Um acidente de viação ocorrido no bairro de Tchumene, ao longo da Estrada Nacional Número 4 (N4), resultou em três feridos.
A colisão envolveu um autocarro de transporte público de passageiros, que seguia na direcção de Matola Gare para a Cidade de Maputo, e um mini-bus de passageiros que vinha da África do Sul, o qual colidiu com a parte traseira do autocarro.
De acordo com informações preliminares divulgadas pelo jornal Domingo, o acidente pode ter sido causado pelo excesso de velocidade da viatura que se deslocava da África do Sul. As autoridades estão a investigar as circunstâncias do sinistro e a prestar assistência às vítimas.
Um homem faleceu no bairro do Zimpeto, Cidade de Maputo, após ter consumido uma quantidade excessiva de aguardente, uma bebida alcoólica de fabrico caseiro.
Testemunhas relataram que a vítima, que sofria de hérnia e epilepsia, estava debilitada pela falta de alimentação e pelo frio intenso que afecta as cidades de Maputo e Matola, factores que podem ter contribuído para o triste desfecho.
Os que frequentavam o local, afirmam não saber o paradeiro da família do homem. As informações disponíveis indicam que ele era natural do distrito de Maganja da Costa, na província da Zambézia. Embora se saiba que tem um irmão a residir em Maputo, não se conseguiu estabelecer contacto ou localização deste familiar.
Após a ocorrência, o corpo da vítima permaneceu no local à espera da chegada das autoridades competentes.
Um ataque com drone contra um comboio de passageiros na região de Odessa, no sul da Ucrânia, resultou na morte de um maquinista e do seu ajudante, conforme anunciado pelo director das ferrovias nacionais ucranianas.
O comboio transportava 340 passageiros no momento do ataque, segundo informações reveladas pelo presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.
Zelensky reagiu ao incidente, afirmando que “diariamente, os russos põem em causa a vida de pessoas comuns”. O director das ferrovias, Oleksandr Pertsovsky, explicou que, segundo as informações iniciais, o ataque não deixou qualquer possibilidade de sobrevivência para a equipa de maquinistas.
Pertsovsky qualificou o ataque como “um ato horrível e quotidiano de terrorismo”, destacando que se trata de um ataque direccionado contra civis.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) anunciou a apreensão de 1,4 toneladas de fentanil no Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de Maputo.
A operação resultou na detenção de um cidadão moçambicano de 31 anos, apanhado em flagrante ao tentar levantar a substância ilícita.
Segundo o comunicado emitido pelo SERNIC e recebido pela redacção da Miramar, a acção foi desencadeada após um trabalho de inteligência criminal que identificou o desembarque de uma mercadoria suspeita proveniente de Campinas, São Paulo, Brasil, com escala em Luanda, Angola, e destino final à capital moçambicana.
A encomenda estava dividida em três lotes, que chegaram ao país entre os dias 01, 06 e 11 de Agosto de 2026.
As autoridades continuam a investigar o caso para determinar a origem da carga e possíveis cúmplices envolvidos na operação de tráfico.
As recentes chuvas que assolam a cidade de Xai-Xai resultaram em mais uma onda de destruição, deixando famílias em situação de vulnerabilidade no bairro 5 de Patrice Lumumba.
Pelo menos seis residências foram destruídas, forçando cerca de oito famílias a abandonar as suas casas devido a alagamentos severos e desabamentos.
De acordo com informações da Miramar, enquanto algumas famílias conseguiram escapar das zonas afectadas, outras permanecem nas suas habitações sob condições precárias. Uma das moradoras relatou que retirou os filhos de casa e, sem alternativa, foi obrigada a dormir sobre cadeiras para evitar o contacto com a água.
Os residentes expressaram a sua frustração, afirmando que este cenário se repete anualmente sempre que chove. Desde 2024, têm solicitado ao Conselho Municipal de Xai-Xai a atribuição de novos terrenos em áreas consideradas seguras, mas acusam as autoridades de não apresentarem soluções concretas, limitando-se a fazer promessas sem resposta efectiva ao problema.
