Sem dinheiro e já com todos os seus bens esgotados, famílias afegãs estão a vender os seus filhos para pagar dívidas. Situação agravou-se ainda mais com a tomada do país pelo regime talibã. ONU pede ajuda urgente.
No Afeganistão, o futuro não é promissor. Depois de duramente atingido por uma seca prolongada, o país tem tido dificuldade em erguer-se depois da chegada ao poder do regime talibã, no passado mês de agosto. Enquanto o país continua a lutar pelo reconhecimento internacional, a economia está cada vez mais fragilizada – e são os mais pobres que pagam o preço mais alto.
Mohammad Ibrahim, residente em Cabul, é um dos muitos afegãos que entregou a sua filha Jamila, de sete anos de idade, para pagar a dívida da família. “Uma pessoa chegou e disse-me que ou eu pagava a dívida ou ele “reduziria a minha casa a cinzas”, acrescentando que lhe foi dada também a opção de “entregar” a sua filha como pagamento.
A tarifa de transporte de passageiros, na cidade de Maputo, poderá ser agravada entre dois e três meticais, dependendo da distância, segundo o consenso alcançado, na auscultação pública sobre a revisão do custo do “chapa” na região metropolitana do Grande Maputo.
O Conselho Municipal de Maputo (CMM) propunha um agravamento da tarifa entre dois e três meticais e a Federação Moçambicana dos Transportes Rodoviários (FEMATRO) defendia cinco meticais para todos os destinos.
O representante da Agência Metropolitana de Transporte, Elídio Matsena, sugeriu gradualismo para não sufocar as contas dos munícipes, tendo em consideração a sua situação salarial, porém vingou a proposta do CMM.
Baptista Matavel apelou, porém aos munícipes para compreenderem a proposta de agravamento da tarifa de transporte de 10 para 12 meticais e de 12 para 15 meticais, “uma vez que nos debatemos com o aumento dos custos de operação e a Covid-19 afectou negativamente o sector”.
Por sua vez, os representantes dos munícipes pediram para que o reajuste das tarifas seja acompanhado pelo aumento da frota, para pôr fim às chamadas ligações.
O vereador do pelouro de Mobilidade, Transporte e Trânsito, no CMM, José Nicols, reconheceu que o Grande Maputo não tem conseguido satisfazer a demanda em transporte público, apesar do aumento da frota de autocarros nos últimos anos.
Acrescentou que tal se deve à falta de renovação da frota, aliada à tarifa social praticada, a insuficiência de recursos financeiros, incluindo a deficiente qualidade de infra-estruturas.
Nicols referiu ser necessário reajustar a tarifa do transporte para tornar a operação sustentável, nomeadamente a colecta de receitas e a cobertura dos custos operacionais.
Construção da futura centralidade de Cabinda obriga o governo provincial a demolir casas dos moradores, alegando que terreno é do Estado. Os residentes falam em má-fé do Estado ao derrubar as suas casas sem aviso prévio.
O governo provincial de Cabinda está a ser acusada pelos populares locais de demolir as suas casas, sem um aviso prévio, para construir a futura centralidade da província. As autoridades de Cabinda alegam que o terreno é do Estado angolano.
O caso mais recente aconteceu na localidade do Chibodo, onde o Estado demoliu estruturas residenciais, reservatórios de água e muros de vedação erguidos em terrenos reservados para o Projeto da Centralidade de Cabinda.
Se por um lado, alguns residentes levam muito tempo para erguer um empreendimento ou mesmo uma casa devido às condições económicas e financeiras, por outro, há pessoas que se sentem injustiçadas por serem obrigadas a abandonar as moradias que conseguiram construir.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, defendeu um forte compromisso político dos governos africanos com a conservação marinha, alertando para os impactos da insegurança marítima no ecossistema dos oceanos.
“As atividades criminosas, tais como a pirataria e o tráfico, representam um potencial entrave ao uso sustentável dos recursos da economia azul”, declarou Filipe Nyusi, na abertura da 2.ª Conferência Internacional Crescendo Azul, que decorre entre quinta e sexta-feira na província de Inhambane, sul de Moçambique.
Para o chefe de Estado moçambicano, a adoção de um quadro legal regional é fundamental para o contexto africano, uma estratégia que garanta mecanismos de proteção da vida marinha e uma exploração sustentável dos recursos oceânicos de forma regional.
