o grande esforço do povo argentino para contribuir no combater desse flagelo, lamento informar-lhe que será impossível a minha participação de maneira presencial na abertura do Fórum Geração e Igualdade no próximo dia 30 em Paris”, lê-se na carta que Alberto Fernández remeteu a Emmanuel Macron.
Em maio, Alberto Fernández e Emmanuel Macron já se tinham encontrado em Paris, onde o chefe de Estado sul-americano pediu apoio para renegociar a dívida argentina com o Clube de Paris.
Essa renegociação foi adiada à espera e condicionada a uma negociação da dívida com o Fundo Monetário Internacional.
A parcela da dívida argentina com o Clube de Paris, vencida em 31 de maio, foi adiada até o final de março de 2022, novo limite para a Argentina chegar a um acordo financeiro.
Fernández queria agradecer pessoalmente a Macron pelo papel central nesse adiamento, além de apresentar a legislação argentina em matéria de igualdade de género como a recente obrigação do Estado em contratar pessoas do coletivo trans, aprovada na semana passada, e a legalização do aborto, aprovada em dezembro.
Porém, hoje, no mesmo dia em que Alberto Fernández viajaria a Paris, começaram a valer as novas e rígidas regras que restringem o regresso ao país dos argentinos no exterior no contexto de um maior controlo para evitar a chegada da variante Delta.
As novas regras também impõem que, quem regressar ao país, terá de cumprir um isolamento de dez dias num hotel sanitário, pago pelo passageiro. A única porta de entrada no país permitida é o aeroporto internacional de Ezeiza (Buenos Aires).
Perante a falta de vacinas e a campanha de vacinação lenta, o governo priorizou a primeira dose das vacinas para o maior número de pessoas, ampliando de três semanas a três meses o intervalo recomendado entre as duas doses. Esse intervalo não tem sido cumprido devido a escassez de segundas doses.
A estratégia pode revelar-se vulnerável contra a variante Delta que ameaça chegar ao país, desencadeando a terceira vaga quando o país ainda enfrenta a segunda.
O deputado da oposição Dionísio Pereira lamenta o aumento da dívida pública para níveis superiores a 70% do PIB, adverte que o povo já não confia nas instituições e pede a demissão do Governo.
A economia da Guiné-Bissau está à beira da bancarrota por causa do elevado nível de dívida externa do país, que ronda os 80% do Produto Interno Bruto (PIB).
Segundo o ministro das Finanças guineense, João Mamadu Fadiá, a situação tende a tornar-se insustentável, porque a divida está acima do teto fixado à luz dos critérios de convergência da União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA), que determina que nenhum país membro pode ter uma dívida pública superior a 70% do seu PIB.
As declarações do ministro geram indignação numa altura em que o país vive greves na função pública, corre o risco de ver o ano letivo anulado, presencia uma situação sanitária caótica e acaba de sofrer aumentos de impostos.
A Suprema Corte de Justiça do México descriminalizou na segunda-feira o uso recreativo da maconha para adultos, declarando inconstitucionais artigos da lei de saúde que o proibiam.
“Hoje é um dia histórico para as liberdades. Depois de uma longa trajetória, esta Suprema Corte consolida o direito ao livre desenvolvimento da personalidade para o uso recreativo da maconha”, disse o presidente do tribunal, Arturo Zaldívar, logo que a decisão foi aprovada por oito dos 11 magistrados.
Esta declaração implica em que aqueles que quiserem usar maconha com fins recreativos podem pedir uma permissão à Comissão Federal para a Proteção contra Riscos Sanitários (Cofepris), e que esta não lhes pode ser negada.
“O que aconteceu em ocasiões anteriores foi que a Cofepris negava estas permissões e era necessário tramitar uma salvaguarda”, explicou à AFP Adriana Muro, diretora da organização de Direitos Humanos Elementa.
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