A segunda fase da greve geral em Angola, encerrada na terça-feira, contou com uma adesão significativa, de acordo com as centrais sindicais angolanas, que pediram aos trabalhadores que não celebrassem o Dia Internacional dos Trabalhadores, observado.
Em comunicado de imprensa, as centrais sindicais, que têm demandado ajustes salariais desde setembro do ano passado, agradeceram aos trabalhadores pelo “sacrifício” e pela resistência a “todos os atos de intimidação e chantagem emocional”, destacando que essa é uma reivindicação “em prol da sobrevivência da família de cada um”.
No documento, as centrais sindicais expressaram sua total disposição para continuar negociando com o Governo e encontrar consensos diante das preocupações contidas na pauta de reivindicações, que está em negociação desde dezembro de 2023.