Dos 54 países que compõem o continente africano, 38 são costeiros, o que coloca o continente como um dos principais interessados na proteção dos oceanos.
Para o chefe de Estado, a adoção de uma estratégia para o controlo da área marítima é fundamental para qualquer estratégia e Moçambique deu um passo importante quando decidiu elaborar o Plano de Situação para o Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional (POEM).
Entre outros aspetos, o mecanismo procura estabelecer um ordenamento marítimo e definir as linhas de jurisdição, respeitando os princípios da gestão e promovendo a exploração sustentável.
A 2.ª edição da Conferência Internacional “Crescendo Azul” arrancou ontem juntando mais de 1.500 pessoas em Vilanculos, na província de Inhambane, com o objetivo de promover uma economia baseada nos oceanos, debatendo mecanismos para a proteção da biodiversidade em Moçambique.
O evento, subordinado ao lema “Investir na saúde do oceano é investir no futuro do planeta”, tem como convidados de honra o chefe de Estado do Quénia, Uhuru Kenyatta, e o ministro do Mar de Portugal, Ricardo Serrão Santos.
Embora com baixos níveis de poluição, Moçambique, com uma costa de cerca de 2.700 quilómetros, está entre os países mais vulneráveis às alterações climáticas, enfrentando ciclicamente cheias e ciclones tropicais.
Este contexto coloca o país entre os mais interessados em travar o aquecimento global, a subida dos oceanos e a proliferação de eventos meteorológicos extremos.
Sentença de morte passou a pena de prisão perpétua.
O governador do Oklahoma, Kevin Stitt, concedeu perdão a Julius Jones, homem que tinha agendada, para quinta-feira, a sua execução com uma injeção letal.
O governador transformou a sua sentença de morte numa pena de prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional. Julios Jones é acusado da morte de uma pessoa em 1999, crime que alega não ter cometido.
A execução do homem estava marcada para as 16h, mas cancelada pouco tempo antes. O governador tomou esta decisão após uma “consideração fervorosa e após a revisão das provas apresentadas por todos os lados deste caso”.
Após a decisão, a advogada de Julius, Amanda Bass, considerou a decisão do governador “um passo importante para restaurar a fé pública no sistema de justiça criminal, garantindo que o Oklahoma não executa um homem inocente”.
Governo anunciou em Glasgow que antecipou de 2030 a 2028 a sua meta de acabar com a desflorestação ilegal na Amazónia.
A Amazónia brasileira perdeu 13.235 quilómetros quadrados de cobertura vegetal entre agosto de 2020 e julho de 2021, a maior área degradada para um período de doze meses dos últimos 15 anos, segundo dados oficiais da quinta-feira divulgados.
A extração madeireira na parte brasileira da maior floresta tropical do mundo no último ano foi 21,97% superior à registada no período homólogo anterior (entre agosto de 2019 e julho de 2020), quando atingiu 10.851 quilómetros quadrados, e não era tão elevada desde a contabilizada em 2006 (14.286 quilómetros quadrados), segundo dados do Instituto Nacional de Estudos Espaciais (INPE), órgão governamental.
A desflorestação aumentou até alcançar uma área semelhante à do Montenegro e é superior à de países como Qatar, Jamaica e Kosovo, apesar do discurso conservacionista que o Brasil levou este mês à 26.ª cimeira das Nações Unidas sobre alterações climáticas (COP26), em Glasgow, na Escócia, onde afirmou ter avançado no combate à exploração madeireira e nos seus esforços para reduzir as emissões de gases poluentes.
Imigrantes a caminho dos EUA se reúnem no sul do México
18/11/2021
REUTERS/Jose Torres
Grupos de imigrantes do Haiti e da América Central uniram forças, na quinta-feira, ao deixar Tapachula, uma cidade do sul do México, para seguir rumo à fronteira dos Estados Unidos.
Cerca de três mil imigrantes chegaram em grupos menores perto da fronteira sul do México com a Guatemala nas últimas semanas para descansar e depois continuar sua jornada para o norte, e são parte de uma caravana maior.
Cerca de 150 pessoas, a maioria do Haiti, reuniram-se em um parque entre o entardecer de quarta-feira e a manhã da quinta-feira para viajar ao norte.
