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Sissoco Embaló acusa novamente Domingos Simões Pereira e Nuno Gomes Nabiam de conspiração no golpe de Estado

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, reiterou as suas acusações contra Domingos Simões Pereira, líder do PAIGC e ex-presidente da Assembleia Nacional Popular, bem como contra o ex-primeiro-ministro Nuno Gomes Nabiam. 

Segundo Embaló, ambos são os principais responsáveis pelo golpe de Estado ocorrido em Fevereiro de 2022.

Durante uma conferência de imprensa realizada em Bissau, Embaló afirmou que o golpe foi orquestrado por dois grupos distintos: um liderado por Domingos Simões Pereira e outro por Nuno Gomes Nabiam.

O Presidente questionou a possibilidade de o presidente da Assembleia Nacional Popular ter qualquer ligação com o Comandante da Guarda Nacional, afirmando que tal situação seria inconcebível.

Embaló também defendeu a dissolução do Parlamento, citando várias tentativas de assassinato que alegadamente sofreu, como justificativa para a recente criação de um batalhão presidencial com o objectivo de prevenir golpes. Este batalhão, segundo Embaló, é uma força republicana composta por diversas etnias e religiões, como Fulas, Balantas e Mandingas.

O Presidente da República também mencionou o caso dos juízes do Superior Tribunal Militar, confinados no Estado-Maior General das Forças Armadas após emitirem um Acórdão que determinou a libertação dos prisioneiros envolvidos no golpe de Fevereiro de 2022.

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Além disso, Sissoco Embaló revelou que agentes do Serviço de Informação de Estado têm sido enviados a mesquitas e igrejas para gravar cultos e sermões dos imames e padres, respectivamente, como parte das suas actividades de vigilância.

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