No último dia 17, o Airbus A330-900 da Corsair decolou de Fort de France, na Ilha do Caribe, e tinha como destino o Aeroporto Orly, em Paris, na França. No entanto, o piloto passou mal quando a aeronave se aproximava do continente europeu e foi necessário realizar um desvio de rota.
O copiloto assumiu o controle do voo e declarou “mayday” (socorro). Na sequência, ele redirecionou a aeronave e pousou em segurança na ilha Lajes Açores, em Portugal.
Após 13 horas de atraso, a aeronave seguiu para Paris. A companhia Corsair não informou detalhes do que ocorreu e causou o mal-estar do piloto. A BEA (um órgão de investigação francês) investiga o caso.
Declarou Tom Tugendhat, presidente da comissão parlamentar dos Negócios Estrangeiros.
Quando os ocidentais ameaçam os dirigentes russos com sanções inéditas se invadirem a Ucrânia, organizações não governamentais (ONG) e um parlamentar britânico alertaram para o dinheiro russo com origem criminosa, que infiltra o mercado financeiro e imobiliário britânico.Estimou que os fundos colocados em “contas e propriedades em Londres são utilizados para minar a segurança do Reino Unido”, citando em particular a morte do ex-espião russo Alexandre Litvinenko, envenenado com polónio, em 2006, em Londres, depois de ter denunciado a corrupção e as ligações presumidas dos serviços de informações russos com o crime organizado.
Depois de anos de tensões elevadas com Moscovo, Londres assumiu uma posição muito ofensiva na crise focada na Ucrânia, acusando Moscovo de querer conquistar Kiev e aí instalar um governo pró-russo e enviando armas anticarro para o exército ucraniano.
Mas as autoridades britânicas são também acusadas de fechar os olhos sobre a origem de uma parte do dinheiro russo que aflui a Londres, que por vezes é designada como ‘Londongrado’, suspeito de ser oriundo de atividades criminosas e ser utilizado para comprar influência.
H+a oligarcas russos com importantes ativos e propriedades nos principais bairros londrinos.
Em novembro, Xi Jinping disse a Joe Biden que defender a independência de Taiwan era “como brincar com o fogo”.
O embaixador chinês nos Estados Unidos avisou que um apoio à independência de Taiwan poderá resultar em mais um conflito militar no mundo, uma ameaça que acompanha anos de tensão e corrida ao armamento no mar do sul da China.
Numa entrevista à rádio pública americana NPR, Qin Gang reafirmou que a questão de Taiwan é “a maior caixa de fósforos entre China e EUA” e disse que “se as autoridades taiwanesas, motivadas pelos EUA, continuarem no caminho da procura da independência, a China e os EUA irão muito provavelmente envolver-se num conflito armado”.
A metáfora da caixa de fósforos também não é recente. Em novembro, o presidente chinês Xi Jinping disse a Joe Biden, presidente americano, que defender a independência de Taiwan é “como brincar com o fogo”.
O aviso do embaixador está inserido na política chinesa de pressão mundial, na economia, na diplomacia e no mundo empresarial, para garantir que Taiwan não é reconhecido como um país e um território independente.
Xi Jinping tem continuamente reiterado a sua intenção de fazer Taiwan voltar à esfera de influência chinesa e reunificar assim as duas repúblicas chinesas, separadas desde a retirada de 1949.
Milhões de documentos preciosos e insubstituíveis podem ter sido danificados, devido à má digitalização, no incêndio ocorrido a 2 de Janeiro corrente, na Assembleia Nacional da África do Sul, na Cidade do Cabo.
Um relatório da investigação ao incêndio sugere que quase metade dos inúmeros documentos recuperados após o incêndio no Parlamento sul-africano são semi-legíveis ou completamente ilegíveis.
Contudo, em 2017 houve um processo de digitalização, mais tarde interrompido por razões ainda não claras. Por conseguinte, milhões de páginas de documentos na biblioteca da Assembleia Nacional continuaram por digitalizar, mas o projecto foi dado como concluído nos registros oficiais.
Há cerca de cinco anos que um projecto de digitalização do arquivo do Parlamento não é concluído e ao longo de dois anos uma empresa recebeu milhões de rands para digitalizar cerca de sete mil volumes de materiais, o equivalente a sete milhões de páginas de acordo com a News24.
Segundo a News24, grande parte dessa colecção era exclusiva do Parlamento e nenhuma outra loja de material de arquivo na África do Sul tem sequer uma cópia.