Enquanto isso, membros de outra caravana de imigrantes também começaram a sair na quinta-feira de Tapachula, onde esperaram durante meses. Eles seguiam para Veracruz depois de combinarem pontos de encontro por meio de aplicativos de mensagens e redes sociais.
Autoridades norte-americanas prenderam mais de 1,7 milhão de imigrantes na fronteira EUA-México no atual ano fiscal, o maior número já registrado.
A província da Colúmbia Britânica, no Canadá, declarou o estado de emergência na sequência da tempestade que no início da semana provocou inúmeras inundações e deslizamentos de terra, isolou populações e cortou os acessos ao maior porto do país, em Vancouver.
Na quinta-feira, as autoridades contabilizavam pelo menos uma morte e temiam que a situação se agravasse. O primeiro-ministro, Justin Trudeau, já prometeu ajuda do governo central.
O chefe do governo da Colúmbia Britânica, John Horgan, descreveu a tempestade como a maior calamidade em 500 anos. Em Tulameen, no nordeste de Vancouver, estavam isoladas cerca de 400 pessoas, muitas sem energia. Em Hope, a 160 km de Vancouver, um quarto dos 6000 residentes ficaram desalojados e a comida começa a escassear.
Em Abbotsford, agricultores desesperados usaram barcos e motos de água para tentar resgatar vacas ameaçadas pelas cheias, mas milhares de animais acabaram por morrer.
Especialistas de várias áreas da saúde e políticos voltam a reunir-se hoje para avaliar a evolução da pandemia da Covid-19, numa altura em que se regista um aumento de infeções em Portugal e na Europa.
Esta reunião na sede do Infarmed, em Lisboa, foi convocada pelo primeiro-ministro, António Costa, que já avançou não antever a necessidade de adotar medidas de controlo da pandemia que impliquem um novo estado de emergência.
Agendada para as 15h00, a reunião contará também, pela parte política, com a participação do chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, do presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e de membros de partidos com representação parlamentar.
Da parte dos especialistas, Pedro Pinto Leite, da Direção-Geral da Saúde, apresentará a situação epidemiológica no país e na Europa, seguindo-se uma apresentação de Henrique Barros, do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, sobre a forma como a pandemia evoluiu.
Na quinta-feira, Portugal registou 2.398 novos casos de infeção e 12 mortes e estavam internados em enfermaria 523 doentes e 72 nas unidades de cuidados intensivos. Em 14 dos 18 dias deste mês, o país registou um número diário de novas infeções superior a mil.
Inicia, esta sexta-feira em todo o país, a terceira fase do processo de selagem de cervejas e outras bebidas alcoólicas.
O Governo reitera o compromisso em continuar a trabalhar com a Associação dos Produtores e Importadores de Bebidas Alcoólicas (APIBA) com vista a superação dos desafios do sector, devido aos impactos negativos da covid-19.
A directora do Comércio Interno no Ministério da Indústria e Comércio, Zulmira Macamo, aponta o contrabando, a concorrência desleal e a contrafacção como principais preocupações do executivo para o sector de bebidas alcoólicas no país.
A Directora do Comércio Interno no Ministério da Indústria e Comércio falava, na quinta-feira, em Maputo, na cerimónia de tomada de posse dos órgão sociais da Associação dos Produtores e Importadores de Bebidas Alcoólicas.
O Presidente da APIBA, Hugo Gomes, apontou, na ocasião, a terceira fase do processo de selagem de bebidas alcoólicas, que arranca, esta sexta-feira, como principal desafio da sua direcção.
Entretanto, o processo de selagem de bebidas alcoólicas, está a ser contestado pelas principais cervejeiras no país, alegadamente por elevar os custos de produção.
Bispo Gonçalves e advogado David Mendes discutem e só não chegam a vias de facto devido à intervenção policial. Religiosos brasileiros da Igreja Universal são acusados de associação criminosa e branqueamento de capitais.
Quatro dirigentes da ala brasileira da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) começaram a ser julgados na manhã da quinta-feira (18.11) no Tribunal Provincial de Luanda.
O ex-representante máximo Honorilton Gonçalves da Costa [o bispo Gonçalves], o ex-diretor da Record TV África, Fernando Henrique Teixeira, o bispo António Correia da Silva e o pastor Valdir Sousa dos Santos são indiciados pelos crimes de associação criminosa e branqueamento de capitais.
