
O Equador está planejando perdoar até 2.000 presos a fim de aliviar a superlotação em seus centros de detenção, depois que 118 detentos morreram e outros 79 ficaram feridos nesta semana no pior motim penitenciário do país, afirmou uma autoridade prisional na sexta-feira.
Bolivar Garzón, diretor da autoridade penitenciária SNAI, disse que o governo pretende priorizar idosos, mulheres e presidiários com deficiência e doenças terminais para conceder o perdão, após os confrontos de terça-feira na Penitenciária del Litoral, na cidade de Guayaquil.
Garzón disse que o motim, o mais recente em uma onda de violência nas prisões do país andino, foi desencadeado por “uma batalha pelo controle de grupos do crime organizado”. Outros tumultos deixaram 79 mortos em fevereiro e 22 em julho deste ano.