Dos registos considerados importantes, constam as deliberações do Parlamento, desde 1910. Os registros incluem relatórios governamentais não publicados, relatórios anuais, pesquisas e manuscritos, obras de arte, fotografias e mapas.
Filipe Nyusi e a sua homóloga da Tanzânia manifestaram na sexta-feira (28), a intenção de reforçar a cooperação na área militar para travar “com a maior rapidez possível” os ataques armados no norte do país.
O chefe de Estado moçambicano falava durante uma conferência de imprensa após conversações com a Presidente da Tanzânia, Samia Suluhu, em Pemba, província de Cabo Delgado, norte de Moçambique.
Filipe Nyusi considera que o encontro foi uma “oportunidade” para que se abordasse de forma “profunda” a situação “de segurança em Moçambique e também na Tanzânia”, dada a relação fronteiriça entre os dois países.
Pouco mais de 120 escolas, entre primárias e secundárias, acabam de receber diverso material de prevenção da Covid-19 para reforçar as acções do Governo visando o retorno seguro ao ensino e evitar a propagação desta pandemia, particularmente nas crianças.
Trata-se de escolas da cidade-capital do país e das províncias de Maputo, Cabo Delgado, Nampula, Niassa e Zambézia, numa iniciativa do Movimento de Educação Para Todos (MEPT), com o financiamento da União Europeia.
Na cidade e província de Maputo, por exemplo, foram abrangidas dez escolas primárias e secundárias ,que receberam 15 mil máscaras de protecção facial, 16 mil barras de sabão, 30 baldes com torneira, 150 litros de desinfectante e termómetros.
Quantidades similares destes materiais de prevenção foram distribuídas em cinco escolas, primárias e secundárias de igual número de distritos de cada uma das províncias de Cabo Delgado, Nampula, Niassa e Zambézia.
Pretende-se com esta iniciativa, segundo a directora executiva do MEPT, Isabel Francisco da Silva, apoiar os esforços do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano para garantir um regresso seguro dos alunos às aulas, cujo início está previsto para segunda-feira.
Para além de apoiar os estabelecimentos de ensino com material de prevenção, a iniciativa do MEPT ajuda na monitoria dos fundos alocados ao sector da Educação no âmbito da Covid-19, particularmente o financiamento da União Europeia.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um (1) Motorista de Entregas. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Procurement e Logística. Saiba mais.
A ONG italiana COSV – Coordinamento delle organizzazioni per il servizio volontario pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Engenheiro em Energias Renováveis. Saiba mais.
A COSV – Coordinamento delle Organizzazioni per il Servizio Volontario pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Liaison Officer. Saiba mais.
A Sociedade Económica de Produtores e Processadores Agrários (SEPPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Agro-Pecuária. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficiais Distritais de Apoio Psicossocial. Saiba mais.
O juiz do Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro Alexandre de Moraes determinou no final da quinta-feira (27) que o presidente Jair Bolsonaro deponha esta sexta à Polícia Federal (PF), num processo em que o governante é acusado de ter divulgado uma investigação sigilosa daquela corporação numa live com ataques à justiça eleitoral.
Bolsonaro tem feito de tudo para escapar a esse depoimento, e o magistrado, depois de lhe ter dado várias oportunidades de depor espontaneamente, decidiu obrigá-lo e determinou que o presidente compareça pessoalmente às 14 horas desta sexta na sede da PF em Brasília.
Na decisão, Alexandre de Moraes esclarece que um investigado ou arguido tem o direito ao silêncio e o privilégio de não produzir provas contra si mesmo, mas não pode, em hipótese alguma, recusar-se prévia e genericamente ao cumprimento de determinações judiciais, nem deixar de participar nas diligências determinadas. O magistrado deu vários prazos a Bolsonaro no ano passado para este escolher local e data para depor, mas o presidente nem se dignou a responder.
O processo em questão, um dos vários a que Jair Bolsonaro responde no STF e no TSE, Tribunal Superior Eleitoral, foi instaurado depois de o presidente, em Agosto passado, ter divulgado numa das suas lives documentos sigilosos relacionados a uma investigação da Polícia Federal sobre suspeitas de violação de urnas electrónicas nas eleições de 2018.