Momentos antes da sessão e na presença de agentes policiais, David Mendes, advogado de acusação, e Honorilton Gonçalves, ex-presbítero-geral da IURD em Angola, trocaram farpas e só não chegaram a vias de facto devido à pronta intervenção da polícia.
Mas o bispo Honorilton Gonçalves assegurou que apenas cumprimentou David Mendes e, logo a seguir, disse que não era nenhum criminoso, em resposta a um comentário que, dias antes, o advogado da ala angolana havia feito numa estação televisiva de Angola.
Já na sala de audiência, Tutti António, juiz da causa, pediu calma aos arguidos e aos demais envolvidos no processo para evitar o pior.
A província de Manica, através da multinacional Westefália, com empreendimentos agrícolas nos distritos de Macate e Báruè, prevê exportar, até Dezembro próximo, mais de 300 toneladas de litchi para diferentes países da União Europeia.
A ser concretizada a referida meta, a província de Manica, considerada a maior produtora desta fruta, irá registar um aumento de 100 por cento nas exportações desta cultura, comparativamente à cifra do ano passado.
Os dados foram tornados público segunda-feira, no distrito de Báruè, na cerimónia de lançamento da primeira campanha de comercialização, cujo fomento conta com o envolvimento de empresas de capitais estrangeiros e nacionais.
A governadora da província de Manica, Francisca Tomás, que procedeu ao lançamento da campanha de comercialização da referida fruta, aponta como desafio do seu executivo a criação de condições para o agro-processamento daquela cultura, cujos índices têm vindo a crescer a cada campanha.
Segundo a governante, com a campanha pretende-se, por um lado, estimular o aumento da produção da cultura de litchi e dos seus derivados e, por outro, incentivar os produtores dos sectores familiar e privado a aumentar a sua renda, apostando numa produção sustentável que assegure a harmonia entre a acção humana e a natureza, sem comprometer a qualidade de vida das gerações vindouras.
Francisca Tomás disse ser um evento de capital importância, pois representa a materialização dos objectivos estratégicos plasmados no Programa Quinquenal do Conselho Executivo Provincial 2020-2024, que pretende assegurar a transformação e modernização da produção e dinamizar a comercialização agrícola, como forma de garantir o escoamento da produção das zonas de produção para as de consumo.
Realçou que a comercialização do produto desempenha um papel importante na economia da província e do país, pois constitui uma das principais fontes de geração de rendimento da população nas zonas rurais, onde a principal actividade económica é a agricultura.
Além disso, segundo aquela dirigente, a cultura de litchi é uma das actividades impulsionadoras da ligação de mercados, dinamizando os sectores das estradas, transporte, finanças, energia, indústria, entre outros. “Neste âmbito, tendo em conta as potencialidades que a província dispõe na produção da litchi, um dos desafios que temos é o agro-processamento, que vai conferir uma mais-valia e elevar os padrões de qualidade exigidos pelo mercado”, disse a governadora de Manica.
Frisou que o processamento vai assegurar a comercialização da litchi, através dos seus derivados, nomeadamente sumos, refrigerantes, vinhos, entre outros produtos.
Disse ainda que que a litchi produz fármacos. Aliás, segundo a governante, estudos mostram que o fruto tem potencial para o tratamento de febres, alivia a tosse, problemas do fígado e estômago, dores de garganta, entre outras enfermidades ligeiras.
Apesar de ser um fenómeno ainda muito recente, a verdade é que a popularidade e busca por Bitcoin e toda a indústria de criptomoedas tem subido em Moçambique, mas também um pouco por toda a África. Sendo esta uma tecnologia potencialmente revolucionária sobre a forma como transacionamos o nosso dinheiro e até investimos, a verdade é que a procura pelos cidadãos por esta alternativa, como é a Bitcoin, poderá ser a solução que muitos esperavam há algum tempo.
Estando neste momento presente em centenas de lojas, casinos online, como é o caso do Bitcasino.io e até mesmo para conseguir receber ou enviar dinheiro na rede blockchain para qualquer parte do mundo, a usabilidade da Bitcoin e criptomoeda está em crescente. De tal forma que existem já países não desenvolvidos a aceitarem a Bitcoin como sendo uma moeda oficial, como foi o caso recente de El Salvador.