Este acontecimento ocorre meses após a província de Gaza ter sido severamente afectada por cheias que devastaram principalmente a zona baixa de Xai-Xai, resultando em cerca de 15 mil habitantes afectados, com registo de mortes, destruição de residências e perda de bens.
Com o fim das cheias, a situação volta a ser alarmante, agora em zonas consideradas elevadas da cidade, onde as chuvas estão a provocar novas inundações e a obrigar famílias a abandonar as suas residências.
O seleccionador nacional de futebol de Moçambique, Chiquinho Conde, afirmou que é a favor da naturalização de atletas para integrar os “Mambas”.
Contudo, Conde sublinhou a importância de que este processo seja coordenado com a equipa técnica da selecção. Segundo ele, a naturalização deve ser feita de modo a garantir que os novos jogadores sejam uma mais-valia para a equipa.
“Não sou contra as naturalizações de jogadores, mas é preciso que este processo envolva a equipa técnica dos ‘Mambas’. Alguns naturalizados nem conhecem Moçambique, nunca comeram ‘xima’ e não sabem de nada do país”, expressou Conde, manifestando preocupação quanto à familiaridade dos atletas com a cultura moçambicana.
O seleccionador exemplificou casos positivos de naturalizações que ocorreram com a sua autorização, referindo-se a jogadores como Ricardo “Guima” Guimarães e Alfons Amad. “Eu conversei com esses jogadores e expliquei o que pretendia e eles mostraram-se disponíveis a vir representar a selecção”, acrescentou.
As declarações de Chiquinho Conde foram feitas recentemente durante a primeira edição da “Conversa com as Nossas Estrelas”, um ciclo de palestras que decorre na Redacção do jornal Notícias, inserido nas comemorações dos 40 anos do jornal Desafio, cuja efeméride será celebrada a 24 de Junho de 2027.
Os antigos escritórios da Visão Mundial, localizados no distrito de Marara, serão requalificados e transformados numa unidade sanitária nos próximos meses.
Esta nova infraestrutura irá beneficiar a população local e das áreas circunvizinhas, que actualmente percorre cerca de 30 quilómetros para aceder a serviços de saúde na sede distrital.
A confirmação da transformação foi feita hoje pelo governador da província de Tete, Domingos Viola, durante uma visita às instalações. O objectivo da visita foi verificar a condição da infraestrutura numa paragem pontual durante os trabalhos em curso no distrito. O governador anunciou que uma equipa técnica será enviada para avaliar as necessidades relacionadas com a requalificação, com a intenção de alinhar o projecto ao Plano Económico e Social de 2027.
“Estamos já a aproximar-nos de 2027. Em Janeiro poderemos iniciar as obras. Dispomos de edifícios que poderão albergar uma maternidade além de outros serviços básicos. Se conseguirmos assegurar um fundo antes de Janeiro, poderemos priorizar esta intervenção em prol das comunidades,” detalhou Domingos Viola.
De acordo com informações do “Notícias Online”, os antigos escritórios foram cedidos ao Governo pela Visão Mundial no ano passado, tendo sido solicitados com o intuito de potenciar o acesso aos cuidados de saúde na região.
O recém-designado Comissário Alto da África do Sul em Moçambique, JT Pitswane, apresentou formalmente um pedido de desculpas aos moçambicanos por recentes actos de xenofobia ocorridos no seu país. Durante uma cerimónia, Pitswane caracterizou os ataques como contrários aos laços históricos de amizade entre as duas nações.
Nos últimos meses, diversos cidadãos sul-africanos promoveram protestos anti-imigrantes que visaram africanos, incluindo moçambicanos. Os actos xenófobos, que têm-se repetido, tiveram como alvo principal africanos de pele negra.
Esta discriminação resultou em pilhagens, deslocações forçadas, assédio e violentos distúrbios em assentamentos informais. Milhares de moçambicanos foram forçados a abandonar os seus lares e meios de subsistência, enquanto outros se viram inseridos num ambiente de insegurança caracterizado por ameaças, agressões e destruição de propriedades.
