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Quénia brilha nos jogos olímpicos de Paris e destaca-se entre os países africanos

O Quénia destacou-se como o país africano com melhor desempenho nos Jogos Olímpicos de Paris, conquistando um total de 11 medalhas, o que lhe garantiu o 17.º lugar na classificação geral.

O país arrecadou quatro medalhas de ouro, duas de prata e cinco de bronze, superando os seus concorrentes africanos.

A Argélia seguiu com três medalhas, sendo duas de ouro e uma de bronze, o que lhe rendeu o 39.º lugar na classificação geral.

A África do Sul, embora tenha conquistado mais medalhas do que a Argélia, terminou na 44.ª posição devido à menor quantidade de medalhas de ouro, reavivando o debate sobre o que é mais valioso: a quantidade total de medalhas ou a quantidade de ouros.

O Quénia também se destacou ao ocupar o terceiro lugar na lista de países com um Produto Interno Bruto (PIB) inferior a 10.000 dólares, ficando atrás apenas do Uzbequistão e da Ucrânia.

Um momento curioso da participação africana ocorreu na maratona feminina deste fim-de-semana, onde Sifan Hassan, da Holanda, levou o ouro. Tigist Assefa, da Etiópia, ficou com a prata, e Hellen Obiri, do Quénia, conquistou o bronze.

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Sifan Hassan, nascida na Etiópia, imigrou para a Holanda aos 15 anos, adquirindo a nacionalidade holandesa em 2013. Este facto levou muitos etíopes a reivindicarem Hassan como sua, alegando que a Etiópia, de certa forma, conquistou tanto o primeiro quanto o segundo lugar na maratona feminina.

No quadro geral de medalhas, os Estados Unidos foram os grandes vencedores, com um total de 126 medalhas, das quais 40 foram de ouro, 44 de prata e 42 de bronze. A China seguiu em segundo lugar, com 91 medalhas (40 de ouro, 27 de prata e 24 de bronze).

O Japão ficou em terceiro lugar, com um total de 45 medalhas, enquanto a Austrália e a França ocuparam o quarto e quinto lugares, respectivamente, com 53 e 64 medalhas. A classificação, no entanto, favoreceu o Japão devido às suas 20 medalhas de ouro, comparadas com as 18 da Austrália e as 16 da França.

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