Numa fase que, infelizmente, ainda uma percentagem substancial de moçambicanos tem dificuldades em ter uma conta bancária ativa ou no acesso a esta, de facto as criptomoedas, coroada pela Bitcoin, poderá responder às necessidades e muitos estes. Também por isso a procura por esta criptomoeda, enquanto solução para vários problemas nos pagamentos e gestão económica da população, está a popularizar tanto a Bitcoin em Moçambique e outros países africanos.
Quais são as maiores vantagens da Bitcoin em Moçambique
Para se perceber o motivo para a Bitcoin já ser considerada por muitos especialistas como sendo a moeda do futuro – tendo até o poder de poder substituir as moedas nacionais – é preciso entender a sua construção e o que esta entrega para todos os seus utilizadores. Por isso mesmo, vamos agora proceder às principais características que fazem com que a Bitcoin seja tão popular, um pouco por todo o mundo:
Maior liberdade e privacidade financeiras – com a sua carteira de Bitcoin já não terá que se preocupar em informar os Bancos ou até esperar vários dias para que a sua transferência seja enviada ou recebida.
Custos de transações muito menos elevados – quer sejam transferências entre pessoas do mesmo país ou então transferências internacionais, os custos de transação com a Bitcoin são muito mais reduzidos, do que nos Bancos.
Acesso facilitado às suas criptomoedas – ao invés de ter que criar uma conta bancária, apenas teria que ter a chave da sua carteira de Bitcoin, armazenando assim a criptomoeda.
Combate a inflação e natural desvalorização da moeda – como a Bitcoin não está a ser imprimida, a verdade é que manter a Bitcoin não irá representar uma desvalorização tão grande, quanto se mantivesse o dinheiro parado na sua conta bancária.
Facilidade nos pagamentos – com a tecnologia blockchain, todos os pagamentos não passam por ninguém, funcionando em blocos. Ou seja, a segurança é total e os pagamentos feitos em menos de 10 minutos.
Governo moçambicano já tem planos para Bitcoin no país?
Por ser ainda um mercado muito recente e aonde as regulamentações ainda não foram acertadas por todos os países, mesmo nos mais ricos e desenvolvidos, não será de esperar que, num curto prazo de tempo, as Autoridades do país avancem para um mercado legislado ou regulado da Bitcoin, mas também de todas as outras criptomoedas.
Porém, a sua usabilidade, vantagens e maior democratização no acesso a pagamentos e manutenção do seu património em carteiras que apenas a pessoa detentora poderá deter, fazem com que cada vez mais dos nossos cidadãos se interessem por tudo o que a Bitcoin representa. Contudo, será que grandes lojas nacionais vão conseguir dar o passo em frente e começar, desde já, a aceitar pagamentos através de Bitcoin e outras criptomoedas, como já acontece em vários países?
O Lycée Français International Gustave Eiffel, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Actividades Extracurrilares. Saiba mais.
O presidente Joe Biden proibiu a entrada nos Estados Unidos do mandatário da Nicarágua, Daniel Ortega, de sua vice e esposa, Rosario Murillo, e de uma série de ministros do país latino-americano.
A decisão foi tomada na terça-feira (16), pouco mais de uma semana depois da reeleição de Ortega para seu quarto mandato consecutivo, vitória conquistada após a prisão de sete possíveis candidatos da oposição.
Segundo o presidente americano, as ações “autoritárias e antidemocráticas” do regime nicaraguense “aleijaram o processo eleitoral” e tiraram o direito do povo de “escolher seus líderes em eleições livres e justas”. (ANSA).
Nas últimas 24 horas, a Alemanha registou um novo máximo, tendo notificado mais de 65 mil novos casos (65.371) por Covid-19. O país registou ainda mais 264 mortes, segundo os dados revelados na quinta-feira pelo Instituto Robert Koch.
A incidência cumulativa a sete dias continua a aumentar, fixando-se hoje nos 336,9 casos por 100 mil habitantes. Para efeitos de comparação, no dia anterior tinham sido registados 319,5 e há uma semana 249,1.
Desde o início da pandemia, o país totaliza 5.195.321 casos de infeção e 98.538 óbitos.
As autoridades turcas prenderam um suspeito “de grande interesse” no homicídio de Jovenel Moise, presidente do Haiti. O anúncio foi feito pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Claude Joseph, na segunda-feira.
Moise foi assassinado com 53 anos, em casa, tendo a esposa ficado ferida no ataque, a 7 de julho de 2021.