Alguns partidos políticos sul-africanos, como o Action SA e o Inkatha Freedom Party, participaram também nas manifestações, justificando-as como protestos contra imigrantes indocumentados.
O pedido de desculpas de Pitswane foi feito durante uma cerimónia em que o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, recebia credenciais de novos diplomatas de oito países, num esforço para fortalecer a cooperação bilateral. Chapo, ao reagir ao gesto, afirmou que moçambicanos e sul-africanos “são uma única família, unidos por laços sociais, culturais e económicos profundos”.
O Presidente propôs a criação de um quadro organizado de gestão de fluxos laborais para evitar a migração ilegal, sugerindo a emissão de vistos temporários para trabalho sazonal, como a colheita agrícola. Esta medida permitiria que cidadãos moçambicanos se registassem previamente para trabalhar na África do Sul por um período específico, retornando a casa de forma legal, organizada e digna.
Durante a reunião, os dois países concordaram em intensificar o diálogo diplomático para garantir que os migrantes indocumentados possam deixar o território sul-africano em segurança e com pleno respeito pelos seus direitos humanos.
O encontro também abordou a próxima visita de Chapo a Durban, onde participará na Cimeira da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).
Além da África do Sul, Chapo recebeu as credenciais dos novos diplomatas de Cuba, Tailândia, Nigéria, Gana, Namíbia, Eslováquia e Dinamarca, reafirmando o compromisso de Moçambique em aprofundar as relações políticas, económicas e setoriais com estes parceiros.
Durante as audiências, o Presidente destacou sectores chave para investimento e troca de conhecimentos bilaterais, incluindo agricultura, gás natural, mineração, pescas, comércio, digitalização, integração regional e segurança, visando impulsionar o desenvolvimento económico e social em Moçambique.
A ponte sobre o Rio Metuchira, localizada no Posto Administrativo de Inchope, no Distrito de Gondola, na província central de Manica, foi reaberta após uma interrupção que durou cerca de 90 dias.
A interrupção foi motivada por problemas de assentamento ocasionados pela falha das lajes de transição da antiga estrutura. Moisés Dzimba, Delegado da Administração Nacional de Estradas (ANE) em Manica, informou que as obras de reabilitação tinham como objectivo restaurar a segurança e melhorar as condições de tráfego para os utilizadores da Estrada Nacional Número 6 (EN-6), uma via crucial que liga a região central ao interior do país.
“O trabalho incluiu a reconstrução das lajes de transição em betão armado, a reabilitação dos aterros, a colocação de uma superfície em betão betuminoso, a instalação de guardas e a reparação das bordaduras”, detalhou Dzimba.
Segundo o delegado, a reabertura da ponte não assinala o fim dos trabalhos na EN-6, uma vez que as intervenções continuarão em outros pontos que já apresentam sinais de deterioração ao longo da estrada. Locais identificados para intervenção incluem os quilómetros 122, 125, 127, 135 e 138, onde as obras estão agendadas para acontecer antes do início da próxima época chuvosa. “Esta medida visa reduzir o risco de agravamento de problemas estruturais existentes e prevenir novas interrupções numa via estratégica para o deslocamento de pessoas e mercadorias”, afirmou o delegado.
O Governo moçambicano admitiu a existência de fragilidades persistentes nos sistemas de monitorização e fiscalização do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS).
Tal revelação foi feita pelo porta-voz do Executivo, Inocêncio Impissa, em resposta a recentes denúncias sobre desvios de avultadas quantias de dinheiro.
Em causa está o desvio de aproximadamente 510 milhões de meticais, envolvendo quadros seniores da instituição, entre os quais se incluem o director geral, o director da Administração e Finanças, o chefe da Unidade Gestora Executora das Aquisições, bem como um empresário. Esta situação levanta preocupações significativas sobre a integridade das operações dentro do INSS.
Inocêncio Impissa assegurou que o Governo está a acompanhar de perto o desenrolar deste caso. A detecção de tais irregularidades tem sido possível graças à aplicação de sistemas de controlo mais rigorosos, que visam a protecção dos recursos do Estado e a promoção da transparência na gestão pública.
