O Hospital de Referência da Universidade Kenyatta anunciou a demissão de cerca de 100 médicos que estavam em greve há quase um mês. A administração justificou a decisão afirmando ter contratado novos profissionais para substituir os grevistas.
A paralisação dos médicos em todo o Quénia teve início em meados de março, quando profissionais de saúde de todo o país protestaram exigindo melhores salários e condições de trabalho.
No domingo passado, o Presidente queniano, William Ruto, finalmente se pronunciou sobre a greve, declarando que não havia fundos disponíveis para atender às demandas salariais dos médicos em greve.