Um grupo de mercenários colombianos foram considerados os principais suspeitos, mas ainda ninguém foi acusado do homicídio.
Handal, que estava a ser procurado pela Interpol, foi detido no aeroporto de Istambul, quando estava a voar dos Estados Unidos para a Jordânia.
A Rússia está disposta a apoiar Moçambique na área da segurança, anunciou o vice-ministro Mikhail Bogdanov, à saída de um encontro com o primeiro-ministro moçambicano na terça-feira, anunciaram hoje os órgãos estatais.
Temos uma prática de cooperação com diferentes países na esfera da segurança”, nomeadamente ao nível da “troca de informações que pode prevenir ataques, capacitação militar dos quadros do Ministério da Defesa e Ministério do Interior”, disse o diplomata russo, citado pela Rádio Moçambique.
Bogdanov, que é igualmente representante especial do Presidente russo para África e Médio Oriente, classificou como séria a situação em Cabo Delgado.
Mercenários russos do grupo Wagner terão sido contratados em 2019 pelo Governo moçambicano para apoiar as forças armadas a combater a insurgência armada em Cabo Delgado, de acordo com diversos relatórios e fontes.
O Governo moçambicano nunca confirmou nem desmentiu a contratação de forças de segurança privadas, justificando-se no parlamento com o “caráter sensível” do tema.
Bogdanov defendeu a importância de países africanos como Moçambique lançarem iniciativas próprias em fóruns internacionais, especialmente ao nível das Nações Unidas, sobre as suas “necessidades reais” para o combate ao terrorismo.
Os Serviços de Radiologia do Hospital Central de Nampula (HCN) ressente-se da falta de equipamento para realizar diagnóstico de Raio-X a pacientes que contraem lesões, inflamações e alterações nos órgãos humanos.
Esta unidade hospitalar, por sinal a maior da região norte do país, também enfrenta défice de equipamento para proceder os trabalhos de ecografia, sobretudo para mulheres grávidas.
Por causa da situação, os pacientes que procuram estes serviços são obrigados a permanecer nas filas durante longas horas devido à morosidade que se verifica no atendimento, pois para o Raio-X estão disponíveis apenas dois aparelhos.
Nelson Muchanga, responsável dos serviços de Radiologia do Hospital Central de Nampula, explicou que sendo uma unidade sanitária de referência existe necessidade de se acrescentar mais aparelhos de Raio-X com vista a diminuir o tempo de espera dos paciente.
Reconheceu que há necessidade de se adquirir mais aparelhos de radiologia para que, com mais flexibilidade, possa ser dada resposta aos utentes destes serviços.
Entretanto, referiu igualmente que os equipamentos existentes usam um sistema tecnológico descontinuado, uma vez que os actuais aparelhos de radiologia estão equipados com meios modernos.
Diariamente a unidade de radiologia do Hospital Central de Nampula atende cerca de 200 pacientes.
São cada vez mais as crianças-soldado em campos de batalha, nomeadamente em Cabo Delgado, Moçambique. Iniciativa da UNICEF junto de militares pretende ajudar a resgatar e integrar estas crianças na sociedade.
Cem oficiais e sargentos moçambicanos estão a ser treinados para lidar com o crescente número de crianças-soldado em campos de batalha no norte e noutros conflitos em Moçambique, disseram fontes oficiais.
A iniciativa, inserida no programa “Prevenir utilização de crianças-soldados em Moçambique”, do Fundo das Nações Unidas para a Criança (Unicef), foi lançada terça-feira (16.11) em Chimoio, Manica, centro de Moçambique.
O objetivo é especializar membros das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) no respeito, promoção e proteção dos direitos das crianças, sobretudo as envolvidas em conflitos em Cabo Delgado (norte), e nas províncias de Manica e Sofala, centro do país.
Segundo esta responsável, várias crianças são instrumentalizadas e usadas nos seus diferentes papéis, “no campo de batalha, como informadores, como carregadores de materiais”, sobretudo no conflito armado envolvendo terroristas em Cabo Delgado.
O Tribunal Supremo de Moçambique condenou Fernando Francisco Tsucana, ex-Vice-Comandante Geral da Polícia da República de Moçambique, pela prática de dois crimes de difamação...
Um impressionante acidente registado em Brisbane, Austrália, capturado por câmeras de segurança, mostrou um carro sendo lançado ao ar e atravessando um autocarro ....