A situação sublinha a necessidade urgente de reforço nas estruturas de supervisão, a fim de assegurar que os fundos destinados à segurança social sejam devidamente utilizados e beneficiem os cidadãos moçambicanos em situação de vulnerabilidade.
A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) anunciou um significativo reforço das suas ligações aéreas, com a colocação de uma aeronave na cidade da Beira, na província de Sofala.
Esta medida faz parte de um plano de reestruturação da companhia e visa potenciar a conectividade aérea em todo o território nacional.
Segundo um comunicado oficial, a inclusão da Beira na rede doméstica da LAM é considerada estratégica, com o objectivo de aproximar diferentes regiões do país.
A companhia manifestou que esta operação não apenas facilitará a circulação de pessoas e bens, como também fortalecerá a sua capacidade operacional, respondendo assim às crescentes necessidades de mobilidade dos passageiros.
O primeiro voo interprovincial a partir da Beira está programado para as 12h00 no Aeroporto Internacional da Beira. A partir desta cidade, a LAM irá assegurar voos para Tete, Quelimane, Nampula, Pemba e Nacala, favorecendo ligações mais directas entre as várias províncias e promovendo a deslocação de cidadãos, empresários e outras partes interessadas.
Com esta nova fase, a LAM reafirma o seu compromisso com o desenvolvimento da aviação em Moçambique, contribuindo para a integração e o crescimento económico das regiões afectadas.
O Ministério da Saúde (MISAU) pretende recrutar uma (1) Empresa de Consultoria para Avaliação, Dimensionamento e Optimização da Infraestrutura de Conectividade de Internet e Segurança Digital do Ministério da Saúde. Saiba mais.
A Gold Travel and Tours, Empresa que actua no ramo de Viagens, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Motoqueiro, baseado na cidade de Maputo. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – MEAL – (Gaza – Mapai). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assessores Distritais (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal sete (7) Assessores Distritais (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal nove (9) Assessores Distritais (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Distrital (Fortalecimento dos Sistemas de Saúde e Reforço de Capacidades). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um(a) Consultoria de Consultor/a para Análise Institucional da Gestão Financeira, Controlo Interno, Gestão de Riscos e Fortalecimento da Função Financeira. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável – Supply Chain (Maputo). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Responsável de Desenvolvimento de Propostas de Programa. Saiba mais.
A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Oficial de Redução do Risco de Desastres e Adaptação as Alterações Climáticas. Saiba mais.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) deteve dois indivíduos envolvidos em distintas actividades criminosas na Cidade de Maputo. Um dos detidos é suspeito de fazer parte de uma quadrilha que planeava um rapto, acção impedida pelas autoridades.
Durante a operação, o SERNIC apreendeu diversas armas de fogo, um maçarico, 11 telemóveis, uma viatura ligeira, dois computadores portáteis, fardamento militar, bem como duas sacolas contendo cannabis sativa e outros materiais que supostamente seriam utilizados na execução do sequestro. As autoridades informaram que o principal suspeito estava em liberdade condicional desde 2019, após cumprir parte de uma pena de 16 anos por roubo à mão armada.
O indiciado do plano de rapto alegou que as armas pertenciam a um amigo que se encontra na África do Sul, e justificou a posse do maçarico e dos telemóveis com a sua actividade profissional como marceneiro e reparador de aparelhos electrónicos.
O número de fatalidades provocadas pelo terramoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10), subiu para 240, segundo informações das autoridades locais.
O tremor, considerado o mais severo da década no país, também deixou 2.595 feridos e causou a destruição de mais de mil moradias, com pelo menos 48 edifícios colapsados.
De acordo com um balanço preliminar da Associação Colombiana de Capitais (Asocapitales), que representa os governos das principais cidades do país, 181 das vítimas fatais foram registadas em capitais colombianas.
