O ciclone Gamane deixou um rasto de destruição em Madagáscar, resultando em 18 mortes e forçando mais de 20.000 pessoas a abandonarem as suas casas. Inicialmente previsto para passar ao largo da ilha, o ciclone mudou de direção, atingindo o norte do país com ventos violentos e chuvas torrenciais.
Os efeitos devastadores do ciclone foram agravados pelo seu movimento lento, que provocou inundações generalizadas e deslizamentos de terra. Árvores foram derrubadas e aldeias inteiras foram inundadas pelas correntes de água. O desastre resultou em várias mortes, incluindo afogamentos e vítimas de desabamentos de casas e quedas de árvores.
Segundo o Gabinete Nacional de Gestão de Riscos e Catástrofes, mais de 20.000 pessoas foram deslocadas devido ao ciclone, enquanto mais de 5.000 casas foram afetadas. Muitas estradas e pontes ficaram submersas, isolando algumas áreas do país e dificultando os esforços de socorro.
Nos locais afetados, os residentes enfrentam escassez de alimentos e água potável, necessitando urgentemente de assistência humanitária. Após causar estragos em Madagáscar, o ciclone Gamane foi reclassificado como tempestade tropical e dissipou-se na região, de acordo com os meteorologistas.
A temporada de ciclones no sudoeste do Oceano Índico, que geralmente ocorre de novembro a abril, continua a representar uma ameaça para as áreas costeiras da região, com uma média de 12 fenómenos por ano.