A Polícia Federal concluiu na investigação não ter havido qualquer violação das urnas, muito menos que qualquer resultado tenha sido adulterado, mas Bolsonaro, que tenta insistentemente provar aos seus eleitores que as urnas são facilmente violáveis e que está a ser preparada uma fraude para impedir a sua reeleição nas presidenciais de Outubro próximo, para tentar provar a sua tese conspiratória divulgou trechos do relatório fora de contexto.
Ante a vaga de indignação face à divulgação direcionada de trechos do relatório de uma investigação secreta, Bolsonaro veio a público dizer que “muita gente”, sem definir quem, já tinha tido acesso ao documento e que ele tinha-o até recebido pela internet e não usando o seu poder sobre a corporação.
O Supremo Tribunal, a pedido do TSE, principal alvo dos ataques de Bolsonaro na live, abriu a investigação contra o presidente por divulgação ilegal de documentos oficiais e começou a oferecer prazos para que o governante se explicasse, mas nenhum deles foi respeitado pelo chefe de Estado, que trava uma queda de braço com o STF desde o início do seu mandato, em 2019, acusando a instância máxima da justiça do país de estar a tentar impedí-lo de governar e a tentar limitar os seus poderes.
Pelo menos uma pessoa morreu e outras 24 ficaram feridas em ataques perpetrados contra as forças militares e policiais em várias regiões da Colômbia, durante os últimos dois dias, informaram as autoridades.
O maior ataque ocorreu na manhã de hoje contra a base militar 27, do Batalhão de Infantaria n.º 14 Capitão Antonio Ricuarte, que está localizada no município de Aguachica, no departamento Cesar (norte), detalhou numa nota o Exército.
Naquela base, foram ouvidas quatro detonações, aparentemente de ataques de granadas, que deixaram dois soldados com ferimentos graves que foram transferidos para o Hospital Aguachica e outros 18 com ferimentos leves, que foram atendidos dentro da mesma unidade militar.
Por outro lado, o Comando da 10.ª Brigada do Exército indicou que a base militar de Chiriguaná, também em Cesar, foi atacada foi artefactos explosivos, onde morreu o soldado Faider Martínez Gómez.
Também um polícia ficou ferido com estilhaços e foi levado para uma unidade médica em Chiriguaná, para ser atendido.
Os guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional da Colômbia (ELN) assumiram hoje a autoria dos ataques e afirmaram que vão continuar “a combater a militarização de Catatumbo e das bases militares inimigas que abrigam tropas gringas [militares norte-americanos] para reprimir a população fronteiriça”.
Em comunicado divulgado pelos seus canais oficiais, a Frente de Guerra Nordeste da ELN assegurou que esta manhã realizou “sete ataques simultâneos contra posições inimigas do Exército e da Polícia nos departamentos de Cesar e Norte de Santander”.
Um terceiro ataque foi perpetrado com explosivos contra o Batalhão de Infantaria n.º 15 General Francisco de Paula Santander, em Ocaña, no departamento de Norte de Santander (fronteira com a Venezuela), que deixou um ferido.
Nos departamentos de Cesar e Norte de Santander, contem crimes o ELN, o Clã do Golfo (principal quadrilha criminosa da Colômbia) e a Frente 33 dissidente das ex-FARC, que no ano passado atacou com tiros o helicóptero do Presidente colombiano, Iván Duque, quando se acercava do aeroporto de Cúcuta.
O general Omar Esteban Sepúlveda, comandante da Segunda Divisão do Exército, assegurou que a instituição “rejeita esses atos terroristas, covardes e violadores de todos direitos humanos e do Direito Internacional (DIH), que os bandidos do ELN têm realizado contra as tropas”.
A Tempestade tropical Ana matou pelo menos 18 pessoas e fez 99 feridos na sua passagem pelas zonas centro e norte do país, afectando mais de 45 mil pessoas, segundo um balanço preliminar divulgado ontem pelo (INGD).
O Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, trabalhou em Nampula, no quadro da monitoria das acções em curso para dar resposta e assistência humanitária aos afectados, tendo orientado para a necessidade de construção de infra-estruturas cada vez mais resilientes a eventos climáticos.
O Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, que ainda ontem terminou a visita de dois dias às zonas afectadas na província de Nampula, alertou sobre a importância de se aprimorar ideias que possam conduzir à adaptação às mudanças climáticas, pois o país continuará vulnerável a eventos extremos.
O governante insistiu que a aposta deve ser dada à resiliência, pois em todos os anos ocorrerão ciclones e outros desastres, por isso devem procurar-se recursos para se conviver com estes fenómenos com muita ênfase na prevenção e adaptação.