O terramoto ocorreu às 7h34, horário local, com epicentro próximo a San José del Palmar, no departamento de Chocó. O Serviço Geológico Colombiano informou que a profundidade do tremor foi de 110 km e classificou-o como o pior sismo da última década.
A força do terramoto resultou em desabamentos, danos estruturais significativos e interrupções em serviços essenciais, incluindo a paralisação de operações em sete aeroportos.
O presidente colombiano, Abelardo de la Espriella, declarou estado de desastre no país após uma reunião de emergência com a Unidade Nacional de Gestão de Riscos (UNGRD). O tremor foi sentido em várias cidades, incluindo Bogotá, Medellín, Cali, Pereira e Manizales, e chegou a ser percebido no norte do Brasil, com relatos de abalos em Manaus.
Além disso, o Serviço Geológico Colombiano monitorou 47 réplicas do tremor e alertou para a possibilidade de novas ocorrências.
Um incêndio ocorrido na balsa que fazia a ligação entre o Porto de Padangbai e o Porto de Lembar resultou na morte de uma jovem indonésia de 19 anos. As autoridades reportaram que 172 pessoas foram resgatadas com sucesso após o incidente.
Conforme avançado pelo Channel News Asia, este é o segundo acidente do tipo em poucos dias. No início deste mês, uma balsa também pegou fogo nas proximidades da ilha de Madura, resultando na morte de cinco pessoas.
O chefe do Escritório de Busca e Salvamento (SAR) de Mataram, Muhammad Hariyadi, confirmou que os passageiros foram resgatados por embarcações da agência de busca e salvamento, da Marinha da Indonésia e da balsa KMP Port Link.
As circunstâncias que rodeiam o incêndio estão sob investigação pelas autoridades competentes, na esperança de determinar as causas do acidente e evitar ocorrências semelhantes no futuro.
De acordo com um aviso hidrológico emitido hoje pela Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH), a previsão de chuvas moderadas nas próximas 24 horas eleva o risco de ocorrência de inundações e erosão nas áreas urbanas da região Sul do país.
A precipitação esperada varia entre 30 e 50 milímetros em 24 horas, podendo, em algumas localidades, ultrapassar os 50 milímetros, o que poderá resultar em inundações urbanas de magnitude moderada nas cidades de Maputo, Matola, Xai-Xai, Inhambane e Maxixe, devido à acumulação de águas pluviais.
Na cidade de Maputo, os bairros em risco incluem 25 de Junho, Magoanine, Maxaquene, Malhangalene, Polana Caniço, Hulene, Malhazine e George Dimitrov. Em Matola, os bairros de Khongolote, Boquisso, Machava, Matola Gare, Ndlavela e Zona Verde estão igualmente expostos ao risco. Xai-Xai apresenta perigo nas áreas de 1, 2 e 3, Praia de Xai-Xai e Patrice Lumumba, enquanto em Inhambane os bairros Muéle 1 e 2 estão em alerta. No Maxixe, as áreas de Eduardo Mondlane, Chambone, Mademo e Mabil foram igualmente identificadas como vulneráveis.
A DNGRH faz um apelo aos automobilistas para reduzirem a velocidade e evitem transitar por vias inundadas, a fim de prevenir acidentes. Recomenda ainda que as pessoas que se encontrem em zonas com risco de deslizamento de terra se retirem para locais seguros, seguindo as orientações das entidades competentes.
A DNGRH solicita à população que actue de forma preventiva, adoptando as medidas recomendadas, dado o risco de agravamento das condições nas áreas afectadas pelas chuvas.
A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) inaugurou na sua Faculdade de Ciências, a Sala do Futuro, um espaço inovador destinado a melhorar a qualidade do ensino e da aprendizagem nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM).
Esta iniciativa faz parte do Programa de Capacitação de Formadores de Professores em STEM, financiado pelo Banco Mundial através do Projecto MozSkills. A Sala do Futuro foi projectada como um ambiente flexível e tecnológico que estimula a aprendizagem autónoma, a criatividade e a capacidade de resolução de problemas.
