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Biden recebeu os corpos de militares mortos no Afeganistão em meio a muitas críticas

Em meio a um silêncio apenas interrompido pelo choro dos familiares, Joe Biden recebeu no domingo (29) os corpos dos 13 militares americanos mortos em um ataque em Cabul, uma cerimônia difícil para um presidente fortemente criticado por sua gestão da crise afegã.

Um após o outro, os caixões foram depositados na pista do aeroporto da base militar de Dover, Delaware, diante do presidente e sua esposa Jill.

Com a mão no coração, o presidente observou a descida de cada um dos caixões carregados pelos soldados em direção aos veículos, às vezes baixando a cabeça em meditação.

Sob um céu pesado, vestido de preto, o casal presidencial estava acompanhado pelo chefe do Pentágono, Lloyd Austin, o secretário de Estado, Antony Blinken, o chefe do Estado-Maior, general Mark Milley e outros oficiais militares seniores.

As famílias estavam distantes, protegidas das câmeras. Pouco antes da cerimônia, a delegação embarcou no enorme avião militar C-17 que transportava os 13 caixões para uma breve oração fúnebre particular, informou a Casa Branca.

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Duas das treze famílias solicitaram que a descida dos restos mortais de seus respectivos entes queridos não fosse filmada. Cinco dos 13 soldados mortos tinham 20 anos, a duração da guerra mais longa travada pelos Estados Unidos, lançada em 2001 no Afeganistão.

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