Entretanto, Paulo Tomás, porta-voz do INGD, indicou que “tivemos o registo de 18 mortos, sendo oito na Zambézia, quatro em Tete, três em Nampula e três em Manica. As causas dos óbitos variam, tendo sido umas por desabamento de parede (11 pessoas), afogamento (3), arrastamento pelas águas (1), queda de postes de energia (1) e as causas dos restantes dois casos ainda por confirmar.
Foram afectados, no global, 45.395 pessoas, sendo 25.259 na província de Nampula, 9956 na Zambézia, 3500 em Tete, 3350 em Manica, 2935 em Sofala e 395 no Niassa.
As autoridades ao mais alto nível estão a monitorar a evolução da situação ao mesmo tempo que prestam assistência humanitária imediata aos afectados. Para o efeito, foram abertos oito centros de acomodação (6 na Zambézia e 2 em Tete) que acolhem 4751 pessoas.
Estão a ser levadas a cabo acções de busca e salvamento em várias zonas sitiadas com recurso a barcos e drones pré-posicionados naquelas áreas.
No que se refere aos principais danos, o INGD aponta que foram destruídas 7315 casas parcialmente e 2756 totalmente e 391 ficaram inundadas. Doze unidades sanitárias foram danificadas e 137 escolas (346 salas de aula) sofreram com o impacto da tempestade, o que coloca 27.383 alunos em risco de não iniciarem o ano lectivo a 31 de Janeiro próximo.
A tempestade cortou várias estradas e algumas pontes, tornando-as intransitáveis, nas regiões centro e norte. Pelo menos 132 postos de transporte de energia eléctrica não escaparam das intempéries que fustigaram aquelas zonas. Cerca de 2550 hectares de áreas de cultivo foram perdidos.
A Rede Moçambicana de Defensores de Direitos Humanos denuncia ameaças contra o advogado João Nhampossa. A organização convida o Presidente Filipe Nyusi para um encontro para perceber as reais intenções dos ativistas.
O advogado e defensor dos direitos humanos João Nhampossa foi ameaçado e semanas depois o seu escritório foi alvo de assalto, denunciou na quinta-feira (27) a Rede Moçambicana de Direitos Humanos.
Os malfeitores roubaram um computador, telemóvel e alguns documentos, entre vários bens que estavam no escritório.
Para João Nhampossa, “parece que há um programa de ataque contra os defensores dos direitos humanos, contra os ativistas sociais, como que se eles estivessem a fazer um trabalho que perturba o desenvolvimento de Moçambique o que não é verdade”.
O advogado lembra o discurso do Presidente Nyusi no primeiro mandato que destacou de forma exaustiva a defesa dos direitos humanos que o causídico quer que se torne real.
O calendário normal das aulas poderá ser retomado no presente ano lectivo, com o alívio das medidas restritivas impostas pela pandemia da Covid-19.
Gina Guibunda, porta-voz do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH), referiu que a sua instituição está a debater essa possibilidade, porém, para que se efective, é necessário que todas as escolas tenham condições de prevenção da doença.
Acrescentou que o sector da Educação sempre trabalhou normalmente, pelo que não constitui dificuldade voltar ao modelo anterior. Precisou que o princípio da rotatividade nas aulas foi apenas um reajuste para evitar a propagação da doença mas, no geral, as escolas estão preparadas.
Guibunda frisou que o Governo aliviou algumas medidas, mas o sector da Educação e Desenvolvimento Humano precisa de se reorganizar para o regresso ao modelo anterior com segurança.
O Tribunal Judicial de Cabo Delgado condenou 22 indivíduos a longas penas de prisão por considerar comprovada a sua participação, ou intenção de participar, em atos de terrorismo.
A quarta secção do Tribunal Judicial da Província de Cabo Delgado deu como provado o envolvimento de 22 tripulantes de uma embarcação naufragada em 4 de junho de 2020 em Pemba, no crime de terrorismo.
Um grupo de 46 pessoas seguia a bordo de um barco que partiu de Memba, na província de Nampula, para o distrito de Mocímboa da Praia, província vizinha de Cabo Delgado, e naufragou ao largo da baia de Pemba. No acidente morreram 12 pessoas, das quais oito crianças.