O novo espaço está dotado de diversos recursos especializados em STEM, incluindo laboratórios móveis de ciências, kits de robótica, computadores e equipamentos digitais. Entre as inovações destacam-se um painel interactivo para apresentação de conteúdos, bem como um estúdio de vídeo destinado à produção de materiais audiovisuais educativos.
Durante a cerimónia inaugural, foram também entregues kits de ciências e robótica a várias instituições beneficiárias do programa, incluindo as Instituições de Formação de Professores (IFP), instituições de Ensino Técnico-Profissional (ETP), Escolas Secundárias Gerais (ESG) e Escolas Primárias (EP) com as quais a UEM mantém acordos de parceria.
A criação da Sala do Futuro representa um passo significativo na modernização do ensino em Moçambique, alinhando-se com as tendências educativas globais e preparando os estudantes para os desafios do futuro.
O Governo sul-africano apresentou propostas legislativas que visam endurecer as penalizações para a mineração ilegal, prevendo penas de até 30 anos de prisão e multas que poderão atingir os 100 milhões de rands, cerca de 400 milhões de meticais.
Actualmente, a pena máxima para este tipo de crime é de 10 anos, acompanhada de uma multa de 250 mil rands, aproximadamente um milhão de meticais.
As novas regras, que serão submetidas ao Parlamento, têm como objectivo criminalizar a extracção ilícita de minerais e aumentar os poderes de fiscalização das autoridades policiais. A Ministra da Justiça, Mmamaloko Kubayi, destacou que a mineração ilegal está frequentemente associada a crimes graves, como raptos, tráfico de seres humanos e homicídios.
Kubayi afirmou: “A actividade ilegal de mineração tem efeitos devastadores nas comunidades, destruindo infraestruturas básicas, como as condutas de água subterrâneas, o que compromete o abastecimento público. A abertura de crateras representa uma séria ameaça à segurança das populações. Esta prática está directamente relacionada a raptos, tráfico de seres humanos, trabalho infantil e trabalho forçado.”
A proposta de agravamento das penas surge num contexto trágico, uma vez que 14 mineiros ilegais perderam a vida no desabamento de uma mina na província do Noroeste, com a maioria das vítimas originárias do Lesoto. A polícia confirmou que outros oito mineiros ficaram feridos, cinco dos quais em estado grave.
Equipes especializadas, incluindo cães de busca e salvamento, foram mobilizadas para localizar eventuais sobreviventes entre os escombros. Até ao momento, três mineiros ilegais foram detidos no âmbito deste caso.
O governo de Moçambique anunciou que, durante o primeiro semestre de 2026, foram arrecadados 183,3 milhões de meticais, o que corresponde a 45% da meta estabelecida no Plano Económico e Social.
Esta informação foi divulgada pelo porta-voz do governo e Ministro da Administração Estatal, Inocêncio Impissa, durante uma conferência de imprensa após uma reunião do Conselho de Ministros.
No mesmo período, as despesas públicas ascenderam a 18,3 mil milhões de meticais, representando 36,2% do montante projectado. O porta-voz acrescentou que a inflação se fixou em 4,5% e as exportações totalizaram 1,9 mil milhões de meticais.
Durante a sessão, o Conselho de Ministros analisou e aprovou o decreto que estabelece a Agência de Desenvolvimento Integrado do Sul (ADSUL). Esta agência terá como objectivo promover iniciativas multifacetadas para assegurar um desenvolvimento socioeconómico integrado e equilibrado, bem como o ordenamento do território nas províncias do sul, nomeadamente Inhambane, Gaza e Maputo. A sede da agência será localizada na cidade de Xai-Xai.
O Conselho de Ministros também validou o quadro legal que regulamente as linhas de carga aplicáveis a embarcações que transportam passageiros e carga através de rotas marítimas, lacustres e fluviais. Esta medida visa proteger a vida humana e a propriedade, assegurar a segurança da navegação e fortalecer a protecção marítima. Foi ainda aprovado um decreto que revisa a constituição do Instituto de Transporte Marítimo (ITRANSMAR), com o intuito de alinhar o quadro legal e organizacional deste instituto com as competências do Ministro dos Transportes e Logística.
Outra decisão importante foi a adopção da Resolução que estabelece a Estratégia Nacional de Segurança Hídrica “Compacto Pró-Águas” 2026-2036. Esta estratégia delineia directrizes para fortalecer a segurança hídrica e melhorar a gestão dos recursos hídricos no país na próxima década.
No sector agrícola, foi apresentado o Programa de Transformação Agrícola, um instrumento de investimento acelerado inserido no Plano Estratégico de Desenvolvimento do Sector Agrícola (PEDSA).
Este programa tem como metas garantir um aumento sustentável da produção e produtividade, promover a integração das cadeias de valor e aumentar a competitividade dos produtos agrícolas nacionais, ao mesmo tempo que visa fomentar uma transição gradual da agricultura de subsistência para uma agricultura comercial orientada para o mercado.
Os residentes de Mavoco, localizada na área de Mulotana, estão a enfrentar graves problemas de mobilidade devido à degradação das suas vias, particularmente após as chuvas intensas de Janeiro e Fevereiro.
A principal via da localidade encontra-se abaixo do nível do solo, enquanto as ruas terciárias apresentam claros sinais de erosão, complicando o transporte de pessoas e bens.
A situação, que já se arrasta há seis meses, tem exigido um esforço contínuo dos moradores e comerciantes locais para tapar buracos e melhorar a transitabilidade, que continua a ser descrita como uma verdadeira “ginástica”. Para reportar a situação, a equipa do “Notícias” teve de estacionar a viatura na estrada principal, uma vez que a via de acesso está completamente intransitável.
Na paragem conhecida como “Ndluine”, a diferença entre a via e a terra circundante chega a atingir os 100 centímetros, especialmente no lado direito da estrada, que tem sofrido o impacto mais severo. Alice José, residente local, sublinhou que a erosão afecta o acesso à sua casa, tornando complicado o transporte, nomeadamente para a sua avó que frequenta reuniões comunitárias.
“Desde Fevereiro, temos discutido em reuniões a necessidade urgente de intervenção, mas até agora não houve qualquer progresso. Alguns vizinhos adoptem vias alternativas longas e difíceis para aceder às suas casas. O esforço para tapar buracos é imenso e não tem gerado resultados satisfatórios”, lamentou.
Felisberto Mangue considerou a situação como destrutiva, afirmando que as águas têm danificado as vias, e a areia das estradas está a ser carcomida, provocando uma descida da cota das vias. Adérito Bule, outro morador, referiu que ele e outros vizinhos estão mobilizar recursos para a compra de combustível, pois a empresa responsável pela manutenção da rua principal irá disponibilizar equipamentos para o nivelamento das vias.
O sub-chefe do quarteirão 13, Júlio Foquisso, destacou que a situação já foi pior do que actualmente, mas a união dos moradores conseguiu resultado na reparação de algumas das infiltrações. Contudo, o desafio continua, pois muitos problemas ainda não foram resolvidos.
“A população tem-se organizado para tentar corrigir os estragos. Mesmo assim, a capacidade de os moradores exercerem suas atividades é seriamente prejudicada, visto que a transitabilidade é crucial para o desenvolvimento. Numa zona em expansão como esta, o transporte de materiais de construção tem sido drasticamente afectado”, afirmou.
Foquisso destacou que as chamadas “vias alternativas” também estão em péssimo estado, o que acentua ainda mais a crise de mobilidade na região.
Foram publicadas hoje, dia 31 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
Clique aqui para baixar a edição em...
Uma investigação recente revelou que as substanciais dívidas acumuladas pelo Estado moçambicano têm sido um factor determinante para a decisão de alienar a operadora...
As obras de reabilitação e modernização da Estrada Nacional Número 4 (EN4) em Moçambique continuam a progredir de forma significativa, com o objectivo de...
Uma operação inspectiva levada a cabo pela Autoridade Nacional Reguladora de Medicamento (ANARME), em colaboração com a Inspecção-Geral de Segurança Alimentar e Económica (IGSAE),...