Na altura, os jovens apreendidos afirmaram pretender pescar na região. A sentença lida pelo juiz da causa Zacarias Napatima, rebate esta alegação, chamando a atenção para o facto de se tratar de uma zona de guerra notória, na qual só entram militares “ou então, do outro lado, os terroristas”.
Quatro réus acusados de pertencer ao grupo de terroristas que desestabiliza o norte de Moçambique foram condenados à pena máxima de trinta anos. Dez arguidos foram condenados a 26 anos e seis meses.
Outros seis réus, menores de idade quando foram detidos, deverão cumprir 10 anos e seis meses de prisão. A ré Chamina Buana, que adoeceu durante o longo do período da detenção, será julgada em separado, por determinação do tribunal.
A Unicef defendeu na quinta-feira que os governos de todo o mundo devem fazer todos os possíveis para manter as escolas abertas, apesar do elevado número de infeções por covid-19 ligadas à variante Ómicron em vários países.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância, que desde o início da pandemia insiste na importância de as crianças poderem ir à escola de forma presencial, considerou que essa deve ser a prioridade também nesta fase.
Num comunicado intitulado “Não há desculpas, mantenha as escolas abertas, as crianças não podem esperar”, a diretora executiva da Unicef, Henrietta Forre, ressaltou que é necessário evitar “uma catástrofe” na educação.
Para isso, Henrietta Forre faz três grandes recomendações: manter as escolas abertas, vacinar os professores urgentemente e apoiar a vacinação dos alunos, mas sem pô-la como requisito para estar na sala de aula. Como sublinhou, apesar dos “desafios sem precedentes que pandemia da covid-19 está a criar aos sistemas educativos de todo o mundo”, é necessário fazer “todos os possíveis para manter as crianças nas escolas”.
De acordo com Unicef, estima-se que cerca de 616 milhões de crianças sejam atualmente afetadas pelo encerramento parcial ou total dos estabelecimentos de ensino. O organismo da ONU pede “ação decisiva para permitir que todas as crianças voltem à escola”, com especial atenção para os grupos marginalizados.
Em relação à vacinação, a Unicef implora que seja dada prioridade para a imunização dos educadores, ao mesmo tempo que apoia a vacinação dos alunos. Nesse sentido, salienta que a vacinação não deve ser um requisito para que as crianças regressem à escola, pois isso prejudica o acesso à educação e pode aumentar as desigualdades.
Uma coluna com centenas de camiões está a dirigir-se para Ottawa, em protesto contra a decisão do governo canadiano, que exige a vacinação contra a covid-19 aos camionistas que atravessam a fronteira com os Estados Unidos.
A manifestação chegou na quinta-feira a Toronto, a 450 quilómetros de Ottawa, e está a recolher o apoio de inúmeras pessoas, que acompanham a rota que está a ser percorrida, noticia a agência EFE.
Alguns membros do Partido Conservador do Canadá também manifestaram apoio a este protesto e descreveram o primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, como uma ameaça à liberdade.
A chegada da coluna de camiões a Ottawa culminará num protesto em frente ao parlamento, contra a vacinação obrigatória decretada aos camionistas que atravessam a fronteira em trabalho.
Canadá e Estados Unidos anunciaram há duas semanas que os camionistas que cruzam regularmente a fronteira para o transporte de mercadorias entre os dois países terão que estar vacinados. Até agora, estes profissionais estavam isentos da exigência de quarentena na chegada a cada um dos países.
Embora o ‘Comboio da Liberdade’ tenha passado pacificamente por muitas zonas do país, as autoridades temem que membros mais radicais, que se opõe à vacinação em geral e às medidas para conter a pandemia de covid-19, se junto a este grupo em Ottawa.
O chefe da polícia de Ottawa, Peter Sloly, alertou na quarta-feira que grupos nas redes sociais estão a “elaborar uma série de alegações que variam entre inofensivas e ameaçadoras”, o que leva as autoridades a estarem vigilantes.
A polícia está também em alerta para a possibilidade de encontros entre grupos a favor e contra a vacinação e medidas de combate à pandemia de covid-19. Estes camionistas manifestantes tiveram um apoio inesperado na quinta-feira, do empresário norte-americano Elon Musk, através da rede social Twitter.
O CEO da Tesla já tinha no passado apelidado como “facistas” as medidas dos Estados Unidos contra a covid-19.
Proteção Civil alerta para o risco de inundações na província de Sofala, porque as chuvas continuam a alimentar bacias hidrográficas.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) estima que “mais de 45.000 pessoas, incluindo 23.000 mulheres e crianças, precisem de assistência humanitária” em Moçambique, depois da passagem da tempestade Ana, desde segunda-feira.A população afetada vive nas províncias mais povoadas do país, ou seja, Nampula e Zambézia, e ainda em Tete, Niassa, Sofala e Manica, todas no norte e no centro.
De acordo com dados das autoridades locais e do Instituto Nacional de Gestão de Desastres (INGD), pelo menos 20 pessoas terão morrido com a tempestade, embora relatos da população nas zonas afetadas apontem para um balanço de vítimas ainda maior, por registar.
Citando dados do INGD, a agência das Nações Unidas anunciou hoje em comunicado que a tempestade “danificou quase 10.500 casas, bem como pontes, linhas elétricas, escolas, sistemas de água e instalações de saúde”.
Num balanço preliminar da Proteção Civil, foram atingidas 12 instalações de saúde e 346 salas de aula (137 escolas), “deixando 27.383 alunos sem um lugar para aprender, antes do novo ano letivo, que está previsto começar na segunda-feira”, alerta o UNICEF.
O Governo anunciou que vai colocar pontes metálicas provisórias para que seja retomada a circulação em duas importantes vias rodoviárias, sobre o rio Revuboé, na província de Tete, e sobre o rio Licungo, na Zambézia.
Entretanto, apesar de a tempestade Ana já ter passado, a Proteção Civil alerta: o risco de inundações persiste na província de Sofala, porque as chuvas continuam a alimentar bacias hidrográficas que ficaram acima dos níveis de alerta nos últimos dias.
Quantos explosivos você acha que consegue colocar nessa?”, perguntou um especialista em desarme de bombas ucraniano, mostrando uma coruja azul e amarela diante de alunos perplexos que participavam de simulações de emergência em sua escola em Kiev na quinta-feira.
Agentes de segurança organizaram o treinamento após uma série de ameaças falsas de bomba forçarem a desocupação de escolas da capital Kiev, e em outras cidades.
Kiev culpa a Rússia pelos falsos avisos, e acusa o país vizinho de já travar uma guerra híbrida contra seu ex-satélite soviético, enquanto ameaça uma invasão completa do país, acumulando mais de 100 mil soldados na fronteira ucraniana.
Autoridades russas culpam a Ucrânia por uma série semelhante de ameaças de bomba que forçaram a retirada de milhares de pessoas de escolas, shopping centers e jardins de infância russos. Após uma pausa, os avisos falsos na Rússia foram retomados conforme as tensões entre Moscou e Kiev aumentam.
Chama-se Paxlovid, é produzido pela Pfizer, e tornou-se na quinta-feira no primeiro antivírico em forma de comprimido para tratar a Covid-19 a receber autorização de comercialização nos países da União Europeia (UE).
Segundo a Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês), este medicamento está recomendado, nesta fase, para adultos que não precisam de oxigénio suplementar e que correm maior risco de desenvolver uma forma grave de Covid-19.
Um médico morreu e outros dois profissionais de saúde ficaram feridos após o ataque de um homem que acabou detido pela polícia japonesa perto de Tóquio, noticiaram os meios de comunicação social nipónicos.
A polícia conseguiu entrar na casa do suspeito, um homem com cerca de 60 anos, que mantivera um médico refém durante quase 12 horas em Fujimino, um subúrbio do noroeste de Tóquio, noticiaram os ‘media’ locais.
O médico de 44 anos morreu após ter sido transportado para o hospital em estado grave, disse o canal de televisão japonês NHK, que citou uma fonte policial. Três profissionais de saúde foram a casa do homem na quinta-feira à noite para apresentar condolências após a morte de um membro da família do indivíduo.
Um deles, um enfermeiro de cerca de 40 anos, foi baleado. Foi hospitalizado e encontra-se estável, acrescentou a NHK.
O INAM anunciou que o sistema meteorológico que se formou, na quarta-feira (26) ao longo da bacia do Sudoeste do Oceano Índico, evoluí para o estágio de Tempestade Tropical Moderada e foi baptizada com o nome de BATSIRAI.
Uma nota do INAM, refere que este fenómeno meteorológico ainda tem potencial para evoluir a Tempestade Tropical Severa.
O INAM, continua a monitorar a evolução deste sistema e apela a população para que continue a acompanhar a informação meteorológica e os avisos difundidos pelas autoridades nacionais competentes.
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